ACTA Nº 07/ No dia 11 de Julho de 2011 teve lugar a 2ª reunião da Sessão Ordinária de Junho do

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1 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO ACTA Nº 07/ No dia 11 de Julho de 2011 teve lugar a 2ª reunião da Sessão Ordinária de Junho do mesmo ano, da Assembleia Municipal de Espinho, agendada para as horas A Sessão foi presidida pela Senhor Presidente da Assembleia Municipal, Luís Filipe Montenegro Cardoso de Morais Esteves e Secretariada por António Cavacas e Carvalho e Sá Iniciou a reunião o Presidente da Mesa com os pedidos de substituição dos vogais José Pinho (PSD), José Luís Peralta (PS), Vitor Monteiro (PS) e Filomena Maia Gomes (CDS-PP) pelos vogais Ana Paula Belinha, Joana Devezas, Domingos Santos, e André Levy, respectivamente. A Assembleia aprovou por unanimidade as respectivas substituições Por parte da Câmara Municipal estavam presentes, o Presidente da Câmara, Joaquim José Pinto Moreira o Vice-Presidente da Câmara, António Vicente de Amorim Alves Pinto e a Vereadora, Virgínia Maria da Mota Cordeiro De seguida o vogal Carvalho e Sá (PSD) solicitou um ponto de ordem para apresentar um Voto de Pesar pelo falecimento do senhor Augusto Santos, ex-presidente da Federação de Folclore Português O Voto de Pesar é do teor seguinte: Faleceu o senhor Augusto Santos, Presidente do folclore nacional. Uma pessoa querida, não só particularmente, mas por muita gente de Espinho e pela Câmara Municipal de Espinho, pela Assembleia Municipal de Espinho e pelas Juntas de Freguesia do concelho de Espinho. Foi um homem que contribuiu para a dignidade do folclore português, um homem que contribuiu para o engrandecimento do folclore português, mas muito em especial no concelho de Espinho. Recordo-me que em 1983 era Vereador no executivo da Câmara Municipal de Espinho, presidido pela senhor Artur Bártolo, que delegou em mim a representação da Câmara no primeiro congresso da 1

2 Federação de Folclore Português, depois de revitalizado em Tive a honra de presidir a esse congresso com a anuência do senhor Augusto Santos e a partir daí o folclore em Espinho jamais deixou de se projectar a nível nacional. Existiam e existem grupos que eram rivais e quando essa rivalidade é sadia é sempre boa, porque inova, porque desperta, porque põe as pessoas a mexer, mas existia uma rivalidade que marcava as pessoas fazendo-as andar de costas voltadas uma das outras e isso também se verificava com os grupos de folclore do concelho de Espinho. O senhor Augusto Santos com a ajuda de muitos, e eu modéstia à parte ajudei-o bastante nisso, e a Câmara anterior fez também esse papel de procurar que o folclore tivesse a dignidade que teve. A Câmara actual deu continuidade a essa postura e hoje temos grupos folclóricos de nível nacional no concelho de Espinho, que muito lhe devem e que são hoje duma grande projecção nacional e internacional, que julgo que nos devemos congratular todos. Mas o que eu trago aqui não é uma congratulação, é um voto de pesar pela morte deste grande homem, que tem uma costela de Espinho, sendo seu Comendador e que gostava muito de Espinho e gostaria que a Assembleia Municipal de Espinho se associasse a este voto de pesar e que o mesmo fosse transmitido à Federação de Folclore Português e à família do senhor Augusto Santos O Presidente da Junta de Freguesia de Guetim Alfredo Rocha, enalteceu as qualidades do senhor Augusto Santos e o grande papel que o mesmo teve para o desenvolvimento do folclore no concelho de Espinho O Presidente da Mesa, disse subscrever tudo o que foi dito acerca do senhor Augusto Santos e o pesar com que a Assembleia Municipal vê o seu desaparecimento, pois trata-se objectivamente de alguém que teve um trabalho social e cívico muito destacado e muito correlacionado com a vida associativa e mesmo com a vida autárquica do concelho de Espinho, sendo de facto um amigo de Espinho, muito embora não residisse no concelho. Considero por isso que a Assembleia Municipal deve promover esta singela homenagem e 2

3 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO evocação e naturalmente faremos chegar o nosso pesar quer à família, quer à Federação de Folclore Português Colocado à votação o voto de pesar, foi o mesmo aprovado, por unanimidade, tendose observado um minuto de silêncio De seguida entrou-se no ponto três da Ordem de Trabalhos: Apreciar a informação escrita do Presidente da Câmara acerca da actividade municipal INTERVENÇÕES: PRESIDENTE DA CÂMARA Deu conta da celebração dos contratos de financiamento para o programa de acção de valorização do litoral de Espinho, que está integrado no eixo prioritário 3 (Valorização e requalificação ambiental e territorial). Disse o prazo de execução do programa era de 24 meses, sendo o investimento global ilegível de euros, com comparticipação de 80%. Referiu tratar-se de um projecto de requalificação de toda a frente costeira, desde o extremo Norte ao extremo Sul, sendo composto por sete programas: Construção de um passadiço e de uma ciclovia em toda a frente marítima ; Construção de uma plataforma de apoio à pesca artesanal e também de quatro módulos de apoio à actividade piscatória, permitindo por um lado que os nossos pescadores tenham mais dignidade, qualidade e segurança para desenvolver a sua actividade e por outro lado contribuir para a melhorai da actividade económica do Município; Construção da Praça do Mar, na área envolvente e exterior do FACE, que se prolongará até à marginal; Construção do troço da marginal Sul que se encontra por concluir ; Elaboração de dois planos de pormenor, sendo um relativo à zona da praia de Paramos, tendo em vista a requalificação urbanística e outro relativo à Lagoa de Paramos ALFREDO ROCHA (J. F. GUETIM) Quis saber qual o ponto da situação do Plano de Pormenor Secundário Guetim/Anta e se os estudos de ruído e de cartografia já estavam 3

4 concluídos. Quis saber e havia algum desenvolvimento do processo relativo à instalação de uma farmácia na freguesia de Guetim, para o qual a Câmara já tinha dado parecer favorável há mais de um ano. Questionou de seguida a Mesa da Assembleia Municipal sobre a indicação do representante das Juntas de Freguesia ao congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses, dado que não recebeu qualquer convocatória e nem o seu nome constava nos ficheiros do referido congresso. Disse ter sido uma situação desagradável e que só com a boa vontade dos organizadores foi possível participar no congresso PRESIDENTE DA MESA Esclareceu o senhor Presidente da Junta de Freguesia de Guetim, Alfredo Rocha, que da parte da Mesa da Assembleia Municipal e dos serviços de apoio administrativo, não tinha havido qualquer falha, uma vez que a comunicação à Associação Nacional de Municípios Portugueses, foi efectuada de imediato através do ofício nº 25/2011, de 10 de Maio. Disse no entanto, que iria procurar saber qual a razão para que a comissão organizadora não tenha feito chegar ao senhor Presidente da Junta de Freguesia de Guetim, toda a informação relacionada com o congresso LILIANA SEIXAS (PS) Quis saber o que se passava relativamente ao projecto de requalificação da zona liberta pelo enterramento da via férrea, uma vez que o senhor Presidente da Câmara disse que a Parque Expo tinha já reunido com o Arquitecto Rui Lacerda e este em entrevista a um jornal local disse que nunca tinha reunido com os responsáveis da Parque Expo. Quis saber qual a razão para a rua 20 continuar fechada na zona industrial, devido a problemas com a ponte da ribeira de Silvalde que se encontra inactiva há já bastante tempo. Quis saber qual a razão para que a iluminação pública esteja constantemente ligada durante largos períodos do dia, tal como aconteceu hoje em diversas artérias da cidade. Quis saber qual a razão para a não abertura do procedimento concursal para a exploração do bar da Piscina Solário Atlântico durante a época balnear, tendo a 4

5 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO Câmara optado pela exploração através dos serviços da própria autarquia. Quis saber se era verdade ou não que a Câmara tinha sido penalizada por não ter prestado em tempo oportuno a informação relativa ao SIADAP. Quis saber se iria haver nova adjudicação aos comerciantes que exploraram os bares na zona da Alameda no ano de 2010, ou se iria haver novo concurso público. Quis saber qual o critério utilizado para a adjudicação das Pool Parties de Espinho 2011, uma vez que tinha havido uma empresa de Espinho que concorreu e não foi contemplada JORGE CARVALHO (CDU) Quis saber em que consistiam os protocolos celebrados entre a Câmara e o Sporting Clube de Espinho e a Associação Académica de Espinho, que constam da informação do senhor Presidente da Câmara. Quis saber qual o ponto da situação dos protocolos celebrados entre a Câmara e aquelas duas colectividades, relativos à concessão de dois parques de estacionamento subterrâneos. Quis saber o que se estava a passar com a construção na zona compreendida entre a Avenida 8 e Rua 35, na qual se encontram as instalações do Sporting Clube de Espinho (estádio e pavilhão), uma vez que tinha recebido uma exposição de um Arquitecto alertando para a existência de algumas irregularidades no Plano de Pormenor previsto para a zona em questão. Quis saber porque razão foi alterada, pelos actuais concessionários, a denominação da Casa de Chá do Parque João de Deus. Quis saber qual o resultado das 5 hastas públicas realizadas no dia 5 de Julho último, bem como qual a razão porque o restaurante bar do parque de campismo foi objecto de uma parceria com a ADCE, quando nos últimos anos tinha sido sempre feita a concessão através de hasta pública. Quis saber qual tem sido a participação da Câmara Municipal de Espinho, na Energaia. Quis saber a que se referia a dívida da Câmara à firma Forno de Espinho, que se encontra em processo litigioso no tribunal. Disse achar estranho que uma dívida por falta de pagamento de pão e de bolos tenha que ser dirimida em tribunal

6 ----- GUY VISEU (CDS-PP) Quis saber que medidas é que a Câmara estava a pensar tomar com vista à resolução do problema com diversas árvores existentes na cidade e que largam uma resina provocando estragos nomeadamente nas pinturas das viaturas que se encontram estacionada nos locais onde essas mesmas árvores proliferam. Pediu esclarecimentos sobre a forma como se estava a processar a facturação da água, uma vez que tinha conhecimento da existência de diversos casos em que o valor a pagar pelos munícipes quase duplicou no espaço de um ano LUIS NETO (PS) Quis saber qual o ponto da situação relativamente à construção dos novos centros escolares. Quis saber qual o ponto da situação relativamente aos processos de construção do edifício do ex-nosso Café e da antiga Academia de Música de Espinho. Quis saber em que ponto se encontra o processo relativo ao Castro D Ovil. Quis saber se a Câmara tinha conhecimento de alguma iniciativa com vista ao encerramento da linha do Vale de Vouga. Quis saber qual foi o critério utilizado pela Câmara para a atribuição dos lugares aos livreiros, com vista à realização da feira do livro na alameda 8, uma vez que havia algum descontentamento dos livreiros de Espinho por não terem sido consultados. Quis saber qual o ponto da situação relativamente ao processo de instalação de uma loja do cidadão em Espinho, no mercado diário de Espinho. Quis saber o que se passava relativamente ao processo de construção de uma estrada a poente da via férrea, prometida pela Refer, que visa o escoamento do trânsito a norte do concelho. Quis saber qual a razão para a Câmara não ter procedido à entrega do relatório da actividade da Fundação Navegar, uma vez que tal procedimento era usual no anterior mandato e se já estava concluído o processo de nomeação de todos os seus órgãos. Quis saber qual é o saldo verificado com as alterações introduzidas pelo actual executivo à gestão dos diversos equipamentos municipais. Quis saber para quando é que estava prevista a conclusão da obra de construção da Avenida 32. Quis saber se a Câmara tinha feito alguma diligência 6

7 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO com vista a apurar as razões de algumas descargas poluentes verificadas nas ribeiras do Rio Largo e de Silvalde. Quis saber qual a razão para que a limpeza da feira semanal não se faça no próprio dia, por forma a eliminar o espectáculo degradante que se tem verificado nos últimos tempos e que em nada contribui para o desenvolvimento económico de Espinho CARVALHO E SÁ (PSD) Congratulou-se com a aprovação do programa de acção de valorização do litoral de Espinho, que irá permitir um melhor aproveitamento e desenvolvimento de toda a costa espinhense. Pediu à Câmara que aquando da elaboração do plano de pormenor da zona da praia de Paramos, fosse também estudada a possibilidade de se dotar o lugar da praia de Paramos de uma rede de saneamento básico. Solicitou à Câmara que indagasse junto dos CTT quais as razões para os grandes atrasos verificados na distribuição da correspondência no concelho de Espinho. Solicitou ainda à Câmara para que tivesse em atenção algumas situações que se verificam nas imediações dos bairros socais de Paramos, que em nada contribuem para o bem estar das populações ali residentes GRAÇA GUEDES (PS) - Congratulou-se igualmente com a aprovação do programa de acção de valorização do litoral de Espinho e quis saber para quando é que estava previsto o arranque das obras constantes do mesmo. Solicitou à Câmara que tivesse em conta a limpeza da zona envolvente ao FACE, nomeadamente a demolição do edifício da ex-lota do peixe, que pelas opiniões que recolheu poderia ser efectuada pelos serviços municipais e com a ajuda do Regimento de Engenharia de Espinho, sem grandes custos JORGE PINA (PS) Deu conta de uma situação ocorrida com a deslocação de uma turma de alunos pertencentes à escola Carolina Beatriz Anjo, que a dois dias da vinda à cidade de Espinho, foi informada que a visita planeada ao planetário de Espinho não se poderia realizar

8 ----- PRESIDENTE DA CÂMARA - Quanto ao Plano de Pormenor Secundário Guetim/Anta, disse que o mapa de ruído e de cartografia digital, já se encontravam na Câmara, tendo havido igualmente uma reunião na CCDRN com os técnicos do município, relacionada com o processo, pelo que brevemente haveria mais informação sobre o desenvolvimento do assunto. Quanto à instalação de uma farmácia na freguesia de Guetim, disse que estes processos são demorados e que a entidade que trata deste tipo de licenciamentos está numa fase de contenção, por ter havido impugnações de concursos públicos para atribuição de novas farmácias, facto que está a atrasar a atribuição de uma farmácia para a freguesia de Guetim. Deu conta da entrada em funcionamento do Hidropressor de Guetim, do desenvolvimento das obras de remodelação do parque infantil de Guetim e do processo relativo ao parque da Picadela/Guetim. Quanto ao projecto de requalificação da zona liberta pelo enterramento da via férrea, reiterou a informação que prestou na última sessão de que a pedido da Câmara a Parque Expo reuniu com o senhor Arquitecto Rui Lacerda. Quanto ao facto da rua 20 continuar fechada na zona industrial, disse que já existia um acordo entre a Câmara e a Refer, tendo para o efeito sido celebrado um protocolo com vista à realização da empreitada de arranjo da ponte sobre a ribeira de Silvalde, em que a Câmara assume a obra e a Refer transfere as verbas no final da mesma. Quanto à iluminação pública disse que a Câmara estava atenta à situação e que iria continuar a pugnar junto da EDP no sentido de não se verificar este tipo de gastos com a iluminação pública. Quanto à exploração do bar da Piscina Solário Atlântico durante a época balnear, disse que a ASAE impôs a realização de diversas obras no espaço o que levou a um atraso que não permitiu a realização da usual hasta pública, razão pela qual a Câmara decidiu afectar alguns dos seus quadros para assegurarem o funcionamento do bar, à semelhança do que já acontece há vários anos com outros bares pertença do município, como é o caso do bar interno do balneário marinho. Quanto ao SIADAP disse estranhar a 8

9 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO pergunta da vogal Liliana Seixas (PS) uma vez que infelizmente o executivo anterior da responsabilidade do PS nunca tinha implementado o referido sistema, resultando daí grandes prejuízos quer para os funcionários, quer para a autarquia. Quanto às Pool Parties de Espinho 2011, disse que a Câmara tinha recebido diversas propostas, sendo algumas delas de pessoas de Espinho ou ligadas a Espinho, e o que se pretendeu foi que a sua realização não trouxesse encargos para o município. Quanto aos protocolos celebrados entre a Câmara e o Sporting Clube de Espinho e a Associação Académica de Espinho, disse que se tratava de protocolos de colaboração desportiva e de apoio à prática desportiva no âmbito da área da formação, que há muitos anos são outorgados entre o município e aquelas duas instituições desportivas do concelho. Quanto aos dois parques de estacionamento subterrâneo concessionados ao Sporting Clube de Espinho e à Associação Académica de Espinho, disse que já tinha trazido à Assembleia um parecer no qual era considerada a invalidade das concessões atribuídas aquelas colectividade, estando ainda a Câmara a estudar a melhor forma solucionar o problema. Quanto ao plano de pormenor para a zona compreendida entre a Avenida 8 e Rua 35, conhecido como plano de pormenor do Sporting Clube de Espinho, disse tratar-se de um processo iniciado em mandatos anteriores, que aguardava pela emissão de diversos pareceres das entidades envolvidas no processo. Disse que todos os pareceres já tinham sido emitidos, pelo que nos termos da lei foi realizada a discussão pública do referido plano de pormenor, da qual resultou o aparecimento de meia dúzia de reclamações, das quais cinco são iguais, muito embora assinadas por cinco pessoas diferentes. Relativamente à carta do arquitecto a que se referiu o vogal Jorge Carvalho (CDU) disse que o mesmo foi convocado pela Câmara, tal como todos os outros reclamantes, tendo o mesmo afirmado que não era o subscritor da carta, pelo que a Câmara irá participar por todos os meios ao seu alcance, a falsidade cometida. Quanto à mudança da denominação da Casa de Chá do Parque João de Deus, por parte dos 9

10 actuais concessionários, disse que as denominações de fantasia podem ser perfeitamente alteradas de acordo com a vontade do proprietário do estabelecimento. Referiu ainda que a requalificação do espaço estava bem feita, tornando o equipamento mais funcional, o qual por certo irá prestar um melhor serviço a todos os que o visitam. Quanto ao resultado das cinco hastas públicas realizadas no dia 5 de Julho último, disse que quatro delas diziam respeito à atribuição de espaços comerciais no Bairro da Ponte de Anta e a outra à cafetaria da Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva, tendo as mesmas ficado desertas, estando já marcadas novas hastas públicas. Quanto ao restaurante bar do Parque de Campismo, disse que a Câmara tinha um protocolo de colaboração com a ADCE e que no âmbito do mesmo foi atribuída a exploração daquele espaço. Referiu, no entanto, que nunca apareceu qualquer interessado a manifestar vontade em explorar aquele equipamento municipal e que em 2010 fizeram-se duas hastas públicas tendo as mesmas ficado desertas. Quanto à Energaia, disse que o processo de constituição e funcionamento da empresa estava a decorrer normalmente, estando prevista a realização de uma reunião em que a Câmara participará, em data já marcada. Quanto ao processo judicial promovido contra a autarquia, pela empresa Forno de Espinho, disse que nada tinha a ver com o fornecimento de pão, porque a Câmara não compra esse tipo de produtos aquela empresa, mas sim de materiais para as cantinas. Quanto ao problema com diversas árvores existentes na cidade e que largam uma resina provocando estragos nomeadamente nas pinturas das viaturas, disse que a Câmara no seguimento da aprovação de uma recomendação com vista à implementação de um plano de arborização para o município, estava já a promover o referido estudo e que certamente esta situação iria ser alvo de atenção por parte dos técnicos envolvidos no processo. Quanto ao consumo da água disse não ter conhecimento de qualquer reclamação sobre a eventual duplicação dos valores a pagar pelos munícipes nas facturas durante o último ano, mas que iria averiguar junto dos serviços o que se passava em concreto. 10

11 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO Quanto à construção dos novos centros escolares, lembrou que o executivo do PS entre 2007 e 2009, desperdiçou fundos comunitários no montante de 10,8 milhões de euros para a construção de centros escolares. Disse que até ao final do ano em curso deveremos ter boas notícias relativamente à construção dos centros escolares a que o actual executivo se candidatou. Quanto ao edifício do ex-nosso Café disse que o projecto de construção se encontra aprovado e a respectiva licença já foi emitida, prevendo-se o início da obra para breve. Quanto ao edifício da antiga Academia de Música de Espinho, disse que tanto quanto sabia o processo estava em apreciação, mas que iria certificar-se de qual o seu estado. Quanto ao Castro D Ovil, lembrou que o processo de candidatura relativo ao centro interpretativo, apresentado pelo executivo do PS, tinha sido indeferido. Disse que o indeferimento desse projecto estava correcto, uma vez que, na sua opinião, o mesmo era megalómano e a ser aprovado iria custar uma fortuna ao município de Espinho. Disse no entanto, que a Câmara está a desenvolver esforços no sentido de apresentar um plano mais adequado à realidade do Castro D Ovil, procurando efectuar limpezas, abrir caminhos, vedar o espaço e preservá-lo. Quanto ao encerramento da linha do Vale de Vouga, disse que não fazia sentido nenhum encerrar a mesma, tendo feito sentir isso aos restantes colegas cujos municípios são servidos por esta linha e ainda pelo facto da própria Refer ter feito um avultado investimento na supressão de várias passagens de nível e ter procedido à automatização de um número elevado de passagens de nível sem guarda. Quanto à feira do livro, disse que tinha reunido com os livreiros de Espinho, tendo-lhes sido explicada a situação. Disse ainda que a única proposta para a realização da feira do livro do ano em curso, foi apresentada pela entidade que se encontra no espaço instalado na alameda 8. Quanto à loja do cidadão, prevista para instalar no mercado diário de Espinho, disse que é muito fácil fazer protocolos, mas que depois é mais complicado dar-lhes corpo e concretizá-los. Referiu que não existia qualquer projecto elaborado e aprovado para dar 11

12 sequência ao protocolo, tendo o actual executivo tido reuniões com a AMA Agencia de Modernização Administrativa, ficando o compromisso da Câmara apresentar todo o processo com vista à realização das obras necessárias no ano de 2012, caso haja verbas disponíveis para o efeito. Quanto à passagem rodoviária desnivelada na zona do Rio Largo, disse que existe um projecto para a sua construção e que foram efectuadas várias reuniões com a Refer, tendo aquela empresa assumido todo o interesse na construção daquela passagem, sendo a mesma considerada de prioritária. Disse que o projecto sofreu alguns ajustamentos a pedido da Câmara, nomeadamente com o alargamento da faixa rodoviária e o estreitamento dos passeios, propostas essas que foram acolhidas pela Refer. Quanto à Fundação Navegar, disse que o relatório da actividade do ano de 2010, tinha sido entregue à Assembleia Municipal. Lembrou que se encontra ainda a decorrer o processo relativo à legalidade da constituição da Fundação Navegar, aguardando-se pela decisão do processo judicial. Quanto ao saldo financeiro verificado com as alterações introduzidas à gestão dos diversos equipamentos municipais, disse que as mesmas estavam reflectidas na Conta de Gerência. Disse no entanto, que em determinados equipamentos como é o caso da Piscina Municipal de Espinho, sita na Avenida 32, houve uma melhoria acentuada e que inclusive conseguiu-se que, com uma taxa mais baixa de utilizadores, a receita tenha sido maior, sem que os preços tenham sido aumentados, mas tão só actualizados. Quanto à não conclusão da obra de construção da Avenida 32, disse que nunca se tinha pronunciado na Assembleia Municipal sobre essa matéria, mas sim sobre as reservas que a obra lhe colocava, nomeadamente no que diz respeito aos acessos pedonais. Disse que os serviços municipais estavam a elaborar um estudo com vista a melhorar tais acessos e que seria uma obra para se fazer logo que tais estudos estejam concluídos. Quanto às descargas poluentes verificadas nas ribeiras do Rio Largo e de Silvalde, disse que o assunto tinha sido participado às entidades competentes, por se tratar de crimes públicos. Informou que a 12

13 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO ribeira de Silvalde foi limpa recentemente pelos serviços da ADCE, entre a Avenida São João de Deus e o mar, no âmbito do protocolo celebrado entre a autarquia e a ADCE, tendo contado ainda com o apoio da unta de Freguesia de Silvalde. Quanto à limpeza da feira semanal, disse concordar com a questão e que era necessário encontrar uma solução para o problema, estando os competentes serviços municipais a estudar o assunto. Quanto à questão da distribuição da correspondência no concelho de Espinho, disse estar inteiramente de acordo que os CTT não estão a prestar um serviço capaz aos espinhenses, tendo feito sentir essa preocupação aos responsáveis daquela empresa. Quanto ao prazo de execução do programa de acção de valorização do litoral de Espinho, disse que seria de mais ou menos de 2 anos. Lembrou que o actual executivo apresentou em tempo record todos os projectos inseridos no programa de valorização do litoral de Espinho, ao contrário do anterior executivo que desperdiçou várias oportunidades para se candidatar aos programas de valorização da costa, ao contrário de municípios, como os de Vila Nova de Gaia, Matosinhos e de Vila do Conde, entre outros, apostaram na revalorização das suas frentes de mar. Quanto à sessão do planetário que terá sido recusada à ultima da hora, à escola Carolina Beatriz Anjo, disse não ser habitual tal situação acontecer, no entanto iria procurar obter esclarecimentos sobre o que de facto se passou De seguida deu-se um intervalo de cinco minutos Reiniciados os trabalhos passou-se ao PERÍODO DE APRECIAÇÃO POLÍTICA INTERVENÇÕES: JORGE CARVALHO (CDU) Disse verificar que o relatório da actividade desenvolvida pelo senhor Presidente da Câmara, de sessão para sessão, tem cada vez menos informação sobre a actividade realmente desenvolvida, não esclarecendo a assembleia. Disse que quando se referiu à denominação do salão de chá do Parque João de Deus, foi porque tinha sido a Câmara e a Assembleia Municipal que atribuíram aquela 13

14 denominação. Considerou que nos primeiros 6 meses do ano em curso, o executivo não estava a fazer uma boa execução financeira, apresentando em algumas áreas percentagens baixíssimas, facto que na sua opinião demonstra que a Câmara programou mal o seu orçamento. Manifestou preocupação com o facto da dívida a fornecedores ter vindo a aumentar e que muitos comerciantes espinhenses se recusavam a fornecer os seus produtos, porque a Câmara demorava demasiado tempo a cumprir com os pagamentos. Lembrou que no mandato anterior a Assembleia Municipal autorizou a contratualização de um empréstimo para permitir o pagamento a tempo e horas aos fornecedores e o que se constata é que tal não foi conseguido. Quanto ao processo litigioso entre a Câmara e a empresa Forno de Espinho, referiu que a informação prestada à Assembleia, poderia ser melhorada, por forma a que todos pudessem saber em concreto a que tipo de fornecimento se referia a dívida. Disse ainda que a Câmara não deveria de ter medo em divulgar a lista de todos os fornecedores, tal como o PSD no passado sempre pugnou e que teve o apoio da CDU LILIANA SEIXAS (PS) Começou por referir que o senhor Presidente da Câmara não tinha respondido à questão que lhe colocou, sobre se iria haver nova adjudicação aos comerciantes que exploraram os bares na zona da Alameda no ano de 2010, ou se iria haver novo concurso público. Quanto ao SIADAP, disse que o sistema de avaliação não tinha sido desvalorizado pelo executivo anterior, o que aconteceu no passado e como é do conhecimento da opinião pública, é que cabe aos Directores/Chefes de Serviços respectivos dos departamentos da Câmara realizarem essa contratualização de objectivos, dos indicadores de medidas e dos critérios de avaliação, mas tal nunca foi concretizado. Não é justo vir agora a este fórum incutir as culpas ao anterior executivo nesta matéria, até porque: 1º - O novo executivo presidido contratou mais um licenciado em recursos humanos para esta autarquia e segundo o que foi dito aqui nesta assembleia era um 14

15 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO especialista que iria resolver essa necessidade para o SIADAP ser concretizável. 2º - É bom lembrar que só agora é que as penalizações previstas na lei é que entraram em vigor, ou seja a partir de JOÃO PASSOS (PSD) Começou por felicitar o vogal Jorge Carvalho (CDU) por ter reconhecido que em tempos o município fez empréstimos para pagar a fornecedores e que erradamente viabilizou esses empréstimos, quando o PSD na altura já dizia que o que iria acontecer muito provavelmente é que os empréstimos seriam feitos mas os prazos não seriam cumpridos na mesma, como não foram e como agora se está a verificar essa acumulação. Quanto aos processos judiciais em curso, disse que o PSD nunca os discutiu na Assembleia Municipal no passado, nem iria fazê-lo agora, apenas porque um amigo ou um conhecido nos pediu para falar no assunto. Felicitou o PS por finalmente manifestar alguma preocupação sobre a sustentabilidade dos equipamentos municipais, quando no passado sempre se recusou a praticar essa mesma política acumulando prejuízos avultados na gestão desses mesmos equipamentos. Deu conta do muito que já foi feito pelo actual executivo, nomeadamente: Dinamização do FACE, que foi altamente elogiada na última reunião; inauguração de facto da Biblioteca Municipal; inúmeras intervenções de pequena monta que foram feitas por todo o concelho e não apenas no centro da cidade, mas que melhoraram significativamente a vida das pessoas, como são os casos do arranjo de pequenos arruamentos de terra batida nas várias freguesias, em que com um simples alcatroamento se resolve um problema a muita gente; dinamização do Multimeios; o financiamento assinado hoje que vai permitir mudar de vez e de um modo radical para melhor, uma zona de Espinho que esteve desde sempre abandonada apesar das muitas promessas que lhes faziam. Congratulou-se por isso com todo o trabalho já desenvolvido e fez votos para que o senhor Presidente da Câmara e toda a sua equipa continuassem a trabalhar pelo desenvolvimento de Espinho

16 ----- LUIS NETO (PS) Congratulou-se com a assinatura dos protocolos relativos ao programa de acção de valorização do litoral de Espinho. Considerou, no entanto, que Espinho deve valorizar a sua montra, mas não se deve esquecer de algo muito importante que tem vindo a acontecer desde há uns anos para traz e que tem a ver com a despovoação e de termos demasiadas habitações sem dono e demasiado espaço público degradado. Disse não ter dúvidas de que a breve prazo os donos desses imóveis degradados virão a ser penalizados em sede de IMI. Disse também que quem comprou uma casa para habitar irá ver aumentar substancialmente o IMI. Chamou a atenção para a especulação que se verifica em Espinho no sector imobiliário, que em sua opinião terá reflexos muito negativos na vida da população residente no nosso concelho. Referindo-se à requalificação de arruamentos, disse ser testemunha de no passado haver um Presidente de Junta de Freguesia que ainda se encontra em funções, que fez várias obras de requalificação de caminhos e estradas na sua freguesia. Considera que a primeira coisa que uma Câmara Municipal deve fazer é dar dignidade ao espaço público e que se deve continuar a apostar na requalificação desses ermos locais que ainda hoje existem, mas que se tenha a preocupação dessa requalificação ser bem feita ao nível do saneamento, do abastecimento de água e dos passeios. Disse crer que para se fazer este tipo de intervenção Espinho vai precisar de muito dinheiro, mas dado que, na sua opinião a Câmara tem vindo a aumentar a sua dívida, vai ter sérias dificuldades para atingir esses objectivos. Considera haver necessidade urgente em se pôr cobro ao galopante aumento da dívida de curto prazo, a qual tem contribuído para o encerramento de muitas empresas do concelho. Disse estar preocupado com a crise financeira e o que pode vir a acontecer a Espinho, sendo necessário atrair novos investidores que permitam a criação de emprego, a captação de novas receitas e travar a especulação imobiliária. Disse ainda que todos devem estar atentos à revisão administrativa que irá ser feita em breve e que a Câmara tudo deve fazer 16

17 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO no sentido de defender os interesses dos espinhenses RUI TORRES (J. F. ESPINHO) Deu conta das razões que levaram a Junta de Freguesia de Espinho a participar na realização dos festejos em honra do São João do Rio Largo. Disse que a festa era para não se realizar devido ao incumprimento, para com alguns dos fornecedores, por parte dos responsáveis pela festa de Referiu que após várias diligências conseguiu-se acordos sobre o pagamento das dívidas a esses mesmos fornecedores, tendo assim sido possível realizar os festejos de 2011, não com o brilhantismo de outros tempos, mas com o que foi possível fazer num curto espaço de tempo. Disse ainda que as festas de São João de 2012 estavam já a ser planeadas pela Junta de Freguesia e o Rio Largo Clube de Espinho para que as mesmas possam recuperar o prestígio de outros anos JORGE PINA (PS) Referindo-se à revisão administrativa disse estar preocupado com o que pode vir a acontecer ao concelho de Espinho, o qual segundo opiniões que se têm manifestado em diversos quadrantes, poderá estar na iminência de ser integrado noutro concelho maior. Pediu aos senhores Presidentes da Assembleia Municipal e da Câmara Municipal, bem como a todos os vogais, que estivessem unidos para quando e se for necessário, defenderem intransigentemente os interesses do concelho de Espinho, no sentido de que o mesmo continue a ter o seu lugar no mapa de concelhos de Portugal PRESIDENTE DA CÂMARA Elogiou a seriedade, sobriedade e elegância da intervenção do vogal Luis Neto (PS), da sua argumentação, concorde-se ou não com ele, pois foi sério na análise que fez e na argumentação que aduziu. Considera no entanto, que o mesmo cometeu apenas um lapso, é que o destinatário de tudo aquilo que disse, foi naturalmente o ex-presidente José Mota, que nos governou durante 16 anos. Porque disse que Vila Nova de Gaia e Matosinhos, cuidaram da requalificação dos seus centros urbanos, e ao contrário Espinho não o fez, tal como não o fez relativamente à dignidade do espaço 17

18 público, da regeneração urbana e dos passeios. Outros investiram em equipamentos de proximidade, como este executivo está agora a fazer e o anterior não o fez. Quanto ao estado das contas públicas municipais herdadas pelo actual executivo, disse que a argumentação foi séria e sóbria, reflectindo aquilo que neste momento ainda estamos a viver em Espinho. Referiu-se ainda aos números dos Censos/2011 esclarecendo que apesar de tudo os mesmos não são tão maus como os de 2001 e que no que dizia respeito ao número de prédios sem habitar Espinho tinha uma das mais altas taxas de ocupação de imóveis com cerca de 79% e que nos restantes 21% estavam incluídos os prédios devolutos, como também as segundas habitações e Espinho tem muitas segundas habitações. No que diz respeito ao número de habitantes disse que Espinho tem habitantes, tendo perdido cerca de 0,5% da população, mas que curiosamente Espinho tem cerca de eleitores, o que demonstra que foi população jovem que fomos perdendo nos últimos anos fruto das políticas erradas referidas pelo vogal Luís Neto, que levou a que os mesmos tivessem de ir viver para concelhos vizinhos, mas que querem continuar a manter uma ligação afectiva e nalguns casos até racional ao concelho de Espinho. Quanto à reorganização administrativa disse não pretender de forma alguma que a mesma seja feita a régua e esquadro e que se houve alguém que fez isso foi o último governo de Portugal, que fechou escolas com menos de 20 alunos, fechou urgências e serviços de saúde de atendimento permanente, encerrou esquadras da GNR e de serviços públicos do interior. Disse que como espinhense e Presidente da Câmara não tinha receio nenhum, porque temos 308 municípios em Portugal e o concelho tem habitantes e que nesta perspectiva Espinho é o 92º concelho do país em termos populacionais, havendo 116 municípios com menos de habitantes PRESIDENTE DA MESA Disse que é tempo de estarmos vigilantes, mas é tempo de termos muito sangue frio e sobretudo muita inteligência na condução desta matéria, por 18

19 ASSEMBLEIA MUNICIP AL DE ESPINHO duas ou três razões: A primeira é que não obstante haver no memorando de entendimento que o estado português assinou com o Fundo Monetário Internacional e com a União Europeia, a previsão da diminuição do número de municípios, não obstante isso ser uma realidade, a verdade é que o programa do Governo que foi apresentado na Assembleia da República não prevê essa medida. O que quer dizer que está em curso uma renegociação de algumas das condições que constam desse acordo que o estado português celebrou e que teve também o comprometimento de dois partidos da oposição PSD e CDS-PP, relativamente ao teor final desse acordo, que há uma margem negocial no sentido de alterar algumas coisas em função dos resultados eleitorais e da formação de um novo Governo, como de resto veio a suceder. Por outro lado no programa do Governo e como já é mais ou menos do conhecimento público, apenas no domínio das freguesias se prevê algumas alterações e não no número de concelhos e na delimitação dos mesmos. Disse que embora considere esta discussão pertinente, ela tem de ser preparada com alguma contenção em termos públicos, por que os argumentos que aqui foram apresentados são do seu ponto de vista frágeis, sendo por isso necessário robustecê-los com mais elementos. Alertou os autarcas do concelho de Espinho e os seus cidadãos para que, uma atitude hostil relativamente aquilo que é o fundamento que nos outros concelhos as pessoas têm, que é a sua própria história, a sua própria identidade, de delimitação dos seus próprios concelhos, pode ser crucial. Considera que quem tenciona auxiliar o concelho de Espinho à sua manutenção ou mesmo ao seu crescimento, pode estar a dar passos do ponto de vista político que se venham a revelar altamente nocivos, porquanto o despertar, sobretudo num ponto que tem como base de partida aquilo que atrás disse, pode significar que do lado de lá as pessoas se queiram defender e os concelhos maiores que nos rodeiam, poderem também querer chamar para si e integrar no seu território os concelhos mais pequenos. Disse ser sua convicção que ninguém vai mexer no mapa administrativo do país por causa 19

20 do concelho de Espinho, mas sim de todo o país de norte a sul e que cubra todo o território nacional. Apelou à responsabilidade e ao sentido colectivo de todos para que não haja precipitações, que ao invés de produzirem benefícios do seu ponto de vista podem trazer prejuízos, que politicamente depois teremos de pagar mais tarde Entrou-se de seguida no ponto quatro da Ordem de Trabalhos Aprovação das actas nºs 3, 4 e 5/ As actas nºs 3 e 4/2011, foram aprovadas por maioria e 2 abstenções A acta nº 5/2011, após uma correcção apresentada pela vogal Liliana Seixas (PS), numa sua intervenção a páginas 7, foi aprovada por maioria e 4 abstenções Seguidamente e nos termos regimentais, o Presidente da Mesa abriu o período para intervenção do público presente Não tendo havido qualquer intervenção, o Presidente da Mesa, deliberou encerrar os trabalhos relativos à Sessão Ordinária de Junho do ano de A MESA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL, 20

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