CBHPM 4ªEDIÇÃO Dr. Amilcar Martins Giron

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CBHPM 4ªEDIÇÃO Dr. Amilcar Martins Giron"

Transcrição

1 A Associação Médica Brasileira em conjunto com as Sociedades de Especialidade, o Conselho Federal de Medicina e a Federação Nacional dos Médicos apresentam a 4ª edição da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos totalmente revisada e atualizada. Nesta edição cerca de 700 procedimentos tiveram algum tipo de alteração (inclusões e exclusões de procedimentos, atualizações de nomenclaturas, compatibilizações de portes, ajustes de alguns portes e correções de distorções). Todo este conjunto de alterações foi discutido e acordado com as 48 Sociedades de Especialidade que solicitaram revisão de suas listas de procedimentos. A quarta edição da CBHPM passou ainda por ampla discussão na Câmara Técnica Permanente da CBHPM - da qual fazem parte as entidades médicas, operadoras de saúde e a Comissão Nacional de Honorários Médicos. Entendemos, assim, que esta nova CBHPM atinge o seu papel principal, que é se consolidar como um importante referencial entre prestadores e contratantes de serviços de saúde e balizador de remuneração dos procedimentos da área médica Apesar dos esforços aplicados na revisão deste documento, ainda não atingimos a perfeição; por isso, acreditamos que este trabalho deverá estar em constante processo de aperfeiçoamento, para que possa oferecer aos usuários dos serviços de saúde suplementar a certeza da oferta de assistência médica de qualidade e aos profissionais de saúde a garantia de uma remuneração digna. Setembro de 2005 CBHPM 4ªEDIÇÃO Dr. Amilcar Martins Giron Coordenador da Comissão Nacional de Honorários Médicos da AMB

2 COMISSÃO NACIONAL DE HONORÁRIOS MÉDICOS COMUNICADO OFICIAL AOS MÉDICOS E ÀS ENTIDADES CONTRATANTES QUE INTEGRAM O SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR A Comissão Nacional de Honorários Médicos, em conformidade com o disposto na Resolução CFM nº 1.673/03, comunica os valores relativos em moeda nacional dos 14 portes e subportes (A,B,C), bem como o da unidade de custo operacional (UCO), previstos na CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS (CBHPM), vigentes a partir de 1º de agosto de A valoração dos portes e da UCO ficará sujeita a alteração sempre que modificadas as condições que nortearam suas fixações, sendo admitida banda de até 20%, para mais ou para menos como valores referenciais mínimos, em respeito à regionalização e a partir destes, os valores deverão ser acordados por livre negociação entre as partes. 1) Portes dos Procedimentos Médicos: 1A R$ 8,00 1B R$ 16,00 1C R$ 24,00 2A R$ 32,00 2B R$ 42,00 2C R$ 50,00 3A R$ 69,00 3B R$ 88,00 3C R$ 100,00 4A R$ 120,00 4B R$ 132,00 4C R$ 148,00 5A R$ 160,00 5B R$ 172,00 5C R$ 184,00 6A R$ 200,00 6B R$ 220,00 6C R$ 240,00 7A R$ 260,00 7B R$ 280,00 7C R$ 340,00 8A R$ 368,00 8B R$ 384,00 8C R$ 408,00 9A R$ 436,00 9B R$ 476,00 9C R$ 524,00 10A R$ 560,00 10B R$ 608,00 10C R$ 676,00 11A R$ 716,00 11B R$ 784,00 11C R$ 860,00 12A R$ 892,00 12B R$ 960,00 12C R$1.176,00 13A R$1.292,00 13B R$1.420,00 13C R$1.570,00 14A R$1.750,00 14B R$1.900,00 14C R$2.100,00 2) Unidade de Custo Operacional UCO = R$ 11,50 São Paulo, 1º de agosto de 2003 Dr. Eleuses Vieira de Paiva Presidente

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP. Brasil) Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos Organizador: Eleuses Vieira de Paiva Coordenador: Amilcar Martins Giron Associação Médica Brasileira, CDD A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos da Associação Médica Brasileira, 4ª edição, está registrada no 3 o Registro de Títulos e Documentos de São Paulo, sob n o , sendo proibida a sua reprodução total ou parcial, por qualquer meio e sistema, sem o prévio consentimento da AMB. Marca requerida junto ao INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial ISBN - Internacional Standart Book Number: Direitos reservados à Associação Médica Brasileira Associação Médica Brasileira Rua São Carlos do Pinhal, Bela Vista São Paulo - SP Fone: Fax: Setembro de 2005

4 APRESENTAÇÃO A elaboração de uma lista hierarquizada de procedimentos totalmente ética, que contemplasse todas as especialidades e remunerasse dignamente os serviços profissionais, era, ao mesmo tempo, o anseio e o sonho da classe médica brasileira. Foi nesse projeto que a Associação Médica Brasileira e suas Sociedades de Especialidade, juntamente com o Conselho Federal de Medicina, utilizando a metodologia proposta pela Fipe Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo, trabalharam nos últimos três anos. O resultado deste trabalho é a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), que por ter adotado critérios científicos e éticos conta com o apoio de todas as entidades médicas nacionais - Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina, Confederação Médica Brasileira e Federação Nacional dos Médicos. A CBHPM apresenta um novo conceito e uma nova metodologia no referencial médico. Essa nova filosofia proposta pelas entidades médicas nacionais altera também os princípios dos entendimentos e negociações. Por ser referencial, abre caminho para que isso ocorra em nível nacional e de forma diferenciada. Seu caráter ético, respaldado pela idoneidade das Sociedades de Especialidade, permite à população a identificação dos procedimentos médicos cientificamente comprovados. Além de tornar transparente a conduta dos profissionais atuantes na área médica, garantindo e contemplando as relações com as empresas intermediadoras do setor, a CBHPM passa a ser também um importante instrumento de direito básico do consumidor, pois preserva a qualidade do atendimento médico, garante segurança, respeito e dignidade à saúde de todos os cidadãos brasileiros. Agosto de 2003 Eleuses Vieira de Paiva Associação Médica Brasileira Presidente Edson de Oliveira Andrade Conselho Federal de Medicina Presidente Ricardo Albuquerque Paiva Confederação Médica Brasileira Presidente Héder Murari Borba Federação Nacional dos Médicos Presidente 2 Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição

5 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.673/03 Ementa : A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos é adotada como padrão mínimo e ético de remuneração dos procedimentos médicos para o Sistema de Saúde Suplementar. O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições que lhe confere a Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº , de 19 de julho de 1958, e, CONSIDERANDO que lhe cabe, juntamente com os Conselhos Regionais de Medicina, zelar e trabalhar, por todos os meios ao seu alcance, pelo perfeito desempenho ético da Medicina e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exerçam legalmente (artigo 15, letra h da Lei nº 3.268/57); CONSIDERANDO que para que possa exercer a Medicina com honra e dignidade o médico deve ser remunerado de forma justa (artigo 3º do Código de Ética Médica); CONSIDERANDO a aprovação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos, por ocasião do X Encontro Nacional das Entidades Médicas, realizado em Brasília-DF, em maio de 2003; CONSIDERANDO o decidido na Sessão Plenária de 7 de agosto de 2003, RESOLVE: Art. 1º Adotar como padrão mínimo e ético de remuneração dos procedimentos médicos, para o Sistema de Saúde Suplementar, a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos, incluindo suas instruções gerais e valores. Art. 2º Os valores relativos aos portes de procedimentos deverão ser determinados pelas entidades médicas nacionais, por intermédio da Comissão Nacional de Honorários Médicos. Parágrafo único As variações, dentro das bandas determinadas nacionalmente, serão decididas pelas Comissões Estaduais ou Regionais de Honorários Médicos, levando-se em conta as peculiaridade regionais. Art. 3º Revoguem-se as disposições em contrário. Art. 4º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação. Brasília-DF, 7 de agosto de 2003 EDSON DE OLIVEIRA ANDRADE Presidente RUBENS DOS SANTOS SILVA Secretário-Geral Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição 3

6 DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (TRIÊNIO 2002/2005) PRESIDENTE Dr. Eleuses Vieira de Paiva SECRETÁRIO-GERAL Dr. Edmund Chada Baracat (SP) 1º SECRETÁRIO Dr. Aldemir Humberto Soares (SP) 1º TESOUREIRO Dr. Amilcar Martins Giron (SP) 2º TESOUREIRO Dr. José Alexandre de Souza Sittart (SP) 1º VICE-PRESIDENTE Dr. Lincoln Marcelo Silveira Freire (MG) 2º VICE-PRESIDENTE Dr. Ronaldo da Rocha Loures Bueno (PR) VICE-PRESIDENTE - CENTRO Dr. Ranon Dominguês da Costa (DF) VICE-PRESIDENTE - CENTRO-OESTE Dr. Ricardo Saad (MT) VICE-PRESIDENTE - NORTE Dr. Carlos David Araujo Bichara (PA) VICE-PRESIDENTE - NORTE-NORDESTE Dr. Florentino de Araujo Cardoso Filho (CE) VICE-PRESIDENTE - NORDESTE Dr. Flávio Linck Pabst (PE) VICE-PRESIDENTE - LESTE-NORDESTE Dr. Lúcio Antonio Prado Dias (SE) VICE-PRESIDENTE - LESTE-CENTRO Dr. José Guerra Lages (MG) VICE-PRESIDENTE - LESTE-SUL Dr. J. Samuel Kierszenbaum (RJ) VICE-PRESIDENTE - CENTRO-SUL Dr. José Luiz Gomes do Amaral (SP) VICE-PRESIDENTE - SUL Dr. Remaclo Fischer Junior (SC) DIRETOR DO D.A.P. Dr. Martinho Alexandre R. A da Silva (RS) 4 Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição

7 DIRETOR CULTURAL Dr. Severino Dantas Filho (ES) DIRETOR DE DEFESA PROFISSIONAL Dr. Eduardo da Silva Vaz (RJ) DIRETOR RELAÇÕES INTERNACIONAIS Dr. David Miguel Cardoso Filho (MS) DIRETOR CIENTÍFICO Dr. Fábio Biscegli Jatene (SP) DIRETOR DE ECONOMIA MÉDICA Dr. Marcos Pereira de Ávila (GO) DIRETOR DE SAÚDE PÚBLICA Dr. Samir Dahas Bittar (GO) DIRETOR DO JAMB Dr. Horácio José Ramalho (SP) DIRETOR ACADÊMICO Dr. Elias Fernando Miziara (DF) DIRETOR ATENDIMENTO AO ASSOCIADO Dr. Ricardo de Oliveira Bessa (SP) DIRETOR DE PROTEÇÃO AO PACIENTE Dr. Jurandir Marcondes Ribas Filho (PR) DIRETOR DE MARKETING Dr. Roque Salvador Andrade e Silva (BA) CONSELHO FISCAL EFETIVOS: Dr. José Victor Maniglia (SP) Dr. Valdeci Ribeiro de Carvalho (PI) Dr. Cleber Costa de Oliveira (AL) Dr. Aristóteles Comte. de Alencar Filho (AM) Dr. Carlos Gilberto Crippa (SC) CONSELHO FISCAL SUPLENTES: Dr. João Modesto Filho (PB) Dr. Luiz Alberto Góes Muniz (AC) Dr. Eudes Kang Tourinho (RO) Dr. Edilson Carlos de Souza (RN) Dra. Maria do Carmo Silva Chagas (MA) Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição 5

8 CONSELHO DE ESPECIALIDADES DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA Academia Brasileira de Neurologia Associação Brasileira de Medicina de Tráfego Associação Brasileira de Nutrologia Associação Brasileira de Psiquiatria Associação de Medicina Intensiva Brasileira Associação Médica Homeopática Brasileira Associação Nacional de Medicina do Trabalho Colégio Brasileiro de Cirurgiões Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Colégio Médico de Acupuntura Conselho Brasileiro de Oftalmologia Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Federação Brasileira de Gastroenterologia Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia Sociedade Brasileira de Anestesiologia Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Sociedade Brasileira de Cancerologia Sociedade Brasileira de Cardiologia Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica Sociedade Brasileira de Citopatologia Sociedade Brasileira de Clínica Médica 6 Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição

9 Sociedade Brasileira de Colo-Proctologia Sociedade Brasileira de Dermatologia Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva Sociedade Brasileira de Endoscopia Peroral Sociedade Brasileira de Genética Clínica Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Sociedade Brasileira de Hansenologia Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia Sociedade Brasileira de Hepatologia Sociedade Brasileira de Infectologia Sociedade Brasileira de Mastologia Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação Sociedade Basileira de Medicina Legal Sociedade Brasileira de Nefrologia Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia Sociedade Brasileira de Patologia Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial Sociedade Brasileira de Pediatria Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Sociedade Brasileira de Reumatologia Sociedade Brasileira de Urologia Sociedade Médica Brasileira de Administração em Saúde Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição 7

10 INSTRUÇÕES GERAIS 1. CLASSIFICAÇÃO HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS 1.1 A presente Classificação de Procedimentos foi elaborada com base em critérios técnicos e tem como finalidade hierarquizar os procedimentos médicos aqui descritos, servindo como referência para estabelecer faixas de valoração dos atos médicos pelos seus portes. 1.2 Os portes representados ao lado de cada procedimento não expressam valores monetários, apenas estabelecem a comparação entre os diversos atos médicos no que diz respeito à sua complexidade técnica, tempo de execução, atenção requerida e grau de treinamento necessário para a capacitação do profissional que o realiza. 1.3 A pontuação dos procedimentos médicos, que foi realizada por representantes das Sociedades Brasileiras de Especialidades com assessoria da FIPE Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, está agrupada em 14 portes e três subportes (A, B e C). Os portes anestésicos (AN) permanecem em número de oito e mantém correspondência com os demais portes. Os portes de atos médicos laboratoriais seguem os mesmos critérios dos portes dos procedimentos, mas correspondem a frações do menor porte (1A). Quanto aos custos, estabeleceu-se a unidade de custo operacional (UCO), que incorpora depreciação de equipamentos, manutenção, mobiliário, imóvel, aluguéis, folha de pagamento etc. Este custo foi calculado para os procedimentos de SADT de cada Especialidade. Custos operacionais referentes a acessórios e descartáveis serão ajustados diretamente e de comum acordo entre as partes. A valoração dos portes e da UCO ficará sujeita a alteração sempre que modificadas as condições que nortearam suas fixações, sendo admitida banda de até 20%, para mais ou para menos como valores referenciais mínimos, em respeito à regionalização e a partir destes, os valores deverão ser acordados por livre negociação entre as partes. 1.4 Os atendimentos contratados de acordo com esta Classificação de Procedimentos serão realizados em locais, dias e horários preestabelecidos. 1.5 Esta classificação constitui referência para acomodações hospitalares coletivas (enfermaria ou quartos com dois ou mais leitos). 2. ATENDIMENTO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 2.1 Os atos médicos praticados em caráter de urgência ou emergência terão um acréscimo de trinta por cento (30%) em seus portes nas seguintes eventualidades: No período compreendido entre 19h e 7h do dia seguinte; Em qualquer horário aos sábados, domingos e feriados; Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição 15

11 INSTRUÇÕES GERAIS Ao ato médico iniciado no período normal e concluído no período de urgência/emergência, aplica-se o acréscimo de 30% quando mais da metade do procedimento for realizado no horário de urgência/emergência. 3. NORMAS GERAIS 3.1 Os portes atribuídos a cada procedimento cirúrgico incluem os cuidados pós-operatórios relacionados com o tempo de permanência do paciente no hospital, até 10 (dez)) dias após o ato cirúrgico. Esgotado esse prazo, a valoração do porte passa ser regida conforme critérios estabelecidos para as visitas hospitalares (código ), ou para as consultas em consultório (código ), quando se fizer necessário um acompanhamento ambulatorial. 3.2 VIDEOLAPAROSCOPIA E VIDEOENDOSCOPIA a) Os procedimentos cirúrgicos realizados por Videolaparoscopia ou Videoendoscopia têm portes independentes dos seus correlatos realizados por técnica convencional. Para a sua valoração foram utilizados os mesmos atributos aplicados aos atos convencionais: tempo, cognição, complexidade e risco. Estes portes estão sujeitos ao item 6 destas Instruções. b) Aos procedimentos diagnósticos realizados por Videolaparoscopia e Videoendoscopia não se aplica o disposto no item 6 destas Instruções. 4. VALORAÇÃO DOS ATOS CIRÚRGICOS 4.1 Quando previamente planejada, ou quando se verificar, durante o ato cirúrgico, a indicação de atuar em vários órgãos ou regiões a partir da mesma via de acesso, a quantificação do porte da cirurgia será a que corresponder, por aquela via, ao procedimento de maior porte, acrescido de 50% do previsto para cada um dos demais atos médicos praticados, desde que não haja um código específico para o conjunto. 4.2 Quando ocorrer mais de uma intervenção por diferentes vias de acesso, deve ser adicionado ao porte da cirurgia considerada principal o equivalente a 70% do porte de cada um dos demais atos praticados. 4.3 Obedecem às normas acima as cirurgias bilaterais, realizadas por diferentes incisões (70%), ou pela mesma incisão (50%). 4.4 Quando duas equipes distintas realizarem simultaneamente atos cirúrgicos diferentes, a cada uma delas será atribuído porte de acordo com o procedimento realizado e previsto nesta Classificação. 16 Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição

12 INSTRUÇÕES GERAIS 4.5 Quando um ato cirúrgico for parte integrante de outro, valorar-se-á não o somatório do conjunto, mas apenas o ato principal. 5. AUXILIARES DE CIRURGIA 5.1 A valoração dos serviços prestados pelos médicos auxiliares dos atos cirúrgicos corresponderá ao percentual de 30% do porte do ato praticado pelo cirurgião para o primeiro auxiliar, de 20% para o segundo e terceiro auxiliares e, quando o caso exigir, também para o quarto auxiliar. 5.2 Quando uma equipe, num mesmo ato cirúrgico, realizar mais de um procedimento, o número de auxiliares será igual ao previsto para o procedimento de maior porte, e a valoração do porte para os serviços desses auxiliares será calculada sobre a totalidade dos serviços realizados pelo cirurgião. 6. CONDIÇÕES DE INTERNAÇÃO 6.1 Quando o paciente voluntariamente internar-se em ACOMODAÇÕES HOSPITALARES SUPERIORES, diferentes das previstas no item 1.5 destas Instruções e do previsto em seu plano de saúde original, a valoração do porte referente aos procedimentos será complementada por negociação entre o paciente e o médico, servindo como referência o item 6.2 destas Instruções. 6.2 Para os planos superiores ofertados por operadoras, diferentemente do previsto no citado item 1.5, fica prevista a valoração do porte pelo dobro de sua quantificação, nos casos de pacientes internados em apartamento ou quarto privativo, em hospital-dia ou UTI. Não estão sujeitos às condições deste item os atos médicos do capítulo IV (Diagnósticos e Terapêuticos). 6.3 Eventuais acordos operacionais entre operadoras de serviços de saúde e hospitais não podem diminuir a quantificação dos portes estabelecidos para equipe médica, observados os itens acima (6.1 e 6.2). 7. APLICAÇÃO 7.1 As solicitações, autorizações, bem como eventuais negativas de consultas, exames e procedimentos deverão ser sempre realizadas por escrito, tanto por parte dos médicos como das operadoras. 7.2 As interpretações referentes à aplicação desta Classificação de Procedimentos serão efetuadas com exclusividade pela Associação Médica Brasileira e suas Sociedades Brasileiras de Especialidade. Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição 17

13 INSTRUÇÕES GERAIS 7.3 Cabe à Associação Médica Brasileira, com apoio das Sociedades Brasileiras de Especialidade, definir alterações nesta Classificação de Procedimentos sempre que julgar necessário corrigir, atualizar ou modificar o que nela estiver contido. 7.4 A introdução de novos procedimentos nesta Classificação deverá passar por aprovação prévia de Câmara Técnica Permanente da CBHPM coordenada pela Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina e Sociedades Brasileiras de Especialidade. À Comissão Nacional de Honorários Médicos caberá estabelecer a hierarquia e valoração dos novos procedimentos. Contudo, procedimentos de tecnologia recente que estejam sendo introduzidos na prática médica, mas ainda não codificados na presente Classificação, embora reconhecidos, podem ser negociados diretamente entre as partes interessadas (prestadores e contratantes de serviços médicos). 7.5 As disposições específicas para os grupos de procedimentos constam no corpo de cada capítulo correspondente. 7.6 Esta Classificação não expressa qualquer divisão por especialidade médica, havendo procedimentos mesclados em várias seções e realizados por várias especialidades. A abrangência de atuação médica de cada especialista ou clínico deve ser definida pelas Sociedades de Especialidade e a Associação Médica Brasileira. 18 Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - 4ª edição

14 Observações da CBHPM/2005 4ª Edição DESCRIÇÃO Observação: 1 - Aos atendimentos realizados em pronto socorro será aplicado o que consta no item 2 das Instruções Gerais. 2 - A consulta de oftalmologia padrão inclui: anamnese, refração, inspeção das pupilas, acuidade visual, retinoscopia e ceratometria, fundoscopia, biomicroscopia do segmento anterior, exame sumário da motilidade ocular e do senso cromático Observação: Para visita hospitalar, será observado o que consta dos itens 3.1 e 6 das Instruções Gerais Observações: 1 - Será obedecido o que consta no item 6 das Instruções Gerais. 2 - Em caso de parto múltiplo, o atendimento pediátrico a cada recém-nato deve ser considerado individualmente. 3 - Se o recém-nascido permanecer internado após o terceiro dia, será feita guia de internação com o diagnóstico da patologia e fixado o porte, a partir daí, correspondente a UMA VISITA HOSPITALAR por dia até a alta, de acordo com o código (Tratamento Clínico). 4 - Atendimento em sala de parto de recém-nascido a termo com peso adequado para idade gestacional, sem patologia. 5 - Atendimento ao recém-nascido prematuro ou que necessita de manobras de reanimação com uso de O2 sob pressão positiva e/ou entubação traqueal Observações: - Nos portes indicados para o plantonista de UTI não estão incluídos: diálise, acesso vascular para hemodiálise, implante de marcapasso, traqueostomia. Tais procedimentos serão valorados à parte, respeitados os portes para eles previstos nesta Classificação Hierarquizada. - Estão incluídos nos portes do plantonista: intubação, monitorizações clínicas com ou sem auxílio de equipamentos, desfibrilação e punção venosa (intracath). - Os atos do médico assistente ou de especialistas, quando praticados por solicitação do intensivista, serão valorados considerando os atendimentos efetivamente realizados e registrados em prontuário. - Será obedecido o que consta nos itens 2 e 6 das Instruções Gerais. Estes critérios não se aplicam aos portes do plantonista. Contudo, no caso de existir um "contrato de risco" entre as partes, o plantonista fará jus ao disposto no item 6 das Instruções Gerais Observação: - Entende-se por aconselhamento genético o ato médico de avaliação de cada caso e condutas cabíveis, incluindo todas as consultas, do paciente e núcleo familiar, para esclarecimento do diagnóstico e prognóstico. Nos casos pertinentes serão estabelecidos os riscos de recorrência que serão comunicados aos interessados através do Aconselhamento Genético Observações: 1 - O tratamento global da paralisia cerebral e retardo do desenvolvimento psicomotor inclui a Terapia Ocupacional, o Treino da Atividade da Vida Diária e a Terapia da Linguagem. 2 - Os portes referentes às sessões de reabilitações e terapêuticas fisiátricas são devidos apenas quando realizadas por fisiatras. No caso de paciente internado, deverá ser observado o disposto no item 6 das Instruções Gerais. 3 - A remuneração prevista para as sessões de quimioterapia já contempla a visita hospitalar. Aos portes destas sessões aplica-se o disposto no item 6 das Instruções Gerais, no caso de paciente internado. 4 - Os atos médicos praticados pelo anestesiologista, quando houver necessidade do concurso desse profissional, serão valorados pelo porte OBSERVAÇÃO: - Os atos médicos praticados pelo anestesiologista serão valorados pelo porte 1, quando houver necessidade da sua participação. quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 1 de 12

15 DESCRIÇÃO Observações: - Referente ao código : - O acompanhamento será remunerado quando solicitado e justificado pelo cirurgião. - Referente ao código : - Quando necessário acompanhamento clínico diário além dos 15 dias previstos, a valoração do ato médico corresponderá a uma visita hospitalar diária. ORIENTAÇÕES REFERENTES A PROCEDIMENTOS CLÍNICOS E HOSPITALARES a) PACIENTE AMBULATORIAL - De acordo com o Capítulo I - CONSULTAS - (CÓDIGO ) b) PACIENTE INTERNADO - O porte equivale a UMA VISITA HOSPITALAR por dia de internação, inclusive a que corresponder ao dia da alta hospitalar (código ), observado o item 6 das Instruções Gerais. c) Nos casos COMPROVADAMENTE GRAVES, cujos pacientes exigirem a presença constante ou avaliações repetidas do(s) médico(s), assistente(s), este(s) poderá(ão) realizar mais de uma visita hospitalar, desde que justificadas, a cada ato sendo atribuído o respectivo porte OBSERVAÇÕES REFERENTES A QUEIMADURAS: - a) ITENS , e Por unidade topográfica (UT) compreende-se segmento do corpo facilmente delimitável, que tem uma área aproximada de 9% de superficie corpórea. No corpo humano existem 11 (onze) UT: cabeça e pescoço - cada um dos membros superiores - face anterior do toráx - face posterior do toráx - abdome - nádegas (da cintura a raiz da coxa) - cada uma das coxas - cada um dos conjuntos pernas e pés. Os genitais constituem uma UT à parte de (1%). 2 - Face, pescoço, mão, axila, região inguinais, joelhos, genitais, assim como as regiões onde as lesões atingem estruturas profundas (tendões, vasos e ossos, quando isoladas), cada um corresponde a 2 (duas) UT. - b) OBSERVAÇÕES GERAIS 1 - Cada procedimento refere-se a um único ato cirúrgico. Aos procedimentos que necessitem de revisões ou atos cirúrgicos complementares corresponderão novos portes, cada qual como um novo ato. 2 - A qualquer outro tipo de intervenção de outros especialistas que eventualmente colaborarem no tratamento serão atribuídos portes de acordo com as classificações das respectivas especialidades Observação: Os procedimentos com esvaziamento ganglionar incluem ligadura de vasos e traqueostomia Observações: - A inclusão de novos exames complementares deverá observar os protocolos do Conselho Brasileiro de Oftalmologia Observações: 1 - Nos portes atribuídos aos procedimentos ortopédicos e traumatológicos já está incluída a primeira imobilização. Em se tratando de entorses, contusões e distensões musculares, a valoração do ato corresponderá à consulta acrescida da imobilização realizada. 2 - Havendo necessidade de troca de aparelho gessado em ato posterior, a ele corresponderá novo porte, que será valorado com observância da presente Classificação. 3 - Para o tratamento clínico em regime de internação, o porte equivalerá a uma visita hospitalar. 4 - Revisão de coto de amputação, equivale à metade dos portes estipulados para a amputação do mesmo segmento, com direito a 1 auxiliar. 5 - Nos atendimentos ortopédicos e traumatológicos não tratados cirurgicamente nem submetidos a manobras incruentas, além da consulta inicial, será remunerada uma segunda consulta dentro dos primeiros 15 dias, quando efetivamente realizada. quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 2 de 12

16 DESCRIÇÃO Observação: - Os honorários deste item incluem também outros procedimentos inerentes além das microanastomoses vasculares, como as osteossínteses tenorrafias, neurorrafias e o tratamento de tegumento cutâneo Observações: 1 - REF. Códigos , , e As cirurgias cardíacas com circulação extracorpórea compõem-se do procedimento principal acrescido dos códigos , , e observando-se o previsto nos itens 4.1 e 4.2 das Instruções Gerais. - Quando utilizado enxerto com veia, acrescentar o Porte 3C, com artéria 5A. - Os procedimentos códigos , , , , , , e são considerados atos integrantes da Cirurgia Cardíaca com circulação extracorpórea Observações: Classificação e graduação das doenças venosas (CEAP): - São indicados para tratamento cirúrgico os portadores de varizes de classificação clínica "CEAP" 2, 3, 4 e 5, sendo, de acordo com o nível de comprometimento quanto à quantidade, disseminação em membros inferiores, variação de calibre (2 a 4 mm), também são passíveis de tratamento cirúrgico as veias varicosas de classificação clínica CEAP 1. - Classe 0 - Não apresenta doença venosa; - Classe 1 - Telengectasias e/ou veias reticulares (2 a 4 mm); - Classe 2 - Veias varicosas (> 4 mm); - Classe 3 - Classe 2 + Edema; - Classe 4 - Classe 3 + Pigmentação, eczema e lipodermoesclerose; - Classe 5 - Classe 4 + Úlcera varicosa cicatrizada; - Classe 6 - Úlcera varicosa aberta Observação: - Referência código: O custo operacional inclui o uso do equipamento e Observações: 1) Ref. Códigos e As valorações correspondentes a taxa de sala, medicamentos, cateteres, contrastes, filmes e custo operacional serão ajustados diretamente e de comum acordo entre as partes contratantes. - Quando realizados concomitantemente procedimentos diagnósticos, terapêuticos e diagnósticos/terapêuticos, para fins de valoração dos atos praticados, será observado o disposto no item 4 das Instruções Gerais Observação: 1 - Custos operacionais referentes a acessórios e descartáveis serão ajustados diretamente e de comum acordo entre as partes Observação: 1 - Custos operacionais referentes a acessórios e descartáveis serão ajustados diretamente e de comum acordo entre as partes Observação: - Ref. Códigos e : Quando orientados por US, acrescentar US Transretal ( ) Observação: Referente ao código Quando necessário poderá ser utilizado um auxiliar. quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 3 de 12

17 DESCRIÇÃO INSTRUÇÕES GERAIS ESPECÍFICAS ANESTESIOLOGIA 1. O ato anestésico se inicia com a visita pré-anestésica, prossegue com a administração da técnica anestésica indicada, que compreende o acesso venoso, intubação traqueal (quando indicada), instalação de controles e equipamentos necessários à anestesia e administração de drogas, encerrando-se com a recuperação dos parâmetros vitais, exceto nos casos que haja indicação de seguimento em UTI Não inclui medidas/controles invasivos que poderão ser valorados separadamente pelo anestesiologista, que deverá utilizar, para tal, o porte previsto para o cirurgião. 2. Neste trabalho, os atos anestésicos estão classificados em portes de 0 a 8, conforme as indicações do quadro abaixo: Porte Anestésico 0...Anestesia Local A C C B C B C A 3. O porte anestésico "0" significa "NÃO PARTICIPAÇÃO DO ANESTESIOLOGISTA". 4. Quando houver necessidade do concurso de anestesiologista em atos médicos que não tenham seus portes especialmente previstos na presente Classificação, a remuneração deste especialista será equivalente ao estabelecido para o PORTE Nos atos cirúrgicos em que haja indicação de intervenção em outros órgãos através do mesmo orifício natural, a partir da MESMA VIA DE ACESSO ou dentro da MESMA CAVIDADE ANATÔMICA, o porte a ser atribuído ao trabalho do anestesiologista será o que corresponder, por aquela via, ao procedimento de maior porte, acrescido de 50% dos demais atos praticados. 6. Quando a mesma equipe ou grupos diversos realizarem durante o mesmo ato anestésico procedimentos cirúrgicos diferentes através de outras incisões (exceto aquela complementar do ato principal) ou outros orifícios naturais, os portes relativos aos atos do anestesiologista serão estabelecidos em acréscimo ao ato anestésico de maior porte 70% dos demais. 7. Em caso de cirurgia bilateral no mesmo ato anestésico, INEXISTINDO código específico na presente Classificação, os atos praticados pelo anestesiologista serão acrescidos de 70% do porte atribuído ao primeiro ato cirúrgico. 8. Para os atos AN7 e AN8 ou naqueles nos quais seja utilizada Circulação Extracorpórea (CEC), ou procedimentos de neonatologia cirúrgica, gastroplastia para obesidade mórbida e cirurgias com duração acima de 6 horas, o anestesiologista responsável poderá, quando necessário, solicitar o concurso de um auxiliar (também anestesiologista), sendo atribuído a essa intervenção um porte correspondente a 30% dos portes previstos para o(s) ato(s) realizados pelo anestesiologista principal. 9. Na valoração dos portes constantes desta Classificação incluem a anestesia geral, condutiva regional ou local, bem como a assistência do anestesiologista, por indicação do cirurgião ou solicitação do paciente, seja em procedimentos cirúrgicos, diagnósticos ou terapêuticos tanto em regime de internamento como ambulatorial. 10. Os portes atribuídos aos atos do anestesiologista(s) referem-se exclusivamente à intervenção pessoal, livre de quaisquer despesas, mesmo as referentes a agentes anestésico, analgésicos, drogas, material descartável, tubos endotraqueais, seringas, agulhas, cateteres, "scalps", cal sodada, oxigênio, etc., empregados na realização do ato anestésico. 11. O aluguel de equipamentos de controle e execução de anestesias será permitido através de instituição juridicamente estabelecida, seja com o hospital ou terceiros por ele contratados com valoração acordada previamente. 12. Quando for necessária ou solicitada consulta com o anestesiologista, em consultório, previamente à internação ou à cirurgia ambulatorial, o anestesiologista fará jus ao porte equivalente à consulta clínica. 13. Nos procedimentos terapêuticos e diagnósticos, inclusive aqueles relacionados no capítulo IV, quando houver necessidade do concurso do anestesiologista, aplica-se o previsto no item 6.2 das Instruções Gerais quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 4 de 12

18 DESCRIÇÃO Observações: 1 - A eletroneuromiografia inclui: eletromiografia, velocidade de condução e teste de estímulos 2 - Aos procedimentos previstos nos códigos e , quando realizados bilateralmente, o porte para o segundo lado equivalerá a 70% do previsto para o primeiro lado. 3 - Aplica-se o previsto no item 6 das Instruções Gerais ao procedimento código Observação: 1 - Os procedimentos desta seção referem-se àqueles realizados em laboratórios gerais e especializados, consultórios e, nos procedimentos específicos que assim o permitirem, através de aparelhos portáteis Observações: 1. A consulta realizada previamente a procedimentos endoscópicos, com a finalidade de avaliação clínica e conseqüentemente classificação de risco do paciente, está incluída nos portes respectivos de cada procedimento. Porém, sempre que esta consulta contra-indicar o procedimento endoscópico, o médico endoscopista fará jus ao porte da consulta. 2. Nos portes dos procedimentos intervencionistas já estão incluídos os respectivos exames diagnósticos. Contudo, quando realizados dois ou mais procedimentos intervencionistas, a valoração destes atos obedecerá ao item 4.1 das Instruções Gerais, desde que não haja um código específico para o conjunto. 3. Os procedimentos realizados por videoendoscopia não terão acréscimos em seus portes. Os portes e custos operacionais dos procedimentos endoscópicos dependentes de Rx não incluem os portes e custos operacionais da Radiologia. 4. Os custos operacionais de Endoscopia Digestiva, não incluem os produtos médicos de uso único, os produtos médicos reutilizáveis e medicamentos, que deverão ser ressarcidos tomando-se como base as listagens de preços vigentes no mercado. Os custos operacionais referentes às Ecoendoscopias e Enteroscopias serão ajustados diretamente e de comum acordo entre as partes. 5. Para pacientes internados, os portes dos procedimentos endoscópicos intervencionistas obedecerão ao previsto no item 6 das Instruções Gerais; este adicional contudo, não se aplica ao custo operacional. Os atendimentos de urgência e emergência obedecerão ao disposto no item 2 das Instruções Gerais. 6. Nos procedimentos endoscópicos, onde há o concurso de endoscopista auxiliar, este será remunerado com o correspondente a 30% do honorário estabelecido para o endoscopista principal (item 5 das Instruções Gerais). 7. Quando houver a necessidade do concurso do anestesiologista nos atos médicos endoscópicos diagnósticos, a valoração do ato anestésico corresponderá ao porte 2; quando se tratar de ato endoscópico intervencionista, a valoração anestésica corresponderá ao porte Observações: Ref , , , e Para esclarecimento diagnóstico definitivo, poderá ser necessária a realização de marcadores adicionais, segundo o código , para cada marcador excedente. quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 5 de 12

19 DESCRIÇÃO INSTRUÇÕES TÉCNICAS: 1 - O sangue humano, não sendo objeto de comercialização, deverá ser suprido pelos familiares, amigos do paciente beneficiado pela transfusão e pela comunidade em geral. Os custos decorrentes da transfusão são referentes ao processamento, portes e procedimentos realizados. 2 - Por PROCESSAMENTO entende-se o recrutamento de doadores, seu cadastramento, exame médico, avaliação de hematócrito e/ou hemoglobina, coleta e lanche do doador, além da determinação do grupo sangüíneo ABO (provas direta e reversa) e Rh (como Du se necessário) e pesquisas de anticorpos irregulares na unidade coletada. Faz parte do processamento o fracionamento do sangue em componentes hemoterápicos. Foi acrescido ao Processamento o valor da taxa de bolsa plástica utilizada por hemocomponente assim como os materiais descartáveis para aplicação. 3 - Por PROCEDIMENTO entende-se todos os exames pré-transfusionais realizados como determinação do grupo sangüíneo ABO E Rh e pesquisa de anticorpos irregulares no sangue do receptor, prova de compatibilidade, reações sorológicas e taxas de utilização de materiais descartáveis para coleta de amostra. 4 - As reações sorológicas, pela sua multiplicidade e pelas diferenças regionais, serão valoradas de acordo com as necessidades, com códigos individualizados e fracionados para os casos de uso de componentes hemoterápicos. 5 - Nas exsanguíneo-transfusões, transfusões fetais intra-uterinas, operações de processadora automática de sangue, coleta de medula óssea por punção para transplante, coleta de célula tronco por processadora automática para transplante de medula óssea, coleta de célula tronco de sangue de cordão umbilical para transplante de medula óssea, aplicação de medula óssea ou célula tronco periférica, acompanhamento hospitalar/dia do transplante de medula óssea, bem como consulta hemoterápica quando solicitada, serão atribuídos a estes atos médicos os portes previstos nesta Classificação. Nos casos de coleta de medula óssea por punção, serão necessários dois médicos auxiliares e um médico anestesista. Os atos médicos dos auxiliares devem ser valorados de acordo com o disposto no item 5 das Instruções Gerais. 6 - O porte atribuído ao ato médico transfusional refere-se a instalação do sangue e/ou seus componentes no paciente sob responsabilidade do médico hemoterapeuta e o auxílio no tratamento das reações adversas que possam ocorrer em decorrência da transfusão. Cabe um porte para cada unidade hemoterápica aplicada ou retirada (como em sangria terapêutica ou Plasmaférese Terapêutica Manual). Nos casos de acompanhamento pelo médico terapeuta, exclusivamente de um ato transfusional durante toda sua duração, este item poderá ser substituído pelo item quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 6 de 12

20 DESCRIÇÃO Observações: 1) Ref : Restringe-se ao exame feito durante o ato cirúrgico, não incluindo o exame dos espécimes retirados no procedimento e enviados ao laboratório para exame em cortes de parafina; estes serão valorados de acordo com os itens pertinentes da Classificação. Os "imprints" peroperatórios realizados terão seus portes estabelecidos pelo código ) Ref : Usado para exames peroperatórios quando o patologista tiver que se deslocar de seu laboratório externo ao hospital. O exame do primeiro espécime utiliza este porte, enquanto os adicionais, quando existirem, terão portes individuais, utilizando o código Assim como no código anterior não estão incluídos os procedimentos posteriores realizados em cortes de parafina. 3) Ref : Estão incluídos neste item todos os procedimentos do exame de microscopia eletrônica, incluindo documentação fotográfica para cada espécime único; espécimes múltiplos terão portes valorados separadamente. Os exames de cortes semifinos apenas, sem utilização do microscópio eletrônico, terão seus portes fixados pelo código , uma vez a cada espécime. 4) Ref ; ; e O porte se refere apenas ao ato de coleta. Punções realizadas em diferentes regiões deverão ser valoradas separadamente. Exemplo: Punções realizadas em diferentes quadrantes de mama ou diferentes nódulos de tireóide, são consideradas punções distintas. Os códigos e são usados somente para a primeira região puncionada, devendo as demais seguirem os códigos ou A análise do material obtido terá seu porte fixado conforme código e ) Ref : Amostra única de tecido de órgão/lesão com finalidade diagnóstica, acondicionada isoladamente (exige a confecção de um a três blocos histológicos); cada "cell block" advindo de PAAF ou de líquidos de qualquer natureza e "imprints"; biópsias de áreas distintas designadas separadamente implicam em portes separados. Múltiplos frascos enviados separadamente são remunerados por este código para cada frasco processado, independente de discriminação das amostras. Múltiplos fragmentos colocados em um mesmo frasco, mas que tenham sido obtidos de regiões topográficas ou de lesões diferentes serão remuneradas de acordo com o código O valor final do exame será obtido pelo valor do código multiplicado pelo número de regiões topográficas ou lesões (identificadas pelo procedimento anatomopatológico, referidas na requisição médica ou informadas pelo paciente/familiar). 6) Ref : Cada revisão de lâmina deverá ser descrita e valorada individualmente, seguindo os príncípios descritos para biópsias e peças crirúrgicas ( , e ). Este código também é utilizado para remunerar recortes histológicos seriados, além de procedimento diagnóstico em cortes semifinos, sem utilização da microscopia eletrônica. 7) Ref : Fragmentos colhidos de mesma região topográfica de um mesmo órgão, não discriminados e colocados em um mesmo frasco que exigem a confecção de três ou mais blocos histológicos. Este código remunera cada frasco contendo as múltiplas amostras (do mesmo órgão ou topografia). 8) Ref : Peças cirúrgicas ou anatômicas simples são espécimes resultantes de intervenções de pequeno porte com finalidade excisional, não fragmentadas. Incluem as exéreses de cistos, ressecções cutâneas ou retalhos (fusos) cutâneos, pólipos, linfonodo isolado. Outros exemplos são: histerectomia simples (corpo e colo são remunerados separadamente), ressecções de baço, apêndice cecal, corneto nasal, hemorróida, nódulo prostático isolado, nódulo mamário isolado, nódulo tumoral benigno, ovário, saco herniário, segmento ósseo, testículo, tonsila, tuba uterina, vesícula biliar, etc. Esse procedimento geralmente exige a confecção de três a seis blocos histológicos. Uma peça cirúrgica fracionada em frascos diferentes será remunerada de acordo com o número de frascos enviados para exame. Nódulos tumorais múltiplos (mamários, prostáticos, miomatosos, etc), são remunerados de acordo com o número de espécimes enviados, independente de serem colocados em um mesmo frasco. 9) Ref : Peças cirúrgicas ou anatômicas complexas são espécimes resultantes de intervenções de médio e grande porte com finalidade diagnóstica/terapêutica incluindo-se avaliação prognóstica através de estadiamento. Esse procedimento geralmente exige a confecção de sete ou mais blocos histológicos. São exemplos: os produtos de cirurgias radicais, como amputação de pênis, colectomia, conização de colo uterino, enterectomia, esofagectomia, esvaziamento ganglionar (monobloco isolado), exenteração de globo ocular, gastrectomia, histerectomia radical (por neoplasia), laringectomia, mastectomia, nefrectomia, orquiectomia, pneumectomia (ou lobectomia), prostatectomia, quadrantectomia mamária. Retossigmoidectomia, segmento ósseo com neoplasia maligna, sigmoidectomia, tireoidectomia (ou lobectomia), vulvectomia, etc. Também estão incluídas as ressecções cutâneas ampliadas (para melanoma ou para tumores cutâneos com mais de 3,0 cm); as ressecções de tumores volumosos (maiores de 7,0 cm); as ressecções de órgão parenquimatosos, como segmentos pulmonares, hepáticos, renais, próstáticos, etc.; a placenta (disco placentário); em caso de gemelares, cada placenta é remunerada de forma independente. 10) Ref : Peças cirúrgicas adicionais são espécimes secundários de uma peça cirúrgica simples ou complexa, enviada em monobloco, ou de um espécime de amputação, como por exemplo, 1) Estruturas vizinhas ligamentos, cordões, ductos, segmentos e musculatura esquelética, epíplon, mesentério, etc, sendo cada estrutura remunerada de forma independente ; 2) Margens cirúrgicas (por margem) e cadeias linfonodais (por grupo de até seis linfonodos) de uma peça anatômica simples ou complexa; 3) Cordão umbilical e membranas de uma placenta. Admite-se a cobrança adicional de duas margens cirúrgicas nos espécimes de conização de colo uterino, (margens exo e endo cervicais) e de até cinco margens cirúrgicas nos espécimes de cirurgia oncológica radical. Cada procedimento deste código geralmente exige a confecção de um a três blocos histológicos. quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 7 de 12

21 DESCRIÇÃO 11) Ref : As lâminas de esfregaços de PAAF de diferentes regiões terão seus portes e UCO fixados separadamente (independente de ser de mesmo órgão ou de órgãos diferentes). Da mesma região utiliza-se o porte e a UCO deste código para cada 5 lâminas processadas (ex.: 13 lâminas obtidas de nódulo de lobo direito de tireóide, equivale 3 vezes o código ) INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA MEDICINA NUCLEAR "IN VIVO" 1 - Na Classificação estão incluídos os custos operacionais e os portes correspondentes aos atos médicos. 2 - Para cada exame está previsto um consumo de filmes radiográficos calculados em metros quadrados, com valores atualizados pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, ou listagem oficial de preços. OBS.: Estes valores devem ser reembolsados para exames com documentação ou filme de todos os órgãos examinados. 3 - Os radioisótopos e os respectivos fármacos específicos para cada exame serão reembolsados separadamente de acordo com listagem de preços atualizada, ou Unidade de Radiofármaco UR (*) do Colégio Brasileiro de Radiologia. 4 - Medicamentos, equipos, sondas, cateteres, guias e material de assepsia não constam nesta Classificação, seu reembolso será efetuado à parte, de acordo com listagem de preços atualizada. 5 - Tratamento de câncer de tireóide: as doses podem variar de 80 até 400 Mci. 6 - Quando necessário procedimento sob assistência de anestesista, a este será atribuído porte Observação: O procedimento não inclui teste ergométrico, que deve ser remunerado à parte, considerando para o cálculo o código Observação: Ref Quando associado à TC (PET-TC), será acrescido o código (TC para PET dedicado oncológico). quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 8 de 12

22 DESCRIÇÃO INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA MÉTODOS DIAGNÓSTICOS E INTERVENCIONISTAS POR IMAGEM 1 - Na Classificação estão incluídos os custos operacionais e os portes correspondentes aos atos médicos. 2 - Para cada exame está previsto um consumo de filmes radiográficos calculados em metros quadrados, com valores atualizados pela média dos valores de revenda, prazo de 30 dias e compensação de tributos. 3 - Medicamentos, equipamentos, sondas, cateteres, guias, contrastes e material de assepsia não constam desta Classificação. O reembolso será efetuado à parte, de acordo com listagem de preços atualizada. 4 - Exames angiográficos e intervencionistas terão seus portes fixados independentemente de taxas de sala. 5 - Os valores de filmes são calculados em metros quadrados, e seus reembolsos recomendados pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. 6 - Eventuais adequações de portes devem obedecer critérios técnicos recomendados e supervisionados pelo CBR. 7 - ANGIOMEDULAR - previstos para seus portes a inclusão no máximo de 4 vasos para angiomedular cervical, 6 vasos para angiomedular torácica e 6 vasos para angiomedular tóraco-lombar. 8 - Os procedimentos de Radiologia intervencionista serão valorados por vaso tratado, por número de cavidades drenadas e por número de corpos estranhos retirados. 9 - Em cada exame medular para tumores fica incluído somente um segmento Em exame medular de malformação incluem-se no máximo dois segmentos Angiografias por catéter ( , , , e ) incluem-se no máximo de 3 vasos Quando realizado angiografia diagnóstica e/ou radiologia intervencionista sucessivas, para fins de valoração dos atos médicos praticados, deve ser observado o disposto no item 4 das Instruções Gerais Quando realizados exames em duas ou mais regiões diferentes, remunera-se o custo operacional do exame principal ou de maior porte em 100% do valor previsto nesta Classificação, e em 70% do valor do custo de cada um dos demais exames realizados. Este critério não se aplica aos portes dos procedimentos nem ao valor do filme radiológico, que deverão ser remunerados integralmente Observação: - Os atos médicos praticados pelo anestesiologista, quando houver necessidade do concurso deste especialista, serão valorados pelo porte Observações: 1 - Os contrastes serão reembolsados, de acordo com listagem de preços atualizada. 2 - Estes valores devem ser reembolsados p/ exames com documentação ou filme de todos os órgãos examinados. 3 - Procedimentos intervencionistas orientados por ultra-som acrescem portes e normas do código Os volumes de filmes são calculados em metros quadrados, e seus reembolsos observarão a recomendação do CBR. 5 - Os atos médicos praticados pelo anestesiologista, quando houver necessidade do concurso deste especialista, serão valorados pelo porte Quando realizados exames em duas ou mais regiões diferentes, remunera-se o custo operacional do exame principal ou de maior porte em 100% do valor previsto nesta Classificação, e em 70% do valor do custo de cada um dos demais exames realizados. Este critério não se aplica aos portes dos procedimentos nem ao valor do filme radiológico, que deverão ser remunerados integralmente Observação: - Ref. códigos e : Já incluem o código quarta-feira, 21 de setembro de 2005 Página 9 de 12

TABELA DE HONORÁRIOS MÉDICOS

TABELA DE HONORÁRIOS MÉDICOS Instruções Gerais: TABELA DE HONORÁRIOS MÉDICOS 01. A presente Tabela de Honorários Médicos foi elaborada com base em critérios uniformes para todas as especialidades e tem como finalidade estabelecer

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS DA TABELA DE CÓDIGOS E PROCEDIMENTOS

INSTRUÇÕES GERAIS DA TABELA DE CÓDIGOS E PROCEDIMENTOS INTRODUÇÃO ORIENTAÇÕES GERAIS PARA IMPLANTAÇÃO 1. VALORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS, CONSULTAS E SERVIÇOS AUXILIARES DIAGNÓSTICOS E TERAPÊUTICOS. Para honorários de procedimentos pagos à pessoa física,

Leia mais

Tabela TUSS Eletros-Saúde INSTRUÇÕES GERAIS 1. CLASSIFICAÇÃO HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS

Tabela TUSS Eletros-Saúde INSTRUÇÕES GERAIS 1. CLASSIFICAÇÃO HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS Tabela TUSS Eletros-Saúde INSTRUÇÕES GERAIS 1. CLASSIFICAÇÃO HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS 1.1 A presente Classificação de Procedimentos foi elaborada com base em critérios técnicos e tem como

Leia mais

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 *****

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM n.º 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Página 1 de 17 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.666/2003, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, n. 81, 29 abr.2002. Seção 1, p. 265-66 Alterada pela Resolução CFM nº 1666/03 (Anexo II) O CONSELHO

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 Dispõe sobre convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina CFM, a Associação

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS DO ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS UNIMED Versão 2014.03 Vigência: 01/06/2014

INSTRUÇÕES GERAIS DO ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS UNIMED Versão 2014.03 Vigência: 01/06/2014 INSTRUÇÕES GERAIS DO ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS UNIMED Versão 2014.03 Vigência: 01/06/2014 1. NORMAS GERAIS PARA VALORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS, CONSULTAS E SERVIÇOS AUXILIARES DIAGNÓSTICOS E TERAPÊUTICOS.

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 Página 1 de 27 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015 RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015 (Publicada no D.O.U. de 04 de fevereiro de 2015, Seção I, p. 55) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 2.068/2013, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS 1. CLASSIFICAÇÃO HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS

INSTRUÇÕES GERAIS 1. CLASSIFICAÇÃO HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS INSTRUÇÕES GERAIS 1. CLASSIFICAÇÃO HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS 1.1 A presente Classificação de Procedimentos foi elaborada com base em critérios técnicos e tem como finalidade hierarquizar os

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA 1 de 26 16/11/2010 18:54 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1845/2008 (Publicada no D.O.U. de 15 Jul 2008, Seção I, p. 72) (Republicada com anexo no D.O.U. 16 Jul 2008, Seção I, p.164-168) (Modificada

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.973/2011 (Publicada no D.O.U. de 1º de agosto de 2011, Seção I, p. 144-147) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.845/08, que celebra

Leia mais

CONVÊNIO CELEBRADO ENTRE O CFM, A AMB E A CNRM

CONVÊNIO CELEBRADO ENTRE O CFM, A AMB E A CNRM CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.973, DE 14 DE JULHO DE 2011 Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM Nº 1.845/08, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 Médico Alergia

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 2.068/2013, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 802 Médico Alergia e

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 004 Médico - Alergia e Imunologia

Leia mais

POLÍTICA DE QUALIFICAÇÃO MÉDICA Edição: 24/10/2013 NORMA Nº 650

POLÍTICA DE QUALIFICAÇÃO MÉDICA Edição: 24/10/2013 NORMA Nº 650 Página: 1/36 1- OBJETIVO Garantir a segurança do paciente e da Instituição, através da definição dos requisitos básicos que permitem ao médico exercer o ato médico no Sistema de Saúde Mãe de Deus (SSMD).

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 006 Médico - Anestesiologia

Leia mais

Página 1 de 6. Médico - Acupuntura. Médico - Alergia e Imunologia Pediátrica. Médico - Anestesiologia. Médico - Cancerologia Clínica

Página 1 de 6. Médico - Acupuntura. Médico - Alergia e Imunologia Pediátrica. Médico - Anestesiologia. Médico - Cancerologia Clínica Especialidade Médico - Acupuntura Médico - Alergia e Imunologia Médico - Anestesiologia Médico - Cancerologia Clínica Médico - Cancerologia Médico - Cardiologia Médico - Cardiologia - Eletrofisiologia

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INFORMAÇÕES GERAIS 1 - A Residência em Medicina constitui modalidade de ensino de pós-graduação, destinada

Leia mais

SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS Edital n. 01/2009. ACUPUNTURA Código 101. Gabarito

SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS Edital n. 01/2009. ACUPUNTURA Código 101. Gabarito ACUPUNTURA Código 101 Questão 01: D Questão 19: B Questão 37: D Questão 55: D Questão 02: D Questão 20: D Questão 38: B Questão 56: B Questão 03: D Questão 21: A Questão 39: C Questão 57: A Questão 04:

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 5/2014-EBSERH/HC-UFMG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, 21 DE FEVEREIRO DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 5/2014-EBSERH/HC-UFMG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, 21 DE FEVEREIRO DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 5/2014-EBSERH/HC-UFMG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, 21 DE FEVEREIRO DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 Médico Acupuntura 802

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ

CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ Gabarito Preliminar CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ MÉDICO - ALERGIA E IMUNOLOGIA D A B E C D D C A B C C E A E E B B E B D A C D A MÉDICO

Leia mais

INFORME CBO. CBO com alterações de códigos e/ou descrições

INFORME CBO. CBO com alterações de códigos e/ou descrições INFORME CBO Considerando a publicação da Portaria SAS/MS n 203/2011, que inclui no Sistema de Informação Hospitalar (SIH) o registro obrigatório da competência de realização de todos os procedimentos realizados

Leia mais

Educação Médica no Brasil. Graduação, Especialização & Educação Médica Continuada

Educação Médica no Brasil. Graduação, Especialização & Educação Médica Continuada Educação Médica no Brasil Graduação, Especialização & Educação Médica Continuada Educação Médica no Brasil Escola Médica Especialização (especialidades e áreas de atuação) Residência Médica Estágios credenciados

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS O objetivo deste questionário é analisar as atividades

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS DO ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS UNIMED - 2012.02

INSTRUÇÕES GERAIS DO ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS UNIMED - 2012.02 0 INSTRUÇÕES GERAIS DO ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS UNIMED - 2012.02 1. NORMAS GERAIS PARA VALORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS, CONSULTAS E SERVIÇOS AUXILIARES DIAGNÓSTICOS E TERAPÊUTICOS. 1.1 Os portes

Leia mais

Quem vou ser daqui a 20 anos Público. Privado. Assistencial Acadêmica Gestão. Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo

Quem vou ser daqui a 20 anos Público. Privado. Assistencial Acadêmica Gestão. Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo Dr Milton Glezer Quem vou ser daqui a 20 anos Público Assistencial Acadêmica Gestão Privado Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo Mudanças nos planos de saúde- melhorar cada vez mais o funcionamento dos

Leia mais

Conhecimentos em Clínica Médica.

Conhecimentos em Clínica Médica. ANEXO II PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA s com Acesso Direto Acupuntura Anestesiologia Cirurgia Geral Dermatologia Infectologia Medicina da Família e Comunidade Medicina Nuclear Neurocirurgia Neurologia Conhecimentos

Leia mais

Página 1 de 4. Código Especialidade Requisitos

Página 1 de 4. Código Especialidade Requisitos CONCURSO PÚBLICO 12/2014-EBSERH/HU-UFMA ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS RETIFICADO Código Especialidade Requisitos 801 Médico

Leia mais

ORIENTAÇÕES DA AUDITORIA 2013. 1. Consulta médica:

ORIENTAÇÕES DA AUDITORIA 2013. 1. Consulta médica: ORIENTAÇÕES DA AUDITORIA 2013 1. Consulta médica: Atendimento prestado pelo médico credenciado ao usuário em consultório particular, domicilio ou nas instituições hospitalares em dias e horários pré-estabelecidos

Leia mais

201115 Geneticista 26/09/2008 26/09/2008. 213150 Físico médico 26/09/2008 26/09/2008. 221105 Biólogo 26/09/2008 26/09/2008

201115 Geneticista 26/09/2008 26/09/2008. 213150 Físico médico 26/09/2008 26/09/2008. 221105 Biólogo 26/09/2008 26/09/2008 de 201115 Geneticista 26/09/2008 26/09/2008 203015 Pesquisador em biologia de microorganismos e parasitas 26/09/2008 26/09/2008 213150 Físico médico 26/09/2008 26/09/2008 221105 Biólogo 26/09/2008 26/09/2008

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE SANTO ANDRÉ

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE SANTO ANDRÉ ANEXO I EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO N 008/2014 PARA CREDENCIAMENTO DE HOSPITAIS E CLÍNICAS HABILITADOS PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALTA COMPLEXIDADE, ASSIM COMPREENDIDOS OS CENTROS DE INFUSÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS;

Leia mais

Tabela 24 - Terminologia do código brasileiro de ocupação (CBO) Data de início de vigência. Código do Termo. Data de fim de implantação

Tabela 24 - Terminologia do código brasileiro de ocupação (CBO) Data de início de vigência. Código do Termo. Data de fim de implantação de 201115 Geneticista 26/09/2008 26/09/2008 203015 Pesquisador em biologia de microorganismos e parasitas 26/09/2008 26/09/2008 213150 Físico médico 26/09/2008 26/09/2008 221105 Biólogo 26/09/2008 26/09/2008

Leia mais

Tabela SulAmérica Saúde

Tabela SulAmérica Saúde Tabela SulAmérica Saúde Índice 1. Instruções Gerais... 4 1.1 Atendimento de Urgência e Emergência... 4 1.2 Normas Gerais... 4 1.3 Valoração dos Atos Cirúrgicos... 4 1.4 Auxiliares de Cirurgia... 5 1.5

Leia mais

ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS

ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS l ROL DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS INTRODUÇÃO O Rol de Procedimentos Médicos 2014 da Unimed Sul Capixaba, em vigor desde 02/01/2014, lista os procedimentos, exames e tratamentos com cobertura obrigatória para

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA SELEÇÃO PÚBLICA PARA ADMISSÃO DE MÉDICOS COMO COOPERADOS NA UNIMED JUIZ DE FORA 01/2012

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA SELEÇÃO PÚBLICA PARA ADMISSÃO DE MÉDICOS COMO COOPERADOS NA UNIMED JUIZ DE FORA 01/2012 34288 Acupuntura 59 aprovado 3 45210 Alergia e Imunologia 56,5 aprovado 5 42926 Anestesiologia 62,5 aprovado 48867 Anestesiologia 60,5 aprovado 48235 Anestesiologia 59 aprovado 9 48302 Anestesiologia 56

Leia mais

VAGAS e INSCRITOS por GRUPO 39 85

VAGAS e INSCRITOS por GRUPO 39 85 01 - ÁREAS BÁSICAS COM ACESSO DIRETO 1 ANESTESIOLOGIA - 3 ANOS 15 165 11,0 2 CIRURGIA GERAL - 2 ANOS 46 211 4,6 3 CLÍNICA MÉDICA - 2 ANOS 54 275 5,1 4 DERMATOLOGIA - 3 ANOS 5 88 17,6 5 INFECTOLOGIA - 3

Leia mais

OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS

OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS OBJETIVOS GERAIS O Programa de Residência Médica opcional de Videolaparoscopia em Cirurgia do Aparelho Digestivo (PRMCAD) representa modalidade de ensino de Pós Graduação visando ao aperfeiçoamento ético,

Leia mais

Na verdade são 4130 candidatos mas alguns se inscreveram para mais de uma área. Especialidade ou Área de atuação- Entrada pre-requisito Candidato s

Na verdade são 4130 candidatos mas alguns se inscreveram para mais de uma área. Especialidade ou Área de atuação- Entrada pre-requisito Candidato s Estatísticas referentes ao PSU para 2010 Relação candidato/vaga Especialidade entrada direta Candidatos Vagas Cand/vaga Clínica Médica 1147 131 8,8 Cirurgia Geral 804 76 10,6 Anestesiologia 458 32 14,3

Leia mais

Conselho Resolução Situação Ementa

Conselho Resolução Situação Ementa CFM 1845/2008 Integra Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.785/2006, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina

Leia mais

ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Vencimento Inicial em reais.

ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Vencimento Inicial em reais. ANEXO I CARGOS, VAGAS, VENCIMENTO INICIAL, CARGA HORÁRIA, REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS, E TAXA DE INSCRIÇÃO. Cód. Cargo 1 Ajudante de Carga e Descarga Vagas Vagas Reservadas Deficientes Vencimento Inicial

Leia mais

PROGRAMA DATA LOCAL E INFORMAÇÕES HORÁRIO

PROGRAMA DATA LOCAL E INFORMAÇÕES HORÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE - SANTA CASA DE PORTO ALEGRE COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA PROCESSO SELETIVO DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 CALENDÁRIO DA 2ª

Leia mais

NÚMERO DE PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICOS POR

NÚMERO DE PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICOS POR INDICADOR: F.2 NÚMERO DE PROCEDIMENTOS DIAGNÓSTICOS POR CONSULTA MÉDICA (SUS) 1. Conceituação Número médio de procedimentos diagnósticos, de patologia clínica ou de imagenologia por consulta médica, apresentados

Leia mais

INCA - Relatório Anual 2003 - Ensino

INCA - Relatório Anual 2003 - Ensino 54 55 Ensino Principais realizações Início da primeira etapa do Projeto de Diagnóstico de Recursos Humanos em Oncologia no país. Implementação da inscrição informatizada. Início do Projeto de Educação

Leia mais

LIVRETO EXPLICATIVO DO PLAM MASTER

LIVRETO EXPLICATIVO DO PLAM MASTER LIVRETO EXPLICATIVO DO PLAM MASTER INDIVIDUAL FAMILIAR OPERADORA Plano de Assistência Médica Mineira Ltda PLAM Inscrição na Agência Nacional de Saúde ANS nº 38.228-1 OPERADORA - Plano de Assistência Médica

Leia mais

Especialidade. Descrição. Código

Especialidade. Descrição. Código 1311.20 Gerente de serviços sociais 1312.05 Diretor de divisão médica 1312.05 Diretor de serviços de saúde 1312.05 Diretor de serviços médicos 1312.05 Diretor de unidade assistencial 1312.05 Diretor de

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS

CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA HIERARQUIZADA DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS Montagem: Dr. Jorge Utaliz Silveira - Diretor da AMRIGS Sra. Maria da Graça Gonzalez Schneider Gerente de Defesa Profissional AMRIGS Conceito:

Leia mais

ABRANGÊNCIA DO PLANO EMPRESARIAL HOSPITALAR COM/SEM OBSTETRÍCIA:

ABRANGÊNCIA DO PLANO EMPRESARIAL HOSPITALAR COM/SEM OBSTETRÍCIA: C o b e r t u r a C o n t r a t u a l ABRANGÊNCIA DO PLANO EMPRESARIAL HOSPITALAR COM/SEM OBSTETRÍCIA: -ATENDIMENTO 24 horas; I - AS CONSULTAS DE URGÊNCIA serão realizadas com médico plantonista no HOSPITAL

Leia mais

PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 Aprova o Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes. [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

Leia mais

RESOLUÇÃO N 21. Regulamenta a Assistência Médico-Hospitalar do IPERGS.

RESOLUÇÃO N 21. Regulamenta a Assistência Médico-Hospitalar do IPERGS. RESOLUÇÃO N 21 Regulamenta a Assistência Médico-Hospitalar do IPERGS. O PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pela letra

Leia mais

Tabela de Reembolso SulAmérica Saúde TRSS

Tabela de Reembolso SulAmérica Saúde TRSS Tabela de Reembolso SulAmérica Saúde TRSS Jan/14 1 Índice 1. Instruções Gerais... 4 1.1 Atendimento de Urgência e Emergência... 4 1.2 Normas Gerais... 4 1.3 Valoração dos Atos Cirúrgicos... 4 1.4 Auxiliares

Leia mais

SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº 02/2011

SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº 02/2011 SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº /2011 A Coordenação Geral do Grupo Gestor da SURCE e a Coordenação de Ensino e Pesquisa dos Hospitais Universitários

Leia mais

Programa com Entrada Direta 311 - Dermatologia 390 1 Classificado Programa com Entrada Direta 311 - Dermatologia 405 2 Classificado.

Programa com Entrada Direta 311 - Dermatologia 390 1 Classificado Programa com Entrada Direta 311 - Dermatologia 405 2 Classificado. Programa com Entrada Direta 302 - Anestesiologia 21 1 Classificado Programa com Entrada Direta 302 - Anestesiologia 1115 2 Classificado Programa com Entrada Direta 302 - Anestesiologia 32 3 Classificado

Leia mais

ERRATA DE EDITAL LEIA-SE: EM, 27 /11 /2015

ERRATA DE EDITAL LEIA-SE: EM, 27 /11 /2015 EM, 27 /11 /2015 ERRATA DE EDITAL A SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE/PE torna público a ERRATA do edital do Processo Seletivo da RESIDÊNCIA MÉDICA para o ano de 2016 publicado no DOE 14/11/2015, que será realizado

Leia mais

PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA/BAHIA 2015 COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA CEREM / BA EDITAL DE MATRÍCULA

PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA/BAHIA 2015 COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA CEREM / BA EDITAL DE MATRÍCULA PROCESSO SELETIVO UNIFICADO DE RESIDÊNCIA MÉDICA/BAHIA 2015 COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA CEREM / BA EDITAL DE MATRÍCULA A Comissão Estadual de Residência Médica - CEREM/BAHIA, no uso de suas

Leia mais

Ensino. Principais realizações

Ensino. Principais realizações Principais realizações Reestruturação dos Programas de ; Início do Projeto de Educação à Distância/EAD do INCA, por meio da parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública ENSP/FIOCRUZ; Três novos Programas

Leia mais

NÚMERO DE CONSULTAS MÉDICAS (SUS) POR HABITANTE

NÚMERO DE CONSULTAS MÉDICAS (SUS) POR HABITANTE Indicadores de cobertura NÚMERO DE CONSULTAS MÉDICAS (SUS) POR HABITANTE 1. Conceituação x Número médio de consultas médicas apresentadas no Sistema Único de Saúde (SUS) por habitante, em determinado espaço

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM nº 1634/2002

RESOLUÇÃO CFM nº 1634/2002 Página 1 de 11 Imprimir RESOLUÇÃO CFM nº 1634/2002 Dispõe sobre convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina CFM, a Associação Médica Brasileira - AMB

Leia mais

1.25. CBO-S (especialidade) 1312.05 Diretor clínico. 1312.05 Diretor de departamento de saúde. 1312.05 Diretor de divisão médica

1.25. CBO-S (especialidade) 1312.05 Diretor clínico. 1312.05 Diretor de departamento de saúde. 1312.05 Diretor de divisão médica 1.25. CBO-S (especialidade) Código Descrição 1312.05 Diretor clínico 1312.05 Diretor de departamento de saúde 1312.05 Diretor de divisão médica 1312.05 Diretor de serviços de saúde 1312.05 Diretor de serviços

Leia mais

Rio. Manual Completo TISS 3.0

Rio. Manual Completo TISS 3.0 Rio Manual Completo cooperado TISS 3.0 2 Manual Completo tiss 3.0.2 Manual Completo tiss 3.0.2 3 sumário Guia de Consulta 04 Guia de Comprovante Presencial 10 Guia SADt 15 Prezado Cooperado, Este manual

Leia mais

GRUPO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BELO HORIZONTE PROCESSO SELETIVO - RESIDÊNCIA MÉDICA 2013 RESULTADO FINAL 1ª Etapa Prova Objetiva.

GRUPO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BELO HORIZONTE PROCESSO SELETIVO - RESIDÊNCIA MÉDICA 2013 RESULTADO FINAL 1ª Etapa Prova Objetiva. 101 Anestesiologia 1167427 84,00 5,60-89,60 1 CLASSIFICADO 101 Anestesiologia 1168953 78,00 8,00-86,00 2 CLASSIFICADO 101 Anestesiologia 1169652 75,60 8,50-84,10 3 CLASSIFICADO 101 Anestesiologia 1170741

Leia mais

DIAMANTE V7.2.2 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 9 do PRODOCTOR) Primeira instalação do DIAMANTE

DIAMANTE V7.2.2 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 9 do PRODOCTOR) Primeira instalação do DIAMANTE SERVIDOR DIAMANTE V7.2.2 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 9 do PRODOCTOR) Primeira instalação do DIAMANTE Opção A O Prodoctor foi instalado de forma padrão, no disco C do servidor. C:\Prodoctor9

Leia mais

1 Recebido 2 Em análise 3 Liberado para pagamento 4 Encerrado sem pagamento 5 Analisado e aguardando liberação para o pagamento

1 Recebido 2 Em análise 3 Liberado para pagamento 4 Encerrado sem pagamento 5 Analisado e aguardando liberação para o pagamento 1.24. Status do protocolo Código Descrição 1 Recebido 2 Em análise 3 Liberado para pagamento 4 Encerrado sem pagamento 5 Analisado e aguardando liberação para o pagamento 1.25. CBOS (especialidade) Código

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM N.º 07, 05 de setembro de 2006 (*)

RESOLUÇÃO CNRM N.º 07, 05 de setembro de 2006 (*) RESOLUÇÃO CNRM N.º 07, 05 de setembro de 2006 (*) Dispõe sobre a duração do programa de Residência Médica de Cancerologia/Cirúrgica e seu conteúdo programático O Presidente da Comissão Nacional de Residência

Leia mais

Com grande satisfação o recebemos na UH SAÚDE

Com grande satisfação o recebemos na UH SAÚDE Prezado (a) Associado (a) Com grande satisfação o recebemos na UH SAÚDE Somos uma Operadora de Planos de Saúde constituída fundamentalmente por hospitais e centros médicos que, preocupados com a qualidade,

Leia mais

Anexo III. Vagas Adicionais AREAS BÁSICAS

Anexo III. Vagas Adicionais AREAS BÁSICAS Anexo III Vagas Adicionais AREAS BÁSICAS COD.101 - CLINICA MÉDICA 4 2 Hospital Geral de Pedreira 4 3 Associação Lar São Francisco de Assis na Providência de Deus (UNOESTE) 1 4 SANTA CASA DE FRANCA 2 1

Leia mais

DIAMANTE PLUS-CORP Versão 1.00.01 (Compatível com o PRODOCTOR PLUS e PRODOCTOR CORP)

DIAMANTE PLUS-CORP Versão 1.00.01 (Compatível com o PRODOCTOR PLUS e PRODOCTOR CORP) DIAMANTE PLUS-CORP Versão 1.00.01 (Compatível com o PRODOCTOR PLUS e PRODOCTOR CORP) Esta orientação é para clientes que vão iniciar a utilização do DIAMANTE PLUS CORP. SERVIDOR Acesse o site www.pacotediamante.com.br.

Leia mais

AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS FEVEREIRO./2015.02 Proced com finalidade diagnóstica 10.814.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia

AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS FEVEREIRO./2015.02 Proced com finalidade diagnóstica 10.814.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS.02 Proced com finalidade diagnóstica 10.814.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia 43.02.01.01 biópsia do colo uterino 1.02.01.01 biópsia de fígado por punção

Leia mais

FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS

FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS FUNDAÇÃO HOSPITALAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS CONCURSO PÚBLICO REGIDO PELO EDITAL FHEMIG Nº. 01/2009, PARA PROVIMENTO DE CARGOS DAS CARREIRAS DE MÉDICO, PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM, ANALISTA DE GESTÃO E

Leia mais

Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA

Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA DIRETORIA DE AUDITORIA Art. 52 A Diretoria de Auditoria Médica compete, entre outras, as seguintes atribuições: I coordenar as ações do departamento

Leia mais

ANEXO I. Centro de Saúde nº 1 Unidade Mista 508/509 Sul. Ortopedia e Traumatologia. Ortopedia e Traumatologia. Radiologia e Diagnóstico por Imagem

ANEXO I. Centro de Saúde nº 1 Unidade Mista 508/509 Sul. Ortopedia e Traumatologia. Ortopedia e Traumatologia. Radiologia e Diagnóstico por Imagem ANEXO I QUADRO DE VAGAS - Processo Seletivo para Preceptoria dos Programas de Residência Médica Seleção 2014/1 Opção de Vaga Unidade de Saúde/SES Programa de Residência de Cargo Local de execução das atividades

Leia mais

SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ - SURCE 2014/2015

SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ - SURCE 2014/2015 SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ - SURCE 2014/2015 ANEXO II - PROGRAMAS / VAGAS / INSTITUIÇÕES As vagas ofertadas são de total responsabilidade de cada uma das respectivas instituições

Leia mais

OSMAR DE LIMA MAGALHÃES Secretário do Governo Municipal

OSMAR DE LIMA MAGALHÃES Secretário do Governo Municipal PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 1663, DE 02 DE JULHO DE 2012. Aprova o detalhamento das funções/especialidades dos cargos do Quadro Permanente da Função Saúde da Administração Pública

Leia mais

RAZ_SOC ESPECIALIDADE I.DESCRICAO '' A.RUA BAIRRO CIDADE ESTADODDD_TELTEL SEMPER S/A SERVIÇO MEDICO PERMANENTE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO ALAMEDA

RAZ_SOC ESPECIALIDADE I.DESCRICAO '' A.RUA BAIRRO CIDADE ESTADODDD_TELTEL SEMPER S/A SERVIÇO MEDICO PERMANENTE CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO ALAMEDA BIOCOR HOSPITAL D C LTDA RADIOLOGIA ALAMEDA DA SERRA, 217 VALE DO SERENO NOVA LIMA MG 31 3289-5000 BIOCOR HOSPITAL D C LTDA RADIOLOGIA ALAMEDA DA SERRA, 217 VALE DO SERENO NOVA LIMA MG 31 3289-5000 BIOCOR

Leia mais

ESTADO DE RORAIMA SECRETARIA DE ESTADO DA GESTÃO ESTRATÉGICA E ADMINISTRAÇÃO AMAZÔNIA: PATRIMÔNIO DOS BRASILEIROS

ESTADO DE RORAIMA SECRETARIA DE ESTADO DA GESTÃO ESTRATÉGICA E ADMINISTRAÇÃO AMAZÔNIA: PATRIMÔNIO DOS BRASILEIROS ESTADO DE RORAIMA SECRETARIA DE ESTADO DA GESTÃO ESTRATÉGICA E ADMINISTRAÇÃO AMAZÔNIA: PATRIMÔNIO DOS BRASILEIROS CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR-MÉDICO CONCURSO PÚBLICO

Leia mais

PROPOSTA DE PLANO DE SAÚDE ASSUFSM. Santa Maria, 06 de Junho de 2013.

PROPOSTA DE PLANO DE SAÚDE ASSUFSM. Santa Maria, 06 de Junho de 2013. PROPOSTA DE PLANO DE SAÚDE ASSUFSM Santa Maria, 06 de Junho de 2013. INTRODUÇÃO Trata-se de uma proposta de Plano de Saúde no sistema de pré-pagamento para atender os associados da ASSUFSM de Santa Maria/RS,

Leia mais

AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS SETEMBRO./2014.02 Proced com finalidade diagnóstica 16.443.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia

AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS SETEMBRO./2014.02 Proced com finalidade diagnóstica 16.443.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS SETEMBRO./2014.02 Proced com finalidade diagnóstica 16.443.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia 66.02.01.01 biópsia do colo uterino 4.02.01.01 Biópsia de

Leia mais

CBO-S (Códigos de Especialidade)

CBO-S (Códigos de Especialidade) CBO-S (Códigos de Especialidade) Código Descrição 1312.05 Diretor clínico 1312.05 Diretor de departamento de saúde 1312.05 Diretor de divisão médica 1312.05 Diretor de serviços de saúde 1312.05 Diretor

Leia mais

DIAMANTE V11.00.03 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 11 do PRODOCTOR)

DIAMANTE V11.00.03 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 11 do PRODOCTOR) DIAMANTE V11.00.03 www.pacotediamante.com.br (Compatível com a versão 11 do PRODOCTOR) SERVIDOR ATENÇÃO Esta operação só poderá ser efetuada no servidor, e com todas as estações do PRODOCTOR DESLIGADAS.

Leia mais

REDE CREDENCIADA MARÍTIMA SEGURO SAÚDE- MAIO 2014

REDE CREDENCIADA MARÍTIMA SEGURO SAÚDE- MAIO 2014 CATEGORIA_DIVULGAÇÃO ESPECIALIDADE_DIVULGAÇÃO NOME_FANTASIA_PONTO BAIRRO_PONTO SERVIÇO DE DIAGNÓSTICO LABORATORIO / ANATOMIA PATOLOGICA CEDACLIN CENTRO SERVIÇO DE TERAPIA FISIOTERAPIA CEMED IMAGEM CENTRO

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS (HFA)

MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS (HFA) U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A (UnB) CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS (CESPE) MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS (HFA) Concurso

Leia mais

Dados para geração do NFTE para Residência Médica - 2002. TI/DEDES/SESu/MEC Página 1 de 17

Dados para geração do NFTE para Residência Médica - 2002. TI/DEDES/SESu/MEC Página 1 de 17 26284 FFFCMPA Porto Alegre Anatomia Patológica 4 4 26284 FFFCMPA Porto Alegre Anestesiologia 6 6 26284 FFFCMPA Porto Alegre Cirurgia de Cabeça e Pescoço 2 2 26284 FFFCMPA Porto Alegre Cirurgia Geral 18

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001 DO 9-E, de 12/1/01 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria SAS/MS nº 224, de

Leia mais

AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS JANEIRO./2015.02 Proced com finalidade diagnóstica 8.946.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia

AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS JANEIRO./2015.02 Proced com finalidade diagnóstica 8.946.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS.02 Proced com finalidade diagnóstica 8.946.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia 33.02.01.01 biópsia do colo uterino 0.02.01.01 biópsia de fígado por punção

Leia mais

Secretaria de Gestão do STF-Med INSTRUÇÕES SOBRE TAXAS E DIÁRIAS DA TABELA PRÓPRIA PARA CONVÊNIOS E CREDENCIAMENTOS DO STF-MED

Secretaria de Gestão do STF-Med INSTRUÇÕES SOBRE TAXAS E DIÁRIAS DA TABELA PRÓPRIA PARA CONVÊNIOS E CREDENCIAMENTOS DO STF-MED Secretaria de Gestão do STF-Med INSTRUÇÕES SOBRE TAXAS E DIÁRIAS DA TABELA PRÓPRIA PARA CONVÊNIOS E CREDENCIAMENTOS DO STF-MED I. DO ATENDIMENTO O atendimento é o ato de acolhimento do paciente, seguido

Leia mais

Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia PREZADO ASSOCIADO

Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia PREZADO ASSOCIADO Tabela Comercial UNIFAMÍLIA EMPRESARIAL POR ADESÃO COPARTICIPATIVO 50% Módulo Ambulatorial+Hospitalar +Obstetrícia Cobertura de consultas médicas de pré-natal, exames complementares bem como atendimentos

Leia mais

EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA. Escola Superior de Ciências da Saúde

EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA. Escola Superior de Ciências da Saúde EDITAL nº 103/2009 - ANEXO I CONCURSO PÚBLICO PARA O MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UEA Escola Superior de Ciências da Saúde Período de Inscrição: 18 de janeiro de 2010 a 19 de fevereiro de 2010. Local de Inscrição:

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS Versão 10 de julho de 2009 1 INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL IPERGS DIRETORIA EXECUTIVA e GRUPO PARITÁRIO TERMO DE ACORDO COM O GRUPO PARITÁRIO PARA REAJUSTE DE TABELAS DE REMUNERAÇÃO

Leia mais

Boletim de Serviço. Nº 06, 05 de janeiro de 2015. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes

Boletim de Serviço. Nº 06, 05 de janeiro de 2015. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes Boletim de Serviço Nº 06, 05 de janeiro de 2015 Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES EBSERH HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CASSIANO ANTÔNIO MORAES Av. Marechal

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31587 de 18/01/2010

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31587 de 18/01/2010 DIÁRIO OFICIAL Nº. 31587 de 18/01/2010 SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA AOS SERVIDORES DO ESTADO Republicação da resolução n 04 de 21 de dezembro de 2009 Número de Publicação:

Leia mais

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17 Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17 ORIENTAÇÕES PARA CREDENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTO PARA TRANSPLANTES Formular o processo de

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014 PORTARIA 13/2014 Dispõe sobre os parâmetros do exame PET-CT Dedicado Oncológico. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL-IPERGS, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista Residência Médica A Residência Médica foi instituída no Brasil pela Lei nº. 6.932 de 07 de julho de 1981 e regulamentada pelo Decreto nº. 80.281, de 05 de setembro de 1977. Equivalência da Residência Médica

Leia mais

ALAGOAS MACEIÓ URGÊNCIA GERAL URGÊNCIA ORTOPÉDICA URGÊNCIA PEDIÁTRICA HOSPITAL GERAL URGÊNCIA E EMERGÊNCIA URGÊNCIA CARDÍACA

ALAGOAS MACEIÓ URGÊNCIA GERAL URGÊNCIA ORTOPÉDICA URGÊNCIA PEDIÁTRICA HOSPITAL GERAL URGÊNCIA E EMERGÊNCIA URGÊNCIA CARDÍACA URGÊNCIA GERAL ALAGOAS URGÊNCIA ORTOPÉDICA URGÊNCIA PEDIÁTRICA HOSPITAL GERAL MACEIÓ URGÊNCIA E EMERGÊNCIA URGÊNCIA CARDÍACA RUA HUGO CORREIA PAES, 253. farol FONE: (82) 2123-7000 REDE CONTRATADA PARA

Leia mais

AREMG - PSU 2016 - Relação de Inscrições por vaga

AREMG - PSU 2016 - Relação de Inscrições por vaga AREMG - Associação de Apoio a Residência Médica de Minas Gerais AREMG - PSU 2016 - Relação de Inscrições por vaga Numero total de Candidatos 7.283 Numero total de inscrições 39.753 Vaga Instituição Vagas

Leia mais

ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL N.º 13/2015-IEP/HCB

ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL N.º 13/2015-IEP/HCB ADENDO MODIFICADOR DO EDITAL N.º 13/2015-IEP/HCB Por este instrumento o Conselho de Pós-Graduação (CPG) do Programa de Pós-Graduação em Oncologia do Hospital de Câncer de Barretos Fundação Pio XII, torna

Leia mais

AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS JULHO./2014.02 Proced com finalidade diagnóstica 15.985.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia

AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS JULHO./2014.02 Proced com finalidade diagnóstica 15.985.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia AMBULATORIAL - PROCEDIMENTOS REALIZADOS JULHO./2014.02 Proced com finalidade diagnóstica 15.985.02.01 Col de mat por meio de punção/biopsia 107.02.01.01 biópsia de pele e partes moles 39.02.01.01 Biópsia

Leia mais