BIOQUÍMICA CELULAR. Água. Lipídios. Carboidratos

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3 BIOQUÍMICA CELULAR Água A molécula de água é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. As moléculas de água estabelecem ligações com suas vizinhas através de pontes de hidrogênio. Nas pontes de hidrogênio, os átomos de hidrogênio de uma molécula são atraídos pelo átomo de oxigênio de sua vizinha. Entre as funções da água nos organismos, podemos citar seu papel como solvente, reagente, na regulação do equilíbrio térmico e como lubrificante. Quase todas as reações químicas ocorrem em solução. A água é capaz de dissolver muitas substâncias. Assim, possui papel importantíssimo na dissolução dos reagentes que participam das reações metabólicas dos organismos. A água participa como reagente de muitas reações de síntese e de quebra (hidrólise) de substâncias. Através da dissipação do calor, a água impede que a temperatura dos organismos varie de maneira abrupta. Outro papel das moléculas da água é evitar o atrito entre partes, como ossos, cartilagens e órgãos internos, atuando como uma espécie de lubrificante. Carboidratos São, geralmente, de sabor adocicado e podem ser trioses, tetroses, pentoses, hexoses ou heptose, quando constituídas de três, quatro, cinco, seis ou sete átomos de carbono. A glicose, monossacarídeo extremamente importante para a nossa vida como fonte de energia, é uma hexose de fórmula C6H12O6. A frutose e a galactose são, também, hexoses. Dissacarídeos são moléculas solúveis em água, resultantes da união de dois monossacarídeos, por uma ligação denominada glicosídica. Quando ocorre esse evento, há a liberação de uma molécula de água (desidratação). Sacarose (glicose + frutose), lactose (glicose + galactose) e maltose (glicose + glicose) são três exemplos bastante conhecidos. Polissacarídeos são formados pela união de diversos monossacarídeos, sendo a celulose, amido e glicogênio os mais conhecidos e os de maior importância biológica. São formados por cadeias longas e podem apresentar moléculas de nitrogênio ou enxofre. Não são solúveis em água. Lipídios Os lipídios são moléculas pouco solúveis em água, por isso, são chamadas de hidrofóbicas. São moléculas orgânicas formadas por carbono, hidrogênio e oxigênio. Glicídios, hidratos de carbono e açúcares são outros nomes que esses podem receber. São as principais fontes de energia para os sistemas vivos, uma vez que a liberam durante o processo de oxidação. Participam também na formação de estruturas de células e de ácidos nucleicos. Os de constituição mais simples, denominados monossacarídeos, possuem como fórmula geral (CH2O)n, sendo o n o número de átomos de carbono. Os lipídios são parte integrante das membranas plasmáticas, atuam como reserva energética e são componentes essenciais de alguns hormônios. Dentre os lipídios, podemos citar, por exemplo, os glicerídeos, os esteroides e as ceras. Os glicerídeos são os óleos e as gorduras. São formados por uma molécula de álcool de cadeia curta, chamado glicerol, e moléculas de ácidos graxos. Alguns glicerídeos servem como reserva de energia para o metabolismo celular, tanto em animais quanto em vegetais. As gorduras também servem como um eficiente isolante térmico em 1

4 muitos animais, dificultando a dissipação do calor do corpo para o ambiente. Os esteroides são formados por uma série de anéis de carbono. Um exemplo de esteroide é o colesterol. O colesterol é uma das substâncias que formam a membrana plasmática dos animais. Além disso, ele participa da fabricação de diversos hormônios, como o estrógeno e a testosterona. As ceras são lipídios formados por uma molécula de álcool de cadeia longa e ácidos graxos. Como os lipídios são insolúveis em água, as ceras são importantes na impermeabilização de superfícies, tais como a epiderme vegetal. Proteínas formadas por proteínas (actina e miosina); nossos cabelos, unhas e as garras de outros animais são constituídos por uma proteína chamada queratina; a hemoglobina presente em nosso sangue também é uma proteína. As enzimas são proteínas que facilitam as reações químicas do metabolismo. Atuam, por exemplo, na digestão, na fotossíntese e na respiração. Alguns exemplos de enzimas são a amilase salivar, que inicia a digestão do amido na boca, e a pepsina, que quebra moléculas de proteína no estômago. Os anticorpos, componentes do sistema imunológico, também são compostos por proteínas. São produzidos em resposta à entrada de substâncias estranhas no organismo, os antígenos. As proteínas são moléculas compostas por pequenas unidades chamadas de aminoácidos. Os aminoácidos são formados por um grupo carboxila ligado a um grupo amino. Os aminoácidos se unem através de ligações chamadas de ligações peptídicas e formam uma longa cadeia denominada polipeptídio. Ácidos nucléicos Os ácidos nucléicos são moléculas gigantes (macromoléculas), formadas por unidades monoméricas menores conhecidas como nucleotídeos. Cada nucleotídeo, por sua vez, é formado por três partes: Um açúcar do grupo das pentoses (monossacarídeos com cinco átomos de carbono); Um radical fosfato. Uma base orgânica nitrogenada. As proteínas possuem três funções principais nos organismos: função estrutural ou plástica, catálise de reações químicas e defesa. As proteínas são as unidades estruturais das células. Entre vários exemplos, a membrana plasmática é formada por proteínas; as fibras musculares são Quanto aos açucares, dois tipos de pentoses podem fazer parte de um nucleotídeo: ribose e desoxirribose (assim chamada por ter um átomo de oxigênio a menos em relação à ribose. Já as bases nitrogenadas pertencem a dois grupos: as púricas: adenina (A) e guanina (G); as pirimídicas: timina (T), citosina (C) e uracila (U). 2

5 ESTRUTURA E FUNÇÃO DOS COMPONENTES DAS CÉLULAS. Membrana plasmática Todas as células são revestidas por uma finíssima película, que contém o citoplasma e o núcleo: a membrana plasmática. Essa membrana separa o conteúdo celular do meio circundante, mantendo instável, o meio interno. A membrana apresenta uma permeabilidade seletiva, dependendo da natureza da substância. Algumas substâncias atravessam a membrana com facilidade, enquanto outras são dificultadas ou totalmente impedidas. A membrana é capaz de capturar substâncias necessárias no exterior, auxiliando sua entrada na célula. O Transporte através da membrana pode ser de maneira ativa ou passiva. Quando uma substância não consegue atravessar a membrana, ela captura a substância pelos seguintes processos: Fagocitose e Pinocitose. CITOPLASMA O citoplasma é conteúdo de uma célula, excluindo-se o núcleo. Ele é constituído por uma solução chamada hialoplasma. O citoplasma é coberto de organelas cada uma é responsável em realizar uma ou mais atividades vitais, e a inter-relação entre elas resulta na vida da célula. Organelas citoplasmáticas Retículo endoplasmático: é um complexo sistema de bolsas e canais membranosos. Podem ser divididos em REL Retículo Endoplasmático liso e em algumas partes onde se encontram ribossomos aderidos RER Retículo Endoplasmático rugoso. O retículo endoplasmático desempenha, portanto, as funções síntese, armazenamento e transporte de substâncias. Ribossomos: São grãos de proteína. A função dos ribossomos é a síntese protéica pela união de aminoácidos, em processo controlado pelo DNA. Complexo Golgiense: a função do complexo está diretamente relacionado: Secreção celular. Síntese de glicídios usados na formação do glicocálix que protege as células animais e serve como estrutura de identificação; Participa na formação do acrossoma, vesícula rica em enzimas localizada sobre a cabeça do espermatozóide, e responsável na perfuração do óvulo. Lisossomos e Peróxissomos: São bolsas citoplasmáticas cheias de enzimas digestivas e envolvidas por uma membrana lipoprotéica. O lisossomo tem as seguintes funções: Digestão intracelular; digestão dos materiais capturados por fagocitose ou pinocitose. A autofagia; onde o lisossomo digere partes da própria célula, englobando organóides e formando os vacúolos autofágicos. Isso ocorre quando a organela esta velha ou quando a célula passa um período de fome. E a autólise; ocorre quando a membrana do lisossomo se rompe espalhando enzimas pelo citoplasma, destruindo a célula. Serve para renovar a células do corpo. Em alguns 3

6 casos, o rompimento se dá por causa de doenças. Peroxissomos: Acredita-se que eles têm como função: Proteger a célula contra altas concentrações de oxigênio, que poderiam destruir moléculas importantes da célula. Os peroxissomos do fígado e dos rins atuam na desintoxicação da célula, ao oxidar, por exemplo, o álcool. Convertem gorduras em glicose, para ser usada na produção de energia. Mitocôndrias: A função da mitocôndria é produzir energia, para todos os processos vitais da célula. Essa produção de energia ocorre através da respiração celular. Centríolos: Uma das funções dos centríolos é originar os cílios e os flagelos, projeções em forma de pêlos móveis que algumas células apresentam. E atuam também na divisão celular. NÚCLEO CELULAR O núcleo é a região da célula que controla o transporte de informações genéticas. Envoltório nuclear: Ele permite a troca de material com o citoplasma. Cromatina: Tem como instrução controlar quase todas as funções celulares. Nucléolo: Os nucléolos são produzidos por regiões específicas de certos cromossomos. Essas regiões cromossômicas produzem um tipo de RNA (RNA ribossômico), que se combina com proteínas formando grânulos. Quando esses grânulos amadurecem e deixam o núcleo, passam pela carioteca e se transformam em ribossomos citoplasmáticos. Ciclo Celular Intérfase: dividida em três períodos: G1: antes da síntese de DNA; ocorre sintetização intensa de proteínas e RNA, resultando no aumento de tamanho da célula; S: durante a síntese de DNA; a duplicação dos cromossomos é determinada pela síntese de DNA; G2: depois da síntese de DNA; nessa etapa, os cromossomos já estão duplicados e há pouca síntese de RNA e proteínas. Mitose Mitose é o processo de divisão celular pelo qual uma célula eucarionte origina, em sequência ordenada de etapas, duas células-filhas cromossomicamente e geneticamente idênticas. A grosso modo costuma-se dividir esse processo em dois momentos: o primeiro relacionado à formação de dois núcleos filhos e o segundo correspondendo à citocinese (divisão do citoplasma). Contudo, didaticamente detalhada em quatro etapas: prófase, metáfase, anáfase e telófase. Prófase é a etapa preparatória da célula para início da divisão, ocorrendo eventos correlacionados ao período de interfase, essenciais para o ciclo celular: - Princípio da condensação (espiralização / compactação) dos cromossomos duplicados na interfase; - Desaparecimento do nucléolo em consequência da paralisação do mecanismo de síntese. 4

7 - Duplicação do centríolo e migração desses para os polos opostos da célula, formando microtúbulos, as fibras do fuso e do haster, ambas constituídas de tubulinas alfa e beta. As do fuso unir-se-ão ao cinetócoro, região do centrômero (ponto de intersecção entre os braços cromossômicos), e as do haster dando suporte (fixação) juntamente à face interna da membrana plasmática. Metáfase Fase de máxima condensação dos cromossomos e desfragmentação total da carioteca (membrana nuclear), havendo: - Deslocamento e disposição linear dos cromossomos na placa equatorial (metafásica) da célula. - ligação dos centrômeros às fibras do fuso. MEIOSE A meiose (sigla = R!) é um processo de divisão celular pelo qual uma célula diploide (2N) origina quatro células haploides (N), reduzindo à metade o número de cromossomos constante de uma espécie. Sendo subdividido em duas etapas: a primeira divisão meiótica (meiose I) e a segunda divisão meiótica (meiose II). Na primeira etapa, também denominada reducional, ocorre a diminuição no número de cromossomos. Na segunda, equacional, o número de cromossomos das células que se dividem é mantido igual aos das células que se formam. Anáfase Fase da divisão onde ocorre a separação dos cromossomos duplicados, migrando cada cromátide irmã em direção aos polos opostos, em razão do encurtamento dos microtúbulos, consequente à retirada de tubulinas. Telófase Última etapa da divisão mitótica, caracterizada pelo agrupamento e descompactação dos cromossomos (genoma) em extremidades opostas, recomposição da carioteca e nucléolo, finalizando o processo com a citocinese (individualização do citoplasma em duas célulasfilhas). Dependendo do grupo de organismos, a meiose pode ocorrer em diferentes momentos do ciclo de vida: na formação de gametas (meiose gamética), na produção de esporos (meiose espórica) e logo após a formação do zigoto (meiose zigótica). As duas etapas possuem fases que se caracterizam por eventos biológicos marcantes, sendo relacionadas e descritas abaixo: MEIOSE I PRÓFASE I é uma fase muito extensa, constituída por 5 subfases: Leptóteno inicia-se a individualização dos cromossomos estabelecendo a condensação (espiralização), com maior compactação dos cromonemas; Zigóteno aproximação dos cromossomos homólogos, sendo esse denominado de sinapse; Paquíteno máximo grau de condensação dos cromossomos, os braços curtos e longos ficam mais evidentes e definidos, dois desses braços, em 5

8 respectivos homólogos, se ligam formando estruturas denominadas bivalentes ou tétrades. Momento em que ocorre o crosing-over, isto é, troca de segmentos (permutação de genes) entre cromossomos homólogos; Diplóteno começo da separação dos homólogos, configurado de regiões quiasmas (ponto de intercessão existente entre os braços entrecruzados, portadores de características similares); Diacinese finalização da prófase I, com separação definitiva dos homólogos, já com segmentos trocados. A carioteca (envoltório membranoso nuclear) desaparece temporariamente. METÁFASE I os cromossomos ficam agrupados na região equatorial da célula, associados às fibras do fuso; ANÁFASE I encurtamento das fibras do fuso, deslocando os cromossomos homólogos para os polos da célula. Nessa fase não há separação do centrômero (ponto de ligação das cromátides irmãs em um cromossomo). TELÓFASE I desespiralização dos cromossomos, retornando ao aspecto filamentoso, havendo também o reaparecimento do nucléolo, bem como da carioteca e divisão do citoplasma (citocinese), originando duas células haploides. MEIOSE II. PRÓFASE II os cromossomos voltam a se condensar, o nucléolo e a carioteca desaparecem novamente. Os centríolos se duplicam e se dirigem para os polos, formando o fuso acromático. METÁFASE II os cromossomos se organizam no plano equatorial, com suas cromátides ainda unidas pelo centrômero, ligando-se às fibras do fuso. ANÁFASE II separação das cromátides irmãs, puxadas pelas fibras em direção a polos opostos. TELÓFASE II aparecimento da carioteca, reorganização do nucléolo e divisão do citoplasma completando a divisão meiótica, totalizando 4 células filhas haplóides. IDENTIDADE DOS SERES VIVOS NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS Átomos e moléculas. Os átomos forma toda a matéria que existe. Eles se unem por meio de ligações químicas para formar as moléculas. Organelas e Células. As organelas são estruturas presentes no interior das células, que desempenham funções específicas. São formadas a partir da união de várias moléculas. A célula é a unidade básica da vida, sendo imprescindível para a existência dela. Tecidos Os tecidos são formados pela união de células especializadas. Os tecidos estão presentes apenas em alguns organismos multicelulares como as plantas e animais. Órgãos Os tecidos se organizam e se unem, formando os órgãos. Eles são formados de vários tipos de tecidos. Sistemas Os sistemas são formados pela união de vários órgãos, que se trabalham em conjunto para exercer uma determinada função corporal. Organismo A união de todos os sistemas forma o organismo, que pode ser uma pessoa, uma planta, um peixe, um cachorro, um pássaro, um verme. 6

9 População O conjunto de organismos da uma mesma espécie, interagindo entre si e que habitam uma determinada região, em uma determinada época, chama-se população. Comunidade O conjunto de indivíduos de diferentes espécies interagindo entre si numa determinada região geográfica, ou seja, conjunto de diferentes populações vivendo juntas e interagindo é chamado de comunidade. Ecossistema O ecossistema é o conjunto dos seres vivos da comunidade, com os fatores não vivos, como temperatura, luminosidade, umidade e componentes químicos. Biosfera A biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas do planeta Terra. A biosfera é a mais alta de todas as hierarquias. Possuem material genético, que pode ser o DNA ou o RNA, variando de acordo com cada tipo de vírus. Os ciclos reprodutivos são basicamente dois: o ciclo lítico e o ciclo lisogênico. O ciclo lítico é o ciclo em que a célula é destruída, os vírus que o provocam, líticos ou virulentos. Quando a célula é preservada, o ciclo é lisogênico e os vírus são chamados temperados ou não-virulentos. CÉLULA PROCARIÓTICA As células procarioticas se caracterizam pela pobreza de membrana plasmática. Ao contrário dos eucariontes, não possuem uma membrana envolvendo os cromossomos, separando-os do citoplasma. Os seres vivos que são constituídos por estas células são denominados procariotas, compreendendo principalmente as bactérias, e algumas algas (cianofíceas e algas azuis) que também são consideradas bactérias. VÍRUS Características Gerais Os vírus são seres bastante simples e de tamanho tão pequeno que as menores células que se tem conhecimento são maiores que eles. Formados, principalmente, por proteínas e ácidos nucléicos, os vírus são seres acelulares e que só têm condições de realizar suas atividades vitais quando estão no interior de células vivas. Assim, são considerados parasitas intracelulares obrigatórios. CÉLULA EUCARIÓTICA A célula eucariótica possui três componentes principais: O núcleo, que constitui um compartimento limitado por um envoltório nuclear. O citoplasma, outro compartimento envolvido por membrana plasmática, e a membrana plasmática e suas diferenciações. 7

10 MODO DE NUTRIÇÃO Além da organização celular, os organismos para se manterem vivos precisam de energia, que é obtida a partir dos alimentos ou da fotossíntese O modo em que os organismos obtém o alimento pode ser classificados como: Autótrofos: Os seres vivos, como plantas e as algas que realizam a sua nutrição por meio da fotossíntese. Heterótrofos: Os seres vivos, que buscam energia se alimentando de outros seres vivos pois são incapazes de produzir energia sozinhos (através da fotossíntese). SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO O ramo da Biologia que trata da descrição da nomenclatura e da classificação dos seres vivos denomina-se taxonomia. Um grande marco na classificação dos seres vivos foi estabelecido a partir de 1735, com os trabalhos do médico e professor sueco Carl von Linné ( ), cujo nome em português é Lineu. Por meio do livro Systema Naturae ele propôs um sistema de classificação dos seres vivos que, embora artificial, é empregado até hoje, com modificações. Lineu e os demais naturalistas da época acreditavam que os organismos eram criados por uma divindade com sua forma definitiva e que o número dos diferentes tipos de organismos era constante desde a criação do mundo. No sistema de Lineu a unidade básica da classificação é a espécie. Espécies semelhantes são agrupadas em um mesmo gênero. Gêneros semelhantes são agrupados com a mesma família. Famílias são agrupadas em ordens, que são agrupadas em classes, que são agrupadas em filos ou divisões, que são agrupados em reinos. Uma das modificações importantes no sistema de Lineu refere-se á maneira como se interpretam as relações entre os seres vivos a partir da aceitação das idéias evolutivas. Desde então a classificação dos seres vivos passou a ter um enfoque evolutivo. Os sistemas atuais consideram um conjunto de caracteres relevantes, os quais permitem propor e testar hipóteses de relações de parentesco evolutivo e construir a filogenia ou filogênese dos diferentes grupos de seres vivos, ou seja, estabelecer as principais linhas de evolução desses grupos. A área da Biologia que se preocupa com a taxonomia e com a compreensão da filogenia dos grupos é s Sistemática. Atualmente, são sete categorias obrigatórias hierárquicas constantes dos Códigos Internacionais de Nomenclatura Zoológica (referente aos animais) e de Nomenclatura Botânica (referente ás plantas): Reino Filo (em Zoologia) ou Divisão (em Botânica) Classe Ordem Família Gênero Espécie Além dessas, muitas vezes utilizam-se categorias intermediarias e não-obrigatórias, como subfilo, infraclasse, superordem, subordem, superfamília, subfamília e subgênero. Outra categoria taxonômica não-obrigatória e que é inferior à espécie é a subespécie. Vejamos a regra para se escrever o nome da espécie e do gênero: o nome da espécie é sempre duplo, formado por duas palavras escritas em itálico ou sublinhadas. A primeira palavra corresponde ao nome do gênero e sempre deve ser escrita com letra inicial maiúscula. A segunda palavra corresponde ao epíteto especifico palavra que especifica o gênero. Esta deve ser escrita sempre com inicial minúscula. 8

11 Como exemplo, vamos escrever o nome cientifico da espécie humana. O gênero ao qual pertence à espécie humana é denominado Homo. O epíteto especifico é sapiens. Assim, o nome da espécie é Homo sapiens. Homo sapiens. Gênero Epíteto especifico Reino Monera Espécie Características gerais Os componentes desse reino compreendem seres microscópios, unicelulares e procariontes, isto é, o seu material genético não está isolado do citoplasma por não possuírem membrana nuclear. Alguns são autótrofos (algas azuis e algumas espécies de bactérias) e outros, heterótrofos (bactérias em geral). A maioria se reproduz assexuadamente por bipartição. Entretanto, essa classificação está cada vez mais em desuso, uma vez que análises mais profundas foram feitas, percebendo-se que esses indivíduos poderiam ser divididos em dois reinos distintos. Assim, integrantes do Reino Monera passaram a serem considerados os reinos Archaea e Bacteria. As diferenças entre os reinos Arquea e Bacteria consistem no fato de que as primeiras não possuem peptideoglicanos na parede celular, conseguem produzir metano como resíduo do metabolismo e têm capacidade de sobreviver em ambientes extremos de vida, como crateras de vulcões e regiões extremamente salinas. Reino Protista Os seres classificados no Reino Protista são unicelulares, microscópicos e suas células são eucarióticas, portanto com núcleo verdadeiro. Eles podem ser autótrofos (grego autos = por si mesmo; trophé = nutrição) ou heterótrofos. Podemos dividir o Reino Protista em dois grupos: 1. Algas 2. Protozoários As algas unicelulares pertencentes ao Reino Protista distribuem-se por três divisões: Chrysophyta (diatomácias e crisofítas) São as algas douradas, representadas principalmente pelas diatomáceas. Euglenophyta (euglenóides) São algas esverdeadas que possuem um ou dois flagelos, vivem principalmente em água doce. O principal representante é a Euglena Pyrrophyta (dinoflagelados) São as "algas de fogo", assim chamadas por causa da cor avermelhada que possuem. Algumas vivem em água doce mas a maioria é marinha. Um exemplo interessante de pirrófita é a Noctiluca, que possui luminescência, sendo responsável, em grande parte, pela luminosidade do mar e da areia molhada, que se pode observar facilmente à noite. 2 - Protozoários Antigamente referia-se ao Filo dos Protozoários. Atualmente o termo protozoário tem sido empregado como uma designação coletiva, sem valor 9

12 taxonômico. Os antigos Subfilos passaram a ser os atuais Filos. A classificação dos protozoários é feita com base nas estruturas de locomoção que apresentam. Os principais Filos de protozoários são: Sarcodina (sarcodíneos) Locomovem-se através de pseudópodos. Exemplo.: as amebas Mastigophora (mastigóforos) Locomovem-se através de flagelos. Também conhecidos como flagelados. Exemplo.: tripanossomo Ciliophora (ciliados) Locomovem-se através de cílios. Exemplo.: paramécio Sporozoa (esporozoários) Não possuem estruturas de locomoção. Exemplo: plasmódio O Reino dos Fungos Características gerais Fungos são seres uni e pluricelulares que vivem como parasitas, decompositores de matérias orgânicas ou como mutualistas (líquen=fungo + alga). Reproduzem-se sexuada e assexuadamente por meio de esporos. Possuem parede celular quitinosa. Tem como substância de reserva o glicogênio. Graças à fermentação que realizam, são utilizados na fabricação dos pães, de certos queijos e na produção de bebidas alcoólicas. Nos fungos pluricelulares as células estão agrupadas em hifas, filamentos que, em conjunto, constituem o micélio. Algumas hifas do micélio constituem os corpos de frutificação onde se formam os esporos. Podem ser classificados como: Ficomicetos: bolores Ascomicetos: leveduras, Penicillium Basidiomicetos: cogumelos, orelha-de-pau, carvão, ferrugem Lembre-se que: as orelhas-de-pau são decompositores de troncos de árvores. Reino Plantae O compreende seres eucariontes, pluricelulares, autotróficos, que realizam fotossíntese. A exemplo dos animais, o organismo vegetal é constituído por células. Contudo, sua organização é bastante diferente. Se seus órgãos têm funções paralelas às dos sistemas animais, o mesmo não pode se dizer da sua estrutura. Em relação aos animais falamos em sistemas digestório, respiratório, reprodutor, etc.; no que diz respeito às plantas, tratamos de órgãos: a raiz, o caule, a folha, a flor, o fruto e a semente. A classificação dos vegetais possui ligeiras diferenças em relação à classificação animal. Ao invés de usar o termo Filo, usa-se o termo Divisão. As plantas são divididas em dois grandes grupos: Criptógamas (kripto, escondido) Plantas que possuem as estruturas produtoras de gametas pouco evidentes Fanerógamas (phanero, evidente) Possuem as estruturas produtoras de gametas bem visíveis. 10

13 Os órgãos e suas funções A raiz tem por função fixar a planta ao solo e retirar dele água e sais minerais, essenciais à vida vegetal. O caule mantém a planta ereta. Em seu interior encontram-se vasos condutores de seiva. Por seiva entende-se o líquido absorvido pelas raízes (seiva bruta) e as substâncias produzidas pela fotossíntese (seiva elaborada). Há vegetais que não possuem vasos condutores (musgos). Nesse caso, a distribuição da seiva se faz de célula a célula. A maioria, porém, é dotada de vasos condutores. Do caule partem ramos onde se prendem as folhas, levando a seiva bruta e trazendo a seiva elaborada. As folhas são, portanto, a parte dos vegetais onde ocorre a fotossíntese. A seiva elaborada por ela produzida é distribuída todas as partes do vegetal, garantindo a sua sobrevivência. Nas folhas também acontecem os processos de respiração e transpiração vegetal. Flores e sementes são órgãos que se relacionam com a reprodução vegetal. Briófitas As briófitas são plantas de pequeno porte, sendo que na maioria não ultrapassa 20 cm de altura. Vivem em ambientes úmidos e sombreados, uma vez que não são susceptíveis à dessecação. As briófitas apresentam estruturas chamadas rizóides, caulóides e filóides que desempenham um papel semelhante ao da raiz, caule e folhas. No entanto, não têm vasos condutores de seiva; tanto a seiva elaborada quanto a bruta passam diretamente de uma célula para outra, através de suas paredes. O grupo das briófitas tem os musgos como principal representante. Pteridófitas As pteridófitas são as primeiras plantas a possuir vasos condutores de seiva. A existência dos vasos possibilitou às plantas a conquista definitiva do ambiente terrestre. Os vasos permitem o transporte rápido da água e sais minerais até as folhas e de seiva elaborada para as demais partes da planta. Os principais representantes do grupo são as samambaias e as avencas. Nas pteridófitas as folhas se desenrolam a partir do centro da planta. A reprodução é feita por meio de esporos, que freqüentemente são produzidos em soros localizados na parte de baixo das folhas (são aqueles pontinhos alaranjados que vemos às vezes nas samambaias). Ocorre alternância de gerações, sendo o vegetal adulto produtor de esporos que, uma vez no chão, dão origem a uma plantinha parecida com um coração (prótalo) e que produz os gametas. Esses se unem e vão dar origem a uma nova planta. 11

14 Fanerógamas Nas fanerógamas os óvulos e o pólen são os gametas feminino e masculino, respectivamente. Dentre as fanerógamas temos as Gimnospermas, que produzem estróbilos como estruturas reprodutoras, que são erradamente denominados flores; e as Angiospermas, que produzem flores. Uma flor pode ser definida, de maneira ampla, como um ramo modificado e adaptado à reprodução. Sobre as folhas modificadas desse ramo é que se formam as estruturas reprodutivas das plantas fanerógamas. A semente é uma estrutura que contém em seu interior um pequeno embrião em repouso, além de grande quantidade de células e material nutritivo para garantir a germinação. As sementes têm origem a partir dos óvulos, formados nas flores. As fanerógamas são divididas em dois grandes grupos: Gimnospermas As gimnospermas são as primeiras plantas a produzirem flores (inflorescências) e sementes, porém não produzem frutos (grego = gymnos = nua, grego = sperma = semente). As gimnospermas mais conhecidas são os pinheiros, ciprestes e sequóias. No Brasil uma gimnosperma nativa é a araucária, também conhecida como pinheiro-do-paraná. As flores da gimnosperma são chamadas de cones ou estróbilos. Essas flores são de um só sexo, masculino ou feminino. As gimnospermas estão mais adaptadas às regiões temperadas Chegam a formar vegetações como as taigas no Hemisfério Norte e a mata de araucária no sul do Brasil. As sequóias são gimnospermas de grande porte e ocorrem na Califórnia (Estados Unidos). Essas plantas chegam a atingir 120 metros de altura e seus troncos podem chegar a ter diâmetro de 12 metros. Estima-se que as sequóias atuais tenham aproximadamente 4000 anos de idade. 12

15 Angiospermas As angiospermas possuem como característica exclusiva, a semente contida no interior de um fruto (grego angio = urna; sperma = semente). Por esse motivo são conhecidas como plantas frutíferas. Seus órgãos, como raiz, caule, folhas, flores, sementes e frutos, podem servir de alimento para a população humana. Além disso, servem, também como fontes de matéria-prima para as mais diversas atividades humanas e industriais. As angiospermas são divididas em dois grandes grupos: o das monocotiledôneas e o das dicotiledôneas. A principal característica que permite distinguir esses dois grupos é o número de cotilédones presentes na semente. Os cotilédones são folhas modificadas que fazem parte do corpo do embrião e que podem armazenar nutrientes que serão fornecidos a ele durante os estágios iniciais de desenvolvimento. Como o próprio nome diz, nas monocotiledôneas há apenas um cotilédone por semente, enquanto nas dicotiledôneas há dois cotilédones por semente. São exemplos de monocotiledôneas: Alho, cebola, aspargo, abacaxi, bambu, grama, arroz, trigo, aveia, cana-de-açúcar, milho, gengibre e palmeiras em geral: coco-da-baía, babaçu, etc. São exemplos de dicotiledôneas: Vitória-régia, eucalipto, abacate, rosa, morango, pêra, maçã, feijão, ervilha, goiaba, jabuticaba, algodão, cacau, limão, maracujá, cacto, mamona, mandioca, seringueira, batata, mate, tomate, jacarandá, café, abóbora, melancia, etc. A formação da semente Nas angiospermas a fecundação se dá quando o núcleo masculino (proveniente do grão de pólen) e o núcleo feminino (oosfera, proveniente do óvulo) se encontram, formando o zigoto, ainda no ovário da flor. O zigoto, uma célula simples, sofre então muitas divisões celulares e dá origem a um pequeno embrião, pluricelular. O óvulo fecundado desenvolve-se formando então uma semente. Ela contém um embrião e substâncias nutritivas que o alimentarão quando a semente germinar. A formação de uma ou mais sementes no interior de um ovário provoca o seu desenvolvimento e ele, crescendo muito origina um fruto, enquanto murcham todas as demais partes da flor. Reino Animalia O reino animal é formado por seres que se caracterizam pela significativa sensibilidade e mobilidade. Envolve os seres heterotróficos e aeróbicos desprovidos de celulose e clorofila. Suas principais características: possuem um ativo metabolismo, organização centralizada, meio interno constante, sistema de excreção, crescimento diferencial e diferenciação de camadas no desenvolvimento dos embriões. Os Metazoários compreendem os animais constituídos de grande número de células. Esse grupo é muito complexo, indo desde as esponjas até os animais superiores, que desenvolveram órgãos, aparelhos e sistemas altamente especializados (circulatório, excretor, digestório, nervoso, muscular etc). Filo porífero Características gerais dos espongiários ou poríferos Animais aquáticos de água doce e salgada. Corpo formado por duas camadas de células com diferentes funções, apresentando, às vezes, espículas calcarias entre elas. Corpo revestido de poros pelos quais a água entra, vai a uma cavidade central ou átrio e 13

16 sai por uma abertura (ósculo). Reprodução: assexuada (por brotamento) e sexuada. Filo cnidária ou Celenterata Características gerais dos cnidários (ou celenterados) Animais aquáticos, predominantemente marinhos. Corpo formado por duas camadas e células, entre as quais há uma camada de substância gelatinosa (mesogléia), rica em água e proteínas, limitando uma cavidade gastrovascular. Possuem tentáculos ao redor da boca. Formas corporais: pólipo ou fixa pelo disco basal ou pé (hidras, corais, anêmonas-domar) e medusa ou móvel (águas-vivas). Células características: cnidoblasto (para ataque e defesa, injeta um líquido urticante). Reprodução: assexuada e sexuada, podendo ocorres alternância de gerações (metagênese). Filo Platelminte Características gerais São vermes de corpo achatado contínuo ou segmentado. Corpo dos cestóides: cabeça ou escolés + colo + estróbilo (conjunto de segmentos ou proglotes). Hermafroditas; Reprodução por autofecundação. São três as classes principais: Turbelários: os de vida livre. Ex: planária. Trematóides: os parasitas de corpo contínuo provido de ventosas. Ex: Schistosoma mansani (esquistossomo). Cestóides: parasitas, de corpo segmentado, providos de ventosas. Ex: solitárias (Taenia solium e Taenia saginata). Classes dos celenterados: Hidrozoários: pólipos e medusas, de água doce e salgada. Ex: Hydra, caravelas. Os pólipos são fixos pelo pé. Cifozoários: pólipos e medusas, sendo a medusa a forma predominante,é exclusivamente marinhos. Ex: agua-viva. Antozoários: exclusivamente pólipos e marinhos. Ex: corais, anêmonas-do-mar. 14

17 Filo Nematelmintos São vermes de corpo cilíndrico, afilado nas extremidades, envolvidos por uma cutícula resistente. sanguessugas e branqueal nos demais. Reprodução: sexuada por fecundação externa. Sexos separados nos poliquetos e hermafroditismo nos demais. Reproduzem-se sexuadamente por fecundação interna, produzindo ovos que se transformam em larvas. Tem ação parasitária no homem, são importantes: Lombriga (Ascaris lumbricóides), causadora da ascaridíase. Ancilóstomo (Ancylostoma duodenale) e necátor (Necator americanus), causadores do amarelão. Filaria (Wuchereria bancrofti), causadores da wuchereriose (elefantíase). Filo Artrópoda Características gerais Corpo dividido em segmentos: cabeça, tórax e abdômen (nos insetos e diplóides), cefalotórax e abdômen (nos crustáceos e aracnídeos), cabeça e tronco (nos quilópodes). Possuem patas articuladas (três pares nos insetos, quatro pares nos aracnídeos, um par por segmento do corpo em quilópodes, dois pares por segmento do corpo em diplópodes. Possuem exoesqueleto de quitina, além de carbonato de cálcio (nos crustáceos). Filo Annelida Características gerais Corpo cilíndrico: dividido em anéis. Locomoção: por músculos circuladores e longitudinais. Habitat: terra úmida (minhocas), água doce (sanguessugas) e água salgada (nereide). Presença ou ausência de cerdas, seu número divide os Anelídeos em três classes: Oligoquetos (com poucas cerdas: minhocas). Poliquetos (com muitas cerdas: nereide). Hirudíneos (sem cerdas: sanguessugas). Parapódios: saliência no corpo dos poliquetos, concentrando as cerdas, auxiliam a locomoção. Respiração: cutânea em minhocas e Sistema digestório: completo com aparelhos bucais dos tipos: a) lambedor (abelhas, moscas, vespas, formigas), sugador (borboletas e mariposas), mastigador (traças, baratas, gafanhotos, cupins e besouros) e picador-sugador (mosquito, pulgas, piolhos e percevejos). Respiração: branquial (crustáceos), traqueal (nos demais) e filotraqueal (aracnídeos). Sentidos: olhos e antenas (um par em insetos, quilópodes e diplópodes, dois pares nos crustáceos, ausentes nos aracnídeos). Os insetos possuem asas, mas estas podem ser ausentes (traças, piolhos e pulgas) ou aparecer somente na época da reprodução (formigas e cupins). Reprodução: sexuada por fecundação interna, ovíparos em geral, desenvolvimento sem metamorfose (traças, aracnídeos, 15

18 quilópodes e diplópodes) e com metamorfose (mudança de forma). Crescimento por muda (perda do exoesqueleto e aquisição de um novo apos o crescimento). Principais classes Gastrópodes: caramujos, búzios (aquáticos) e lesmas (sem concha), caracóis (terrestres). Possuem tentáculos com função visual e tátil. Pelecípodes: ostras e mexilhões. Não possuem cabeça e tem duas valvas na concha. Cefalópodes: polvos (sem concha), lulas (concha interna), náutilos (concha externa). Pés modificados em tentáculos (oito nos polvos, dez nas lulas e quarenta nos náutilos). Filo Molusca Características gerais Animais de corpo mole. Constituindo de cabeça, pé e massa visceral (que contém os órgãos de digestão, respiração e reprodução). Geralmente protegido por uma concha. Locomoção: por rastejamento (pelo pé), por ajuda de tentáculos e por jato-propulsão (cefalópodes) pelo funil exalante. Concha: univalve e bivalva (abre-se por meio de ligamento elástico encontrado na charneira e fecha-se por meio de músculos adutores). Internamente, em contato com o molusco, há uma camada branca-azulada e brilhante, a madrepérola. Sistema digestório completo, com rádula (língua raladora de alimentos) e uma glândula digestiva ou hepatopâncreas. Pálio ou manto: revestimento do molusco e formador de concha e das perolas. Respiração: branquial (nos aquáticos) e pela cavidade palial, pulmão (nos terrestres). Reprodução: sexuada por fecundação externa, nos pelecípodes, e interna nos demais grupos. Filo Equinodermata Características gerais Animais de habitat marinho. Corpo revestido de espinhos (com função locomotora em alguns). Esqueleto: interno e calcário. Sistema digestório: com boca (provida de lanterna de Aristóteles nos equinóides para mastigação). Sistema hidrovascular ou ambulacrários: conjunto de canais ligados aos pés ambulacrários (utilizados na locomoção) e a circulação. Respiração: braquial. Pedicelárias: estruturas entre os espinhos com pinças na extremidade para recolher pequenos animais. Em alguns, produzem substâncias venosas contra os predadores. 16

19 Reprodução: sexuada por fecundação externa. Larvas com simetria bilateral, tornando-se radiada quando adultos. Possuem grande capacidade de regeneração. Classes Asteróides: estrela-do-mar. Equinóides: ouriço-do-mar. Ofiuróides: estrela serpentiforme. Holoturóides: pepino-do-mar. Crinóides: lírio-do-mar. Peixe Peixe cartilaginoso ósseo Filo Chordata Peixes Características gerais Seu habitat é exclusivamente aquático. Locomovem-se por nadadeiras. Seu corpo é hidrodinâmico e coberto de escamas visíveis (exceto os peixes de couro, jaú, bagre, cascudo, mandi, que tem escamas diminutas). São pecilotérmico. A boca é anterior ao corpo (nos peixes osteíctes ou de esqueleto ósseo) e ventral anterior (os peixes condrictes ou de esqueleto cartilaginoso). A linha lateral serve para percepção das diferenças de pressão na água. O opérculo cobre as brânquias (somente nos peixes osteites). Anfíbios Características gerais Vivem na água na fase larvária (girino) e na terra na fase adulta. Dividem-se em três ordem: Urodelos (quatro patas e cauda): salamandra, tritão, proteus. Anuros (quatro patas, sem cauda): sapo, rã, perereca. Ápodes ou gminofiones (com cauda, sem patas): cobra-cega. Pele com numerosas glândulas mucosas um par de venosas nos sapos (glândulas paratóides), dois olhos com pálpebras, narinas e membrana timpânica. Sistema digestório completo, com língua na porção anterior da boca. Termina numa cloaca. São pecilotérmicos. Coração semelhante aos répteis. Respiração branquial (na fase larvária e cutânea, pulmonar e bucofaríngea (na fase adulta). 17

20 Excreção por meio de dois rins. Reprodução sexuada por fecundação interna (em urodelos e apódes) e externa (em anuros). Do ovo forma-se o girino, que, após metamorfose, se transforma no adulto. Ordem de Répteis Quelônios: tartarugas (aquáticas), cágados (semi aquáticos), jabutis (terrestres). Crocodilianos: Jacarés, crocodilos e gavial. Escamados: a) lacertílios ou sáurios: lagarto, lagartixa, camaleão, cobra-de-duas-cabeças, cobra de vidro; b) ofídios: cobras. Répteis Características gerais Locomoção: arrestando o corpo. Pecilotérmicos: sua temperatura varia conforme a temperatura do ambiente. Corpo coberto de escamas (lagartos e cobras), de placas dérmicas (crocodilos e jacarés) ou de carapaças (tartarugas). Sistema digestório: completo dentes todos iguais, exceto em cobras peçonhentas, ou ausentes em quelônios (tartarugas, jabutis, etc), terminando em cloaca. Respiração: pulmonar. Sistema circulatório: com o coração dividido em três cavidades (átrio direito, que recebe sangue venoso (rico em gás carbônico), átrio esquerdo, que recebe sangue arterial (rico em oxigênio), e um ventrículo, no qual os sangues venoso e arterial se misturam). Excreção: por meio de dois rins. Reprodução: sexuada por fecundação interna. Na maioria são ovíparos. Algumas cobras são ovíparas, isto é, os ovos são chocados no interior da fêmea, e na postura os filhotes já estão desenvolvidos. Aves Características gerais Corpo coberto de penas, bico córneo, membros anteriores transformados em asas e glândulas uropigianas próximas a cauda, cuja secreção gordurosa serve para impermeabilizar as penas. Sistema digestório: completo como os mamíferos, apresentando um papo para amolecer os alimentos, estômago dividido em proventrículo (para digestão química) e moela (para digestão mecânica). Sistema respiratório: tipo pulmonar. Na traquéia há a siringe (órgão emissor de 18

21 som). Os sacos aéreos se insinuam entre os órgãos abdominais e penetram nos ossos pneumáticos (ocos). São homeotérmicos. Sistema circulatório: com o coração, artérias e veias, onde circulam dois tipos de sangue: arterial (do coração para os órgãos) e venoso (dos órgãos para o coração). Sistema urinário: com dois rins, ureteres, que desembocam na cloaca, cavidade comum aos sistemas digestório, reprodutor e urinário. Adaptação ao vôo: corpo aerodinâmico, asas com penas, sacos aéreos e ossos pneumáticos. Bicos: adaptados aos tipos de nutrição. Pés: adaptados ao ambiente (agarradores, nadadores, andadores, trepadores). Sentidos visão e audição bem desenvolvidos. Reprodução: sexuada, fecundação interna, ovíparos. Mamíferos Características gerais Possuem glândulas mamárias e pêlos. Desenvolvido nas fêmeas. Homeotérmicos: temperaturas corporal constante (endotermia). Sistema digestório: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino e ânus, tendo como anexos glândulas salivares, fígado e pâncreas. Sistema respiratório: apenas pulmonar com vias aéreas (fossas nasais, faringe, laringe, traquéia, brônquios) e dois pulmões (onde ocorre a absorção do oxigênio e a eliminação de gás carbônico). Sistema circulatório: coração com quatro cavidades (dois átrios e dois ventrículos), com artérias (que levam o sangue do coração aos tecidos) e veias (que trazem o sangue de volta ao coração). Excreção: urina (formada nos rins, por filtração do sangue). Reprodução: sexos separados com fecundação interna (união dos gametas no interior da fêmea). Vivíparos ( o embrião desenvolve-se dentro da mãe). Há mamíferos ovíparos. 19

22 EMBRIOLOGIA A embriologia é a parte da Biologia que estuda o desenvolvimento dos embriões animais. Há grandes variações, visto que os animais invertebrados e vertebrados apresentam muitos diferentes aspectos e níveis evolutivos. Em Biologia o desenvolvimento envolve diversos aspectos: a) multiplicação de células, através de mitoses sucessivas. b) crescimento, devido ao aumento do número de células e das modificações volumétricas em cada uma delas. c) diferenciação ou especialização celular, com modificações no tamanho e forma das células que compõem os tecidos. Essas alterações é que tornam as células capazes de cumprir sua funções biológicas. Através da fecundação ocorre o encontro do gameta masculino (espermatozóide) com o feminino (óvulo), o que resulta na formação do zigoto ou célula-ovo (2n). Após essa fecundação o desenvolvimento embrionário apresenta as etapas de segmentação que vão do zigoto até o estágio de blástula. Muitas vezes há um estágio intermediário, a mórula. Mórula: grupo de células agregadas. Lembra uma amora; Blástula: esfera oca onde a camada de células denominada blastoderma envolve a blastocela (cavidade); Gástrula: forma o arquêntero, a mesoderme e a ectoderme; Nêurula: forma o tubo neural, ocorrendo no final da anterior; Organogênese: formação dos órgãos. TECIDOS ANIMAIS A Histologia é a área da Biologia responsável pelo estudo dos tecidos: conjuntos de células que apresentam interdependência estrutural e funcional, desempenhando funções específicas no organismo. Os órgãos são formados pelo agrupamento de tecidos, e o conjunto destes formam sistemas. Os tecidos são classificados em: 1. Tecidos epiteliais Quanto à sua visão geral, podem ser: Tecidos epiteliais simples Tecidos epiteliais estratificados Tecidos epiteliais pseudoestratificados Quanto à forma das células, podem ser: Tecidos epiteliais pavimentoso Tecidos epiteliais cúbicos Tecidos epiteliais prismáticos Tecidos epiteliais de transição 2. Tecidos conjuntivos Tecido conjuntivo propriamente dito É o tecido conjuntivo que faz a estruturação e o suporte. Pode ser do tipo frouxo ou denso. O frouxo suporta estruturas que estão sujeitas a pequenos atritos e pressão, sendo encontrado preenchendo espaços entre células, suportando células epiteliais e em torno dos vasos sanguíneos e nas membranas serosas. O denso tem a mesma composição que o frouxo, porém possui menor quantidade de células e abundantes fibras colágenas, oferecendo assim resistência e proteção ao tecido. Ele é também menos flexível e mais resistente à tensão. 20

23 Tecido Adiposo - É constituído principalmente por células adiposas, que funcionam como reservatório de gordura, amortecedor de choques e contribuiu para o equilíbrio térmico dos organismos. Tecido Cartilaginoso - Possui consistência rígida, oferecendo suporte para os tecidos moles. Reveste também as superfícies articulares, absorvendo choques e facilitando o deslizamento dos ossos nas articulações. Tecido Ósseo - Forma os ossos, o principal constituinte do esqueleto. Dá suporte ao corpo e protege órgãos vitais, como o cérebro na caixa craniana e os pulmões e o coração dentro da caixa torácica. Serve de apoio aos músculos esqueléticos, proporcionando movimentos úteis aos membros. Ele também protege e aloja a medula óssea, formadora das células sanguíneas. Serve ainda de depósito de cálcio, fosfato e outros íons, possibilitando regular a liberação destes no sangue quando necessário. Tecido sanguíneo - O sangue (originado pelo tecido hemocitopoiético) é um tecido altamente especializado, formado por alguns tipos de células, que compõem a parte figurada, dispersas num meio líquido o plasma -, que corresponde à parte amorfa. Os constituintes celulares são: glóbulos vermelhos (também denominados hemácias ou eritrócitos); glóbulos brancos (também chamados de leucócitos). O plasma é composto principalmente de água com diversas substâncias dissolvidas, que são transportadas através dos vasos do corpo. TECIDO MUSCULAR - Constitui os músculos, está relacionado ao mecanismo de locomoção e ao processo de movimentação de substâncias internas do corpo, decorrente à capacidade contrátil das fibras musculares em resposta a estímulos nervosos, utilizando energia fornecida pela degradação da molécula de ATP. As células desse tecido são caracterizadas pelo seu formato alongado, uma especialização é a função de contração e distensão das fibras musculares, formada por numerosos filamentos proteicos de actina (miofilamentos finos) e miosina (miofilamentos grossos). Classificação dos tecidos musculares: Há três tipos de tecidos musculares: tecido muscular liso, tecido muscular estriado esquelético e tecido estriado cardíaco, cada um com suas particularidades. - Musculatura lisa (necessariamente com contração involuntária, independente da vontade do indivíduo): formada por células mononucleadas com estrias longitudinais. É presente nos órgãos vicerais internos (esôfago, intestino, vasos sanguíneos e útero), responsável pelo peristaltismo. - Musculatura estriada esquelética (contração voluntária, dependente da vontade do indivíduo): formada por células multinucleadas com estrias longitudinais e transversais. Forma os músculos, órgãos ligados à estrutura óssea, permitindo a movimentação do corpo. - Musculatura estriada cardíaca (contração involuntária): constitui as células binucleadas do miocárdio (musculatura do coração), unidas por discos intercalares que aumentam a adesão entre as células. Fator importante para uma contração rítmica e vigorosa, mantendo a circulação do sangue no corpo. TECIDO NERVOSO - O tecido nervoso é o responsável pela troca de informações rápidas nos animais. É um tecido bastante importante, pois sem ele não seria possível comandar as diversas partes do organismo de forma rápida e eficiente. O tecido é composto por neurônios (ou células nervosas), que são células especializadas na condução de impulsos elétricos. Essa célula é dividida em três partes distintas: Corpo celular: é a parte onde ficam o núcleo e diversas organelas, como mitocôndrias, que irão produzir algumas substâncias importantes e energia para o funcionamento correto da célula. Dendritos: são várias pequenas ramificações que saem do corpo celular, e funcionam como antenas, 21

24 para captar sinais elétricos e retransmití-los através do axônio. Axônio: é uma grande extensão do corpo celular, que se conecta à outros neurônios ou à células de outros tecidos, como músculos, glândulas, etc. Em torno do axônio geralmente são formadas as bainhas de mielina, compostas de células especializadas chamadas de células de Schwann, que são envoltórios contendo material lipídico. Essa bainha faz com que o transporte de impulsos elétricos seja mais rápido. Alguns axônios podem ultrapassar 1 metro de comprimento. FISIOLOGIA HUMANA SISTEMA DIGESTÓRIO Estrutura: Tubo digestivo (boca, faringe, esôfago, estômago e intestino delgado e grosso). Glândulas anexas (glândulas salivares, fígado e pâncreas). Glândulas anexas: Fígado: glândulas mais volumosas do corpo que produz a bile (armazenada na vesícula biliar), a uréia, o glicogênio e que armazena algumas vitaminas (A e D). Pâncreas: produz o suco pancreático (que atua na digestão) e a insulina (que regula o teor de glicose no sangue). DIGESTÃO A digestão é a redução de proteínas, gorduras e açúcares e partículas menores, que, dissolvidas na água, são absorvidas e aproveitadas pelas células. Pode ser: Mecânica: mastigação (na boca), deglutição (na faringe), movimentos peristálticos (no esôfago, estômago e intestino). Química: na boca (insalivação), no estômago (quimificação) e no intestino (quilificação). Lembre-se: o único suco que não contém enzimas é a bile, mas ela é necessária para emulsificar as gorduras, facilitando a ação das lípases. SISTEMA RESPIRATÓRIO Intestinos: Delgado: duodeno, jejuno e íleo. Grosso: ceco, colo, reto. O ceco conte um apêndice. O colo contém as porções ascendente, transversa e descendente. Respiração: liberação de energia da glicose em presença do oxigênio. Como resíduos, formam-se gás carbônico e água. Num sentido amplo, esse fenômeno envolve trocas gasosas nos sistema respiratório (absorção de oxigênio e eliminação de gás carbônico). Sistema respiratório: vias aéreas (fossas nasais, faringe, laringe, traquéia, brônquios e bronquíolos) e dois pulmões revestidos pelas pleuras. Como órgão acessório, há o 22

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