A DITADURA MILITAR BRASILEIRA E A POLÍTICA EDUCACIONAL: LEIS Nº 5.540/68 E Nº 5.692/71

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A DITADURA MILITAR BRASILEIRA E A POLÍTICA EDUCACIONAL: LEIS Nº 5.540/68 E Nº 5.692/71"

Transcrição

1 A DITADURA MILITAR BRASILEIRA E A POLÍTICA EDUCACIONAL: LEIS Nº 5.540/68 E Nº 5.692/71 Ana Cristina Hammel Gelson Kruk da Costa 1 Ivone Meznek RESUMO O presente artigo tem como objetivo analisar as políticas educacionais brasileiras e sua relação com o projeto econômico em implantação durante o período de ditadura militar no Brasil. Neste sentido, inicialmente, apresentamos uma breve contextualização histórica, buscando estabelecer relações entre a necessidade da época de formação de quadros para a indústria, as interferências e/ou influências internacionais neste processo e a formação da classe trabalhadora no contexto político e social. Num segundo momento, analisamos, ainda que de maneira sucinta, as mudanças na política educacional durante a ditadura militar, mais especificamente sob as leis 5.540/68 e 5.692/71, buscando identificar as adequações realizadas no sistema educativo nacional. Esse trabalho é de cunho teórico em que são analisados autores pertinentes ao tema e espera-se, ao final do mesmo, colaborar na crítica quanto ao caráter tecnicista e pragmático da educação, mirando, com isso, contribuir para a reflexão sobre a necessidade de se repensar os caminhos da educação brasileira. Palavras-chave: Ditadura Militar; Educação; Reformas. Introdução O período entre 1964 a 1985 foi uma época marcada pela intervenção militar, pela burocratização do ensino público, por teorias e métodos pedagógicos que buscavam restringir a autonomia de educadores e educandos, reprimindo, inclusive através da violência, qualquer movimento que se caracterizasse barreira para o pleno desenvolvimento dos ideais do regime político vigente, conduzindo o sistema de instrução brasileiro a uma submissão aos ditames da política centralizada e tecnocrática adotada pelo regime militar até o momento, inigualável. Conforme Brzezinski (1996) na década de 60, a sociedade brasileira vê consolidar-se o modelo econômico urbano/industrial e com isso, a classe burguesa, que 1 Aluno do Programa de Pós-Graduação strictu sensu em Educação, nível de Mestrado, pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE (2011). Telefone (42)

2 anteriormente defendia o aumento do consumo e a autonomia nacional da indústria, incorporou-se à nova tendência de internacionalização do mercado interno, compartilhando com as multinacionais os lucros advindos do emprego da moderna tecnologia e do congelamento do salário das classes populares. A classe detentora do capital lutava para que se desenvolvesse o processo de acumulação do capital, a fim de garantir a expansão da economia de acordo com seus próprios interesses. O acirramento da luta em defesa dos interesses opostos das duas classes antagônicas, ampliadas por segmentos da sociedade que se identificavam com as reivindicações, prenunciava um momento decisivo de reorganização da sociedade política e civil. É nesse momento que as Forças Armadas, como corporação, ocupam o Estado mediante o golpe militar de Couto (1999) aponta que foi mais precisamente em 31 de março de 1964 que os militares derrubam o então presidente João Goulart e assumem o poder, num regime que irá permanecer até O ato contou com amplo apoio de setores da classe média e alta, da igreja católica, setores da imprensa e com a simpatia dos Estados Unidos. Ressaltou-se um discurso interno de salvar a democracia, diante da ameaça comunista, da baderna, da corrupção e de restabelecer o desenvolvimento econômico experimentado em Neste contexto os militares encontram respaldo entre os setores privilegiados da sociedade brasileira. A promessa de geração de emprego, desenvolvimento tecnológico e modernização empolgam a população, porém o preço pago pelos que se opõem a ordem estabelecida reflete-se nas torturas, assassinatos e extradições. Movimentos de contestações são fortemente reprimidos, as liberdades pessoais e de impressa são suspensas e limitadas por Decretos e Atos Institucionais. Afinal, empossou-se o presidente da República. Temos o homem, um homem que segundo a voz geral é honrado, e, segundo alguns, é até inteligente. Acredito na sua honradez, mas continuo a pensar mal da inteligência militar. Coisa cá minha, que em nada subverte ou mutila as sadias instituições pátrias. Temos o homem. Desde 31 de março, a violência impera no País com a conivência do Alto Comando Militar entidade abstrata, fluida, sem contornos, sem definições. Por trás da abstração, advinha-se o concreto apetite da vingança e do ódio de alguns. [...] Sobre esse homem pesam, agora, as responsabilidades, os deveres, e, sobretudo, as imposições de todas as sedes e fomes que pretendem devorar o País, devorando primeiro a sua liberdade e a sua vergonha. (CONY, 2004, p. 33) 2

3 A repressão é cantada aos quatro ventos, Carlos Heitor Cony retrata o clima pós Golpe de 1964 e a complexidade que se instaura no país, impulsionado por algumas condições estruturais vivenciadas na conjuntura mundial, como o processo de industrialização e o crescente processo de urbanização, aumento do proletariado e a participação dos jovens nas movimentações políticas e libertárias. No Brasil, em 1968, intensificaram-se movimentos pela liberdade e contestação, as greves operárias e o movimento estudantil cumpriram um importante papel nos questionamentos da política estatal. Em reposta aos apelos populares, o Congresso Nacional promove o AI-5, Ato Institucional que suprimia os direitos civis, especialmente no que se refere às liberdades de expressão. O governo central passa a ter poderes quase que absolutos, inclusive para prender, deportar, cassar mandatos, censurar a impressa, torturar, entre outros experimentados pelos militares. (COUTO, 1999). Brzezinski (idem) ainda menciona que dessa forma, implantou-se no País um regime autoritário de governo, centralizou-se o processo de decisão no Poder Executivo, tendo em vista o controle de certas áreas vitais de segurança nacional. Organizaram-se novos processos de administração, planejamento e controle para todas as áreas governamentais. Criaram-se mecanismos explícitos e implícitos que tentavam garantir a estabilidade social necessária à acumulação do capital, numa economia atravessada pelos preceitos da produção monopolista, da tecnologia industrial e da organização dependente de transferência de tecnologia. Entre os mecanismos explícitos podem ser citados: a extinção dos partidos políticos, o controle dos sistemas legislativo e judiciário, a censura dos meios de comunicação e a restrição de manifestações políticas, o controle do aparelho sindical e dos movimentos sociais organizados pela sociedade civil, a extinção da União Nacional dos Estudantes e a organização do aparato repressivo e dos sistemas de informação. Os militares se apoiaram em duas correntes ideológicas para legitimar seu governo: a ideologia da ordem e a tecnocrática. A primeira representava a corrente hegemônica civil-militar, que assumia o poder em nome da segurança nacional e da paz social; a segunda assentava-se num economicismo monetarista e tinha como representantes os líderes dos setores técnicos do governo comprometidos com a promoção do desenvolvimento econômico. 3

4 Assim, a ideologia tecnocrática passou a orientar também a política educacional definida nos planos globais de desenvolvimento nacional elaborados pelos técnicos do Ministério do Planejamento. Os tecnocratas, contudo, passaram a ser influenciados pelos militares que assumiram, implicitamente, os interesses econômicos do complexo empresarial. Essa ideologia foi tomando, posteriormente, características de uma ideologia tecnocrático-militar. Ghiraldelli (2000) confirma essa situação quando coloca que o ministro Roberto Campos, em uma palestra sobre Educação e Desenvolvimento Econômico, demonstra a necessidade de atrelar a escola ao mercado de trabalho, sugerindo um vestibular mais rigoroso para as áreas que não atendessem às demandas do mercado. Dessa forma, dentro da ótica do mercado de trabalho, os militares planejaram um sistema educacional que por um lado, o Ensino Médio, atendesse às massas e por outro lado, o Ensino Universitário, fosse reservado às elites, assim, advogava-se publicamente a profissionalização da escola média com objetivos de contenção das aspirações ao ensino superior. Pode-se dizer, portanto, que ao contextualizar a ditadura militar e as influências na educação nacional passa-se por entender a lógica governamental de um grupo da elite, com grande poder repressivo, amplamente comprometido com a burguesia provinciana e com as políticas internacionais de desenvolvimento do capitalismo. Neste sentido, a educação será instrumento para respaldar as ações desta forma de entender a sociedade. A escola não seria mais um espaço de desenvolvimento humano, político e cultural, mais sim um espaço de profissionalização, de formação de mão-de-obra para o sistema produtivo. As leis que serão analisadas na sequência deste texto demonstram como foi sua implementação e as principais características nos níveis da escolarização superior e básico, especialmente no que se refere ao ensino médio, na época 2º grau. Contextualização da política educacional no governo militar brasileiro: leis 5.540/68 e 5.692/71. De acordo com Ferreira e Bittar (2008) as Leis nº 5.540/68 e nº 5.692/71 são frutos da necessidade produtiva vivenciada pelo país: a formação de mão-de-obra e do desenvolvimento produtivo e tecnocrático do sistema capitalista implantado no país. Em suas palavras: Foram reformas educacionais que estavam inseridas num contexto 4

5 histórico de transição de uma sociedade agrária para uma sociedade urbano-industrial, cujas transformações societárias se desenrolavam desde (idem, p. 336). Os autores seguem dizendo que as leis foram formuladas por intelectuais do regime, ou seja, formuladores da concepção tecnocrática, com caráter educacional elitista e autoritário. Os técnicos responderam as necessidades dos militares e as altas camadas da sociedade. Fonseca (2005) corrobora dizendo que a educação atuava na garantia de consolidar uma nação desenvolvida economicamente e harmônica. Isso também fica evidente no trecho a seguir: (...) o projeto Brasil, país do futuro, assentado no processo de modernização autoritária das relações capitalistas de produção, repercutiu, em decorrência das demandas científicas e tecnológicas que a sociedade urbano-industrial exigia, tanto no âmbito da reforma universitária de 1968 quanto na reforma da educação básica que instituiu o sistema nacional de 1 e 2 graus, em A cronologia dos acontecimentos é reveladora da lógica economicista que presidia os objetivos propugnados pelos governos dos generais-presidentes: primeiramente, os planejamentos econômicos, nos quais estavam estabelecidas as diretrizes que vinculavam organicamente economia e educação, e depois a materialização dessas diretivas no âmbito das reformas educacionais. (FERREIRA, BITTAR, 2008, p. 340). Percebe-se que o objetivo maior na reforma da educação não tinha como prioridade a garantia de proporcionar um processo educacional de qualidade para a população, mas a principal preocupação estava voltada à adequação desse processo para suprir as necessidades emergentes da industrialização. Martins (2005) contribui apontando que o caráter tecnicista e centralizador da educação demonstram a necessidade de controle, estabelecidos até mesmo na definição de um currículo comum para os diferentes Estados do País. Esta nova ordem altera as relações de trabalho dentro do ambiente escolar, capaz de criar novas relações de classificação entre os alunos e professores, bem como novas formas de gestão das instituições escolares. Ao analisar as reformas durante a ditadura, Ferreira e Bittar (idem) também revelam as fontes de embasamento teórico dos tecnocratas, entre elas a forte influência da Escola de Chicago e da Teoria do Capital Humano. Segundo os autores: No tocante à questão educacional, os tecnocratas defendiam como pressuposto básico aplicação da teoria do capital humano, como fundamentação teórico-metodológica instrumental para o aumento da produtividade econômica da sociedade. A tecnocracia brasileira era filiada aos ditames emanados da escola econômica sediada na Universidade de Chicago (EUA) e, portanto, afeita às teorias aplicadas à educação desenvolvidas por Theodore W. Schultz ( ). Para ele, a instrução 5

6 e a educação eram, antes de tudo, valores sociais de caráter econômico. Portanto, a instrução/educação é considerada como um bem de consumo, cuja principal propriedade é ser um bem permanente de longa duração, por conseguinte, diferente de outras mercadorias consumidas pelos indivíduos durante as suas vidas. (p. 343). Verifica-se que apesar de se ressaltar a educação como uma mercadoria diferenciada, nesta perspectiva, a educação é reduzida a um produto de consumo. Não se leva em consideração a construção do conhecimento, mas a forma como a educação deve inserir os trabalhadores no sistema produtivo e responder às normas e regras préestabelecidas por uma organização imposta. Isso fica evidente na forma como ocorreram as reformas educacionais durante o período da Ditadura Militar. A reforma universitária aconteceu em um período de repressão em que a democracia não se fazia presente devido ao modelo autoritário de governo. Esta reforma foi influenciada por propostas norte-americanas do USAID (United States Agency For Internacional Development) que tinha acordo com assessores do MEC (Ministério da Educação e do Desporto) implantando assim nas universidades brasileiras o modelo empresarial calcado na eficiência, produtividade e racionalidade (GOES; SANTOS a, SANTOS b, s/d, p. 2). Dentre as principais características da reforma universitária podemos destacar a eliminação da cátedra, a unificação do vestibular que passou a ser classificatório, a criação do sistema de créditos e a fragmentação das Faculdades por disciplinas e áreas especializadas do conhecimento, como foram os casos da Filosofia, Ciências, Letras, entre outras. Ainda podemos destacar a criação de departamentos para gestão destes cursos, frutos da tecnocracia que imperava na época. As cátedras estavam presentes na organização das universidades desde a Idade Média. Nelas, os mestres ou regentes, acomodados fisicamente em um plano superior a de seus ouvintes, detinham amplos poderes, convivendo intensamente com seus alunos e discípulos, lendo os livros, fazendo-os repetir e coordenando os debates com destreza de argumentação (FÁVERO, s/d, p. 01). No Brasil, as cátedras também faziam parte das instituições superiores desde seu surgimento e, antes mesmo da reforma de 1968, já eram vistas por estudantes e professores de nível superior como um obstáculo para o desenvolvimento das universidades brasileiras, pois todo o poder de decisão das universidades estava nas mãos dos catedráticos que utilizavam suas cadeiras da maneira 6

7 que achavam convenientes (GOES, SANTOS a, SANTOS b, s/d, p. 04). Dessa forma, detinham todo o controle sob as decisões que eram tomadas conforme seus pontos de vista, de maneira totalmente antidemocrática. Um fator complicador dessa situação diz respeito à vitaliciedade que impedia o afastamento do catedrático, pois independentemente do trabalho que vinha desenvolvendo, este só deixava o cargo mediante abandono, processo judicial ou quando se aposentava ou falecia. Em uma entrevista realizada pelos Estudos Avançados em 1992 o reitor da Universidade de São Paulo, Roberto Leal Lobo e Silva Filho, diz o seguinte sobre a cátedra: Um dos pontos mais importantes da reforma universitária de 1968 foi a extinção das cátedras [...]. Eram gritantes os graves inconvenientes do sistema, a partir de erros nos concursos para catedráticos e pelo fato desses serem vitalícios na função. Nos concursos, em razão da política interna na faculdade ou até mesmo por motivos subalternos, era freqüente a não aprovação dos melhores candidatos à cátedra. Em face a uma decisão equivocada num concurso, para a deficiência do catedrático não havia remédio até sua aposentadoria ou morte (idem, p. 02). A eliminação da cátedra é apontada como uma das características mais importantes da Reforma Universitária de 1968, cuja intenção era de proporcionar ao corpo docente o direito às decisões. Porém, Chauí (2001) esclarece que não foi isso o que de fato aconteceu. Essa mudança ocasionou o agrupamento de disciplinas afins num mesmo departamento com o único propósito de reduzir gastos. Outro apontamento apresentado pela autora diz respeito à necessidade de repensar as grades curriculares e o sistema de créditos uma vez que ambos produzem a escolarização da universidade, com a multiplicação de horas/aula, retirando dos estudantes as condições para leitura e pesquisa, isto é, para sua verdadeira formação e reflexão, além de provocarem a fragmentação e dispersão dos cursos, e estimular a superficialidade (idem, 2003, p. 13). Em 1967, o Decreto-lei nº 252 institui o sistema departamental na organização das universidades federais e reduz a autonomia da cátedra. Todavia, embora instituído esse sistema, sua existência teve até certo ponto caráter nominal, devido à coexistência antinômica do regime de cátedra, cuja autonomia fora apenas reduzida (FÁVERO, s/d, p. 11). No Brasil, somente com a Lei de 1968 é que se estabeleceu a organização das universidades baseada em departamentos. Com esse modelo de organização ocorreu a fragmentação das faculdades de Filosofia, Ciências e Letras e o aumento da burocratização do trabalho universitário que passou a ser fundamentado sobre uma 7

8 ideologia de universidade calcada em modelo empresarial onde a racionalidade, eficiência e a produtividade eram as palavras-chaves [...] (GOES, SANTOS a, SANTOS b, s/d, p. 06). Ghiraldelli define os departamentos como uma entidade fantasmagórica, em geral pouco democrática, que passou a espelhar, não raro, aqueles grupos de professores que estavam mais interessados em fazer carreira administrativa do que se dedicar ao ensino e à pesquisa (idem, 2008, p. 118). A departamentalização e a matrícula por disciplina, a instituição do curso parcelado através do regime de crédito tornou inevitável a fragmentação do trabalho escolar. Introduziu-se assim, o parcelamento do trabalho em consonância com o taylorismo 2. Complementando, Brzezinski (1996, p. 67) diz que A Lei 5.540/68 provocou mudanças nos cursos de formação de professores e em conseqüência na Faculdade de Educação, à qual conferia a função de formar técnicos denominados especialistas em educação. Assim, o modelo tecnicista de formação de professores e de especialistas mantinha a coerência tecnicista já que fragmentava a tarefa dos profissionais na escola como ocorre na fábrica, consoantemente à própria divisão do trabalho nas sociedades capitalistas. Laval (2004) ressalta que: Tudo é visto no novo discurso de modernização sob o ângulo da técnica. As dimensões políticas que impliquem em conflitos de interesse, de valores e de ideais são esvaziadas. A escola é intimada a ser competitiva. Ela deve se adaptar ao desejo do usuário, segundo um procedimento de serviço-cliente ( p.192). Outra característica da reforma universitária de 1968 foi a unificação dos vestibulares que passou a ser classificatório. Essa medida é vista como uma forma de mascarar a falta de vagas existentes para o ensino superior. A implantação do vestibular foi uma maneira de atribuir a responsabilidade pela inclusão ou exclusão na universidade ao próprio estudante, já que com os vestibulares as vagas estão disponíveis para todos dependendo somente da vontade e capacidade de cada um. Ainda no período da ditadura militar, houve uma precarização da escola pública de 1º e 2º graus com a reformulação deste nível da educação através da Lei 5.692/71, 2 Método de administração científica de Frederick W. Taylor ( ), tem o objetivo de aumentar a produtividade do trabalho. Taylor separa a concepção (cérebro, patrão) da execução (mãos, operário). Nega ao trabalhador qualquer manifestação criativa ou participação. É um método de planejamento e de controle dos tempos e movimentos no trabalho, sendo fundamental a hierarquia e a disciplina. Na Escola é possível perceber os reflexos do Taylorismo no Tecnicismo, com a fragmentação do ensino, a competição, a hierarquização e com a organização do tempo e das disciplinas. 8

9 cujo objetivo era o de servir aos interesses dos proprietários das escolas privadas. Essa situação foi possível porque a educação no Brasil sempre foi considerada como um privilégio, e, portanto, para poucos. Nessa época, os melhores professores das universidades e escolas foram cassados, grades curriculares alteradas, recursos para manutenção e ampliação das escolas foram retirados, enfim, o ensino público de qualidade ficou bastante comprometido. Tudo isso, porque naquele momento para a classe dominante o ideal era que a educação de primeiro e segundo graus ficasse reduzida apenas a alfabetizar e treinar mão-de-obra barata para o mercado de trabalho. O propósito era manter distinção entre os que pensam e os que fazem. E o resultado foi que os que não tinham condições de pagar por uma escola de qualidade, não conseguiam atingir um nível educacional suficiente para enfrentar os vestibulares das universidades públicas. Uma parcela deles, apesar de enfrentar grandes dificuldades, conseguiam cursar o ensino superior em instituições privadas que ofereciam um ensino de baixa qualidade. No entanto, os filhos da burguesia, formados em escolas particulares, se tornaram a principal clientela da universidade pública gratuita (CHAUÍ, 2001). Através de seus dispositivos, a Lei 5.692/71, tornou obrigatória a oferta de habilitação profissional no 2º grau, de acordo com as necessidades do mercado local e regional. Portanto, a lei, ao propor a universalização do ensino profissionalizante pautada pela relação de complementaridade entre ideologia tecnicista e controle tecnocrático almejou o esvaziamento da dimensão política da educação tratando-a como questão exclusivamente técnica, alcançando, ao mesmo tempo, a contenção de certa camada da população em níveis inferiores de ensino e sua marginalização como expressão política e reivindicatória. O 2º Grau tornou-se integralmente profissionalizante já que [...] a Lei 5.692/71 refletiu os princípios da ditadura, verificados pela incorporação de determinações no sentido da racionalização do trabalho escolar [...] (GHIRALDELLI, 2000, p.182). Pode-se dizer ainda que a reforma do ensino de 1º e 2º graus direcionou suas determinações à contenção do movimento operário e à institucionalização da formação profissionalizante necessária ao incremento da produção ambicionada pela burguesia industrial e ancorada na qualificação mínima dos trabalhadores industriais (AZEVEDO, PELEGRINI, s/d). 9

10 Outras modificações ocorridas no ensino fundamental e médio com a Lei 5.692/71 são apresentadas por Battistus e Limberger. Dentre elas o aumento dos anos de escolarização obrigatória para 8 anos, abrangendo a faixa etária de 7 a 14 anos, e acabou com a equivalência entre o propedêutico e o ramo secundário. Passa-se a ter a obrigatoriedade de uma habilitação profissional para todos que cursassem o agora chamado 2º grau (idem, 2006, p. 229). Apesar de toda contradição do Regime Militar, pode-se considerar o aumento dos anos de escolarização obrigatória como um avanço na educação, já que o Estado passou a garantir como direito que toda criança na faixa etária de 7 a 14 anos estivesse na escola sob as suas custas. Entretanto, Valério ressalta que: O ensino secundário tornou-se eminentemente profissionalizante; limitou-se ao que era antes o segundo ciclo do nível médio; permitiu a matrícula por disciplina (anual); deu-lhe duração variável, conforme as possibilidades do educando (de 3 a 4 séries anuais); previu o aproveitamento em curso superior de estudos correspondentes à 4ª série (idem, s/d, p. 5637). Verifica-se que essas propostas reforçam a dualidade sempre presente na história da educação brasileira. Nascimento e Collares advertem para o fato de que [...] A escola é classista porque a sociedade é classista. Sem a destruição dessa ordem não há escola igual para todos. Para se chegar a uma escola única: intelectual e manual, igual para todos, é preciso que essas diferenças sociais sejam superadas (idem, 2005, p. 83). Porém, num sistema organizado com base no capitalismo, em que as desigualdades sociais são alarmantes, a extinção da divisão de classes não se torna possível e nem uma escola única e igualitária. O período da ditadura brasileira não contribuiu para o rompimento com esta forma de organização social, muito pelo contrário, pode-se dizer que foi o momento de consolidação dessa estrutura. Considerações finais A partir das discussões realizadas, é possível verificar que as reformas educacionais ressaltaram um caráter tecnicista e, consequentemente, a organização escolar e as práticas de ensino no período ditatorial brasileiro foram direcionadas às demandas da produção industrial. Com isso, o direcionamento dado à política educacional adotada no período da ditadura militar deixava clara a intenção de subordinar o sistema educacional aos imperativos de um modelo de desenvolvimento assentado estritamente no aspecto 10

11 econômico, limitando a oferta da educação à demanda do sistema produtivo, isto é, a educação tomada como forma de ascensão social ou então vista a partir das demandas da industrialização e do processo de urbanização vivido a partir do século XX. Portanto, trata-se de uma educação pensada não como direito, nem muito menos como formação humana, mas estritamente voltada para o mercado de trabalho. Compreende-se que a partir do trabalho se busca explicar a organização de determinada sociedade, porém, colocá-lo como objetivo último da educação é desconsiderar o homem enquanto ser constituído histórico e socialmente. As propostas educacionais sempre abordaram a questão da preparação para o trabalho como algo essencial para a manutenção da vida humana, no entanto, isso não era pensado de maneira a especificar uma determinada ocupação. O que se busca por meio da educação é preparar o sujeito para o exercício do trabalho proporcionando a ele condições de se adequar as mais diversas situações e, principalmente, possibilitando ao mesmo a capacidade de refletir sobre seus atos e participar das questões sociais em todas as suas dimensões sejam elas políticas, econômicas e culturais. Nota-se, a partir disso, que o papel da educação de nível fundamental e médio, assim como superior, apresentado nas propostas das reformas de 1971 e de 1968, se reduz à tarefa de apenas adestrar o sujeito de maneira que responda às necessidades produtivas da época. Assim, a educação foi declarada instrumento de aceleração do desenvolvimento econômico e do progresso social. Os princípios de racionalidade, eficiência e produtividade foram transplantados da teoria econômica e adaptados à educação, modelo de organização, inclusive vigente até hoje. Referências bibliográficas AZEVEDO, Mário L. Neves de; PELEGRINI, Thiago. A educação nos anos de chumbo: a Política Educacional ambicionada pela Utopia Autoritária ( ). Disponível em: <http://www.historiaehistoria.com.br/materia.cfm?tb=artigos&id=46 >. Acessado em: 12/07/2009. BATTISTUS, Cleci terezenha, LIMBERGER, Cristiane. Estado militar e as reformas educacionais. Revista de Educação EDUCERE AT EDUCARE. Cascavel, Vol. 1, n. 1, jan/jun,

12 BRZEZINSKI, Iria. Pedagogia, Pedagogos e Formação de Professores. Campinas: Papirus, CHAUÍ, Marilena de Souza. Escritos sobre a universidade. São Paulo: EDUNESP, A universidade pública sob nova perspectiva. Revista Brasileira de educação. Nº 24, Set/Dez, Disponível em Vários acessos. CONY, Carlos Heitor. O ato e o fato: o som e a fúria das crônicas contra o golpe de Rio de Janeiro: Objetiva, COUTO, Ronaldo Costa. Memórias vivas do regime militar Brasil: Rio de Janeiro: Record, FÁVERO, Maria de Lourdes de Albuquerque. Da cátedra universitária ao departamento: subsídios para discussão. PROEDES/Faculdade de Educação/UFRJ. FONSECA, Thaís N. de Lima. O ensino de história do Brasil: Concepções e apropriações do conhecimento histórico ( ). In: CERRI, Luis Fernando. O ensino de história e a ditadura militar. Curitiba: Aos Quatro ventos, GHIRALDELLI, Paulo Junior. História da educação brasileira. 3 ed. São Paulo: Cortez, O Golpe 31 de Março de 1964 e as leis 5.540/68 e 5.692/71. In: História da Educação. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, GOES, Micheline Cordeiro, SANTOS, Patrícia Batista, SANTOS, Weslei Almeida. Reflexão sobre a Reforma Universitária de IV Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade. Disponível em FERREIRA JR, Amarildo; BITTAR, Marisa. Educação e ideologia tecnocrática na ditadura militar. Cad. Cedes, Campinas, vol. 28, n. 76, p , set./dez Disponível em Vários acessos. LAVAL, Christian. A Escola não é uma empresa: o neo-liberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Editora Planta, MARTINS, Maria do Carmo. Currículo, cultura e ideologia na ditadura militar brasileira: demarcação do espaço de atuação do professor. In: CERRI, Luis Fernando. O ensino de história e a ditadura militar. Curitiba: Aos Quatro ventos, NASCIMENTO, Maria Isabel Moura, COLLARES, Solange Apª. De Oliveira. Análise da eficiência da Lei 5692/71 na formação dos trabalhadores de Guarapuava sob a 12

13 perspectiva de consciência para a cidadania e qualificação para o trabalho. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, nº 20, dez, VALÉRIO, Telma Faltz. O ensino de 2º grau e a Lei 5692/71: considerações sobre o processo de implementação da reforma no Estado do Paraná. Universidade Federal do Paraná. Disponível em Vários acessos. 13

A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984)

A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984) A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984) Renata Leite Moura renata.leite@aluno.uece.br Maria Rafaela de Oliveira rafaoliveira800@gmail.com Roberta Rocha Olímpio betynha_ro@hotmail.com

Leia mais

A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S

A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S INTRODUÇÃO Identidade: não é um propriedade das coisas, mas das

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA)

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Mário Lopes Amorim 1 Roberto Antonio Deitos 2 O presente

Leia mais

A Contextualização e Abrangência dos Conteúdos de Álgebra nos Vestibulares da UEL, UEM e UEPG

A Contextualização e Abrangência dos Conteúdos de Álgebra nos Vestibulares da UEL, UEM e UEPG A Contextualização e Abrangência dos Conteúdos de Álgebra nos Vestibulares da UEL, UEM e UEPG Autor: Gefferson Luiz dos Santos Orientadora: Angela Marta Pereira das Dores Savioli Programa de Pós-Graduação

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR.

ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR. 1 ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR. Rute Regina Ferreira Machado de Morais Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG Este texto visa refletir sobre o papel

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

******************************************************************************** LEI Nº 7508/2007, de 31 de dezembro de 2007

******************************************************************************** LEI Nº 7508/2007, de 31 de dezembro de 2007 ******************************************************************************** LEI Nº 7508/2007, de 31 de dezembro de 2007 ********************************************************************************

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O surgimento do Serviço Social O serviço social surgiu da divisão social e técnica do trabalho, afirmando-se

Leia mais

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2

SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 Regina Beatriz Bevilacqua Vieira 1 SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: Da Concepção à Regulamentação. 2 BRASIL/INEP. SINAES: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior:

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo II: Conselhos dos Direitos no Brasil

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

LIMITES E POSSIBILIDADES DO USO DO MARCO LÓGICO/ZOOP EM UMA MÉDIA ONG DE EDUCAÇÃO POPULAR. Cristina Schroeter Simião 1

LIMITES E POSSIBILIDADES DO USO DO MARCO LÓGICO/ZOOP EM UMA MÉDIA ONG DE EDUCAÇÃO POPULAR. Cristina Schroeter Simião 1 LIMITES E POSSIBILIDADES DO USO DO MARCO LÓGICO/ZOOP EM UMA MÉDIA ONG DE EDUCAÇÃO POPULAR. Cristina Schroeter Simião 1 I. Introdução do Marco Lógico/Zopp na Aditepp: Limites e Possibilidades. No ano de

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA DITADURA MILITAR

FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA DITADURA MILITAR FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA DITADURA MILITAR (1964 1985). Renata Bento Leme FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS/ UNESP- MARÍLIA. rb.leme@yahoo.com.br. Eixo temático: Política educacional. RESUMO: Este trabalho

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA

O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA O EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA Genilson José da Silva Universidade Federal da Paraíba genilsonjos27@gmail.com Maria das Graças de Almeida Baptista Universidade Federal da Paraíba - mgabaptista2@yahoo.com.br

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS Cristiane Cinat Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Franca cricriblue@hotmail.com Introdução

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca Projetos de informatização educacional Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca O uso do computador como instrumento de educação ainda não é uma realidade para muitos no Brasil, mas aqui

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO Texto:Ângela Maria Ribeiro Holanda ribeiroholanda@gmail.com ribeiroholanda@hotmail.com A educação é projeto, e, mais do que isto,

Leia mais

A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO ÂMBITO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO NO BRASIL Régis Henrique dos Reis Silva UFG e UNICAMP regishsilva@bol.com.br 1.

A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO ÂMBITO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO NO BRASIL Régis Henrique dos Reis Silva UFG e UNICAMP regishsilva@bol.com.br 1. A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO ÂMBITO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO NO BRASIL Régis Henrique dos Reis Silva UFG e UNICAMP regishsilva@bol.com.br 1. INTRODUÇÃO Este estudo tem como objeto de análise o processo de

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 Consulta oriunda da Gerência da Educação Básica da FIEMG com pedido de orientações de ordem prática para cumprimento da Lei Federal nº 11.114,

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa:

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa: :: Legislação Unidade: Câmara de Básica Número: 79/2009 Ano: 2009 Ementa: Estabelece normas para a Especial, na Perspectiva da Inclusiva para todas as etapas e Modalidades da Básica no Sistema Estadual

Leia mais

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL Historicamente, o ensino da administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelos currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013

Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013 Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a suas atividades em 1944

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FILIPE PÊGO CAMARGO PRÉ-PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FILIPE PÊGO CAMARGO PRÉ-PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FILIPE PÊGO CAMARGO PRÉ-PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL (SENAI): CRIAÇÃO E PROPOSTAS EDUCATIVAS / CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO SOCIAL

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO:

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Profissionais da educação: formação inicial e continuada 1.1. Implantar

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Serviço Social 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Serviço Social 2011-2 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Serviço Social 2011-2 A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO PROGRAMA PROJOVEM URBANO Alunos: VARGAS,

Leia mais

PRONATEC: múltiplos arranjos e ações para ampliar o acesso à educação profissional

PRONATEC: múltiplos arranjos e ações para ampliar o acesso à educação profissional PRONATEC: múltiplos arranjos e ações para ampliar o acesso à educação profissional Martha Cassiolato e Ronaldo Coutinho Garcia Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, Instituições e Democracia - Diest/

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE ALMEIDA, Rozelaine Rubia Bueno D 1 Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre as mudanças na legislação do Ensino

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE 1930 Jorge Eschriqui Vieira PINTO Alberto Torres foi um intelectual vanguardista entre

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais.

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. X Encontro Nacional- PROIFES-Federação Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. Apresentação PROIFES-Federação A Constituição Brasileira de 1988 determinou, em seu artigo

Leia mais

A DISCIPLINA TRABALHO-EDUCAÇÃO E SEUS REBATIMENTOS NO CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO RIO DE JANEIRO Ana Paula Santos Guimarães UFRJ

A DISCIPLINA TRABALHO-EDUCAÇÃO E SEUS REBATIMENTOS NO CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO RIO DE JANEIRO Ana Paula Santos Guimarães UFRJ 1 A DISCIPLINA TRABALHO-EDUCAÇÃO E SEUS REBATIMENTOS NO CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO RIO DE JANEIRO Ana Paula Santos Guimarães UFRJ Resumo O presente trabalho tem por proposição identificar

Leia mais

PARECER. Justificativa

PARECER. Justificativa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IFG - Campus Anápolis Departamento das Áreas Acadêmicas Parecer: Do:

Leia mais

GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR

GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR GESTOR EDUCACIONAL, GESTOR ESCOLAR A ênfase posta na atualidade no termo gestão educacional tem origem nas mudanças ocorridas nas relações da administração pública (aparato de Estado) com a sociedade.

Leia mais

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica Shirleiscorrea@hotmail.com A escola, vista como uma instituição que historicamente sofreu mudanças é apresentada pelo teórico português

Leia mais

Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP

Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP Pela sua importância destacam-se aqui alguns dos seus princípios: Todos/as os/ssujeitos, de ambos os sexos, têm direito fundamental à educação, bem como a oportunidade

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.755, DE 29 DE JANEIRO DE 2009. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica,

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NO BRASIL: DA DITADURA MILITAR AO PROCESSO DE REDEMOCRATIZAÇÃO INTRODUÇÃO

A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NO BRASIL: DA DITADURA MILITAR AO PROCESSO DE REDEMOCRATIZAÇÃO INTRODUÇÃO V SIMPÓSIO REGIONAL DE FORMACAO PROFISSIONAL 1 E XXI A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NO BRASIL: DA DITADURA MILITAR AO PROCESSO DE REDEMOCRATIZAÇÃO Ana Carolina de Paula 1 Carla Thomaz Januário 2 Solange da Cruz

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE

A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE ALMEIDA 1, Leonardo Rodrigues de SOUSA 2, Raniere Lima Menezes de PEREIRA

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR?

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? Maria Rafaela de Oliveira FECLESC-UECE Renata Leite Moura FECLESC-UECE RESUMO Este trabalho apresenta algumas reflexões acerca da Educação Escolar e dos desafios

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

REVISTA ACADÊMICA DA FACULDADE FERNÃO DIAS

REVISTA ACADÊMICA DA FACULDADE FERNÃO DIAS RESENHA: UNIVERSIDADE, CIDADE, CIDADANIA Francisca Mônica Rodrigues de Lima (UNINOVE) * O novo livro do filósofo e professor titular de História da Filosofia Contemporânea da Universidade de São Paulo,

Leia mais

O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1

O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1 O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1 Efrain Maciel e Silva 2 Resumo: Estudando um dos referenciais do Grupo de Estudo e Pesquisa em História da Educação Física e do Esporte,

Leia mais

Educação permanente em saúde através da EAD

Educação permanente em saúde através da EAD Educação permanente em saúde através da EAD Claudia da Silva Pinto Rogel claudiarogel77@hotmail.com Maurício AlvesVieira Mauricio.veira@hotmail.com RESUMO O objetivo do artigo é o de fornecer uma descrição

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

O significado do Ensino Médio Público na visão dos estudantes

O significado do Ensino Médio Público na visão dos estudantes *Pôster: O Significado do Ensino Médio Público na Visão dos Estudantes. Apresentado no XIV Seminário de Pesquisa do CCSA. Realizado no período de 24 a 26 de setembro de 2008, na UFRN. Autores: ; ;. O significado

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 119-COU/UNICENTRO, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013. ALTERADA A NOMENCLATURA DESSE CURSO PARA LICENCIATURA EM PSICOLOGIA COMPLEMENTAÇÃO, CONFORME RESOLUÇÃO Nº 182/2014-GR/UNICENTRO. Aprova o Projeto

Leia mais

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação Introdução A investigação e análise contidas neste trabalho tomam por

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos.

A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos. A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos. A CONTEE, depois de uma trajetória de mais de uma década de permanente debate interno e sintonia com as entidades filiadas, se encontra

Leia mais

A PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL EM TOLEDO(PR) - UMA RESPOSTA CRÍTICA ÀS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES

A PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL EM TOLEDO(PR) - UMA RESPOSTA CRÍTICA ÀS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES A PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL EM TOLEDO(PR) - UMA RESPOSTA CRÍTICA ÀS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES Amália Madureira Paschoal 1 Em defesa da Universidade gratuita, autônoma e de qualidade, em todos

Leia mais

O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE

O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE 689 O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 RESUMO: Este estudo traz os resultados de uma pesquisa de campo realizada em uma escola pública

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UMA BARREIRA ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UMA BARREIRA ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UMA BARREIRA ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA Natássia Contrera Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: natassiac@hotmail.com Giseli Bueno Berti Universidade

Leia mais

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Na mesma semana em que os trabalhadores brasileiros tomaram as ruas e conseguiram suspender a votação do Projeto de Lei

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPROMISSOS E DESAFIOS

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPROMISSOS E DESAFIOS PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPROMISSOS E DESAFIOS Letícia Luana Claudino da Silva Discente de Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande. Bolsista do Programa de Saúde. PET/Redes

Leia mais