Visão e visibilidade na pólis democrática. José Antonio Dabdab Trabulsi Professor Titular de História Antiga Universidade Federal de Minas Gerais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Visão e visibilidade na pólis democrática. José Antonio Dabdab Trabulsi Professor Titular de História Antiga Universidade Federal de Minas Gerais"

Transcrição

1 Visão e visibilidade na pólis democrática José Antonio Dabdab Trabulsi Professor Titular de História Antiga Universidade Federal de Minas Gerais Gostaria de propor neste pequeno trabalho algumas reflexões sobre as fontes no que se refere a certos aspectos da vivência política na cidade grega, e sobretudo na pólis democrática, principalmente os efeitos do «ver-se juntos» nas reuniões coletivas, a «visibilidade» das decisões públicas e o «dar a ver» na publicidade das decisões. Este trabalho se insere numa pesquisa individual de longa duração, que se encontra em curso, sobre a cultura política da participação direta. Sentimento de força coletiva nas reuniões com grande público Nesta cultura da participação, há uma grande confiança no poder da ação coletiva para mudar o estados das coisas. Num momento em que a situação do démos ateniense é crítica : «A maioria (pleísthoi) e os mais fortes, tendo-se reunido, excitaram-se uns aos outros para não mais tolerar a situação, mas que escolhessem por chefe um homem de confiança, que liberassem os que não puderam pagar na data prevista, que provocassem uma nova partilha das terras e que mudassem completamente o regime político (tèn gên anadasasthai kai holos metastêsai tèn politeian)» (Plutarco, Solon, 13, 6). Esse sentimento de «ser forte juntos» é aplicável, é claro, ao domínio militar. Quando vai começar uma nova batalha contra os Persas, un chefe lembra que : «Nós temos as mesmas armas e os mesmos corpos com uma confiança aumentada pelas nossas vitórias, e nós não lutamos apenas, como os outros, pelo nosso país e pela nossa cidade, mas por nossos troféus de Maratona e de Salamina, para que eles não apareçam como a obra de Milcíades e da Fortuna, mas como a dos Atenienses» (Plutarco, Aristides, 16, 5). A força da solidariedade e a confiança coletiva no combate cidadão são da mesma ordem que no domínio político. Para um exército como para uma cidade mas o que é um exército, do ponto de vista conceitual, senão uma cidade em armas?- o bom entendimento e a coesão são as chaves do sucesso. Assim, por exemplo, num momento decisivo da aventura dos Dez mil : «Quanto a mim, se eu os visse em dificuldade, eu buscaria saber como vocês poderiam tomar uma cidade, de onde partiria imediatamente aquele que assim o desejasse, e, aquele que não o desejasse, apenas quando tivesse adquirido o suficiente para vir em auxílio dos seus» (Xenofonte, Anabase, 5, 6, 30). Segue-se, então, o conselho de que retornem, agora com barcos e dinheiro : «Eis, com efeito, a minha convicção : em qualquer lugar onde vocês estiverem unidos como hoje, eu tenho certeza que serão respeitados e que terão víveres à disposição : ser os mais fortes, é também poder tomar os bens do mais fraco. Se vocês se desunirem, se sua força diminuir, vocês não poderão mais encontrar sua subsistência, e vocês não vão conseguir o sucesso, com o sorriso nos lábios. Minha opinião é, portanto, como a de vocês, que devemos retornar à Grécia. Mais ainda, se alguém for descoberto desertando

2 o exército antes que ele esteja inteiramente num lugar seguro, eu proponho que ele seja julgado, como um criminoso. E ele acrescentou : quem é dessa opinião, que levante a mão. Todos a levantaram (àpantes)» (Xenofonte, Anabase, 5, 6, 32-33). O sentimento do «poder fazer juntos» pode também ser visto na comédia. Lisístrata pensa que : «(...) se as mulheres se reunirem aqui, como as da Beócia, as do Peloponeso, e nós mesmas, juntas salvaremos a Hélade» (Aristófanes, Lisístrata, 39-41). Tal é a crença no poder da participação numerosa. O apelo ao sentimento de «poder fazer juntos», derivado da cultura da participação direta, se aplica com toda a sua força na retórica de tribunal : «O veredito que vocês darão, Atenienses, concerne o país inteiro, os santuários que nele se encontram, as tradições ancestrais (hierôn kaì tôn arcahaíon nomímon), a constituição que lhes legaram seus ancestrais, e não apenas o caso de Filócles» (Dinarco, Contra Filócles, 21). Trata-se, por um lado, de uma evidente estratégia de adulação dos membros do júri, reconhecendo o seu poder, e muitas vezes o exagerando ; mas esta «estratégia» só é possível e eficaz porque ela corresponde muito precisamente às concepções mais largamente partilhadas. É verdade que este sentimento tinha falhas, ele podia perder eficácia em certas circunstâncias dramáticas : «Teramenes se levanta : ele vos convida a entregar a cidade nas mãos de trinta cidadãos, e a adotar o projeto de constituição exposto por Dracôntides. Apesar da dificuldade de vossa situação, vocês declaram, em meio ao tumulto, que vocês não farão isso. Vocês compreendiam, com efeito, que era vossa escravidão ou vossa liberdade que, neste dia, estava em deliberação (perì douleías kaì eleutherías en ekeine tê heméra ekklesiázete)» (Lísias, Contra Eratóstenes, 73). Em tais momentos dramáticos, o «poder» de escolher entre a escravidão e a liberdade não era realmente total para o povo ateniense, mas a retórica do «poder fazer juntos» continuava funcionando. Aristóteles, no seu jogo de quebra-cabeças constitucional verdadeiramente completo e exaustivo, expõe um meio de controlar a democracia dita «radical» : «Um remédio para impedir este mal ou torná-lo menos nocivo, é fazer eleger os magistrados pelas tribos e não pelo povo inteiro (mè pánta tòn dêmon)» (Aristóteles, Política, 5, 5, 11). A idéia aqui vigente é a de que o povo inteiro reunido é mais poderoso e mais ameaçador para os ricos, como se o fato de estar juntos e em grande número liberasse o démos das limitações e obrigações da vida social, onde as relações sociais, as solidariedades locais, exerciam um freio nas tomadas de consciência e nas tomadas de decisão. O «poder fazer juntos» é capaz de vencer as maiores dificuldades, também na comédia. Praxágora diz : «Vá, você também, vá se sentar ali. Eu mesma estou decidida a falar para a sua defesa, depois de ter pegado esta coroa. Aos deuses eu dirijo uma prece : Que eles tragam sucesso aos nossos projetos. Eu tenho deste país uma parte igual à de vocês : o que me aflige e me é penoso, é ver podres os negócios públicos. Pois eu vejo a cidade sempre empregar maus chefes ; se há um que é bom durante um dia, ele se torna mau durante dez. Se se recorre a um outro, ele fará pior ainda» (Aristófanes, Assembléia das mulheres, ). O apelo ao «poder ser juntos», ao «poder fazer juntos», é um dos pilares do regime de participação direta. O papel de sua reafirmação constante era sem qualquer dúvida, em parte, o de compensar o medo e o enorme desafio psicológico colocado aos indivíduos neste tipo de cultura política. Jamais até então, e, sem dúvida, muito raramente

3 desde então, a desproporção entre as possibilidades de um indivíduo e o papel que lhe era destinado pelo sistema foi tão enorme. A única maneira de se tranquilizar, em parte, era de se sentir junto com muitos outros. E para que este sentimento fosse real, eficaz, o melhor era fazê-lo aparecer visualmente ; a visão de muitos indivíduos, seus semelhantes, juntos num mesmo lugar, reforça o sentimento de constituir um grupo. Nós constatamos este efeito «visual» do pertencimento coletivo várias vezes nas fontes gregas. Assim, por exemplo, no diálogo entre Atenienses e Mélios : «Os Atenienses se retiraram então do debate e os Mélios, ficando entre eles, tomaram uma decisão (...) (Tucídides, 5, 112). Neste exemplo, se, de fato, eles se sentiram mais fortes juntos, foi para sua própria desgraça, pois a decisão de resistir aos Atenienses os conduziu à morte. Este efeito visual do grupo pode se aplicar ao conjunto da comunidade, mas também, no seu interior, pode servir para mostrar quem é o mais forte. Tucídides nos dá um bom exemplo disso entre os Lacedemônios : «Após ter, em substância, sustentado este discurso, ele próprio colocou, na sua qualidade de éforo, a questão em votação na assembléia lacedemônia. Em seguida, o voto sendo feito por aclamações e não com boletins, ele declarou não distinguir de que lado as aclamações eram mais fortes ; e, desejando que eles mostrassem abertamente sua opinião, para melhor incitá-los à guerra, ele lhes disse : Aqueles dentre vocês, Lacedemônios, que julgam o tratado rompido e os Atenienses culpados só precisam se levantar e vir se colocar deste lado (e lhes mostrava um lugar) e os que são de opinião contrária, do lado oposto». Eles se levantaram e formaram dois grupos : os mais numerosos, de longe, foram os que julgavam o tratado rompido» (Tucídides, 1, 87, 1-3). O efeito visual é considerado mais eficaz que qualquer outro para criar a certeza quanto à força e à determinação da coletividade. Este efeito pode também ser utilizado por uma comunidade contra outra. Durante o cerco de Flious : «Muitos Lacedemônios diziam que por causa de um pequeno grupo de homens enfrentávamos o ódio de uma cidade de mais de cinco mil cidadãos e, de fato, para tornar a coisa sensível, a gente de Flíous realizava suas assembléias num lugar visível aos sitiantes» (Xenofonte, Helênicas, 5, 3, 16). Eles chegam, neste episódio, ao ponto de se deslocar para dar a ver aos inimigos a cidade enquanto comunidade de cidadãos (e soldados). Em suma, o fato, por exemplo na Atenas clássica, de se ver reunidos num mesmo local aos milhares, na Assembléia, no Tribunal popular, no teatro igualmente, várias vezes por mês, e em posição de poder, em situação de decidir como bem lhes parecia, era sem dúvida um dos hábitos, uma das práticas que, no fim das contas, tornava possível esta cultura política, pois juntos eles se sentiam à altura dos desafios que lhes eram apresentados, eles se encorajavam mutuamente, eles se davam força uns aos outros, eles venciam ou pelo menos esqueciam provisoriamente o medo de enfrentar tais obstáculos ; isso reforçava ou produzia amor próprio para cada um e para todos. Isso eventualmente os conduziu ao desastre ; o mais das vezes, isso foi para eles uma fonte poderosa de realização e de satisfação. Visibilidade e publicidade das decisões A cidade grega, sobretudo em democracia, é um sistema de governo aberto, coletivo, que não pode funcionar sem uma discussão de grande amplitude e uma vasta circulação da informação em geral. Eles eram conscientes disso, e sabiam perfeitamente

4 que este sistema tinha vantagens e inconvenientes. Era preciso dizer tudo, mas dizer tudo nem sempre era desejável. Diceópolis o diz da seguinte forma : «Ora, eu só direi, mesmo correndo o risco de ser desagradável, coisas justas. Desta vez eu não preciso temer as calúnias de Cleon ; ele não dirá que eu falei mal da cidade na presença de estrangeiros. Nós estamos entre nós, é o concurso das Lenéias, os estrangeiros ainda não estão aqui : nem os tributos foram ainda trazidos, nem os aliados chegaram de suas cidades ; nós estamos sozinhos hoje, só o puro trigo da cidade, os metecos sendo o mau farelo, por assim dizer» (Aristófanes, Acarnenses, ). Ele indica o caráter problemático da discussão aberta de certas questões delicadas ; neste momento eles estão sós, entre eles, e não há problemas. Mas a questão é que «entre eles» pode significar milhares de pessoas, o que recoloca a questão que se esperava evitar. O campo em que esta discussão entre publicidade e segredo se colocava de forma mais aguda era o campo militar, tanto mais que a guerra era, na Grécia, uma atribuição das assembléias, já que soldados e cidadãos eram as mesmas pessoas. Um general ateniense (Demóstenes), em certo momento, quer levantar o cerco de Siracusa, durante a funesta expedição da Sicília, e pretende fazê-lo votar pelos soldados. Nícias a isso se opõe, nos seguintes termos : «Nícias, também, mesmo estimando que seus negócios iam mal, não queria desvendar em voz alta as fraquezas, nem, também, votando a partida abertamente numa reunião numerosa, colocando assim o inimigo a par da situação : teria-se, então, com efeito, muito maior dificuldade em dissimular a coisa, quando se quisesse aplicá-la» (Tucídides, 7, 48). Os inconvenientes militares das decisões coletivas públicas às vezes assumiam uma grande força. No caso em questão, eles acabarão não procedendo desta forma. Vemos, com freqüência, dificuldades análogas, como no caso dos Dez mil : «Como eles sentiam que se aproximavam da Grécia, mais do que nunca a questão se lhes colocava, de como eles poderíam voltar para casa sem que fosse de mãos vazias. Eles pensaram então que se eles se dessem um só chefe, que este chefe único poderia tirar um melhor rendimento do exército, de noite como de dia, mais do que se o comando ficasse dividido ; que quando fosse preciso surpreender o inimigo, a coisa ficaria mais escondida ; que se, por outro lado, fosse preciso prevení-lo, haveria menor atraso : não seria necessário, com efeito, ficar discutindo uns diante dos outros ; o que decidisse o chefe único, isso seria executado. Até então, ao contrário, os generais só agiam com a maioria dos votos» (Xenofonte, Anabase, 6, 1, 17-18). Além do segredo, a questão é a rapidez e a eficácia da decisão. Mas os gregos ficam divididos entre as vantagens do segredo e a exigência de transparência. Continuemos com os Dez mil : «Entretanto Xenofonte mantinha o silêncio. Filésios se levantou em seguida, e depois Lícon, ambos da Acaia. Eles disseram que era fora do normal, em especial, que Xenofonte se esforçasse em persuadir o exército em permanecer, e que ele fizesse sacrifícios com essa intenção, enquanto que em público ele não dizia uma palavra sobre a coisa. Assim forçado, Xenofonte se levantou e falou da seguinte maneira : Sim, soldados, eu promovo sacrifício, como vocês vêem, com todas as vítimas que posso, tanto no vosso interesse quanto no meu, afim de ter sucesso pelas minhas palavras, pelos meus projetos, pelas minhas ações, em contribuir para o vosso renome e em vosso proveito, vosso e também meu. Precisamente, eu fiz imolar vítimas para saber se valia a pena começar a falar-lhes desses projetos e tratar deles com vocês, ou então nem mesmo dizer uma só palavra. Ora, Silanos, o adivinho, respondeu-me, o que é da maior importância, que as vítimas eram favoráveis : ele sabia muito bem que nesses casos eu não sou desprovido de experiência, já que eu assisto sempre os sacrifícios. Ele

5 acrescentou também que nas entranhas ele discernia os sinais de dolo e de maquinação contra mim, tendo aparentemente consciência que ele meditava ser o primeiro a me caluniar junto a vocês. Foi ele, com efeito, que espalhou o rumor que eu tinha o objetivo de realizar tais projetos, sem vossa aprovação» (Xenofonte, Anabase, 5, 6, 27). Nos assuntos importantes, há primazia dos «cidadãos»-soldados sobre os chefes, e a exigência de transparência é absoluta. A forma democrática de governo acrescentará a questão da visibilidade das decisões a outras «desvantagens» que, para alguns, poderiam levar ao comprometimento da sobrevivência da cidade : «Tal era, portanto, a situação inicial de nosso país, e ninguém podia dizer nada contra isso. A situação de Felipe, contra quem nós lutávamos, examinem-na : para começar, ele comandava sozinho, como senhor absoluto, aos que o seguiam (o que é o mais importante na condução da guerra) ; em seguida, as pessoas tinham sempre armas na mão ; em seguida, ele tinha dinheiro em abundância e ele fazia o que queria, sem anunciar nos decretos, sem deliberar publicamente, sem ser arrastado à Justiça pelos sicofantes, sem ser ameaçado por acusações de ilegalidade, sem prestar contas a quem quer que seja, absolutamente senhor único, chefe, soberano de tudo (oudè graphàs pheúgon paranómon, oud hupeúthunos òn oudeni, all haplôs autòs despótes, hegemòn, kúrios pánton) (Demóstenes, Sobre a coroa, 235). Felipe é o inverso da democracia, e quase temos vontade de chorar de pena dos líderes políticos de Atenas, limitados por tantas obrigações às quais não está ligado o déspota cuja ação ameaça Atenas. O problema é que suprimir todas estas limitações corresponde a por fim à democracia, e até à pólis ; e, nesse caso, em nome do que lutar? Vemos o choque de dois sistemas, e Felipe acabará vencendo ; mas nada estava decidido antecipadamente ; quase dois séculos antes disso, eles venceram dificuldades similares, contra os déspotas persas, apesar das limitações do seu sistema político, limitações é verdade menos intensas naquela época. Conscientes da necessidade de visibilidade das decisões, e de seus inconvenientes, eles imaginaram salvaguardas, que podiam funcionar muito bem em certos casos : «O que eu fiz por vocês até aqui, nenhum de vocês o ignora ; mas o que eu espero fazer, e o que eu já estou fazendo, há entre vocês quinhentos cidadãos aos quais eu informei em sessão secreta» (Andócides, Sobre o retorno, 19). Vemos que, num sistema em geral aberto, o segredo pode ter um espaço ; segredo muito relativo, é verdade, pois partilhado pelos 500 buleutas (conselheiros)... A questão principal, para além da eficácia do segredo, é a do controle maior ou menor sobre o andamento dos assuntos públicos. É o que vemos no diálogo de Mélos : «Mas os Mélios não os colocaram em presença do povo : eles solicitaram que expusessem o objeto de sua vinda às autoridades e aos notáveis» (Tucídides, 5, 84). Fica claro que havia um risco em colocar os enviados de Atenas diante do povo. A participação direta é menos controlável do que as decisões em reunião restrita. Apesar dos inconvenientes do sistema, os Atenienses eram orgulhosos da visibilidade das decisões na sua cidade, sabendo muito bem que ali residia a maior garantia do poder dos cidadãos sobre a política da cidade. Esta convicção se afirma com uma calma e orgulhosa segurança na Atenas ideal da oração fúnebre de Péricles : «Nossa cidade, com efeito, é aberta a todos, e nunca acontece que, através da expulsão de estrangeiros, nós proibamos a alguém um estudo ou um espetáculo que, não sendo escondido, possa ser visto por um inimigo e ser-lhe útil : pois nossa confiança se baseia pouco nos preparativos e nos estratagemas e mais no valor que buscamos em nós mesmos no momento de agir» (Tucídides, 2, 39).

6 Nada de segredos, nem na guerra, nem, a fortiori, em política. Sabendo bem o que defendemos (a nossa própria liberdade), no momento certo, sempre saberemos enfrentar o desafio... Por vezes, há dupla visibilidade e publicidade, com a prática da leitura pública dos textos que fixam a publicidade : «Todas as outras leis de que se terá necessidade, os nomotetas escolhidos pelo Conselho as escreverão nas tabuletas, farão sua exposição diante das estátuas dos Epônimos, para que elas sejam lidas por quem quiser, e as entregarão aos magistrados no corrente mês. As ditas leis serão examinadas inicialmente pelo Conselho e pelos 500 nomotetas escolhidos pelos demos, depois de terem prestado juramento. Todo indivíduo terá o direito de entrar no Conselho e dar, quanto a essas leis, qualquer opinião útil. Quando as leis tiverem sido votadas, o Conselho do Areópago terá por função observar que os magistrados só façam uso das leis estabelecidas ; quanto às leis confirmadas, elas serão exibidas na mesma parede onde elas eram exibidas antes, para que todos que assim o desejem possam tomar conhecimento» (Andócides, Sobre os Mistérios, 83-84). Este decreto da restauração democrática de 403 é lido, reafirmando o caráter aberto do processo legislativo então instaurado, processo um pouco mais controlado do que no período anterior, através do papel novo dos nomotetas. Mas isso não muda em nada os procedimentos de base do sistema democrático, ou seja, a divulgação de tudo pela voz e pelo meio da exibição do texto escrito nos lugares públicos mais acessíveis aos cidadãos. E, como os gregos liam em voz alta com maior freqüência do que nós, os leitores individuais diante dos textos exibidos deviam funcionar como uma forma de «altofalante», reatualizando a mensagem por meio de repetidas performances de leitura, muitas vezes estando ao lado de indivíduos, cidadãos ou não, que não sabiam ler, ou liam mal. Não é inútil lembrar aqui que esta importância da publicidade pelo escrito, e do papel do escrito nos mecanismos políticos, é uma das razões que explicam que Atenas tenha sido uma das comunidades humanas com a mais elevada taxa de alfabetização de toda a história, talvez a taxa mais elevada de todas antes da Europa ocidental do século XIX. Essa necessidade de publicidade das decisões, dos textos de lei, das listas de magistrados, das convocações das reuniões, entre outras coisas, era «evidente» neste sistema. Diceópolis faz apenas algo de banal quando diz : «Eu vou buscar a estela onde está inscrito o tratado que eu concluí, afim de colocá-lo bem à vista no mercado (phaneràn en tagorâ)» (Aristófanes, Acarnenses, ). Ele dá a ver, no local mais visível da cidade, e o faz como um reflexo banal. Esta prática se aplica aos negócios coletivos no sentido mais amplo, e não apenas às decisões da Assembléia e do Conselho : «Eu posso lhes mostrar até os locais onde se encontrará, se se quiser, os intrigantes e os que merecem muito bem as acusações endereçadas pelos adversários aos sofistas. É nas tábuas afixadas pelos magistrados que eles necessariamente figuram» (Isócrates, Sobre a troca, 237). Os grupos de magistrados (os Tesmotetas, os Onze, os Quarenta) faziam expor quadros com os processos judiciais. Esta publicidade da justiça, já assegurada em parte pelo seu próprio exercício por grupos numerosos de cidadãos, tinha repercussões políticas em termos de reputação, para os cidadãos cujo nome aparecia com freqüência nesses quadros. Em relação a isso, é significativo que, muitas vezes, as dicisões coletivas fossem acompanhadas por sua modalidade de divulgação, como se esta questão fosse tão importante quanto a própria decisão ; e vemos muitas vezes detalhes até sobre o financiamento do próprio ato de publicidade. Assim, por exemplo, nesta inscrição de apoio de Atenas ao rei Aríbalo (em 342) :

7 «(...) que qualquer cidadão ateniense que possa vir a se ocupar dele, que ele tenha acesso ao Conselho e à Assembléia, quando isso for necessário, que os prítanos em exercício cuidem que ele obtenha este acesso (...) que o secretário do Conselho faça gravar este decreto numa estela de pedra e faça exibí-la na Acrópole» (Bertrand, Inscriptions, 64). Lentidão, visibilidade, caráter coletivo das decisões Um ponto que colocava problemas aos próprios Antigos, e que era por vezes visto como um defeito do sistema, já que se referia à sua eficácia, e especialmente nos momentos de perigo, era a lentidão associada à visibilidade- das decisões : «Eis tudo o que disse Arquidamos. Após tê-lo ouvido, os embaixadores plateenses voltaram à cidade e relataram ao povo (es tèn pólin, kaì tô pléthei) os termos do encontro ; em seguida, eles deram ao rei a seguinte resposta(...)» (Tucídides, 2, 72). É uma passagem como encontramos muitas vezes, onde há sempre um passo a mais até que se possa chegar a uma decisão ; a política de participação direta é mais lenta na tomada de decisão. No mesmo episódio, a dificuldade se prolonga, e nem é percebida enquanto tal : «Eles, entretanto, depois de terem ouvido, voltaram de novo à cidade e, depois de terem deliberado com o povo (kaì bouleusámenoi metà toû pléthous) (...)» (Tucídides, 2, 73). A rapidez e o segredo das decisões estão em relação com a oposição entre comando único ou voto por maioria. Na aventura dos Dez mil, a questão se coloca, no texto já citado (Xenofonte, 6, 1, 17-18). No referido texto, é preciso contar, é claro, com a posição política do historiador, que estava longe de ter uma opinião favorável à democracia, mas isso não quer dizer que os democratas convictos não vissem as dificuldades do sistema, e especialmente sua lentidão. A mesma dificuldade é exprimida, como sabemos, por Demóstenes : «Nesses regimes, creio eu, tudo se faz por ordens, rapidamente. Mas, entre vocês, é preciso primeiro que o Conselho ouça uma explanação completa e redija seu relatório, com a condição ainda que a ordem do dia comporte os negócios envolvendo arautos e embaixadas, e não a qualquer momento ; em seguida, que ele convoque a Assembléia ; e ainda quando isso é previsto pelas leis ; em seguida, que os autores das melhores propostas vençam seus contraditores movidos pela ignorância ou pela má-fé. Além de tudo isso, quando a coisa está decidida e já aparece como útil, é preciso conceder à indigência da maioria das pessoas (tôn pollôn adunamía) um prazo para obter tudo o que precisam, para que possam executar as decisões. Portanto, aquele que priva um regime tal como o nosso deste tempo necessário, este não nos retira apenas tempo, mas nos suprime pura e simplesmente as ações» (Demóstenes, Sobre a embaixada, ). É verdade que o orador tem interesse em dizer isso neste momento preciso, mas pouco importa ; para um tal regime, «tempo» é igual a «ação», e é preciso gastar o tempo necessário à decisão segundo todas as normas, ou então se muda de regime. Os prazos longos da tomada de decisão, agravados pela repugnãncia em delegar o poder, podem provocar impaciências difíceis de acalmar : «Mas alguns dentre vós têm uma estranha impaciência em ver a paz concluída o mais rápido possível. Eles dizem que os quarenta dias que nós vos deixamos para deliberar são um prazo supérfluo, e que ao concedê-lo, nós não temos razão. Pois se vós nos enviastes a Lacedemônia com plenos poderes para este tratado, isso tinha o objetivo de nos dispensar de voltar mais uma vez à Assembléia. O que é, a meus olhos, prudência, é,

8 para eles, pulsilanimidade. Eles afirmam que jamais alguém salvou o povo ateniense persuadindo-o à luz do dia, e que é sem o seu consentimento ou o enganando que se lhe presta bons serviços. Eu não aprovo este discurso. Eu reconheço, Atenienses, que, em guerra, um general dedicado à cidade e sabendo o que deve ser feito, deve esconder seus objetivos à multidão dos combatentes e enganá-los para levá-los em direção ao perigo ; mas quando se vai negociar uma paz comum a todos os gregos, em relação à qual se vai prestar juramentos e se erguerá estelas gravadas, isso não comporta nem disfarce nem engano, e nós merecemos antes o elogio do que a crítica se, apesar dos plenos poderes que nos deram para ir negociar, nós propomos outra vez o assunto ao vosso exame» (Andócides, Sobre a paz, 33-34). Nós vemos aqui toda a dificuldade que existe em assumir uma decisão em nome de todos sem se submeter uma última vez ao corpo político soberano. Às vezes, nem um voto final colocava os negociadores completamente ao abrigo, então era muito mais seguro obter todas as garantias possíveis, o que obviamente provocava mais e mais atrasos. Esta dificuldade ligada à lentidão, à publicidade, às incertezas do voto majoritário, será sentida de forma prioritária pelos dirigentes envolvidos com adversários livres desses obstáculos, como no caso de Demóstenes às voltas com Felipe (Demóstenes, Sobre a coroa, 235), como vimos. Mas eles tinham consciência que estas desvantagens eram compensadas pelas contrapartidas do sistema, às quais eles eram apegados demais para aceitar o abandono ; era, em resumo, o preço a pagar para se viver em democracia. Eis aqui algumas reflexões acerca desta importante questão da visão e da visibilidade na cidade grega antiga. Bibliografia: F. ADRADOS, La democracia ateniense. Madri, Alianza, C. AMPOLO (org), La città antica. Guida storica e critica. Roma-Bari, Laterza, D. ASHERI, Distribuzioni di terre nell antica Grecia. Turim, Accademia delle Scienze, M.-F. BASLEZ, L étranger dans la Grèce antique. Paris, Les Belles Lettres, A. BERNAND, Guerre et violence dans la Grèce antique. Paris, Hachette, J.-M. BERTRAND, Inscriptions historiques grecques. Paris, Les Belles Lettres, A. BOEGEHOLD, A. SCAFURO (org), Athenian identity and civic ideology. Baltimore, The Johns Hopkins University, E. BRISSON, J.-P. BRISSON, J.-P. VERNANT, P. VIDAL-NAQUET, Démocratie, citoyenneté et héritage greco-romain. Paris, Liris, L. CANFORA, La démocratie comme violence. Paris, Desjonquères, 1989.

9 Ch. CAREY, Democracy in classical Athens. Londres, Bristol Classic Press, J. DAVIES, Wealth and the power of wealth in classical Athens. Salem, The Ayer Company, P. DUCREY, Guerre et guerriers dans la Grèce antique. Paris, Hachette, H. EFFENTERRE, La cité grecque. Des origines à la défaite de Marathon. Paris, Hacette, V. EHRENBERG, L État grec. Paris, François Maspero, C. FARRAR, The origins of democratic thinking. The invention of politics in classical Athens. Cambridge, University Press, M. FINLEY, Démocratie antique et démocratie moderne. Paris, Payot, M. FINLEY, L invention de la politique. Paris, flammarion, M. FINLEY Org), Problèmes de la terre en Grèce ancienne. Paris, Mouton, R. FLACELIÈRE, La vie quotidienne en Grèce au siècle de Périclès. Paris, Hachette, A. FUKS, The ancestral constitution. Westport, Greenwood Press, Y. GARLAN, Les esclaves en Grèce ancienne. Paris, François Maspero, P. GARNSEY, Famine et approvisionnement dane le monde greco-romain. Paris, Les Belles Lettres, P. GARNSEY, C. WHITTAKER (ORG), Imperialism in the ancient world. Cambridge, University Press, L. GERNET, Anthropologie de la Grèce ancienne. Paris, François Maspero, F. GHINATTI, I gruppi politici ateniesi fino alle guerre persiane. Roma, L Erma di Bretschneider, M. GIGANTE, La costituzione degli ateniesi. Studi sullo Pseudo-Senofonte. Nápoles, Giannini, G. GLOTZ, La cité grecque. Paris, Albin Michel, V. GUAZZONI FOÀ, La libertà nel mondo greco. Genova, Faccoltà di Lettere, M. HANSEN, Demography and democracy. The number of Athenian citizens in the fourth century B.C. Herning, Sistine, 1986.

10 M. HANSEN, La démocratie athénienne à l époque de Démosthène. Paris, Les Belles Lettres, M. HANSEN, Polis et cité-état. Un concept antique et son équivalent moderne. Paris, Les Belles Lettres, V. HANSON, Le modèle occidental de la guerre. Paris, Les Belles Lettres, V. HANSON, The other Greeks. The family farm and the agrarian roots of western civilization. Los Angeles, University of California Press, C. HIGNETT, A history of the Athenian constitution to the end of the fifth century B.C. Oxford, Clarendon Press, S. JOHNSTONE, Disputes and democracy. The consequences of litigation in ancient Athens. Austin, University of Texas Press, P. LÉVÊQUE, L aventure grecque. Paris, Armand Colin, P.LÉVÊQUE, P. VIDAL-NAQUET, Clisthène l Athénien. Paris, Les Belles Lettres, R. LONIS, La cité dans le monde grec. Paris, Nathan, N. LORAUX, La cité divisée. Paris, Payot, R. MEIGGS, D. LEWIS, A Selection of Greek historical inscriptions. Oxford, C. MOSSÉ, Le citoyen dans la Grèce antique. Paris, Nathan, C. MOSSÉ, Politique et société en Grèce ancienne. Le modèle athénien. Paris, Flammarion, Ch. MEIER, Introduction à l anthropologie politique de l antiquité classique. Paris, PUF, Ch. MEIER, La naissance du politique. Paris, Gallimard, J. OBER, Mass and elite in democratic Athens. Princeton, University Press, J. OBER, Political dissent in democratic Athens. Princeton, University Press, J. OBER, C. HEDRICK (org), Demokratia. A conversation on democracies, ancient and modern. Princeton, University Press, M. OSTWALD, From popular sovereignty to the sovereignty of law. Los Angeles, University of California Press, 1986.

11 C. PECORELLA LONGO, Eterie e gruppi politici nell Atene del IV sec. a.c. Florença, Pubblicazioni della Facoltà di Lettere e Filosofia dell Università di Padova, F. POLIGNAC, La naissance de la cité grecque. Paris, La Découverte, J. POUILLOUX, Choix d inscriptions grecques. Paris, Les Belles Lettres, P. RHODES, The Athenian Boule. Oxford, Clarendon Press, J. ROMILLY, Alcibiade ou les dangers de l ambition. Paris, Éditions de Fallois, J. ROMILLY, Problèmes de la démocratie grecque. Paris, Hermann, F. RUZÉ, Délibération et pouvoir dans la cite grecque de Nestor à Socrate. Paris, Publications de la Sorbonne, M. SAKELLARIOU, The polis-state. Definition and origin. Atenas, De Boccard, F. SARTORI, Le eterie nella vita política ateniesi del VI e V secolo A.C. Roma, L Erma di Bretschneider, R. SEALEY, The Athenian republic. Democracy or the rule of law? Londres, The Pennsylvania State University Press, G. E.M. de STE CROIX, The class struggle in the ancient greek world. New York, Cornell University Press, D. STOCKTON, The classical Athenian democracy. Oxford, University Press, M. TOD, A selection of Greek historical inscriptions. Oxford, F. VANNIER, Finances publiques et richesses privées dans le discours athénien. Paris, Les Belles Lettres, J.-P. VERNANT (org), L homme grec. Paris, Seuil, J.-P. VERNANT (org), Problèmes de la guerre en Grèce ancienne. Paris, Mouton, P. VIDAL-NAQUET, Os gregos, os historiadores, a democracia. São Paulo, Cia das Letras, O WATTEL, La politique dans l antiquité grecque. Paris, Armand Colin, E. WOOD, Contadini, cittadini & schiavi. La nascita della democrazia ateniese. Milão, Il Saggiatore, 1994.

12

MANUAL DO JOVEM DEPUTADO

MANUAL DO JOVEM DEPUTADO MANUAL DO JOVEM DEPUTADO Edição 2014-2015 Este manual procura expor, de forma simplificada, as regras do programa Parlamento dos Jovens que estão detalhadas no Regimento. Se tiveres dúvidas ou quiseres

Leia mais

LEGADOS / CONTRIBUIÇÕES. Democracia Cidadão democracia direta Olimpíadas Ideal de beleza Filosofia História Matemática

LEGADOS / CONTRIBUIÇÕES. Democracia Cidadão democracia direta Olimpíadas Ideal de beleza Filosofia História Matemática LEGADOS / CONTRIBUIÇÕES Democracia Cidadão democracia direta Olimpíadas Ideal de beleza Filosofia História Matemática GEOGRAFIA, ECONOMIA E POLÍTICA Terreno montanhoso Comércio marítimo Cidades-estado

Leia mais

A CIVILIZAÇÃO CLÁSSICA: GRÉCIA. Profº Alexandre Goicochea História

A CIVILIZAÇÃO CLÁSSICA: GRÉCIA. Profº Alexandre Goicochea História A CIVILIZAÇÃO CLÁSSICA: GRÉCIA Profº Alexandre Goicochea História ORIGENS O mundo grego antigo ocupava além da Grécia, a parte sul da península Balcânica, as ilhas do mar Egeu, a costa da Ásia Menor, o

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

- GUIA DO EMPRESÁRIO - Proatividade Uma questão de escolha

- GUIA DO EMPRESÁRIO - Proatividade Uma questão de escolha - GUIA DO EMPRESÁRIO - Proatividade Uma questão de escolha Planeta Contábil 2008 Todos os Direitos Reservados (www.planetacontabil.com.br) 1/7 Proatividade Uma questão de escolha Você chega sempre atrasado

Leia mais

Você é um Cristão Embaixador ou Turista do Reino de Deus?

Você é um Cristão Embaixador ou Turista do Reino de Deus? Você é um Cristão Embaixador ou Turista do Reino de Deus? 2 Coríntios 5:18-20 Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber,

Leia mais

LIÇÃO 8 Necessidades Sociais Satisfeitas

LIÇÃO 8 Necessidades Sociais Satisfeitas LIÇÃO 8 Necessidades Sociais Satisfeitas E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12). Esta é uma lição importante. Fixamos as condições para o nosso próprio

Leia mais

Lição 1 Como Amar os Inimigos

Lição 1 Como Amar os Inimigos Lição 1 Como Amar os Inimigos A. Como seus pais resolviam as brigas entres você e seus irmãos? B. Em sua opinião qual a diferença entre amar o inimigo e ser amigo do inimigo? PROPÓSITO: Aprender como e

Leia mais

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senhor presidente, Senhoras senadoras, senhores senadores Amigos das redes sociais que também estão nas ruas Estamos em época de competição de futebol. Nosso

Leia mais

Quem Desiste num momento de crise é porque realmente é um fraco!

Quem Desiste num momento de crise é porque realmente é um fraco! Paixão do Povo de Cristo x Paixão de Cristo Texto Base: provérbios 24.10 na Linguagem de Hoje: Quem é fraco numa crise, é realmente fraco. Na Bíblia A Mensagem : Quem Desiste num momento de crise é porque

Leia mais

Declaração Política. (Em defesa da Liberdade e da Democracia)

Declaração Política. (Em defesa da Liberdade e da Democracia) Declaração Política (Em defesa da Liberdade e da Democracia) O maior dos Presidentes americanos, Abraham Lincoln, definiu, uma vez, a democracia e a liberdade como o governo do povo, pelo povo e para o

Leia mais

PERDOAR E PEDIR PERDÃO, UM GRANDE DESAFIO. Fome e Sede

PERDOAR E PEDIR PERDÃO, UM GRANDE DESAFIO. Fome e Sede PERDOAR E PEDIR PERDÃO, UM GRANDE DESAFIO HISTÓRIA BÍBLICA: Mateus 18:23-34 Nesta lição, as crianças vão ouvir a Parábola do Servo Que Não Perdoou. Certo rei reuniu todas as pessoas que lhe deviam dinheiro.

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II

Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II Na orientação dessa semana faremos questões objetivas sobre filosofia política. II. Questões sobre Filosofia Política 1. Foi na Grécia de Homero que

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

John Locke e o fim da autoridade absoluta do governante

John Locke e o fim da autoridade absoluta do governante John Locke e o fim da autoridade absoluta do governante Sérgio Praça pracaerp.wordpress.com sergiopraca0@gmail.com Temas da Aula 2) Como estabelecer um governo? Constituintes e Constituição 3) Características

Leia mais

Tudo que você precisa saber a respeito de Deus está esta escrito no Salmo 23. Tudo que você precisa saber a teu respeito está escrito no Salmo 23.

Tudo que você precisa saber a respeito de Deus está esta escrito no Salmo 23. Tudo que você precisa saber a teu respeito está escrito no Salmo 23. Tema: DEUS CUIDA DE MIM. Texto: Salmos 23:1-6 Introdução: Eu estava pesando, Deus um salmo tão poderoso até quem não está nem ai prá Deus conhece uns dos versículos, mas poderosos da bíblia e o Salmo 23,

Leia mais

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 INTERVENÇÃO DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS Dr. Isaltino Afonso Morais Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 LOCAL: Figueirinha, Oeiras REALIZADO

Leia mais

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática 1 Sumário Introdução...04 O segredo Revelado...04 Outra maneira de estudar Inglês...05 Parte 1...06 Parte 2...07 Parte 3...08 Por que NÃO estudar Gramática...09 Aprender Gramática Aprender Inglês...09

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 88 Discurso na cerimónia de inauguração

Leia mais

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com perguntas respondidas pelo presidente Lula Manaus-AM,

Leia mais

SAMUEL, O PROFETA Lição 54. 1. Objetivos: Ensinar que Deus quer que nós falemos a verdade, mesmo quando não é fácil.

SAMUEL, O PROFETA Lição 54. 1. Objetivos: Ensinar que Deus quer que nós falemos a verdade, mesmo quando não é fácil. SAMUEL, O PROFETA Lição 54 1 1. Objetivos: Ensinar que Deus quer que nós falemos a verdade, mesmo quando não é fácil. 2. Lição Bíblica: 1 Samuel 1 a 3 (Base bíblica para a história o professor) Versículo

Leia mais

AULA MOTIVACIONAL WILLIAM DOUCLAS DATA: 25/05/2007 MATERIAL DO PROFESSOR

AULA MOTIVACIONAL WILLIAM DOUCLAS DATA: 25/05/2007 MATERIAL DO PROFESSOR MATERIAL DO PROFESSOR PALESTRA MOTIVACIONAL PROFº WILLIAM DOUGLAS 25.05.07 Para passar em concursos, devemos ter atitudes e comportamentos: - disciplina; - conhecimento da matéria; - técnicas de como fazer

Leia mais

SENDO UMA PESSOA MANSA E CONTROLADA.

SENDO UMA PESSOA MANSA E CONTROLADA. SENDO UMA PESSOA MANSA E CONTROLADA. Chegamos à reta final de nossa caminha de transformação, restando apenas os dois últimos gomos do Fruto do Espírito. Estes dois últimos gomos, são os mais difíceis

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 20 Discurso na cerimónia "Jovens

Leia mais

Vamos ver quem manda aqui (Adaptação do livro Política para meu Filho)

Vamos ver quem manda aqui (Adaptação do livro Política para meu Filho) INSTITUTO DE EDUCAÇÃO INFANTIL E JUVENIL COOPERATIVA DE PAIS Vamos ver quem manda aqui (Adaptação do livro Política para meu Filho) Texto CAPÍTULO I AQUI ESTAMOS REUNIDOS Você abre os olhos e olha à sua

Leia mais

LIÇÃO 2 Esteja Preparado

LIÇÃO 2 Esteja Preparado LIÇÃO 2 Esteja Preparado Lembra-se do dia em que começou a aprender a ler? Foi muito difícil, não foi? No princípio não sabemos nada sobre leitura. Depois ensinaramlhe a ler as primeiras letras do alfabeto.

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas

Manual de Aplicação do Jogo da Escolha. Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas Manual de Aplicação do Jogo da Escolha Um jogo terapêutico para jovens usuários de drogas 1 1. Como o jogo foi elaborado O Jogo da Escolha foi elaborado em 1999 pelo Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas

Leia mais

Declaração Política. (A Ditadura Açoriana)

Declaração Política. (A Ditadura Açoriana) Declaração Política (A Ditadura Açoriana) Os primeiros Parlamentos Liberais da História criaram o sistema de imunidades parlamentares. Este mecanismo de salvaguarda da independência parlamentar foi concebido

Leia mais

Preparando-se para a luta espiritual (O capacete da salvação e a espada do Espírito) Efésios 6.17,18 Pr. Vlademir Silveira Série Armadura de Deus

Preparando-se para a luta espiritual (O capacete da salvação e a espada do Espírito) Efésios 6.17,18 Pr. Vlademir Silveira Série Armadura de Deus Preparando-se para a luta espiritual (O capacete da salvação e a espada do Espírito) Efésios 6.17,18 Pr. Vlademir Silveira Série Armadura de Deus Mensagem # 5 IBMC 03/11/12 INTRODUÇÃO Vídeo: Como ter a

Leia mais

O Ponto entrevista Letícia Odorizi, aprovada em 1º lugar para ATRFB!

O Ponto entrevista Letícia Odorizi, aprovada em 1º lugar para ATRFB! O Ponto entrevista Letícia Odorizi, aprovada em 1º lugar para ATRFB! A história da Letícia Odorizi, aprovada em 1º lugar para Analista Tributário da Receita Federal do Brasil, é mais uma das histórias

Leia mais

Caros ouvintes vos peço. Atenção uma vez mais. Para fazer uma análise. Creio interessa demais. O tema é muito importante. Me escutem por um instante

Caros ouvintes vos peço. Atenção uma vez mais. Para fazer uma análise. Creio interessa demais. O tema é muito importante. Me escutem por um instante A POLÍTICA E A POLITICAGEM Literatura de cordel Autor: PAULO TARCISO Caros ouvintes vos peço Atenção uma vez mais Para fazer uma análise Creio interessa demais O tema é muito importante Me escutem por

Leia mais

O regime democrático apareceu em Atenas no século V a.c., concretizado pelas reformas legislativas levadas a efeito pelo arconte Clístenes (508 a

O regime democrático apareceu em Atenas no século V a.c., concretizado pelas reformas legislativas levadas a efeito pelo arconte Clístenes (508 a IDEIAS A RETER SOBRE A GRÉCIA O regime democrático apareceu em Atenas no século V a.c., concretizado pelas reformas legislativas levadas a efeito pelo arconte Clístenes (508 a 507) e mais tarde aperfeiçoadas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 1295 Honra-vos terdes escolhido,

Leia mais

D E D I C A T Ó R I A

D E D I C A T Ó R I A DEDICATÓRIA Qual será então minha recompensa, Tito, se alivio tua pena e se apaziguo o tormento que te faz sofrer? Pois me é permitido, não é mesmo, Ático?, dirigirme a ti com os mesmos versos que os dirigidos

Leia mais

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 1 a Edição Editora Sumário Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9 Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15 Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 Santos, Hugo Moreira, 1976-7 Motivos para fazer

Leia mais

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista.

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

Análise do Edital AFRFB 2014

Análise do Edital AFRFB 2014 Análise do Edital AFRFB 2014 Olá amigos concurseiros, Hoje (dia 10/03/2014) saiu o edital para o concurso de AUDITOR FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL (AFRFB). Serão 278 vagas. Entretanto, já sabemos

Leia mais

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça?

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Caro amigo (a) Se sua empresa está sofrendo com a falta de clientes dispostos a comprar os

Leia mais

Lista de Exercícios:

Lista de Exercícios: PROFESSOR(A): Ero AVALIAÇÃO RECUPERAÇÃO DATA DA REALIZAÇÃO ROTEIRO DA AVALIAÇÃO 2ª ETAPA AVALIAÇÃO RECUPERAÇÃO DISCIPLINA: HISTÓRIA ANO: 6º CONTÉUDOS ABORDADOS Cap. 4: o mundo grego todos os temas Cap

Leia mais

OBJEÇÕES INSTRUMENTO DE SUCESSO O LADO POSITIVIO DAS OBJEÇÕES PARA APRIMORAR O PROFISSIONAL DE VENDAS. Vista a camisa do 0800 E SEJA UM VENCEDOR!!!

OBJEÇÕES INSTRUMENTO DE SUCESSO O LADO POSITIVIO DAS OBJEÇÕES PARA APRIMORAR O PROFISSIONAL DE VENDAS. Vista a camisa do 0800 E SEJA UM VENCEDOR!!! OBJEÇÕES INSTRUMENTO DE SUCESSO O LADO POSITIVIO DAS OBJEÇÕES PARA APRIMORAR O PROFISSIONAL DE VENDAS. OBJEÇÕES VILÃS OU OPORTUNIDADES? A VISÃO ORIENTAL SOBRE Um para CRISE PERIGO (JI) A VISÃO ORIENTAL

Leia mais

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil Documento do MEJ Internacional Para que a minha alegria esteja em vós Por ocasião dos 100 anos do MEJ O coração do Movimento Eucarístico Juvenil A O coração do MEJ é a amizade com Jesus (Evangelho) B O

Leia mais

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra. Senhor Representante de Sua Excelência o Presidente da República, General Rocha Viera, Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Leia mais

O povo da graça: um estudo em Efésios # 34 Perseverando com graça - Efésios 6.18-24

O povo da graça: um estudo em Efésios # 34 Perseverando com graça - Efésios 6.18-24 Perseverando com graça Efésios 6.18-24 O povo da graça: um estudo em Efésios # 34 18 Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem

Leia mais

UNIDADE VI ESCREVENDO E-MAILS QUE GERAM RESULTADOS

UNIDADE VI ESCREVENDO E-MAILS QUE GERAM RESULTADOS UNIDADE VI ESCREVENDO E-MAILS QUE GERAM RESULTADOS Nessa unidade vou mostrar para você como escrever e-mails que geram resultados. Mas que resultados são esses? Quando você escreve um e-mail tem que saber

Leia mais

ulher não fala muito Mulher pensa alto

ulher não fala muito Mulher pensa alto ulher não fala muito Mulher pensa alto bla bla PROF. GRETZ Mulher não fala muito. Mulher pensa alto. Reflexões bem humoradas para uma ótima vida a dois Florianópolis 2014 1. Silêncio 7 2. Percepção 13

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

GRAÇA E FÉ por Rev. Fernando Almeida

GRAÇA E FÉ por Rev. Fernando Almeida 1 GRAÇA E FÉ por Rev. Fernando Almeida Introdução Muitos de nós ouvimos, com certa freqüência, pregadores que ao fazerem apelo, dizem coisas do tipo: dê uma chance para Jesus ou ainda deixe Jesus entrar

Leia mais

NIVEL PRATICANTE. Consultas de Registros Akáshicos PARTE 3. Tranformações e Prosperidade

NIVEL PRATICANTE. Consultas de Registros Akáshicos PARTE 3. Tranformações e Prosperidade NIVEL PRATICANTE Consultas de Registros Akáshicos PARTE 3 Tranformações e Prosperidade 1 MÓDULO 1 Sua Consulta : Legacia Financeira Esta parte do nível dos profissional é uma sessão de 3 partes que vai

Leia mais

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado

Um exemplo prático. Como exemplo, suponha que você é um recémcontratado pessoas do grupo. Não basta simplesmente analisar cada interpretação possível, é preciso analisar quais as conseqüências de nossas possíveis respostas, e é isso que proponho que façamos de forma racional.

Leia mais

Escravismo Antigo. Baseado na liberdade que se tem. Dois grupos sociais: Desenvolvimento intelectual, artístico, militar e político

Escravismo Antigo. Baseado na liberdade que se tem. Dois grupos sociais: Desenvolvimento intelectual, artístico, militar e político Escravismo Antigo Estrutura econômica Escravos produzem maior parte da riqueza Estrutura social Baseado na liberdade que se tem. Dois grupos sociais: à Livres: Desenvolvimento intelectual, artístico, militar

Leia mais

Riquezas. Vincent Cheung

Riquezas. Vincent Cheung 1 Riquezas Vincent Cheung Jesus diz: Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens (Lucas 12:15). Desde o início, sabemos que uma

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

Proposta de Lei da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas

Proposta de Lei da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas da Imigração Inovações que mudam a vida das pessoas Fui expulso, mas tenho um filho menor a cargo a viver em Portugal. Podem recusar-me a entrada? Sim. A residência de filhos menores em Portugal é apenas

Leia mais

Um domingo além da razão

Um domingo além da razão Um domingo além da razão Leon Tolstói Confissão Minha pergunta - aquela que aos 50 anos quase me levou ao suicídio - era a mais simples das perguntas que habitam a alma de qualquer ser humano... uma pergunta

Leia mais

AS TRÊS EXPERIÊNCIAS

AS TRÊS EXPERIÊNCIAS Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 8 Ọ ANO EM 2014 Disciplina: PoRTUGUÊs Prova: desafio nota: Texto para as questões de 1 a 7. AS TRÊS EXPERIÊNCIAS Há três coisas para

Leia mais

Sou Helena Maria Ferreira de Morais Gusmão, Cliente NOS C827261492, Contribuinte Nr.102 297 878 e venho reclamar o seguinte:

Sou Helena Maria Ferreira de Morais Gusmão, Cliente NOS C827261492, Contribuinte Nr.102 297 878 e venho reclamar o seguinte: Exmos. Senhores. Sou Helena Maria Ferreira de Morais Gusmão, Cliente NOS C827261492, Contribuinte Nr.102 297 878 e venho reclamar o seguinte: Sou cliente desde a época da TVTel nunca, até hoje, mudei de

Leia mais

Atividade - Sequência Conrado Adolpho

Atividade - Sequência Conrado Adolpho Atividade - Sequência Conrado Adolpho Agora, eu quero lhe apresentar os 6 e-mails do conrado adolpho para vender o 8ps. Quero que você leia está sequência com muita atenção e, depois, responda às provocações

Leia mais

Indice. Bullying O acaso... 11

Indice. Bullying O acaso... 11 Indice Bullying O acaso... 11 Brincadeira de mau gosto. Chega! A história... 21 O dia seguinte... 47 A paixão... 53 O reencontro... 61 O bullying... 69 9 Agosto/2010 O acaso Terça-feira. O sol fazia um

Leia mais

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões 8 Passos para o Recrutamento Eficaz Por Tiago Simões Uma das coisas que aprendi na indústria de marketing de rede é que se você não tem um sistema de trabalho que comprovadamente funcione, muito provavelmente

Leia mais

A OFERTA DE UM REI (I Crônicas 29:1-9). 5 - Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao SENHOR?

A OFERTA DE UM REI (I Crônicas 29:1-9). 5 - Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao SENHOR? A OFERTA DE UM REI (I Crônicas 29:1-9). 5 - Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao SENHOR? Esse texto é um dos mais preciosos sobre Davi. Ao fim de sua vida,

Leia mais

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS Minhas áreas de atuação são, pela ordem de número de eventos: Gestão de Projetos; Gestão de Ativos; Gestão de Segurança Industrial e Gestão Estratégica de empresas. Considero-me,

Leia mais

TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL TESTE: RELACIONAMENTO INTERPESSOAL (JANELA JOHARI) É constituído de 20 situações possíveis de ocorrer dentro de uma empresa, composto por duas afirmativas de resposta em cada. O usuário deve analisar qual

Leia mais

Márcio Ronaldo de Assis 1

Márcio Ronaldo de Assis 1 1 A JUSTIÇA COMO COMPLETUDE DA VIRTUDE Márcio Ronaldo de Assis 1 Orientação: Prof. Dr. Juscelino Silva As virtudes éticas derivam em nós do hábito: pela natureza, somos potencialmente capazes de formá-los

Leia mais

JESUS É A LUZ DO MUNDO João 8.12 Pr. Vlademir Silveira IBME 24/03/13

JESUS É A LUZ DO MUNDO João 8.12 Pr. Vlademir Silveira IBME 24/03/13 JESUS É A LUZ DO MUNDO João 8.12 Pr. Vlademir Silveira IBME 24/03/13 INTRODUÇÃO O Evangelho de João registra 7 afirmações notáveis de Jesus Cristo. Todas começam com Eu sou. Jesus disse: Eu sou o pão vivo

Leia mais

Tudo parece impossível até que seja feito. - Nelson Mandela

Tudo parece impossível até que seja feito. - Nelson Mandela 0 1 Tudo parece impossível até que seja feito. - Nelson Mandela Este é um guia que pode realmente transformar a vida das pessoas. É uma revolução sem violência e que estamos lutando contra um grande inimigo

Leia mais

Curso de Discipulado

Curso de Discipulado cidadevoadora.com INTRODUÇÃO 2 Este curso é formado por duas partes sendo as quatro primeiras baseadas no evangelho de João e as quatro últimas em toda a bíblia, com assuntos específicos e muito relevantes

Leia mais

ANÁLISE DO FILME OS 300 & A CIDADE GREGA ESPARTA

ANÁLISE DO FILME OS 300 & A CIDADE GREGA ESPARTA FACELI FACULDADE SUPERIOR DE LINHARES DISCIPLINA DE HISTÓRIA DO DIREITO CURSO DE DIREITO / 1º DIREITO B ANÁLISE DO FILME OS 300 & A CIDADE GREGA ESPARTA BARBARA LICIA JAMARA FERREIRA P. ARAUJO JANE SCHULZ

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

Capítulo 9 Emprego. 9.1 Introdução

Capítulo 9 Emprego. 9.1 Introdução Capítulo 9 Emprego 9.1 Introdução Hoje em dia, as redes sociais são as grandes responsáveis pelas contratações de emprego. Muitos dos responsáveis por recrutamento e recursos humanos das empresas avaliam

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

Jesus contou aos seus discípulos esta parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar.

Jesus contou aos seus discípulos esta parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar. Lc 18.1-8 Jesus contou aos seus discípulos esta parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar. Ele disse: "Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus nem se importava

Leia mais

LEMA: EU VIM PARA SERVIR (Mc 10,45) TEMA: FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE

LEMA: EU VIM PARA SERVIR (Mc 10,45) TEMA: FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE LEMA: EU VIM PARA SERVIR (Mc 10,45) TEMA: FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE Introdução A CF deste ano convida-nos a nos abrirmos para irmos ao encontro dos outros. A conversão a que somos chamados implica

Leia mais

PREGAÇÃO DO DIA 30 DE NOVEMBRO DE 2013 TEMA : A LUTA PELA FÉ PASSAGEM BASE: FILIPENSES 1:27-30

PREGAÇÃO DO DIA 30 DE NOVEMBRO DE 2013 TEMA : A LUTA PELA FÉ PASSAGEM BASE: FILIPENSES 1:27-30 PREGAÇÃO DO DIA 30 DE NOVEMBRO DE 2013 TEMA : A LUTA PELA FÉ PASSAGEM BASE: FILIPENSES 1:2730 FILIPENSES 1:2730 Somente deveis portarvos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 37 Discurso na cerimónia de retomada

Leia mais

Consagração do Aposento. Hinos de DESPACHO Hinos de CONCENTRAÇÃO Hinário CRUZEIRINHO Mestre Irineu Hinos de ENCERRAMENTO

Consagração do Aposento. Hinos de DESPACHO Hinos de CONCENTRAÇÃO Hinário CRUZEIRINHO Mestre Irineu Hinos de ENCERRAMENTO Oração Pai Nosso Ave Maria Chave Harmonia Hinos da ORAÇÃO Consagração do Aposento Hinos de DESPACHO Hinos de CONCENTRAÇÃO Hinário CRUZEIRINHO Mestre Irineu Hinos de ENCERRAMENTO Pai Nosso - Ave Maria Prece

Leia mais

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo IV

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo IV Mark Ford 11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo IV Capítulo Quatro O Guia Definitivo para enfrentar suas Dívidas Em algum nível, mesmo que rudimentar, todos sabemos que o endividamento é perigoso.

Leia mais

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo II

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo II Capítulo II Mark Ford 11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo Dois Como uma nota de $10 me deixou mais rico do que todos os meus amigos Das centenas de estratégias de construção de riqueza que

Leia mais

Grécia Antiga II. Cronologia

Grécia Antiga II. Cronologia Grécia Antiga II Cronologia Grécia - Cronologia Período pré-homérico (séc. XX- XII a.c) Migrações dos povos formadores da Grécia Período Homérico (séc. XII- VIII a.c) Genos (comunidades políticas) se estruturam,

Leia mais

filosofia contemporânea

filosofia contemporânea filosofia contemporânea carlos joão correia 2014-2015 1ºSemestre John Perry Um amnésico, de nome Rudolf Lingens, perde-se na biblioteca da [Universidade] de Stanford. Lê várias coisas na biblioteca, incluindo

Leia mais

Depressão e Qualidade de Vida. Dra. Luciene Alves Moreira Marques Doutorado em Psicobiologia pela UNIFESP

Depressão e Qualidade de Vida. Dra. Luciene Alves Moreira Marques Doutorado em Psicobiologia pela UNIFESP Depressão e Qualidade de Vida Dra. Luciene Alves Moreira Marques Doutorado em Psicobiologia pela UNIFESP 1 Percepções de 68 pacientes entrevistadas. 1. Sentimentos em relação à doença Sinto solidão, abandono,

Leia mais

- GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins

- GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins - GUIA DO EMPRESÁRIO - Lucros Bons e Lucros Ruins Planeta Contábil 2008 Todos os Direitos Reservados (www.planetacontabil.com.br) 1/5 Lucros Bons e Lucros Ruins Podemos pensar que lucrar é sempre bom,

Leia mais

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão 3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão ACADEMIA DE PLATÃO. Rafael, 1510 afresco, Vaticano. I-Revisão brevíssima

Leia mais

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt São Paulo-SP, 05 de dezembro de 2008 Presidente: A minha presença aqui

Leia mais

Desenvolvimento sustentável: o que é e como alcançar? 1. Marina Silva 2

Desenvolvimento sustentável: o que é e como alcançar? 1. Marina Silva 2 Desenvolvimento sustentável: o que é e como alcançar? 1 Boa tarde a todos e a todas! Marina Silva 2 Quero dizer que é motivo de muita satisfação participar de eventos como esse porque estamos aqui para

Leia mais

CAPÍTULO: 5 AULAS: 9, 10, 11 e 12 GRÉCIA ANTIGA

CAPÍTULO: 5 AULAS: 9, 10, 11 e 12 GRÉCIA ANTIGA CAPÍTULO: 5 AULAS: 9, 10, 11 e 12 GRÉCIA ANTIGA INTRODUÇÃO Período: 2000 a.c. 146 a.c. Região: Península Balcânica: Solo pobre e montanhoso. Várias ilhas. Uso da navegação. ORIGENS Ilha de Creta. Vida

Leia mais

Um crente bêbado é melhor que o sóbrio desviado Pr. Harry Tenório. Pelo teu nome por sua vida eu não farei uma coisas dessas! 2 Sm 11.

Um crente bêbado é melhor que o sóbrio desviado Pr. Harry Tenório. Pelo teu nome por sua vida eu não farei uma coisas dessas! 2 Sm 11. Um crente bêbado é melhor que o sóbrio desviado Pr. Harry Tenório Pelo teu nome por sua vida eu não farei uma coisas dessas! 2 Sm 11.11 Introdução Negar princípios parece ser uma coisa comum em nossos

Leia mais

O seu conceito das religiões é como o seguinte quadro?

O seu conceito das religiões é como o seguinte quadro? ...as religiões? Sim, eu creio que sim, pois não importa a qual religião pertença. O importante é apoiar a que tem e saber levá-la. Todas conduzem a Deus. Eu tenho minha religião e você tem a sua, e assim

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 97 Discurso no banquete oferece/do

Leia mais

O GERENTE MINUTO. Como Tomar Decisões Rápidas. (Resumo do Livro dos autores: Kenneth Blancharo & Spencer Jonhson Editora Record)

O GERENTE MINUTO. Como Tomar Decisões Rápidas. (Resumo do Livro dos autores: Kenneth Blancharo & Spencer Jonhson Editora Record) O GERENTE MINUTO Como Tomar Decisões Rápidas (Resumo do Livro dos autores: Kenneth Blancharo & Spencer Jonhson Editora Record) Este livro relata a história de um jovem que andava a procura de um Gerente

Leia mais

OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS

OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS O LIVRO DOS ESPÍRITOS CAPÍTULO 10 OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS 558 Os Espíritos fazem outra coisa além de se aperfeiçoar individualmente? Eles concorrem para a harmonia do universo ao executar os

Leia mais

O Espiritismo é a Luz do Cristo Jesus.

O Espiritismo é a Luz do Cristo Jesus. 2 1 O Espiritismo é a Luz do Cristo Jesus. Ele era manso como os cordeiros e a sua palavra tinha a doçura de uma brisa num dia quente. Nada queria dos humanos, tudo prometia e dava a humanidade. Sua palavra

Leia mais

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus Ensino - Ensino 11 - Anos 11 Anos Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus História Bíblica: Mateus 3:13 a 17; Marcos 1:9 a 11; Lucas 3:21 a 22 João Batista estava no rio Jordão batizando as pessoas que queriam

Leia mais

Jornalista: Eu queria que o senhor comentasse (incompreensível)?

Jornalista: Eu queria que o senhor comentasse (incompreensível)? Entrevista concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após cerimônia de apresentação dos resultados das ações governamentais para o setor sucroenergético no período 2003-2010 Ribeirão

Leia mais