CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE EXTERNO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE EXTERNO"

Transcrição

1 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO E CONTROLE FRANCISCO JURUENA Credenciamento MEC Portaria nº 1965/06 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE EXTERNO O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO NOS MUNICÍPIOS E AS CONDICIONANTES PARA O SEU EFETIVO FUNCIONAMENTO ROBERTO CARLOS FINK PORTO ALEGRE 2008

2 RESUMO A implantação de sistemas de controle interno pelos municípios transpõe as exigências legais, constituindo-se em uma oportunidade de dotá-los de uma rede de instrumentos e informações que auxiliem a gestão dos recursos públicos. No transcurso das auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, verificaram-se situações antagônicas: em alguns municípios os organismos de controle interno eram bem estruturados e ativos; já em outros, esses sistemas de controle eram inoperantes, demonstrando que haviam sido instituídos apenas para dar aparência de cumprimento de uma obrigação legal. Após uma abordagem conceitual acerca do controle, especialmente dos controles praticados junto à administração pública, foram elencadas oito circunstâncias ou situações consideradas como condicionantes para o efetivo funcionamento do sistema de controle interno nos municípios, que aparecem na primeira parte deste trabalho. Na segunda parte, foi realizada uma pesquisa junto aos relatórios de auditoria dos cinqüenta e oito municípios que integram a região de atuação do Serviço Regional de Auditoria de Caxias do Sul, ocasião em que vinte deles foram selecionados para o envio de um questionário acerca do tema em estudo. A análise dos questionários respondidos comprovou a validade das condicionantes apresentadas anteriormente, evidenciando a necessidade de sua observância para o efetivo funcionamento do sistema de controle interno nos municípios. Palavras-chave: Controle. Controle interno. Sistema de controle interno. Efetivo funcionamento. Condicionantes.

3 ABSTRACT The implantation of systems of internal control by municipalities transposes the legal exigencies, constituting an opportunity to provide them with a network of instruments and information which helps the management of public resources. In the course of the audits realized by the Audit Office of the State of Rio Grande do Sul, two opposite situations were verified: in some municipalities the organisms of internal control were well structured and active, while in others, these systems of control were inoperative, showing that they were instituted merely give the appearance that the legal obligations were fulfilled. After a conceptual approach over control, especially over the controls practiced along the public administration, it has been numbered eight circumstances or situations taken as conditioners to the effective functioning of the systems of internal control in municipalities, which will appear in the first part of the present work. In the second part of the work, a research was made along with the audit reports of the fifty eight municipalities that integrate the actuation region of the Regional Audit Office of Caxias do Sul, occasion in which twenty were selected to the sending of a questionnaire about the theme in study. The analysis of the answered questionnaires proved the validity of the conditioners presented earlier, showing the necessity their observance to the effective functioning of the system of internal control in the municipalities. Key Words: Control. Internal control. System of Internal Control. Effective Functioning. Conditioners.

4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO O CONTROLE ASPECTOS HISTÓRICOS ASPECTOS CONCEITUAIS O CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CLASSIFICAÇÃO Quanto ao Tipo Quanto ao Órgão que Exerce o Controle Quanto ao Momento em que se Realiza o Controle Quanto à Finalidade ou Extensão A CONTABILIDADE COMO IMPORTANTE INSTRUMENTO DE CONTROLE A CONTABILIDADE PÚBLICA Sistema Orçamentário Sistema Financeiro Sistema Patrimonial Sistema de Compensação AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS ENTIDADES PÚBLICAS OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS E AS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE O CONTROLE INTERNO O CONTROLE EXTERNO A RELAÇÃO ENTRE O CONTROLE INTERNO E OS TRIBUNAIS DE CONTAS A TRANSPARÊNCIA PÚBLICA E O CONTROLE SOCIAL O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO ASPECTOS CONCEITUAIS A ATUAÇÃO DE FORMA SISTÊMICA A FUNDAMENTAÇÃO LEGAL A COORDENAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO CONDICIONANTES PARA O EFETIVO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO NOS MUNICÍPIOS INSTITUIÇÃO MEDIANTE LEI ESPECÍFICA APOIO INCONDICIONAL DA ALTA ADMINISTRAÇÃO UNIDADE DE COORDENAÇÃO INTEGRADA POR SERVIDORES EFETIVOS QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES...43

5 10.5 AUTONOMIA PARA O EXERCÍCIO DAS ATRIBUIÇÕES DISPONIBILIDADE DE TEMPO REMUNERAÇÃO ADEQUADA UTILIZAÇÃO DOS TRABALHOS NO APRIMORAMENTO DA GESTÃO PÚBLICA ESTUDO DE CASO - A AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO NOS MUNICÍPIOS FISCALIZADOS PELO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, NO ÂMBITO DO SERVIÇO REGIONAL DE AUDITORIA DE CAXIAS DO SUL ANÁLISE DOS RELATÓRIOS DE AUDITORIA A OPÇÃO PELO ENVIO DO QUESTIONÁRIO AOS INTEGRANTES DAS UNIDADES DE COORDENAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO SELEÇÃO DOS MUNICÍPIOS PARTICIPANTES DA PESQUISA ANÁLISE DOS QUESTIONÁRIOS Análise dos Questionários do Grupo Alfa Estrutura do organismo de coordenação Treinamento específico Jornada de trabalho Nível de instrução ou de escolaridade Remuneração Planejamento, desenvolvimento e registro das atividades Utilização do trabalho desenvolvido pelo controle interno para o aprimoramento da gestão municipal Auto-avaliação do funcionamento do sistema de controle interno e do nível de conhecimento técnico dos integrantes da sua unidade de coordenação Maiores dificultadores para o funcionamento do sistema de controle interno Análise dos Questionários do Grupo Beta Estrutura do organismo de coordenação Treinamento específico Jornada de trabalho Nível de instrução ou de escolaridade Remuneração Planejamento, desenvolvimento e registro das atividades Utilização do trabalho desenvolvido pelo controle interno para o aprimoramento da gestão municipal Auto-avaliação do funcionamento do sistema de controle interno e do nível de conhecimento técnico dos integrantes da sua unidade de coordenação Maiores dificultadores para o funcionamento do sistema de controle interno Análise Comparativa das Respostas Grupo Alfa x Grupo Beta Quanto ao quesito estrutura do organismo de coordenação Quanto ao quesito treinamento específico Quanto ao quesito jornada de trabalho Quanto ao quesito nível de instrução ou de escolaridade Quanto ao quesito remuneração...62

6 Quanto ao quesito planejamento, desenvolvimento e registro das atividades Quanto ao quesito utilização do trabalho desenvolvido pelo controle interno para o aprimoramento da gestão municipal Quanto ao quesito auto-avaliação do funcionamento do sistema de controle interno e do nível de conhecimento técnico dos integrantes da sua unidade de coordenação Quanto ao quesito maiores dificultadores para o funcionamento do sistema de controle interno...65 CONCLUSÃO...66 REFERÊNCIAS...68 Anexo A Modelo do Questionário...72 Anexo B Resumo das respostas dos questionários do grupo Alfa...78 Anexo C Resumo das respostas dos questionários do grupo Beta...81

7 8 1 INTRODUÇÃO A exigência da implantação de sistemas de controle interno nas estruturas administrativas públicas não é recente, embora o tema tenha efervescido com a vigência da Lei Complementar nº. 101/2000. Essa lei trouxe em seu corpo o fortalecimento desse organismo de controle, na medida em que lhe delega a fiscalização do cumprimento das normas emanadas de seu texto (art. 59) e torna obrigatória a aposição da assinatura da autoridade responsável pelo controle interno nos relatórios de gestão fiscal, juntamente com a do chefe do respectivo Poder (vide art. 54, parágrafo único). A importância do controle interno para a gestão pública é reconhecida desde a edição da Lei Federal nº /1964, sendo considerado obrigatório pelas Constituições Federais de 1967 e de Afora as exigências legais, a necessidade premente da administração pública de maximizar a utilização dos recursos públicos para fazer frente às crescentes demandas da sociedade coloca o sistema de controle interno como parceiro do administrador municipal nesta empreitada. No transcurso das auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, observou-se, algumas vezes, a existência de sistemas de controle interno bem estruturados e incorporados à cultura organizacional das entidades públicas. Entretanto, em outras situações, deparou-se com organismos de controle interno inoperantes, implantados apenas para dar aparência do cumprimento de uma obrigação legal. Essas situações antagônicas verificadas junto às administrações públicas municipais despertaram o interesse para a realização da presente pesquisa. O problema que será enfocado se refere às dificuldades enfrentadas pelos administradores públicos e servidores municipais para a implantação do sistema de controle interno, e para a manutenção de seu efetivo funcionamento. Já é de longa data o debate sobre esse assunto, que suscita entendimentos e opiniões bastante divergentes. Enquanto muitos administradores públicos entendem que ele se constitui em um instrumento

8 9 fundamental para o gerenciamento da máquina pública, servindo de apoio para o gestor público, outros pensam que se trata de mera exigência legal, que visa dificultar e/ou limitar a sua atuação e a execução de seus programas de governo. Como conseqüência, as auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul têm constatado muitas deficiências nos sistemas de controle interno dos municípios. O presente trabalho de pesquisa tem por objetivo demonstrar a importância do sistema de controle interno, especialmente no âmbito dos municípios, evidenciar as dificuldades enfrentadas para a sua implantação e manutenção do seu efetivo funcionamento, e apontar soluções para os problemas detectados.

9 10 2 O CONTROLE 2.1 ASPECTOS HISTÓRICOS A bibliografia especializada apresenta várias versões acerca da origem do controle. No presente trabalho serão apresentadas apenas duas, que ilustrarão um pouco da história do controle. A respeito do tema, Flávio da Cruz e José Osvaldo Glock (2003, p. 17) expressam que: Embora ao longo do tempo tenha-se perdido a origem da informação, alguns pesquisadores concluíram que a palavra controle deriva da expressão contrôle e provém da França, quando, no século XVII, já significava o poder ou o ato de controlar, averiguar, verificar etc. Segundo os historiadores, um registro de nomes, por exemplo, era chamado de rôle, e o contre-rôle era outro registro, o qual, ao ser confrontado com o original, propiciava uma ação de controle. De outra banda, Antônio Lopes de Sá, renomado pesquisador da história da contabilidade, citado por Flávio da Cruz e José Osvaldo Glock (2003, p ), refere-se à origem do controle no trecho citado a seguir. A necessidade de guardar memória dos fatos ocorridos com a riqueza patrimonial gerou critérios de escritas em formas progredidas mesmo nas civilizações mais antigas, como a da Suméria; há cerca de anos, encontram-se já registros em peças de argila que indicam tais evoluções. Pequenas tábuas de barro cru serviam para gravar, de forma simples, fatos patrimoniais diversos. Na Suméria, pois, a escrita contábil já havia conquistado um razoável grau de evolução e o trabalho de registrar já era confiado a profissionais especialistas. Provas, também, de revisões ou conferências dos registros para certificar a exatidão foram encontradas. Uma primitiva, mas eficiente auditoria já ocorria anos AC feita por revisores e

10 inspetores de contas na época do Rei Uru-Kagina (tal prova acha-se no Museu do Centenário, em Bruxelas, na Bélgica e foi estudada pelo emérito historiador da Contabilidade, o Prof. Federico Melis, das Universidades de Florença e Pisa). 11 Apesar das divergências entre as versões apresentadas, especialmente no que concerne ao distanciamento entre as épocas descritas, observa-se que o exercício da ação de controle é muito antigo em todas as civilizações. 2.2 ASPECTOS CONCEITUAIS De acordo com Flávio da Cruz e José Osvaldo Glock (2003, p. 17), o controle pode ser definido como: Qualquer atividade de verificação sistemática de um registro, exercida de forma permanente ou periódica, consubstanciado em documento ou outro meio, que expresse uma ação, uma situação, um resultado, etc., com o objetivo de se verificar se existe conformidade com o padrão estabelecido, ou com o resultado esperado, ou, ainda, com o que determinam a legislação e as normas. O controle também pode ser conceituado como a fiscalização exercida sobre determinado alvo, de acordo com certos aspectos, visando averiguar o cumprimento do que já foi predeterminado, ou evidenciar eventuais desvios com fincas de correção (GUERRA, 2003, p. 23). Segundo o American Institute of Certified Public Accountants (Instituto Americano de Contadores Públicos Certificados), apud Albuquerque ( , p ), o controle é: O plano da organização, todos os métodos e medidas coordenadas adotadas pela empresa para salvaguardar seus ativos, verificar a adequação e confiabilidade de seus dados

11 contábeis, promover a eficiência operacional e estimular o respeito e observância às políticas administrativas fixadas pela gestão. 12 Portanto, a atividade de controle pressupõe o estabelecimento de um padrão pré-determinado, que servirá de baliza ante o que for executado, com vistas a verificar a sua conformidade, indicando a necessidade de ações corretivas, se for o caso.

12 13 3 O CONTROLE DA ADMNISTRAÇÃO PÚBLICA O estabelecimento de controles sobre a Administração Pública surgiu no Estado de Direito, em razão da necessidade de se garantir o cumprimento da lei e o atendimento do interesse público, evitando o abuso de poder por parte dos governantes. Na visão de Montesquieu, todo homem que dispõe de poder tende a abusar dele, sendo recomendável organizar o governo de forma a não oportunizar esse abuso. Segundo o mesmo autor (1985, p. 148), para que não se possa abusar do poder é preciso que, pela disposição das coisas, o poder freie o poder. A doutrina da separação dos poderes reconhece que o Estado deve cumprir determinadas funções essenciais legislar, executar as leis e julgar as controvérsias decorrentes da sua aplicação -, e que seria benéfico para a sociedade se cada uma dessas funções fosse exercida por um órgão diferente, limitando o poder político (MILESKI, 2003). No Brasil, o modelo de separação de poderes adotado pela Constituição de 1988 é o flexível, que conta com três poderes independentes e harmônicos executivo, legislativo e judiciário, mas que se controlam mutuamente com vistas ao cumprimento dos deveres constitucionais de cada um, de modo a assegurar um sistema de freios e contrapesos (MILESKI, 2003). A finalidade do controle é garantir que a atuação da Administração esteja embasada nos princípios que lhe são impostos pelo ordenamento jurídico, como os da legalidade, impessoalidade, moralidade, finalidade pública, publicidade e eficiência. O controle deve exercer a avaliação da ação administrativa, segundo um conjunto de normas e princípios, visando conferir a sua regularidade. Porém, ele não deve substituir a Administração na execução das tarefas a ela cabíveis. A respeito do tema, Hélio Saul Mileski assim se pronuncia:

13 Controle não administra. A sua função é fiscalizar, avaliar, detectar erros e falhas e responsabilizar a Administração, mas jamais tomar o seu lugar. Controle que substitui a Administração pratica abuso de poder, com desvio de finalidade na sua função (MILESKI, 2003, p. 140) CLASSIFICAÇÃO Os critérios existentes para a classificação dos controles são muitos, todavia o presente estudo abordará aqueles mais comumente utilizados pelo meio doutrinário Quanto ao Tipo O controle pode ser interno ou externo, dependendo do órgão que o executa pertencer ou não à estrutura em que se inclui o órgão controlado. Controle interno é aquele realizado pela própria Administração sobre os seus atos, visando ao atendimento ao princípio da legalidade e da observância da supremacia do interesse público. Já o controle externo é aquele efetivado por organismo que não integra a estrutura do órgão controlado. De acordo com o mandamento constitucional, o controle externo da administração pública é exercido pelo Poder Legislativo, com o auxílio do Tribunal de Contas. Todavia, o controle social, que é exercido pela sociedade sobre os atos da administração pública, também se insere como uma forma de controle externo.

14 Quanto ao Órgão que Exerce o Controle A execução do controle é realizada no âmbito das esferas administrativa, legislativa ou judiciária. Controle administrativo ou executivo é o poder de fiscalização e correção exercido pela própria administração sobre a sua atuação, com vistas ao cumprimento dos mandamentos constitucionais que regem a administração pública, no que tange ao atendimento dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, e à satisfação das necessidades coletivas. De acordo com Hely Lopes Meirelles O controle administrativo deriva do poder-dever de autotutela que a Administração tem sobre os seus próprios atos e agentes, dando-lhe condições para anular, revogar ou alterar esses atos, bem como punir os seus agentes com as penalidades estatutárias previstas (MEIRELLES, 2001, p ). Essa espécie de controle pode ser exercida ex ofício, isto é, quando a autoridade pública toma conhecimento da ilegalidade, inconveniência, inoportunidade ou ineficiência do ato e age no sentido de anulá-lo, revogá-lo ou corrigi-lo. Também pode ocorrer mediante provocação do administrado, visando o reexame do ato em processo de recurso administrativo. O controle legislativo é aquele exercido pelo Poder Legislativo. É denominado de controle político, quando é exercido diretamente por seus órgãos Senado Federal, Câmara dos Deputados, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores ou Comissões Parlamentares. Por outro lado, quando é exercido com o auxílio de outros órgãos criados constitucionalmente para esse fim, como no caso dos Tribunais de Contas, é denominado controle financeiro.

15 16 O controle judicial, por sua vez, corresponde à atividade jurisdicional destinada a resolver as situações contenciosas entre a Administração Pública e os indivíduos. Evandro Martins Guerra afirma que: Controle judicial é aquele exercido pelo poder judiciário, alcançando especificamente a legalidade dos atos administrativos praticados no âmbito do poder executivo e na administração dos demais órgãos do Estado. Trata-se de fundamento do Estado Democrático de Direito, consubstanciado no sistema de monopólio da jurisdição (art. 5º, XXXV, CRFB/88), pelo qual somente o poder judiciário aprecia, com força de coisa julgada, a lesão ou ameaça a direito (GUERRA, 2003, p. 25) Quanto ao Momento em que se Realiza o Controle O objetivo principal do controle da Administração Pública é testar a regularidade e adequação dos procedimentos administrativos atinentes à realização das atividades estatais, com vistas a evitar a prática de atos ilegais ou com desvio de finalidade. Tal controle é realizado mediante o acompanhamento da atividade administrativa em variados momentos. Controle prévio, preventivo ou a priori é aquele que antecede a prática da atividade administrativa, visando prevenir a ocorrência de ato ilegal ou contrário ao interesse público. Como exemplo, pode-se citar a exigência de haver empenho prévio para a realização da despesa, conforme o contido no art. 60 da Lei Federal nº /64. O controle concomitante é a modalidade de controle tendente a acompanhar a atuação administrativa de forma simultânea, verificando a regularidade do ato administrativo de plano, no mesmo momento em que é praticado (GUERRA, 2003, p. 26). Ele tem por objetivo evitar distorções e desvios, promovendo a adoção de ações corretivas imediatas, visando a manutenção da regularidade nas atividades administrativas.

16 17 As auditorias de acompanhamento de gestão realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul nos diversos órgãos da Administração Pública Estadual e Municipal podem ser consideradas como exemplo de controle concomitante. Controle posterior, corretivo ou a posteriori é aquele realizado após a prática do ato administrativo, e que tem o propósito de avaliar a ação administrativa no sentido de confirmar, corrigir ou desfazer tal ação. Segundo Mileski (2003, p. 146): O chamado controle a posteriori ocorre após a realização do ato praticado em decorrência da ação administrativa desenvolvida, com a finalidade de proceder a uma avaliação sobre a sua correção e legalidade, com o objetivo de promover a sua aprovação ou homologação e, no caso de encontrar erros, falhas e vícios, adotar medidas que levem à sua correção ou desfazimento Quanto à Finalidade ou Extensão Relativamente à finalidade ou extensão, o controle é realizado para manter os atos administrativos dentro dos parâmetros da legalidade e, quanto ao seu mérito, para avaliar a eficiência e eficácia, de acordo com a conveniência e a oportunidade do ato praticado. O controle de legalidade é aquele exercido para verificar a conformidade dos atos e procedimentos administrativos no que diz respeito à lei. Pode e deve ser exercido pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em obediência ao princípio constitucional segundo o qual o administrador público somente pode fazer o que a lei prescreve. O controle de mérito, por sua vez, objetiva avaliar o resultado alcançado pela ação administrativa, tendo em vista a sua conveniência e oportunidade. Ele visa verificar a harmonia entre o objeto pretendido e o efeito atingido, buscando garantir a boa gestão da coisa pública, sob os aspectos da economicidade, eficácia e eficiência do ato (GUERRA, 2003, p. 26).

17 18 4 A CONTABILIDADE COMO IMPORTANTE INSTRUMENTO DE CONTROLE A contabilidade se caracteriza essencialmente como a ciência do controle, sendo reconhecida como o sistema de informação que controla o patrimônio de uma entidade. O campo de abrangência de uma ciência é delimitado pelo seu objeto. Na contabilidade, o objeto é sempre o patrimônio de uma entidade, definido como o conjunto de bens, direitos e de obrigações para com terceiros, podendo ser estudado sob os aspectos qualitativos e quantitativos. Por aspecto qualitativo, entende-se a natureza dos elementos que o compõe, como dinheiro, valores a receber ou a pagar, máquinas, veículos, imóveis, estoques de mercadorias, etc. Já sob o ponto de vista quantitativo, analisa-se a expressão dos componentes patrimoniais em valores monetários. 4.1 A CONTABILIDADE PÚBLICA Contabilidade Pública, segundo Petri (apud SLOMSKI, 2003, p. 29) é um dos ramos da Contabilidade Geral, aplicada às entidades de Direito Público Interno. No Brasil, a Lei Federal nº , de 17 de março de 1964, estabelece as normas gerais de direito financeiro para a elaboração e o controle dos orçamentos e elaboração dos balanços da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. De acordo com Iudícibus (1997, p.28), o objetivo principal da contabilidade (e dos relatórios dela emanados) é fornecer informação econômica relevante para que cada usuário possa tomar suas decisões e realizar seus julgamentos com segurança. A Contabilidade Pública, como ramo da Contabilidade Geral, tem por objetivo evidenciar perante a Fazenda Pública a situação de todos que, de

18 19 qualquer modo, arrecadem receitas, efetuem despesas, administrem ou guardem bens a ela pertencentes ou confiados (LF 4320/64, art. 83). Diferentemente da Contabilidade Comercial, que possui apenas dois grandes sistemas contábeis o Patrimonial e o de Resultados, a Contabilidade Pública trabalha com quatro sistemas contábeis que interagem entre si. São eles: os sistemas Orçamentário, Financeiro, Patrimonial e de Compensação Sistema Orçamentário No Sistema Orçamentário, o registro das receitas e despesas é efetivado de acordo com as especificações contidas na Lei do Orçamento e nos créditos adicionais. Deste modo, esse sistema deve demonstrar, em seus registros, a despesa orçamentária empenhada, a despesa orçamentária realizada à conta dos créditos orçamentários e as dotações orçamentárias disponíveis Sistema Financeiro O Sistema Financeiro evidencia o fluxo de caixa da entidade. Nele são registrados todos os ingressos e desembolsos de recursos financeiros, inclusive as receitas e as despesas extra-orçamentárias, que se caracterizam como entradas e saídas financeiras compensatórias recursos de terceiros que apenas transitam pela entidade.

19 Sistema Patrimonial O Sistema Patrimonial registra todos os bens de natureza permanente móveis, máquinas, veículos, imóveis, etc.-, com a indicação dos elementos necessários para a perfeita caracterização de cada um deles e das pessoas responsáveis por sua guarda e administração Sistema de Compensação No Sistema de Compensação são registradas as presunções de direitos e as obrigações da entidade pública. Nele são registrados os fatos ou situações não abrangidos pelos demais sistemas contábeis, mas que podem implicar em alterações no patrimônio da entidade no futuro. Como exemplos podem ser citados os valores em poder de terceiros ou recebidos de terceiros, apólices de seguros, etc., que são registrados no Sistema de Compensação apenas para fins de informação e controle. 4.2 AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS ENTIDADES PÚBLICAS As demonstrações contábeis das entidades públicas são apresentadas por meio dos Balanços Orçamentário, Financeiro e Patrimonial e da Demonstração das Variações Patrimoniais. Os resultados gerais do exercício são demonstrados nos Balanços Orçamentário e Financeiro, e na Demonstração das Variações Patrimoniais. Já a situação patrimonial é evidenciada no Balanço Patrimonial. Todos os fatos que afetam o patrimônio da entidade são objeto de registro e demonstração pela contabilidade; de onde se conclui que a contabilidade se constitui em um importante instrumento de controle para a administração pública.

20 4.3 OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS E AS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE 21 As informações geradas pela contabilidade de quaisquer entidades públicas ou privadas devem ser íntegras, fidedignas e completas, permitindo que o usuário possa realizar a sua avaliação com o menor grau de dificuldade possível. Essa garantia é dada pelos Princípios Fundamentais de Contabilidade e pelas Normas Brasileiras de Contabilidade. A Resolução nº. 750, de 29 de dezembro de 1993, editada pelo Conselho Federal de Contabilidade, instituiu os Princípios Fundamentais de Contabilidade. O seu artigo 2º dispõe que: Os Princípios Fundamentais de Contabilidade representam a essência das doutrinas e teorias relativas à Ciência da Contabilidade, consoante o entendimento predominante nos universos científico e profissional de nosso País. Concernem, pois, à Contabilidade no seu sentido mais amplo de ciência social, cujo objeto é o Patrimônio das Entidades. Concomitantemente, mas por meio da Resolução nº. 751, o Conselho Federal de Contabilidade instituiu as Normas Brasileiras de Contabilidade, que fixam regras de conduta profissional e procedimentos técnicos a serem observados quando do exercício da profissão contábil. Segundo Franco (apud CAMARGO, 1997, p.16): Princípio é a causa da qual algo procede. É a origem, o começo de um fenômeno ou de uma série de fenômenos. Os princípios, quando entendidos como preceitos básicos e fundamentais de uma doutrina, são imutáveis, quaisquer que sejam as circunstâncias de tempo e lugar em que a doutrina é estudada e tais princípios são aplicados.

21 22 De acordo com Porto (apud CAMARGO, 1997, p. 16) Os PRINCÍPIOS inspiram e fundamentam a ação, o comportamento. As NORMAS, sob a luz dos princípios, dirigem a ação, são proposições com carga de ordem e comando, leis que se não forem obedecidas levam risco ao comportamento. Destarte, pode-se afirmar que a observância dos princípios contábeis e das normas brasileiras de contabilidade garante a confiabilidade das informações contábeis.

22 23 5 O CONTROLE INTERNO Controle interno é o controle administrativo, exercido por um organismo integrante da própria estrutura na qual se insere o órgão fiscalizado. Em nível geral, pode-se afirmar que os controles internos representam o conjunto de normas e procedimentos de controle existentes em qualquer organização pública ou empresarial. No que tange à administração pública, os controles internos servem para auxiliar o administrador no cumprimento de sua missão de disponibilizar serviços públicos à população, tendo em vista a sua necessidade de conhecer as reais demandas da sociedade. Esse conhecimento não se dá de forma empírica, baseado somente na experiência e sem nenhum conteúdo científico, mas sim por meio de modernas técnicas de administração, em nível de planejamento e gestão. Um conceito bastante abrangente, que serve perfeitamente para os fins didáticos a que se propõe o presente trabalho de pesquisa, foi obtido do substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 135/96, que tramita na Câmara dos Deputados e que visa substituir a Lei Federal nº 4.320/64. Art. 171 O controle interno compreende o plano de organização e todos os métodos e medidas adotados pela Administração Governamental para salvaguardar os seus ativos, desenvolver a eficiência nas operações, estimular o cumprimento das políticas administrativas prescritas e verificar a exatidão e a fidelidade dos dados contábeis e a exação no cumprimento da lei. Tendo em vista a amplitude do conceito, e para que ele seja perfeitamente compreendido, analisar-se-á, individualmente, a seguir, cada um dos seus componentes.

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo Contextualização Sumário - O Controle na Administração Pública - O Controle Externo - O Controle Interno O Controle Interno do Poder Executivo do Estado

Leia mais

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Dispõe sobre a organização e a atuação do Sistema de Controle Interno no Município e dá outras providências. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE

DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE DIREITO ADMINISTRATIVO CONTROLE Atualizado em 12/11/2015 CLASSIFICAÇÕES E SISTEMAS DE CONTROLE CLASSIFICAÇÕES DO CONTROLE Quanto ao posicionamento do órgão controlador: Externo: exercido por um ente que

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO O presente estudo é resultado de uma revisão bibliográfica e tem por objetivo apresentar a contextualização teórica e legislativa sobre

Leia mais

CONTROLE INTERNO NAS ENTIDADES PÚBLICAS

CONTROLE INTERNO NAS ENTIDADES PÚBLICAS CONTROLE INTERNO NAS ENTIDADES PÚBLICAS Resumo: o presente artigo trata de estudo do controle interno nas entidades públicas no Brasil, de maneira expositiva. Tem por objetivo contribuir para o Seminário

Leia mais

CONTROLE INTERNO E EXTERNO

CONTROLE INTERNO E EXTERNO CONTROLE INTERNO E EXTERNO Base legal controle interno A lei n.º 4.320/64 preconiza em seu artigo 75: O controle da execução orçamentária compreenderá: I a legalidade dos atos de que resultem a arrecadação

Leia mais

O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS

O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS O CONTROLE INTERNO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS MUNICÍPIOS Luís Filipe Vellozo de Sá e Eduardo Rios Auditores de Controle Externo TCEES Vitória, 21 de fevereiro de 2013 1 Planejamento Estratégico

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015.

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MORMAÇO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUÍS CARLOS MACHADO PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio

Leia mais

O CONTROLE INTERNO E A AUDITORIA INTERNA GOVERNAMENTAL: DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS

O CONTROLE INTERNO E A AUDITORIA INTERNA GOVERNAMENTAL: DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS O CONTROLE INTERNO E A AUDITORIA INTERNA GOVERNAMENTAL: DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS Wanderlei Pereira das Neves 1 Resumo Nosso trabalho visa a demonstrar que a auditoria interna governamental é o ápice da

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno Notificação N 006/2006 ORIGEM: Memorando nº 86/2006 Departamento de Contabilidade

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE MIMOSO DO SUL GABINETE DA PREFEITA

ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE MIMOSO DO SUL GABINETE DA PREFEITA PROJETO DE LEI Nº /2013 DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MIMOSO DO SUL, ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Título I Das Disposições Preliminares Art. 1º A organização

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 14/2011 Ver também IN 7/13 Disciplina a organização e a apresentação das contas anuais dos administradores e demais responsáveis por unidades jurisdicionadas das administrações direta

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Publicada no DJE/STF, n.10, p. 1-3 em 16/01/2015 RESOLUÇÃO Nº 542, DE 13 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre as prerrogativas, as responsabilidades, a competência e a atuação da Secretaria de Controle Interno

Leia mais

Controle da Administração Pública

Controle da Administração Pública Noções introdutórias Gustavo Justino de Oliveira* Segundo denominação dada por José dos Santos Carvalho Filho, tem-se por controle da Administração Pública o conjunto de mecanismos jurídicos e administrativos

Leia mais

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015.

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, para o encerramento anual

Leia mais

Dispositivos da Constituição

Dispositivos da Constituição Dispositivos da Constituição DISPOSITIVOS DA CONSTITUIÇÃO ESTADUAL PERTINENTES AO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO Art. 19... 1º o controle externo da Câmara Municipal será exercido com o auxílio do Tribunal

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE EXTERNO

O PAPEL DO CONTROLE EXTERNO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE GESTÃO FINANCEIRA I CICLO DE APERFEIÇOAMENTO EM GESTÃO FINANCEIRA O PAPEL DO CONTROLE EXTERNO Prof. Ariel Lopes Torres E-mail: ariel@unemat.br CÁCERES

Leia mais

VI CONGRESSO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS FDERAÇÃO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS - FECAM DEZEMBRO - 2008

VI CONGRESSO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS FDERAÇÃO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS - FECAM DEZEMBRO - 2008 VI CONGRESSO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS FDERAÇÃO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS - FECAM DEZEMBRO - 2008 Elóia Rosa da Silva Diretora Geral de Controle Externo Do TCE/SC na Gestão Municipal Fins do Estado - Satisfação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS)

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A Unidade de Auditoria

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e

PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e PORTARIA TRT 18ª GP/DG nº 045/2013 (Republicada por força do art. 2 da Portaria TRT 18ª GP/DG nº 505/2014) Dispõe sobre a competência, a estrutura e a atuação da Secretaria de Controle Interno e dá outras

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Piauí

Tribunal de Contas do Estado do Piauí Tribunal de Contas do Estado do Piauí P R O C E D I M E N T O S A S E R E M O B S E R V A D O S Q U A N T O A O C O N T R O L E I N T E R N O M A R I A V A L É R I A S A N T O S L E A L A U D I T O R A

Leia mais

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS Apresentação O ano de 2009 encerrou pautado de novas mudanças nos conceitos e nas práticas a serem adotadas progressivamente na contabilidade dos entes públicos de todas as esferas do Governo brasileiro.

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Aripuanã

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Aripuanã LEI Nº. 721/2007 SÚMULA: DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE ARIPUANÃ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Estado de Mato Grosso, seguinte Lei: EDNILSON LUIZ FAITTA, Prefeito Municipal de Aripuanã,

Leia mais

Prefeitura de Júlio de Castilhos

Prefeitura de Júlio de Castilhos LEI N. 3.263, DE 25 DE SETEMBRO DE 2014. Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Município de Júlio de Castilhos. VERA MARIA SCHORNES DALCIN, Prefeita de JÚLIO DE CASTILHOS, Estado do RIO GRANDE

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.1 - CONCEITUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO A Contabilidade Pública aplica, no processo gerador de informações, os princípios

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA

CONTABILIDADE PÚBLICA CONTABILIDADE PÚBLICA 1. Conceito: Para Bezerra Filho (2006, p.131), a Contabilidade pública pode ser definida como o ramo da ciência contábil que controla o patrimônio público, evidenciando as variações

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição,

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição, DECRETO 3.100, de 30 de Junho de 1999. Regulamenta a Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999, que dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como Organizações

Leia mais

1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito:

1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito: 1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito: (A) desapropriação de terras improdutivas. (B) penhora de bens em execução

Leia mais

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG CONCURSO: APO/MPOG/2010 66. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção verdadeira a respeito do objeto, regime e campo de aplicação da contabilidade

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014 Publicado no D.O. de 14.01.2014 DECRETO Nº 44.558 DE 13 DE JANEIRO DE 2014 REGULAMENTA A GESTÃO DOS BENS MÓVEIS INTEGRANTES DO PATRIMÔNIO PÚBLICO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS

Leia mais

Controle da Administração Pública Exercícios

Controle da Administração Pública Exercícios Professor Gustavo Fregapani E-mail: gustavofregapani@gmail.com Página de dicas no Facebook: https://www.facebook.com/gustavofregapani Curta a página e receba novidades, informações e dicas para concursos

Leia mais

Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) PARECER Nº, DE 2015

Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) PARECER Nº, DE 2015 PARECER Nº, DE 2015 Da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, sobre a Proposta de Fiscalização e Controle nº 1, de 2015, que propõe investigação sobre o processo de

Leia mais

CONTROLE INTERNO. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado

CONTROLE INTERNO. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado CONTROLE INTERNO Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado PLANO DE AULA Inadequação do controle interno adotado pelos municípios Controle interno pró-ativo Legislação municipal mínima INADEQUAÇÃO DO CONTROLE INTERNO

Leia mais

OS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL E A RESPONSABILIDADE DOS CONSELHEIROS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL

OS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL E A RESPONSABILIDADE DOS CONSELHEIROS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL OS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL E A RESPONSABILIDADE DOS CONSELHEIROS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL O Regime Próprio de Previdência Social RPPS, de caráter contributivo, é o regime assegurado

Leia mais

RESOLUÇÃO N 83/TCE/RO-2011

RESOLUÇÃO N 83/TCE/RO-2011 RESOLUÇÃO N 83/TCE/RO-2011 Dispõe sobre o exercício da fiscalização dos atos de gestão pelo Tribunal de Contas e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições

Leia mais

ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE CONTAS

ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE CONTAS RESOLUÇÃO T.C. Nº 0017/2010 EMENTA: Regulamenta a coordenação e o funcionamento do Sistema de Controle Interno no âmbito do Tribunal de Contas e dá outras providências. O DO ESTADO DE PERNAMBUCO, na sessão

Leia mais

RESOLUÇÃO T.C. Nº 0020/2005

RESOLUÇÃO T.C. Nº 0020/2005 RESOLUÇÃO T.C. Nº 0020/2005 EMENTA: Dispõe sobre os institutos da Organização Social OS e da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público OSCIP, regulamenta a prestação de contas dessas entidades

Leia mais

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS

ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás TCE/GO Auditor de Controle Externo Área Controle Externo ÍNDICE Volume 1 CONHECIMENTOS GERAIS Língua Portuguesa Ortografia oficial... 01 Acentuação

Leia mais

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Ao sistema de controle interno, consoante o previsto nos arts. 70 e 74 da Constituição Federal, incumbe a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial,

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO II DA FINALIDADE, VINCULAÇÃO E SEDE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO II DA FINALIDADE, VINCULAÇÃO E SEDE LEI N. 2.031, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2008 Institui o Serviço Social de Saúde do Acre, paraestatal de direito privado, na forma que especifica. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que

Leia mais

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO

CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO CONTABILIDADE PÚBLICA JOSE CARLOS GARCIA DE MELLO Existe conceito de Contabilidade como um todo. Contabilidade é a ciência que estuda e pratica as funções de orientação e controle relativas aos atos e

Leia mais

CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS A DISTÂNCIA- EAD PARA SERVIDORES DO TCE E JURISDICIONADOS

CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS A DISTÂNCIA- EAD PARA SERVIDORES DO TCE E JURISDICIONADOS CATÁLOGO DE AÇÕES EDUCACIONAIS DA ESCOEX PREVISTOS - 2013 CURSOS - EAD PARA SERVIDORES DO TCE E CURSOS OBJETIVO PÚBLICO-ALVO CARGA HORÁRIA N. DE VAGAS MODALIDADE 1. As Novas Normas de Contabilidade Aplicada

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 1102/2011

PROJETO DE LEI Nº 1102/2011 PROJETO DE LEI Nº 1102/2011 EMENTA: ALTERA A LEI Nº 5981/2011, QUE DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DAS ONG S, OSCIP S E DEMAIS ENTIDADES QUE RECEBAM RECURSOS PÚBLICOS NO ESTADO DO RIO

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

ACÓRDÃO N. 368/2008, TCE 1ª Câmara

ACÓRDÃO N. 368/2008, TCE 1ª Câmara ACÓRDÃO N. 368/2008, TCE 1ª Câmara 1. Processo n: 1905/2006 2. Processo Auxiliar Apenso: 5461/2005 Auditoria Programada 3. Classe de Assunto: 04 Prestação de Contas 3.1. Assunto: 05 Prestação de Contas

Leia mais

A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL E SUAS PRINCIPAIS IMPLICAÇÕES NA CONTABILIDADE E GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL

A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL E SUAS PRINCIPAIS IMPLICAÇÕES NA CONTABILIDADE E GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL E SUAS PRINCIPAIS IMPLICAÇÕES NA CONTABILIDADE E GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL Celso GALANTE Universidade Comunitária Regional de Chapecó (Brasil) Marcos FERASSO Universidade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 08/2013 *******************************

RESOLUÇÃO Nº 08/2013 ******************************* RESOLUÇÃO Nº 08/2013 ******************************* Promulgo a presente Resolução de conformidade com a legislação vigente. Em 30 de agosto de 2013. Silvio Rodrigues de Oliveira =Presidente da Câmara=

Leia mais

RESOLUÇÃO N. TC-03/2003

RESOLUÇÃO N. TC-03/2003 RESOLUÇÃO N. TC-03/2003 Reorganiza o Sistema de Controle Interno do Tribunal de Contas do Estado e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA, usando das atribuições que lhe

Leia mais

O CONTROLE EXTERNO E INTERNO NOS MUNICÍPIOS

O CONTROLE EXTERNO E INTERNO NOS MUNICÍPIOS O CONTROLE EXTERNO E INTERNO NOS MUNICÍPIOS Assim dispõe a Constituição Federal: Art. 31 - A fiscalização do Município sera exercida pelo Poder Legislativo Municipal, mediante controle externo, e pelos

Leia mais

PROVIMENTO Nº 20/2009

PROVIMENTO Nº 20/2009 PROVIMENTO Nº 20/2009 Cria no âmbito do Ministério Público do Estado do Ceará a Coordenação de Controladoria e Auditoria Interna e dá outras providências. A PROCURADORA-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ,

Leia mais

PLANO DE AUDITORIA DE LONGO PRAZO (PALP) 2014-2017

PLANO DE AUDITORIA DE LONGO PRAZO (PALP) 2014-2017 ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ Auditoria Administrativa de Controle Interno PLANO DE AUDITORIA DE LONGO PRAZO (PALP) 2014-2017 Equipe Gestora: Antonia Tatiana Ribeiro

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI 002/2009

CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI 002/2009 1 CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI 002/2009 Versão: 01 Aprovação em: 29/05/2009 Unidade Responsável: Coordenadoria de Controle Interno I FINALIDADE Estabelecer e

Leia mais

CONTROLE INTERNO. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado

CONTROLE INTERNO. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado CONTROLE INTERNO Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado INADEQUAÇÃO DO CONTROLE INTERNO ADOTADO PELOS MUNICÍPIOS DIFICULDADES DO CONTROLE INTERNO Falta de adesão/compromisso da gerência e dos servidores Falta

Leia mais

INTRODUÇÃO. Apresentação

INTRODUÇÃO. Apresentação ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO ATRICON 09/2014 DIRETRIZES DE CONTROLE EXTERNO ATRICON 3207/2014: OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O DESENVOLVIMENTO LOCAL: CONTROLE DO TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA RESOLUÇÃO Nº 002/2003 TCE/RR PLENÁRIO

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA RESOLUÇÃO Nº 002/2003 TCE/RR PLENÁRIO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA RESOLUÇÃO Nº 002/2003 TCE/RR PLENÁRIO Regulamenta na forma e para os fins estabelecidos no art. 6º da Lei Estadual nº 352, de 14 de novembro de 2002, o Fundo de

Leia mais

Arquivos públicos municipais. Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania

Arquivos públicos municipais. Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania Arquivos públicos municipais Mais transparência pública, mais informação, mais memória e mais cidadania APRESENTAÇÃO Este documento tem como objetivo principal informar e sensibilizar as autoridades públicas

Leia mais

Brasileira (UNILAB).

Brasileira (UNILAB). RESOLUÇÃO N 029/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento da Unidade de Auditoria Interna da Brasileira (UNILAB). Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- O VICE-REITOR, PRO

Leia mais

Subseção I Disposição Geral

Subseção I Disposição Geral Subseção I Disposição Geral Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de: I - emendas à Constituição; II - leis complementares; III - leis ordinárias; IV - leis delegadas; V - medidas provisórias;

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública.

Contabilidade Pública. Aula 1. Apresentação. Aula 1. Conceitos e definições. Bases legais. Contabilidade Pública. Contabilidade Pública Aula 1 Apresentação Prof. Adilson Lombardo Aula 1 Conceitos e definições Bases legais Contabilidade Pública Orçamento Público Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas 16 Normas

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA Nº 847/2008 (atualizada até a Resolução de Mesa nº 951, de 3 de novembro de 2009) Regulamenta a

Leia mais

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER DIVISÃO ESPACIAL DO PODER FORMA DE ESTADO: UNITÁRIO 1. Puro: Absoluta centralização do exercício do Poder; 2. Descentralização administrativa: Concentra a tomada de decisões, mas avança na execução de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 9 17/10/2013 13:46 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.165, DE 29 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta o inciso I do art. 48 da Lei n o 6.450, de 14 de outubro

Leia mais

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 Dispõe sobre a organização do ensino superior, a avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Resolução CFC n.º 750/93 (Esta Resolução possui o Apêndice II aprovado pela Resolução CFC nº 1111/07). Dispõe sobre os Princípios Fundamentais de Contabilidade (PFC). Dispõe sobre os Princípios de Contabilidade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CONTAGEM CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CONTAGEM CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO TRILHA DE AUDITORIA CONVÊNIOS - SICONV CONTROLADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO Contagem, 09 de Março de 2015 Nicolle Ferreira Bleme AUDITORA-GERAL EQUIPE RESPONSÁVEL Flaviano Coelho Barbosa GERENTE DE AUDITORIA

Leia mais

Olá, pessoal. Vamos às questões.

Olá, pessoal. Vamos às questões. 1 Olá, pessoal. Espero que tenham aproveitado o tempo disponível para o estudo desde o nosso último encontro. Quando o edital for publicado, é importante que nós já tenhamos visto boa parte da matéria,

Leia mais

RESOLUÇÃO TC n 227, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Publicação: D.O.E: 29.08.2011 Republicação: D.O.E: 02.09.2011 Republicação: D.O.E: 05.09.

RESOLUÇÃO TC n 227, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Publicação: D.O.E: 29.08.2011 Republicação: D.O.E: 02.09.2011 Republicação: D.O.E: 05.09. RESOLUÇÃO TC n 227, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Publicação: D.O.E: 29.08.2011 Republicação: D.O.E: 02.09.2011 Republicação: D.O.E: 05.09.2011 Dispõe sobre a criação, implantação, manutenção e fiscalização

Leia mais

CONTROLE INTERNO MUNICIPAL: uma visão além da contabilidade

CONTROLE INTERNO MUNICIPAL: uma visão além da contabilidade 1 CONTROLE INTERNO MUNICIPAL: uma visão além da contabilidade Luciana Nery de Aguiar Fonseca 1 lunafbr@yahoo.com.br Orientador: Nelson Pereira Castanheira 2 nelsoncastanheira@brturbo.com.br RESUMO O controle

Leia mais

Controle Interno do Tribunal de Contas da União

Controle Interno do Tribunal de Contas da União Controle Interno do Tribunal de Contas da União Resumo: o presente artigo trata de estudo do controle interno no Tribunal de Contas da União, de maneira expositiva. Tem por objetivo contribuir para o Seminário

Leia mais

DECISÃO NORMATIVA N. 001/2015/TCE-RO. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais;

DECISÃO NORMATIVA N. 001/2015/TCE-RO. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais; DECISÃO NORMATIVA N. 001/2015/TCE-RO Estabelece as diretrizes gerais sobre a implementação e operacionalização do sistema de controle interno para os entes jurisdicionados O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO

Leia mais

A autuação do TCE/RS frente ao Controle Interno Municipal: novas perspectivas 2012/2013

A autuação do TCE/RS frente ao Controle Interno Municipal: novas perspectivas 2012/2013 A autuação do TCE/RS frente ao Controle Interno Municipal: novas perspectivas 2012/2013 Flávio Flach Contador, Auditor Público Externo, Assessor Técnico da DCF/TCE-RS, Coordenador da Comissão de Estudos

Leia mais

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011.

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Nota Técnica n 01/2011 Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Obrigatoriedade. 1. No dia 03.05.2011 o

Leia mais

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências.

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. DESPACHO 2009 N O Projeto de Lei nº 2/2009 Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. Autor do Projeto: Poder Executivo SUBSTITUTIVO Nº 1 /2009 Estabelece

Leia mais

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4

Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Turma TCMRJ Técnico de Controle Externo 123 Módulo 1 4 Banca: SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO/RJ Edital SMA Nº 84/2010 (data da publicação: 27/09/2010) Carga horária (aulas presenciais): 126 horas

Leia mais

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO : A BASE DO CONTROLE. Prof. LD. Lino Martins da Silva lino.martins@gmail.com

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO : A BASE DO CONTROLE. Prof. LD. Lino Martins da Silva lino.martins@gmail.com CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO : A BASE DO CONTROLE Prof. LD. Lino Martins da Silva lino.martins@gmail.com UMA REFLEXÃO INICIAL O estudo da Ciência do Direito mostrará àqueles que acreditam na

Leia mais

Prestação e Tomada de Contas Responsabilização. Auditora Milene Dias da Cunha

Prestação e Tomada de Contas Responsabilização. Auditora Milene Dias da Cunha Prestação e Tomada de Contas Responsabilização. Auditora Milene Dias da Cunha Quando entregamos nosso dinheiro nas mãos de alguém para que cuide do nosso futuro, o que esperamos? O que acontece quando

Leia mais

CONTROLADORIA GABINETE DO PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA

CONTROLADORIA GABINETE DO PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA CONTROLADORIA GABINETE DO PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA CONTROLADORIA Equipe: Karinna Leão Fraga Fredson Delgado Leila Arcanjo Formas de atuação do NAP x NAI Peculiaridades Definição de horizontes temporais:

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013. O TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais,

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013. O TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais, INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013 Institui os Grupos Técnicos de Procedimentos Contábeis GTCON; de Sistematização de Informações Contábeis e Fiscais GTSIS; e de Controladores Internos Municipais - GTCIN,

Leia mais

Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. http://direitoecotidiano.wordpress.

Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. http://direitoecotidiano.wordpress. Direito & Cotidiano Diário dos estudantes, profissionais e curiosos do Direito. http://direitoecotidiano.wordpress.com/ Rafael Adachi PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO Supremacia do Interesse Público

Leia mais

Diretrizes e Procedimentos de Auditoria do TCE-RS RESOLUÇÃO N. 987/2013

Diretrizes e Procedimentos de Auditoria do TCE-RS RESOLUÇÃO N. 987/2013 Diretrizes e Procedimentos de Auditoria do TCE-RS RESOLUÇÃO N. 987/2013 Dispõe sobre as diretrizes e os procedimentos de auditoria a serem adotados pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul,

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE ALAGOAS VII ENCONTRO DE CONTABILIDADE DO AGRESTE ALAGOANO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Fernando Carlos Almeida MAIO - 2014 Contabilidade

Leia mais

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA

GUIA DE ESTUDOS INSS NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO FÁBIO RAMOS BARBOSA DIREITO ADMINISTRATIVO Estado, governo e administração pública: conceitos, elementos, poderes e organização; natureza, fins e princípios. Direito Administrativo: conceito, fontes e princípios. Organização

Leia mais

Importância do Controle Externo na Contabilidade Aplicada ao Setor Público

Importância do Controle Externo na Contabilidade Aplicada ao Setor Público Importância do Controle Externo na Contabilidade Aplicada ao Setor Público Apresentação para o CRC/DF Dia do Contabilista Laércio Mendes Vieira Auditor Federal do TCU*, Membro do Grupo de CP do CFC, Contador,

Leia mais

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16

7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 7º Simpósio de Ensino de Graduação AS ALTERAÇÕES GERADAS PELA APROVAÇÃO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE PARA O SETOR PÚBLICO NBC T 16 Autor(es) LEONARDO GARCIA PAIS DE ARRUDA Orientador(es) ELAINE

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI Nº. 003

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI Nº. 003 INSTRUÇÃO NORMATIVA SCI Nº. 003 UCCI Unidade Central de Controle Interno SCI Sistema de Controle Interno Versão: 1.0 Aprovada em: 31/10/2011 Unidade Responsável: Unidade Central de Controle Interno I -

Leia mais

ESTADO DO PARANÁ EDIFÍCIO ODOVAL DOS SANTOS - CNPJ. 76.290.691/0001-77 www.santaceciliadopavao.pr.gov.br LEI Nº. 720/2013

ESTADO DO PARANÁ EDIFÍCIO ODOVAL DOS SANTOS - CNPJ. 76.290.691/0001-77 www.santaceciliadopavao.pr.gov.br LEI Nº. 720/2013 LEI Nº. 720/2013 SÚMULA: ALTERA A LEI Nº. 593/2010 QUE INSTITUIU O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE (FMS) E INCLUI O CAPÍTULO IX COM OS ARTIGOS 12º E 13º E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL.

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. Autores: Marcus Vinicius Passos de Oliveira Elisangela Fernandes dos Santos Esaú Fagundes Simões Resumo Esta pesquisa tem

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 004/2013. O Prefeito Municipal de Governador Lindenberg ES, Estado do Espírito Santo apresenta o presente projeto de lei;

PROJETO DE LEI Nº 004/2013. O Prefeito Municipal de Governador Lindenberg ES, Estado do Espírito Santo apresenta o presente projeto de lei; PROJETO DE LEI Nº 004/2013 Ementa: Dispõe sobre o cargo de controlador interno e auditor público interno do Município de Governador Lindenberg ES e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Governador

Leia mais

POLÍCIA CIVIL DO RJ- FEC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 -

POLÍCIA CIVIL DO RJ- FEC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 - f POLÍCIA CIVIL DO RJ- FEC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 - DIREITO ADMINISTRATIVO SÚMARIO UNIDADE 1. Direito Administrativo: conceito, fontes, princípios. Conceito de Estado,

Leia mais

Para fins de aplicação destas normas, são adotados os seguintes conceitos básicos:

Para fins de aplicação destas normas, são adotados os seguintes conceitos básicos: NORMAS DE AUDITORIA GOVERNAMENTAL (NAGs) NAG 1000 NORMAS GERAIS Na NAG 1000 estão definidos os conceitos básicos de termos e expressões relacionados à auditoria governamental e são apresentados os objetivos

Leia mais

SICAP Sistema Integrado de Controle e Auditoria Pública. Najla Mansur Braga

SICAP Sistema Integrado de Controle e Auditoria Pública. Najla Mansur Braga SICAP Sistema Integrado de Controle Najla Mansur Braga É uma ferramenta de auditoria e comunicação desenvolvida pelo Tribunal de Contas do Estado do Tocantins e tem como missão o recebimento de dados que

Leia mais

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos LEI Nº 358/2011 Faço saber a todos os habitantes que a Câmara Municipal de Cafeara, Estado do Paraná aprovou e eu sanciono a presente Lei, que revoga a Lei nº. 084/92 de 17/09/1992. Súmula: Institui o

Leia mais

NORMA DE EXECUÇÃO/SA/INCRA/Nº 42, DE 25 DE JANEIRO DE 2005

NORMA DE EXECUÇÃO/SA/INCRA/Nº 42, DE 25 DE JANEIRO DE 2005 NORMA DE EXECUÇÃO/SA/INCRA/Nº 42, DE 25 DE JANEIRO DE 2005 Dispõe sobre os prazos e procedimentos para apresentação do processo de Contas Anual das Superintendências Regionais e suas unidades jurisdicionadas.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais