Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download ""

Transcrição

1

2 ORIGEM OBJECTIVOS: Iniciado em 2004, por um desafio lançado ado pelo Governo Português, para o Campeonato Europeu de Futebol. MISSÃO: Criar e desenvolver, em contínuo, nuo, uma Rede de Estabelecimentos de Restauração e Bebidas que garantissem a satisfação dos seus clientes, através da adopção de boas práticas em Higiene e Segurança a Alimentar. - Promover a requalificação de um Sector de Actividade, possibilitando a promoção dos estabelecimentos que apostem na sua dignificação e - Funcionar como instrumento de orientação e defesa das expectativas dos consumidores.

3 ORIGEM Boas Práticas em Higiene e Segurança Alimentar

4 CONSIDERANDO A NECESSIDADE DE Afirmar o produto Gastronomia e Vinhos como um produto estratégico para o Turismo Português; Atrair turistas e visitantes, nomeadamente através da oferta diversificada e de qualidade dos estabelecimentos de restauração e bebidas; Promover a gastronomia através da divulgação da cozinha e das receitas típicas do seu património gastronómico; Contribuir para a recuperação da cozinha portuguesa e para a sua inovação por novos talentos; Incentivar o consumo de produtos de origem portuguesa, tradicionais, ais, regionais e qualificados e Qualificar a Gastronomia e promovê-la como um produto de excelência.

5 O Programa SELEÇÃO GASTRONOMIA E VINHOS Resulta de uma parceria estratégica entre a AHRESP Associação da Hotelaria, Restauração e Bebidas de Portugal e a Direcção Regional do Turismo dos Açores. Numa 1ª fase, tem como destinatários todos as empresas de hotelaria e restauração que estejam sedeadas nas ilhas de S. Miguel, Terceira e Faial. Numa 2ª fase, este Programa será alargado às restantes ilhas do Arquipélago.

6 OBJECTIVOS Qualificar a oferta gastronómica dos Açores; Promover a Gastronomia Regional dos Açores como elemento diferenciador da oferta turística, transformando-a a num verdadeiro produto estratégico e competitivo; Valorizar, dignificar e salvaguardar a Gastronomia Regional dos Açores; Incentivar o consumo de produtos regionais, tradicionais e qualificados; Promover os vinhos regionais e certificados dos Açores e Promover as empresas de hotelaria e restauração que integrem a Rede SELEÇÃO GASTRONOMIA E VINHOS.

7 CANDIDATURA Todas as empresas interessadas em aderir a este Programa devem manifestar esse interesse através do preenchimento de um Boletim de Inscrição. Disponível no site da AHRESP: através do qual poderá ser efectuada a inscrição on-line, ou poderá ser solicitado na Delegação da AHRESP, aqui em Ponta Delgada.

8 PROCEDIMENTOS A adesão ao Programa SELEÇÃO GASTRONOMIA E VINHOS implica a realização de duas avaliações: Auditoria Técnica e Auditoria Gastronómica e de Serviço. Ambas as avaliações são efectuadas com recurso a Check-List s já desenvolvidas e devidamente validadas e testadas nalgumas empresas. Na sequência destas avaliações é emitido um Relatório que identifica as não- conformidades detectadas, e que devem ser corrigidas, e as oportunidades de melhoria sugeridas.

9 PROCEDIMENTOS Em complemento ao relatório rio é igualmente enviado um Parecer que conclui a realização das avaliações atrás referidas e informa sobre a integração imediata no Programa ou sobre a necessidade de efectuar algumas correcções, sem as quais não poderá ser possível a adesão. Estas avaliações são realizadas por técnicos qualificados e devidamente formados e contratados para o efeito, de modo a minimizar ao máximo os critérios rios subjectivos que estão sempre inerentes a este tipo de acções. No caso da auditoria gastronómica e de serviço, esta incluí uma refeição (almoço ou jantar), cujos custos são suportados pelo Responsável pela empresa.

10 AUDITORIA TÉCNICA - CRITÉRIOS RIOS DE AVALIAÇÃO - - Formação Profissional - Boas Práticas de Higiene: Recepção de matérias primas Armazenagem (frio ou à temperatura ambiente) Zonas de preparação e confecção Instalações sanitárias e vestiários Sala de refeições - Sistema de Segurança a Alimentar - Sistemas de segurança a contra incêndios - Boas Práticas Ambientais

11 AUDITORIA TÉCNICA - CRITÉRIOS DE AVALIA RIOS DE AVALIAÇÃO ÃO -

12 PROGRAMA INDIVIDUAL DE MELHORIAS - PIM O PIM é específico para cada estabelecimento e tem como objectivo resolver as não-conformidades detectadas no decorrer da auditoria técnica, possibilitando, assim, que o estabelecimento esteja em condições de realizar a auditoria gastronómica e de serviço. Tem a duração máxima de 6 meses, mas pode ser realizado em 4 meses, caso as não-conformidades detectadas assim o permitam. Pressupõe, para além de auditorias ao estabelecimento, a realização de acções de formação no local e a recolha de amostras para análise. No final do PIM é realizada uma outra auditoria técnica, que permitirá avaliar se o estabelecimento que realizou o PIM está nas devidas condições.

13 AUDITORIA GASTRONÓMICA E DE SERVIÇO - CRITÉRIOS RIOS DE AVALIAÇÃO - REQUISITOS FÍSICOS E DE FUNCIONAMENTO: - Acessibilidades - Decoração e ambiente - Limpeza e conservação - Sinalética - Tecnologias de informação (ex: existência de site e reservas on-line, ) e - Algumas comodidades (ex: bengaleiro, sala de estar, bar, )

14 AUDITORIA GASTRONÓMICA E DE SERVIÇO - CRITÉRIOS DE AVALIA RIOS DE AVALIAÇÃO ÃO - REQUISITOS DE SERVIÇO: - Tempos de espera (ex: tempo de espera e tempo de apresentação) - Colaboradores (ex: formação, idiomas, atitude, ) - Lista de produtos ou ementa (ex: constituição, variedade, ) - Lista de vinhos (ex: apresentação, equilíbrio, ) e - Pagamento

15 AUDITORIA GASTRONÓMICA E DE SERVIÇO - CRITÉRIOS DE AVALIA RIOS DE AVALIAÇÃO ÃO - REQUISITOS GASTRONÓMICOS: - Matérias Primas (ex: produtos da época e produtos regionais) - Disponibilização de produtos / pratos Identificação de 6 pratos típicos representativos da gastronomia portuguesa a nível nacional e 5 pratos específicos por região, que não criassem dificuldades promocionais, quer pelos produtos utilizados, quer pelas técnicas de confecção, ou aspecto visual. Nos AÇORES, os ícones identificados são: Alcatra, Caldo de Peixe, Polvo Guisado, Queijadas de Vila Franca do Campo e Sopas do Espírito Santo. Ícones nacionais e regionais da Gastronomia Portuguesa

16 AUDITORIA GASTRONÓMICA E DE SERVIÇO - CRITÉRIOS DE AVALIA RIOS DE AVALIAÇÃO ÃO - OUTROS REQUISITOS GASTRONÓMICOS: - Empratamento e apresentação final - Vinhos - Execução culinária e - Apreciação aromática e degustativa

17 AUDITORIA GASTRONÓMICA E DE SERVIÇO -CHECK-LIST e AVALIAÇÃO FINAL -

18 AUDITORIA GASTRONÓMICA E DE SERVIÇO -CHECK-LIST e AVALIAÇÃO FINAL -

19 AUDITORIA GASTRONÓMICA E DE SERVIÇO -CHECK-LIST e AVALIAÇÃO FINAL -

20 EM RESUMO Preenchimento do Boletim de Inscrição Auditoria técnica Conforme? Não CONSULTORIA P I M - Programa Individual de Melhorias Sim Conforme? Sim Auditoria Gastronómica e de Serviço Apoio na correcção das não- -conformidades detectadas na Auditoria técnica

21 ADESÃO AO PROGRAMA Auditoria técnica Auditoria Gastronómica Promoção e divulgação do estabelecimento

22 VANTAGENS e BENEFÍCIOS As empresas que estejam em condições de aderir ao Programa SELEÇÃO GASTRONOMIA E VINHOS passam, assim, a ser, para além de dignos representantes da Gastronomia Regional dos Açores, verdadeiros agentes de divulgação, promoção e venda de Portugal, nomeadamente através da dinamização do nosso artesanato e da nossa própria pria cultura. Assim sendo, todas as empresas que integrem esta Rede usufruem das seguintes vantagens: - Conotação imediata com o Programa SELEÇÃO GASTRONOMIA E VINHOS através da atribuição de uma Placa que deverá ser colocada em local visível; vel;

23 VANTAGENS e BENEFÍCIOS - Direito de utilização da marca SELEÇÃO GASTRONOMIA E VINHOS para promoção e divulgação de iniciativas próprias; prias; - Acesso a canais de promoção inerentes ao próprio prio Programa; - Incorporação no site com ligação a outros sites de interesse turístico; - Estímulos a processos de modernização e implementação de boas práticas; - Inserção num conjunto de iniciativas que visam a promoção destas empresas, nomeadamente a inclusão numa publicação on-line e em brochura própria; pria; - Benefícios e notoriedade inerentes ao facto de estas empresas pertencerem rem à Rede de Estabelecimentos SELEÇÃO GASTRONOMIA E VINHOS.

24 CUSTOS A AHRESP apresentou uma candidatura ao contrato-programa de desenvolvimento de promoção e animação turísticas, ao abrigo do DLR n.º 30/2006/A, de 8 de Agosto, que foi aprovada pela Secretaria Regional da Economia. As empresas interessadas em aderir ao Programa GASTRONOMIA E VINHOS não terão qualquer tipo encargos, que não seja a refeição que irá ser consumida pelo auditor que realizará a auditoria gastronómica e de serviço.

25 MAIS INFORMAÇÕES DELEGAÇÃO DA AHRESP EM PONTA DELGADA MORADA: Rua de S. Gonçalo, n.º 203, 4º Esq Ponta Delegada TELEFONE: FAX:

26

REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO

REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO REGULAMENTO DO SISTEMA PARA A VALORIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS DA ROTA DO ROMÂNICO Objetivo Artigo 1.º 1. Este regulamento tem como objetivo estabelecer condições e normas para a obtenção

Leia mais

ARTIGO 1º Âmbito O presente Regulamento define as condições de candidatura, avaliação e distinção dos

ARTIGO 1º Âmbito O presente Regulamento define as condições de candidatura, avaliação e distinção dos REGULAMENTO ENQUADRAMENTO O mais recente diploma legal que estabelece o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos turísticos - Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de Março,

Leia mais

Regulamento. Restaurantes Aderentes Concurso Gastronómico. IV Festival da Castanha

Regulamento. Restaurantes Aderentes Concurso Gastronómico. IV Festival da Castanha Regulamento Restaurantes Aderentes Concurso Gastronómico IV Festival da Castanha Preâmbulo A gastronomia como manifestação de cultura representa um importante papel na promoção dos produtos locais, recuperação

Leia mais

Manual da Marca Priolo

Manual da Marca Priolo 2015 Manual da Marca Priolo Carta Europeia de Turismo Sustentável Terras do Priolo ÍNDICE RESUMO 01 1. NOTA INTRODUTÓRIA 02 1.1 Justificação da necessidade de criação da Marca Priolo 02 2. PROCEDIMENTO

Leia mais

Palmela - Experiências com Sabor

Palmela - Experiências com Sabor Promover a notoriedade da marca turística Palmela, como território associado à gastronomia, aos produtos locais de qualidade e às boas experiências que proporciona a quem o visita. Objectivo global Incentivar

Leia mais

FATORES POSITIVOS FATORES NEGATIVOS

FATORES POSITIVOS FATORES NEGATIVOS 1ª REUNIÃO DO FÓRUM PERMANENTE TURISMO SUSTENTÁVEL DO ALTO MINHO Identificação dos fatores positivos e negativos do território CETS do Alto Minho Grupo Temático Restauração Data: 29 de Julho de 2014 Hora:

Leia mais

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO PERFIL PROFISSIONAL DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO ÁREA DE ACTIVIDADE - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO OBJECTIVO GLOBAL - Planear, dirigir e controlar as actividades de produção e de serviço de alimentos

Leia mais

CHEFE DE COZINHA (M/F)

CHEFE DE COZINHA (M/F) PERFIL PROFISSIONAL CHEFE DE COZINHA (M/F) ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO - Organizar, coordenar e controlar o funcionamento do serviço de cozinha em estabelecimentos

Leia mais

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DAS MICROEMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO PARA 2010/2011

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DAS MICROEMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO PARA 2010/2011 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL

TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL TURISMO NO ESPAÇO RURAL LEGISLAÇÃO MANUAL Índice 1. Turismo no espaço rural: tipologias.2 2. Exploração e funcionamento.... 5 3. Legislação aplicável.17 Bibliografia. 18 1 1.Turismo no espaço rural: tipologias

Leia mais

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Relatório de Estágio Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Rui Neves Lisboa, 21 de Junho de 2011 Índice Introdução... 3 Caracterização da Base de Dados... 4 Recolha e validação

Leia mais

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura No âmbito do Contrato de Delegação de Competências do POPH na CCP 1. Enquadramento da Iniciativa A Iniciativa Formação para Empresários tem

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS ACTIVOS DAS EMPRESAS DE HOTELARIA E RESTAURAÇÃO 2011/2012

NECESSIDADES DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS ACTIVOS DAS EMPRESAS DE HOTELARIA E RESTAURAÇÃO 2011/2012 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL DIRECÇÃO REGIONAL DO TRABALHO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E DEFESA DO CONSUMIDOR OBSERVATÓRIO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Tertúlia Algarvia. Centro de Conhecimento em Cultura e Alimentação Tradicional do Algarve

Tertúlia Algarvia. Centro de Conhecimento em Cultura e Alimentação Tradicional do Algarve Tertúlia Algarvia Centro de Conhecimento em Cultura e Alimentação Tradicional do Algarve Dossier de Apresentação do Projecto Janeiro de 2008 A génese do Projecto INEXISTÊNCIA NA REGIÃO Local que permita

Leia mais

Regulamento Interno StartUp Lisboa Comércio

Regulamento Interno StartUp Lisboa Comércio Regulamento Interno StartUp Lisboa Comércio Lisboa, Junho de 2014 Artigo 1º Âmbito A Incubadora StartUp Lisboa Comércio resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa, o Montepio Geral, o IAPMEI

Leia mais

Plano Estratégico Nacional do Turismo. Desafios do Turismo Sustentável do PATES

Plano Estratégico Nacional do Turismo. Desafios do Turismo Sustentável do PATES Ferramentas para a Sustentabilidade do Turismo Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural Castro Verde, 7 Março 2012 Teresa Bártolo 2012 Sustentare Todos os direitos reservados www.sustentare.pt 2 Turismo

Leia mais

Apresentação do Projeto Sertã Solidária

Apresentação do Projeto Sertã Solidária Apresentação do Projeto Sertã Solidária Sinopse: A valência da Cresaçor Centro Comunitário de Apoio ao Imigrante criou em 2012, com o apoio da Direção Regional das Comunidades, o Projeto Sertã Solidária

Leia mais

PLANO DE MARKETING PLANO DE MARKETING PARA IMPLEMENTAÇÃO DE UM RESTAURANTE MODERNO EM S. TOMÉ. ORIENTADOR: Prof. Dr. David Nelson Salbany Russell

PLANO DE MARKETING PLANO DE MARKETING PARA IMPLEMENTAÇÃO DE UM RESTAURANTE MODERNO EM S. TOMÉ. ORIENTADOR: Prof. Dr. David Nelson Salbany Russell PARA IMPLEMENTAÇÃO DE UM RESTAURANTE MODERNO EM S. TOMÉ ORIENTADOR: Prof. Dr. David Nelson Salbany Russell LICENCIATURA EM MARKETING E COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Finalidade: Estudar um plano de marketing

Leia mais

Marca Priolo Balanço do desenvolvimento e implementação (2013-2014)

Marca Priolo Balanço do desenvolvimento e implementação (2013-2014) 2015 Marca Priolo Balanço do desenvolvimento e implementação (2013-2014) Azucena de la Cruz Martin Gabinete CETS Terra do Priolo 01-01-2015 Marca Priolo Balanço do desenvolvimento e implementação (2013-2014)

Leia mais

O ENOTURISMO. Conceito:

O ENOTURISMO. Conceito: Conceito: O conceito de enoturismo ainda está em formação e, a todo o momento, vão surgindo novos contributos; Tradicionalmente, o enoturismo consiste na visita a vinhas, estabelecimentos vinícolas, festivais

Leia mais

Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas. desde 1896

Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas. desde 1896 Em defesa do Sector da Hotelaria, Restauração e Bebidas desde 1896 Quem Somos? Instituição de Utilidade Pública Restauração Pastelarias e Cafés Mais de um século de existência Empreendimentos Turísticos

Leia mais

PHC Mensagens SMS. Desenvolva o potencial das comunicações imediatas com mensagens SMS PHC

PHC Mensagens SMS. Desenvolva o potencial das comunicações imediatas com mensagens SMS PHC PHCMensagens SMS DESCRITIVO O módulo PHC Mensagens SMS permite o envio de mensagens a múltiplos destinatários em simultâneo, sem ser necessário criar e enviar uma a uma. Comunique com mais sucesso: ganhe

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para

Leia mais

Neste contexto, o IDIT vai intervir em 31 empresas localizadas no Norte de Portugal, e 28 empresas localizadas na Região Centro.

Neste contexto, o IDIT vai intervir em 31 empresas localizadas no Norte de Portugal, e 28 empresas localizadas na Região Centro. NEWSLETTER 1 O IDIT O IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica é uma associação privada de utilidade pública, sem fins lucrativos, cujo objectivo primordial é contribuir para a modernização

Leia mais

MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural

MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural I Seminário sobre Turismo Rural e Natureza Diferenciar o Produto, Qualificar a Oferta, Internacionalizar o Sector MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural TÂNIA

Leia mais

REGULAMENTO DO FESTIVAL

REGULAMENTO DO FESTIVAL REGULAMENTO DO FESTIVAL Introdução 1. Dados gerais 1.1 - Nome: Brasil Sabor 2012 1.2 - Data da realização: 3 de maio a 3 junho de 2012 1.3 - Promotora do evento: Abrasel - Associação Brasileira de Bares

Leia mais

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria PROGRAMA Qualidade Produto Marca Própria - Distribuição Princípios da Qualidade/ ISO 9001 Certificação/Processo de Certificação

Leia mais

PARCEIROS ESTRATÉGIA ESTRATÉGIA OBJECTIVOS OBJECTIVOS PROJECTO DE COOPERAÇÃO INTERTERRITORIAL

PARCEIROS ESTRATÉGIA ESTRATÉGIA OBJECTIVOS OBJECTIVOS PROJECTO DE COOPERAÇÃO INTERTERRITORIAL PROJECTO DE COOPERAÇÃO INTERTERRITORIAL PARCEIROS ADER SOUSA Vale do Sousa ADRIL Vale do Lima ADRIMAG Serras de Montemuro Arada e Gralheir ADRIMINHO Vale do Minho ATAHCA Alto Cávado BEIRA DOURO Vale do

Leia mais

Licenciatura em Biologia

Licenciatura em Biologia Licenciatura em Biologia Regulamento de Estágio Profissionalizante Para dar cumprimento ao estipulado no Despacho n.º 22 420/2001 da Reitoria da Universidade de Aveiro, publicado no Diário da República

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS (Enquadramento) Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro e no Despacho Normativo nº. 8/2, de 12 de

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução do Conselho do Governo n.º 161/2006 de 14 de Dezembro de 2006

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução do Conselho do Governo n.º 161/2006 de 14 de Dezembro de 2006 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Resolução do Conselho do Governo n.º 161/2006 de 14 de Dezembro de 2006 A SPRAçores Sociedade de Promoção e Gestão Ambiental, S.A., é uma sociedade que tem por

Leia mais

Boletim Informativo do CEPA Edição de Agosto de 2006 Número 17 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau

Boletim Informativo do CEPA Edição de Agosto de 2006 Número 17 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Boletim Informativo do CEPA Edição de Agosto de 2006 Número 17 Publicação da Direcção dos Serviços de Economia de Macau Índice: 1. Cerimónia de entrega de Certificados do Exame Nacional de Qualificação

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias:

Introdução. O Júri seleccionará cinco organizações para cada uma das seguintes categorias: REGULAMENTO Introdução O Prémio Healthy Workplaces - Locais de Trabalho Saudáveis pretende reconhecer e distinguir as organizações portuguesas com contributos notáveis e inovadores para a segurança, o

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONCHIQUE Preâmbulo Considerando que a participação solidária em acções de voluntariado, definido como conjunto de acções de interesse

Leia mais

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal 1 Preâmbulo O Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, adiante designado por NNIES, é um equipamento municipal criado

Leia mais

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Saída Profissional: Operador CAD Certificação ao nível do 9º Ano / Nível II Laboral Bem-Vindo/a à FLAG! A FLAG é uma

Leia mais

Análise SWOT. Área: Território. Rede Social. - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais

Análise SWOT. Área: Território. Rede Social. - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais Área: Território - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais - Dinamização da Exploração dos Recursos Naturais para Actividades Culturais e Turísticas - Localização Geográfica

Leia mais

Relatório. Turística

Relatório. Turística Relatório anual de avaliação de curso Gestão do Lazer e da Animação Turística 2008 2009 Estoril, Março 200 Francisco Silva Director de Curso de GLAT Conteúdo Introdução... 3 2 Dados do Curso... 3 3 Avaliação

Leia mais

Águas de Gondomar considerada novamente uma das Melhores Empresas para Trabalhar. A Águas de Gondomar, de acordo com os resultados publicados na

Águas de Gondomar considerada novamente uma das Melhores Empresas para Trabalhar. A Águas de Gondomar, de acordo com os resultados publicados na info Gondomar Newsletter N.º14 Julho 2012 Semestral Águas de Gondomar considerada novamente uma das Melhores Empresas para Trabalhar A Águas de Gondomar, de acordo com os resultados publicados na revista

Leia mais

REGULAMENTO. 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH.

REGULAMENTO. 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH. 12 de Março de 2014 Centro de Congressos do Estoril REGULAMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH.

Leia mais

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes 2 Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Índice 1 Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) 2 Crédito

Leia mais

Agrupamento de escolas de Coruche. CURSO PROFISSIONAL Ano letivo 2014/2015 Técnico de Turismo Ambiental e Rural

Agrupamento de escolas de Coruche. CURSO PROFISSIONAL Ano letivo 2014/2015 Técnico de Turismo Ambiental e Rural Agrupamento de escolas de Coruche CURSO PROFISSIONAL Ano letivo 2014/2015 Técnico de Turismo Ambiental e Rural Componente de formação: Sócio-cultural: Total de horas (a) (ciclo de formação) Português Língua

Leia mais

Protocolo de Colaboração Rede Embaixadores para a Responsabilidade Social das Empresas dos Açores

Protocolo de Colaboração Rede Embaixadores para a Responsabilidade Social das Empresas dos Açores Protocolo de Colaboração Rede Embaixadores para a Responsabilidade Social das Empresas dos Açores Introdução Considerando que nos Açores, são já muitas as empresas e organizações que assumem convictamente

Leia mais

Aviso - ALG-28-2015-11

Aviso - ALG-28-2015-11 Eixo Prioritário 5 Investir no Emprego OT 8 Promover a Sustentabilidade e a Qualidade do Emprego, e Apoiar a Mobilidade dos Trabalhadores PI 8.9 Apoio ao crescimento propício ao emprego, através do desenvolvimento

Leia mais

Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro

Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro Campanha Nacional Certificar para Ganhar o Futuro 19 Junho de 2007 Ponta Delgada Universidade dos Açores José Romão Leite Braz Administrador Finançor Agro Alimentar, S.A. Índice Breve descrição do Grupo

Leia mais

Caracterização do Projecto

Caracterização do Projecto Caracterização do Projecto http://www.cm-lousa.pt/educacao/alimbem_crscsaud.htm O Projecto "Alimenta-te bem, Cresce saudável" tem a sua base na preocupação da Autarquia em garantir a todas as crianças

Leia mais

REGULAMENTO. 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH.

REGULAMENTO. 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH. 18 de Março de 2015 Centro de Congressos do Estoril REGULAMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS 1) Os Masters do Capital Humano são uma iniciativa do Grupo IFE e do Salão Profissional de Recursos Humanos - EXPO RH.

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288

Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288 Assunto: Auxílio estatal N 360/2005 Portugal Alteração do regime de auxílios existente Auxílios estatais a favor do desenvolvimento regional dos Açores

Leia mais

Conclusões Fórum Portugal Sou Eu

Conclusões Fórum Portugal Sou Eu Conclusões Fórum Portugal Sou Eu Ministro da Economia lança desafio aos empresários para que façam do Portugal Sou Eu um catalisador da economia Lanço um apelo aos empresários e produtores aqui presentes,

Leia mais

50 the International Paris Air Show

50 the International Paris Air Show Cluster Aeroespacial Nacional Pavilhão de Portugal 50 the International Paris Air Show Paris - Le Bourget 17 a 23 de Junho de 2013 www.salon-du-bourget.fr ENQUADRAMENTO e OBJECTIVO Na continuidade das

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

COMISSÃO EXECUTIVA. c) Um docente por cada Unidade Orgânica, nomeado pelo Presidente do IPC,

COMISSÃO EXECUTIVA. c) Um docente por cada Unidade Orgânica, nomeado pelo Presidente do IPC, REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO DE VOLUNTARIADO SOCIAL DO IPC E DA COMISSÃO EXECUTIVA Artigo 1º (Âmbito) De acordo com o estabelecido no ponto 5 do Artigo 4º do Regulamento de Enquadramento da Rede do

Leia mais

PRATICAS DE INCORPORAÇÃO NACIONAL. Hermano Rodrigues Diretor adjunto Sectores e Empresas

PRATICAS DE INCORPORAÇÃO NACIONAL. Hermano Rodrigues Diretor adjunto Sectores e Empresas PRATICAS DE INCORPORAÇÃO NACIONAL Hermano Rodrigues Diretor adjunto Sectores e Empresas ÍNDICE 1. Estudo(s) 2. Objetivos do(s) estudo(s) 3. Empresas, produtos e vantagens 4. Estudos para divulgação: exemplos

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DO TURISMO. Para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal. Síntese

PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DO TURISMO. Para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal. Síntese PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DO TURISMO Para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal Síntese 1 O PENT - Plano Estratégico Nacional do Turismo é uma iniciativa governamental, da responsabilidade do Ministério

Leia mais

Projecto ApoiarMicro - REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO

Projecto ApoiarMicro - REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO Regulamento de Funcionamento Preâmbulo Tendo como principal objectivo fomentar o empreendedorismo na Região da Lezíria do Tejo, a NERSANT Associação Empresarial em parceria com a Comunidade Intermunicipal

Leia mais

INICIATIVA JESSICA. Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo. Faro, 22 de maio de 2013

INICIATIVA JESSICA. Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo. Faro, 22 de maio de 2013 INICIATIVA JESSICA Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo Faro, 22 de maio de 2013 O Turismo na economia Peso no PIB Peso no Emprego Peso nas Exportações Peso dos Mercados O Turismo e a Regeneração Urbana

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

3. Caracterização e cadastro do Movimento Associativo do concelho

3. Caracterização e cadastro do Movimento Associativo do concelho De : DCED/DICUL Carlos Anjos Proc. Nº Para : ANA JOSÉ CARVALHO, CHEFE DA DICUL Assunto : PROPOSTA DE PLANO DE ACTIVIDADES DO GRUPO DE TRABALHO PARA O MOVIMENTO ASSOCIATIVO - 2011 Para os efeitos tidos

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO DE SETÚBAL E A CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO Considerando: a) As atribuições da Câmara Municipal de Setúbal, conferida

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

O PATRIMÓNIO NATURAL E O DO ALGARVE. Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011

O PATRIMÓNIO NATURAL E O DO ALGARVE. Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011 O PATRIMÓNIO NATURAL E O DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DO ALGARVE Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011 1. PENT - estratégia para o desenvolvimento do Turismo em Portugal RCM 53/2007, de 04 de Abril

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

I FESTIVAL GASTRONÔMICO DE MINEIROS RAÍZES DO CERRADO REGULAMENTO DO FESTIVAL

I FESTIVAL GASTRONÔMICO DE MINEIROS RAÍZES DO CERRADO REGULAMENTO DO FESTIVAL I FESTIVAL GASTRONÔMICO DE MINEIROS RAÍZES DO CERRADO REGULAMENTO DO FESTIVAL Introdução O Regulamento é o mais importante de todos os documentos que fazem parte do festival. Os participantes devem ter

Leia mais

Simplificação nas PMEs

Simplificação nas PMEs Simplificação nas PMEs Aproveitamento das Novas Tecnologias DGITA Portal Declarações Electrónicas Dezembro 2007 Simplificação nas PMEs - Aproveitamento das Novas Tecnologias 1 Agenda O que é a DGITA? Estratégia

Leia mais

Estratégias regionais, para a investigação e inovação, implementadas nas Regiões. O que foi feito?

Estratégias regionais, para a investigação e inovação, implementadas nas Regiões. O que foi feito? Estratégias regionais, para a investigação e inovação, implementadas nas Regiões Ultraperiféricas e Cabo Verde: O que foi feito? O que está a ser fit? feito? Resolução do Conselho do Governo nº41/2008,

Leia mais

crédito ao investimento no turismo

crédito ao investimento no turismo Turismo de Portugal, I.P. Rua Ivone Silva, lote 6 1050-124 Lisboa Tel 211 140 200 Fax 211 140 830 apoioaoempresario@turismodeportugal.pt www.turismodeportugal.pt crédito ao investimento no turismo p r

Leia mais

Estudo - Estratégias de Diferenciação das Principais Fileiras de Produtos Agrícolas, Agro- Alimentares de Alimentação do Vale do Ave

Estudo - Estratégias de Diferenciação das Principais Fileiras de Produtos Agrícolas, Agro- Alimentares de Alimentação do Vale do Ave Estudo - Estratégias de Diferenciação das Principais Fileiras de Produtos Agrícolas, Agro- Alimentares de Alimentação do Vale do Ave NOTAS INTRODUTÓRIAS - Objetivo do estudo: Definir estratégias de atuação

Leia mais

Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais

Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais Presidente Vice-Presidente Vogal Secretário-Geral Director Coordenador a) 9 8 1 Director a) 24 23 1 Prestação de assessoria técnica especializada ao Conselho Directivo 2 2 0 Monitorização e avaliação da

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

Regulamento de Participação

Regulamento de Participação Regulamento de Participação Conteúdo 1. Descrição... 2 2. Acesso e duração... 2 3. Requisitos de Participação... 2 4. Mecânica do Concurso... 3 5. Júri e Critérios de Avaliação... 3 6. Prémios... 4 7.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO VINHO NA PROMOÇÃO DO TURISMO. Fórum Anual Vinhos de Portugal 26 de novembro 2014 João Cotrim de Figueiredo

A IMPORTÂNCIA DO VINHO NA PROMOÇÃO DO TURISMO. Fórum Anual Vinhos de Portugal 26 de novembro 2014 João Cotrim de Figueiredo A IMPORTÂNCIA DO VINHO NA PROMOÇÃO DO TURISMO Fórum Anual Vinhos de Portugal 26 de novembro 2014 João Cotrim de Figueiredo O potencial competitivo de Portugal Vinhos únicos no mundo Porto e Madeira Vinhos

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

Enoturismo em Portugal 2014. Caraterização das empresas e da procura

Enoturismo em Portugal 2014. Caraterização das empresas e da procura Enoturismo em Portugal 2014 Caraterização das empresas e da procura Edição 2015 ÍNDICE Sumário Executivo Caraterização das Empresas Promoção de Serviços Procura das (2014) 3 4 5 7 O Enoturismo em Portugal

Leia mais

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Num contexto de modernização e inovação constante, torna-se imperioso e urgente criar uma legislação turística em São Tomé e Príncipe, sendo este um instrumento

Leia mais

FINANCIAMENTO DA ATIVIDADE TURÍSTICA. Oliveira do Hospital, 25 > Março > 2014 Miguel Mendes

FINANCIAMENTO DA ATIVIDADE TURÍSTICA. Oliveira do Hospital, 25 > Março > 2014 Miguel Mendes FINANCIAMENTO DA ATIVIDADE TURÍSTICA Oliveira do Hospital, 25 > Março > 2014 Miguel Mendes LINHA DE APOIO à QUALIFICAÇÃO DA OFERTA e ao EMPREENDEDORISMO NO TURISMO VALORIZAR E DIVERSIFICAR O PRODUTO TURÍSTICO

Leia mais

INFORMAÇÃO GERAL. Auto-controlo baseado no sistema de HACCP na restauração

INFORMAÇÃO GERAL. Auto-controlo baseado no sistema de HACCP na restauração Título: Descrição: Palavras-chave: Disciplina: Tema/s: Etapa educativa: INFORMAÇÃO GERAL Auto-controlo baseado no sistema de HACCP na restauração Através de um contexto virtual, que representa o processo

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

A implementação do balcão único electrónico

A implementação do balcão único electrónico A implementação do balcão único electrónico Departamento de Portais, Serviços Integrados e Multicanal Ponte de Lima, 6 de Dezembro de 2011 A nossa agenda 1. A Directiva de Serviços 2. A iniciativa legislativa

Leia mais

Critérios de selecção

Critérios de selecção Emissor: GRATER Entrada em vigor: 01-06-2009 Associação de Desenvolvimento Regional Abordagem LEADER Critérios de selecção Os projectos serão pontuados através de fórmulas ponderadas e terão de atingir

Leia mais

Empresas que se mexem, são empresas que crescem!

Empresas que se mexem, são empresas que crescem! Empresas que se mexem, são empresas que crescem! Apresentação do Projecto/ Abertura de inscrições Introdução A Adere-Minho - Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho, entidade de natureza associativa

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS

CARTA EUROPEIA DO ENOTURISMO PRINCIPIOS GERAIS PRINCIPIOS GERAIS I. OS FUNDAMENTOS DO ENOTOURISMO 1. Por enotourismo queremos dizer que são todas as actividades e recursos turísticos, de lazer e de tempos livres, relacionados com as culturas, materiais

Leia mais

Microcrédito Millennium bcp

Microcrédito Millennium bcp Microcrédito Millennium bcp 1 Índice 1. Rede Autónoma de Microcrédito do Millennium Bcp Intervenção na vertente social Parceiros envolvidos Evolução do Microcrédito 2. Modelo de Negócio Missão do Microcrédito

Leia mais

Hotelaria e Restauração

Hotelaria e Restauração Hotelaria e Restauração Código Carga UFCD UFCD Horária H 1755 Preparação de cremes de pastelaria e recheios 25 1760 Preparação de massas lêvedas especiais de pastelaria e padaria 50 1761 Preparação de

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER Preâmbulo A Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, regulamentada pelo Decreto Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, define as bases do enquadramento

Leia mais

TURISMO. o futuro, uma viagem...

TURISMO. o futuro, uma viagem... TURISMO o futuro, uma viagem... PLANO NACIONAL DO TURISMO 2007-2010 OBJETIVOS Desenvolver o produto turístico brasileiro com qualidade, contemplando nossas diversidades regionais, culturais e naturais.

Leia mais

MINHO INovação 2014/2020

MINHO INovação 2014/2020 MINHO INovação 2014/2020 O MINHO IN Estratégia de Eficiência Coletiva O Minho IN é estratégia de eficiência coletiva, isto é uma ação conjunta assente numa parceria que partilha um objetivo em concreto:

Leia mais

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico, Turismo de Portugal, I.P. Rua Ivone Silva, Lote 6, 1050-124 Lisboa Tel. 211 140 200 Fax. 211 140 830 apoioaoempresario@turismodeportugal.pt

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Inovar para Ganhar Paulo Nordeste Portugal tem apresentado nos últimos anos casos de sucesso em inovação; como novos produtos, serviços e modelos de

Leia mais

Missão empresarial a Santiago do Chile. Multisetorial

Missão empresarial a Santiago do Chile. Multisetorial Missão empresarial a Santiago do Chile Multisetorial 25 a 29 de Novembro de 2013 Enquadramento: Missão empresarial Chile multisetorial O Chile constitui uma das economias mais desenvolvidas, estáveis e

Leia mais

P l a n o d e A c t i v i d a d e s

P l a n o d e A c t i v i d a d e s P l a n o d e A c t i v i d a d e s A n o d e 2 0 0 9 A TURIHAB Associação do Turismo de Habitação, em 2009, desenvolverá as suas acções em três vertentes fundamentais: a Internacionalização através do

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 2006-2015 Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 Portugal 2015 Portugal 2015 - Metas 2005 2015 Douro Douro Oeste Oeste Serra da Estrela Serra da Estrela Alqueva Litoral Alentejano Litoral Alentejano

Leia mais

Regulamento para adesão ao Projeto Lipor Geração+

Regulamento para adesão ao Projeto Lipor Geração+ Regulamento para adesão ao Projeto Lipor Geração+ Entidade Promotora A Lipor, Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, desenvolve periodicamente Planos de Educação e Comunicação

Leia mais

811 Hotelaria e Restauração

811 Hotelaria e Restauração 811 Hotelaria e Restauração Empregado/a de Restaurante/Bar Destinatários Pessoas que pretendam adquirir conhecimentos na área de empregados de Restaurante e/ou Bar. Não existentes. Formação Continua. Requisitos

Leia mais