Escrito por Pe. Luís Maurício Seg, 10 de Novembro de :27 - Última atualização Dom, 23 de Novembro de :50

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1 Meus irmãos e minhas irmãs, que alegria nos reunirmos neste dia de hoje, no Senhor nosso Deus, dia dedicado à reflexão dos irmãos e irmãs falecidos, para celebrarmos a Eucaristia! Algumas semanas atrás, avisando sobre a celebração de hoje, eu tive a oportunidade de esclarecer algumas questões da comunidade, falando sobre a ida ao cemitério. Nós podemos ir ao cemitério sim, por que não? Mas ir ao cemitério e não buscar na mesa da Eucaristia e na mesa da Palavra o sentido da celebração de hoje é uma perda de tempo porque o que nós celebramos no dia de hoje, que é o mistério da vida, nós só podemos encontrar na mesa da Eucaristia e na mesa da Palavra. S. Paulo nos diz na Primeira Carta aos Coríntios, capítulo 15, que morte não tem nenhuma vitória porque uma vez Jesus Cristo sendo ressuscitado, nós participamos com Ele do seu mistério de vida e pelo poder do amor Dele somos chamados também à graça da ressurreição. Por isso, vir à igreja, celebrar a 1 / 33

2 Eucaristia, muito mais do que a ida ao cemitério, é encontrar o verdadeiro sentido e motivação da celebração de hoje: o reconhecimento da nossa fé. A nossa fé não está baseada na expressão da morte, mas a morte está presente no mundo e é reconhecida como a expressão da nossa fragilidade, do nosso limite humano, de que o tempo e o espaço de cada um de nós são frágeis e limitados, e como o diz o Salmo 89, a nossa vida a um sopro é semelhante, e nós passamos como um nada num instante. Conscientes dessa situação de criaturas que somos, que passaremos pela existência desse mundo, dessa história, mas a nossa passagem - e a palavra passagem tem o mesmo significado da palavra Páscoa -, a nossa Páscoa definitiva é nos encontrarmos de uma vez por todas com o amor de Deus que pela eternidade nos manterá, como diz a liturgia, na festa que no céu nunca se acaba. 2 / 33

3 Nós fizemos questão, pelo segundo ano, e neste ano de modo particular, da missa ao meio dia para lembrarmos justamente isso: que o sol nesse momento se torna central. Meio dia, centralidade do tempo, do espaço, da vida, centralidade da pessoa de Jesus Cristo na nossa existência. E por causa da centralidade de Cristo, poder da vida e da ressurreição, nós podemos crer que a nossa vida, embora passageira nessa existência, é conduzida para a realidade única do nosso Deus, que pela graça do amor nos propõe a vida 3 / 33

4 eterna. Por isso nenhum de nós se encontra aqui por causa da morte. Não é o motivo da nossa celebração. A realidade da morte é inserida num projeto de Deus muito maior que é o projeto da existência humana eternizada de Deus. E nós, cristãos, somos chamados a um entendimento diferenciado, somos chamados a 4 / 33

5 nos colocar diante dessa existência da própria vida, do limite do próprio corpo que adoece, que sofre, que tem problemas, que chega até a morte. Nós somos chamados a compreender que a fragilidade existencial de cada um de nós não significa o término da nossa existência, porque nós nascemos de Deus pelo poder do amor, vivemos em Deus pelo poder do amor e somos chamados na graça do amor de Deus a sermos eternos com Ele e também por conta do poder do amor. 5 / 33

6 A primeira leitura de hoje nos faz compreender que a fé cristã tem suas bases na fé judaica. Os judeus já acreditavam na ressurreição. A primeira leitura é extraída do livro de Jó, e reforça justamente isso, a nossa fragilidade. Jó era um homem rico e perdeu tudo, era um homem cheio de saúde e ficou doente, tinha uma família 6 / 33

7 abundante e todos morreram. Então, os amigos de Jó ficaram ao seu ouvido, dizendo que Deus é esse? para que Jó se revoltasse contra o Deus de Isaac, Abraão e Jacó. E Jó não tinha outra palavra senão professar sua fé dizendo: Eu creio, e o meu defensor vive, e no último dia Ele se levantará sobre todo o pó, sobre toda a fragilidade humana, e depois de destruída a minha fé e o meu corpo, eu verei a Deus e o verei com os meus próprios 7 / 33

8 olhos, e o contemplarei eternamente. É a fé na ressurreição é a experiência da fé judaica, da fé cristã, experiência nossa, que não se baseia apenas na palavra de Jó, mas numa realidade concreta. É o próprio Cristo, Senhor da vida, que tendo passado pelo limite desse tempo e dessa história venceu o poder da morte pelo poder do amor e da ressurreição e garante também para todos nós o que nós chamamos: vida, 8 / 33

9 e experimentamos como vida eterna. A grande manifestação da celebração de hoje é que nós não cremos que somente viveremos ressuscitado ou que Deus, o pai, tenha ressuscitado 9 / 33

10 Jesus. Existe algo diferenciado que é: nós cremos no próprio Jesus, Jesus é a ressurreição (Capítulo 11 do Evangelho de S. João): Eu sou a ressurreição e a vida. O próprio Jesus assume uma identidade da vida, do poder do amor, do próprio Deus, que só Ele pode ter: o poder de ressuscitar. Eu sou a ressurreição e a vida. Todo aquele que crê em mim, 10 / 33

11 ainda que esteja morto, terá a vida eterna. No capítulo 5 que nós professamos hoje é o próprio Jesus que também tem uma palavra de certeza para a vida de 11 / 33

12 cada um de nós. Ele confirma o amor de Deus na nossa vida, mas manifestando qual é a vontade de Deus. E a vontade de Deus se expressa em dois sentidos: primeiro, que não se perca nenhum daqueles que foram oferecidos a Jesus, que ninguém se perca pelo poder da maldade, da corrupção, da fragilidade, 12 / 33

13 do caminho da vida; e o segundo sentido da vontade de Deus é que todos aqueles que foram entregues a Jesus, uma vez que creiam, tenham a vida eterna. Experimentem o amor de Deus eternamente. Por isso, é quase um vício de linguagem nosso quando dizemos: perdi meu pai, perdi minha mãe, perdi 13 / 33

14 minha avó ; nós não perdemos ninguém porque nós temos o amor imenso de Deus, e uma vez que Deus acolhe todos na sua infinita misericórdia, ninguém se perde mas todos nós ganhamos na certeza e na esperança do próprio Deus, ganhamos a vida que é eterna e pra todo o sempre. 14 / 33

15 Na segunda leitura de hoje, S. Paulo nos ajuda a compreender isso, dizendo que a esperança na qual a fé cristã é chamada é a esperança que não nos decepciona porque está 15 / 33

16 fundamentada no meu bem-querer, nas minhas conveniências? Não, é a esperança que não me decepciona porque Deus sensivelmente colocou nos nossos corações o amor, a força do amor que vai fazendo a vida, que é dom de Deus, ser experimentada já aqui, nessa existência, como 16 / 33

17 vida eterna. A grande tarefa da fé cristã é vivermos já nesse mundo como cidadãos do bem. Nós não somos chamados pra viver a vida eterna pra depois da morte. A vida eterna já começou no dia do nosso batismo. E o que fazemos com ela é problema de cada um de 17 / 33

18 nós; é a minha adesão pessoal que se compromete com essa vida que o próprio Deus nos oferece. Por isso eu preciso viver, nessa terra, nessa história, numa perspectiva de me encaminhar para eternizar a minha vida na festa que no céu nunca se acaba, mas que não é 18 / 33

19 uma realidade pra depois, já começa aqui e agora na medida em que eu sou capaz de viver nessa existência como cidadão do reino de Deus. E o cidadão do reino de Deus é aquele que na maneira de ser, viver, pensar, falar, de se comprometer com as coisas do dia-a-dia, está 19 / 33

20 sempre na defesa da vida porque recebeu de Deus essa graça; acredita que a vida é um dom de Deus e que por isso mantém uma luta constante pela vida para que a vida possa fazer o seu processo normal, desde a concepção até o último momento, natural, livre na expressão do 20 / 33

21 amor de Deus, onde todos nós seremos chamados a nos entregar no colo de Deus, no colo de Jesus, bom pastor, e passarmos a experimentar da páscoa que só Deus pode nos oferecer. 21 / 33

22 Meus irmãos e minhas irmãs, nós podemos chorar diante da morte? Podemos, porque no trato afetivo das nossas relações nós sentimos a ausência do pai, da 22 / 33

23 mãe, da avó, daquele amigo querido, mas em nenhum momento nós podemos deixar que esse sentimento de ausência seja maior do que o sentimento de presença, porque em Deus nós cremos que os nossos irmãos falecidos permanecem 23 / 33

24 e pela certeza da ressurreição, da confiança total do poder de Deus, nós cremos que nos encontraremos no amor para celebrar essa vida eterna, essa expressão do amor de Deus por todo o sempre. 24 / 33

25 Vamos pedir nesta celebração de hoje esta graça: no mundo que nós vivemos, cada vez mais nós perdemos a referência do sentido 25 / 33

26 da morte. O povo que não sabe qual é o sentido da morte nunca compreenderá o sentido da vida. O povo que não sabe conviver naturalmente com essa realidade existencial, que é própria da nossa 26 / 33

27 qualidade, como poderá acreditar na vida? E nós estamos vivendo um tempo em que nós vamos nos afirmando como senhores do próprio nariz; todo mundo acha que pode tudo, e aí quando chegam os 27 / 33

28 problemas, a doença, a depressão, o pânico, quando a gente se sente ameaçado, aí corremos pra Deus porque aí reconhecemos que não podemos tudo, que somos limitados. 28 / 33

29 Não seria melhor fazer o contrário? Já reconhecer que Deus é Senhor, de que o senhorio da vida dele mantém a nossa vida na gratuidade do amor, e que essa gratuidade desse amor é o que justifica 29 / 33

30 viver? Viver na gratuidade desse amor é o que justifica viver. 30 / 33

31 Vamos abrir o nosso coração nessa celebração, reconhecendo Jesus como Senhor da nossa vida, sol vitorioso, Senhor de toda e qualquer existência, que 31 / 33

32 vence todo e qualquer drama da morte porque nascemos pelo amor, vivemos pelo amor e não temos outro destino senão o amor do próprio Deus. 32 / 33

33 33 / 33

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