PEA EPUSP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO PEA-2211 INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO. TRANSFORMADORES - Prática

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PEA EPUSP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO PEA-2211 INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO. TRANSFORMADORES - Prática"

Transcrição

1 PEA EPUSP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO PEA-2211 INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO TRANSFORMADORES - Prática 2014

2 PEA Transformadores Parte Prática 1 Data / / 2014 Turma Nome N. USP Assinatura Transformadores Parte Prática I 1. DADOS BÁSICOS DO TRANSFORMADOR O arranjo das bobinas do transformador do laboratório, de potência nominal 1 kva, está mostrado na Fig. 1. A especificação para cada uma das 8 bobinas é: V Nom = 110 V I Nom = 2,25 A N = 130 espiras R CC = 0,925 Fig. 1 Arranjo das bobinas do transformador do laboratório. Considerando possíveis as ligações indicadas na Tabela I, calcule teoricamente a tensão e corrente nominais correspondentes a cada uma das ligações indicadas. LIGAÇÃO DO ARRANJO PRIMÁRIO TABELA I VALORES NOMINAIS DO TRANSFORMADOR TENSÃO [V] CORRENTE [A] POTÊNCIA APARENTE DO ARRANJO [VA] 4 bobinas em paralelo 2 bobinas em paralelo em série com mais 2 em paralelo 4 bobinas em série 1

3 PEA Transformadores Parte Prática 1 2. POLARIDADE DOS ENROLAMENTOS DO TRANSFORMADOR Determine a polaridade relativa ( ponto ) entre duas bobinas do transformador nas situações indicadas na Tabela II. Assinale os pontos de cada bobina nessa tabela. Esta determinação deverá ser feita usando o primeiro procedimento descrito no item 8 da Parte Teórica, que é resumido a seguir. A nomenclatura primário/secundário se refere ao diagrama da Fig. 1. TABELA II INDICAR AS MARCAS DE POLARIDADE DE CADA BOBINA duas bobinas do primário uma bobina do primário e outra do secundário A Fig. 2 mostra o esquema elétrico da fonte de alimentação para produzir a tensão primária V 1. Fig. 2.5 Fonte de alimentação que será utilizada V V 1 Fig. 2 Esquema da fonte de alimentação que será utilizada nos testes para alimentar o primário do transformador. Determinação da Polaridade usando fonte CA e voltímetro Considere a Fig. 3. Como determinar a polaridade da bobina 2? Sabemos que o fluxo que atravessa a bobina 1 é o mesmo que atravessa a bobina 2, mas não sabemos em qual direção. Um dos possíveis métodos de determinação da polaridade pode ser compreendido fazendo-se uso da Fig. 4 e dos seguintes passos: a) A marcação dos terminais da bobina 1 é arbitrária. Adota-se uma marcação qualquer para os terminais da bobina 2. b) Associam-se as bobinas de acordo com o esquema da Fig. 4. c) Alimenta-se a bobina 1 com uma tensão V 1. d) Mede-se a tensão entre os terminais da associação série das 2 bobinas. Caso a leitura do voltímetro seja maior do que a tensão aplicada (se N 1 =N 2 seria o dobro), a polaridade adotada para a bobina 2 está correta. Caso a leitura seja menor do que a tensão aplicada (se N 1 =N 2 seria nula) a polaridade estabelecida para a bobina 2 deve ser invertida, pois o ponto estaria no outro terminal. Fig. 3 Polaridade relativa entre bobinas. Fig. 4 Diagrama para a determinação da polaridade. 2

4 PEA Transformadores Parte Prática 1 3. INTERLIGAÇÕES DO TRANSFORMADOR Considere que as polaridades de todos os enrolamentos do transformador do laboratório sejam dadas pela Fig. 5. Fig. 5 Polaridades do transformador do laboratório. Na Tabela III abaixo, indique a tensão e desenhe as ligações que devem ser feitas para se conseguir os arranjos indicados. Inclua as marcas de polaridade de cada bobina e os terminais de acesso de cada enrolamento. TABELA III TENSÃO NOMINAL DOS VÁRIOS ARRANJOS E INTERLIGAÇÕES DAS BOBINAS Ligação do arranjo Primário Tensão do arranjo [V]* Diagrama das interligações elétricas do Primário 4 bobinas em paralelo Primário 2 bobinas em paralelo em série com mais 2 em paralelo Primário 4 bobinas em série Primário * A Tensão do arranjo corresponde à tensão nominal, aquela que pode ser aplicada ao primário, baseada nos dados nominais das bobinas fornecidos no item 1. 3

5 PEA Transformadores Parte Prática 1 4. MEDIDA DA RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO Para a medida da relação de transformação utilizar o esquema da Fig. 6. As conexões de primário e secundário devem ser feitas nas condições indicadas na Tabela IV, que deve ser preenchida com as medidas efetuadas. Primário Secundário V Fig. 6 Esquema de conexões para a medida da relação de transformação. TABELA IV Ligação do arranjo Primário 4 bobinas em paralelo Ligação do arranjo Secundário 2 bobinas em paralelo em série com mais 2 em paralelo 4 bobinas em série Diagrama das interligações elétricas do primário e secundário (indicar também as marcas de polaridade e terminais) Primário Secundário Primário Secundário Tensão Nominal do Primário (V) Tensão Nominal do Secundário (V) Tensão aplicada no Primário (V) 50 Tensão no Secundário teórica (V) V 1 /V 2 teórico Tensão no Secundário medida (V) V 1 /V 2 (baseado nas medidas) 4

6 PEA Transformadores Parte Prática 1 5. POLARIDADES INVERTIDAS 1) Imagine que alguém conectou em série duas bobinas do transformador com polaridades invertidas, como indicado na Fig. 7. Escreva em poucas palavras o que deve ocorrer com a corrente I quando a fonte de tensão for ligada. Fig. 7 Diagrama mostrando bobinas conectadas com polaridades invertidas. 2) Utilizando a montagem experimental dada na Fig. 8, efetue a experiência indicada na Fig. 7 da seguinte maneira: Inicialmente, ligue duas bobinas quaisquer do transformador em série, com a polaridade correta, e alimente o circuito com uma tensão muito baixa, em torno de 5 (cinco) V, anotando o valor da corrente na Tabela V. Em seguida inverta a polaridade de uma das bobinas e repita a medida da corrente. ATENCÃO! Cuidado ao elevar a tensão no Variac, pois a corrente aumentará abruptamente! Não exceda os 5 V (cinco) de tensão aplicada às bobinas! A B (a) (b) (c) Fig. 8 Conexões para a verificação da corrente absorvida pela associação série de duas bobinas quaisquer do transformador. (a) Fonte e instrumentos (b) Conexão A (c) Conexão B TABELAV Tipo de ligação Conexão (A ou B) Corrente medida [A] Corrente calculada* [A] Correta Invertida * Considerar a resistência da bobina dada no item 1. Despreze a dispersão. Explique por que uma simples inversão de polaridade nos enrolamentos provoca uma alteração tão significativa na corrente (responder em termos de corrente e de fluxo magnético). 5

7 PEA Transformadores Parte Prática 1 6. CORRENTE DE MAGNETIZAÇÃO O objetivo deste item é a verificação da relação entre a força magneto-motriz F = NI [Ae] e o fluxo magnético max [Wb] para ligações série e paralelo de bobinas, sendo que I é a corrente de magnetização do núcleo. As medidas serão feitas utilizando a montagem experimental dada na Fig. 9 e considerando as interligações e as tensões indicadas na Tabela VI. Preencher a tabela com os dados medidos e calculados. I V Fig. 9 Diagrama para medida da corrente de magnetização. ARRANJO TABELA VI CORRENTE ABSORVIDA PELO ARRANJO LIGAÇÃO Tensão aplicada V [V] Corrente medida I [A] Corrente Teórica* I [A] Fluxo no núcleo ** (teórico) 1 1 bobina 110 I bobinas em paralelo bobinas em paralelo bobinas em série bobinas em série bobinas em paralelo em série com mais 2 em paralelo 220 * Corrente I é a corrente absorvida pela associação de várias bobinas; deve ser expressa em termos de I 0, que é aquela absorvida por uma única bobina, correspondente ao Arranjo 1. Ex.: 0,7 0, 0 /3, etc. ** O fluxo para cada arranjo deve ser dado como uma função de 0 (corespondente ao Arranjo 1). Ex.: 0,7 0, 0 /5, etc. Pede-se explicar detalhadamente como foram calculados os valores teóricos apresentados para cada uma das 6 ligações. A explicação deve ser dada em termos da Lei de Ampère ( i = ) e da Lei de Faraday (V = 4,44 f N max ). Utilizar o verso se necessário. Dicas: Usar o circuito elétrico análogo. Lembrar que a corrente medida não é necessariamente a corrente que passa por 6

8 PEA Transformadores Parte Prática 1 cada bobina. i V N Ex.: Arranjo 1 V k 0, I i I N N 0 7

9 PEA Transformadores Parte Prática 2 Data / / 2014 Turma Nome N. USP Assinatura Transformadores Parte Prática II 1. DADOS BÁSICOS DO TRANSFORMADOR O arranjo das bobinas do transformador do laboratório, de Potência Nominal 1 kva, está mostrado na Fig. 1. A especificação para cada uma das 8 bobinas é: V Nom = 110 V I Nom = 2,25 A N = 130 espiras = 0,925 R CC Fig. 1 Arranjo das bobinas do transformador do laboratório e indicação das respectivas polaridades. Considere a Fig. 2 onde foram numeradas todas as bobinas no transformador. A Fig. 3 mostra a configuração das chapinhas de interligação além dos bornes relevantes de interligação do transformador. Fig. 2 Arranjo de bobinas do transformador. Fig. 3 Diagrama detalhado das interligações das bobinas do transformador. 2. ENSAIO EM VAZIO O ensaio em vazio permite a medição da tensão e da corrente do primário do transformador com o secundário mantido em aberto. 8

10 PEA Transformadores Parte Prática 2 Faça as conexões do transformador de modo que o primário esteja conectado para 220 VAC (deverão ser utilizadas 2 bobinas em paralelo, associadas em série com outras 2 em paralelo) e o secundário para 110 VAC (deverão ser utilizadas 4 bobinas em paralelo), conforme a Fig. 3. Para a realização do ensaio em vazio utilizar o circuito esquematizado na Fig. 4. Observar cuidadosamente o esquema de conexão do wattímetro, seguindo as instruções abaixo. 220 ABERTO Fig. 4 Esquema para a medida da corrente de magnetização. Ensaio em vazio. PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE WATT CA 1) Ligue o instrumento. 2) Regule o botão de ajuste de zero até que o display mostre 0. 3) Determine antecipadamente a escala (2000 ou 6000 W) e pressione o botão correspondente. 4) Faça as conexões conforme a figura acima. Se durante o procedimento de medição de Watt CA for necessário medir também tensão e/ou corrente CA da carga, pressionar o botão correspondente. No caso específico da tensão CA, verificar antecipadamente a escala adequada (200 ou 600 V) 2.1 Variar a tensão aplicada ao primário do transformador de modo a ajustá-la para 220 VAC. Efetuar as medidas de forma a completar a segunda e a terceira colunas da Tabela 1. V [V] I [A] P [W] TABELA 1 Ensaio em vazio do transformador V.I [VA] cos I cos [A] I sen [A] r P [Ω] x M [Ω] A partir dos valores medidos, completar as colunas restantes da Tabela 1, efetuando os cálculos de correntes, da resistência de perdas no núcleo r P e da reatância de magnetização x M, detalhando abaixo os cálculos desses parâmetros. Relação de transformação para esse ensaio a =. 9

11 PEA Transformadores Parte Prática Determinar a corrente em vazio em porcentagem da corrente nominal do transformador, quando o mesmo está com tensão nominal. Tensão Nominal do enrolamento: V. Corrente Nominal do enrolamento: A. Corrente em vazio I 0 para Tensão Nominal: A. Valor de I 0 em % de I NOM : %. 2.4 Quais perdas são desprezíveis neste ensaio? Por quê? O que representa a potência medida nesse ensaio? 3. ENSAIO EM CURTO-CIRCUITO O ensaio de curto circuito será realizado utilizando a mesma montagem experimental do ensaio em curto, porém agora deve-se curto-circuitar o enrolamento de 110 V, conforme ilustrado na Fig Ajustar o controle do Variac de modo a obter os valores da corrente no primário de acordo com a primeira coluna da Tabela 2. Efetuar as medidas de forma a completar a segunda e a terceira colunas dessa tabela. 220 CURTO Fig. 6 Montagem para o ensaio de curto-circuito, realizado no lado da alta tensão. AUMENTAR A TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO GRADUALMENTE! NÃO DEIXE CIRCULAR CORRENTE SUPERIOR A 5 A! TABELA 2 Ensaio de curto circuito do transformador I [A] V [V] P [W] VI [VA] z cc [ ] r cc [ ] x cc [ ] 4,5 Relação de transformação para esse ensaio a =. 3.2 A partir dos valores medidos, completar as colunas 4 a 7 da Tabela 2, detalhando os cálculos abaixo. 10

12 PEA Transformadores Parte Prática Determinar os parâmetros dos enrolamentos de 110 V e 220 V, detalhando abaixo os cálculos e preenchendo a TABELA 3. TABELA 3 Enrolamento de 110 V Enrolamento de 220 V resistência [ ] reatância [ ] resistência [ ] reatância [ ] 3.3 Quais perdas são desprezíveis nesse ensaio? Por quê? O que representa a potência medida nesse ensaio? 4. Determinação do Circuito Equivalente do Transformador 4.1 Desenhar os circuitos equivalentes completo e simplificado (sem o ramo paralelo), referidos ao lado da ALTA tensão, representando os parâmetros desses circuitos por seus valores numéricos. CIRCUITO EQUIVALENTE COMPLETO REFERIDO AO LADO DA ALTA TENSÃO a = CIRCUITO EQUIVALENTE SIMPLIFICADO REFERIDO AO LADO DA ALTA TENSÃO a = 11

13 PEA Transformadores Parte Prática 2 5. ENSAIO COM CARGA RESISTIVA 5.1 Montar o esquema ilustrado na Fig. 7 e efetuar as medidas de modo a completar a TABELA 4. O voltímetro no primário permite verificar se a tensão V 1 permanece constante em 220 VAC para cada condição de carga (cada linha da tabela). Req 220 Fig. 7 Montagem para ensaio com carga resistiva. TABELA 4 Ensaio de regulação (R) e rendimento ( ) com carga resistiva no transformador N o resistores V 1 * (V) P 1 (W) V 2 (V) I 2 (A) R eq** (Ω) P 2 (W) R(%) *Deve ser mantido constante em 220 V para todas as linhas da tabela. ** Calculado a partir das medidas. 5.2 Para uma das condições de carga acima (4 resistores) e com tensão nominal aplicada recalcule a regulação e o rendimento a partir do circuito equivalente COMPLETO referido ao lado da ALTA tensão (Fig. 19 da Parte Teórica), determinado no item anterior, de modo a preencher a TABELA 5. Detalhar os cálculos abaixo. NÃO USE OS VALORES DE P 1, V 2 e I 2 MEDIDOS! CALCULE-OS A PARTIR DO CIRCUITO EQUIVALENTE. 12

14 PEA Transformadores Parte Prática Repetir o item anterior de modo a preencher a Tabela 5 utilizando o circuito equivalente SIMPLIFICADO, referido ao lado da ALTA tensão (Fig. 20 da Parte Teórica). Detalhar os cálculos abaixo. 13

15 PEA Transformadores Parte Prática 2 TABELA 5 Comparação de R e medidos com os calculados pelos Circuito Equivalentes Completo e Simplificado 4 resistores Experimental* (Transcrever da Tabela 4) Calculado a partir do Circuito Completo (5.2) Calculado a partir do Circuito Simplificado (5.3) R [%] [%] * Calculado a partir dos dados experimentais. 5.4 Por que a regulação variou a cada linha da TABELA 4? De que fatores ela depende? 5.5 Suponha que você dispõe apenas dos parâmetros do circuito equivalente do transformador e não mais dos valores dos ensaios 2, 3 e 5. Qual circuito equivalente, simplificado ou completo, usaria para calcular a Regulação? (Discutir/Justificar) 5.6 Suponha que você dispõe apenas dos parâmetros do circuito equivalente do transformador e não mais dos valores dos ensaios 2, 3 e 5. Qual circuito equivalente, simplificado ou completo, usaria para calcular o Rendimento? (Discutir/Justificar) 14

Figura [6] Ensaio em curto-circuito

Figura [6] Ensaio em curto-circuito DIAGRAMAS DE SEQUÊNCIA DE TRANSFORMADORES PARTE 1 6- ROTEIRO DA PARTE EXPERIMENTAL O objetivo da experiência é levantar o diagrama de seqüência zero para os diversos tipos de ligação de um banco de transformadores

Leia mais

ET720 Sistemas de Energia Elétrica I. Capítulo 4: Transformadores de potência. Exercícios

ET720 Sistemas de Energia Elétrica I. Capítulo 4: Transformadores de potência. Exercícios ET720 Sistemas de Energia Elétrica I Capítulo 4: Transformadores de potência Exercícios 4.1 Um transformador monofásico de dois enrolamentos apresenta os seguintes valores nominais: 20 kva, 480/120 V,

Leia mais

6661 CIRCUITOS MAGNÉTICOS ENSAIOS. Rubens Zenko Sakiyama Departamento de Engenharia Química Universidade Estadual de Maringá

6661 CIRCUITOS MAGNÉTICOS ENSAIOS. Rubens Zenko Sakiyama Departamento de Engenharia Química Universidade Estadual de Maringá 6661 CIRCUITOS MAGNÉTICOS ENSAIOS Rubens enko Sakiyama rubens@deq.uem.br Departamento de Engenharia Química Universidade Estadual de Maringá INTRODUÇÃO Dois ensaios são utilizados para determinar os parâmetros

Leia mais

LABORATÓRIO INTEGRADO III

LABORATÓRIO INTEGRADO III FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO INTEGRADO III Experiência 03: Ensaio de Vazio e Curto em Transformadores Trifásicos Prof. Norberto Augusto Júnior USJT

Leia mais

LABORATÓRIO INTEGRADO II

LABORATÓRIO INTEGRADO II FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO INTEGRADO II Experiência 05: MOTOR TRIFÁSICO DE INDUÇÃO ENSAIOS: VAZIO E ROTOR BLOQUEADO Prof. Norberto Augusto Júnior

Leia mais

PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA EXPERIÊNCIA N o PEA50 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA RETIFICADORES NÃO CONTROLADOS DE DOIS CAMINHOS W. KAISER 0/009 1. OBJETIVOS Estudo do funcionamento e processo de comutação em retificadores

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOEAR 2002 05 No circuito mostrado na figura abaixo, determine a resistência

Leia mais

Ensaios em Transformadores

Ensaios em Transformadores O ensaio de curto-circuito é usado para obter a impedância equivalente em série R eq + j X eq. O curto-circuito é aplicado ao secundário do transformador e a tensão reduzida, ao primário. Joaquim Eloir

Leia mais

Conversão de Energia I

Conversão de Energia I Departamento de Engenharia Elétrica Aula 2.3 Transformadores Prof. Clodomiro Unsihuay Vila Bibliografia FITZGERALD, A. E., KINGSLEY Jr. C. E UMANS, S. D. Máquinas Elétricas: com Introdução à Eletrônica

Leia mais

Circuitos Série e a Associação Série de Resistores

Circuitos Série e a Associação Série de Resistores 1 Painel para análise de circuitos resistivos CC (Revisão 00) Circuitos Série e a Associação Série de Resistores 1 2 Circuitos Série e a Associação Série de Resistores Utilizando as chaves disponíveis

Leia mais

EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM

EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM 2.1 OBJETIVOS Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Medir as resistências equivalentes das associações Verificar o comportamento

Leia mais

Lista de Exercícios 3 Conversão de Energia

Lista de Exercícios 3 Conversão de Energia Lista de Exercícios 3 Conversão de Energia Aluno: Turma: 6 Período Professor(a): Geraldo Leão Lana ENSAIOS DE TRANSFORMADORES 1) Por que o ensaio a vazio a realizado no lado de baixa tensão? Quais as medidas

Leia mais

O MOTOR DE INDUÇÃO - 1

O MOTOR DE INDUÇÃO - 1 PEA 2211 Introdução à Eletromecânica e à Automação 1 O MOTOR DE INDUÇÃO - 1 PARTE EXPERIMENTAL Conteúdo: 1. Introdução. 2. Observando a formação do campo magnético rotativo. 3. Verificação da tensão e

Leia mais

Retificadores (ENG ) Lista de Exercícios de Eletromagnetismo

Retificadores (ENG ) Lista de Exercícios de Eletromagnetismo Retificadores (ENG - 20301) Lista de Exercícios de Eletromagnetismo 01) Para o eletroimã da figura abaixo, determine: a) Calcule a densidade de fluxo no núcleo; b) Faça um esboço das linhas de campo e

Leia mais

Sistemas de Accionamento Electromecânico

Sistemas de Accionamento Electromecânico Sistemas de Accionamento Electromecânico Exercícios Teórico-práticos (Transformadores de potência) 3.º Ano, 1.º Semestre 2007-2008 1. Desenhe o diagrama vectorial de um transformador monofásico em carga,

Leia mais

ROTEIRO DE LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

ROTEIRO DE LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Fundação Universidade Federal de Rondônia UNIR Núcleo de Tecnologia NT Departamento de Engenharia Elétrica DEE Bacharelado em Engenharia Elétrica ROTEIRO DE LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Docente: M.Sc.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANA CAARINA DEPARAMENO DE ENGENHARIA ELÉRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório AULA 07 POÊNCIA MONOFÁSICA E FAOR DE POÊNCIA 1 INRODUÇÃO A análise de circuitos em corrente

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Auto Transformador Monofásico

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Auto Transformador Monofásico Auto Transformador Monofásico Determinação do rendimento para a carga nominal Determinação do esquema equivalente reduzido ao primário Curva característica do rendimento η = f (S 2 ), para vários factores

Leia mais

EXPERIMENTO 1: MEDIDAS ELÉTRICAS

EXPERIMENTO 1: MEDIDAS ELÉTRICAS EXPERIMENTO 1: MEDIDAS ELÉTRICAS 1.1 OBJETIVOS Familiarização com instrumentos de medidas e circuitos elétricos. Utilização do voltímetro, amperímetro e do multímetro na função ohmímetro. Avaliação dos

Leia mais

Figura Circuito para determinação da seqüência de fases

Figura Circuito para determinação da seqüência de fases A C B R N C R N Figura 4.1 - Circuito para determinação da seqüência de fases Exercício 4.2 No circuito da Figura 4.2, quando ocorre um defeito fase-terra franco na barra P, pede-se determinar: a) a corrente

Leia mais

MEDIDOR DE RELAÇÃO DE ESPIRAS DE TRANSFORMADORES IRT-101 MANUAL DE INSTRUÇÕES

MEDIDOR DE RELAÇÃO DE ESPIRAS DE TRANSFORMADORES IRT-101 MANUAL DE INSTRUÇÕES MEDIDOR DE RELAÇÃO DE ESPIRAS DE TRANSFORMADORES IRT-101 MANUAL DE INSTRUÇÕES Rua Crepúsculo, 28 Califórnia 30855-435 Belo Horizonte MG Brasil Tel: (31) 3388-6300 Fax: (31) 3388-6513 www.criem.net INDICE

Leia mais

Outros tópicos transformadores. Placa de identificação trafo de potência Trafos de instrumentos

Outros tópicos transformadores. Placa de identificação trafo de potência Trafos de instrumentos Outros tópicos transformadores Placa de identificação trafo de potência Trafos de instrumentos Placa de identificação Transformadores para Instrumentos São dispositivos utilizados de modo a tornar compatível

Leia mais

Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti

Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Circuitos Elétricos Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Circuitos Magnéticos Os circuitos magnéticos são empregados com o intuito de concentrar o efeito magnético em uma dada região do espaço.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório AULA 02 VOLTÍMETRO E AMPERÍMETRO DE CORRENTE CONTÍNUA 1 INTRODUÇÃO Na primeira aula

Leia mais

Painel para análise de circuitos resistivos CC. (Revisão 00) Circuitos Paralelos e a Associação Paralela de Resistores

Painel para análise de circuitos resistivos CC. (Revisão 00) Circuitos Paralelos e a Associação Paralela de Resistores 1 Painel para análise de circuitos resistivos CC (Revisão 00) Circuitos Paralelos e a Associação Paralela de Resistores 1 2 Circuitos Paralelos e a Associação Paralela de Resistores Utilizando as chaves

Leia mais

defi departamento de física

defi departamento de física defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Estudo de um Amperímetro Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Eletrotécnica

Universidade Federal do Ceará Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Eletrotécnica Universidade Federal do Ceará Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Eletrotécnica 2010.2 01 Prática 01 Introdução ao uso do Laboratório Objetivo - Conhecer as bancadas,

Leia mais

Experimento Prático N o 4

Experimento Prático N o 4 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Departamento de Engenharia Área de Eletricidade Experimento Prático N o Eletricidade para Engenharia Lei de Ohm e Potência Elétrica L A B O R A T Ó R I O D E E L E T R I

Leia mais

AULA LAB 02 TRANSFORMADORES E INDUTORES

AULA LAB 02 TRANSFORMADORES E INDUTORES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Retificadores (ENG - 20301) AULA LAB 02 TRANSFORMADORES E INDUTORES 1 INTRODUÇÃO Os transformadores e indutores são componentes

Leia mais

Circuitos com Amperímetro e Voltímetro

Circuitos com Amperímetro e Voltímetro Circuitos com Amperímetro e Voltímetro 1. (Pucrs 2014) Considere o texto e a figura para analisar as afirmativas apresentadas na sequência. No circuito elétrico mostrado na figura a seguir, um resistor

Leia mais

PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA EXPERIÊNCIA 4 PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA RETIFICADOR TRIFÁSICO EM PONTE CONTROLADO W. KAISER 02/2009 1. OBJETIVOS Estudo do funcionamento de uma ponte trifásica a tiristores controlada

Leia mais

ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF

ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF NOME: TURMA: DATA: / / OBJETIVOS: Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Conhecer os tipos de

Leia mais

NOME: N CADERNO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA I 3º ANO EM TURMA 232 PROFº FABIANO 1º BIMESTRE

NOME: N CADERNO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA I 3º ANO EM TURMA 232 PROFº FABIANO 1º BIMESTRE 1925 *** COLÉGIO MALLET SOARES *** 2016 91 ANOS DE TRADIÇÃO, RENOVAÇÃO E QUALIDADE DEPARTAMENTO DE ENSINO DATA: / / NOTA: NOME: N CADERNO DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA I 3º ANO EM TURMA 232 PROFº FABIANO 1º

Leia mais

Lista de exercícios ENG04042 Tópicos 3.1 a 5.3. a corrente se atrasa em relação a v.

Lista de exercícios ENG04042 Tópicos 3.1 a 5.3. a corrente se atrasa em relação a v. 1) Um indutor de 10 mh tem uma corrente, i = 5cos(2000 t ), obtenha a tensão vl. V = 100 sen(2000 t ) V L 2) Um circuito série com R=10 Ω e L=20 mh, tem uma corrente de i = 2s en(500 t ). Calcule a tensão

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF Introdução Associação de Resistores Em muitas aplicações na engenharia elétrica e eletrônica é muito comum fazer associações de resistores com o objetivo de

Leia mais

Conversão de Energia II

Conversão de Energia II Departamento de Engenharia Elétrica Aula 6.1 Máquinas Síncronas Prof. João Américo Vilela Bibliografia FITZGERALD, A. E., KINGSLEY Jr. C. E UMANS, S. D. Máquinas Elétricas: com Introdução à Eletrônica

Leia mais

Associação de Resistores

Associação de Resistores Exper. 4 Objetivo Associação de esistores dentificar em um circuito resistivo as associações serie, paralela e mista. Determinar a resistência equivalente entre dois pontos de um circuito elétrico resistivo,

Leia mais

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO CIRCUITOS 1

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO CIRCUITOS 1 1. (Unesp 94) Por uma bateria de f.e.m. (E) e resistência interna desprezível, quando ligada a um pedaço de fio de comprimento Ø e resistência R, passa a corrente i (figura 1). Quando o pedaço de fio é

Leia mais

PEA 2504 LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 1º. Semestre 2006 Profs. Ivan Chabu e Viviane

PEA 2504 LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 1º. Semestre 2006 Profs. Ivan Chabu e Viviane PEA 2504 LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS 1º. Semestre 2006 Profs. Ivan Chabu e Viviane MÁQUINAS SÍNCRONAS Parte II - Troca de Potências Ativa e Reativa I - Objetivos - Observação da operação da máquina

Leia mais

AMPLIFICADOR BASE COMUM

AMPLIFICADOR BASE COMUM AMPLIFICADOR BASE COMUM OBJETIVOS: Analisar as características e o funcionamento de um amplificador na configuração base comum. INTRODUÇÃO TEÓRICA O amplificador base comum (B.C.) caracteriza-se por possuir

Leia mais

2 Objetivos Verificação e análise das diversas características de amplificadores operacionais reais.

2 Objetivos Verificação e análise das diversas características de amplificadores operacionais reais. Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6 1 Título Prática 11 Características dos Amplificadores Operacionais 2 Objetivos Verificação e análise das diversas características

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO PRESENCIAL MARINGÁ

PÓS-GRADUAÇÃO PRESENCIAL MARINGÁ 17/09/2016 1 / 26 PRESENCIAL MARINGÁ Professor CURSOS 2016 Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Circuitos Trifásicos e Laboratório MatLab Gerador Síncrono Transformadores TOTAL DE CURSO 10 10

Leia mais

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS II Módulo VI CIRCUITOS POLIFÁSICOS Sistema Monofásico a 3 Condutores O sistema possui duas fontes de tensão iguais: 2 Sistema Monofásico a 3 Condutores Considerando o circuito

Leia mais

TRANSFORMADOR CONCEITOS TEORICOS ESSENCIAIS

TRANSFORMADOR CONCEITOS TEORICOS ESSENCIAIS EXPERIÊNCIA TRANSFORMADOR OBJETIVOS: - Verificar experimentalmente, o funcionamento de um transformador; - Conhecer as vantagens e desvantagens dos transformadores. CONCEITOS TEORICOS ESSENCIAIS O transformador

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2002

COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2002 COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE ENSINO CENTRO DE INSTRUÇÃO E ADAPTAÇÃO DA AERONÁUTICA CONCURSO DE ADMISSÃO AO EAOT 2002 PROVA DE ENGENHARIA ELÉTRICA PROVA A ATENÇÃO: ABRA ESTA PROVA SOMENTE APÓS

Leia mais

Sistemas Elétricos de Potência 1 Lista de Exercícios No. 4

Sistemas Elétricos de Potência 1 Lista de Exercícios No. 4 Sistemas Elétricos de Potência 1 Lista de Exercícios No. 4 1 Um transformador trifásico de distribuição de 50 KVA, 2400:240 V, 60 Hz, tem uma impedância de dispersão de 0,72 + j 0,92 Ω no enrolamento da

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 7

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 7 Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 7 1 Título Prática 5 egulação de tensão 2 Fundamentos teóricos Como comentado na Prática 4 (circuitos retificadores),

Leia mais

Objetivo: Determinar a eficiência de um transformador didático. 1. Procedimento Experimental e Materiais Utilizados

Objetivo: Determinar a eficiência de um transformador didático. 1. Procedimento Experimental e Materiais Utilizados Eficiência de Transformadores Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba Departamento Acadêmico de Física Física Experimental Eletricidade Prof. Ricardo Canute Kamikawachi Objetivo: Determinar

Leia mais

Universidade Federal de Itajubá EEL 012 Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia

Universidade Federal de Itajubá EEL 012 Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia Universidade Federal de Itajubá EEL 012 Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia Guia da 2 a aula prática 2014 Carga RLC Monofásica Assunto: - Medição de potência em carga RLC monofásica e correção

Leia mais

Aula Prática 5 Ligação Série e Paralelo, Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff

Aula Prática 5 Ligação Série e Paralelo, Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff Aula Prática 5 Ligação Série e Paralelo, Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff Disciplinas: Física III (DQF 06034) Fundamentos de Física III (DQF 10079) Depto Química e Física- CCA/UFES Estratégia: Montagem e

Leia mais

PSI LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA DE EXPERIMENTOS. EXPERIÊNCIA 2 - Medição de Grandezas Elétricas: Valor Eficaz e Potência

PSI LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA DE EXPERIMENTOS. EXPERIÊNCIA 2 - Medição de Grandezas Elétricas: Valor Eficaz e Potência ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º Semestre de 2016 GUIA DE EXPERIMENTOS EXPERIÊNCIA

Leia mais

FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II PROF JOÃO RODRIGO ESCALARI ESQ. - EXERCÍCIOS DE FÍSICA II GERADORES E LEI DE POULIETT

FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II PROF JOÃO RODRIGO ESCALARI ESQ. - EXERCÍCIOS DE FÍSICA II GERADORES E LEI DE POULIETT FÍSIC GERL E EXPERIMENTL II PROF JOÃO RODRIGO ESCLRI - 2012 ESQ. - EXERCÍCIOS DE FÍSIC II GERDORES E LEI DE POULIETT 1. 4. figura representa um trecho de um circuito percorrido por uma corrente com intensidade

Leia mais

CONVERSOR CA/CC TRIFÁSICO COMANDADO

CONVERSOR CA/CC TRIFÁSICO COMANDADO Área Científica de Energia Departamento de De Engenharia Electrotécnica e de Computadores CONVERSOR CA/CC TRIFÁSICO COMANDADO (Carácter não ideal) TRABALHO Nº 2 GUIAS DE LABORATÓRIO DE ELECTRÓNICA DE ENERGIA

Leia mais

Conversores Estáticos

Conversores Estáticos Conversores Estáticos Circuitos Retificadores Monofásicos 08/03/2009 www.corradi.junior.nom.br Sinal Senoidal Os circuitos eletrônicos podem trabalhar com tensões e correntes continuas e alternadas. Um

Leia mais

Programa de engenharia biomédica

Programa de engenharia biomédica Programa de engenharia biomédica princípios de instrumentação biomédica COB 781 Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 - Resistores lineares e invariantes...1 2.1.1 - Curto

Leia mais

Se no terminal b do circuito for conectado um terceiro componente, como na figura abaixo, os resistores R 1 e R 2 não estarão mais em série.

Se no terminal b do circuito for conectado um terceiro componente, como na figura abaixo, os resistores R 1 e R 2 não estarão mais em série. Circuitos em Série Um circuito consiste em um número qualquer de elementos unidos por seus terminais, com pelo menos um caminho fechado através do qual a carga possa fluir. Dois elementos de circuitos

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL SESC CIDADANIA

CENTRO EDUCACIONAL SESC CIDADANIA CENTRO EDUCACIONAL SESC CIDADANIA Professor: Vilson Mendes Lista de exercícios de Física I Lista 6 Associação de resistores ENSINO MÉDIO NOTA: Aluno (: Data SÉRIE/TURMA 3ª 1. Em cada um dos esquemas abaixo,

Leia mais

4 Modelo Proposto para Transformador com Tap Variável e Impacto em Estudos de Estabilidade de Tensão

4 Modelo Proposto para Transformador com Tap Variável e Impacto em Estudos de Estabilidade de Tensão 4 Modelo Proposto para Transformador com Tap Variável e Impacto em Estudos de Estabilidade de Tensão A representação de equipamentos elétricos através de simples combinações de resistências e reatâncias

Leia mais

Fundamentos de Eletrônica

Fundamentos de Eletrônica 6872 - Fundamentos de Eletrônica Lei de Ohm Última Aula Elvio J. Leonardo Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Associação de Resistores Análise

Leia mais

Retificadores com tiristores

Retificadores com tiristores Retificadores com tiristores 5 O retificador controlado trifásico de meia onda Os retificadores trifásicos são alimentados pela rede de energia trifásica cujas tensões podem ser descritas pelas expressões

Leia mais

EXPERIÊNCIA 10 MODELOS DE INDUTORES E CAPACITORES. No. USP Nome Nota Bancada RELATÓRIO

EXPERIÊNCIA 10 MODELOS DE INDUTORES E CAPACITORES. No. USP Nome Nota Bancada RELATÓRIO ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212- LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º Semestre de 2016 EXPERIÊNCIA 10 MODELOS

Leia mais

Experiência 02: RETIFICADORES MONOFÁSICOS DE ONDA COMPLETA A DIODO

Experiência 02: RETIFICADORES MONOFÁSICOS DE ONDA COMPLETA A DIODO ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

A Figura VIII.7 representa, esquematicamente, o transformador de potencial. Figura VIII.7 - Transformador de Potencial

A Figura VIII.7 representa, esquematicamente, o transformador de potencial. Figura VIII.7 - Transformador de Potencial VIII.3 - TRANFORMADOR DE OTENCIAL (T) VIII.3.1 - GENERALIDADE A Figura VIII.7 representa, esquematicamente, o transformador de potencial. - ITEMA + ITEMA I + - RT + - I Z Figura VIII.7 - Transformador

Leia mais

Sumário. CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13. CAPÍTULO 2 Padronizações e Convenções em Eletricidade 27. CAPÍTULO 3 Lei de Ohm e Potência 51

Sumário. CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13. CAPÍTULO 2 Padronizações e Convenções em Eletricidade 27. CAPÍTULO 3 Lei de Ohm e Potência 51 Sumário CAPÍTULO 1 A Natureza da Eletricidade 13 Estrutura do átomo 13 Carga elétrica 15 Unidade coulomb 16 Campo eletrostático 16 Diferença de potencial 17 Corrente 17 Fluxo de corrente 18 Fontes de eletricidade

Leia mais

Corrente Alternada. Circuitos Monofásicos (Parte 2)

Corrente Alternada. Circuitos Monofásicos (Parte 2) Corrente Alternada. Circuitos Monofásicos (Parte 2) SUMÁRIO Sinais Senoidais Circuitos CA Resistivos Circuitos CA Indutivos Circuitos CA Capacitivos Circuitos RLC GERADOR TRIFÁSICO Gerador Monofásico GRÁFICO

Leia mais

Roteiro-Relatório da Experiência N o 03 PONTE DE WHEATSTONE

Roteiro-Relatório da Experiência N o 03 PONTE DE WHEATSTONE COMPONENTES DA EQUIPE: Roteiro-Relatório da Experiência N o 03 PONTE DE WHEATSTONE ALUNOS NOTA 1 2 3 Data: / / : h 1. OBJETIVOS: Verificação experimental de ciruito em ponte de Wheatstone e variação de

Leia mais

EXPERIMENTO 3: CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA

EXPERIMENTO 3: CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA EXPERIMENTO 3: CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA 3.1 OBJETIVOS Verificar experimentalmente as Leis de Kirchhoff 3.2 INTRODUÇÃO Para a resolução de um circuito de corrente contínua (cc), com várias malhas,

Leia mais

Circuitos Elétricos I EEL420

Circuitos Elétricos I EEL420 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 - Resistores lineares e invariantes...1 2.1.1 - Curto circuito...2

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22 Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22 1 Título Prática 1 - Fonte de Alimentação Regulável 2 Objetivos Desenvolvimento de uma fonte de alimentação regulável. 3 Fundamentos

Leia mais

Roteiro-Relatório da Experiência N o 01 RESISTORES E A LEI DE OHM

Roteiro-Relatório da Experiência N o 01 RESISTORES E A LEI DE OHM Roteiro-Relatório da Experiência N o 01 RESISTORES E A LEI DE OHM COMPONENTES DA EQUIPE: ALUNOS NOTA 1 2 3 Data: / / : h OBJETIVOS: Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Conhecer

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO VOLTÍMETRO E DO AMPERÍMETRO

UTILIZAÇÃO DO VOLTÍMETRO E DO AMPERÍMETRO UTILIZAÇÃO DO VOLTÍMETRO E DO AMPERÍMETRO OBJETIVOS: Aprender a utilizar um voltímetro e um amperímetro para medida de tensão e corrente contínua. MEDIDA DE TENSÕES: INTRODUÇÃO TEÓRICA A medida de tensões

Leia mais

Tópico 01: Estudo de circuitos em corrente contínua (CC) Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo

Tópico 01: Estudo de circuitos em corrente contínua (CC) Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo Disciplina Eletrotécnica Tópico 01: Estudo de circuitos em corrente contínua (CC) Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo Conceitos básicos Eletricidade Eletrostática Eletrodinâmica Cargas elétricas em repouso

Leia mais

TRANSFORMADORES. Introdução

TRANSFORMADORES. Introdução TRANSFORMADORES Introdução Por volta do século XIX, o físico britânico Michael Faraday estabeleceu o fenômeno da indução magnética. Uma das experiências de Faraday consistiu em induzir uma corrente numa

Leia mais

Física II - AV 1 (parte 2.2) 3º período de Eng. Civil Prof. Dr. Luciano Soares Pedroso Data: / /2014 valor: 10 pontos Aluno (a) Turma

Física II - AV 1 (parte 2.2) 3º período de Eng. Civil Prof. Dr. Luciano Soares Pedroso Data: / /2014 valor: 10 pontos Aluno (a) Turma Física II - AV (parte 2.2) 3º período de Eng. Civil Prof. Dr. Luciano Soares Pedroso Data: / /204 valor: 0 pontos Aluno (a)turma _. Considere que um determinado estudante, utilizando resistores disponíveis

Leia mais

PARTE 1. Transistores como Chave de Potência Introdução Projeto (transistor como chave de potência)

PARTE 1. Transistores como Chave de Potência Introdução Projeto (transistor como chave de potência) Exp. 3 Dispositivos de Potência B 1 PARTE 1. Transistores como Chave de Potência 1.1. Introdução Esta parte da experiência tem como objetivo estudar o comportamento de transistores operando como chaves.

Leia mais

1. Sistemas Trifásicos

1. Sistemas Trifásicos Sistemas Elétricos de Potência 1. Sistemas Trifásicos Professor: Dr. Raphael Augusto de Souza Benedito E-mail:raphaelbenedito@utfpr.edu.br disponível em: http://paginapessoal.utfpr.edu.br/raphaelbenedito

Leia mais

Circuitos com Cargas em Série e em Paralelo

Circuitos com Cargas em Série e em Paralelo PONTFÍCA UNERSDADE CATÓLCA DE GOÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARA ENG04 Circuitos Elétricos Exper. 3 Circuitos com Cargas em Série e em Paralelo Objetivo dentificar, em um circuito resistivo, as associações

Leia mais

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte IV

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte IV Máquinas Elétricas Máquinas CC Parte IV Máquina CC eficiência Máquina CC perdas elétricas (perdas por efeito Joule) Máquina CC perdas nas escovas Máquina CC outras perdas a considerar Máquina CC considerações

Leia mais

Associações de componentes elétricos em série e em paralelo

Associações de componentes elétricos em série e em paralelo Componentes de um circuito elétrico Gerador Transforma qualquer tipo de energia em energia elétrica, fornecendo-a ao circuito elétrico. As pilhas são geradores de tensão contínua. Símbolo de gerador. Um

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores. Prof. Clóvis Antônio Petry.

Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores. Prof. Clóvis Antônio Petry. Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Departamento de Eletrônica Retificadores Potência em CA Prof. Clóvis Antônio Petry. Florianópolis, agosto de 2007. Nesta aula Capítulo 19: Potência

Leia mais

Painel para análise de circuitos resistivos CC. (Revisão 00)

Painel para análise de circuitos resistivos CC. (Revisão 00) 1 Painel para análise de circuitos resistivos CC (Revisão 00) 2 Objetivo O painel para análise de circuitos resistivos CC tem por objetivo auxiliar os estudantes do Ensino Médio e do Ensino Superior que

Leia mais

1ª sessão de preparação para a EUSO2010. Características eléctricas de saída de um painel fotovoltaico

1ª sessão de preparação para a EUSO2010. Características eléctricas de saída de um painel fotovoltaico FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1ª sessão de preparação para a EUSO2010 Características eléctricas de saída de um painel fotovoltaico 1 OBJECTIVO Determinação e interpretação

Leia mais

ROTEIRO OFICIAL 01 Curva Característica do Diodo Semicondutor

ROTEIRO OFICIAL 01 Curva Característica do Diodo Semicondutor - UTFPR DAELT Engenharia Elétrica e/ou Controle e Automação Disciplina: Laboratório de Eletrônica ET74C Prof.ª Elisabete Nakoneczny Moraes ROTEIRO OFICIAL 01 Curva Característica do Diodo Semicondutor

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL037

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL037 Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL037 1 Título Prática 1 Fonte de Alimentação Regulável 2 Objetivos Estudo de algumas topologias e desenvolvimento de uma fonte de alimentação

Leia mais

Circuitos Série e a Associação Série de Resistores

Circuitos Série e a Associação Série de Resistores 1 Painel para análise de circuitos resistivos DC (Revisão 00) Circuitos Série e a Associação Série de Resistores 2 O trabalho Guia de aplicação: circuito série e divisores de tensão de SILVA, Juarez B.;

Leia mais

Sala de Estudos FÍSICA Lucas 3 trimestre Ensino Médio 2º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº Sala de Estudos Geradores, Receptores e Potência Elétrica

Sala de Estudos FÍSICA Lucas 3 trimestre Ensino Médio 2º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº Sala de Estudos Geradores, Receptores e Potência Elétrica Sala de Estudos FÍSICA Lucas 3 trimestre Ensino Médio 2º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº Sala de Estudos Geradores, Receptores e Potência Elétrica 1. (Espcex (Aman) 2013) A pilha de uma lanterna possui

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA Um circuito série é aquele que permite somente um percurso para a passagem da corrente. Nos

Leia mais

DIODO ZENER Conceitos de Regulação de Tensão, Análise da Curva do Diodo Zener

DIODO ZENER Conceitos de Regulação de Tensão, Análise da Curva do Diodo Zener DIODO ZENER Conceitos de Regulação de Tensão, Análise da Curva do Diodo Zener OBJETIVOS: Analisar o funcionamento de um diodo zener; entender o conceito de regulação de tensão. INTRODUÇÃO TEÓRICA O diodo

Leia mais

Análise de Circuitos Acoplados Com a finalidade de mostrar os sentidos dos enrolamentos e seus efeitos sobre as tensões de inductância mútua: L M

Análise de Circuitos Acoplados Com a finalidade de mostrar os sentidos dos enrolamentos e seus efeitos sobre as tensões de inductância mútua: L M Análise de Circuitos Acoplados Com a finalidade de mostrar os sentidos dos enrolamentos e seus efeitos sobre as tensões de inductância mútua: a) L M = L ( + ) e e L M d = L + L d = L + L = L = L M M d

Leia mais

Objetivo: Determinar experimentalmente a resistência elétrica de um resistor a partir da curva V x I.

Objetivo: Determinar experimentalmente a resistência elétrica de um resistor a partir da curva V x I. Determinação da resistência elétrica de um resistor Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba Departamento Acadêmico de Física Física Experimental Eletricidade Prof. Ricardo Canute Kamikawachi

Leia mais

Filtros Passa alta e passa baixa

Filtros Passa alta e passa baixa Filtros Passa alta e passa baixa Objetivo: Medir a corrente elétrica sobre o indutor e o capacitor em um circuito em paralelo de corrente alternada (AC). Materiais: (a) Dois resistores de igual resistência

Leia mais

PEA EPUSP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO PEA-2211 INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO. TRANSFORMADORES Teoria

PEA EPUSP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO PEA-2211 INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO. TRANSFORMADORES Teoria PEA EPUSP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ENERGIA E AUTOMAÇÃO PEA- INTRODUÇÃO À ELETROMECÂNICA E À AUTOMAÇÃO TRANSFORMADORES Teoria 04 Transformadores Teoria Parte I OBJETIVOS Apresentar ao aluno a definição

Leia mais

Linearidade e o Princípio da Superposição; Equivalente Thevenin e a Máxima Transferência de Potência

Linearidade e o Princípio da Superposição; Equivalente Thevenin e a Máxima Transferência de Potência NotasdeAula LabCircuitos1 2011/8/11 13:46 page 17 #25 LINEARIDADE E O PRINCÍPIO DA SUPERPOSIÇÃO; EQUIVALENTE THEVENIN E A MÁXIMA TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA 17 Linearidade e o Princípio da Superposição;

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES FONTE CARREGADOR DE BATERIA USINA Fonte Chaveada Usina 30A-14,4V Antes de Efetuar qualquer ligação em sua fonte, leia atentamente o manual de instruções. Apresentação Parabéns, você

Leia mais

Lista de Instrumentos de Medidas

Lista de Instrumentos de Medidas Lista de Instrumentos de Medidas 01. (EEM SP) É dado um galvanômetro de resistência interna igual a 0,25 Ω, que se funde, quando por ele passa uma corrente maior do que 0,15 A. a) Explique o que se deve

Leia mais

Sistemas de Medição EXERCÍCIOS

Sistemas de Medição EXERCÍCIOS Sistemas de Medição EXERCÍCIOS Assunto: Condicionadores e Medição de Tensão e Corrente 1. O gráfico abaixo mostra a curva de calibração de um dado instrumento. Que componentes de erro você consegue identificar?

Leia mais

Aquino, Josué Alexandre.

Aquino, Josué Alexandre. Aquino, Josué Alexandre. A657e Eletrotécnica para engenharia de produção : análise de circuitos : corrente e tensão alternada / Josué Alexandre Aquino. Varginha, 2015. 53 slides; il. Sistema requerido:

Leia mais

DOBRADORES DE TENSÃO

DOBRADORES DE TENSÃO DOBRADORES DE TENSÃO 1 DOBRADORES DE TENSÃO OBJETIVOS: Entender o funcionamento dos dobradores de tensão; calcular as tensões na saída dos dobradores de tensão. INTRODUÇÃO TEÓRICA Um dobrador de tensão

Leia mais

RASCUNHO Nº DE INSCRIÇÃO. PROVA ESCRITA OBJETIVA CARGO: ELETROTÉCNICO DATA: 20/03/2016 HORÁRIO: 9h às 11h

RASCUNHO Nº DE INSCRIÇÃO. PROVA ESCRITA OBJETIVA CARGO: ELETROTÉCNICO DATA: 20/03/2016 HORÁRIO: 9h às 11h PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO SEDUC FOLHA DE ANOTAÇÃO DO GABARITO - ATENÇÃO: Esta parte somente deverá ser destacada pelo fiscal da sala, após o término da prova. RASCUNHO PROVA ESCRITA OBJETIVA CARGO:

Leia mais

Experiência I Lab. de Conv. Eletrom. de Energia B Prof. N.SADOWSKI GRUCAD/EEL/CTC/UFSC 2005/2

Experiência I Lab. de Conv. Eletrom. de Energia B Prof. N.SADOWSKI GRUCAD/EEL/CTC/UFSC 2005/2 Experiência I Obtenção Experimental dos Parâmetros do Circuito Equivalente do Motor de Indução Trifásico Ensaio com o Rotor Travado e Ensaio a Vazio O Laboratório de Máquinas Elétricas do Departamento

Leia mais