ESTÁ ao serviço das pessoas, das famílias e das comunidades, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do bem estar das populações.

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2 O Voluntariado O Voluntariado traduz-se no conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas

3 O Voluntariado: ESTÁ ao serviço das pessoas, das famílias e das comunidades, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do bem estar das populações. TRADUZ-SE num conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada, expressando o trabalho voluntário.

4 DESENVOLVE-SE através de projectos e programas de entidades públicas e privadas com condições para integrar voluntários, envolvendo as entidades promotoras. CORRESPONDE a uma decisão livre e voluntária apoiada em motivações e opções pessoais que caracterizam o voluntário.

5 Os Bancos Locais de Voluntariado vêm colmatar a falta de uma estrutura que, a nível local, seja facilitadora do voluntariado Assim: No seguimento do acompanhamento pelo Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV), e de acordo com o previsto no Plano Nacional para a Inclusão (PNAI), 2003/2005, foram criados no nosso país vários Bancos Locais de Voluntariado

6 O Banco de Voluntariado Um local de encontro entre pessoas que expressam a sua disponibilidade e vontade para serem voluntárias e entidades que reúnam condições para integrar voluntários e coordenar o exercício da sua actividade.

7 Objectivos Gerais - Promover o encontro entre a oferta e a procura de voluntariado; - Sensibilizar os cidadãos para o voluntariado; - Divulgar projectos e oportunidades de voluntariado; - Contribuir para o aprofundamento do conhecimento do voluntariado

8 Desta forma, pretende-se também: - Acolher candidaturas de pessoas interessadas em fazer voluntariado e proceder ao encaminhamento para entidades promotoras de voluntariado; - Disponibilizar ao publico informações sobre voluntariado

9 O papel do Banco de Voluntariado O Banco deve ser o local de encontro entre pessoas disponíveis para esta acção e entidades que reúnam condições para integrar voluntários e acompanhá-los Este encontro deverá considerar a vocação, as aptidões e competências de cada voluntário em articulação com as características do perfil procurado pelas entidades promotoras

10 O encaminhamento Assume-se sob a forma de proposta, não sendo vinculativo. O Banco de Voluntariado não impõe candidatos a entidades ou entidades a voluntários. A decisão e a relação estabelecida entre eles será da sua responsabilidade.

11 Funções específicas dos Bancos Locais de Voluntariado Desenvolver, na medida das suas possibilidades estruturais e orgânicas, acções de aceitação de candidaturas e de registo de dados de candidatos; Proporcionar a troca de informações entre instituições e voluntários; Promover acções de formação; Criar e gerir centros de documentação e um sítio na Internet;

12 Utilizar os suportes de informação normalizados pelo Concelho Nacional para a Promoção do Voluntariado, no âmbito dos Bancos Locais de Voluntariado; Apresentar ao Concelho Nacional relatórios de progresso periódicos, de acordo com a metodologia a fornecer e outros dados de natureza estatística que nos sejam solicitados.

13 O funcionamento do Banco 1ª Fase: Recepção das candidaturas e preenchimento da ficha de inscrição. 2ª Fase: Fase do apuramento

14 O Voluntário O Voluntário é o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar acções de voluntariado no âmbito de uma organização promotora

15 Por isso ser voluntário é: Assumir um compromisso com a organização promotora de voluntariado; Desenvolver acções de voluntariado em prol dos indivíduos, famílias e comunidade. Comprometer-se, de acordo com as suas aptidões e no seu tempo livre;

16 Este compromisso tem a ver com o Encontro de vontades e responsabilização mútua Este compromisso, que a Lei designa por Programa de Voluntariado, decorre assim do encontro de vontades.

17 EXPRESSA a adesão livre, desinteressada e responsável do voluntário a realizar acções de voluntariado no âmbito de uma organização promotora; CONSUBSTANCIA as relações mútuas da organização promotora e do voluntário, correspondentes ao conteúdo, à natureza e à duração do trabalho voluntário num quadro de direitos e deveres de ambas as partes;

18 TRADUZ os princípios enquadradores do voluntariado, designadamente os princípios da solidariedade, complementaridade, responsabilidade, convergência e gratuitidade.

19 Podemos concluir assim: O Voluntariado ou a própria acção Voluntária já não se baseia em acções pontuais, descoordenadas e apenas de boa vontade. O Voluntariado com real Compromisso, cada vez mais se baseia em acções concretas e estruturadas e contribui para a realização de programas de desenvolvimento social.

20 " NÃO IMPORTA O TEMPO DE DURAÇÃO DESSE COMPROMISSO, ELE PODERÁ SER DE UM MÊS, SEIS MESES OU QUALQUER OUTRO PERIODO, O QUE REALMENTE IMPORTA É QUE, ENQUANTO DURAR, ELE SEJA DESENVOLVIDO DENTRO DAS REGRAS ESTABELECIDAS"

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