Referência Legislativa: artigos 3º ao 5º da Lei n /02 (Código Civil)
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- Eric Sousa de Caminha
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1 AULA 07 PONTO: 06/07 Objetivo da aula: Pessoa natural. Conceito. Começo da personalidade natural. Individualização. Capacidade e incapacidade. Conceito. Espécies. Cessação da incapacidade. Pessoa natural. Modos de extinção. Registro. Tópico do plano de Ensino: Pessoa natural. Individualização. Capacidade e incapacidade. Conceito. Espécies. Roteiro de aula Objetivo: Propiciar ao aluno a compreensão do elemento subjetivo da relação jurídica civil no tocante ao início da personalidade civil e da capacidade exigida para a prática dos atos da vida civil, diferenciando uma da outra. Referência Legislativa: artigos 3º ao 5º da Lei n /02 (Código Civil) Individualização da pessoa natural 1) Nome: é o sinal que designa a pessoa e a individualiza na sociedade e indica sua procedência familiar. 2) Estado Civil: conjunto de qualidades que indica quem é a pessoa na sociedade. Estado status - aferição: a) Política nacionalidade; b) Familiar parentesco, matrimônio; c) Individual designativo sexual, idade, sanidade. Histórico Roma: - status libertatis; - status civitatis; - status familiae Ausência de qualquer deles implicaria em capatis diminutio.
2 Características - Indivisível; - Indisponível; - Imprescritível. Ações de Estado - Divórcio; - Naturalização; - Emancipação; - Mudança de sexo; - Interdição; - Ausência etc. 3) Capacidade civil: A personalidade civil corresponde à chamada capacidade de direito ou de gozo condição inerente à toda pessoa, conforme o disposto no art. 1º do CC. Se por um lado, qualquer ser humano tem capacidade de direito, nem todos possuem aptidão para o exercício desses direitos, chamada de capacidade de fato ou de exercício. A capacidade de exercício exige a aptidão para pessoalmente exercer direitos e contrair deveres, fundamento da autonomia da vontade privada. Porém, algumas pessoas, por limitações de discernimento resultantes de condições psicológicas ou orgânicas, possuem restrições legais ao exercício dos atos da vida civil para sua própria proteção. 1 Reunidas as duas espécies de capacidade, a pessoa possuirá capacidade civil plena, ou seja, a titularidade de direitos e deveres podendo exercê-los pessoalmente. 1 Toda pessoa tem capacidade de direito, mas não necessariamente a capacidade de fato, pois pode lhe faltar a consciência sã para o exercício dos atos de natureza privada. Desse modo, a capacidade de direito não pode, de maneira alguma, ser negada a qualquer pessoa, podendo somente sofrer restrições quanto ao seu exercício. (TARTUCE, Flávio. Direito civil 1: Lei de Introdução e parte feral. 6ª edição. Rio de Janeiro: Forense. São paulo: Método. 2010, p. 150).
3 Capacidade de direito = personalidade civil Personalidade civil + capacidade de exercício = capacidade civil plena Restrições ao exercício dos atos da vida civil = incapacidade Além disso, não se deve confundir capacidade com legitimação, pois esta é uma aptidão específica exigida de algumas pessoas para a prática de certos atos da vida civil a exemplo do artigo do Código Civil. Ou seja, o incapaz não pode praticar os atos da vida sem a devida representação ou assistência enquanto que a falta de legitimação impede apenas um determinado ato da vida civil relativo a certas pessoas, assim exigido em lei. Plena Direito Exercício Capacidade Saúde Limitada Idade Manifestação de vontade 3.1) Incapacidade absoluta Como exposto, a incapacidade civil é uma limitação ao poder de agir, podendo ser absoluta ou relativa, conforme as hipóteses expressamente previstas, respectivamente, nos artigos 3º e 4º do Código Civil. Na incapacidade absoluta há proibição total para a prática dos atos da vida civil que só terão validade se praticados pelo representante legal do incapaz. Caso contrário, sem a
4 devida representação, o ato é considerado nulo. 2 Nota-se que possuem direitos, porém não podem exercê-los por si próprios. As causas de incapacidade absoluta estão taxativamente previstas no art. 3º do Código Civil: Art. 3º - São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil: I os menores de dezesseis anos; II os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos; III os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade. Saiba mais: TARTUCE, Flávio. Direito civil 1: Lei de Introdução e parte feral. 6ª edição. Rio de Janeiro: Forense. São paulo: Método. 2010, p. 152 a 154; GAGLIANO, Plabo Stolze. PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Novo curso de direito civil, volume I: parte geral. 13ª edição. São Paulo: Saraiva, 2011, p. 134 a ) Incapacidade relativa Na zona intermediária entre a capacidade plena e a incapacidade absoluta, situa-se a chamada incapacidade relativa que restringem não todos, mas apenas alguns atos ou o modo pelo qual, determinadas pessoas devem exercê-los, conforme o art. 4º do Código Civil: Art. 4º - São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer: I os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos; II os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido; III os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo; IV os pródigos. Parágrafo único A capacidade dos índicos será regulada por legislação especial. 2 Art. 166, I do CC.
5 Meios de suprimento das incapacidades: a. Incapacidade absoluta representação; b. Incapacidade relativa assistência. Exceções à assistência: - Votar (CF, art. 14); - Trabalhar; - Casar; - Testar (CC, art. 1860, parágrafo único. Saiba mais: Teoria do tu quoque art. 180 do CC. 3.3) Maioridade civil e emancipação Consoante o disposto no art. 5º do Código Civil: Art. 5º - A menoridade cessa aos 18 (dezoito) anos completos, quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil.
6 A maioridade civil, portanto, dá-se aos 18 (dezoitos anos) completos quando, em regra, a pessoa natural passa a ser plenamente capaz para os atos da vida civil. Se o fator determinante da incapacidade não for a idade, mas alguma das outras hipóteses legais, cessada a sua causa a pessoa pode readquirir sua capacidade plena. Outra forma de cessação da incapacidade é a emancipação, conforme previsto no parágrafo único do art. 5º do Código Civil: Parágrafo único Cessará, para os menores, a incapacidade: I pela concessão dos pais, ou de um deles na falta de outro, mediante instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença do juiz, ouvido o tutor, se o menor tiver 16 (dezesseis) anos completos; II pelo casamento; III pelo exercício de emprego público efetivo; IV pela colação de grau em curso de ensino superior; V pelo estabelecimento civil ou comercial, ou pela existência de relação de emprego, desde que, em função deles, o menor com 16 (dezesseis) anos completos tenha economia própria. De acordo com o dispositivo legal acima transcrito, são 3 as formas de emancipação, a saber: a) Voluntária concedida pelos pais ao filho entre dezesseis e dezoito anos mediante instrumento público, ou seja, a prova da capacidade plena se faz pela apresentação da escritura pública de emancipação; b) Judicial por meio de pedido judicial formulado pelo tutor ao juiz em favor do tutelado entre dezesseis e dezoito anos, sendo a setença judicial devidamente averbada na certidão de nascimento; e, c) Legal pela simples prova dos fatos previstos nos incisos II, III, IV e V, quais sejam, o casamento válido conforme a idade núbil prevista nos artigos e do CC, o emprego público efetivo, a colação de grau em curso superior e, o estabelecimento comercial ou o emprego que dê ao menor entre dezesseis e dezoitos anos, condições de manter o próprio sustento.
7 Atos do registro civil Legislação: art. 9º do CC; Lei 6015/73 Registro Civil: é a perpetuação dos dados pessoais, mediante anotação, por agente autorizado, para dar publicidade à sociedade, dos principais atos da vida. Atos registráveis: Nascimento Óbitos Interdição casamento Emancipação Senteça de morte presumida Sentença de ausência Averbação: é qualquer anotação feita à margem do registro para indicar uma alteração no estado jurídico da pessoa (CC, art. 10).
8 Anulação de casamento Divócio Separação judicial e o restabelecimento da entidade conjugal Reconhecimento de filiação Alteração do nome Exercício Homer tem 15 anos de idade, nunca se casou, mas já se considera adulto plenamente capaz porque tem uma filha chamada Lisa, hoje com 8 meses de vida. Homer pretende firmar contrato de locação de uma casa com quintal e espaço suficiente para morar com a filha e a mãe dela, com quem não pretende se casar. Pergunta-se: Homer poderá firmar esse ato da vida civil? Explique e fundamente sua resposta.
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