1. Objetivo Referências Condições gerais Condições específicas Inspeção 2. Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas 4

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1 SUMÁRIO Pág. 1. Objetivo 1 2. Referências 1 3. Condições gerais 1 4. Condições específicas 1 DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA DE CÓPIAS CONEM Inspeção 2 Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas 4 Tabela 2 - Tolerâncias para a espessura das barras quadradas e retangulares 4 Tabela 3 - Tolerâncias para a largura das barras retangulares 5 Tabela 4 - Tolerâncias para diâmetro dos vergalhões 5 Tabela 5 - Critérios de amostragem, aceitação e regime de inspeção normal 5 DES. VERIF. PROJ. REF. CONEM ST/DN2-019/96 NOTA: Para melhores visualização e impressão, utilizar a versão.pdf deste arquivo. INFORMAÇÕES E SUGESTÕES A ESTE DOCUMENTO: CONTACTAR A SECRETARIA DA CONEM e COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS SUBSTITUI: 0800-DVNE-1023 d c CONEM b RLA a LCLC 26/01/96 ALTERAÇÕES 23/09/83 NORMALIZAÇÃO ELETROMECÂNICA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA BARRAS E VERGALHÕES DE COBRE CEMIG 282 a 5 páginas A4D ARQ

2 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA BARRAS E VERGALHÕES DE COBRE 1. Objetivo Esta Especificação estabelece os critérios e as exigências técnicas mínimas aplicáveis à fabricação e ao recebimento de barras de seção quadrada ou retangular e vergalhões, de cobre, para utilização como condutores no sistema elétrico da CEMIG. 2. Referências ABNT-NBR 5426 (MB-309-1) - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos ABNT-NBR 6152 (MB-4) - Materiais metálicos - Determinação das propriedades mecânicas à tração - Método de ensaio ABNT-NBR 6153 (MB-5) - Ensaio de dobramento semi-guiado de produtos metálicos - Método de ensaio ABNT-NBR 6815 (MB-1474) - Resistividade de metais e suas ligas - Método de ensaio ABNT-NBR 6671 (MB-358) - Determinação da dureza Rockwell de materiais metálicos - Método de ensaio ASTM B Specification for Copper Busbar, Rod and Shapes 3. Condições gerais 3.1 Geral As barras e vergalhões devem estar de acordo com a ASTM B 187 e ter seção uniforme e superfície lisa, isenta de trincas, impurezas, riscos, vazios e outras imperfeições As barras devem ter seção transversal com ângulos retos. 3.2 Acondicionamento As barras e vergalhões devem ser separados por suas dimensões, firmemente amarrados e acondicionados em volumes adequados ao transporte ferroviário e/ou rodoviário e ao armazenamento não abrigado. 4. Condições específicas 4.1 Material As barras e vergalhões devem ser manufaturados em cobre que tenha as características elétricas e mecânicas indicadas na Tabela 1.

3 2 4.2 Dimensões As barras e vergalhões devem: a) ser fornecidos no comprimento de 6,0 m, admitidas as seguintes tolerâncias: - no comprimento: + 10 mm; - nas demais dimensões: conforme Tabelas 2, 3 e 4; b) ser retilíneos, admitindo-se uma curvatura correspondente às seguintes flechas máximas: - vergalhões: 13 mm em qualquer trecho de 300 mm; - barras: 15 mm em qualquer trecho de 2000 mm. 5. Inspeção 5.1 Geral A inspeção compreende a execução dos ensaios de rotina e, quando exigidos pela CEMIG na Autorização de Fornecimento de Materiais (AFM), dos ensaios de tipo Para cada remessa, os critérios de amostragem, aceitação e rejeição são indicados na Tabela 5. O número de unidades a serem submetidos aos ensaios de tipo será fixado na AFM Em acordo prévio com a CEMIG, o fabricante poderá substituir a execução de qualquer ensaio de tipo pelo fornecimento do relatório do mesmo ensaio, executado em material idêntico ao ofertado, desde que em presença de inspetor credenciado pela CEMIG, ou por laboratório de entidade oficial. 5.2 Ensaios de rotina Inspeção visual Antes de serem efetuados os demais ensaios, deve ser feita uma inspeção visual para verificar: a) acabamento; b) identificação A largura e a espessura das barras e o diâmetro dos vergalhões devem ser medidos em pelo menos duas seções transversais de cada unidade sob ensaio. A média das duas medidas será o valor da dimensão adotado. O diâmetro dos vergalhões deve ser medido, em cada seção, segundo dois diâmetros perpendiculares Para verificação da retilinearidade, deve ser medida a flecha horizontal máxima, estando a barra ou vergalhão colocado sobre uma superfície plana horizontal Medição da resistividade Deve ser efetuado de acordo com a NBR Dobramento

4 3 Deve ser efetuado de acordo com a NBR A amostra deve ser dobrada num ângulo de 120º em torno de um mandril de raio igual à menor dimensão da seção transversal da amostra. As barras retangulares devem ter sua face de maior área apoiada no mandril. 5.3 Ensaios de tipo Tração Deve ser efetuado de acordo com a NBR Os corpos de prova devem ter a seção nominal da barra ou do vergalhão a menos que, devido às limitações da máquina de ensaios, devam ser usinados Dureza Deve ser efetuado de acordo com o NBR O valor da dureza de uma amostra será a média de pelo menos três leituras Exame microscópico Deve ser efetuado em barras e vergalhões de material designado como cobre isento de oxigênio ou cobre desoxidado, para comprovar a inexistência de óxido cuproso. O corpo-de-prova deve ser examinado ao microscópio com aumento de 75 vezes. 5.4 Relatório dos ensaios O relatório, a ser fornecido pelo fabricante, deve conter: a) descrição dos ensaios efetuados, com indicação das normas adotadas, instrumentos e circuitos de medição utilizados; b) condições ambientes do local dos ensaios; c) data dos ensaios; d) número da AFM; e) identificação e quantidade do material da remessa; f) número de unidades ensaiadas; g) registro de todos os resultados e observações feitas O material só será liberado pelo inspetor da CEMIG após o recebimento de 3 vias do relatório dos ensaios e verificação da embalagem e sua marcação. /Tabelas 1 e 2

5 4 Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas Vergalhões Barras Dimensões diâmetro até 10 mm (3/8 ) diâmetro de 11 mm a 25 mm (1 ) espessura até 10 mm (3/8 ) e largura até 100 mm (4 ) outras dimensões Resistência à tração, mínima Alongamento (*) mínimo Resistividade a 20ºC, máxima Condutividade equivalente a 20ºC, mínima Dureza Rockwell, escala F, mínima N/mm 2 % mm 2 /m % IACS , , , , (*) num comprimento de 4 vezes o diâmetro ou espessura. Tabela 2 - Tolerâncias para a espessura das barras quadradas e retangulares (1) Largura Até 12,7 De 12,8 De 31,9 (mm) a a 31,8 31,8 Espessura (1/2 ) (5/4 ) (5/4 ) (mm) De 3,31 a 4,80 De 4,81 a 12,70 De 12,71 a 25,40 De 25,41 a 50,80 De 50, a 101,60 NOTAS 1 - Tolerâncias em milímetros, para mais e para menos. 2 - Com aproximação de três casas decimais. De 50,9 a 101,6 (4 ) De 101,7 a 203,2 (8 ) De 203,3 a 304,8 (12 ) 0,064 0,064 0,076 0,086 0,102 0,127 0,076 0,076 0,089 0,102 0,114 0,140-0,102 0,102 0,114 0,127 0,152-0,114 0,114 0,127 0,152-0,30% (2) - - /Tabelas 3, 4 e 5

6 5 Tabela 3 - Tolerâncias para a largura das barras retangulares Largura (mm) Tolerância (±) De 3,31 a 4,80 0,076 De 4,81 a 12,70 0,089 De 12,71 a 31,80 0,127 De 31,81 a 50,80 0,203 De 50,81 a 101,60 0,305 De 10l,61 a 304,80 0,30% Tabela 4 - Tolerâncias para diâmetro dos vergalhões Diâmetro mm Até 3,80 De 3,81 a 12,70 De 12,71 a 25,40 De 25,41 a 50,80 Acima de 50,80 Tolerância (±) mm 0,033 0,038 0,051 0,063 0,15% Tabela 5 - Critérios de amostragem, aceitação e rejeição regime de inspeção normal Inspeção Visual Tamanho Nível S4 - NQA 2,5% do lote Amostra Ac Re até a Tamanho do lote Medição da resistividade e dobramento Dureza - Tração - Exame microscópio Nível S1 - NQA 6,5% Nível S1 - NQA 6,5% Amostra Ac Re Ac Re até a NOTAS 1 - Ac: número de peças defeituosas que ainda permite aceitar o lote. 2 - Re: número de peças defeituosas que implica rejeição do lote. 3 - Referência: NBR 5426.

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