CENTRAL HIDRELÉTRICA DE ITAIPU ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ESP 002/07 SISTEMA DE PRODUÇÃO, PURIFICAÇÃO, COMPRESSÃO E ARMAZENAMENTO DE HIDROGÊNIO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRAL HIDRELÉTRICA DE ITAIPU ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ESP 002/07 SISTEMA DE PRODUÇÃO, PURIFICAÇÃO, COMPRESSÃO E ARMAZENAMENTO DE HIDROGÊNIO"

Transcrição

1 BRASIL PARAGUAI CENTRAL HIDRELÉTRICA DE ITAIPU ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ESP 002/07 SISTEMA DE PRODUÇÃO, PURIFICAÇÃO, COMPRESSÃO E ARMAZENAMENTO DE HIDROGÊNIO 2 1 No DESCRIÇÕES APROV. DATA REVISÕES Elab. : GBH/MM 22/01/07 Visto: CCC 05/02/07 Verif. : ACF 29/01/07 Aprov: WFJ 09/02/07 EN.DT Superintendência de Engenharia ENE.DT Departamento de Engenharia Eletrônica e Eletromecânica DIRETORIA TÉCNICA P R0

2 SISTEMA DE PRODUÇÃO, PURIFICAÇÃO, COMPRESSÃO E ARMAZENAMENTO DE HIDROGÊNIO QUANTIDADE DE PÁGINAS DESTE DOCUMENTO RO Esta Especificação é composta das seguintes folhas: - Folha de Rosto e contracapa Índice Especificação Desenhos e Documentos de Especificação Total de Folhas SISTEMA DE PRODUÇÃO, PURIFICAÇÃO, COMPRESSÃO, 2

3 ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE HIDROGÊNIO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO Generalidades EXTENSÃO DO FORNECIMENTO Equipamentos e Serviços Incluídos no Fornecimento Serviços e Materiais não Incluídos no Fornecimento Responsabilidade da CONTRATADA DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES TÉCNICAS DA CONTRATADA DESENHOS E DOCUMENTOS TÉCNICOS PARA APROVAÇÃO PRAZO DE ENTREGA PEÇAS DE RESERVA REQUISITOS TÉCNICOS Generalidades Descrição do Sistema de Eletrólise Capacidade de Produção da Planta de Eletrólise Qualidade do Gás Produzido Sistema de Purificação do Hidrogênio Características Principais Central Hidrelétrica de Itaipu Dados Climáticos e Condições Locais Características dos Componentes Elétricos PINTURA E ACABAMENTO TRANSPORTE E ARMAZENAGEM INSPEÇÕES E TESTES ENSAIOS E VERIFICAÇÕES APÓS MONTAGEM NA CHI GARANTIAS DESENHOS E DOCUMENTOS DE ESPECIFICAÇÃO... 9 SISTEMA DE PRODUÇÃO, PURIFICAÇÃO, COMPRESSÃO, ARMAZENAMENTO E ABASTECIMENTO DE HIDROGÊNIO 1. INTRODUÇÃO 3

4 1.1 Generalidades Esta Especificação tem por objetivo estabelecer os requisitos mínimos que devem ser obedecidos pela CONTRATADA no projeto e fornecimento de um sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio, nos ensaios realizados em fábrica, na montagem completa do sistema e na supervisão da colocação em operação, para a Central Hidrelétrica de ITAIPU. 2. EXTENSÃO DO FORNECIMENTO 2.1 Equipamentos e Serviços Incluídos no Fornecimento - Projeto detalhado envolvendo o conjunto completo de desenhos e documentos técnicos conforme descrito na seção 4 desta Especificação. - Fornecimento de todos os componentes dos sistemas de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio. - Fornecimento dos instrumentos de controle, comando e proteção do sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio. - Painel para alimentação elétrica, proteção e controle dos equipamentos, para instalação interna conforme descrito na seção desta Especificação. - Materiais auxiliares como suportes, braçadeiras, tirantes, parafusos e chumbadores completos e outros dispositivos para montagem e fixação dos componentes do sistema. - Todos os ensaios realizados em fábrica, a montagem completa do sistema e toda a supervisão da colocação em operação conforme descrito nesta Especificação. - Todas as inspeções e ensaios, conforme descrito nas seções 10 e 11 desta Especificação. - Transporte dos equipamentos e materiais até a Usina em Foz do Iguaçu. - Tintas de base e acabamento para retoques na Obra. - Peças de reserva constante da relação a seguir, e conforme seção 6 desta Especificação: Uma unidade de cada filtro do sistema de purificação de água; Uma unidade de cada diafragma dos compressores; Eletrólito necessário para um ano de operação; Todos os demais componentes que possuam vida útil inferior a um ano de operação. 4

5 - Montagem completa do sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio, inclusive interligando às interfaces de abastecimento de água, alimentação elétrica e pontos de aterramento. - Toda a fiação e eletrodutos necessária para interligação entre instrumentos, painel elétrico e equipamentos. 2.2 Serviços e Materiais não Incluídos no Fornecimento - Materiais e serviços, relativos a obras civis por ventura necessários; - Fornecimento de andaimes e escadas provisórias de obra; - Fornecimento dos pontos de abastecimento de água, energia elétrica, conforme indicado nos ANEXO 4 e Responsabilidade da CONTRATADA A CONTRATADA será inteiramente responsável pelo projeto e fornecimento de um sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio, pelos ensaios realizados em fábrica, pela montagem completa do sistema e pela supervisão da colocação em operação, envolvendo todos os equipamentos e acessórios, mesmo os não explicitamente aqui mencionados, devendo o mesmo funcionar corretamente e de um modo seguro, a contento de ITAIPU, de acordo com a presente Especificação. 3. DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES TÉCNICAS DA CONTRATADA A CONTRATADA deve fornecer, nos prazos previstos na Seção 4, desta Especificação, à inspeção e aprovação da ITAIPU todos os documentos técnicos, desenhos e informações necessárias para verificação da completa adequação do fornecimento a esta Especificação Técnica. Os desenhos e documentos técnicos devem ser completos, indicando dimensões, materiais empregados, pesos, ajustes, etc., e devem ser elaborados conforme condições básicas estabelecidas na ESC-101/96 (ANEXO 1), onde aplicável. A montagem só poderá ser iniciada após aprovação de ITAIPU dos documentos técnicos e desenhos, exceto se houver autorização por escrito de ITAIPU. A não observância desta exigência correrá por conta e risco da CONTRATADA. 4. DESENHOS E DOCUMENTOS TÉCNICOS PARA APROVAÇÃO 5

6 Devem ser submetidos à aprovação da ITAIPU, 30 (trinta) dias corridos contados a partir da data estabelecida na Ordem de Início a ser emitida por ITAIPU, pelo menos os seguintes desenhos e documentos técnicos: - Memória de cálculo demonstrando o dimensionamento do sistema, de acordo com as exigências técnicas desta especificação; - Desenhos para a montagem no local, incluindo plantas para instalação, seções e detalhes da instalação do sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio, constando detalhes de fixação, arranjo das instalações, locação de equipamentos, instrumentos e painéis elétricos; - Curvas características de desempenho do eletrolisador, do compressor e demais equipamentos que se façam necessários; - Desenho de arranjo dos equipamentos do sistema, contendo cortes longitudinal e transversal, peso, dimensões e furação da base, etc. - Folhas de dados dos equipamentos e instrumentação; - Esquema elétrico de ligação de força e controle; - Desenhos de arranjo dos painéis de comando e controle; - Listas de materiais; - Desenhos das placas de identificação; - Manuais de operação e manutenção; - Roteiro de Inspeção (RI). Os desenhos e documentos técnicos submetidos a aprovação de ITAIPU devem seguir os procedimentos descritos pela Seção 6 Parte III, da ESC-101/96 (ANEXO 1). A CONTRATADA deve declarar sua concordância com o sistema de aprovação dos documentos técnicos e desenhos que ITAIPU adota, ou seja, com o significado de cada carimbo de aprovação. 5. PRAZO DE ENTREGA O prazo total previsto para os ensaios realizados em fábrica e para o fornecimento do sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio é 120 dias. 6

7 O prazo total previsto para a montagem completa do sistema e para a supervisão da colocação em operação é 120 dias. 6. PEÇAS DE RESERVA Deve ser proposto, em separado e com preço unitário, a lista de peças de reserva que não constem no item 2.1 desta Especificação. Todas as peças de reserva devem ser convenientemente embaladas para um longo período de armazenamento, com a devida identificação de cada item, lista de embarque correspondente e instruções de armazenamento. 7. REQUISITOS TÉCNICOS 7.1 Generalidades O projeto e o fornecimento do sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio, os ensaios realizados em fábrica, montagem completa do sistema e a supervisão da sua colocação em operação, além de atender a esta Especificação devem obedecer prioritariamente, no que couber, às últimas revisões das normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT-Brasil) e/ou Instituto Nacional de Tecnologia e Normatización (INTN-Paraguai), exceto onde outras organizações sejam indicadas explicitamente nesta Especificação. Os sistemas de supervisão, controle e medição devem obedecer à norma IEC Descrição do Sistema de Eletrólise Capacidade de Produção da Planta de Eletrólise A capacidade nominal de produção, foi calculada com base no consumo esperado de hidrogênio, e deve ser maior ou igual a 10 Nm³/h de hidrogênio Qualidade do Gás Produzido O hidrogênio a ser utilizado deve possuir um alto grau de pureza e deve, na saída do sistema de armazenamento, obedecer as especificações abaixo: - Pureza H 2 : > 99,95% - Contaminação de O 2 : < 10 ppm - Contaminação de H 2 O: < 250 ppm - Contaminação de N 2 : < 200 ppm - Contaminação de CO: < 10 ppm - Contaminação de CO 2 : < 20 ppm - Hidrocarbonetos: < 10 ppm 7

8 7.2.3 Sistema de Purificação do Hidrogênio O sistema de purificação do hidrogênio deve atender as especificações do item afim de que o gás produzido possa ter a qualidade necessária para atender os requisitos de utilização em Células Combustíveis. 7.3 Características Principais Central Hidrelétrica de Itaipu A planta ficará localizada dentro da Central Hidrelétrica de Itaipu na fronteira Brasil Paraguai e tendo como referência a Cidade de Foz do Iguaçu, no Brasil e a Ciudad del Este, no Paraguai Dados Climáticos e Condições Locais Os dados climáticos são relativos aos meses mais quentes, NOV a MAR, envolvendo o período do verão, e foram coletados na Estação Meteorológica da Usina Hidrelétrica de ITAIPU. a) Condições Gerais - Elevação acima do nível do mar (m) - 174,94 - Temperatura Efetiva Média - 22 a 27 C - Umidade Relativa - 80% b) Fontes de Alimentação Elétrica - Tensão Vac / 60Hz - Potência kva 8

9 c) Alimentação de Água A água para processo e refrigeração a ser utilizada pelo sistema possui as seguintes características: ph 7,20 Alcalinidade ao metil orange - mg/l 20 Alcalinidade a fenolftaleina - mg/l 0 Carbonatos - mg/l 0 Bicarbonatos - mg/l 20 Hidróxidos - mg/l 0 Gas carbônico livre - mg/l 1,82 Oxigênio consumido em meio ácido - mg/l 0, Características dos componentes elétricos 1 - Painel Elétrico As instalações elétricas devem ser isoladas, aterradas a obedecerem à norma NBR 5418 ou equivalente ISO para instalações elétricas em ambientes explosivos. Toda a fiação interna deve ser executada na fábrica, verificada e ensaiada antes do embarque. Toda a fiação de controle deve ser da classe 600V, com isolamento termoplástico, a prova de fogo. Todos os instrumentos elétricos indicadores, medidores, etc., devem ser ligados utilizando-se blocos terminais. Não mais de dois condutores poderão ser conectados a um mesmo terminal. Para os condutores que interligam partes fixas e partes móveis, como por exemplo portas, devem ser utilizados blocos terminais em ambas as partes. Os condutores devem ser marcados individualmente por meio de etiquetas plásticas de cor clara ou branca para sua identificação quando da conexão a terminais de equipamentos ou blocos terminais. 2 - Eletrolisador O eletrolisador deve ter um consumo elétrico inferior 4,5 kwh/m³. Devese levar em consideração que esta energia refere-se somente ao consumo elétrico do stack para a produção do hidrogênio, sem a compressão do gás. 9

10 3 - Compressor A pressão de entrada do gás no sistema de compressão deve ser equivalente à pressão de saída do hidrogênio do sistema de eletrólise. A pressão de saída do sistema de compressão deve ser maior ou igual a 350 bar. O sistema de compressão deve ser capaz de comprimir todo o gás produzido pelo eletrolisador, evitando que seja necessário o armazenamento de grandes quantidades de hidrogênio a baixa pressão e que o período de compressão estenda-se além do período de produção. A vazão mínima do sistema de compressão deve ser 10 Nm³/h de hidrogênio. 4 Sistema de Armazenamento Os tanques de armazenamento devem suportar a pressão de saída do compressor, isto é 350 bar. Os tanques de armazenamento devem ser capazes de comportar um volume de 800 Nm³ de hidrogênio. 5 Outras Exigências O eletrolisador, purificador e compressor devem possuir um sistema automático de monitoramento e controle através de software, aumentando a segurança do sistema. O sistema deve possuir um sensor de oxigênio na saída de hidrogênio do eletrolisador e um sensor de hidrogênio na saída de oxigênio. Os sensores devem desligar todo o sistema caso a concentração de oxigênio no hidrogênio ou hidrogênio no oxigênio ultrapasse 1%. O sistema deve possuir um sensor indicativo de oxigênio e umidade imediatamente antes do compressor de hidrogênio. Os compressores devem ser isentos de óleos e graxas, a fim de evitar a contaminação do hidrogênio produzido. 8. PINTURA E ACABAMENTO Todas as chapas, estruturas metálicas de suportes de tubos e equipamentos componentes do sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio, devem receber limpeza destinada a remoção de graxa, óleo e quaisquer outras impurezas sendo, após, protegidas contra oxidação e finalmente receber a tinta de acabamento. Os trechos aparentes e fixados na estrutura da edificação devem ser pintados na cor alumínio natural fosco. 10

11 9. TRANSPORTE E ARMAZENAGEM Os componentes a serem fornecidos devem ser entregues pela CONTRATADA no Almoxarifado na Usina Hidrelétrica de ITAIPU, a qual será responsável pela armazenagem na Usina, com as orientações para o correto manuseio e armazenamento fornecidos pela CONTRATADA. Todas as despesas e responsabilidades de transporte, do ponto de expedição até a Usina serão da CONTRATADA, devendo a mesma preparar para a expedição, embalagens adequadas ao transporte. A CONTRATADA deve preparar todos os documentos necessários a expedição, fornecendo lista de embalagem, sendo que cada embalagem deve conter lista de conteúdo colocada dentro da mesma. A CONTRATADA é responsável por perdas e danos ocorridos no transporte ou armazenamento causados por embalagens inadequadas ou defeituosas. 10. INSPEÇÕES E TESTES A CONTRATADA será responsável pela execução dos Testes e Inspeções conforme Roteiro de Inspeção (RI), previamente aprovado pela ITAIPU, no prazo indicado na seção 4 destas Especificações Técnicas. 11. ENSAIOS E VERIFICAÇÕES APÓS MONTAGEM NA CHI Devem ser verificadas, conforme normas aplicáveis, todas as características de funcionamento, exigidas nesta Especificação Técnica e as fornecidas pela CONTRATADA nos desenhos e documentos dos equipamentos ou de seus componentes. A verificação de conformidade das especificações deverá ser acompanhada por corpo técnico indicado por Itaipu. Deve ser verificado se todos os componentes (mecânicos, elétricos e eletrônicos) dos equipamentos trabalham sob condições normais de operação, definidas naqueles documentos ou em normas técnicas aplicáveis, inclusive todos os dispositivos de comando, proteção, sinalização e automatismo. 12. GARANTIAS A CONTRATADA deve garantir os equipamentos, acessórios e o desempenho do sistema objeto do Contrato de Fornecimento, durante o período de 1 (um) ano contados a partir da data da conclusão dos ensaios de recepção do sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio. A aprovação dos desenhos e dos equipamentos por ITAIPU, não desobriga a CONTRATADA de sua plena responsabilidade com relação ao projeto integral do sistema de produção, purificação, compressão, armazenamento e abastecimento de hidrogênio, ao dimensionamento das peças e acessórios ao bom funcionamento do conjunto, sem falhas e omissões que venham impossibilitar, prejudicar ou retardar a montagem e entrada em operação. 11

12 13. DESENHOS E DOCUMENTOS DE ESPECIFICAÇÃO Os seguintes documentos anexos, são parte integrante desta Especificação: ANEXO 1 - ESC 101/96 - Diretrizes Básicas para Elaboração/Revisão e Apresentação de Documentos Técnicos. ANEXO 2 Planta Civil Desenho Básico 12

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

M A N U A L DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO. Compressores de ar D 1 / D 2 / D 3

M A N U A L DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO. Compressores de ar D 1 / D 2 / D 3 Rev.03-06/23 M A N U A L DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO Compressores de ar D 1 / D 2 / D 3 Rua Major Carlos Del Prete, 19 - Bairro Cerâmica CEP 09530-0 - São Caetano do Sul - SP - Brasil Fone/Fax: (11) 4224-3080

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC

SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC SISTEMA DE MEDIÇÃO E LEITURA CENTRALIZADA SMLC Especificação para implantação de infra-estrutura Diretoria de Redes Gerência de Engenharia da Distribuição Coordenação de Engenharia SISTEMA DE MEDIÇÃO E

Leia mais

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás.

Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. Recomendações para instalação de rede interna e de equipamentos a gás. USO DE GÁS NATURAL CANALIZADO NORMAS E LEGISLAÇÃO: ABNT NBR 14570 ABNT NBR 13103 COSCIP código de segurança - decreto estadual nº

Leia mais

COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTOS DA PARAÍBA DIRETORIA DE EXPANSÃO GERÊNCIA EXECUTIVA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS

COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTOS DA PARAÍBA DIRETORIA DE EXPANSÃO GERÊNCIA EXECUTIVA DE PLANEJAMENTO E PROJETOS 1 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO GRUPO GERADOR - 30 KVA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO - EEE1 JARDIM CIDADE UNIVERSITÁRIA 1. OBJETIVO Esta especificação técnica apresenta as características técnicas e comerciais

Leia mais

VERIFICAÇÃO FINAL DOCUMENTAÇÃO

VERIFICAÇÃO FINAL DOCUMENTAÇÃO VERIFICAÇÃO FINAL DOCUMENTAÇÃO Inspeção visual e documentação............................................................284 Ensaios de campo em instalações...........................................................285

Leia mais

Realizar novas ligações. Executa ligação BT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior

Realizar novas ligações. Executa ligação BT. HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES Edição Data Alterações em relação à edição anterior Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras do Programa Minha Casa Minha Vida com Telemedição Processo Atividade Realizar novas ligações Executa ligação BT Código

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJETIVO 03 2. ÂMBITO 03 3. CONCEITOS 03 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 03 5. INSTRUÇÕES GERAIS 04 5.1. Condições de Serviços 04 5.2. Identificação dos transformadores 04 5.3.

Leia mais

A fórmula que faz esta correção é o Nm³/h ou SCFM, que é dada pelos seguintes fatores:

A fórmula que faz esta correção é o Nm³/h ou SCFM, que é dada pelos seguintes fatores: Ar comprimido. O ar comprimido em muitas empresas é a energia que move a maioria dos equipamentos, pois o consumo de energia elétrica necessária para mover individualmente cada um dos equipamentos, se

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG.. Instalações Elétricas Gerais 02.1. Geral 02.2. Normas 02.3. Escopo de Fornecimento 02.4. Características Elétricas para Iluminação de Uso Geral 02.4.1. Geral 02.4.2. Tensões de Alimentação

Leia mais

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA

TRANSFORMADORES MOLDADOS EM RESINA MODELO TAM TRANSFORMADORES - TIPO TAM Os transformadores a seco moldados em resina epóxi são indicados para operar em locais que exigem segurança, os materiais utilizados em sua construção são de difícil

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO. Título. Medidor Eletrônico de Energia Elétrica Quatro Quadrantes de Múltiplas Funções Medição Indireta

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO. Título. Medidor Eletrônico de Energia Elétrica Quatro Quadrantes de Múltiplas Funções Medição Indireta 1 Usuários: Divisão de Medição e Proteção da Receita, Gerências e Centros Regionais. SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 3. DEFINIÇÕES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

Leia mais

INDÚSTRIA E COMÉRCIO TECNOAVANCE LTDA.

INDÚSTRIA E COMÉRCIO TECNOAVANCE LTDA. INDÚSTRIA E COMÉRCIO TECNOAVANCE LTDA. MANUAL TÉCNICO DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO CABINA DE PINTURA A PÓ MODELO: KCP-DM/DA SEM SILHUETA 1 Prezado Cliente: Temos a grata satisfação de estar entregando mais

Leia mais

Suporte situado na edificação do consumidor, com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação.

Suporte situado na edificação do consumidor, com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação. 25 / 10 / 2011 1 de 7 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do pontalete de aço para utilização em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

Arranjo Unidades Físico Típicas de Indústria. Unidades de Produção e Instalações Auxiliares

Arranjo Unidades Físico Típicas de Indústria. Unidades de Produção e Instalações Auxiliares O cina de Manutenção A localização deve obedecer os seguintes princípios: - Proximidade das unidades de maior concentração de equipamentos e das instalações sujeitas a manutenção mais freqüente; - Proximidade

Leia mais

Instalações de Sistemas Fotovoltaicos e Recomendações de Segurança

Instalações de Sistemas Fotovoltaicos e Recomendações de Segurança Instalações de Sistemas Fotovoltaicos e Recomendações de Segurança P R O F. C L O D O M I R O U N S I H U A Y V I L A, D R. E N G E N H A R I A E L É T R I C A U F P R C E N T R A I S E L É T R I C A S

Leia mais

Instruções de Operação. Sistema de avaliação para sensores de fluxo VS3000

Instruções de Operação. Sistema de avaliação para sensores de fluxo VS3000 Instruções de Operação Sistema de avaliação para sensores de fluxo VS3000 Conteúdo Instruções de segurança... pág. 03 Função e características... pág. 04 Montagem... pág. 04 Conexão elétrica... pág. 05

Leia mais

DRENO ECOLÓGICO. Dreno Ecológico de Condensado

DRENO ECOLÓGICO. Dreno Ecológico de Condensado DRENO ECOLÓGICO Dreno Ecológico de Condensado O problema O ar comprimido é uma fonte de energia essencial, amplamente utilizada em toda a indústria. Por ser uma ferramenta que oferece segurança, potência

Leia mais

SUPLEMENTO Nº 03. 1. Com referência ao Pregão Eletrônico PE.GCM.A.00175.2013, informamos que este Suplemento visa alterar:

SUPLEMENTO Nº 03. 1. Com referência ao Pregão Eletrônico PE.GCM.A.00175.2013, informamos que este Suplemento visa alterar: PE.GCM.A.0075.203 /6 SUPLEMENTO Nº 03. Com referência ao Pregão Eletrônico PE.GCM.A.0075.203, informamos que este Suplemento visa alterar:.. Edital, Seção V, Anexo II, Formulário 02 Acessórios e Ferramentas

Leia mais

Introdução ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO.

Introdução ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO. ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO. Introdução A energia elétrica que alimenta as indústrias, comércio e nossos lares é gerada principalmente em usinas hidrelétricas, onde a passagem

Leia mais

Número: TERMO DE REFERÊNCIA PRL 001/2012. Data: PRL Gerência do Programa Luz para Todos 26/01/2012 1.0 - OBJETO/FINALIDADE:

Número: TERMO DE REFERÊNCIA PRL 001/2012. Data: PRL Gerência do Programa Luz para Todos 26/01/2012 1.0 - OBJETO/FINALIDADE: 1.0 - OBJETO/FINALIDADE: Aquisição de 7.812 Unidades de Medição Eletrônica de Energia Elétrica, 1 elemento, 1 fase, 3 fios, 240V e 15(100)A para implantação em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MANUTENÇÃO CORRIVA EM TRANSFORMADORES DE SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 02 5.1. Local da Realização dos Serviços

Leia mais

Manual de Instruções de Operação e Manutenção Monitor de Posição

Manual de Instruções de Operação e Manutenção Monitor de Posição Manual de Instruções de Operação e Manutenção Monitor de Posição 1. INFORMAÇÕES GERAIS... 3 2. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 3 3. DESENHO DIMENSIONAL... 4 4. INSTALAÇÃO... 5 4.1 MONTAGEM EM ATUADOR ROTATIVO...

Leia mais

Critérios Construtivos do Padrão de Entrada

Critérios Construtivos do Padrão de Entrada Notas: Critérios Construtivos do Padrão de Entrada A fiação do ramal de saída deve ser a mesma fiação do ramal de entrada. O padrão de entrada na zona rural deverá ficar no mínimo de 10 metros e no máximo

Leia mais

Dynatig 350 HF. Ignitor de alta frequência CÓDIGO : 0704123 MANUAL DO USUÁRIO / LISTA DE PARTES E PEÇAS

Dynatig 350 HF. Ignitor de alta frequência CÓDIGO : 0704123 MANUAL DO USUÁRIO / LISTA DE PARTES E PEÇAS Dynatig 350 HF CÓDIGO : 0704123 Ignitor de alta frequência MANUAL DO USUÁRIO / LISTA DE PARTES E PEÇAS 2 Dynatig 350 HF Página em branco Dynatig 350 HF Ignitor de alta frequência para tocha TIG MANUAL

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS O canteiro de obras Introdução Sistema de produção Em muitos casos de obras de construção e montagem o canteiro de obras pode ser comparado a uma fábrica

Leia mais

Manual de Instruções. Poços de Proteção. Exemplos

Manual de Instruções. Poços de Proteção. Exemplos Manual de Instruções oços de roteção Exemplos Manual de Instruções de oços de roteção ágina 3-11 2 Índice Índice 1. Instruções de segurança 4 2. Descrição 4 3. Condições de instalação e instalação 5 4.

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA BRASÍLIA - DF

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA BRASÍLIA - DF INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO SPDA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BRASÍLIA - DF 1 - MEMORIAL DESCRITIVO 2 MEMORIAL DESCRITIVO

Leia mais

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS NAS INSPEÇÕES DE CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS ATÉ RECENTEMENTE NÃO ERA DADA A DEVIDA ATENÇÃO AO COMPRESSOR - TIPO - LOCAL

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SITE: www.amm.org.br- E-mail: engenharia@amm.org.br AV. RUBENS DE MENDONÇA, N 3.920 CEP 78000-070 CUIABÁ MT FONE: (65) 2123-1200 FAX: (65) 2123-1251 MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES

Leia mais

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas 4 Definições 5 Generalidades gerais 6- Procedimentos 7 Certificação e validade/garantia INSTRUÇÃO

Leia mais

Pára-raios de Baixa Tensão para Rede de Distribuição Secundária PRBT - RDS

Pára-raios de Baixa Tensão para Rede de Distribuição Secundária PRBT - RDS Pára-raios de Baixa Tensão para Rede de Distribuição Secundária PRBT - RDS O que é? É um Dispositivo de Proteção contra Surtos Elétricos (DPS) para uso em redes de distribuição de energia elétrica de baixa

Leia mais

FONTE DE ALIMENTAÇÃO CHAVEADA CWF24-01

FONTE DE ALIMENTAÇÃO CHAVEADA CWF24-01 FONTE DE ALIMENTAÇÃO CHAVEADA (Input: 85 ~ 264 Vac / 120 ~ 370 Vdc) (Output: 24 Vdc / 1 A) CWF24-01 Fonte de Alimentação Chaveada Manual do usuário MAN-PT-DE-CWF24-01-01.00_14 Introdução Obrigado por

Leia mais

MISTURADOR SUBMERSO RÁPIDO MSR

MISTURADOR SUBMERSO RÁPIDO MSR Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda Manual de Instruções MISTURADOR SUBMERSO RÁPIDO MSR Parabéns! Nossos produtos são desenvolvidos com a mais alta tecnologia Bombas Beto. Este manual traz

Leia mais

Cent rais Elétricas de R ondônia S /A Cons t rução da S ubes tação de Alto P araís o PROJETO BÁSICO 001/2005

Cent rais Elétricas de R ondônia S /A Cons t rução da S ubes tação de Alto P araís o PROJETO BÁSICO 001/2005 PROJETO BÁSICO 001/2005 CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA CONSTRUÇÃO DA SUBESTAÇÃO DE ALTO PARAÍSO 34,5/13.8 kv 10/12,5MVA 1- OBJETIVO Este projeto tem por finalidade especificar os serviços para CONTRATAÇÃO

Leia mais

Mini Aquecedor série SEC 016 8W, 10W, 13W

Mini Aquecedor série SEC 016 8W, 10W, 13W Mini Aquecedor série SEC 016 8W, 10W, 13W Limitador de temperatura Ampla faixa de alimentação Aquecimento dinâmico Economia de energia elétrica Compacto Aquecedor para aplicação em invólucros de pequeno

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

Catalogo Técnico. Disjuntor Motor BDM-NG

Catalogo Técnico. Disjuntor Motor BDM-NG Catalogo Técnico Disjuntor Motor BDM-NG Disjuntores-Motor BDM-NG Generalidade: O disjuntor-motor BDM-NG,Tripolar, são termomagnéticos compactos e limitadores de corrente. Ideal para o comando e a proteção

Leia mais

MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS. G:Manuais/Manuais atualizados/ta

MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS. G:Manuais/Manuais atualizados/ta MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS TA G:Manuais/Manuais atualizados/ta Rev.01 ESQUEMA HIDRÁULICO 1 - INTRODUÇÃO 1.1. - FINALIDADE DESTE MANUAL Este manual proporciona informações teóricas e de

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO DT-SNT 03/12 LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS REDUTORES DE VELOCIDADE E CÂMERAS DE SEGURANÇA

COMUNICADO TÉCNICO DT-SNT 03/12 LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS REDUTORES DE VELOCIDADE E CÂMERAS DE SEGURANÇA COMUNICADO TÉCNICO DT-SNT 03/12 LIGAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS REDUTORES DE VELOCIDADE E CÂMERAS DE SEGURANÇA 1. OBJETIVO O presente comunicado técnico tem como objetivo oferecer orientação aos projetistas

Leia mais

PADRÃO DE ENTRADA DA UNIDADE CONSUMIDORA COM CAIXA MODULAR DE POLICARBONATO INDIVIDUAL E COLETIVO

PADRÃO DE ENTRADA DA UNIDADE CONSUMIDORA COM CAIXA MODULAR DE POLICARBONATO INDIVIDUAL E COLETIVO CSUMIDORA COM CAIXA MODULAR DE POLICARBATO INDIVIDUAL E COLETIVO 1. OBJETIVO Padronizar entrada da unidade consumidora com a caixa tipo modular, fabricado em policarbonato e tampa transparente, para medição

Leia mais

IT - 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

IT - 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS IT - 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO ANEXO 1 Objetivo A - Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos 2 Aplicação B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções NM 250 TURBO +55 (16) 3383 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com.

bambozzi Manual de Instruções NM 250 TURBO +55 (16) 3383 S.A.B. (Serviço de Atendimento Bambozzi) 0800 773.3818 sab@bambozzi.com. bambozzi A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 3383 3818 Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais

Relés de Proteção Térmica Simotemp

Relés de Proteção Térmica Simotemp Relés de Proteção Térmica Simotemp Confiabilidade e precisão para controle e proteção de transformadores Answers for energy. A temperatura é o principal fator de envelhecimento do transformador Os relés

Leia mais

Características & Interligação. Módulo APGV. Módulo Ponte Graetz com Ventilação Forçada. Revisão 00 de 13/05/10

Características & Interligação. Módulo APGV. Módulo Ponte Graetz com Ventilação Forçada. Revisão 00 de 13/05/10 Características & Interligação Módulo APGV Módulo Ponte Graetz com Ventilação Forçada Revisão 00 de 13/05/10 Direitos Reservados à Todas as informações contidas neste manual são de uso exclusivo da Equipamentos

Leia mais

Boletim Técnico Agosto / 2011

Boletim Técnico Agosto / 2011 Página 01/08 TÍTULO: INFORMATIVO DO NOVO CONTROLE REMOTO COM FIO PARA UNIDADES SPLITÃO 2 ESTÁGIOS SUMÁRIO Esta publicação visa informar o novo controle remoto com fio para as Unidades da Linha Splitão

Leia mais

QUALIDADE - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO

QUALIDADE - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO PLUG TERMINAL COM CAPA (PTC) 600 A 8,7 / 15 KV OPERAÇÃO SEM CARGA SUMÁRIO ITEM CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Condições

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS 1 OBJETIVO Revisão 00 fev/2014 1.1 Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam

Leia mais

SITRANS LVL200H.ME****A****

SITRANS LVL200H.ME****A**** Vibrating Switches SITRANS LVL200H.ME****A**** NCC 14.03368 X Ex d IIC T6 Ga/Gb, Gb Instruções de segurança 0044 Índice 1 Validade... 3 2 Geral... 3 3 Dados técnicos... 4 4 Condições de utilização... 4

Leia mais

AC 3.1/0308. Adega Climatizada Manual de Instruções

AC 3.1/0308. Adega Climatizada Manual de Instruções AC 3.1/0308 Adega Climatizada Manual de Instruções ISO9001: 2000 GARANTIA - CONDIÇÕES GERAIS A Tocave assegura ao comprador/usuário deste aparelho garantia contra defeitos de fabricação, pelo prazo de

Leia mais

Área de Transmissão Divisão de Manutenção de Transmissão Departamento de Manutenção de Santa Maria

Área de Transmissão Divisão de Manutenção de Transmissão Departamento de Manutenção de Santa Maria PROJETO BÁSICO 1. OBJETO: Prestação de Serviços por empresa de engenharia especializada para elaboração de projetos e execução de serviços, com fornecimento parcial de materiais, para substituição de 04

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO ANEXO XVI AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio

Leia mais

Manual de Instalação, Operação e Manutenção. Chave Eletrônica de Nível LIDEC 91-92

Manual de Instalação, Operação e Manutenção. Chave Eletrônica de Nível LIDEC 91-92 Chave Eletrônica de Nível LIDEC 91-92 Manual de Instalação, Operação e Manutenção INFORMAÇÕES DE DIREITOS AUTORAIS Este documento não pode ser reproduzido, no todo ou em parte e por quaisquer meios, sem

Leia mais

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Índice 1. Obras de infra-estrutura... 2 2. Base de concreto do Pivô... 2 3. Base de concreto da motobomba... 3 4. Casa de bombas... 4 5. Valeta da adutora...

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES REFRIGERADOR PARA ÔNIBUS MOD. CHANFRADO - RCMT

MANUAL DE INSTRUÇÕES REFRIGERADOR PARA ÔNIBUS MOD. CHANFRADO - RCMT MANUAL DE INSTRUÇÕES Compact Indústria de Produtos Termodinâmicos Ltda. Fábrica: Est. BR-116 KM 152,3, 21940 Pavilhão 1 Bairro Planalto Caxias do Sul - RS - CEP 95070-070 Fone (0XX) 54-2108-3838- Fax:

Leia mais

COMUNICADO IMPORTANTE

COMUNICADO IMPORTANTE COMUNICADO IMPORTANTE A FUJITSU GENERAL DO BRASIL LTDA. vem, pelo presente, comunicar uma importante mudança no prazo de garantia contratual dos condicionadores de ar da marca FUJITSU: O prazo de garantia

Leia mais

Os termômetros de resistência podem ser isolados de altas tensões. Todavia, na prática, o espaço de instalação disponível é frequentemente pequeno

Os termômetros de resistência podem ser isolados de altas tensões. Todavia, na prática, o espaço de instalação disponível é frequentemente pequeno ProLine P 44000 Medições Precisas de Temperatura em Altas Tensões, até 6,6 kv Quando as temperaturas precisam ser medidas com termômetros de resistência Pt100 em ambientes sob altas tensões, os transmissores

Leia mais

Dreno Eletrônico 1321823

Dreno Eletrônico 1321823 1321823 Dreno Eletrônico Sua empresa utiliza ar comprimido? Ar comprimido Um produto importante em todas as indústrias. Seja qual for a finalidade com que utiliza o ar comprimido, a qualidade tem de ser

Leia mais

SENSOR INFRAVERMELHO ATIVO DUPLO FEIXE

SENSOR INFRAVERMELHO ATIVO DUPLO FEIXE SENSOR INFRAVERMELHO ATIVO DUPLO FEIXE duoiva-3010 MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO LEIA TODO O CONTEÚDO DESTE MANUAL ANTES DE INICIAR A INSTALAÇÃO Esta página foi intencionalmente deixada em branco. INTRODUÇÃO

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções Fonte de Energia para Soldagem MAC 155ED +55 (16) 3383

bambozzi Manual de Instruções Fonte de Energia para Soldagem MAC 155ED +55 (16) 3383 bambozzi A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 3383 3818 Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais

Tecnologia aliada à força

Tecnologia aliada à força Catálogo -6BR - Outubro 29 Tecnologia aliada à força A Werk-Schott é uma empresa nacional, que desde 1984 atua no segmento pneumático industrial. Conta com uma rede de distribuidores e assistência técnica

Leia mais

Carros de Serviço. Fone: 55 11 5073-5222 Fax 55 11 5073-8185 e-mail: dilo@engemet.com - website: www.engemeteletrica.com.br

Carros de Serviço. Fone: 55 11 5073-5222 Fax 55 11 5073-8185 e-mail: dilo@engemet.com - website: www.engemeteletrica.com.br Carros de Serviço SÉRIE MINI MODULAR A Série Mini Modular se presta ao manuseio de pequenos volumes de gás e tem a vantagem de ter o transporte facilitado em maletas individuais para cada componente, permitindo

Leia mais

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO

ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO CONSUMO DE ENERGIA E AR COMPRIMIDO NA INDÚSTRIA Consumo de Energia 20% 50% 30% Fornec.de ar Refrigeração Outros Consumo de Ar Comprimido 10%

Leia mais

Instalações Elétricas Industriais

Instalações Elétricas Industriais Instalações Elétricas Industriais ENG 1480 Professor: Rodrigo Mendonça de Carvalho Instalações Elétricas Industriais CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO Flexibilidade: admitir mudanças nas localizações dos equipamentos,

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA AMPLA ETA-190/2015 R-01

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA AMPLA ETA-190/2015 R-01 DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE REDE /25 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA AMPLA /25 R- FOLHA DE CONTROLE I APRESENTAÇÃO Esta Especificação Técnica define os requisitos gerais

Leia mais

EVAPORADOR ELIMINADOR DE GOTEJAMENTO

EVAPORADOR ELIMINADOR DE GOTEJAMENTO EVAPORADOR ELIMINADOR DE GOTEJAMENTO Aparelho Bivolt 110v 220v ATENÇÃO: INSTALAR EXTERNAMENTE * Capacidade total em 220v. Em 110v, redução de 50% a 60% na capacidade de evaporação. *Não testar com água

Leia mais

PORTEIRO ELETRÔNICO. Modelo: EG-PRL002. Manual do Usuário

PORTEIRO ELETRÔNICO. Modelo: EG-PRL002. Manual do Usuário PORTEIRO ELETRÔNICO Modelo: EG-PRL002 Manual do Usuário 1 Introdução Parabéns por adquirir o Porteiro Eletrônico modelo EG-PRL002 da EcoGold! Para conhecer toda a linha de produtos EcoGold, visite o site:

Leia mais

Serviço Público Federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis Estado de São Paulo

Serviço Público Federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis Estado de São Paulo ANEXO VII PREGÃO PRESENCIAL Nº. 021/2015 Termo de Referência 1. DO OBJETO 1.1. Este Termo de Referência tem por objetivo a aquisição, por intermédio de licitação na modalidade de Pregão Presencial, de

Leia mais

Manual de instruções. Luminária LED série 6039 > 6039

Manual de instruções. Luminária LED série 6039 > 6039 Manual de instruções Luminária LED série > Informações Gerais Índice 1 Informações Gerais...2 2 Explicação dos símbolos...3 3 Instruções gerais de segurança...3 4 Utilização prevista...4 5 Dados técnicos...4

Leia mais

Instruções de segurança VEGAFLEX FX61/62/65/66/67.CI****H**** VEGAFLEX FX63.CI***H**** AEX-12064-X

Instruções de segurança VEGAFLEX FX61/62/65/66/67.CI****H**** VEGAFLEX FX63.CI***H**** AEX-12064-X Instruções de segurança VEGAFLEX FX61/62/65/66/67.CI****H**** VEGAFLEX FX63.CI***H**** AEX-12064-X BR-Ex ia IIC T6 0044 38674 Índice 1 Validade 3 2 Geral 3 2.1 Instrumentos da zona 0 3 2.2 Instrumentos

Leia mais

Soluções para produção de Oxigênio Medicinal

Soluções para produção de Oxigênio Medicinal Soluções para produção de Oxigênio Medicinal Page1 O propósito da BHP é de fornecer ao hospital uma usina de oxigênio dúplex e enchimento de cilindros para tornar o hospital totalmente independente do

Leia mais

CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO

CADASTRO TÉCNICO DE FORNECEDORES SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO MATERIAIS PADRONIZADOS APLICADOS EM CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO 15KV - ATENDIMENTO COLETIVO SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CADASTRO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO CD.DT.PDN.03.14.001 03 APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA E CADASTRO (DEEE) SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES...

Leia mais

2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO

2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO ÍNDICE 1.0 OBJETIVO 2.0 REQUISITOS GERAIS 2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO 2.4. EXTENSÃO

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 02 5.1. Local da Realização dos Serviços 02 5.2. Responsabilidade a cargo da DMED

Leia mais

Servoacionamento série CuiDADoS E PrECAuÇÕES

Servoacionamento série CuiDADoS E PrECAuÇÕES A U T O M A Ç Ã O Servoacionamento série CuiDADoS E PrECAuÇÕES Recomendamos a completa leitura deste manual antes da colocação em funcionamento dos equipamentos. 1 Sumário Garantia Estendida Akiyama 3

Leia mais

Compressor de Ar Portátil de Alta Pressão

Compressor de Ar Portátil de Alta Pressão Compressor de Ar Portátil de Alta Pressão (200BAR/3000PSI/20MPa) 0 Atenção Importante! Este COMPRESSOR DE AR PORTÁTIL DE ALTA PRESSÃO deve ser utilizado exclusivamente para a recarga do ar comprimido diretamente

Leia mais

ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES

ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES Complexo Esportivo de Deodoro Edital 1.10 1. Instalações Hidráulicas e Sanitárias Os serviços de manutenção de instalações hidráulicas e sanitárias,

Leia mais

Disjuntores-Motor BDM-G. Dados Técnicos Características Gerais. Posições das teclas

Disjuntores-Motor BDM-G. Dados Técnicos Características Gerais. Posições das teclas Disjuntores-Motor BDM-G Generalidade: O disjuntor-motor BDM-G,Tripolar, são termomagnéticos compactos e limitadores de corrente. Ideal para o comando e a proteção dos motores. Possuem alta capacidade de

Leia mais

1. Objetivo 1. 2. Referências 1. 3. Condições gerais 1. 4. Condições específicas 1. 5. Inspeção 2. Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas 4

1. Objetivo 1. 2. Referências 1. 3. Condições gerais 1. 4. Condições específicas 1. 5. Inspeção 2. Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas 4 SUMÁRIO Pág. 1. Objetivo 1 2. Referências 1 3. Condições gerais 1 4. Condições específicas 1 DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA DE CÓPIAS 02.118-CONEM-0003 5. Inspeção 2 Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas

Leia mais

2.2. Antes de iniciar uma perfuração examine se não há instalações elétricas e hidráulicas embutidas ou fontes inflamáveis.

2.2. Antes de iniciar uma perfuração examine se não há instalações elétricas e hidráulicas embutidas ou fontes inflamáveis. 1. Normas de segurança: Aviso! Quando utilizar ferramentas leia atentamente as instruções de segurança. 2. Instruções de segurança: 2.1. Aterramento: Aviso! Verifique se a tomada de força à ser utilizada

Leia mais

GA-2 Dispositivo de Alarme de Separador de Massa Lubrificante com dois sensores Instruções de instalação e funcionamento

GA-2 Dispositivo de Alarme de Separador de Massa Lubrificante com dois sensores Instruções de instalação e funcionamento Labkotec Oy Myllyhaantie 6 FI-33960 PIRKKALA FINLAND Tel: + 358 29 006 260 Fax: + 358 29 006 1260 19.1.2015 Internet: www.labkotec.fi 1/12 GA-2 Dispositivo de Alarme de Separador de Massa Lubrificante

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO

INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 16 2ª EDIÇÃO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas 4 Definições 5 Generalidades 6 Características e critérios para

Leia mais

UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS

UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS VENTILADORES AXIAL UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS DESCRIÇÃO E NOMENCLATURA DE VENTILADORES AXIAL Diâmetro Fabricação Aspiração Rotor Empresa Ex: EAFN 500 Diâmetro da seleção Tipo de Fabricação G = Gabinete

Leia mais

Electron do Brasil. Tecnologia ao seu alcance. Tecnologia Digital. www.electrondobrasil.com. Catálogo Monitemp - rev3. Qualidade Comprovada!

Electron do Brasil. Tecnologia ao seu alcance. Tecnologia Digital. www.electrondobrasil.com. Catálogo Monitemp - rev3. Qualidade Comprovada! Electron do Brasil Tecnologia Digital Qualidade Comprovada! Ensaios de Tipo Realizados Tecnologia ao seu alcance Catálogo Monitemp - rev3 Produtos Certificados! www.electrondobrasil.com O Monitor de Temperatura

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO REQUISITOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE PROF. MARCOS FERGÜTZ ABRIL/14 INTRODUÇÃO - Legislação Portaria no. 51, de 28 de janeiro de 2014, do INMETRO,

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 18 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

NORMA TÉCNICA N o 18 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS ANEXO XVIII AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 18 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica visa a adequar o texto da norma NBR 10897, que dispõe sobre

Leia mais

Medidores de nível de combustível LLS 20160 е LLS-AF 20310

Medidores de nível de combustível LLS 20160 е LLS-AF 20310 Medidores de nível de combustível LLS 20160 е LLS-AF 20310 Conteúdo 1 INTRODUÇÃO... 3 2 DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO... 4 2.1 USO DO PRODUTO... 4 2.2 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 4 2.2.1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Leia mais

ANEXO II - MEMORIAL DESCRITIVO

ANEXO II - MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS SECRETARIA DE TURISMO SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO PROJETO SINALIZAÇÃO TURÍSTICA PELOTAS ANEXO II - MEMORIAL DESCRITIVO Este documento tem por objetivo estabelecer

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO 1. OBJETIVO Estabelecer requisitos mínimos para a preservação e a embalagem de equipamentos e materiais adquiridos

Leia mais

GABINETE Chapas de aço carbono SAE 1020 galvanizadas. Tratado quimicamente com fosfato de zinco, pintado com pó epóxi na cor bege, curada em estufa.

GABINETE Chapas de aço carbono SAE 1020 galvanizadas. Tratado quimicamente com fosfato de zinco, pintado com pó epóxi na cor bege, curada em estufa. As Cortinas de Ar TroCalor são destinadas a impedir a mistura de fluxos de ar ao isolar dois ambientes distintos através da formação de uma barreira de ar entre eles, mantendo ideais as condições de temperatura

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DIDÁTICAS, INTEGRANDO ESTUDANTES DE ENGENHARIA MECÂNICA (PUC-RIO) E CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA DO CEFET-RJ

DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DIDÁTICAS, INTEGRANDO ESTUDANTES DE ENGENHARIA MECÂNICA (PUC-RIO) E CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA DO CEFET-RJ DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DIDÁTICAS, INTEGRANDO ESTUDANTES DE ENGENHARIA MECÂNICA (PUC-RIO) E CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA DO CEFET-RJ Alunos: Felipe Portes Lanes (PUC-Rio), Viviane Helena da

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Capítulo 4 Parte 2 Condutores elétricos: 1. semestre de 2011 Abraham Ortega Número de condutores isolados no interior de um eletroduto Eletroduto é um elemento de linha elétrica fechada,

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÂO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

SUBSISTEMA NORMAS ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÂO CÓDIGO TÍTULO FOLHA MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÂO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0053 ESPECIFICAÇÃO E INSTALAÇÃO DE

Leia mais

Dados técnicos. necessário. Consumo de corrente Placa de medição não abrangida 3 ma Placa de medição abrangida

Dados técnicos. necessário. Consumo de corrente Placa de medição não abrangida 3 ma Placa de medição abrangida 0102 Designação para encomenda Características Para montagem na caixa Montagem directa em accionamentos normais Directivas europeias para máquinas cumpridas Certificado de verificação de modelos TÜV99

Leia mais

1. DESCRIÇÃO: - Renovação do ar; - Movimentação do ar. 1.1 SISTEMA ADOTADO:

1. DESCRIÇÃO: - Renovação do ar; - Movimentação do ar. 1.1 SISTEMA ADOTADO: 1. DESCRIÇÃO: OBJETO: O sistema de ventilação mecânica visa propiciar as condições de qualidade do ar interior nos vestiários do mercado público de Porto Alegre. Para a manutenção das condições serão controlados

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA

CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM MÉDIA TENSÃO 13.8KV CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA RUA OSVALDO PRIMO CAXILÉ, S/N ITAPIPOCA - CE 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice

MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA. Índice MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO SPDA Índice 1 Introdução 2 Local da Obra 3 Normas 4 Malha de Aterramento 5 Equipamento e Materiais 6 Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas 7 Cálculo dos Elementos

Leia mais

CADERNO DE ENCARGOS E ESPECIFICAÇÕES GERAIS

CADERNO DE ENCARGOS E ESPECIFICAÇÕES GERAIS CADERNO DE ENCARGOS E ESPECIFICAÇÕES GERAIS Instalação do sistema de geração de ozônio na piscina coberta do Centro de Atividades do SESC Ceilândia. Brasília-DF COMAP/DIAD Página 1 BASES TÉCNICAS PARA

Leia mais

PRODUTO: ARMÁRIO DE MADEIRA Portaria nº 69/SMG-G/2009 de 03/07/2009. 2.2.1. Painéis da caixa, inclusive o vertical interno, portas e prateleiras.

PRODUTO: ARMÁRIO DE MADEIRA Portaria nº 69/SMG-G/2009 de 03/07/2009. 2.2.1. Painéis da caixa, inclusive o vertical interno, portas e prateleiras. 1 CÓDIGO SUPRI: 71.654.002.001.0029-1 PRODUTO: ARMÁRIO DE MADEIRA Portaria nº 69/SMG-G/2009 de 03/07/2009 1. DESTINAÇÃO Para guarda de materiais de escritório em geral. 2. REQUISITOS GERAIS (VER DESENHOS

Leia mais

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9)

NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade (110.000-9) 10.1. Esta Norma Regulamentadora - NR fixa as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações

Leia mais