Composição do Comitê Gestor de Riscos. Estrutura.

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1 Composição do Comitê Gestor de Riscos. Estrutura. Diretor Presidente:Josiane Greca Schmuck Conselho de administração: Amadeu Greca Auditoria: Bazzaneze Auditores Independentes S/S Diretor de Risco Operacional: Josiane Greca Schmuck Tecnologia da Informação: Pedro Paulo de Carvalho Santos Compliance Officer: Roderlei Aparecido da Silva Contabilidade: Paulo César Janchikoski Gestores dos Processos: Marcio Valduir Zmijevski, Celso Biernastki, Vetor Auditores Independentes S/S e Paulo César Janchikoski 2007

2 Conceituação. Risco operacional é definido como o risco de perda resultante de falha ou inadequação de processos internos, comportamento humano e sistemas, ou ainda, proveniente de eventos externos. Esta Estrutura de Gerenciamento de Risco operacional foi desenvolvida visando o acompanhamento e gestão dos processos acima citados, de acordo com as melhores práticas de mercado e integral atendimento a regulamentação vigente, sendo compostas de princípios, políticas, responsabilidades e ações. Nesta definição, inclui-se o risco legal, mas não o risco reputacional ou de negócios. Em cumprimento ao Art. 1º, parágrafo 3º da Circular Bacen 3.383, de 30/04/2008, informamos que nossa Instituição adotou a Abordagem do Indicador Básico para realizar o cálculo da parcela do Patrimônio de Referencia Exigido (PRE) referente ao Risco Operacional de que trata a Res. CMN nº , de 29 de agosto de A Diretoria da ATRIA SA CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO, se responsabiliza por todas as informações de interesses financeiros e sociais na gestão do risco operacional aqui divulgadas. 1 ATRIBUIÇÕES BÁSICAS DA DIRETORIA Aprovar políticas e procedimentos a serem adotados para o cumprimento do disposto na Resolução CMN que sejam consistentes com a estratégia de negócios da Átria. Tratar o Risco Operacional como uma categoria distinta de risco a ser gerenciada. Manter entendimento e conhecimento sobre informações periódicas sobre o nível de exposição da Átria aos riscos operacionais, as quais devem contemplar a verificação da obediência às regras, procedimentos e limites estabelecidos, bem como as explicações referentes ao descumprimento das regras estabelecidas e as medidas corretivas tomadas em relação aos fatos. Assegurar-se de que a estrutura de gerenciamento de riscos operacionais da Átria está devidamente implementada e é apropriada para suas atividades. Promover envolvimento, recursos e atribuir responsabilidades para que os gestores dos processos desenvolvam de forma continua o processo de autoavaliação de riscos e controles, bem como o registro de perdas operacionais existentes em seus respectivos Responsabilidades Corpo Diretivo: Josiane Greca Schmuck

3 processos. Aprovar e monitorar os planos de ação propostos para mitigação dos riscos operacionais. Anualmente revisar e aprovar a Política de Gerenciamento do Risco Operacional. Manifestar-se expressamente acerca das ações a serem implementadas para correção tempestiva das deficiências apontadas no relatório anual de controle e gerenciamento de Risco Operacional, fazendo constar também sua responsabilidade pelas informações divulgadas. Indicar o diretor responsável pelo gerenciamento de Risco Operacional. 2 ATRIBUIÇÕES BÁSICAS DA AUDITORIA INTERNA Elaborar e executar plano de testes para avaliação do sistema de controles internos de riscos operacionais. Verificar se a estrutura de risco operacional está implementada em toda a instituição. Fornecer subsídios para a identificação e avaliação de riscos e controles de cada área/processo por meio de relatório de auditoria interna. 3 ATRIBUIÇÕES BÁSICAS DO DIRETOR RESPONSÁVEL PELO RISCO OPERACIONAL Definir as políticas e objetivos gerais, formular e coordenar os processos de gerenciamento de riscos operacionais da Atria. Estabelecer uma estrutura organizacional de modo a minimizar possíveis conflitos de interesses entre as áreas de negócio e de controle. Respaldar a Diretoria com informações relevantes sobre a implementação e gerenciamento do risco operacional da Atria. Aprovar a definição de metodologia e modelos para gerenciamento do risco operacional. Promover a disseminação da cultura de risco operacional para todas as áreas da Atria por meio de treinamento, normativos e outros. 4 ATRIBUIÇÕES BÁSICAS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Adequar e revisar periodicamente o plano de contingência, conforme disposto na resolução CMN 3.380/06. Assegurar-se de que os sistemas disponíveis estejam de Auditoria Independente: Bazzaneze Auditores Independentes S/S (Terceirizada) Diretor Responsável pela Implementação: Josiane Greca Schmuck Gestor de TI: Pedro Paulo de Carvalho Santos

4 acordo com o escopo e o tamanho dos negócios realizados pela Atria, avaliação que deve ser feita em parceira com as áreas usuárias. Manter processos de controle de acesso de usuários á sistemas com procedimentos de restrição à consulta, eliminação, alteração e atualização de dados a fim de se evitar possíveis conflitos de interesse entre as áreas da Atria. Interagir com Gestor de Riscos Operacionais e Controles Internos em todas as questões que envolvam riscos e controles operacionais informatizados que afetam as diversas áreas/processos da Atria. 5 ATRIBUIÇÕES BÁSICAS COMPLIANCE OFFICER AMBIENTE DE RISCOS E CONTROLES Elaborar, divulgar e revisar periodicamente políticas, normas e procedimentos sobre gerenciamento de riscos operacionais. Definir procedimentos para identificação, avaliação, mensuração, divulgação e controles dos riscos e perdas operacionais. Assegurar a documentação adequada de todas as implementações que compõe os procedimentos e estrutura de risco operacional através do Sistema de Gerenciamento de Risco Operacional Definir, padronizar e formalizar a linguagem de risco operacional da instituição e disseminar cultura de risco operacional na Atria. Promover treinamentos e qualificação adequados a todos os colaboradores da Atria, inclusive terceiros. AVALIAÇÃO DE RISCOS E CONTROLES Apoiar os gestores dos processos na Auto-Avaliação semestral com o objetivo de identificar, mapear os riscos e os controles praticados. Acompanhar e controlar os riscos operacionais identificados e exposição ás perdas. Manter processo contínuo de troca de informações sobre perdas e ocorrências com as áreas de Contabilidade e Jurídico para a formação e manutenção da base de dados histórica de perdas. ATIVIDADES DE CONTROLE Monitorar as atividades que contemplam os controleschave dos riscos e manter acompanhamento sobre o desempenho das mesmas através das auto-avaliações dos gestores dos processos, relatórios de Auditoria Interna, Especialista interno: Roderlei Aparecido da Silva

5 Auditoria Externa e informações de outras áreas independentes registradas no Sistema de Gerenciamento de Risco Operacional. Monitoração das Atividades e Correção das Deficiências Monitorar os principais riscos associados a produtos, processos e sistemas da instituição. Interagir periodicamente com todos os Gestores de Processos para tomar conhecimento de todos os eventos de risco, perda e ocorrências da Atria. Verificar a conformidade de novos produtos, serviços e sistemas, que devem ser avaliados sob enfoque do risco operacional antes de serem lançados. Apoiar o gestor na elaboração de planos de ação para mitigação de riscos operacionais Informação e Comunicação Informar os riscos incorridos pela Atria, com julgamento independente das áreas de negócio. Elaborar relatórios de avaliação de riscos, controles e perdas com informações relevantes a respeito do risco residual e os planos de ação propostos e reportar a Diretoria para avaliação e tomada de decisão quanto ao tratamento dos riscos e perdas. 6 ATRIBUIÇÕES BÁSICAS DA CONTABILIDADE Definir grupo de contas de perdas operacionais em conformidade com os padrões COSIF. Contabilizar perdas operacionais e conciliar os saldos contábeis com a base de dados de perdas da Atria. Publicar em conjunto com as demonstrações contábeis semestrais, resumo da estrutura de gerenciamento de risco operacional, indicando a localização da mesma para o acesso público. 7 ATRIBUIÇÕES BÁSICAS DOS GESTORES DOS PROCESSOS Estar consciente dos riscos inerentes à sua área de responsabilidade, avaliando-os quanto à probabilidade de ocorrer e quanto aos seus possíveis impactos, tanto em sua atividade quanto nas atividades de outras áreas/processos. Gerir os riscos através do Sistema de Gerenciamento de Risco Operacional e assumir responsabilidades pelos riscos e controles existentes em seu respectivo processo Conduzir semestralmente Auto-Avaliação de Riscos e Controles do processo com o apoio do Gestor de Riscos Gestor responsável: Paulo César Janchikoski Gestores: Marcio Valduir Zmijevski, Celso Biernastki, Vetor Auditores Independentes S/S e Paulo César Janchikoski

6 Operacionais e Controles Internos. Subsidiar a Diretoria na tomada de decisão quanto ao tratamento e resposta aos riscos. (Aceitar, Reduzir, Transferir e Recusar). Elaborar e conduzir planos de ação para mitigação de riscos contemplando melhoria em processos, implantação e/ou melhoria de controles. Informar o responsável por gerenciamento de riscos operacionais sobre alterações em processos, procedimentos e controles que possam causar mudanças na avaliação de exposição á riscos. 8 DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS E PLANEJAMENTO IDENTIFICAÇÃO Como parte integrante para a identificação dos riscos a que a Átria encontra-se exposta foram definidas algumas situações que possam indicar ao comitê, bem como aos colaboradores e demais envolvidos no processo, a saber: Fraudes internas e externas: Internas: Liberação de recursos sem o devido registro em documento contábil hábil e oficial; Transferência de recursos a contas correntes que não sejam de titularidade do tomador do crédito; Alteração de dados cadastrais e contábeis visando "mascarar" a falta de capacidade financeira do cliente para obtenção do crédito; Para lastro de operações de crédito, aceitar garantias que não estejam devidamente livres de ônus junto à sociedade e órgãos legais. Externas: Aceite de documentação cadastral que não reflita de forma idônea a situação financeira e patrimonial dos tomadores de crédito; Liquidação de operações de crédito através de ordens de pagamento à vista (cheque), ou qualquer outro meio disponibilizado pelo sistema financeiro nacional, cujo débito obedeça ao cumprimento de prazo de compensação, sem a devida provisão de fundos; Não comprovação da origem dos recursos utilizados na liquidação em espécie de créditos

7 tomados. Praticas inadequadas relativas a clientes, produtos e serviços: Obtenção junto à clientes de vantagens financeiras ou não, para a liberação de operações ou limites de crédito; Realização de operações não condizentes com os parâmetros definidos e aprovados pelo comitê de crédito ou diretoria; Cobrança de taxas ou tarifas que não estejam devidamente pactuadas em contrato. Falha na execução, cumprimento de prazos a que a instituição está obrigada. Não observância dos normativos editados diariamente pelo Bacen, Receita Federal e demais órgãos relacionados à atividade da empresa. Se identificada alguma situação de risco operacional conforme elenco anteriormente descrita ou qualquer outra situação que possa incorrer ou desencadear uma situação de risco para a instituição o mesmo deve ser imediatamente informada a um dos membros do conselho gestor o qual submeteram a apreciação dos demais membros do comitê de risco para avaliação e tomada de medidas necessárias.

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