Roberts,L.S., Janovy, J.J., Foundation of Parasitology, McGraw-Hill, New York

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1 Parasitologia Animal Livro recomendado: Roberts,L.S., Janovy, J.J., Foundation of Parasitology, McGraw-Hill, New York Método de Avaliação Frequencias: o 16 de Abril e 4 de Junho Se for a primeira frequência, avisar que não vamos a segunda podemos ir a Exame na primeira fase Exames: o Teorica (15 valores), Prática (5 valores) mínimo de 40%

2 Introdução á parasitologia Simbiose: Noções de Mutualismo, Comensalismo, Parasitismo Simbiose: Qualquer relação entre dois organismos de 2 espécies diferentes (associação) Mutualismo Dois organismos associados beneficiam da associação. A intensidade pode variar pode ser fisiológica ou de outro tipo. (ex.: Peixes limpadores (alimentam se de ectoparasitas e tecidos danificados); Peixe palhaço junto a cnidários (defesas contra anémonas do mar protecção destes animais e peixe dá nutrientes (fezes) aos cnidários); Corais e dinoflagelados Desenvolvimento dos dinoflagelados nas paredes de corais. Troca de nutrientes dá cor aos corais. Alterações climáticas: Branqueamento dos corais pela morte dos dinoflagelados dado o aumento das temperaturas. Comensalismo Um dos organismos é beneficiado e o segundo não é prejudicado. Exemplo: Tubarão e rémora (peixe com barbatana dorsal transformada numa ventosa) - protecção da rémora e alimentação por parte das fezes do tubarão. Parasitismo Beneficio de um organismo ao prejudicar um segundo. Ex.: Ectoparasitas do couro cabeludo, mosquito hematófago (alimenta-se de sangue); parasitas da cavidade bucal. Tipos de parasita: - Parasita obrigatório: Não tem capacidade de viver fora do hospedeiro

3 - Parasita facultativo: Capacidade de viver de forma independente mas em determinadas condições torna-se parasita Ex.: Ergasilus sp.; Lernaea cyprinacea, Anguillicoloides crassus - Ectoparasita: Localiza-se na superfície externa do hospedeiro - Endoparasita: Localiza-se nos órgãos internos do hospedeiro Alguns são difíceis de classificar: exemplo do mosquito, alguns autores indicam no como ectoparasita (habitat) e outros como endoparasita (hematofagia) - Parasita estenoxeno (especialista): Grande capacidade especifica para um determinado hospedeiro so parasita determinado hospedeiro (uma única, ou família, de hospedeiros) - Parasita eurixeno (generalista): Pouco especificidade parasitária capacidade de parasitar um grande grupo de hospedeiros Pode acontecer um parasita no seu ciclo de vida alterar a sua especificidade. - Parasita monóxeno: Parasita que tem apenas necessidade de um único hospedeiro no seu ciclo de vida. - Parasita heteroxeno: Parasita necessita mais que um hospedeiro no seu ciclo de vida (dioxeno, trioxeno, tetraoxeno) Degradação parasitária: Parasita vai perdendo certas características ao longo do seu tempo como parasita. Adaptação ao longo da relação. Exemplo: Lernaea cyprinacea : crustáceo que se associa a um peixe (dificuldade na classificação se é endoparasita (associado a musculatura do peixe), ou ectoparasita (encontrase visível a superfície) Importancia de estudos de Biologia Molecular: Identificação dos parasitas dada a diferença nos ciclos de vida dos parasitas.

4 Anguillicoloides crassus: Nematoda Ergasilus sp: Parasita eurixeno, associa-se a diferentes espécies de peixes. A maior parte dos organismos são Nematoda Parasitas que de vida livre quer de associação. Exemplo de Ciclo de vida: Homem: Hospedeiro acidental Tipos de hospedeiro: 1. Definitivo: Aquele onde ocorre a reprodução sexuada do parasita 2. Intermediário: Ocorre desenvolvimento/modificação do parasita e pode ocorrer reprodução assexuada do parasita 3. Paraténico ou de Transporte: Não há desenvolvimento do parasita mas é de extrema importância para o ciclo de vida Aumenta a probabilidade de atingir o hospedeiro seguinte.

5 Noção de Vector Exemplo do Trypanossoma Causa doença do sono Neste ciclo de vida não há conhecimento de um hospedeiro onde ocorra reprodução sexuada Ocorrem dois tipos de hospedeiros: 1. Vertebrado 2. Invertebrado Vector: Hospedeiro que infecta activamente o próximo hospedeiro. Vai transportar o parasita do seu organismo para o hospedeiro seguinte Normalmente hematófago (ex: insectos) Disseminação e transfaunação Disseminação Local: A dispersão de um determinado parasita numa região especifica (ex.: Europa Central). Um parasita que normalmente aparecia numa única zona

6 Disseminação Intra Continental: A dispersão de um determinado parasita que acaba por ocupar um continente inteiro. Disseminação Inter Continantal: A dispersão de um determinado parasita para continentes onde não existiam anteriormente Transfaunação (Local, Intra Continental, Inter Continental): O parasita vai conseguir parasitar um novo hospedeiro (ex.: Anguillicoloides crassus nemátoda, parasitava a enguia asiatica, porém com fenómenos de comercio, o mesmo parasita acabou por parasitar enguias europeias (espécie diferente da asiática)) Uma relação parasita-hospedeiro antiga provoca menos lesões ao hospedeiro que uma relação mais recente. Isto porque há uma habituação entre eles, e porque o parasita não pretende perder o seu hospedeiro. O exemplo anterior verificou se que houve uma mortalidade superior nas Enguias Europeias. Pela sua disseminação actual (após a transfaunação para a Europa) por todos os continentes, ocorrendo em todo o Mundo classificando se como Parasita cosmopolita. Actualmente o impacto deste parasita nas populações mundiais de enguia, é inferior (menor mortalidade e menores danos causados) pela referida habituação. Parasitas podem ser usados como indicadores de metais pesados. O seu intestino acumula uma quantidade superior de metais do que o intestino do seu hospedeiro. Epidemiologia / Epizootiologia Epidemiologia: Estudo feito da infecção provocada por determinado agente etiológico na população humana Estudo populacional. Epizootiologia: O mesmo estudo mas em animais que não o homem. Pode ocorrer serem feitos ambos os estudos, se o parasita tiver como hospedeiro o homem e outro animal

7 Pandemia: Disseminação a nível mundial de um parasita humano. (Exemplos: Gripe de 1918 [50 milhões de mortos]; Gripe das aves [transfaunação para humanos de 1997]) Doenças parasitárias com maios incidência na população humana Doença do sono, chagas e leishmaniose protistas flagelados Oncocerciase(ose): Nematodas Filariase linfática: Grupo de nematodes que parasitam vasos linfáticos e por vezes o sistema circulatório. A malaria (Apicomplexa) e a Shistosomiase são consideradas das doenças de etiologia parasitaria mais serias do Homem infetando cerca de 700 milhões de pessoas, especialmente em Paises tropicais. A malaria precisa numa fase de divisão nas células sanguíneas do hospedeiro. Um dos estudos que está a ser desenvolvido é no impedimento da ligação da doença as células sanguíneas. Não há nenhuma vacina para doenças de etiologia parasitária devido a sua enorme capacidade de mutação -> Redução da eficácia das vacinas. Dai não existir nenhuma vacina para a malária. Modos de Transmissão 1. Por contaminação a. Solo (ascaridíase: as bichas ) b. Água (Giardiase, protista flagelado por ingestão; Schistosomose, penetração pela pele (banho))

8 c. Alimento (Triquinose, carne de porco; Fasciolose, vegetais mal lavados; Cisticercose, carne de vaca) 2. Por Vectores a. Determinado hospedeiro infecta activamente o próximo hospedeiro i. Leishmaniose ii. Malária iii. Doença de Chagas 3. Por contacto a. Trichomonas vaginalis: contacto sexual b. Enterobíase: mãos Sistemática, Ecologia e Evolução Em estudos epidemiológicos é necessário saber identificar o agente etiológico (sistemática), perceber quais as condições ambientais e os hospedeiros que esses organismos necessitam para completar os seus ciclos de vida (Ecologia) e conhecer as relações que ocorreram ao longo do tempo entre o hospedeiro e o parasita (Evolução). A emergência de novos agentes patogénicos e a reemergência de agentes patogénicos devido a alterações climáticas é um problema importante com o qual nos debatemos. Ecologia: Em Alguns indivíduos a sua distribuição está fortemente ligada ao ciclo de vida do parasita. Factores: Temperatura, Humidade, Ciclos de vida, etc. As alterações climáticas estão levar a introdução de novos organismos em locais onde anteriormente não ocorriam. Evolução: Perceber que patologias poderão ser causadas nos hospedeiros ao longo do tempo. Os parasitologistas utilizam métodos cladísticos para inferir sobre a história evolutiva dos parasitas e dos hospedeiros (sistemática filogenética ) e do modelo de associações existente entre eles e a sua ecologia e distribuição geográfica As características utilizadas em estudos filogenéticos podem ser moleculares, estruturais, ecológicas ou geográficas (determinação de caracteres plesiomórficos ou ancestrais e caractéres apomórficos ou novos) Os membros de um mesmo grupo são analisados de forma a determinar quais as características apomórficas que partilham (sinapomorfias). 1. Um grupo que é definido por sinapomorfias e que contêm o ancestral hipotético e todos os seus descendentes é denominado monofilético. 2. Um grupo que contêm o ancestral hipotético mas apenas alguns dos seus descendentes é denominado parafilético. 3. Um grupo que não contêm o ancestral hipotético é denominado polifilético

9 Ancestral hipotético Não contem todas as características dos grupos ligados com o ancestral [sinapomorfias] Estudos de populações de parasitas A terminologia usada no estudo de outros animais também Infrapopulação: conjunto dos parasitas de uma espécie que ocorrem num hospedeiro individual num determinado momento e local População componente: refere-se a todos os indivíduos que se encontram numa determinada fase do seu ciclo de vida num determinado local e num determinado momento. Ex: Trypanossoma: Estudo da incidência deste parasita no Homem num determinado local e período de tempo o A população componente é um subconjunto do número total de subpopulações que formam a suprapopulação Suprapopulação: conjunto que inclui todas as fases de desenvolvimento de determinada espécie de parasita num determinado local e espaço de tempo. Ex: mesmo estudo de incidência quer no Homem, quer no mosquito. Descritores quantitativos de populações de parasitas Prevalência (não sei o efectivo, tamanho, da população) Incidência (conhece-se o tamanho da população) [mesma equação] Densidade (ex: parasita microscópico, quantificação do numero de parasitas num local, por exemplo num órgão humano) Intensidade média (ex: parasita macroscópico, quantificação de parasitas num organismo numa população) Abundancia média (ideia ecológica, distribuição, quantidade de parasitas existentes numa população todos os organismos, parasitados ou não)

10 Exemplos de estudos populacionais: Supra população

11 Ovos, Miracidio, Cercaria: Vida Livre Estudo de comunidades de parasitas Infracomunidade: comunidade constituída pelas infrapopulações de parasitas que ocorre num único hospedeiro Comunidade componente: Refere-se a todas as infrapopulações de parasitas associadas a alguns subconjuntos de espécies de hospedeiros ou á colecção de fases de vida livre associadas a alguns subconjuntos de ambientes abióticos Supracomunidade (=Comunidade composta): É o conjunto de todas as suprapopulações de parasitas (envolve o estudo de todos os hospedeiros e de toas as fases de vida de todas as espécies de parasitas detectadas num determinado local num determinado período de tempo)

12 Descritores quantitativos de comunidades de parasitas Riqueza especifica 1. Numero de parasitas em determinado ecossistema Diversidade

13 Parasitas Flagelados Reinos 1. MONERA 2. PLANTAE 3. FUNGI (fungos) 4. ANIMALIA (metazoários) 5. PROTISTA (protozoários -> TERMO DESACTUALIZADO) [organismos unicelulares eucariotas] MYXOZOA -> foi incluído nos METAZOA O filo MICROSPORA são agora considerados Fungos Estes dois filos pertencem agora ao grupo/clado dos Opisthokonta Organismos amebóides e flagelados: Grupos polifiléticos com origens independentes

14 Flagelados presentes nos mais diversos grupos Rhizaria: não se conhece indivíduos parasitas para animais. Unikonts: Amibas e Opisthokonta Opisthokonta: Metazoarios, fungos Identificação de organismos Diversas metodologias: Microscopia óptica e electrónica, técnicas moleculares

15 Tipos de mitose: 1. (Aberta/ Fechada / Semiaberta) a. Dissolução ou não da membrana nuclear 2. (Ortomitose/Pleuromitse) a. Simetria do fuso acromático 3. (Intranuclear/Extranuclear) a. Localização do fuso acromático Meiose gametica: Formação de gametas Meiose Zigotica: Ocorre imediatamente a seguir a formação do zigoto Ciclos de vida A: esquizogonia/divisão binaria : indivíduos ao longo do seu ciclo de vida são hapoloides B: Ciclo de vida sexual hapoloide: Adultos Haploides, formação de isogametas -> fertilização 2N -> formação do zigoto: meiose zigótica C: Ciclo diplóide: Meiose gamética -> gametas -> fertilização -> Zigoto (2N) D: Ciclo haplodiplonte

16 Flagelos e Estrutura Associadas Flagelados (sensu lato) Dentro dos seguintes grupos: Grupo EUGLENOZOA KINETOPLASTEA Ichthyobodo Cryptobia Trypanosoma Leishmania Grupo FORNICATA DIPLOMONADIDA Giardia Hexamita Spironucleos Grupo ALVEOLATA DINOFLAGELLATA Amyloodinium Grande quantidade de DNA na mitocondria Grupo polifilético, com origiens distintas Não afecta directamente o homem -> apenas algumas toxinas Parasitas caracterizados por ter alvéolos por baixo da sua membrana celular EUGLENOZOA KINETOPLASTEA TRYPANOSOMATIDA

17 Possuem flagelo combastonete paraxial, um cinetoplasto [inserção na célula] e possuem ou não uma membrana ondulante Tipos de fases porque podem passar no seu ciclo de vida (atendendo à posição do núcleo e do cinetoplasto [membrana ondulante com DNA]) 1. Primeira fase: Amastigota: a. Cinetoplasto diminuto, b. flagelo curto, c. fase tipica da leishmânia. d. Morfologia comum durante o ciclo de vida intracelular num hospedeiro mamifero 2. Segunda fase: Choanomastihota: a. Flagelo envolvido num colarinho 3. Terceira fase: Promastigota: a. Flagelo na parte anterior do núcleo e não ligado com o corpo celular. b. Cinetoplasto: Anterior ao nucleo, zona anterior do corpo c. sem membrana celular 4. Quarta fase: Opisthomastigota:

18 a. Flagelo posterior ao nucleo b. Cinetoplasto Anterior ao núcleo, sem membrana celular 5. Quinta fase: Epimastigota: a. Membrana ondulante, b. Flagelo sai da célula pela zona anterior do nucleo c. Cinetoplasto anterior ao núcleo 6. Sexta fase: Trypomastigota: a. Cinetoplasto numa região posterior ao núcleo b. Flagelo posterior Mastigota: Tem a ver com flagelos VERIFICAR AS REGIOES PROVAVELMENTE AO CONTRARIO DADO ERRO DA PROFESSORA Cinetosoma = Corpo basal SALIVARIA 2 Grupos STERCOCARIA Desenvolve-se no intestino médio e anterior Infecta ativamente (invertebrados hematófagos) Desenvolve-se no intestino médio e posterior Não infecta ativamente (parasita vem para o exterior através das fezes do hospedeiro)

19 Nota: Heteroxeno: Mais que um hospedeiro Neste caso: Dixeno: 1 Hospedeiro vertebrado e 1 Hospedeiro invertebrado Trypanosoma brucei rhodesiense / T.b. gambiense Mosca tsé-tsé (Glossina spp.) Varias espécies do género glosiva servem de hospedeiro Ciclo de Vida (T.b.rhodesiense e T.B. gambiense)

20 1. Mosca de Tse-tse alimenta-se por hemofagia, injectando trypomastigotas metaciclicos 2. Os trypanomastigotas metaciclos injectados transformam-se em trypomastigotas de corrente sanguínea e são transportados através da corrente para outros locais 3. Os trypomastigotas multiplicam-se por fissão binária em diferentes fluidos corporais 4. Trypomastigotas na corrente sanguínea do humano (fase de diagnóstico) 5. A mosca de Tse-tse que se alimenta destes indivíduos ingerem os trypomastigotas 6. Os trypomastigotas de corrente sanguínea transformam-se em trypomastigotas prociclicos no midgut do insecto. De seguida dividem se por fissão binária 7. Estes deixam o midgut e transformam-se em epimastigotas 8. (SALIVARIA) Epimastigotas dividem se por fissão binária na glândula salivaria e transformam-se em trypomastigotas metaciclicos 9. (O ciclo recomeça) Reprodução assexuada: Simetrogenica ou longitudinal Prociclico: Ainda não transmite o parasita Metaciclico: Já pode transmitir o parasita Todas estas fases são extracelulares Patologia Semelhante a uma forte gripe

21 Nem sempre causa a mortalidade mas um mau estar generalizado Diagnóstico Trypanosoma cruzi (Doença das Chagas)

22 Ciclo de vida Trypanosoma cruzi Apesar de também este parasita ser Dixeno, possui Fases etiológicas diferentes. Não podemos considerar a presença de um vector (infecção activa), mas de um hospedeiro invertebrado (infecção pelas feses) Percebejo do Beijo ( Kissing bug ) zona preferêncial de picada é na boca ou nos olhos o Hematofago Ataca predominantemente células musculares Trypanomastigotas -> transformam se em amastigotas que se multiplicam nas células dos músculos. Trypanosoma cruzi Patologia

23 LEISHMANIASE N.W.L. :: Novo mundo cutânea O.W.L. :: Antigo mundo - Visceral

24 (não é necessário saber o nome das espécies; não se sabe ao certo as espécies que provocam a Leishmania) No nosso pais: tem crescido devido aos indivíduos afectados com HIV -> mais sensíveis ao parasita Ciclo de vida (Leishmania spp.) Sem fase de Trypomastigota Nenhuma fase com membrana ondulante

25 Identificação bioquímica e molecular (kdna, RFLP, sequenciação, etc.) Identificação do parasita nos vectores (estratégia de controle no vector) Substancias extraídas de plantas tem vindo a ser utilizadas com enorme sucesso no tratamento desta e de outras doenças -- Aula não aparecem diapositivos até 11 DIPLOMONADIDA Ausencia de mitocondiras e dictiossomas. Possuem 3 flagelos anteriores e um recorrente

26 Organismos aparecem sempre aos pares Superficie do epitélio intestinal: Possuem um disco adesivo -> aderência Ciclo de vida de G. duodenalis (=Giardia intestinalis; =G. lamblia)

27 Cistos ovais 8-14 x 5-10 um, possuem 4 núcleos e fibrilas e flagelos orientados longitudinalmente

28 PARABASALIA Caracterizam-se por possuírem fibras parabasais (ligam os corpos basais ao aparelho de Golgi), axóstilo (organelo tubular formado por microtúbulos que se estende da área dos cinetossomas até à extremidade posterior) e numerosos flagelos Os tricomonadideos são facilmente reconhecidos por possuírem um tufo anterior

29

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