DEFENDER A CIVILIZAÇÃO E O BEM COMUM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEFENDER A CIVILIZAÇÃO E O BEM COMUM"

Transcrição

1 DEFENDER A CIVILIZAÇÃO E O BEM COMUM 1 Que políticas para defender a Civilização e o bem comum? Para saber o que fazer, temos de saber o que queremos. Por esta razão, a luta política pela transformação de Portugal, a luta pelo bem comum, tem de começar pelo debate das ideias. A nossa justiça não funciona, arrasta-se anos em recursos sucessivos, favorecendo os poderosos e prejudicando os indefesos. O enredo das leis, encomendadas a interesseiros escritórios de advogados, protege a criminalidade financeira, a corrupção e o tráfico de influências. A nossa educação rebenta pelo amoralismo. No sistema de ensino impera a ignorância, o pedagogismo, a indisciplina e o facilitismo, não interessando o saber mas sim o canudo. A nossa economia afunda-se. Estamos dependentes da ditadura dos mercados financeiros. São estes mercados que nos ditam a política, que nos governam e que nos emprestam dinheiro com usura. Com esta política, Portugal não sairá da crise profunda em que se encontra. Temos sido governados pelos mesmos políticos que, em tempos, por ordem de outros «mercados», nos davam subsídios para extinguirmos a agricultura e as pescas. 1

2 A mensagem dos partidos está esgotada. Mesmo de todos! O mesmo sucederá com outros que, tentando aproveitar o descontentamento, possam vir a surgir com linguagem demagógica e sem programa concreto. E alguns, apesar do colapso do sistema político mundial associado ao marxismo, persistem em defender princípios contra a natureza humana, e também não são a solução. Pretendemos aqui contribuir para a clarificação de ideias que tragam a esperança de uma nova ordem ao serviço do bem comum e da Civilização. 2 As classes sociais actuais Vivem em Portugal cerca de 10 milhões e meio de portugueses distribuídos por agregados familiares em número próximo dos 4 milhões. São cerca de 5 milhões e meio de portugueses aqueles que correspondem à população activa. Classe baixa. São mais de 2 milhões de portugueses, constituindo mais de 800 mil famílias. Vivem com um rendimento mensal inferior a 500 euros. Classe média. É constituída por 75% da população, formando cerca de 3 milhões de famílias. Os seus rendimentos situam-se entre 500 e 5000 euros mensais. Podemos subdividir a classe média em três grupos: a classe média baixa, englobando cerca de 40% da população e com rendimentos entre 500 e 1100 euros mensais; a classe média intermédia, englobando cerca de 25% da população e com rendimentos entre 1100 e 2250 euros mensais; e a classe média alta, englobando 10% da população e com rendimentos entre 2250 e 5000 euros mensais. Classe alta. É constituída por 5% da população, cerca de 500 mil portugueses, formando aproximadamente de 180 mil famílias. Têm rendimentos superiores a 5 mil euros mensais. Entre eles, encontra-se a reduzida minoria de gestores públicos e similares, auferindo ordenados escandalosos, por vezes atingindo 50 vezes o salário médio dos portugueses. 3 A ameaça de ruptura social Um elevado número de jovens da classe média e com formação superior vive com dificuldades económicas e de emprego e insatisfação relativamente ao sistema político e social vigente, especialmente em relação à classe política. É uma parte destes jovens que promove ou participa nos movimentos de contestação. A actual situação da economia não serve os Portugueses. Portugal é hoje extremamente dependente do exterior. E quanto maior for a dependência, maiores serão os desequilíbrios, maior será a insustentabilidade da economia e maior será o desemprego. Esta 2

3 economia serve apenas os interesses de uns quantos estrangeiros e seus agentes locais, que só vivem de avenças e de negociatas e lucram com a nossa dependência. Ao longo da História existem vários exemplos de mudança social violenta, tudo sendo posto em causa e nada ficando como dantes. Na situação actual, com as classes média e baixa em crise, existe o risco de ocorrer um grave conflito social e uma ruptura. A classe média tem cultura e saberes próprios que poderá colocar ao serviço desse movimento conducente à ruptura. Mas, não havendo um programa político claro, a situação torna-se favorável a aventureiros e a novos oportunistas, e o futuro será sempre uma incógnita, podendo cair-se na anarquia ou repetir-se o ciclo da corrupção. É essencial um programa realista concretizado por gente séria. Para diminuir a sua dependência com o exterior, Portugal tem de promover a produção nacional: tem de investir nas actividades agrícolas e agro-industriais viáveis, tem de investir nas actividades do mar, pescas, indústria conserveira, indústria naval, etc. Sem promover a produção nacional não há país viável nem independência. Perde-se a dignidade do Estado e, com esta, a do cidadão. A transformação da sociedade só é possível com o apoio da maioria dos Portugueses. Nesta luta pelo bem comum, não devemos temer o difícil. Tudo depende, em primeiro lugar, de nós. E só depois do exterior. Qualquer mudança social num País é devida sobretudo às causas internas, apesar de causas externas influenciarem as internas. O momento que vivemos é decisivo para Portugal, para a Europa e para a Civilização. Os erros acumulados ao longo de decénios conduziram-nos a esta profunda crise moral e económica. Iremos continuar no mesmo caminho e cair no abismo? 4 A Civilização e os seus valores Civilização designa toda a herança cultural de determinado povo, conjunto de povos ou nações, tendo em comum um conjunto de valores religiosos, normas morais e sociais, padrões estéticos e níveis científicos e técnicos. A primeira fonte de referências para a nossa vida é a Civilização em que nascemos e somos educados. A Civilização ocidental, à qual pertencemos, está alicerçada em valores éticos inspirados no cristianismo. Entre os defensores da nossa Civilização e dos seus valores, à parte os valores religiosos, encontram-se tanto pessoas abraçando a fé cristã como aquelas que a não possuem, reconhecendo estas, no entanto, a importância que o cristianismo desempenhou na génese da Civilização e desempenha hoje na educação moral dos povos. 3

4 5 Aceitar a realidade da natureza humana Mascarar a realidade da natureza humana faz parte das doutrinas igualitaristas e «politicamente correctas» com que os políticos oportunistas embebedam as massas para lhes extorquir o seu voto. Os resultados práticos dessas doutrinas têm sido desastrosos. Porque a realidade é outra. Entre os homens, é normal e natural a desigualdade intelectual e física. Isso é devido, por um lado, às suas características genéticas, diferenças inatas de inteligência, de capacidade e de vontade, etc., e, por outro lado, ao meio social, que também influencia as capacidades individuais e a formação da personalidade. Na sociedade, a hierarquia entre os homens é natural e indispensável à organização social: na política, na economia, na justiça, na defesa, na segurança, na educação, nos desportos em qualquer actividade. O homem defende naturalmente a sua família e seus bens mas a ética aponta o predomínio do bem comum sobre os interesses individuais. A contradição entre os interesses individuais e o bem comum foi e será sempre a grande questão social. Compete às pessoas de bem salvaguardar a supremacia da ética sobre o egoísmo. 6 A família célula fundamental da sociedade A família natural é a célula fundamental da sociedade e só a união entre um homem e uma mulher é que dá continuidade à espécie humana. Só a família natural, nascida da união entre o homem e a mulher, pode e deve em condições normais educar os filhos e criar laços afectivos naturais. Mas a instituição familiar é agressivamente fustigada e confrontada com as chamadas «outras formas de família», contra a ordem natural, e que têm conduzido à desagregação da célula fundamental da sociedade. 7 O povo português e a sua identidade Portugal é uma Nação com 900 anos, com grandezas na sua História que muito nos devem orgulhar. Os portugueses têm de preservar a sua identidade nacional, a sua cultura, os seus costumes, a sua língua. A integração de Portugal na comunidade internacional não pode servir de pretexto para apagar a nossa identidade. A identidade portuguesa é fruto da nossa história. Deve ser reconhecida a importância do cristianismo como matriz da Civi- 4

5 lização de que Portugal faz parte integrante e espalhou pelo mundo. Deve ainda ser reconhecido o seu papel de sempre na educação do povo, assim como a primazia dos seus valores éticos sobre quaisquer outros, até excluindo os religiosos, aqui não considerados. 8 A ética como base da Civilização e da sociedade A Civilização ocidental assenta na ética cristã. Os seus princípios derivam dos Dez Mandamentos. A ética é um conjunto de valores que guiam e orientam as relações humanas. Os valores fundamentais da ética o respeito, a responsabilidade, a fidelidade, a verdade e a bondade são universais, válidos para todas as pessoas, e perenes. Os valores éticos devem estar presentes na nossa vida. Ética na nossa conduta pessoal e nas relações interpessoais. Ética na defesa da vida desde a sua concepção até à morte natural. Ética na justiça. A justiça tem de ser igual para todos. Não pode ser forte para os fracos e fraca para os fortes. Não podem existir dois pesos e duas medidas. Ética na educação. O ensino deve visar a qualificação técnica, cultural e moral dos jovens, formando as futuras elites e proporcionando a todos os jovens uma ferramenta para a vida. Educar implica autoridade do educador e obediência do educando. A educação tem de ser de qualidade em todos os ramos, a todos os níveis e para todos os jovens, independentemente das capacidades de cada um. No ensino, deve vigorar uma pedagogia natural e realista, tendo em conta as desigualdades da natureza humana. Ética na fiscalidade. Para atender ao bem comum e socorrer os incapazes mas sem ser rapinante. Ética na distribuição da riqueza. Sem cair no igualitarismo, gerador de imobilidade, de preguiça e de improdutividade, nem na injustiça, geradora de miséria e revolta. Ética na política. Para garantir o bem comum com o controlo dos cidadãos sobre a classe política, favorecendo a estabilidade, minorando as possibilidades de ascensão dos demagogos e aventureiros e constituindo um obstáculo eficaz à corrupção. 9 O Estado ao serviço do bem comum e dos valores da Civilização Nos últimos decénios, o Estado português tem frequentemente sido dirigido por políticos corruptos, que o roubaram em grande escala, uns «respeitando a lei», outros não, e nos conduziram à situação que vivemos. Ao invés do que tem acontecido, o Estado português deve ser dirigido por gente séria e assumir-se clara- 5

6 mente como protector da Civilização, da Nação e do bem comum. O Estado tem de ser forte. Se não é forte não é Estado. Não pode ser Estado-impotente, incapaz de impor os valores e as políticas. Também não pode ser Estado-permissivo, aquele que proclama valores da Civilização e não os faz respeitar. O Estado tem de garantir a moral pública. O Estado tem de ser o primeiro a dar o exemplo. Não pode exigir que os outros prestem contas se o mesmo não as der. O Estado tem de garantir as liberdades individuais, o que não significa permitir a anarquia. O Estado, como entidade reguladora das actividades privadas, tem de atender ao bem comum, moral e material. Para o exercício desta função, o Estado tem de ser isento e utilizar a pedagogia mas também a sua autoridade sempre que necessário. O Estado tem de proteger a actividade económica e exercer a sua função de regulador económico. Economia livre e próspera não pode significar economia selvagem. O Estado tem de ser poupado. Não pode ser Estado-perdulário, aquele que delapida o dinheiro dos cidadãos em inutilidades ou fantasias faraónicas ou o oferece a interesses particulares. O Estado, para defesa da própria política e satisfazer moralmente os cidadãos, deve criar estruturas jurídicas de controlo sobre a classe política. Em nenhuma democracia civilizada se pode prescindir da criminalização dos políticos por gestão danosa e incompetência grosseira na gestão da coisa pública. 10 As elites, ao serviço do povo, e as falsas elites Não confundamos elites, que servem o povo, com as falsas elites, que o enganam e o exploram. Não confundamos elites, que servem a Nação, com as falsas elites, que a corrompem e a destroem. As falsas elites têm sido, ao longo da nossa história, a desgraça de Portugal e dos Portugueses. Sempre que Portugal teve à sua frente verdadeiras elites, avançou. Com as falsas, é o que vemos. Em todos os momentos de mudança histórica, têm sido as elites o elemento essencial e agregador na concretização dos projectos nacionais. Como também, noutros momentos, têm sido as falsas elites o elemento perturbador e destruidor da Nação, desviando a Nação e o povo para falsas soluções, utopias e armadilhas. Também os movimentos espontâneos não conduzem a qualquer mudança ou mudança positiva. Para conduzir o nosso País à sua reconstrução são necessárias verdadeiras elites, com espírito de missão e sacrifício, organizadas, e também pedagogia, para que o povo compreenda o projecto nacional e do bem comum. O embrião de uma organização capaz de repensar Portugal e reconstruir Portugal só pode nascer no seio das pessoas mais vá- 6

7 lidas da Nação, não necessariamente catedráticos ou doutores, que também fazem falta, mas aqueles que se destaquem pela sua capacidade e ética no trabalho intelectual, científico, técnico ou em qualquer outra actividade que seja útil à sociedade. 11 Organizar os Portugueses, a Nação, a Civilização É voz corrente dizer-se: «Os políticos são todos iguais. Dizem uma coisa antes, depois quando estão no poleiro fazem outra.» Mas o que está realmente em causa é este sistema político, que consente. É o sistema político que permite aos políticos, quando no poder, todo o tipo de abusos. Existem estruturas que deveriam ser de controlo mas que, afinal, são controladas pelos que deveriam ser controlados. Para evitar tudo isto, o que fazer? Queremos uma profunda reforma do sistema político, que é, como quem diz, um novo sistema político assente numa nova constituição, defendendo a Civilização, a Nação e o bem comum, liberta das fantasias da Constituição da III República, que foi talhada para os oportunistas, em nome da democracia, poderem manobrar livre e impunemente, como hoje está bem claro. Queremos um sistema político fiscalizado. Queremos que se faça o verdadeiro controlo do poder político pelos cidadãos, através de estruturas próprias. Queremos que os dirigentes do Estado sejam os primeiros a dar o exemplo e que sejam devidamente penalizados pelos seus delitos, se for caso disso. Para atingirmos este objectivo, para reconstruir Portugal, nós, defensores da Civilização, da Nação e do bem comum, teremos, antes de tudo, de estar organizados. Teremos, antes de tudo, de erguer uma organização suprapartidária, omnipresente na vida política, social e cultural e abraçando estes valores, uma organização que seja a alma do povo português. Compete a essa organização suprapartidária unir todas as pessoas interessadas em dar a sua contribuição, maior ou menor, para salvar do caos a Civilização e os seus valores, a Nação e a sua História e os Portugueses como povo. José M. Santos (Agosto de 2012) FORAM CONSULTADOS: INSTITUTO DE ESTUDOS DA CIVILIZAÇÃO, Repensar Portugal Reconstruir Portugal. UNIÃO DAS FAMÍLIAS PORTUGUESAS, Manifesto. 7

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council CONSELHO INTERACÇÃO Criado em 1983 Declaração Universal dos Deveres do Homem Setembro de 1997 InterAction Council Declaração Universal dos Deveres do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2012 Boa noite, A todos os Portugueses desejo um Bom Ano Novo, feito de paz e de esperança. O ano que

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

AS IPSS s e a ECONOMIA SOCIAL

AS IPSS s e a ECONOMIA SOCIAL AS IPSS s e a ECONOMIA SOCIAL Numa altura em que tanto se fala de Estado social, de desenvolvimento económico, de solidariedade, de coesão social, de crise, estas jornadas sobre Economia Social podem ser

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

Sobre o combate à pobreza

Sobre o combate à pobreza PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projeto de Resolução nº 482/XI-1ª Sobre o combate à pobreza O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinala-se em Portugal num preocupante quadro

Leia mais

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA Proclamada pela Resolução da Assembleia Geral 1386 (XIV), de 20 de Novembro de 1959 PREÂMBULO CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, a sua

Leia mais

ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Igualdade de Género

ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais. Igualdade de Género ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Igualdade de Género ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Legislação O que é um homem e o que é uma mulher? Homem, s.m. (do lat.

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO (REVISTO) 2014-2016 VALORIZAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA, ATRAVÉS DE UMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL

PLANO ESTRATÉGICO (REVISTO) 2014-2016 VALORIZAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA, ATRAVÉS DE UMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL PLANO ESTRATÉGICO (REVISTO) 2014-2016 VALORIZAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA, ATRAVÉS DE UMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL 1 PLANO ESTRATÉGICO 2014-2016 REUNIÃO DA COMISSÃO EXECUTIVA ABIDJAN 2014 2 PLANO ESTRATÉGICO 2014-2016

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

Reforçar a segurança social: uma necessidade política e uma exigência ética

Reforçar a segurança social: uma necessidade política e uma exigência ética I Introdução Considerando que se aproxima um novo ciclo eleitoral e que o mesmo deve ser aproveitado para um sério e profundo debate político que confronte as propostas dos diferentes partidos relativamente

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA --- EMBARGO DE DIVULGAÇÃO ATÉ ÀS 21:00 HORAS DE 01.01.13 --- Palácio de Belém, 1 de janeiro de 2013 --- EMBARGO DE DIVULGAÇÃO ATÉ ÀS 21:00

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

ÉTICA APLICADA Ética e Moral

ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA é o ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais, é ciência que se ocupa do estudo do comportamento humano e investiga o sentido que o homem confere às suas ações.

Leia mais

Estado de direito democrático...2. Tarefas fundamentais do Estado...2. Liberdade de associação...2. Direitos dos trabalhadores...3

Estado de direito democrático...2. Tarefas fundamentais do Estado...2. Liberdade de associação...2. Direitos dos trabalhadores...3 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA (Texto nos termos da última revisão constitucional (sexta revisão constitucional) operada pela Lei Constitucional n.º 1/2004, de 24 de Julho) Estado de direito democrático...2

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca ASSINATURA DO SEGURO-DESEMPREGO E

Leia mais

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica.

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica. INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «O QUE FAZER POR PORTUGAL? MEDIDAS PARA ULTRAPASSAR A CRISE», SOB O TEMA «AS PESSOAS E AS EMPRESAS

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS BR/1998/PI/H/4 REV. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Brasília 1998 Representação

Leia mais

Desigualdades criam dificuldades à sustentabilidade da Segurança Social Pág. 1

Desigualdades criam dificuldades à sustentabilidade da Segurança Social Pág. 1 Desigualdades criam dificuldades à sustentabilidade da Segurança Social Pág. 1 A ELIMINAÇÃO DA DESIGUALDADE DAS REMUNERAÇÕES ENTRE HOMENS E MULHERES EM PORTUGAL MELHORARIA A REPARTIÇÃO DA RIQUEZA E A SUSTENTABILIDADE

Leia mais

EDUCAÇÃO CAMPANHA VOTO NULO, EXISTE POLÍTICA ALÉM DO VOTO

EDUCAÇÃO CAMPANHA VOTO NULO, EXISTE POLÍTICA ALÉM DO VOTO PROPOSTAS E PRÁTICAS EDUCAÇÃO CAMPANHA VOTO NULO, EXISTE POLÍTICA ALÉM DO VOTO Introdução: Esta coleção se presta a ajudar nossas conversas e ações de mudanças que nossa sociedade necessita. Se sujeita

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DO GRUPO BANCO ESPÍRITO SANTO

PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DO GRUPO BANCO ESPÍRITO SANTO PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO COM OS FORNECEDORES DO GRUPO BANCO ESPÍRITO SANTO .01 ANTI-CORRUPÇÃO O meio empresarial deve lutar contra todas as formas de corrupção, incluindo extorsão e suborno. Com base

Leia mais

DECLARAÇAO DE NYÉLÉNY FÓRUM MUNDIAL PELA SOBERANIA ALIMENTAR

DECLARAÇAO DE NYÉLÉNY FÓRUM MUNDIAL PELA SOBERANIA ALIMENTAR DECLARAÇAO DE NYÉLÉNY FÓRUM MUNDIAL PELA SOBERANIA ALIMENTAR Nyéléni, Selingue, Malí Quarta-feira 28 de fevereiro de 2007 Nós, mais de 500 representantes de mais de 80 paises, de organizações camponesas,

Leia mais

Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos

Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos Escolas Europeias Bureau du Secrétaire général du Conseil Supérieur Unité pédagogique Referência: 1998-D-12-2 Orig.: FR Versão: PT Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos Aprovado pelo Conselho Superior de

Leia mais

IDEÁRIO DA INSTITUIÇÃO

IDEÁRIO DA INSTITUIÇÃO IDEÁRIO DA INSTITUIÇÃO I Princípios Básicos - Todos os homens, têm direito a uma educação adequada e à cultura, segundo a capacidade de cada um, em igualdade de oportunidades e em relação a todos os níveis

Leia mais

O regime democrático apareceu em Atenas no século V a.c., concretizado pelas reformas legislativas levadas a efeito pelo arconte Clístenes (508 a

O regime democrático apareceu em Atenas no século V a.c., concretizado pelas reformas legislativas levadas a efeito pelo arconte Clístenes (508 a IDEIAS A RETER SOBRE A GRÉCIA O regime democrático apareceu em Atenas no século V a.c., concretizado pelas reformas legislativas levadas a efeito pelo arconte Clístenes (508 a 507) e mais tarde aperfeiçoadas

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO Objectivo da Carta... 3 Definição e âmbito de aplicação da Carta... 3 O movimento desportivo... 4 Instalações e actividades... 4 Lançar as bases... 4 Desenvolver a participação...

Leia mais

A União Europeia vive, hoje, uma verdadeira questão social. Uma questão que é, ao mesmo tempo, económica, financeira e política. São muitas as razões:

A União Europeia vive, hoje, uma verdadeira questão social. Uma questão que é, ao mesmo tempo, económica, financeira e política. São muitas as razões: DISCURSO DE S. EXA A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NA CONFERÊNCIA DE PRESIDENTES DOS PARLAMENTOS DA UNIÃO EUROPEIA NICÓSIA, CHIPRE Sessão III: Coesão social em tempos de austeridade o que podem

Leia mais

8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 2

8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 2 8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 1 A SITUAÇÃO DA MULHER EM PORTUGAL NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER DE 2011 RESUMO DESTE ESTUDO No dia

Leia mais

Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9

Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9 Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9 57 Imprimir 2015-09-24 Rádio Vaticana Francisco no Congresso Americano acolhido com grandes aplausos. É a primeira vez que um Papa

Leia mais

Carta dos Povos da Terra

Carta dos Povos da Terra Carta dos Povos da Terra Primeira Proposta Janeiro 2011 Para contribuir no debate e enriquecer esta proposta de Carta, pode se inscrever enviando um e-mail para carta@forums.rio20.net www.rio20.net Um

Leia mais

Educação e Desenvolvimento Social

Educação e Desenvolvimento Social Educação e Desenvolvimento Social Luiz Antonio Cunha Os Princípios Gerais do Liberalismo O liberalismo é um sistema de crenças e convicções, isto é, uma ideologia. Todo sistema de convicções tem como base

Leia mais

Em 27 de Abril de 1994, a África do Sul deixou

Em 27 de Abril de 1994, a África do Sul deixou 2 Celebrando 20 Anos de Liberdade e Democracia Em 27 de Abril de 1994, a África do Sul deixou de lado séculos de discriminação e opressão para formar uma nova sociedade construída sobre o fundamento da

Leia mais

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa cidade. Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma Bruno Oliveira O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma comunidade politicamente articulada um país

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO. Funções administrativas ADMINISTRAÇÃO. Revisão de véspera Técnico INSS ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO. Funções administrativas ADMINISTRAÇÃO. Revisão de véspera Técnico INSS ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO Funções administrativas Revisão de véspera Técnico INSS Planejamento Organização Direção Controle 1 2 Funções administrativas Planejamento: Planejamento é a função administrativa que estabelece os objetivos

Leia mais

Declaração ao país. António José Seguro. 19 de Julho de 2013. Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que:

Declaração ao país. António José Seguro. 19 de Julho de 2013. Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que: Declaração ao país António José Seguro 19 de Julho de 2013 Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que: Não houvesse mais cortes nas reformas e nas pensões Não houvesse mais despedimentos na função

Leia mais

ÉTICA E CORRUPÇÃO. 6º AUDITE Rio de Janeiro Apresentação: Lélio Lauretti (lauretti@osite.com.br)

ÉTICA E CORRUPÇÃO. 6º AUDITE Rio de Janeiro Apresentação: Lélio Lauretti (lauretti@osite.com.br) ÉTICA E CORRUPÇÃO 6º AUDITE Rio de Janeiro Apresentação: Lélio Lauretti (lauretti@osite.com.br) 1 Roteiro da apresentação 1. Invertendo a ordem (e visitando o dicionário...) 2. O que entendemos por corrupção?

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

Declaração UM NOVO RUMO PARA PORTUGAL

Declaração UM NOVO RUMO PARA PORTUGAL Declaração UM NOVO RUMO PARA PORTUGAL Portugal precisa de um novo rumo. As graves crises que hoje vivemos exigem de nós um novo olhar, uma nova vontade e novas soluções. Um novo olhar para as suas causas

Leia mais

Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal. Jorge Sampaio. Assembleia Geral das Nações Unidas

Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal. Jorge Sampaio. Assembleia Geral das Nações Unidas MISSAO PERMANENTE DE PORTUGAL JUNTO DAS NaфEs UNIDAS EM NOVA IORQUE Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal Jorge Sampaio Reunião de Alto Nîvel da Assembleia Geral das Nações Unidas Nova Iorque

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

AS DESIGUALDADES DE REMUNERAÇÕES ENTRE HOMENS E MULHERES AUMENTAM COM O AUMENTO DO NIVEL DE ESCOLARIDADE E DE QUALIFICAÇÃO DAS MULHERES

AS DESIGUALDADES DE REMUNERAÇÕES ENTRE HOMENS E MULHERES AUMENTAM COM O AUMENTO DO NIVEL DE ESCOLARIDADE E DE QUALIFICAÇÃO DAS MULHERES Desigualdades graves entre Homens e Mulheres com escolaridade e qualificação elevadas Pág. 1 AS DESIGUALDADES DE REMUNERAÇÕES ENTRE HOMENS E MULHERES AUMENTAM COM O AUMENTO DO NIVEL DE ESCOLARIDADE E DE

Leia mais

A CARTA DE BELGRADO. Colecção Educação Ambiental Textos Básicos. Editor Instituto Nacional do Ambiente

A CARTA DE BELGRADO. Colecção Educação Ambiental Textos Básicos. Editor Instituto Nacional do Ambiente A CARTA DE BELGRADO Colecção Educação Ambiental Textos Básicos Editor Instituto Nacional do Ambiente INTRODUÇÃO Texto adoptado, por unanimidade, no Colóquio sobre Educação Ambiental", organizado pela UNESCO

Leia mais

IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento

IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento IX Colóquio Direitos Humanos na Ordem do Dia promovido pelo Grupo Parlamentar Português para a População e Desenvolvimento Lançamento do Relatório 2014 do UNFPA Painel: Jovens em Portugal Da Oportunidade

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS DEZEMBRO DE 2008 PREÂMBULO O presente Código visa clarificar as normas de conduta que devem orientar os comportamentos e as atitudes de todos os Colaboradores da GEBALIS, independentemente

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

ECONOMIA SOLIDÁRIA Embrião de uma nova sociedade

ECONOMIA SOLIDÁRIA Embrião de uma nova sociedade ECONOMIA SOLIDÁRIA Embrião de uma nova sociedade Economia Lenita Gripa - ICF O termo ECONOMIA vem do grego OIKOS = CASA e NOMOS = NORMAS ou LEI. Economia é a arte de cuidar da casa; normas, jeito, maneira

Leia mais

Congresso da Cidadania. Ruptura e Utopia para a Próxima Revolução Democrática

Congresso da Cidadania. Ruptura e Utopia para a Próxima Revolução Democrática Congresso da Cidadania. Ruptura e Utopia para a Próxima Revolução Democrática Celebramos os 40 anos do 25 de Abril. Durante um ano celebrámos os valores de Abril de Liberdade, de Justiça, de Solidariedade.

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Por Carlos ley Noção e Significados A expressão direitos humanos é uma forma abreviada de mencionar os direitos fundamentais da pessoa humana. Sem esses direitos a pessoa não

Leia mais

UM ANO DEPOIS: PRESTAR CONTAS

UM ANO DEPOIS: PRESTAR CONTAS UM ANO DEPOIS: PRESTAR CONTAS Há um ano, o XIX Governo constitucional iniciou funções com o País submetido a um Programa de Ajustamento Financeiro e Económico (PAEF) tornado inevitável perante a iminência

Leia mais

CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS ÉTICA E RESPONSABILIDADE

CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS ÉTICA E RESPONSABILIDADE CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS ÉTICA E RESPONSABILIDADE VISÃO EXTERNA DA PROFISSÃO: CRÍTICAS E CONTRIBUTOS O LÍDER E A ÉTICA JOSÉ MANUEL FERNANDES CRÍTICAS E CONTRIBUTOS O LÍDER E A ÉTICA A

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD 1 de 6 Comunidade Global Tema Direitos fundamentais do : Declaração Universal dos Direitos do OBJECTIVO: Participa consciente e sustentadamente na comunidade global 1. Leia, com atenção, a Declaração Universal

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano Unidade Letiva: 1 - As Origens Período: 1º 1. Questionar a origem, o destino e o sentido do universo e do ser humano. As origens na perspetiva científica L. Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.

Leia mais

EM PORTUGAL REFORMAS E PENSÕES. PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo

EM PORTUGAL REFORMAS E PENSÕES. PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo REFORMAS E PENSÕES EM PORTUGAL PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo 20 de Fevereiro de 2014 Quem Somos > Os Nossos Valores > Ativos Sob Gestão

Leia mais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação Entrevista concedida por Álvaro Santin*, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem

Leia mais

EDUCAÇÃO FISCAL: uma prática possível e necessária.

EDUCAÇÃO FISCAL: uma prática possível e necessária. 1 EDUCAÇÃO FISCAL: uma prática possível e necessária. Maria de Fátima Pessoa de Mello Cartaxo Ex-Diretora-Geral da Escola de Administração Fazendária Ex-Auditora Fiscal da Receita Federal aposentada Consultora

Leia mais

A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito

A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito Fabiana Ferraz Dias 1 Marcela Juliana.A. de Oliveira Marink Martins de Souza Vagliano Ralphe Vinicius Pereira dos Santos Resumo: Diante do

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

O ALICERCE DA ESPERANÇA

O ALICERCE DA ESPERANÇA O ALICERCE DA ESPERANÇA ADRIANO MOREIRA Presidente da Academia das Ciências de Lisboa Presidente do Conselho Geral da Universidade Técnica de Lisboa Não é numa data de alegria descuidada, nem sequer da

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

CIDADANIA E SOCIEDADE

CIDADANIA E SOCIEDADE CIDADANIA E SOCIEDADE 1 PROGRAMA 1ºMódulo ( P=4+6 ) 0- Cidadania: Uma Introdução 01. Conceitos de Cidadania e de cidadão 02. Valores éticos e cidadania 03. Identidades,pertenças e cidadania 04. Direitos

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS. Tema Princípios de conduta, de igualdade e equidade

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS. Tema Princípios de conduta, de igualdade e equidade 1 de 5 Princípios de conduta, de igualdade e equidade OBJECTIVO: Assumir condutas adequadas às instituições e aos princípios de lealdade comunitária. Competência e critérios de evidência Reconhecer princípios

Leia mais

Dos Direitos e Garantias Fundamentais.

Dos Direitos e Garantias Fundamentais. MATERIAL DE AULA I) Ementa da aula e breve resumo Dos Direitos e Garantias Fundamentais. Os direitos e garantias fundamentais correspondem às normas constitucionais que possibilitam as condições mínimas

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS A Conferência Geral, Lembrando que o Preâmbulo da Carta da Unesco refere-se a os princípios democráticos de dignidade, igualdade e respeito

Leia mais

RESOLUÇÃO SECRETARIADO NACIONAL DE 29 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO SECRETARIADO NACIONAL DE 29 DE JANEIRO DE 2015 RESOLUÇÃO SECRETARIADO NACIONAL DE 29 DE JANEIRO DE 2015 O ano de 2015 é o primeiro em que nos encontramos integralmente fora da alçada da Troika e no qual o Governo poderia ter operado uma real mudança

Leia mais

DIREITOS HUMANOS INCLUSÃO DIGITAL Ernivan Fernandes BALIEIRO 1. Palavras Chave: Direitos Humanos; inclusão social; politicas públicas.

DIREITOS HUMANOS INCLUSÃO DIGITAL Ernivan Fernandes BALIEIRO 1. Palavras Chave: Direitos Humanos; inclusão social; politicas públicas. DIREITOS HUMANOS INCLUSÃO DIGITAL Ernivan Fernandes BALIEIRO 1 Resumo Os Direitos Humanos fundamentais compreende uma vicissitude de aspectos das necessidades humanas, e a inclusão digital, como um direito,

Leia mais

A Carta dos Verdes Europeus

A Carta dos Verdes Europeus A Carta dos Verdes Europeus Princípios Orientadores do Partido Verde Europeu Adoptada no 2.º Congresso do PVE Genebra, 13-14 de Outubro de 2006 Quem somos Os Verdes Europeus defendem orgulhosamente o desenvolvimento

Leia mais

A Maçonaria ao encontro da Cidadania

A Maçonaria ao encontro da Cidadania A Maçonaria ao encontro da Cidadania Congresso da GLFP de Setembro de 6013 - Quem vem lá? 1ª Vig.. - Quem vem lá? 2ª Vig.. - Quem vem lá? - Uma mulher livre e de bons costumes. 1ª Vig.. - Uma mulher livre

Leia mais

CADERNO APFN Apostar na Família Construir o Futuro

CADERNO APFN Apostar na Família Construir o Futuro CADERNO APFN 5 Apostar na Família Construir o Futuro Fevereiro 2002-1 - DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA APFN Acreditamos que: 1. A vida humana deve ser respeitada, reconhecida e protegida desde o momento da

Leia mais

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global Os 10 Princípios Universais do Pacto Global O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE

HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE HEGEL: A NATUREZA DIALÉTICA DA HISTÓRIA E A CONSCIENTIZAÇÃO DA LIBERDADE Prof. Pablo Antonio Lago Hegel é um dos filósofos mais difíceis de estudar, sendo conhecido pela complexidade de seu pensamento

Leia mais

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009.

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. 13 Marco Antonio Gonçalves * Num ensaio sobre nossa temporalidade qualificada como

Leia mais

Apresentar queixa por corrupção à ICAC

Apresentar queixa por corrupção à ICAC Apresentar queixa por corrupção à ICAC A função da ICAC A Comissão Independente Contra a Corrupção foi fundada em 1988 para investigar e reduzir a corrupção no sector público de NSW. Sobre a ICAC A ICAC

Leia mais

Projeto de Lei n.º 703/XII-4ª. Estabelece restrições à penhora e execução de hipoteca sobre a habitação. Exposição de motivos

Projeto de Lei n.º 703/XII-4ª. Estabelece restrições à penhora e execução de hipoteca sobre a habitação. Exposição de motivos PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projeto de Lei n.º 703/XII-4ª Estabelece restrições à penhora e execução de hipoteca sobre a habitação Exposição de motivos As dificuldades impostas às famílias

Leia mais

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

Por Uma Questão de Igualdade

Por Uma Questão de Igualdade Por Uma Questão de Igualdade Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados Senhoras e Senhores membros do Governo Nos últimos 5 anos a Juventude Socialista tem vindo a discutir o direito ao Casamento

Leia mais

Carta dos Direitos do Cliente

Carta dos Direitos do Cliente A pessoa com deficiência ou incapacidade, deve ser educada e viver na comunidade, mas com programas e apoios especiais. Cercisiago Carta dos Direitos do Cliente Março de 2010 Carta dos Direitos do Cliente

Leia mais

Uma nova vida para crianças desprotegidas

Uma nova vida para crianças desprotegidas Uma nova vida para crianças desprotegidas As Aldeias de Crianças SOS têm a sua origem na Áustria. O seu fundador Hermann Gmeiner conseguiu aplicar uma ideia fundamental e realizar um sonho: dar uma mãe,

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO INTRODUÇÃO A Carta Europeia do Desporto do Conselho da Europa é uma declaração de intenção aceite pelos Ministros europeus responsáveis pelo Desporto. A Carta Europeia do Desporto

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

CONHECER OS DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS

CONHECER OS DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS ESTATUTO DO ALUNO DIREITOS E DEVERES - LEI 39/2010, DE 2 DE SETEMBRO Artigo 7.º Responsabilidade dos alunos 1. Os alunos são responsáveis, em termos adequados à sua idade e capacidade de discernimento,

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos do Homem

Declaração Universal dos Direitos do Homem Declaração Universal dos Direitos do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL

RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL Conselho de Arbitragem RECOMENDAÇÃO DE NORMAS DE COMPORTAMENTO DOS ÁRBITROS DE FUTEBOL E DE FUTSAL Abril /2013 1 / 4 1. INTRODUÇÃO O Futebol evolui consideravelmente nos últimos anos e a competitividade

Leia mais

(Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) CONSELHO

(Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) CONSELHO L 52/32 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO de 14 de Fevereiro de 2000 relativa à execução das políticas de emprego dos Estados-Membros

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso no encerramento do Fórum

Leia mais

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros Todas as actividades empresariais na Bristol-Myers Squibb (BMS) apoiam-se no alicerce do nosso compromisso com a integridade e a conformidade com todas as leis, regulamentos, directivas e códigos industriais

Leia mais

A DITADURA BRASILEIRA DE 1964

A DITADURA BRASILEIRA DE 1964 A DITADURA BRASILEIRA DE 1964 Dalmo A. Dallari * 1. A DITADURA E SUAS VARIANTES A história da humanidade tem sido uma confirmação reiterada do acerto da advertência do eminente político e historiador inglês

Leia mais

Abertura da Exposição Álvaro Cunhal, no Porto Segunda, 02 Dezembro 2013 17:57

Abertura da Exposição Álvaro Cunhal, no Porto Segunda, 02 Dezembro 2013 17:57 Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Porto, Acto de abertura da Exposição «Álvaro Cunhal Vida, Pensamento e Luta: Exemplo que se Projecta na Actualidade e no Futuro» Em nome do Partido Comunista

Leia mais

Juristas Leigos - Direito Humanos Fundamentais. Direitos Humanos Fundamentais

Juristas Leigos - Direito Humanos Fundamentais. Direitos Humanos Fundamentais Direitos Humanos Fundamentais 1 PRIMEIRAS NOÇÕES SOBRE OS DIREITOS HUMANOS FUNDAMENTAIS 1. Introdução Para uma introdução ao estudo do Direito ou mesmo às primeiras noções de uma Teoria Geral do Estado

Leia mais

Papel e estratégias do Ministério Público na defesa dos direitos das mulheres e principais limitações na aplicação da Lei Sobre Violência Doméstica

Papel e estratégias do Ministério Público na defesa dos direitos das mulheres e principais limitações na aplicação da Lei Sobre Violência Doméstica Papel e estratégias do Ministério Público na defesa dos direitos das mulheres e principais limitações na aplicação da Lei Sobre Violência Doméstica (Síntese a partir dos slides) Por Lúcia Maximiano (Procuradoria

Leia mais

PORTUGAL INDEPENDENTE, DENTRO OU FORA DO EURO, ACABOU. DENUNCIEI, BUT... NINGUÉM LIGOU - MALDITOS!

PORTUGAL INDEPENDENTE, DENTRO OU FORA DO EURO, ACABOU. DENUNCIEI, BUT... NINGUÉM LIGOU - MALDITOS! PORTUGAL INDEPENDENTE, DENTRO OU FORA DO EURO, ACABOU. DENUNCIEI, BUT... NINGUÉM LIGOU - MALDITOS! FINISPORTUGAL! PRIVATIZAÇÕES. (Publicado em 20 Dezembro 2012) 1- Conceito Estratégico de Defesa Naciona

Leia mais