Rede de Computadores

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rede de Computadores"

Transcrição

1 Rede de Computadores Relatório Final Mestrado em Engenharia Informática e Computação EIC0032 Redes de Computadores Grupo: Antonieta Oliveira ei07157 Ricardo Amorim ei08103

2 Introdução Numa fase inicial, desenvolveu-se um cliente FTP simples cujo objetivo seria implementar as diversas fases de negociação bem como a transferência de um arquivo alojado no servidor. Esta aplicação, desenvolvida na linguagem C, faz uso das diversas potencialidades do protocolo referido e do conceito de sockets no ambiente UNIX. Já numa segunda fase foi feita a configuração de uma rede local de computadores e o respetivo estudo e interpretação dos conceitos envolvidos. No final foi utilizada a aplicação desenvolvida na primeira fase para transferir um arquivo que se encontrava num servidor FTP através da rede configurada na segunda fase. Sumário O relatório constitui uma análise detalhada da implementação feita, bem como dos resultados obtidos ao longo das experiências feitas. Inicialmente será feita uma descrição da fase de desenvolvimento da aplicação de download, posteriormente abordar-se-ão as várias experiências da segunda fase do projeto e a respetiva análise dos resultados obtidos, incluindo a parte respeitante à utilização da aplicação na rede configurada e no final concluir-se-á acerca dos conceitos envolvidos em todo o projeto bem como a sua importância. Ao longo da análise serão apresentados os comandos mais importantes utilizados na configuração da rede. 2

3 Parte 1 Aplicação de download A aplicação foi desenvolvida em linguagem C e num único ficheiro, download.c, destinando-se a implementar uma versão simplificada do protocolo FTP. Esta implementação inclui as fases de negociação com o servidor, como por exemplo a autenticação opcional, a criação dos sockets de controlo e de dados e posterior transferência do ficheiro especificado. A sintaxe de chamada da aplicação segue o especificado na norma RFC1738: Um exemplo da utilização desta sintaxe, que foi utilizado nos testes durante o desenvolvimento é ftp://ftp.up.pt/pub/robots.txt. Após a verificação do número de argumentos recebidos, é feita a separação do URL recebido nos diferentes componentes: nome de utilizador, respetiva password, host, e caminho para o ficheiro. Esta separação foi feita com recurso à função sscanf da linguagem C juntamente com uma expressão regular, o que permite a rejeição em caso de falta de argumentos ou da sua especificação estar errada. Depois da operação do parser, a fase de ligação ao servidor faz uso de um socket, representando o canal de controlo, que é aberto através da porta do servidor destinada ao protocolo FTP (porta 21). Para esta ligação são utilizadas as funcionalidades do serviço DNS, para converter o nome do servidor para o seu endereço IP. Após a abertura do canal de controlo, é feita a autenticação com os dados obtidos a partir do URL. Esta autenticação tem em conta a resposta do servidor, nomeadamente a aceitação ou rejeição do nome de utilizador ou da password fornecidos sendo que no caso de rejeição a aplicação termina. Depois da autenticação estar garantida é feito um pedido ao servidor para a transferência de um arquivo no modo passivo. Este modo aplica-se para situações em que, por exemplo o cliente se encontra protegido por uma firewall e portanto incapaz de aceitar ligações TCP (o que acontece no modo ativo). Desta forma o cliente fica responsável por abrir o canal de dados para a ligação TCP com o mesmo IP utilizado para o canal de controlo, mas com a porta calculada com base na resposta do servidor ao comando pasv. O número da porta é obtido com 256*MSB+LSB e é então aberto o socket para a transferência de dados. 3

4 Por fim, é enviado o pedido para transferência do ficheiro através do comando retr ao que o servidor responde com o início da transmissão sobre o canal de dados. Após esta transferência são fechados os dois canais (sockets) bem como o ficheiro aberto e a aplicação termina a execução. Na figura 1 apresenta-se o exemplo de uma transferência do ficheiro japanese.xml alojado num servidor ftp com nome de utilizador e password test, juntamente com as respetivas respostas do servidor no decorrer do processo. FTP. O código fonte desenvolvido pode ser consultado em código fonte do cliente Parte 2 Configuração e análise da rede no laboratório 2.1 Configurar rede IP Inicialmente foi desligado o cabo que liga o switch ao router laboratorial (resultando na perda do acesso à internet dos terminais). De seguida, configuraram-se o tux1 e tux4 com os endereços necessários para garantir a comunicação entre eles. Depois da eliminação da tabela ARP, que constitui um meio de facilitar o reconhecimento dos endereços mac associados aos endereços IP, utilizou-se o comando ping para testar a conectividade. O não reconhecimento do endereço fornecido faz com que sejam enviados pacotes ARP para obter o endereço físico do recetor. O cliente envia um pacote ARP para o endereço de broadcast que reencaminha o pacote para todos os terminais. Posteriormente, o terminal que tiver o endereço IP contido no pacote enviado irá responder com o seu endereço físico. Para uma melhor eficiência, este endereço é temporariamente guardado na tabela ARP, que armazena correspondências do tipo ARP-IP, evitando assim novos pedidos posteriores durante esse tempo. O registo 2.a evidencia o comportamento do protocolo. O comando ping gera pacotes ICMP com mensagens de pedido e resposta echo request e echo reply - que contêm os endereços de origem e destino. Cada pacote ethernet transmitido é diferenciado com base no seu cabeçalho: no caso de ser um pacote IP, o seu cabeçalho terá o valor 0x0800; por outro lado se se tratar de um pacote ARP, o cabeçalho será igual a 0x

5 2.2 Virtual LAN Na segunda parte configuraram-se duas Virtual Lans e atribuíram-se as respetivas interfaces, garantido a conformidade com o especificado tux 1 e 4 pertencentes à primeira, e tux 2 pertencente à segunda. Em primeiro lugar foram criadas as duas vlans no switch e adicionados os tuxs, sendo que para isso foi necessário configurar o tux2. Os comandos apresentam-se nas tabelas 3.b.i e 3.b.ii. Após nova utilização do comando ping verificou-se que existia conectividade entre os TUXs 1 e 4, mas nenhum destes podia comunicar com o tux2. Isto acontece devido ao facto de estarem em redes distintas (e como tal o resultado de um pacote enviado será Destination Unreachable ). Por outro lado fez-se também o teste em relação aos endereços de broadcast (ping b [...]) e constatou-se que também se encontram em broadcasts distintos, pelo que se conclui que há um endereço de broadcast para cada vlan. 2.3 Configuração de um router em Linux Neste passo, transformámos o tux4 num router, de forma a permitir a comunicação entre o tux1 e o tux2. Para isso foram utilizados os comandos conforme as tabelas 3.c.i e 3.c.ii. Esta configuração faz com que cada interface do tux4 esteja ligada a uma vlan, e que este possa funcionar como router, reencaminhando os pacotes recebidos. De seguida foi necessário reconfigurar os tuxs 1 e 2 com os comandos da tabela 3.c.iii, de modo a garantir a sua comunicação. Por fim, a comunicação entre os dois TUXs, 1 e 2, já é possível. As rotas disponíveis em cada tux garantem que os pacotes transitam entre as duas sub-redes, passando pelo tux4. Observou-se também a troca de pacotes ARP para o reconhecimento do tux2, uma vez que a tabela ARP dos tuxs 1 e 4 ainda não tinha uma entrada com o seu endereço. 2.4 Configurar Router commercial e implementar NAT Nesta parte, foi adicionado à rede um router comercial com o intuito de fornecer acesso a uma rede externa aos tuxs anteriormente configurados. 5

6 A configuração do router passa por atribuir as interfaces para a rede configurada respeitando as ligações feitas entre o router e o switch, e adicionar as rotas para garantir a comunicação de todos os TUXs. A configuração utilizada pode ser consultada na 3.d.i. Como se pode observar nesta tabela, as rotas estáticas são adicionadas segundo o comando ip route <ip_destino> <máscara> <gateway>. De seguida, o router foi definido como default gateway do quer do tux4 (interface eth1) quer do tux2. Para mostrar a existência de comunicação foi feito ping a partir do tux1 para as interfaces do tux4 e do router. Com esta configuração, os pacotes transitam do tux1 para o tux4 e to tux4 para o router ou para o tux2, conforme o seu endereço de destino. Neste ponto da experiência as tentativas de contacto com a rede exterior não recebem resposta. Esta situação deve-se ao facto de os terminais exteriores não terem forma de saber qual o endereço para onde devem responder dado que todos os TUXs são vistos como tendo o mesmo endereço. Esta situação resolve-se recorrendo à funcionalidade NAT do router comercial da bancada. Com esta funcionalidade, os endereços da rede são mapeados para endereços públicos, e a resposta já é concretizável. Mais uma vez, a configuração feita pode ser consultada na tabela 3.d.ii. Nesta configuração optou-se por incluir o tux4 no conjunto de endereços a mapear, garantindo assim a sua comunicação com o exterior. A configuração feitaa até agora é apresentada na imagem seguinte: 2.5 DNS Com o objetivo de se poder utilizar diretamente o hostname em vez do seu endereço IP, foi implementada a funcionalidade DNS. Desta vez, a configuração passou por editar o ficheiro resolv.conf de cada TUX (localizado em /etc/resolv.conf) e mudar o seu conteúdo para: 6

7 Search netlab.fe.up.pt Nameserver Com esta configuração foi então possível fazer, por exemplo, ping e obter resposta do servidor. Este pedido subdivide-se em duas fases: inicialmente, o tux pergunta ao servidor DNS ( ) qual o IP que corresponde ao endereço fornecido. O servidor responde com vários endereços IP, dos quais é escolhido o primeiro para o envio dos pacotes ICMP. 2.6 Protocolo FTP No teste da aplicação desenvolvida anteriormente foi feita uma transferência de um ficheiro com um cerca de 600MB a partir do servidor ftp da Universidade do Porto. Uma vez que a rede da universidade é bastante complexa, o comportamento observado afastou-se ligeiramente da situação ideal, em que haveria um pico de velocidade inicial, vindo a estabilizar posteriormente. Na situação real, o gráfico apresenta uma forma mais irregular, evidenciando os diversos fatores que influenciam a velocidade de transferência de um ficheiro: Fig. 1 Transferência de um único TUX Na situação seguinte, o cliente ftp foi executado em dois dos Tuxs (1 e 2), de modo a observar a gestão de tráfego feita. Nesta situação é possível observar um decréscimo da velocidade no tux1 quando o tux2 inicia a transferência. De igual modo, o pico de velocidade atingido no tux2 é menor do que aquele atingido inicialmente no tux1. Estes factos demonstram a execução da política de gestão de congestionamento de tráfego que é feita pelos intervenientes no processo. A figura seguinte evidencia o decréscimo da velocidade de transferência no tux1, quando o tux2 inicia outra transferência mostrando um equilíbrio de pacotes que transitam na rede para cada tux: 7

8 Fig. 2 Transferência do TUX1, em simultâneo com o TUX2 A comunicação com o servidor é feita através de dois canais: o canal de controlo onde transitam todos os comandos para a obtenção do ficheiro, e o canal de dados, por onde são enviados todos os dados deste. É feito um pedido inicial ao servidor de DNS pelo endereço IP do servidor FTP sendo seguido pelo processo de transferência sobre o protocolo TCP. Conclusão Terminado o projeto foram consolidados os conhecimentos acerca das redes de computadores, bem como a sua importância para a atualidade. Por outro lado, os conceitos relacionados com os diversos protocolos envolvidos (TCP, ARP, entre outros) foram mais facilmente interiorizados graças à sua divisão em experiências laboratoriais. Foi também evidente a importância da organização das redes de computadores em sub-redes e a razão pela qual se tem dado cada vez mais importância a mecanismos de controlo de tráfego e de resolução de congestionamentos. 8

9 ANEXOS 1. Imagens de execução 2. LOGS parciais a. Protocolo ARP Source Destination Protocol Info Kye_08:d5:b3 Broadcast ARP Who has ? Tell Hewlett- Kye_08:d5:b ARP is at 00:21:5a:c7:64:8e _c7:64:8e ICMP Echo (ping) request ICMP Echo (ping) reply Log 1 funcionamento do protocolo ARP b. Comunicação do tux1 com as restantes interfaces tux1 >> ping bytes from : icmp_seq=1 ttl=64 time=0.199ms tux1>> ping bytes from : icmp_seq=1 ttl=64 time=0.190ms (TUX4.eth0) (TUX4.eth1) 9

10 tux1>> ping bytes from : icmp_seq=1 ttl=254 time=0.563ms (Router) Log 2 Comunicação do tux1 com as interfaces na rede 3. CONFIGURAÇÕES a. Exp1 i. Configurar interfaces tux1 e 4 tux1 >> ifconfig eth0 tux1>> ifconfig eth Y01/24 tux4>> ifconfig eth0 up tux4>> ifconfig eth Y0.254/24 //ativar interface eth0 //atribuir endereço IP Configuração 1 interfaces dos tuxs 1 e 4 b. Exp2 i. Interface do Tux2 tux2 >> ifconfig etho up tux2>> ifconfig eth Y1./24 //ativar interface eth0 //endereço pertence a vlan1 Configuração 2 interface do tux2 ii. Configuração do Switch >>vlan Y0 //criar virtual lan 0 >>vlan Y1 //criar virtual lan 1 >>interface fastethernet 0/1 //interface do TUX1 >>switchport access vlan Y0 //atribuir interface à vlan0 >>interface fastethernet 0/4 //interface do TUX4 >>switchport access vlan Y0 //atribuir interface à vlan0 >>interface fasethernet 0/2 //interface do TUX2 >>switchport access vlan Y1 //atribuir interface à vlan1 Configuração 3 configuração do switch 10

11 c. Exp3 i. Interface tux4.eth1 tux4 >> ifconfig eth1 up //ativar interface eth1 tux4>> ifconfig eth Y1.253 //atribuir endereço IP tux4>> echo 1 > /[...]/IP_FORWARD //ativar reencaminhamento tux4>> echo 0 > /[...]/ICMP_ECHO_IGNORE_BROADCASTS Configuração 4 interface eth1 do tux4 ii. Adicionar interface à vlan1 >>interface fasethernet 0/5 >>switchport access vlan Y1 //interface eth1 do TUX4 //atribuir interface à vlan1 Configuração 5 - Adicionar interface eth1 à vlan1 iii. Reconfiguração das interfaces tux1>> route add default gw Y0.254 tux2>>route add default gw Y1.253 //interface eth0 do TUX4 // interface eth1 do TUX4 Configuração 6 reconfigurar interfaces d. Exp4 i. Configurar router comercial >>interface gigabitethernet 0/0 //interface 0 >>ip address Y >>interface gigabitethernet 0/1 //interface 1 >>ip address Y >>ip route //rede exterior >>ip route Y //vlany0 Configuração 7 comandos para a configuração do router 11

12 ii. Configurar NAT >> interface gigabitethernet 0/0 >>no shutdown >>ip nat inside >> interface gigabitethernet 0/1 >>no shutdown >>ip nat outside >>ip nat pool ovrld prefix 24 >>ip nat inside source list 1 pool ovrld overload >>access-list 1 permit >> access-list 1 permit Configuração 8 configuração do serviço NAT no router 12

13 4. código fonte do cliente FTP 5. #include <stdio.h> 6. #include <sys/types.h> 7. #include <sys/socket.h> 8. #include <netinet/in.h> 9. #include <arpa/inet.h> 10. #include <stdlib.h> 11. #include <unistd.h> 12. #include <signal.h> 13. #include <netdb.h> 14. #include <strings.h> 15. #include <string.h> 16. #include <errno.h> 17. #include <netdb.h> #define TRUE #define FALSE #define SIZE //TAMANHO MAXIMO DA RESPOSTA DO SERV 24. #define MSG_LEN //PORTA TCP DO SERVIDOR 27. #define SERVER_PORT char SERVER_ADDR[SIZE]; //RECEBER buff DO SERVIDOR 33. int receive_cmd(int fd, char* buffer) { 34. //sleep(1); 35. memset(buffer, (char) '\0', strlen(buffer)); 36. return read(fd, buffer, MSG_LEN); 37. } //ENVIAR COMANDO PARA O SERVIDOR 41. void send_cmd(int fd, char* buffer) { 42. char tmp_cmd[size]; 43. memcpy(tmp_cmd, buffer, sizeof(char)*size); 44. printf("\n>> %s", tmp_cmd); 45. strcat(tmp_cmd, "\r\n"); 46. write(fd, tmp_cmd, sizeof(char) * strlen(tmp_cmd)); 47. } int main(int argc, char** argv){ if(argc < 2) 54. { 55. printf("usage: %s argv[0]); 56. exit(1); 57. } struct hostent *h; //LIG. CONTROLO 62. int sockfd = (int) NULL; 13

14 63. struct sockaddr_in server_addr; //LIG. DADOS 66. int sockfd2 = (int) NULL; 67. struct sockaddr_in server_addr2; char host[size]; 70. //PATH DO FICHEIRO 71. char file_path[size]; 72. //USER 73. char user_name[size]; 74. //PASSWORD 75. char pw[size]; 76. //BUFFER PARA AS RESPOSTAS DO SERV. 77. char buff[msg_len]; 78. //FICHEIRO DESTINO 79. FILE* f=null; //USER E PASS ESPECIFICADOS 82. if(strchr(argv[1], NULL) 83. { 84. sscanf(argv[1], pw, host, file_path); 85. } //USER E PASS PRE' DEFINIDOS 88. else { 89. sscanf(argv[1], "ftp://%[^/]/%[^\n]", host, file_path); 90. memcpy(user_name, "anonymous", sizeof(char) * SIZE); 91. memcpy(pw, sizeof(char) * SIZE); 92. } printf("\nligar A: %s\nutilizador: %s\npassword: %s", host, user_name, pw); if ((h=gethostbyname(host)) == NULL) { 97. herror("gethostbyname"); 98. exit(1); 99. } memcpy(server_addr, inet_ntoa(*((struct in_addr *)h- >h_addr)), sizeof(char)*size); //SOCKET PARA LIG DE CONTROLO 104. /*server address handling*/ 105. bzero((char*)&server_addr,sizeof(server_addr)); 106. server_addr.sin_family = AF_INET; 107. server_addr.sin_addr.s_addr = inet_addr(server_addr); /*32 bit Internet address network byte ordered*/ 108. server_addr.sin_port = htons(server_port); 109. /*server TCP port must be network byte ordered */ 110. /*open an TCP socket*/ 111. if ((sockfd = socket(af_inet,sock_stream,0)) < 0) { 112. perror("socket()"); 113. exit(0); 114. } /*connect to the server*/ 117. if(connect(sockfd, 14

15 118. (struct sockaddr *)&server_addr, 119. sizeof(server_addr)) < 0){ 120. perror("connect()"); 121. exit(0); 122. } printf("\naberto SOCKET [CONTROLO] EM [ %s:%d ]\n", SERVER_ADDR, SERVER_PORT); 125. while(true) 126. { 127. receive_cmd(sockfd, buff); 128. if(strncmp(buff, "220", 3)!= 0) 129. { printf("\nerro: ESPERAVA CODIGO 220 [%s]...", buff); 132. break; 133. } //USER + PASS = char user[size]; 137. sprintf(user, "user %s", user_name); 138. //ENVIAR USER 139. send_cmd(sockfd, user); 140. //ESPERAR RESPOSTA 141. receive_cmd(sockfd, buff); 142. printf("\n<< %s", buff); char pass[size]; 145. sprintf(pass, "pass %s", pw); 146. //ENVIAR PASS 147. send_cmd(sockfd, pass); 148. //ESPERAR RESPOSTA 149. receive_cmd(sockfd, buff); 150. printf("\n<< %s", buff); if(strncmp(buff, "230", 3)!= 0) 153. { 154. printf("\nerro: LOGIN INCORRETO"); 155. break; 156. } //ENVIAR COMANDO SERVIDOR -> MODO PASSIVO 159. send_cmd(sockfd, "pasv"); 160. receive_cmd(sockfd, buff); 161. printf("\n<< %s", buff); 162. if(strncmp(buff, "227", 3)!= 0) { 163. printf("\nerro: MODO PASSIVO [ %s ]", buff); 164. break; 165. } //CALCULAR PORTA DA LIG DADOS 168. int msb, lsb; 169. sscanf(buff, "%*[^(](%*d,%*d,%*d,%*d,%d,%d)\n", &msb, &lsb); 170. int dest_port = msb*size + lsb; //ABRIR SOCKET LIG DADOS 173. /*server address handling*/ 174. bzero((char*)&server_addr2,sizeof(server_addr2)); 175. server_addr2.sin_family = AF_INET; 15

16 176. server_addr2.sin_addr.s_addr = inet_addr(server_addr); 177. /*32 bit Internet address network byte ordered*/ 178. server_addr2.sin_port = htons(dest_port); 179. /*server TCP port must be network byte ordered */ 180. /*open an TCP socket*/ 181. if ((sockfd2 = socket(af_inet,sock_stream,0)) < 0) { 182. perror("socket()"); 183. exit(0); 184. } 185. /*connect to the server*/ 186. if(connect(sockfd2, 187. (struct sockaddr *)&server_addr2, 188. sizeof(server_addr2)) < 0){ 189. perror("connect()"); 190. exit(0); 191. } 192. printf("\naberto SOCKET [DADOS] EM [ %s:%d ]", SERVER_ADDR, dest_port); 193. //ENVIAR PEDIDO RETR char retr_cmd[size]; 196. sprintf(retr_cmd, "retr %s", file_path); 197. send_cmd(sockfd, retr_cmd); 198. char* filename; 199. filename = strrchr(file_path,'/'); 200. if(filename!= NULL) { 201. filename++; 202. } 203. else{ 204. filename = file_path; 205. } 206. receive_cmd(sockfd, buff); 207. printf("\n<< %s", buff); 208. if(strncmp(buff, "550", 3) == 0) { 209. printf("\nerro: ACESSO AO FICHEIRO [ %s", buff); 210. exit(-1); 211. } 212. //ABRIR FICHEIRO PARA ESCRITA 213. f = fopen((const char *) filename, "wb"); 214. float n_bytes = 1.0; 215. float total_bytes = 0.0; 216. while(n_bytes!= 0) { 217. int bytes = receive_cmd(sockfd2, buff); 218. n_bytes = fwrite(buff, sizeof(char), bytes, f); 219. if(total_bytes < 1024) 220. { 221. printf("\n[ %f B GRAVADOS ]", total_bytes+=n_bytes); 222. } 223. else if(total_bytes >= 1024 && total_bytes < ) 224. { 225. printf("\n[ %.02f kb GRAVADOS ]", (total_bytes+=n_bytes)/1024); 226. } 227. else 228. { 229. printf("\n[ %.02f MB GRAVADOS ]", (total_bytes+=n_bytes)/ ); 16

17 230. } 231. } 232. printf("\ntransferencia Concluida!"); 233. break; 234. } 235. printf("\nencerrar SOCKETS\n"); 236. if(f!= NULL) 237. fclose(f); 238. if(sockfd2!= (int) NULL) 239. close(sockfd2); 240. if(sockfd!= (int) NULL) 241. close(sockfd); 242. exit(0); 243. } 5. Makefile all: download client: download./download ftp://ftp.up.pt/pub/openoffice/packages/10/ooo_3.3.0_win_x86_langpack_gu.exe small: download./download ftp://ftp.up.pt/pub/robots.txt clienttcp: download.c gcc -Wall -o download.o -c download.c gcc -Wall -o app download.o 6. Logs capturados a) Preenchimento da tabela ARP (exp1) Cisco_d4:1c:03 Spanning-tree-(for-bridges)_00 STP 60 Conf. Root = 32768/30/30:37:a6:d4:1c:00 Cost = 0 Port = 0x8003 Frame 1: 60 bytes on wire (480 bits), 60 bytes captured (480 bits) IEEE Ethernet Logical-Link Control Spanning Tree Protocol 17

18 Kye_08:d5:b3 Broadcast ARP 42 Who has ? Tell Frame 2: 42 bytes on wire (336 bits), 42 bytes captured (336 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Broadcast (ff:ff:ff:ff:ff:ff) Address Resolution Protocol (request) Hewlett-_c7:64:8e Kye_08:d5:b3 ARP is at 00:21:5a:c7:64:8e Frame 3: 60 bytes on wire (480 bits), 60 bytes captured (480 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Address Resolution Protocol (reply) ICMP 98 Echo (ping) request id=0xe857, seq=1/256, ttl=64 Frame 4: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) b)virtual Lans (exp2) Não há conetividade com o TUX ICMP 98 Echo (ping) request id=0x4160, seq=1/256, ttl=64 Frame 4: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) 18

19 Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol ICMP 98 Echo (ping) reply id=0x4160, seq=1/256, ttl=64 Frame 5: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol Cisco_d4:1c:03 Spanning-tree-(for-bridges)_00 STP 60 Conf. Root = 32768/40/30:37:a6:d4:1c:00 Cost = 0 Port = 0x8003 Frame 6: 60 bytes on wire (480 bits), 60 bytes captured (480 bits) IEEE Ethernet Logical-Link Control Spanning Tree Protocol 19

20 ICMP 98 Echo (ping) request id=0x4160, seq=2/512, ttl=64 Frame 7: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol ICMP 98 Echo (ping) reply id=0x4160, seq=2/512, ttl=64 Frame 8: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol c)tux4 como router evidenciar conetividade entre TUX2 e TUX ICMP 98 Echo (ping) request id=0x0f19, seq=2/512, ttl=64 20

21 Frame 7: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol ICMP 98 Echo (ping) reply id=0x0f19, seq=2/512, ttl=64 Frame 8: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol ICMP 98 Echo (ping) request id=0x1019, seq=1/256, ttl=64 Frame 9: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) 21

22 Internet Control Message Protocol ICMP 98 Echo (ping) reply id=0x1019, seq=1/256, ttl=64 Frame 10: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol Cisco_d4:1c:03 Spanning-tree-(for-bridges)_00 STP 60 Conf. Root = 32768/40/30:37:a6:d4:1c:00 Cost = 0 Port = 0x8003 Frame 11: 60 bytes on wire (480 bits), 60 bytes captured (480 bits) IEEE Ethernet Logical-Link Control Spanning Tree Protocol ICMP 98 Echo (ping) request id=0x0f19, seq=3/768, ttl=64 22

23 Frame 12: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol ICMP 98 Echo (ping) reply id=0x0f19, seq=3/768, ttl=64 Frame 13: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol ICMP 98 Echo (ping) request id=0x1019, seq=2/512, ttl=64 Frame 14: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) 23

24 Internet Control Message Protocol ICMP 98 Echo (ping) reply id=0x1019, seq=2/512, ttl=64 Frame 15: 98 bytes on wire (784 bits), 98 bytes captured (784 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Internet Control Message Protocol d)transferência do ficheiro DNS 69 Standard query A ftp.up.pt Frame 4: 69 bytes on wire (552 bits), 69 bytes captured (552 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) User Datagram Protocol, Src Port: (59492), Dst Port: domain (53) 24

25 Domain Name System (query) DNS 337 Standard query response A Frame 5: 337 bytes on wire (2696 bits), 337 bytes captured (2696 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) User Datagram Protocol, Src Port: domain (53), Dst Port: (59492) Domain Name System (response) TCP > ftp [SYN] Seq=0 Win=5840 Len=0 MSS=1460 SACK_PERM=1 TSval= TSecr=0 WS=32 Frame 6: 74 bytes on wire (592 bits), 74 bytes captured (592 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Transmission Control Protocol, Src Port: (48687), Dst Port: ftp (21), Seq: 0, Len: 0 25

26 TCP 74 ftp > [SYN, ACK] Seq=0 Ack=1 Win=65228 Len=0 MSS=1460 WS=16 SACK_PERM=1 TSval= TSecr= Frame 7: 74 bytes on wire (592 bits), 74 bytes captured (592 bits) Ethernet II, Src: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e), Dst: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Transmission Control Protocol, Src Port: ftp (21), Dst Port: (48687), Seq: 0, Ack: 1, Len: TCP > ftp [ACK] Seq=1 Ack=1 Win=5856 Len=0 TSval= TSecr= Frame 8: 66 bytes on wire (528 bits), 66 bytes captured (528 bits) Ethernet II, Src: Kye_08:d5:b3 (00:c0:df:08:d5:b3), Dst: Hewlett-_c7:64:8e (00:21:5a:c7:64:8e) Internet Protocol Version 4, Src: ( ), Dst: ( ) Transmission Control Protocol, Src Port: (48687), Dst Port: ftp (21), Seq: 1, Ack: 1, Len: FTP 106 Response: 220 Bem-vindo à Universidade do Porto 26

Protocolos básicos de LANs IP (primeiro trabalho laboratorial)

Protocolos básicos de LANs IP (primeiro trabalho laboratorial) Protocolos básicos de LANs IP (primeiro trabalho laboratorial) FEUP/DEEC Redes de Banda Larga MIEEC 2009/10 José Ruela Bancada de trabalho Bancada de trabalho equipamento Existem seis bancadas no laboratório

Leia mais

Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux

Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux Redes de Computadores Protocolos, DNS, DHCP, Ethereal e comandos em Linux Escola Superior de Tecnologia e Gestão Instituto Politécnico de Bragança Março de 2006 Endereços e nomes Quaisquer duas estações

Leia mais

LANs, VLANs e redes IP. Laboratório I 321 bancada de trabalho

LANs, VLANs e redes IP. Laboratório I 321 bancada de trabalho 1 LANs, VLANs e redes IP (2º trabalho laboratorial) FEUP/DEEC Redes de Computadores MIEEC 2010/11 José Ruela Laboratório I 321 bancada de trabalho 2 Bancada de trabalho (lab I 321) equipamento 3 Existem

Leia mais

Trabalho de VLANs e Redes IP

Trabalho de VLANs e Redes IP Trabalho de VLANs e Redes IP FEUP/DEEC Redes de Banda Larga MIEEC 2008/09 José Ruela Bancada de trabalho Configuração inicial Inicialmente todos os computadores gnuxy devem estar configurados na mesma

Leia mais

Eng.ª Informática. Redes de Computadores. Frequência. 4 de Julho de 2006

Eng.ª Informática. Redes de Computadores. Frequência. 4 de Julho de 2006 Eng.ª Informática Redes de Computadores 4 de Julho de 2006 Leia atentamente as perguntas seguintes e responda de forma breve e precisa. Pode acompanhar a suas respostas com figuras de forma a torná-las

Leia mais

VLANs and IP networks. 1. Computadores ligados ao Switch

VLANs and IP networks. 1. Computadores ligados ao Switch LAB-VLANs 1 VLANs and IP networks Manuel P. Ricardo João Neves Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto LAB-VLANs 2 1. Computadores ligados ao Switch Bancada x, computador y Computadores gnuxy

Leia mais

VLANs e Redes IP (segundo trabalho laboratorial)

VLANs e Redes IP (segundo trabalho laboratorial) VLANs e Redes IP (segundo trabalho laboratorial) FEUP/DEEC Redes de Banda Larga MIEEC 2009/10 José Ruela Bancada de trabalho Virtual LANs (VLANs) No primeiro trabalho laboratorial foi configurada uma única

Leia mais

Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP

Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 9 Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP Introdução ao TCP/IP 2 Modelo TCP/IP O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD) desenvolveu o modelo de

Leia mais

TROCA DE MENSAGENS SOCKETS. Comunicando processos através de SOCKETS. SOCKETS com conexão. SOCKETS sem conexão

TROCA DE MENSAGENS SOCKETS. Comunicando processos através de SOCKETS. SOCKETS com conexão. SOCKETS sem conexão TROCA DE MENSAGENS SOCKETS Comunicando processos através de SOCKETS SOCKETS com conexão SOCKETS sem conexão SOCKETS Princípios dos sockets: 2. Fornecer uma interface geral permitindo a construção de aplicações

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Sumário 1. Fundamentos e Infraestrutura de Redes de Computadores... 5 1.1. Laboratório 01 IP... 6 1.2. Laboratório 02 IP... 8 1.3. Laboratório 03 DHCP... 10 1.4. Laboratório 04 NAT... 13 1.5. Laboratório

Leia mais

Redes de Computadores. 1 Questões de múltipla escolha. TE090 - Prof. Pedroso. 30 de novembro de 2010. Exercício 1: Considere:

Redes de Computadores. 1 Questões de múltipla escolha. TE090 - Prof. Pedroso. 30 de novembro de 2010. Exercício 1: Considere: TE090 - Prof. Pedroso 30 de novembro de 2010 1 Questões de múltipla escolha Exercício 1: Considere: I. O serviço de DNS constitui-se, em última instância, de um conjunto de banco de dados em arquitetura

Leia mais

Prof. Marcelo Cunha Parte 5 www.marcelomachado.com

Prof. Marcelo Cunha Parte 5 www.marcelomachado.com Prof. Marcelo Cunha Parte 5 www.marcelomachado.com Criado em 1974 Protocolo mais utilizado em redes locais Protocolo utilizado na Internet Possui arquitetura aberta Qualquer fabricante pode adotar a sua

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

1. Alguns protocolos básicos da pilha TCP/IP

1. Alguns protocolos básicos da pilha TCP/IP 1. Alguns protocolos básicos da pilha TCP/IP 1.1 Exemplo de subredes HUB ROTEADOR HUB 1.2 ICMP - Internet Control Message Protocol ICMP é um protocolo que roda sobre IP e é usado para comunicar diversas

Leia mais

Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I

Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I UNIDADE 1 - CONCEITOS BÁSICOS DE REDES... 3 1.1 TCP/IP - O INÍCIO... 3 1.2 ENTENDENDO O IP... 3 1.3 ENTENDENDO O GATEWAY DE REDE... 5 1.4 O SERVIDOR

Leia mais

Sistemas de Operação Sockets

Sistemas de Operação Sockets Sistemas de Operação Sockets O que é um socket? Uma interface de comunicação entre processos que podem ou não residir na mesma máquina, mas que não precisam estar relacionados. É usado normalmente para

Leia mais

Nível de rede - Tópicos

Nível de rede - Tópicos Nível de rede - Tópicos Introdução: Revisão do modelo de camadas Serviços genéricos do nível de rede IP: Serviços e endereçamento NAT, ICMP, IPv6 Encaminhamento 4 30 Como se obtém um endereço IP? P: Como

Leia mais

Sistemas Operacionais de Redes. Aula: Gerenciamento de rede Professor: Jefferson Igor D. Silva

Sistemas Operacionais de Redes. Aula: Gerenciamento de rede Professor: Jefferson Igor D. Silva Sistemas Operacionais de Redes Aula: Gerenciamento de rede Professor: Jefferson Igor D. Silva Agenda Conhecer o funcionamento do mecanismo de rede Configurar as configurações básicas de rede Compreender

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores CAMADA DE REDE DHCP NAT IPv6 Slide 1 Protocolo DHCP Protocolo de Configuração Dinâmica de Hospedeiros (Dynamic Host Configuration Protocol DHCP), RFC 2131; Obtenção de endereço de

Leia mais

Um Tutorial sobre Sockets Parte I

Um Tutorial sobre Sockets Parte I Um Tutorial sobre Sockets Parte I Por Antonio Marcelo Iniciando As grandes ferramentas utilizadas por especialistas de segurança, hackers e crakers tem como base a linguagem C ANSI ou C ++. Muitos dos

Leia mais

ARP- Address Resolution Protocol

ARP- Address Resolution Protocol ARP- Address Resolution Protocol Elena Baikova M 4856 Estrutura do TCP/IP 1 ARP - O Problema O computador A quer transmitir dados através de uma rede TCP/IP para o computador B O endereço IP do computador

Leia mais

Linux Network Servers

Linux Network Servers TCP/IP Parte 2 Linux Network Servers Objetivo: Conhecer mais de TCP/IP, mais sobre os arquivos de configuração e configuração de subredes. Aprender ARP e monitoração de tráfego com iptraf e usar o tcpdump.

Leia mais

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Conhecer os modelo OSI, e TCP/IP de cinco camadas. É importante ter um padrão para a interoperabilidade entre os sistemas para não ficarmos

Leia mais

Application Notes: VRRP. Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch

Application Notes: VRRP. Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch Application Notes: VRRP Aplicabilidade do Virtual Router Redundancy Protocol no DmSwitch Parecer Introdução Desenvolvimento inicial Setup básico Setup com roteamento dinâmico Explorando possibilidades

Leia mais

Laboratório de Redes

Laboratório de Redes Laboratório de Redes Rui Prior 2012 Introdução às VLAN Este documento pretende dar uma breve introdução às Virtual LAN (VLAN), um conceito fundamental nas redes locais da actualidade. Conceito Por razões

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR I

PROJETO INTERDISCIPLINAR I PROJETO INTERDISCIPLINAR I Linux e LPI www.lpi.org João Bosco Teixeira Junior boscojr@gmail.com Certificação LPIC-1 Prova 102 105 Shell, Scripting, e Gerenciamento de Dados 106 Interface com usuário e

Leia mais

Obter conhecimentos básicos sobre programação socket para desenvolver softwares clientes.

Obter conhecimentos básicos sobre programação socket para desenvolver softwares clientes. Objetivo: Obter conhecimentos básicos sobre programação socket para desenvolver softwares clientes. Atividade 1 Estude, compile, corrija (se necessário) e teste o programa hostbyaddr.c. Modifique o programa

Leia mais

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES

AGENTE PROFISSIONAL - ANALISTA DE REDES Página 1 CONHECIMENTO ESPECÍFICO 01. Suponha um usuário acessando a Internet por meio de um enlace de 256K bps. O tempo mínimo necessário para transferir um arquivo de 1M byte é da ordem de A) 4 segundos.

Leia mais

Aula Prática 3 - Serviço DHCP

Aula Prática 3 - Serviço DHCP Aula Prática 3 - Serviço DHCP O DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) é um protocolo que permite a configuração automática de parâmetros da rede IP como endereço IP, máscara de sub-rede, roteador

Leia mais

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 ETI/Domo 24810180 www.bpt.it PT Português ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 Configuração do PC Antes de realizar a configuração de todo o sistema, é necessário configurar o PC para que esteja pronto

Leia mais

Teleprocessamento e Redes

Teleprocessamento e Redes Teleprocessamento e Redes Aula 23: (laboratório) 13 de julho de 2010 1 2 3 ICMP HTTP DNS TCP 4 nslookup Sumário Permite fazer requisições a um servidor DNS O nslookup envia uma requisição para o servidor,

Leia mais

TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação.

TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO, responsável pela confiabilidade da entrega da informação. Protocolo TCP/IP PROTOCOLO é um padrão que especifica o formato de dados e as regras a serem seguidas para uma comunicação a língua comum a ser utilizada na comunicação. TCP é um protocolo de TRANSMISSÃO,

Leia mais

Protocolo de resolução de endereços: ARP

Protocolo de resolução de endereços: ARP Protocolo de resolução de endereços: ARP Introdução, cache ARP, formato do pacote ARP, exemplos de ARP em acção, proxy ARP, ARP "Gratuito, comando arp. Endereço físico Os endereços IP fazem apenas sentido

Leia mais

Funcionamento de ARP entre redes (sub-redes) distintas. Mecanismos de entrega. Funcionamento entre redes (sub-redes): default gateway

Funcionamento de ARP entre redes (sub-redes) distintas. Mecanismos de entrega. Funcionamento entre redes (sub-redes): default gateway Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Redes de Computadores Protocolos ARP e ICMP Aula 18 A camada de rede fornece um endereço lógico Uniforme, independente da tecnologia empregada pelo enlace

Leia mais

A Camada de Rede. Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II

A Camada de Rede. Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II A Camada de Rede Romildo Martins Bezerra CEFET/BA Redes de Computadores II A Camada de Rede e o protocolo IP... 2 O protocolo IP... 2 Formato do IP... 3 Endereçamento IP... 3 Endereçamento com Classes

Leia mais

Trabalho de laboratório sobre ARP

Trabalho de laboratório sobre ARP Trabalho de laboratório sobre ARP Redes de Computadores I - 2007/2008 LEIC - Tagus Park Semana de 3 a 7 de Dezembro 1 Introdução O objectivo desta aula é a familiarização com conceitos básicos do protocolo

Leia mais

Configuração de Rede

Configuração de Rede Configuração de Rede 1. Configuração de rede no Windows: A finalidade deste laboratório é descobrir quais são as configurações da rede da estação de trabalho e como elas são usadas. Serão observados a

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia,

Leia mais

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP

INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP Arquitetura TCP/IP Arquitetura TCP/IP INTERNET = ARQUITETURA TCP/IP gatewa y internet internet REDE REDE REDE REDE Arquitetura TCP/IP (Resumo) É útil conhecer os dois modelos de rede TCP/IP e OSI. Cada

Leia mais

Redes de Computadores. Protocolo TCP/IP Profa. Priscila Solís Barreto

Redes de Computadores. Protocolo TCP/IP Profa. Priscila Solís Barreto Redes de Computadores Protocolo TCP/IP Profa. Priscila Solís Barreto Internet G G G Introdução Protocolo: Conjunto de regras que determinam como o hardware e o software de uma rede devem interagir para

Leia mais

sockets interprocess communication Taisy Weber

sockets interprocess communication Taisy Weber sockets interprocess communication Taisy Weber Comunicação entre processos Mecanismos Pipes, FIFO (named pipes), semáforos, message queues. Memória compartilhada. Sockets Definição, chamadas de sistemas,

Leia mais

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows Vista

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows Vista TeamWork Manual do Utilizador Para Windows Vista V3.2_Vista Fevereiro 2008 ÍNDICE TeamWork Para que serve... 3 TeamWork Como instalar e configurar... 4 TeamWork Como utilizar... 4 Apoio para instalação

Leia mais

TCP/IP. Luís Moreira 2014/2015 Módulo 8 - IMEI

TCP/IP. Luís Moreira 2014/2015 Módulo 8 - IMEI TCP/IP Luís Moreira 2014/2015 Módulo 8 - IMEI Protocolo TCP/IP Em 1974, Vinton Cerf e Bob Kahn definiram o TCP (Transmission Control Protocol); Largamente usado hoje em dia, nomeadamente na INTERNET. Conjunto

Leia mais

M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL)

M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL) M3 Redes de computadores avançado (36 horas - 48 TL) Redes de Comunicação Ano lectivo 2013/2014 Camada de rede do modelo OSI Routers e portos de interface de routers (I) 2 Nesta camada imperam os routers.

Leia mais

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s:

Rede d s d e d Com o pu p t u ado d r o es Conceitos Básicos M d o e d los o de d Re R de d s: Tecnologia em Redes de Computadores Redes de Computadores Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Conceitos Básicos Modelos de Redes: O O conceito de camada é utilizado para descrever como ocorre

Leia mais

Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. alexandref@ifes.edu.br. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim

Redes TCP/IP. Prof. M.Sc. Alexandre Fraga de Araújo. alexandref@ifes.edu.br. INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Campus Cachoeiro de Itapemirim Redes TCP/IP alexandref@ifes.edu.br Camada de Redes 2 O que acontece na camada de rede Transporta segmentos do hospedeiro transmissor para o receptor Roteador examina campos de cabeçalho em todos os datagramas

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº7

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº7 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº7 Análise do tráfego na rede Protocolos TCP e UDP Objectivo Usar o Ethereal para visualizar

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Uma Rede de Computadores consistem em dois ou mais dispositivos, tais como computadores, impressoras e equipamentos relacionados, os

Leia mais

Lab 4 Análise de Pacotes utilizando o TCPDUMP

Lab 4 Análise de Pacotes utilizando o TCPDUMP Objetivo: Lab 4 Análise de Pacotes utilizando o TCPDUMP i) Utilizar aplicativo de análise de pacotes TCPDUMP. TCPDUMP: O tcpdump é um programa cuja utilidade principal é visualizar e analisar o tráfego

Leia mais

Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Segundo Bimestre

Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Segundo Bimestre Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour Segundo Bimestre Exercicio 1: Considere a seguinte configuração de rede estruturada em VLANs 220.0.0.2/24 C VLAN 2 B VLAN 1 A VLAN 1 VLAN 1,2,3

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto

Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 Protocolo de rede... 3 Protocolo TCP/IP... 3 Máscara de sub-rede... 3 Hostname... 3

Leia mais

ICMP. Tipos de mensagens ICMP

ICMP. Tipos de mensagens ICMP ICMP Tipos de mensagens ICMP ICMP (Internet Control Message Protocol) Normalmente considera-se que o ICMP faz parte da camada de rede Comunica mensagens de erro, mensagens de informação, mensagens de resposta

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO

Prof. Luís Rodolfo. Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Unidade III REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO Redes de computadores e telecomunicação Objetivos da Unidade III Apresentar as camadas de Transporte (Nível 4) e Rede (Nível 3) do

Leia mais

Protocolo DHCP. Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores

Protocolo DHCP. Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Protocolo DHCP Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia de Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Redes de Computadores Motivação Obtenção dos parâmetros de configuração

Leia mais

ARP. Tabela ARP construída automaticamente. Contém endereço IP, endereço MAC e TTL

ARP. Tabela ARP construída automaticamente. Contém endereço IP, endereço MAC e TTL ARP Protocolo de resolução de endereços (Address Resolution Protocol) Descrito na RFC 826 Faz a tradução de endereços IP para endereços MAC da maioria das redes IEEE 802 Executado dentro da sub-rede Cada

Leia mais

Tecnologia de Redes. Protocolo ICMP

Tecnologia de Redes. Protocolo ICMP Volnys B. Bernal (c) 1 Tecnologia de Redes Protocolo ICMP Internet Control Message Protocol Volnys Borges Bernal volnys@lsi.usp.br http://www.lsi.usp.br/~volnys Volnys B. Bernal (c) 2 Agenda Protocolo

Leia mais

Cliente/Servidor. Programação com Sockets. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Programação com Sockets. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Programação com Sockets Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Interface através de Sockets Socket é uma API ( Aplication Program Interface ) para acesso aos serviços do protocolo de

Leia mais

L A B O RATÓRIO DE REDES

L A B O RATÓRIO DE REDES L A B O RATÓRIO DE REDES TRÁFEGO, ENQUADRAMEN TO, DEFAU LT G A TEWA Y E ARP. VALE 2,0 P ONT OS. INTRODUÇÃO AO LABORATÓRIO Nosso laboratório é composto de três hosts Linux, representados pelo símbolo de

Leia mais

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows XP

TeamWork. Manual do Utilizador. Para Windows XP TeamWork Manual do Utilizador Para Windows XP V3.2_XP Fevereiro 2008 ÍNDICE TeamWork Para que serve... 3 TeamWork Como instalar e configurar... 4 TeamWork Como utilizar... 4 Apoio para instalação e configuração.

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES Conteúdo 1 Topologia de Redes 5 Escalas 5 Topologia em LAN s e MAN s 6 Topologia em WAN s 6 2 Meio Físico 7 Cabo Coaxial 7 Par Trançado 7 Fibra Óptica 7 Conectores 8 Conector RJ45 ( Par trançado ) 9 Conectores

Leia mais

Redes. Entenda o que são ICMP, ping e traceroute Autor: Hélder Garcia Email: hlbognfspam@sounerd.com Março de 2004

Redes. Entenda o que são ICMP, ping e traceroute Autor: Hélder Garcia Email: hlbognfspam@sounerd.com Março de 2004 Entenda o que são ICMP, ping e traceroute Autor: Hélder Garcia Email: hlbognfspam@sounerd.com Março de 2004 O ICMP - - é um protocolo que faz parte da pilha TCP/IP, enquadrando-se na camada de rede (nível

Leia mais

Configuração de Rede Prof. João Paulo de Brito Gonçalves

Configuração de Rede Prof. João Paulo de Brito Gonçalves Campus - Cachoeiro Curso Técnico de Informática Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Configuração de Rede Prof. João Paulo de Brito Gonçalves CONFIGURAÇÃO DE REDE A configuração de rede envolve, em

Leia mais

O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br

O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br O IP e a Máscara de Sub-Rede O IP se baseia em duas estruturas para efetuar o roteamento de datagramas:

Leia mais

Administração de Redes 2014/15. Network Address Translation (NAT)

Administração de Redes 2014/15. Network Address Translation (NAT) Administração de Redes 2014/15 Network Address Translation () 1 Motivação Escassez de endereços IP motivação original Nem todas as máquinas de uma rede necessitam de acesso ao exterior (e.g., impressoras)

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores TCP/IP Fabricio Breve Fundamentos Atualmente é o protocolo mais usado em redes locais Principal responsável: Popularização da Internet Mesmo SOs que antigamente só suportavam seu

Leia mais

robustez; confiabilidade; e comunicação de dados independente de fornecedores.

robustez; confiabilidade; e comunicação de dados independente de fornecedores. HISTÓRICO! 1969, Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) cria um projeto de pesquisa para criar uma experimental de comutação de pacotes ARPANET que deveria prover: robustez; confiabilidade;

Leia mais

Questionário de RC Nota3

Questionário de RC Nota3 Questionário de RC Nota3 Entrega: Individual e escrita à mão. Data de entrega: 30/10. Em todas as questões deverão constar o desenvolvimento da sua resposta, caso contrário a questão será desconsiderada.

Leia mais

IP - endereçamento. Endereço IP. Ex.: Identificador de 32 bits para interfaces de roteadores e hospedeiros

IP - endereçamento. Endereço IP. Ex.: Identificador de 32 bits para interfaces de roteadores e hospedeiros Endereço IP Ex.: Identificador de 32 bits para interfaces de roteadores e hospedeiros 223.1.1.1 = 11011111 00000001 00000001 00000001 223 1 1 1 Endereços de interfaces e sub-redes (fonte: Kurose) No ex.,

Leia mais

ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia

ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL Thiago de Almeida Correia São Paulo 2011 1. Visão Geral Em uma rede de computadores local, os hosts se enxergam através de dois endereços, sendo um deles o endereço Internet

Leia mais

Trabalho de laboratório sobre ARP

Trabalho de laboratório sobre ARP Trabalho de laboratório sobre ARP Redes de Computadores I - 2005/2006 LEIC - Tagus Park Semana de 5 a 9 de Dezembro 1 Introdução O objectivo desta aula é a familiarização com conceitos básicos do protocolo

Leia mais

O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida.

O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida. O conteúdo Cisco Networking Academy é protegido e a publicação, distribuição ou compartilhamento deste exame é proibida. 1 Quando protocolos sem conexão são implementados nas camadas mais inferiores do

Leia mais

Protocolo DHCP. Redes de Computadores. Módulo 8 OP3

Protocolo DHCP. Redes de Computadores. Módulo 8 OP3 Protocolo DHCP Redes de Computadores Módulo 8 OP3 Motivação Obtenção dos parâmetros de configuração IP de forma dinâmica Simplificação da tarefa de gestão do endereçamento e configuração Consistência de

Leia mais

P L A N O D E D I S C I P L I N A

P L A N O D E D I S C I P L I N A INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS SÃO JOSÉ SC CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES / REDES DE COMPUTADORES P L A N O D E D I S C I P L I N A DISCIPLINA: Redes de Computadores Carga Horária: 95 HA

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO PROJECTO E INSTALAÇÃO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES O Modelo TCP/IP: Camada Internet Discentes: Ricardo Alexandre Revez Costa, nº5963 Manuel José Terlica Revés,

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores 1 Elmano R. Cavalcanti Redes de Computadores Camada de Rede elmano@gmail.com facisa-redes@googlegroups.com http://sites.google.com/site/elmano Esta apresentação contém slides fornecidos pela Editora Pearson

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1

MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1 MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1 SÃO CAETANO DO SUL 06/06/2014 SUMÁRIO Descrição do Produto... 3 Características... 3 Configuração USB... 4 Configuração... 5 Página

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Camada de Redes Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Junho 2012 1 / 68 Pilha TCP/IP A B M 1 Aplicação Aplicação M 1 Cab M T 1 Transporte Transporte Cab

Leia mais

Endereçamento Privado Proxy e NAT. 2008, Edgard Jamhour

Endereçamento Privado Proxy e NAT. 2008, Edgard Jamhour Endereçamento Privado Proxy e NAT Motivação para o Endereçamento IP Privado Crescimento do IPv4 07/2007 490 milhões de hosts 01/2008 542 milhões de hosts IPv4 permite endereçar 4 bilhões de hosts. PREVISÃO

Leia mais

1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4

1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4 TCP/IP Brito INDICE 1 TCI/IP... 3 1.1 MODELO TCP/IP... 3 1.1.1 Camada de Aplicação... 4 1.1.1.1 Camada de Transporte... 4 1.1.1.2 TCP (Transmission Control Protocol)... 4 1.1.1.3 UDP (User Datagram Protocol)...

Leia mais

Introdução Introduç ão Rede Rede TCP/IP Roteame Rotea nto nto CIDR

Introdução Introduç ão Rede Rede TCP/IP Roteame Rotea nto nto CIDR Introdução as Redes TCP/IP Roteamento com CIDR LAN = Redes de Alcance Local Exemplo: Ethernet II não Comutada Barramento = Broadcast Físico Transmitindo ESCUTANDO ESCUTANDO A quadro B C B A. DADOS CRC

Leia mais

ICMP Internet Control Message Protocol

ICMP Internet Control Message Protocol TCP UDP ICMP Internet Control Message Protocol ARP IP ICMP Acesso à rede Funcionalidade Mensagens ICMP Internet Control Message Protocol - ICMP Funcionalidades Informar máquina de origem da ocorrência

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Camada de Aplicação A camada de Aplicação é a que fornece os serviços Reais para os usuários: E-mail, Acesso a Internet, troca de arquivos, etc. Portas

Leia mais

Internet Control Message Protocol - ICMP. Rodolfo Riyoei Goya http://rgoya.sites.uol.com.br rgoya@uol.com.br

Internet Control Message Protocol - ICMP. Rodolfo Riyoei Goya http://rgoya.sites.uol.com.br rgoya@uol.com.br Internet Control Message Protocol - ICMP Rodolfo Riyoei Goya http://rgoya.sites.uol.com.br rgoya@uol.com.br Pauta Cabeçalho ICMP Funções do ICMP Bibliografia Stevens, R.W. TCP/IP Illustrated Volume 1 Addison-Wesley

Leia mais

Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Nome dos Alunos

Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Nome dos Alunos Exercícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour Nome dos Alunos Cenário 1: Considere a seguinte topologia de rede IPB 210.0.0.1/24 IPA 10.0.0.5/30 220.0.0.1\24 4 5 3 1 IPC 10.0.0.9/30 REDE B

Leia mais

Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes

Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes Arquitetura do Protocolo da Internet Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Revisão AS ou SA; IGP e EGP; Vetor de Distância,

Leia mais

Relató rió LikeWise, FTP e DHCP. Instalação e Configuração de Servidores de Rede

Relató rió LikeWise, FTP e DHCP. Instalação e Configuração de Servidores de Rede Relató rió LikeWise, FTP e DHCP INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO Instalação e Configuração de Servidores de Rede Trabalho realizado por: Tiago Conceição Nº 11903 Índice

Leia mais

Modulo 3. Professor: Leandro Engler Boçon E-mail: leandro@facear.edu.br Disciplina: Comunicação de dados

Modulo 3. Professor: Leandro Engler Boçon E-mail: leandro@facear.edu.br Disciplina: Comunicação de dados Modulo 3 Professor: Leandro Engler Boçon E-mail: leandro@facear.edu.br Disciplina: Comunicação de dados 1 Protocolo ARP Address Resolution Protocol 2 IP utiliza endereços de 32 bits para localização de

Leia mais

Endereço Físico (cont.)

Endereço Físico (cont.) O Protocolo ARP Endereço Físico Cada interface de rede (NIC network interface card) vem com um identificador único de fábrica. Este identificador é o endereço físico ou endereço de hardware da interface.

Leia mais

Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015)

Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015) Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015) Pilha de protocolos TCP/IP. IPv4; ARP; UDP; BOOTP/DHCP; ICMP; TCP e IGMP. 1 A camada IP A pilha de protocolos normalmente designada por TCP/IP exerce actualmente

Leia mais

Ataques para obtenção de informações

Ataques para obtenção de informações Ataques para obtenção de informações Técnicas: Dumpster diving ou Trashing Engenharia Social Eavesdropping ou Packet Sniffing Scanning War dialing Firewalking Ataques para obtenção de informações Dumpster

Leia mais

Manual do utilizador Ethernet

Manual do utilizador Ethernet Manual do utilizador Ethernet Índice 1. Nome da placa de interface e impressora disponível... 2 2. Especificação... 3 3. Forma de instalação... 4 4. Configuração da placa de interface IP fixo... 5 5. Configuração

Leia mais

Interconexão de Redes Parte 2. Prof. Dr. S. Motoyama

Interconexão de Redes Parte 2. Prof. Dr. S. Motoyama Interconexão de Redes Parte 2 Prof. Dr. S. Motoyama 1 Software IP nos hosts finais O software IP nos hosts finais consiste principalmente dos seguintes módulos: Camada Aplicação; DNS (Domain name system)

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática 90 minutos * 24.05.2013 =VERSÃO A= 1 1. Esta teste serve como avaliação de frequência às aulas teóricas. 2. Leia as perguntas com atenção antes de responder. São 70 perguntas de escolha múltipla. 3. Escreva

Leia mais

FTP FILE F TRANSFER PROTOCOL. Tópicos

FTP FILE F TRANSFER PROTOCOL. Tópicos FTP FILE F TRANSFER PROTOCOL Tópicos Revisão da aplicação FTP Implementação simples em Java de uma conexão FTP Implementação simples em Java de um comando de transferência de arquivo Descrição dos exercícios

Leia mais

Professor: Gládston Duarte

Professor: Gládston Duarte Professor: Gládston Duarte INFRAESTRUTURA FÍSICA DE REDES DE COMPUTADORES Computador Instalação e configuração de Sistemas Operacionais Windows e Linux Arquiteturas físicas e lógicas de redes de computadores

Leia mais

Redes de computadores e a Internet. A camada de rede

Redes de computadores e a Internet. A camada de rede Redes de computadores e a Internet Capitulo Capítulo 4 A camada de rede A camada de rede Objetivos do capítulo: Entender os princípios dos serviços da camada de rede: Roteamento (seleção de caminho) Escalabilidade

Leia mais

Programação TCP/IP. Protocolos TCP e UDP

Programação TCP/IP. Protocolos TCP e UDP Programação TCP/IP Protocolos TCP e UDP Tecnologia em Redes de Computadores Unicesp Campus I Prof. Roberto Leal Visão Geral da Camada de Transporte 2 1 Protocolo TCP Transmission Control Protocol Protocolo

Leia mais

Administração de Redes Redes e Sub-redes

Administração de Redes Redes e Sub-redes 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA Administração de Redes Redes e Sub-redes Prof.

Leia mais

Application Notes: DHCP Relay. Funcionamento do DHCP Relay

Application Notes: DHCP Relay. Funcionamento do DHCP Relay Application Notes: DHCP Relay Funcionamento do DHCP Relay Application Notes: DHCP Relay Funcionamento do DHCP Relay. Data 29/10/2009 Parecer Introdução Desenvolvimento Funcionamento do DHCP Funcionamento

Leia mais

GRUPO DISICPLINAR - Informática

GRUPO DISICPLINAR - Informática Curso: Tecnológico de Informática ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/8 1ª UNIDADE DE ENSINO-APRENDIZAGEM: Fundamentos de Transmissão CARGA HORÁRIA: 10 UNIDADES LECTIVAS 1º PERÍODO Noções Básicas de Transmissão

Leia mais