INFORMAÇÕES REFERENTES À EXPOSIÇÃO DOS PÔSTERES APROVADOS NO XXVII COBREM

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INFORMAÇÕES REFERENTES À EXPOSIÇÃO DOS PÔSTERES APROVADOS NO XXVII COBREM"

Transcrição

1 INFORMAÇÕES REFERENTES À EXPOSIÇÃO DOS PÔSTERES APROVADOS NO XXVII COBREM Os estudantes que tiveram seus resumos de trabalhos aprovados no XXVII COBREM, deverão afixar seus pôsteres no pátio da Escola Estadual Síria Marques da Silva, localizada na Rua Inglaterra, 410, bairro Jardim Leblon, BH-MG. A exposição de pôsteres será dividida em dois dias: 28 trabalhos serão expostos no dia 10 e os outros 28, no dia 11. Os pôsteres deverão ser afixados às 8h00 e retirados às 18h em cada um dos dias definidos para a exposição. Segue adiante a lista dos trabalhos que deverão ser expostos nos dias 10 e 11, respectivamente: DIA AÇÃO EDUCATIVA REALIZADA POR ESTUDANTES DE MEDICINA DO SEGUNDO PERÍODO EM ANÁPOLIS-GO - UM RELATO DE EXPERIÊNCIA; 2. AÇÃO EDUCATIVA SOBRE CÂNCER DE MAMA EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE ANÁPOLIS-GO UM RELATO DE EXPERIÊNCIA; 3. AÇÃO EDUCATIVA SOBRE COMO PREVENIR E AGIR EM SITUAÇÕES DE AFOGAMENTO RELATO DE EXPERIÊNCIA; 4. AÇÃO EDUCATIVA SOBRE SARCOPENIA EM IDOSOS; 5. ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO DO TRABALHO INFANTIL POR IDADE NO BRASIL E O IMPACTO NA SAÚDE; 6. ANALISE DO HIPERDIA NO CONTROLE DA HIPERTENSÃO E DIABETES MELLITUS NOS IDOSOS EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE (UBS) EM ANÁPOLIS GOIÁS; 7. APLICAÇÃO DO ESCORE DE RISCO PARA DOENÇAS CEREBROVASCULARES AOS ADULTOS ATENDIDOS NO PROJETO CIRANDA DE ANÁPOLIS-GO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA;

2 8. APLICAÇÃO PRÁTICA DA EDUCAÇÃO EM SAÚDE E SEXUALIDADE ATRAVÉS DO MODELO DIALÓGICO; 9. A PERCEPÇÃO DOS SABERES TEÓRICOS DAS CRIANÇAS SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL; 10. A PREVALÊNCIA DE CASOS ASSOCIADOS DE HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS NA POPULAÇÃO DE ANÁPOLIS GO; 11. A RELAÇÃO ENTRE INTERNAÇÕES E ÓBITOS POR HANSENÍASE EM GOIÂNIA COMO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA; 12. A SIMULAÇÃO REALÍSTICA COMO FOCO NO ENSINO MÉDICO PARA UMA MELHOR DESENVOLTURA GRUPAL; 13. ASPECTOS ÉTICOS E CLÍNICOS DO EXERCÍCIO DA MEDICINA RELACIONADOS AO NÚMERO DE CONSULTAS PRÉ-NATAIS; 14. CIRCUITO DO IDOSO: EXERCITANDO A TROCA DE EXPERIÊNCIAS ENTRE GERAÇÕES E VERIFICANDO PARÂMETROS DA SAÚDE DOS IDOSOS; 15. CUIDADOS PALIATIVOS NA ATENÇÃO BÁSICA: REVISÃO DE LITERATURA.; 16. CRACK E TUBERCULOSE: UMA REALIDADE DA SAÚDE COLETIVA; 17. DISCUSSÃO SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL EM UMA ESCOLA DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS GO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA;

3 18. ENSINANDO JOVENS USÚARIOS DE DROGAS A PREVENIR DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS UM RELATO DE EXPERIÊNCIA; 19. ESTUDO DE CASO: AS RELAÇÕES FAMILIARES E O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA; 20. HEPATITES VIRAIS E SUAS FORMAS DE PREVENÇÃO UM RELATO DE EXPERIÊNCIA; 21. HIPERTENSÃO: VAMOS CONVERSAR? UMA AÇÃO EDUCATIVA NA COMUNIDADE DE CACHOEIRA DO CAMPO, OURO PRETO, MG; 22. IMPACTO DA MUSICOTERAPIA NA REDUÇÃO DO ESTRESSE EM PROFISSIONAIS DA SAÚDE; 23. INCIDÊNCIA DE ACIDENTES DE TRABALHO NO BRASIL; 24. INTEGRAÇÃO ACADEMIA-SERVIÇO: DIAGNÓSTICO E PLANEJAMENTO PARA MELHORIA DA GESTÃO DA SAÚDE; 25. LIGAS ACADÊMICAS NA FACULDADE DE MEDICINA DA UFJF: RELATO DE EXPERIÊNCIA; 26. LUGAR DE SAÚDE E ENSINO-APRENDIZAGEM É NA RUA; 27. MORTALIDADE FEMININA POR CAUSAS EXTERNAS: A DIFÍCIL CONSTRUÇÃO DE REDES DE ATENÇÃO NO MUNICÍPIO DE MACAÉ/RJ.

4 DIA MULHER BARBADA: UM OLHAR SOB A ÓTICA DA ANATOMIA, DAS TEORIAS DE GÊNERO E DO FEMINISMO; 29. OLIVER SACKS E A NARRATIVA EM MEDICINA; 30. O DESCONHECIMENTO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA E SUAS IMPLICAÇÕES NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE; 31. O IMPACTO DAS AÇÕES EDUCATIVAS NO DESENVOLVIMENTO DE ESPIRITUALIDADE E HUMANIZAÇÃO DOS ACADÊMICOS DE MEDICINA; 32. OS DESAFIOS DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO SUS; 33. PARAPARESIA ESPÁSTICA TROPICAL : RELATO DE CASO; 34. PREVALÊNCIA DE DOR ABDOMINAL E PÉLVICA NA REGIÃO NORTE DO PAÍS ENTRE 2011 E 2014; 35. PREVALÊNCIA DA ENXAQUECA E OUTRAS SÍNDROMES DE ALGIAS CEFÁLICAS NO ESTADO DO TOCANTINS; 36. PREVALÊNCIA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA NAS ÁREAS DE ABRANGÊNCIA DA UNIDADE BÁSICA DE SÁUDE DO BAIRRO RECANTO DO SOL DE ANÁPOLIS GO UM RELATO DE EXPERIÊNCIA; 37. PROJETO DE INTERVENÇÃO DE UMA LIGA ACADÊMICA DURANTE O OUTUBRO ROSA: RELATO DE EXPERIÊNCIA;

5 38. PROJETO INTEGRADO XXVII SEMANA DE ACOLHIMENTO AOS CALOUROS DIRETÓRIO ACADÊMICO DR. DOMINGOS PIMENTEL DE ULHÔA E COORDENAÇÃO DO CURSO DE MEDICINA UFU 2014; 39. QUALIFICAÇÃO DAS AGENTES DE SAÚDE DE UMA UBS PARA DETECÇÃO DE CASOS DE DEMÊNCIA; 40. QUEIMADURAS: O QUE FAZER QUANDO OCORREM E COMO PREVENI-LAS? RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UMA AÇÃO EDUCATIVA EM APARECIDA DE GOIÂNIA- GO; 41. REDUÇÃO DA VULNERABILIDADE DE ADOLESCENTES DO BAIRRO CAMPECHE FLORIANÓPOLIS; 42. RELATO DE EXPERIÊNCIA: ABORDAGEM NÃO FARMACOLÓGICA NA HIPERTENSÃO ARTERIAL EM IDOSOS DE CAIAPÔNIA GOIÁS; 43. RELATO DE EXPERIÊNCIA: AÇÃO EDUCATIVA COM CUIDADORES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS EM ANÁPOLIS GO; 44. RELATO DE EXPERIÊNCIA DA ATUAÇÃO DOS DISCENTES NAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CENTRO REGIONAL DE REFERÊNCIA EM ÁLCOOL, CRACK E OUTRAS DROGAS DA UFRJ MACAÉ; 45. RELATO DE EXPERIÊNCIA: ESCOLA DE SAÚDE NA AMAZÔNIA; 46. RELATO DE EXPERIÊNCIA: VISITA AO MORHAN EM ANÁPOLIS COM FOCO NA IMPORTÂNCIA DE SE FAZER DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA ADEQUADA COMO FORMA DE PREVENÇÃO DE HANSENÍASE; 47. SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA NO BRASIL E O EFEITO DURBAN;

6 48. SIGNIFICADO DO ACOLHIMENTO PARA A EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DA EMERGÊNCIA DE UM HOSPITAL PÚBLICO DA BAHIA; 49. SÍNDROME DE REGRESSÃO TESTICULAR: UM RELATO DE CASO; 50. SÍNDROMES POLIPÓIDES GASTROINTESTINAIS: ATUALIZAÇÃO DA ETIOPATOGENIA; 51. TERRITÓRIO, ENSINO E SAÚDE: OLHARES ESTUDANTIS; 52. TRANSTORNO DE IDENTIDADE DE GÊNERO: PSICOPATOLOGIZAÇÃO DE UM PROBLEMA SOCIAL? 53. UMA EXPERIÊNCIA DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS; 54. UMA EXPERIÊNCIA DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA MULHERES NO CLIMATÉRIO: AÇÃO EDUCATIVA EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE ANÁPOLIS GO; 55. USO DA TÉCNICA DE ESTIMATIVA RÁPIDA PARTICIPATIVA NA IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS DE UMA COMUNIDADE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA. Observações: a colocação e retirada dos pôsteres do local da exposição é de exclusiva responsabilidade de seus autores ou coautores. Além disso, vale lembrar que NÃO haverá apresentação dos trabalhos, mas sim, apenas a exposição dos mesmos. Os autores e/ou coautores dos pôsteres devem ter disposição para esclarecer dúvidas referentes aos seus trabalhos nos dias de exposição.

VIII JORNADA DE EXTENSÃO Mostra de Trabalhos Grupo 1 - Área: Saúde 12/11 08:00 Hall do Centro Educacional

VIII JORNADA DE EXTENSÃO Mostra de Trabalhos Grupo 1 - Área: Saúde 12/11 08:00 Hall do Centro Educacional VIII JORNADA DE EXTENSÃO Mostra de Trabalhos Grupo 1 - Área: Saúde 12/11 08:00 Hall do Centro Educacional Nº CAVALETE TÍTULO 1 25 ANOS DO CURSO DE ENFERMAGEM DA UFTM: TRAJETORIAS 2 A ATENÇÃO A USUÁRIOS

Leia mais

Fica autorizada a remuneração por parte das OS (Organizações Sociais) de acordo com tabela e instruções contidas em anexo - Orientações

Fica autorizada a remuneração por parte das OS (Organizações Sociais) de acordo com tabela e instruções contidas em anexo - Orientações Circular S/SUBPAV/SAP n.º 10/2011. Aos Coordenadores das A.P.s com vistas às Unidades Primárias de Saúde Assunto: Pagamento de gratificações Rio de Janeiro, 15 de abril de 2011. CONSIDERANDO a necessidade

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO SERVIÇO DE SAÚDE COMUNITÁRIA APOIO TÉCNICO EM MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO SERVIÇO DE SAÚDE COMUNITÁRIA APOIO TÉCNICO EM MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO SERVIÇO DE SAÚDE COMUNITÁRIA APOIO TÉCNICO EM MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EXPERIÊNCIAS DE ORGANIZAÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE Abordagem integrada na atenção as pessoas com HAS, DM

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária PROPOSTA DE PROGRAMA

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária PROPOSTA DE PROGRAMA Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária PROPOSTA DE PROGRAMA Número da Ação (Para

Leia mais

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Linha de Cuidado da Obesidade Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Evolução do excesso de peso e obesidade em adultos 0,8% (1.550.993) da população apresenta obesidade grave 1,14% das

Leia mais

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO

ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA E A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO TERRITÓRIO A SAÚDE ATUAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO Marlúcio Alves UFU Bolsista programa CAPES/FCT Jul/dez 2011 A ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - ESF

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE AÇÕES PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MÊS DO IDOSO OUTUBRO DE 2015. - Oficina de artes com Agentes de Saúde

PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE AÇÕES PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MÊS DO IDOSO OUTUBRO DE 2015. - Oficina de artes com Agentes de Saúde PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE AÇÕES PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MÊS DO IDOSO OUTUBRO DE 2015 DATA SERVIÇO HORÁRIO LOCAL DE REALIZAÇÃO DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE A SER DESENVOLVIDA PÚBLICO ALVO (DESCRIÇÃO E

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010 COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL Brasília maio 2010 Audiência Pública: o avanço e o risco do consumo de crack no Brasil Francisco Cordeiro Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas

Leia mais

CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS OU REGIONAIS INSTRUMENTAL PARA GRUPO DE TRABALHO SAÚDE

CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS OU REGIONAIS INSTRUMENTAL PARA GRUPO DE TRABALHO SAÚDE CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS OU REGIONAIS INSTRUMENTAL PARA GRUPO DE TRABALHO SAÚDE II CONFERÊNCIA DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL Instrumental de Trabalho baseado nas Propostas Aprovadas na I Conferencia Estadual

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

Campanhas, Atividades Semanais, Comemorações, Avanços e Desafios. Para o ano de 2015

Campanhas, Atividades Semanais, Comemorações, Avanços e Desafios. Para o ano de 2015 Campanhas, Atividades Semanais, Comemorações, Avanços e Desafios Para o ano de 2015 O Plano Anual de Saúde de 2015 guarda uma característica própria: é o espelho da programação do PMS 2014/2017 aplicado

Leia mais

Lista de documentos para comprovação das ações pela equipe

Lista de documentos para comprovação das ações pela equipe Lista de documentos para comprovação das ações pela equipe Tabela 1: Documento para comprovação das ações das equipes de AB Módulo Módulo Documento Documento que conste o CNES da UBS, o código de área

Leia mais

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 CARTILHA INFORMATIVA Quais são as políticas que subsidiam o Programa Academia da Saúde? Política Nacional de Atenção Básica

Leia mais

Seminário de Doenças Crônicas

Seminário de Doenças Crônicas Seminário de Doenças Crônicas LINHA DE CUIDADO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES EXPERIÊNCIA DE DIADEMA SP Dra Lidia Tobias Silveira Assistente Gabinete SMS Diadema Linha de cuidado de HAS e DM Experiência

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR II REALIZADO NA UNIDADE BÁSICA DE SÁUDE VILA GAÚCHA PRISCILA DOS SANTOS LEDUR Porto Alegre 2011 PRISCILA DOS

Leia mais

PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL

PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM PELA METODOLOGIA TUTORIAL Rosângela Vidal de Negreiros 1 ; Isaldes Stefano Vieira Ferreira 2 ; Tatianne da Costa Sabino 3 ; Cristiana Barbosa da Silva Gomes. 4 Universidade

Leia mais

Universidade José do Rosário Vellano - Unifenas Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários Eventos 2016

Universidade José do Rosário Vellano - Unifenas Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários Eventos 2016 04/02/2016 04/02/2016 Unifenas Varginha Treinamento sobre Conscientização para o uso de EPI S pela CIPA 15/02/2016 19/02/2016 Auditório Campo Belo Semana de Acolhimento ao Calouro e Veteranos 15/02/2016

Leia mais

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica Dra. Patrícia

Leia mais

Identificar como funciona o sistema de gestão da rede (espaços de pactuação colegiado de gestão, PPI, CIR, CIB, entre outros);

Identificar como funciona o sistema de gestão da rede (espaços de pactuação colegiado de gestão, PPI, CIR, CIB, entre outros); ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PLANO DE AÇÃO REGIONAL DAS LINHAS DE CUIDADO DAS PESSOAS COM HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA, COM DIABETES MELLITUS E/OU EXCESSO DE PESO NO CONTEXTO DA REDE DE ATENÇÃO

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Editoria: Dia a Dia. Veículo:

Editoria: Dia a Dia. Veículo: 7 Comunicação e Marketing Ltda Editoria: Dia a Dia Amazonas em Tempo Coluna: -- Colisão na Cosme Ferreira leva família para o hospital ( ) Press-release da assessoria de imprensa (X) Iniciativa do próprio

Leia mais

ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento. Plano de Formação 2011. Aprovação do Conselho Directivo

ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento. Plano de Formação 2011. Aprovação do Conselho Directivo ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento Plano de Formação 2011 Aprovação do Conselho Directivo A intervenção integrada na Saúde Mental nos CSP 1 24 Rita Oliveira do Carmo Abordagem ao Doente

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação: Auxiliar

Leia mais

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prevalência do HIV nas Populações mais Vulneráveis População em geral 0,65% Profissionais do sexo 6,6% Presidiários - 20% Usuários de drogas injetáveis 36,5% REDUÇÃO

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Família Secretaria Municipal de Saúde CASC - Centro de Atenção a Saúde Coletiva Administração Municipal Horizontina RS Noroeste do Estado Distante 520 Km da

Leia mais

RETIFICAÇÃO Nº 01 AO EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N 001/2007

RETIFICAÇÃO Nº 01 AO EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N 001/2007 Estado de Santa Catarina PREFEITURA MUNICIPAL DE HERVAL D OESTE RETIFICAÇÃO Nº 01 AO EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N 001/2007 CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E/OU PROVAS E TÍTULOS, PARA PROVIMENTO DE VAGAS NO

Leia mais

GRUPOS DE ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA OS PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA AO HIPERTENSO, DIABÉTICOS E IDOSO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JATAÍ-GO*.

GRUPOS DE ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA OS PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA AO HIPERTENSO, DIABÉTICOS E IDOSO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JATAÍ-GO*. GRUPOS DE ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA OS PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA AO HIPERTENSO, DIABÉTICOS E IDOSO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JATAÍ-GO*. SILVA, Kelvia Donato¹; SILVA, Lorrayne Emanuela Duarte¹;

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Estão disponíveis, nestas páginas, os indicadores do Pacto de Atenção Básica 2002, estabelecidos a partir da portaria 1.121, de 17 de junho de 2002, calculados

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF Preocupados com inúmeros questionamentos recebidos pela Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a CNSPV/CFMV vem por

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO. Fabio Garani 17 Regional de Saude

UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO. Fabio Garani 17 Regional de Saude UM OLHAR PARA O HOMEM IDOSO Fabio Garani 17 Regional de Saude 1 ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER : 7,4anos

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS MORBIDADE AUTO REFERIDA

Leia mais

VIII JORNADA DE EXTENSÃO Mostra de Trabalhos Grupo 4 - Área: Saúde 13/11 13:00 Hall do Centro Educacional

VIII JORNADA DE EXTENSÃO Mostra de Trabalhos Grupo 4 - Área: Saúde 13/11 13:00 Hall do Centro Educacional VIII JORNADA DE EXTENSÃO Mostra de Trabalhos Grupo 4 - Área: Saúde 13/11 13:00 Hall do Centro Educacional Nº CAVALETE TÍTULO 01 INTEGRAÇÃO NO BAIRRO: AÇÕES EDUCATIVAS EM TUBERCULOSE 02 INTERVENÇÃO BREVE

Leia mais

PARTILHAR em São Tomé

PARTILHAR em São Tomé PARTILHAR em São Tomé 1. Enquadramento De acordo com as notícias do país, as doenças crónicas não transmissíveis têm estado a ganhar terreno alarmante nos últimos anos em São Tomé e Príncipe. Não se sabe

Leia mais

PROGRAMAÇÃO OUTUBRO ROSA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS AOS SÁBADOS UNIDADE DE SAÚDE DATA HORÁRIO ATIVIDADES. 8 às 13 horas. 7 às 13 horas.

PROGRAMAÇÃO OUTUBRO ROSA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS AOS SÁBADOS UNIDADE DE SAÚDE DATA HORÁRIO ATIVIDADES. 8 às 13 horas. 7 às 13 horas. PROGRAMAÇÃO OUTUBRO ROSA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS AOS SÁBADOS UNIDADE DE SAÚDE DATA HORÁRIO ATIVIDADES MARUÍPE GRANDE VITÓRIA 11/10/2014 8 às 13 horas 7 às 13 horas Proporcionar ações de promoção e prevenção

Leia mais

PROJETO: AÇÃO DE SAÚDE

PROJETO: AÇÃO DE SAÚDE PROJETO: AÇÃO DE SAÚDE FEIRAS DE SAÚDE EM UBÁ MG Projeto realizado pela Prefeitura de Ubá MG, administração 2009-2012, em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora. Coordenador Geral: Vereador

Leia mais

MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA

MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA Abril a Junho/ 2010/ n 2 MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA Apresentação Neste segundo boletim de 2010, são apresentados os dados parciais para acompanhamento dos

Leia mais

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Desastre: interrupção grave do funcionamento normal de uma comunidade que supera sua capacidade de resposta e recuperação. Principais causas de

Leia mais

/ES 2015 US DIA HORÁRIO ATIVIDADE LOCAL PÚBLICO-ALVO

/ES 2015 US DIA HORÁRIO ATIVIDADE LOCAL PÚBLICO-ALVO Planilha de atividades Agosto Azul Mês de Prevenção à Saúde do Homem Vitória /ES 2015 US DIA HORÁRIO ATIVIDADE LOCAL PÚBLICO-ALVO Auditório da ETSUS Gestores e trabalhadores da rede GAS 21/08/15 8h às

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

HUMANIZAÇÃO NO ATENDIMENTO À MULHER COM CÂNCER. Enfª Rosenice Perkins D S Clemente Enfermagem oncológica

HUMANIZAÇÃO NO ATENDIMENTO À MULHER COM CÂNCER. Enfª Rosenice Perkins D S Clemente Enfermagem oncológica HUMANIZAÇÃO NO ATENDIMENTO À MULHER COM CÂNCER Enfª Rosenice Perkins D S Clemente Enfermagem oncológica 12 de julho de 2013 Cena 1 Joana - casada, dois filhos pequenos, do lar, evangélica, desinteressada

Leia mais

Saúdee Trabalho. Raphael Mendonça Guimarães, Ph.D

Saúdee Trabalho. Raphael Mendonça Guimarães, Ph.D Saúdee Trabalho Raphael Mendonça Guimarães, Ph.D TRABALHADORES X POPULAÇÃO GERAL Saúde do Trabalhador Medicina do Trabalho; Saúde Ocupacional; Saúde do Trabalhador. Exposição ambiental X Exposição ocupacional

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002.

LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. Cria e extingue cargos na estrutura do Quadro Permanente de Cargos, lei Municipal 1338/98, e dá outras providências. WOLMIR ÂNGELO DALL`AGNOL, Prefeito

Leia mais

CURSO PRIUS PREPARATÓRIO PARA TÉCNICOS DE ENFERMAGEM HUPE / UERJ

CURSO PRIUS PREPARATÓRIO PARA TÉCNICOS DE ENFERMAGEM HUPE / UERJ AME - Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem. 2009/2010. Rio de Janeiro: EPUB, 2009. ANVISA. Curso Básico de Controle de Infecção Hospitalar - Caderno C: Métodos de Proteção Anti- infecciosa.

Leia mais

Instituto Nacional de Câncer Fisioterapia HCII/INCA

Instituto Nacional de Câncer Fisioterapia HCII/INCA Instituto Nacional de Câncer Fisioterapia HCII/INCA QUALIFICAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA NOS SERVIÇOS ASSISTENCIAIS DO SUS PARA CÂNCER DE MAMA E CÂNCER DO COLO DO ÚTERO. Fátima Bussinger Chefe da Fisioterapia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Cargo: ENFERMEIRO/ÁREA 1. DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Prestar assistência ao paciente e/ou usuário em clínicas, hospitais, ambulatórios, navios, postos de saúde e em domicílio, realizar consultas e procedimentos

Leia mais

Gestão em Saúde a educação à distância rompendo barreiras de acesso promovendo mudanças na gestão local para o fortalecimento SUS

Gestão em Saúde a educação à distância rompendo barreiras de acesso promovendo mudanças na gestão local para o fortalecimento SUS Gestão em Saúde a educação à distância rompendo barreiras de acesso promovendo mudanças na gestão local para o fortalecimento SUS Caracterização do problema A dificuldade de acesso à qualificação dos profissionais

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

Recados Gerais / Apresentação Atividades: 8:00 8:30hs. Oficina Acesso Qualificado Atendimento Demanda Espontânea

Recados Gerais / Apresentação Atividades: 8:00 8:30hs. Oficina Acesso Qualificado Atendimento Demanda Espontânea Setembro 2014 } Recados Gerais / Apresentação Atividades: 8:00 8:30hs } Tema da Reunião Geral: Saúde Integral LGBTT } Convidados Palestrantes: Judit Lia Busanello (Diretora Técnica CRT Santa Cruz) 8:30

Leia mais

Projetos Sociais da Faculdade Campo Real CIDADANIA REAL 1. O que é o projeto? 2. Em que consistem as atividades do projeto?

Projetos Sociais da Faculdade Campo Real CIDADANIA REAL 1. O que é o projeto? 2. Em que consistem as atividades do projeto? Projetos Sociais da Faculdade Campo Real A promoção da cidadania é qualidade de toda instituição de ensino consciente de sua relevância e capacidade de atuação social. Considerando a importância da Faculdade

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO DA RC

CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO DA RC MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE DA MULHER CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO

Leia mais

Saúde Informa Nº 02 Distrito Sanitário Centro DSCe

Saúde Informa Nº 02 Distrito Sanitário Centro DSCe Saúde Informa Nº 2 Distrito Sanitário Centro DSCe Agosto/211 Apresentação Esta é a segunda edição do informativo do DSCe e o dedicamos a discussão das atividades de educação permanente, ao monitoramento

Leia mais

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL

O PACTO PELA VIDA É UM DOS SUBCOMPONENTES DO PACTO PELA SAÚDE PORTARIA 399/06. É O MARCO JURÍDICO DA PRIORIZAÇÃO DA SAÚDE DO IDOSO NO BRASIL SAÚDE DO IDOSO CURSO ESPECÍFICOS ENFERMAGEM - A Saúde do Idoso aparece como uma das prioridades no Pacto pela Vida, o que significa que, pela primeira vez na história das políticas públicas no Brasil,

Leia mais

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP (1 a 3 de dezembro de 2010) Objetivos da Pesquisa: 1) Gerais: Conhecer mais profundamente a saúde e condições de trabalho

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO LUIZA MACHADO COORDENADORA ATENÇÃO Ä SAÚDE DA PESSOA IDOSA -AÇÕES DO MINISTERIO

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade 10ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE: OO"TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL - POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO" EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase

Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase Universidade Federal de Juiz de Fora Hospital Universitário Programa de Avaliação de Desempenho (PROADES) Segunda Fase Registro de reuniões setoriais Setor: Serviço Social Unidade Dom Bosco Data: 29.05.2009

Leia mais

TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA

TÍTULO: SE TOCA MULHER CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA TÍTULO: "SE TOCA MULHER" CONHECIMENTO DAS UNIVERSITÁRIAS SOBRE O CÂNCER DE MAMA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

Participar de uma Liga Acadêmica faz alguma diferença? Aline Thomaz Soares Ex-Ligante da Liga Acadêmica de Geriatria e Gerontologia de Goiás

Participar de uma Liga Acadêmica faz alguma diferença? Aline Thomaz Soares Ex-Ligante da Liga Acadêmica de Geriatria e Gerontologia de Goiás Participar de uma Liga Acadêmica faz alguma diferença? Aline Thomaz Soares Ex-Ligante da Liga Acadêmica de Geriatria e Gerontologia de Goiás Goiás, 2003 Gamia, FMUSP inicio em 1984 1997 Fundação da Liga

Leia mais

VI CONGRESSO DE HIPERTENSÃO DA. HiperDia, desafios futuros e o que esperar?

VI CONGRESSO DE HIPERTENSÃO DA. HiperDia, desafios futuros e o que esperar? VI CONGRESSO DE HIPERTENSÃO DA SBC/DHA HiperDia, desafios futuros e o que esperar? MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção a Saúde - SAS Departamento de Atenção Básica - DAB Coordenação Nacional de Hipertensão

Leia mais

A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5

A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A partir dos esforços para melhorar a saúde materno-infantil, tais como: Programa de Humanização do Parto e Nascimento

Leia mais

I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial

I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial 14 de junho de 2014 FATORES DE RISCO E COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS ASSOCIADOS AOS TRANSTORNOS

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM - PNAISH Brasília, outubro de 2015 População Masculina 99 milhões (48.7%) População alvo: 20 a 59 anos População Total do Brasil 202,7 milhões de

Leia mais

Processo Pedagógico de Formação do aluno do curso medico do UNI-BH

Processo Pedagógico de Formação do aluno do curso medico do UNI-BH Processo Pedagógico de Formação do aluno do curso medico do UNI-BH A proposta pedagógica para formação do medico dentro do curso do UNI-BH baseia-se na estruturação em três módulos de conteúdo bem definido

Leia mais

Sistema Único de Assistência Social

Sistema Único de Assistência Social Sistema Único de Assistência Social Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Proteção Social Especial Brasília-DF Dezembro de 2011 O Sistema Único de Assistência Social (Suas) é um sistema

Leia mais

SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014

SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014 SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014 DCNs 2001 Motivações e Contexto Resolução CNE/CES n.º 4, de 9 de novembro de 2001

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE): Saúde e educação integral das crianças, adolescentes e jovens O que é o PSE? O PSE é uma política intersetorial do Saúde e do, instituído em 2007, por decreto presidencial.

Leia mais

PROJETOS DE EXTENSÃO 2011 CURSO RESPONSÁVEL PELO PROJETO

PROJETOS DE EXTENSÃO 2011 CURSO RESPONSÁVEL PELO PROJETO ATENÇÃO À CRIANÇA (S) DE EXECUÇÃO E FREQUÊNCIA Projeto Sorriso Visa proporcionar às crianças internas e usuárias do PSF do Crianças da Casa de Passagem e do PSF Santa Rita bairro Santa Rita o conhecimento

Leia mais

ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL

ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Desenvolvimento da Gestão Descentralizada ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL DIAGNÓSTICO PRECOCE E PREVENÇÃO DO CÂNCER BUCAL RELATÓRIO

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas RESULTADOS Setembro 2010 Parcerias Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Casa Civil da Presidência da República; Secretaria-Geral

Leia mais

III Princípios Gerais da Formação Médica

III Princípios Gerais da Formação Médica I Motivação Aprovação da Lei 12.871 de 22/10/2013; Necessidade de ter diretrizes curriculares em sintonia com o programa Mais Médicos; A oportunidade de atualizar e aprimorar as diretrizes de 2001; Acompanhar

Leia mais

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga 1. Por que este estudo é relevante? Segundo o relatório sobre a Carga Global das Doenças (Global

Leia mais

O Farmaceûtico na Atenc ão Primaŕia à Sau de: educação continuada como estrateǵia de transformac ão

O Farmaceûtico na Atenc ão Primaŕia à Sau de: educação continuada como estrateǵia de transformac ão O Farmaceûtico na Atenc ão Primaŕia à Sau de: educação continuada como estrateǵia de transformac ão Vera L Luiza 1, Rondinelli Mendes da Silva 1, Silvia C. F. de Araújo 2, Maria R. C. Macedo 3 ; Angela

Leia mais

10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014

10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014 Projetos de pesquisa no Saúde Instituto de Ciências da 10 projetos de pesquisa aprovados no edital BICT/FUNCAP 12/2014 Título: Avaliação da autoeficácia materna para prevenir diarreia infantil em Redenção-CE

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Hiperdia. PET-SAÚDE. Hipertensão arterial. Diabetes mellitus

PALAVRAS-CHAVE Hiperdia. PET-SAÚDE. Hipertensão arterial. Diabetes mellitus 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS

Edital nº 001/2010/GSIPR/SENAD / MS PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras drogas

Leia mais