RÁDIO E CONVERGÊNCIA: UM PANORAMA DAS EMISSORAS DE RÁDIO NA CIDADE DE IJUÍ/RS

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1 1 UNIJUÍ UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DACEC DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS, CONTÁBEIS, ECONÔMICAS E DA COMUNICAÇÃO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM JORNALISMO RÁDIO E CONVERGÊNCIA: UM PANORAMA DAS EMISSORAS DE RÁDIO NA CIDADE DE IJUÍ/RS MARIZANDRA RUTILLI Ijuí RS 2012

2 2 MARIZANDRA RUTILLI RÁDIO E CONVERGÊNCIA: UM PANORAMA DAS EMISSORAS DE RÁDIO NA CIDADE DE IJUÍ/RS Monografia apresentada ao Curso de Comunicação Social Habilitação em Jornalismo da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul UNIJUÍ, como requisito parcial para obtenção do grau de bacharel em Comunicação Social. Orientador: Felipe Rigon Dorneles Ijuí RS 2012

3 À Deus, ao meu amor Marino e aos meus pais de coração Emilio e Irene Rospierski. 3

4 A diferença de ser um filho adotivo é que crescemos não na barriga, mas sim no coração. 4

5 5 RESUMO Com a convergência digital o rádio precisou se reinventar. A internet surgiu inicialmente como uma nova plataforma de difusão, mas aos poucos provocou no rádio profundas mudanças nos modos de produção, distribuição e interação. O que se vivencia hoje é uma verdadeira simbiose entre rádio e internet, que agrega estratégias multimídias e hipertextuais. O Rádio, agora, com seus noventa anos, completados vem se mostrando maduro e aberto às novas tecnologias. Esta pesquisa busca identificar a realidade nas seis rádios ijuienses, quanto o produção de conteúdo multimídia, como a utilização da internet para transmissão da programação. Para tanto, o estudo baseia-se num estudo de caso múltiplo, com abordagem qualitativa, através de questionários, que foram distribuídos para as emissoras de Ijuí. Este estudo analisa a produção do rádio convergente neste município através de estudo bibliográfico que retoma os conceitos sobre o rádio e analisa as produções dos conteúdos para a web nos sites das emissoras ijuienses, além de outras particularidades das emissoras. Como resultado aponta-se que a convergência se dá diretamente nas emissoras do segmento AM, e em emissoras com mais tempo de atuação local e regional. Já as emissoras do segmento FM, não fazem uso, em sua grande maioria, da produção de conteúdo específico para o site das emissoras. Palavras-chave: Convergência midiática; radiojornalismo; estratégias de produção

6 6 ABSTRACT With the convergence digital radio needed to reinvent itself. The Internet first emerged as a new platform for dissemination, but gradually caused profound changes in the radio modes of production, distribution and interaction. What we experience today is a real symbiosis between radio and internet strategies that adds multimedia and hypertext. The Radio now with her nineties, has been completed showing mature and open to new technologies. This research seeks to identify the reality in six radios ijuienses, as the production of multimedia content, such as using the internet to broadcast programming. To do so is based on a field survey with a qualitative approach, using questionnaires, which were distributed to broadcasters Ijuí / RS. This study examines the production of radio in the city of convergent Ijuí through bibliographic study which incorporates the concepts of the radio productions and analyzes the content to the web sites of the broadcasters ijuienses, and other particularities of the broadcasters. As a result indicates that convergence takes place directly in the segment AM stations, and stations with longer acting local and regional. Already FMS stations, do not use the vast majority of the production of specific content for the site of the broadcasters. Keywords: Media convergence; radio journalism; production strategies

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 9 CAPÍTULO 1 - O COMEÇO, OS CONCEITOS, OS NOMES O Cenário para as Primeiras Transmissões A Primeira Transmissão O Rádio e a Publicidade A Política e o Rádio O Rádio em Meio a Censura da Ditadura Militar Rede da Legalidade A Reestruturação A Preocupação com Roteiro O Espetáculo das Programações de Entretenimento O Marco dos Transistores A Decadência e um Novo Processo de Reestruturação As Primeiras Emissoras e sua Contribuição para o RádioJornalismo A Segmentação em FM O Rádio no RS Uma Nova Reestruturação A Segmentação das Emissoras e dos Públicos O Surgimento do Formato All News Os Equipamentos e as Substituições O Início da Evolução Tecnológica CAPÍTULO 2 O CIBERESPAÇO O Cenário da Convergência O Rádio em Meio a Convergência e a Multimídia A Relação de Rádio e Internet O Rádio na Era da Convergência CAPÍTULO 3 O CENÁRIO DA CONVERGÊNCIA EM IJUÍ As Emissoras AM Rádio Jornal da Manhã Rádio Repórter Rádio Progresso As Emissoras FM Unijuí FM Rádio Mundial FM... 46

8 Rádio Iguatemi A Convergência em Categorias de Análise CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO... 59

9 9 INTRODUÇÃO Com o avanço tecnológico, a revolução da microeletrônica, a portabilidade e a sociedade de um modo geral foram afetadas. Tudo o que pensamos sobre as mudanças em meio ao cenário da comunicação. São evidentes estas modificações que atingiram todos os meios de comunicação. Foram alavancadas em grande parte pelo surgimento da internet, com profundas transformações nos modos de produção, distribuição e interação entre o meio e seu receptor. De repente é como se o então modelo de comunicação de massa já não é mais suficiente para explicar as relações entre cenários e meios comunicativos. O que vivemos hoje é um processo de convergência digital. E o rádio? Sobre esse veículo, há quem diga que já é sem onda. Agora é por cabos, por satélites. E por mais incrível que pareça, não há mais como pensar o rádio sem a linguagem multimídia, ou seja, um rádio com transmissão de programação via web, um rádio com fotos, vídeos e hiperlinks. E sem dúvida, algo muito transformador atingiu o Rádio, os seus conceitos, e a sua aplicabilidade. Interessante notar que este não mudou só como veículo, mas também modificou o perfil do receptor, que deixou de ser passivo, já que ambos se comunicavam através de meio tradicional de uma comunicação de um para todos, agora, de todos para todos. Mais do que certo também a convergência é uma transformação cultural, fenômeno tecnológico social e econômico que mudou também o perfil dos profissionais de comunicação, mudou a forma de produzir o radiojornalismo. O cenário é de internet, globalização e convergência. Com tudo recai a pergunta sobre os meios. Afinal, qual é o futuro do rádio? Desde que o processo da convergência chegou, pesquisadores na área da mídia sonora e estudantes vêm tentando encontrar respostas para esta pergunta. Por outro lado, isto mostra a complexidade de questões que envolvem uma mídia tradicional como o Rádio, em um ambiente convergente. Esta pergunta representa um campo exploratório na busca

10 10 incessante de respostas. Como muitos autores apontam, o Rádio vive hoje numa nova ecologia da mídia, em um novo ecossistema comunicativo. O Rádio ampliou seu campo comunicativo, de ondas hertzianas aliou-se a duas novas plataformas, a internet e telefonia móvel. Com a convergência, o papel dos meios de comunicação foi potencializado. Tornou-se disponível em vários dispositivos. Agora apresentar a informação exige outros meios, um novo fazer radiofônico contemporâneo. Esta pesquisa monográfica tem entre os objetivos identificar a realidade das emissoras de rádio do município de Ijuí, quanto à produção de conteúdo multimídia tanto em emissoras do segmento AM quanto FM. Busca também observar o impacto do avanço tecnológico nos modos de produção e recepção e identificar o universo de emissoras de rádios do município que praticam a produção multimidiática e ainda entender como acontece a produção do novo radiojornalismo em meio à plataforma internet. Considera também os investimentos em novos formatos e na exploração dos potenciais multimídias online como novas ferramentas de interação com o novo ouvinte, o ciberouvinte ou ouvinte internauta. Este presente estudo de caso múltiplo, com abordagem qualitativa, aponta inicialmente para a definição do que é o Rádio, qual o conceito sobre esta mídia, o objeto de estudo desta pesquisa. Faz um resgate da história do Rádio, relembrando dois grandes nomes da história do Rádio, Guglielmo Marconi e Roberto Landell de Moura. Em seguida fala da primeira transmissão oficial de rádio no Brasil, 07 de setembro de Desenvolve e resgata a história do rádio nas décadas de 1920 até a década de 1980; a influência da política do rádio, que envolve a ditadura militar, a rede da legalidade, os anos de ouro, os programas de auditórios; a influência das principais emissoras do país para o radiojornalismo; e a distinção em AM e FM. Ainda o apontamento sobre o registro da história do rádio no Rio Grande do Sul, uma vez que se considera que compreender a história do Rádio no Estado é relevante já que tal pesquisa pretende analisar emissoras locais e gaúchas. Este estudo monográfico torna-se relevante no momento em que busca compreender na prática como a convergência de fato acontece. Aponta para uma comprovação de que a convergência atinge, de modo geral, toda a sociedade impondo-se ao rádio como uma ruptura aos formatos tradicionais do radiojornalismo, ou seja, mudança de paradigma, um momento de reinvenção. Compreendendo o primeiro capítulo também está o período histórico em que o rádio brasileiro passa por um momento de reestruturação, datado da década de Traz o surgimento do formato All News que dá ao rádio uma nova configuração, o do radiojornalismo 24 horas. Outro apontamento importante foram as substituições de antigos

11 11 equipamentos, como fitas de rolos e cartuchos para novos cada vez mais modernos. Também data o início da evolução tecnológica e principalmente com o advento e a migração para a internet. O que representa a passagem do sistema tradicional de transmissão de ondas hertzianas para uma transmissão em caráter mundial, que configura o rádio inserido num novo ecossistema midiático. O segundo capítulo remete ao estudo e esclarecimentos sobre temáticas e conceitos já típicos do novo cenário em que o rádio se inseriu. Aponta conceitos como o ciberespaço de Lévy (1999), o cenário da convergência das mídias de Jenkins (2009) e a sociedade em rede de Castell (1999). Descreve o atual cenário do rádio convergente e da multimídia. Apresenta o novo rádio em um cenário de narrativa multimídia direcionado a um novo ouvinte: o ouvinte internauta. A terceira e última parte deste estudo configura a análise qualitativa e comparativa das produções em cenário convergente das seis emissoras de rádio do município de Ijuí, sendo três de amplitude modulada e três em frequência modulada. Os objetivos desta pesquisa são no terceiro capítulo analisados na prática, com o estudo de caso múltiplo, compreendendo as produções das emissoras quanto a produção para a web, produtos multimídias apresentados nos sites, atualização do site e investimentos futuros, entre outras categorias de análise.

12 12 1. O COMEÇO, OS CONCEITOS, OS NOMES O Rádio em um conceito primórdio pode ser definido como um meio de comunicação que transmite mensagens a diferentes públicos através de ondas eletromagnéticas. A mensagem mescla forma e conteúdo. Guardadas as proporções, pode-se comparar a comunicação radiofônica a uma palestra realizada em um enorme auditório às escuras (FERRARETTO, 2001, p. 25). Para ter significado de existência o rádio e a radiodifusão como um todo precisaram e ainda utilizam de duas questões fundamentais e complementares: uma tecnologia para permitir a transmissão, e que seja em um meio de comunicação massivo, em que a mensagem necessita ser enviada para vários pontos de recepção. Entre 1830 e o final da primeira década do século XX, surgem as primeiras pesquisas sobre tecnologia a partir da existência de ondas eletromagnéticas, do telégrafo e do telefone. Além de Guglielmo Marconi, vários pesquisadores se envolveram. De acordo com a literatura nacional e estrangeira, desde o início do rádio sua invenção é atribuída ao cientista italiano Guglielmo Marconi. Mas existe a reivindicação de que a invenção seria do padre e cientista brasileiro Roberto Landell de Moura ou simplesmente Landell de Moura, como é conhecido até hoje. O que de fato é incontestável é que cada um deles têm suas peculiaridades quanto ao invento. Marconi, ainda no início do século XX, conseguiu a importante façanha de transmitir a voz humana. Já o padre brasileiro fez com que a voz humana fosse transmitida por meio de ondas eletromagnéticas. O que os torna comum também é que os dois foram cientistas que não obtiveram apoio das autoridades de seus países para a pesquisa radiofônica. Nomes reconhecidos por suas investigações no campo das transmissões de mensagens a distância, sem fio.

13 13 No Brasil, ainda que os primeiros experimentos para o uso do Rádio como instrumento de comunicação tenham ocorrido no fim do século XIX, o segmento do radiojornalismo veio a se desenvolver como o nascimento das emissoras de rádio, que procuravam atingir um maior número de ouvintes (PRADO, 2012, p. 37). Tão reconhecidos que, em 1909, Marconi - um dos maiores gênios da eletrônica do século XX como era conhecido - e Karl Ferdinand Braun, ganham o Prêmio Nobel de Física por suas contribuições à comunicação. O que havia na época era uma necessidade de transmissões de mensagens à distância, sem contato pessoal, precisavam-se extinguir alguns sistemas primitivos de comunicação. O cenário também contribuía, pois, era o top de tecnologia que interessa ao mundo político e econômico. O industrial italiano Guglielmo Marconi foi o primeiro a conseguir pequenas transmissões, com espaços de mais ou menos um quilômetro, e depois fez a ampliação, foi responsável e obteve a patente sobre o telégrafo sem fio como aponta Prado (2012). Em um primeiro momento em distâncias únicas e depois em vias transoceânicas. Roberto Landell de Moura, enquanto ocorriam pesquisas na Europa, fazia experimentos no Brasil. Fez experiências com transmissão e recepção de sons por meio de ondas eletromagnéticas entre 1893 e Em 1901 a 1904 obteve várias patentes do governo americano embora houvesse na época um jogo de interesse entre Grã-Bretanha e EUA. Havia principalmente por parte dos militares ingleses, especulações sobre estratégias acerca dos meios de comunicação. Tudo isso com base na indústria eletroeletrônica que começava a despontar. O maior desafio dos pesquisadores sem dúvida era de como emitir mensagens de sons sem o uso de fios. A primeira transmissão aconteceu em 24 de dezembro de 1906, quando foram reproduzidos sons de violino, trechos da Bíblia e uma gravação fonográfica que puderam ser ouvidos na costa americana, no princípio da amplitude modulada. Mas mesmo depois de realizada essa transmissão, o Rádio ainda não estava propriamente criado. Em 1916, David Sarnoff antevê na Marconi Company as possibilidades de utilização de tecnologia para criar outro produto. Era preciso conceber o rádio como um veículo de comunicação de massa. Mais tarde surgiu então a primeira emissora de rádio, a KDKA, um novo campo para investimento de capital, com o fim da Primeira Guerra, esforço, investimento bélico. Nomes como do físico inglês James Clerk Maxwell, e depois do alemão Heinrich Rudolf Hertz, também merecem ser citados como parte do princípio do Rádio porque pensaram e comprovaram estudos no campo eletromagnético, na propagação de ondas. Aliás, Hertz é um nome que ficaria para sempre ligado ao Rádio à sua história, e suas

14 14 transmissões, conforme Ferraretto (2001). Cabe citar também Edourard Branly e Oliver Lodge, nomes ligados ao aperfeiçoamento da detecção de ondas eletromagnéticas. A partir da década de 1920, inicia uma verdadeira corrida para a implementação das comunicações por ondas eletromagnéticas. Disputa sempre acirrada entre americanos, ingleses e italianos, e no final foram os europeus que levaram vantagem. O que existia na época eram três ramos das comunicações que estavam em expansão: a radiotelegrafia, radio telefonia e radio difusão. Um marco da história do Rádio é em 1922, o surgimento da BBC: desde 1919, a British Marconi fazia emissões regulares na Grã-Bretanha. Com um dos grupos empresariais cria, em 18 de outubro de 1922, a British Broadcasting Company (FERRARETTO, 2001). Popular BBC que foi dominante até os anos O Cenário para as Primeiras Transmissões Em 1923 havia transmissões regulares em 19 países europeus, Austrália, Japão, Argentina e Brasil. No mesmo ano cria-se em território brasileiro a primeira emissora radiofônica, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. A empresa foi fundada por Edgar Roquette Pinto, com a colaboração do cientista Henrique Morize. Roquette Pinto foi médico, antropólogo e membro da Academia Brasileira de Letras. Estudiosos afirmam que Roquette Pinto objetivava com o rádio aparelho para melhorar a educação e cultura aos brasileiros. Mas no fim favoreceram-se apenas os que tinham o poder de compra, ou seja, escondia características elitistas. Mesmo com pose de elite, a radiodifusão era de fato precária. Prado (2012) revela que grande parte da população ficou de fora, por isso o rádio ficou restrito, em um primeiro momento, à elite brasileira. Mesmo sendo de altos custos e elitistas as condições das transmissões eram precárias. Havia baixa potência as transmissões de um estado para o outro eram péssimas. O curioso é que os primeiros aparelhos vinham com fone de ouvido, então somente uma pessoa podia ouvir a programação. Em 1926 o governo britânico estatiza a radiodifusão no país. Surge a BBC, no modo diferenciado dos americanos. E foi assim dominante até os anos A Primeira Transmissão As primeiras transmissões de radiodifusão sonoras no país sempre tiveram grande influência norte-americana. Uma vez que com o fim da Primeira Guerra, as indústrias eletroeletrônicas buscaram novos mercados para garantir e ampliar níveis de faturamento. Oficialmente a primeira demonstração pública, foi da empresa de radiodifusão Westinghouse

15 15 em 07 de setembro de 1922, durante a Exposição Internacional sobre o Centenário da Independência no Rio de Janeiro. Foram usados dois transmissores de 500 watts e 80 receptores distribuídos a autoridades civis e militares do Rio de Janeiro. As primeiras transmissões foram discursos do presidente da República, Epitácio Pessoa, trechos da ópera O Guarani de Carlos Gomes. Essa primeira transmissão foi o discurso do presidente Epitácio Pessoa veiculado para os visitantes de uma grande feira internacional, a exposição do Centenário da Independência, no Rio de Janeiro. O evento reuniu pessoas ilustres, como o príncipe Alberto, da Bélgica, que ouviram o discurso por meio de alto-falantes espalhados no local (PRADO, 2012, p 50). Aos poucos o Rádio começa a assumir um caráter de espetáculo massivo, onde a publicidade, a indústria e o comércio ganham um veículo para atingir todas as parcelas da população, incluindo os menos favorecidos. Há uma reestruturação das programações além das chamadas transmissões realizadas diretamente de auditórios construídos para as emissoras, que em seguida foram alavancadas com a chegada da televisão. No início as rádios se organizavam sob a denominação jurídica de sociedades ou clubes, as quais cobravam mensalidades dos sócios, os radioamadores. Aos poucos foi deixando de ser uma programação elitizada para transformar-se em um rádio mais popular. As pessoas passaram a ser o alvo da programação com noticiários e músicas que agradassem a um público que não era atendido e respeitado pela mídia. Como aponta Prado (2012) a década de 1930 foi dessa forma muito importante para a fundamentação do Rádio como um veículo de transmissão da informação. Com a publicidade no Rádio as emissoras ganharam um caráter de empresa, com maior autonomia na gestão de custos e investimentos, no conteúdo dos programas exibidos. As emissoras também foram se especializando na produção de conteúdo para públicos específicos (década de 1940 a 1950). Em um primeiro momento não havia programação definida, as emissoras eram esporádicas. Com o tempo, surgem sequências de programas com notícias de interesse geral, conferências artísticas e científicas, poesias, música vocal e instrumental. Transmitiam sonoridades de representação da vida, da sociedade da época. Assim nasce o rádio em um período em que a sociedade brasileira respirava modernização e consumo inspirado e influenciado pelos padrões norte-americanos e pelo capitalismo, conforme Ferraretto (2001). Depois com o processo da imigração surgem influências baseadas na política comunista. Com a indústria nasce o movimento sindical. Na região do Rio de Janeiro e São Paulo, surge o sonho de uma república proletária. Assim,

16 16 Roquete Pinto enxergou no rádio um instrumento de transformação educativa em uma sociedade que começa a se urbanizar. Os ouvintes mantinham a rádio com o pagamento de mensalidades. Assim o veículo era para poucos e não atraiu grandes parcelas da população. No dia 1º de junho de 1924, a Rádio Clube do Brasil transformou-se na primeira do país O Rádio e a Publicidade A publicidade configura uma nova fase do rádio no Brasil como afirma Prado (2012). No decreto de 1931, o Governo dá ao rádio um poder concessório e prevê a criação de uma rede nacional com controle do Estado. A visão era educacional e cultural, tinha-se aí o embrião das emissoras educativas. Mas o que vingou mesmo é que a radiodifusão era um empreendimento em busca de lucro. A década de 1930 deu novo rumo à rádio. Foi quando muitos outras emissoras começaram a espalhar pelo Brasil, fazendo com que o veículo fosse reconhecido, principalmente por umas delas, a Rádio Nacional. Fator bastante importante e que muda radicalmente sua face e que a Rádio ganha (ou perde, dependendo do ponto de vista) o aporte comercial e com isso pode tanto ser profissional como também virar refém de seus anunciantes. As diferentes formas de linguagem, que vão dos diálogos às falas de persuasão dos spots, aos monólogos e narrações de jogos, todas as vozes estão em evidência (PRADO, 2012, p 69). A década de 1930 marca o rádio como popular através dos sucessos carnavalescos e dos primeiros programas humorísticos que surgiram entre 1934 a O tema do noticiário radiofônico na época é a preocupação da humanidade com a situação européia, tendo em vista a tensão Pré-Segunda Guerra Mundial A Política e o Rádio O Rádio, segundo Ferraretto (2001) também assumiu instrumento ideológico no que se refere à política e à ditadura. Consolidando-se como principal meio de comunicação de massa no Brasil, em 1930, ele também assume papel decisivo na política, em especial depois do golpe de Estado de 10 de novembro de O rádio distribui noticiário bem como passou a retransmitir em cadeia nacional, todas as noites, notícias favoráveis ao governo e louvores a ditadura do Estado Novo. Também, transmitiu a partir de 1938, em rede nacional o programa A Hora do Brasil de caráter informativo, cultural e cívico, música popular e erudita, peças de radio-teatro e palestras dirigidas aos trabalhadores. Foi através das transmissões do rádio que em 10 de novembro de 1937, o governo Vargas formaliza para todo o país o Golpe de

17 17 Estado, um regime ditatorial que durou até 29 de outubro de Assim sem poder Legislativo, liberdade de imprensa e eleições livres, o Brasil vive anos de ditadura. Ferraretto (2001) diz que dentro da lógica dos revolucionários de 1930, a radiodifusão serve para consolidar uma unidade nacional necessária à modernização do país e para reforça a conciliação entre as diversas classes sociais O Rádio em Meio à Censura da Ditadura Militar A repressão desde o início marcou fortemente as emissoras de rádio. Algumas tiveram transmissões lacradas, alegações de irregularidades em operações de transferência de rádio, funcionários afastados. O rádio, juntamente com a TV é que anuncia em 13 de dezembro de 1968, o decreto do Ato Inconstitucional número 5, AI -5. Com o decreto a censura que já existia, torna-se uma prática comum e ainda amparada por lei, a Lei 898, de 29 de setembro de O artigo 16, da chamada Lei de Segurança Nacional era direcionado aos jornalistas. Previa punição, de seis meses a dois anos de prisão, a quem divulgasse em qualquer meio de comunicação social notícia falsa, tendenciosa ou fato verdadeiro truncado ou deturpado de modo a indispor ou tentar indispor o povo com autoridades constituídas. Antes mesmo de ter conhecimento e de divulgar um fato, já havia decretos da Polícia Federal, que impediam qualquer veiculação. A proibição chegava antes da notícia. A ordem da censura. Goulart, no entanto, não via possibilidades de resistência e preferiu evitar uma Guerra Civil. As repercussões da ascensão dos militares ao poder começaram com a cassação de direitos políticos dos derrotados. Na sequência, viriam a perseguição, a censura, a tortura, enfim, o amplo leque de alternativas, repressões dos regimes autoritários. O Setor da radiodifusão não foge à regra. Ocorrem demissões, por vezes seguidas de detenções e gradativamente com o fortalecimento da linha dura do regime, emissoras são fechadas e a censura torna-se prática comum (FERRARETTO, 2001, p. 150). Dessa forma, abre-se espaço para autocensura, que era influenciada pelo medo da perda da concessão da emissora. Anos de chumbo, da ditadura entre 1969 e Mas paradoxalmente é a partir deste período que o rádio se redefine e busca o fortalecimento enquanto veículo de comunicação Rede da Legalidade

18 18 Em 1961 em um cenário extremamente conturbado as Rádios Gaúchas e Farroupilha divulgam o manifesto do Marechal Teixeira Lott, defendendo a legalidade. A Rede da Legalidade foi encabeçada por Leonel Brizola, então governador do Estado do Rio Grande do Sul. Os estúdios da Rádio Guaíba passaram a funcionar no porão do Palácio Piratini. Assim surge a Rede da Legalidade. O objetivo era uma informação livre, com relato sobre a ação brutal da censura, que vinha do centro dos países, os índices da ameaça da ditadura militar. As transmissões da Farroupilha e da Gaúcha ganham adeptos e, começam a ser em espanhol também, a fim de reunir milícias do Uruguai e Argentina para transmissão em diversas línguas, de forma a aproveitar os transmissores em ondas curtas. Conforme Ferraretto (2001), com o Palácio Piratini transformado em Praça de Guerra, a Rede da Legalidade serve em especial para que Leonel Brizola, com metralhadora a tiracolo, conclame o povo à resistência. E antes as emissoras Guaíba, Farroupilha e Difusora tiveram suas concessões cassadas. A Rede da Legalidade foi um movimento em defesa da posse do vice-presidente da República, João Goulart, o Jango, depois da renúncia mal explicada do então presidente Jânio Quadros. A legalidade defendia o cumprimento da constitucionalidade. De um dia para outro, a rede de emissoras passa de quatro para 14, movimento em prol da posse de Jango. O estopim, a fagulha que terminaria de levantar a população, transformando a Matriz em praça de guerra com soldados, no alto do Theatro São Pedro, e civis improvisados em pracinhas, com, segundo alguns, farta distribuição de revólveres Taurus e alistamentos no Mata Borrão, o tradicional e meio abandonado edifício de madeira do Pavilhão de exposições, na esquina da Borges de Medeiros com Andrade Neves onde Fernando Almeida comandaria o comitê de Resistência Democrática e se faria o jornal resistência chegando a uma tiragem de 200 mil exemplares, a fagulha que consagraria a cadeia da Legalidade, mais de 400 comitês de resistência no Estado e cem mil voluntários dispostos a tudo, a fagulha veio de uma intercepção de radioamador (SILVA, 2011, p 55). Mas embora com esforço o governo consiga acalmar a situação e a Rede da Legalidade é desfeita à meia noite do dia 05 de setembro de A Reestruturação Na década de 1970, em meio ao período mais duro da ditadura, a radiodifusão no Brasil começa a ser alterar com o início das transmissões regulares e comerciais em frequência modulada. Elas ganham público jovem, têm modelos norte-americanos de programação. Rádio FM, qualidade no som ambiente. Acontece a divisão entre emissoras AM amplitude modulada - e FM frequência modulada. As rádios em amplitude modulada

19 19 concentram-se no jornalismo, nas coberturas esportivas e na prestação de serviços à população como afirma Prado (2012). Também em casos, caracterizados por programas popularescos, onde o comunicador simula ser um companheiro para o ouvinte, enquanto explora de modo sensacionalista situações do cotidiano. Inicia-se também o processo de divisão de público, que se reestrutura nos anos O rádio reposiciona-se no mercado A Preocupação com Roteiro Nos anos 1940 o rádio tem outra fase de mudança. O roteiro passa a ser a base de tudo. Tudo precisa estar perfeito e coeso no momento da transmissão ao vivo. Assim surge em 1941, a primeira radio-novela: Em busca de felicidade ; e o principal noticiário: Repórter Esso, todos na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. O Repórter Esso é a primeira síntese noticiosa do Brasil que foi veiculado de 1941 a 1968, um verdadeiro ícone da Era de Ouro do Rádio Brasileiro. Teve como objetivo implantar no rádio brasileiro uma série de padrões estilísticos do jornalismo de rádio, e assumiu, além disso, um papel político O Espetáculo das Programações de Entretenimento O radioespetáculo surge em um período de boas relações entre Brasil e Estados Unidos, no que se refere à concessão de empréstimos para sanar dívidas com países europeus e a injeção de produtos norte-americanos no país. Com esse cenário o Rádio vivencia sua época de ouro, com programação de entretenimento (programas de auditório, rádionovelas, humorísticos e cobertura esportiva). O radiojornalismo ganha ainda mais força com o envolvimento do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Tem audiência massiva:...a primeira expressão das indústrias culturais no Brasil. Isso foi muito positivo porque rendeu às emissoras investimentos e possibilidades de obter uma ótima infra-estrutura. (FERRARETTO, 2001, p 113). O que ocorreu de 1923 a 1945 no rádio brasileiro merece ser lembrado ainda que sucintamente. Apesar de seus problemas e dificuldade, o rádio brasileiro dá ao país uma quantidade de benefícios incrivelmente vista em favor da integração cultural, da informação, da política e da consciência de nação, que se consolida até os anos 1950 (PRADO, 2012, p 166) O Marco dos Transistores

20 20 A inovação tecnológica marca a década de 1950, com a chegada dos transistores, que deu ao rádio mobilidade. O Rádio deixou de lado fios e acompanhou o ouvinte onde quer que ele fosse. O ouvinte passou a ser móvel, o que não acontecia anteriormente quando as famílias se reuniam numa sala ao redor do grande aparelho. Assim essa mudança tecnológica deu ao jornalismo radiofônico moderno da época foco e agilidade da informação. Com a invenção dos transistores em pelos cientistas Willian Schockler, John Bardeen e Walter Braitain - foi possível substituir as válvulas que ocupavam muito espaço e necessitavam de uma voltagem elevada por simples pilhas como fonte de energia. Segundo Ferraretto (2001) uma vez iniciada a produção de transistores no Brasil, no final dos anos 1950, acabou-se o elitismo do rádio, antes objeto presente na sociedade burguesa. Isso atinge o apogeu, na década de 1960, com as transmissões dos jogos das copas do mundo de futebol em 1962 e No período pouquíssimas pessoas possuíam televisão. Os transistores possibilitaram ao rádio tornar-se um meio de comunicação ao alcance de qualquer pessoa, transportado para qualquer lugar. Havia fragilidades como a adaptação de uma nova linguagem que era criada para que o ouvinte pudesse ver o que acontecia em campo até as camisas, que eram sem números, os locutores precisavam decorar a fisionomia de cada jogador, instalações de linhas telefônicas, demoravam até uma semana. Prado (2001) diz que o rádio serviu para levar o futebol a mais pessoas, enquanto o esporte popularizou o veículo de massa que ainda era jovem. Filhos da elite, futebol e rádio tornaram-se catalisadores de emoções e ídolos do povo. Pegaram carona nas profundas mudanças porque passou o Brasil nas primeiras décadas do século XX, com o eixo econômico deslocando-se do campo para cidade e a consequente urbanização da população brasileira. A alta concentração de trabalhos nas cidades exigia lazer para as massas, principalmente a baixo custo (PRADO, 2012 apud ALMEIDA E MICELI, 2004). Com muitas emissoras no ar, as rádios temiam que durante o intervalo das partidas, os ouvintes trocassem de estação enquanto as músicas tocavam no intervalo. Assim surgiram os comentários e análises sobre os jogos. Com o rádio, as transmissões de notícias sobre os jogos, contribuíram para que até hoje as partidas sejam espetáculo de massa. 1.2 A Decadência e um Novo Processo de Reestruturação

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