Riscos e Controles Internos

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1 Riscos e Controles Internos Ouvidoria:

2 Índice 1. Introdução 3 2. Objetivo 3 3. Estrutura de gerenciamento do risco operacional 4 4. Agentes da Estrutura de GRO 5 Ouvidoria:

3 1. Introdução Em atendimento a Resolução nº 3.380, Art. 4º, a Spinelli S/A CVMC definiu sua estrutura de gerenciamento de risco operacional. Risco Operacional, de acordo com a definição da Resolução no /06 do Conselho Monetário Nacional é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. 2. Objetivo Garantir a conscientização em todos os níveis da Spinelli, da política e dos procedimentos relacionados à gestão de riscos operacionais; Acompanhar a implantação e a implementação das metodologias, dos modelos e das ferramentas de gestão de riscos operacionais, em conformidade com as regras aplicáveis; Melhorar a cultura dos colaboradores e dos terceiros sobre os principais riscos do segmento, assim como sobre a estrutura da gestão de riscos operacionais na Spinelli; Suportar e capacitar a implementação e a manutenção da política e dos procedimentos de gestão de riscos operacionais; Definir a estrutura de gerenciamento do risco operacional. Ouvidoria:

4 3. Estrutura de gerenciamento do risco operacional A estrutura de gerenciamento de risco operacional deve prever, no mínimo: I - identificação, avaliação, monitoramento, controle e mitigação do risco operacional; II - documentação e armazenamento de informações referentes às perdas associadas ao risco operacional; III - elaboração, com periodicidade mínima anual, de relatórios que permitam a identificação e correção tempestiva das deficiências de controle e de gerenciamento do risco operacional; IV - realização, com periodicidade mínima anual, de testes de avaliação dos sistemas de controle de riscos operacionais implementados; V - elaboração e disseminação da política de gerenciamento de risco operacional aos colaboradores, AAI e terceiros da instituição, em seus diversos níveis, estabelecendo papéis e responsabilidades, bem como as dos prestadores de serviços terceirizados; VI - existência de plano de contingência contendo as estratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidade das atividades e para limitar graves perdas decorrentes de risco operacional; VII - implementação, manutenção e divulgação de processo estruturado de comunicação e informação. Ouvidoria:

5 4. Agentes da Estrutura de GRO A estrutura de Gestão de Riscos Operacionais da Spinelli, além de contar com a colaboração de todas as áreas da instituição, apresenta como agentes principais de seus processos: Comitê de Compliance e Riscos Operacionais Tem como função, tomar decisões sobre as diretrizes, política e procedimentos relacionados à gestão de riscos operacionais na Spinelli. Principais Atribuições Analisar a metodologia de mapeamento e gestão dos riscos operacionais e acompanhar os resultados das ações mitigadoras de exposição ao risco; Manifestar-se sobre: Objetivo, missão, estratégia, abrangência e modelo de gestão de risco operacional; Estrutura e responsabilidades pela gestão de risco operacional; Métodos de monitoramento que permitam adequada gestão de riscos operacionais; Definição dos requerimentos de relatórios de divulgação; Cumprimento dos planos de ação. As atribuições acima descritas são específicas para a atividade de gestão de riscos operacionais, sem considerar as demais atividades já exercidas pelo Comitê de Controles Internos e Compliance vigentes. Composição Diretoria de Gestão de Riscos Operacionais; Gerência de Gestão de Riscos Operacionais e Compliance. Reunião Periódica O Comitê reunir-se-á esporadicamente, por convocação do Comitê Diretivo da Spinelli ou qualquer um de seus membros e em situações excepcionais. Diretoria de Risco operacional Tem como função desenvolver e implementar a estrutura de Gestão de Riscos Operacionais a fim de garantir o seu funcionamento. Sua composição é formada pelo Ouvidoria:

6 Diretor de Gestão de Riscos Operacionais e suas principais atribuições são: Aprovar e divulgar política e procedimentos relacionados à gestão de riscos operacionais; Desenvolver um plano de conscientização e cultura de gestão de riscos e controles ; Analisar e priorizar ações baseadas na matriz de riscos operacionais ou estabelecidas pela Diretoria; Monitorar desvios, riscos e oportunidades no caso de eventuais rupturas de cenários; Garantir que os objetivos da estrutura de gestão de riscos operacionais estejam sendo considerados em toda a instituição. Gerência de Risco Operacional Tem como função planejar e operacionalizar a estrutura de gestão de riscos operacionais da Spinelli, suportada pelo manual de procedimentos de gestão de riscos operacionais vigente. Sua composição é formada parcialmente pelo Gerente de Riscos Operacionais e Compliance e pelo Analista de Riscos Operacionais e Compliance. Suas principais atribuições são: Promover a operacionalização das diretrizes e decisões emanadas pelo diretor de gestão de riscos operacionais; Garantir a execução e a disseminação das atividades de gestão de riscos operacionais no seu âmbito de atuação; Cumprir a política e os procedimentos de gestão de riscos operacionais; Promover discussões com os gestores de riscos operacionais locais alinhando o processo de tratamento dos riscos e os planos de ação (consolidação geral de todas as áreas); Promover discussões entre as áreas identificadas como responsáveis pelos planos de ação, visando obter consenso e comprometimento com relação às ações propostas e os prazos estabelecidos; Avaliar as matrizes de riscos e controles das áreas, assegurando a qualidade das informações relacionadas a todos os itens da metodologia COSO ERM utilizada; Atender as demandas e prestar contas ao Diretor de Gestão de Riscos Operacionais; Monitorar a inserção das informações de perdas operacionais efetuada pelos gestores de riscos operacionais locais em banco de dados utilizado (Vide Tópico Base de Dados de Perdas). Gestores das áreas da empresa É composta por todos os colaboradores da Spinelli que exercem a função de gerência e/ou de diretoria ou colaboradores designados por estes. Suas principais atribuições são: Ouvidoria:

7 Cumprir a política e os procedimentos da gestão de riscos operacionais; Ser o responsável pela gestão de riscos operacionais no âmbito de sua área; Consolidar os resultados das áreas sob sua responsabilidade; Executar a revisão periódica das matrizes de riscos e controles das áreas sob sua responsabilidade; Participar de reuniões com a Gerência de Riscos Operacionais para validação das informações de riscos operacionais identificadas; Formalizar, registrando em ferramenta aplicável, a revisão periódica da matriz de riscos operacionais das áreas sob sua responsabilidade; Atender as demandas e prestar contas à Gerência / Diretoria de Gestão de Riscos Operacionais (dependendo do nível hierárquico do gestor); Inserir informações de perdas operacionais em banco de dados utilizado (Vide Tópico Base de Dados de Perdas) quando da ocorrência e informar, por , a Gerência de Riscos Operacionais. Auditoria Interna Tem como função colaborar com a função de gestão de riscos operacionais, examinando, avaliando, informando e recomendando melhorias para a efetividade dos processos de gestão de riscos operacionais. É composta pela Auditoria Interna que atualmente é terceirizada. Suas principais atribuições são: Inserir, no Plano Anual de Trabalho, um trabalho específico para a estrutura de gestão de riscos operacionais; Avaliar a efetividade e a eficiência da estrutura de gestão de riscos operacionais e do sistema de controles internos relacionados à gestão de riscos operacionais; Aferir o cumprimento da Resolução no /06 da política e dos procedimentos relacionados à gestão de riscos operacionais; Acompanhar o monitoramento da gestão de riscos operacionais (em conjunto com a gerência de riscos operacionais) avaliando o ambiente de controles internos e provendo à alta administração uma avaliação sobre a sua efetividade; Atestar o devido registro, a integridade e a qualidade das informações de perdas operacionais inseridas pelos gestores de riscos operacionais locais em banco de dados utilizado (Vide Tópico: Base de Dados de Perdas). Ouvidoria:

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