Cuidados com as crianças ao viajar: medidas preventivas para a saúde e para acidentes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cuidados com as crianças ao viajar: medidas preventivas para a saúde e para acidentes"

Transcrição

1 Cuidados com as crianças ao viajar: medidas preventivas para a saúde e para acidentes Giane Marques Barbosa Chaves * Viajar em férias é sempre um grande prazer. Mas para as pessoas que estão viajando com crianças pela primeira vez, a nova experiência pode ser sentida quase como uma aventura. Dúvidas começam a pipocar na mente. E se a criança adoecer? O que é preciso saber numa situação assim? O que é preciso levar? O que é preciso prevenir? Existem cuidados especiais necessários? Cada tipo de passeio demanda conhecimentos e cuidados específicos, e também cada criança tem sua necessidade própria. Litoral, montanhas ou exterior, cada viagem tem suas peculiaridades, assim como o meio de transporte escolhido, se ônibus, automóvel, trem, avião ou navio. Crianças extrovertidas e sapecas demandarão maior vigilância, crianças mais quietas, tímidas e introvertidas podem necessitar estímulos para maior participação nos passeios, às vezes deverão ser encorajadas a vencer seus medos, enquanto as outras necessitarão de limites para sua impulsividade... É importante buscar informações sobre o destino, seus pontos positivos e negativos, planejar os passeios, atender às necessidades de cada um, e aproveitar para divertir e aprender com os novos locais e com as novidades que cada um tem a oferecer. Segurança é básico, propicia o bom aproveitamento do passeio, e assim prevalece o dito das avós: é melhor prevenir que remediar. Em viagens para o litoral do Brasil, uma grande preocupação é com a prevenção da diarreia e da desidratação. Essa prevenção já se inicia com a escolha do destino. Evite praias sabidamente contaminadas, as que têm esgoto próximo e as próximas a locais que tiveram inundações recentes. Os cuidados com a hidratação da criança e com a higiene dos alimentos são muito importantes. Para bebês que já não estiverem mais em aleitamento materno exclusivo é bom oferecer água várias vezes nos intervalos das refeições, principalmente se o tempo estiver muito quente. Adequar a vestimenta ao clima. Existem hotéis no país que oferecem cozinha especial aos hóspedes para o preparo do alimento infantil. Se houver dúvida na procedência ou dificuldade na elaboração, manuseio ou conservação dos alimentos que serão oferecidos durante a estadia, os sucos, papinhas de frutas e de legumes em conservação a vácuo, que são comprados em supermercados, são uma opção. Frutas que podem ser descascadas, como a banana, por exemplo, também são tranquilamente oferecidas. A oferta de sucos naturais também dependerá da qualidade do preparo, pois além da qualidade da fruta e de sua higienização adequada, são também importantes a qualidade da água e a higiene ambiental e pessoal do preparador. Água de coco natural já pode vir contaminada da própria natureza e é melhor que não seja oferecida para bebês. As mamadeiras devem ser preparadas na hora. Vale uma garrafa térmica com água morna previamente fervida para isso, se for o caso. Não levar mamadeiras prontas para serem oferecidas ao longo do percurso da viagem ou ao longo do dia nos passeios. Os restinhos que ficam na mamadeira ao término da mamada deverão ser desprezados, pois não podem ser oferecidos à criança mais tarde. Na praia observe atentamente a procedência e a conservação dos alimentos que serão oferecidos às crianças. Aqueles que estão há horas trafegando pela praia fora da geladeira, expostos a perdigotos e manuseados com a mesma mão que recebe o dinheiro não são uma boa opção. Protetor solar não pode ser esquecido. FPS 30 ou mais, aplicar generosamente 15 a 30 minutos antes de ir para a praia, e lá estando, reaplicar de 2/2h. Não há protetor

2 solar disponível no mercado para crianças menores de seis meses. Elas não devem permanecer na orla marítima, pois mesmo sob barraca ou árvores a radiação é suficiente para desencadear queimaduras e predispor a pele a câncer, pois tanto a água quanto a areia são refletores. Ao adquirir um protetor solar infantil verifique na embalagem se ele é adequado para a faixa etária da criança. Alguns são indicados para acima de seis meses (protetores físicos, baby ou mineral) e outros para acima de dois anos (químicos e físicos). Antes de aplicar no corpo todo aplique em uma pequena área do braço por uns três dias, antes de viajar, e observe se a criança não apresentará reações alérgicas no local ou no corpo, como erupções, inchaços ou coceiras. É também importante saber que barracas de material compacto, como a lona, oferecem proteção contra radiação muito melhor que as barracas de tecido fino. Bonés são recomendáveis, de preferência aqueles que têm uma proteção adicional para as orelhas. Prefira a praia antes de 10 ou após 16h. Em relação à medicação, leve os sintomáticos que já tiverem sido prescritos para o bebê, como remédios para febre, por exemplo. Todos deverão estar em sua embalagem original, não descarte ou troque de embalagem, e leve também as bulas. Sempre confira o prazo de validade e confira também se o frasco está correto, se é mesmo aquela medicação que necessita administrar, e à noite acenda a luz para isso, não administre medicamentos no escuro. Parece óbvio, mas são pequenos detalhes que fazem a diferença. Os medicamentos deverão ficar em frasqueira com chave, e a chave fora do alcance das crianças. Não deixar a frasqueira exposta ao sol. Em viagens aéreas internacionais não é permitido portar frascos líquidos na bagagem de mão (verifique o volume máximo permitido) e é necessário portar a receita médica dos medicamentos. Durante a estadia é sempre bom ter às mãos soro oral para ser oferecido à criança em caso de vômitos ou diarréia. Os que vêm embalados em pacotinhos na forma de sal para diluição ou os que vêm em flaconetes com concentrado para diluição são os melhores para transporte, pois pesam muito pouco e não ocupam muito espaço na bagagem. Se for necessária sua utilização, devem ser diluídos em água, e pode ser mineral, que é fácil encontrar nos hotéis. São encontrados nas farmácias nas concentrações de 45, 50, 60, ou 90, mas veja na embalagem o volume necessário para a diluição. Bebidas isotônicas não substituem o soro na diarreia franca, pois não possuem a concentração necessária de sais minerais. O volume a ser oferecido à criança em caso de perdas é livre, conforme a aceitação dela. Se a aceitação for baixa, deve ser oferecido aos pouquinhos, de 15 em 15 minutos. É importante manter a criança com bastante saliva na boca e com diurese clara e abundante, pois esses são bons parâmetros para avaliar o estado de hidratação. Em caso de diarréia ou vômitos o soro oral deve ser iniciado imediatamente e mantido até que você possa conseguir atendimento médico para a criança. Fezes líquidas e brancas, semelhantes à água de arroz, indicam necessidade de atendimento médico imediato em caráter de urgência, qualquer que seja o estado da criança. Outros medicamentos podem ser importantes. Para crianças que têm epilepsia, os medicamentos que são de uso diário para controle das crises convulsivas devem ser levados na bagagem de mão, no caso de viagens de avião. As crises devem estar bem controladas. No caso de crises recentes, consulte o especialista da criança para avaliar suas condições para voo. Em casos de crianças que têm asma ou bronquite, os medicamentos, as receitas e os aparelhos relacionados ao tratamento também não devem ser esquecidos. Também devem ser levados preferencialmente na bagagem de mão. A criança deverá estar fora de crise para viajar de avião. Em caso de crise recente, também é indicada avaliação médica prévia. Em alguns casos vale levar capa antiácaro pelo menos para o travesseiro. Para o asmático, escolher a cama onde haja incidência direta de sol sobre o colchão. Mantenha o quarto ventilado ao longo do dia. Os pais de crianças que são portadoras de problemas crônicos de saúde devem levar os relatórios médicos e receitas em sua bagagem. É

3 necessário agendar com boa antecedência da viagem uma consulta médica para atualização das dosagens dos medicamentos e atualização do cartão de vacinas, principalmente se a criança estiver apresentando quaisquer sintomas prolongados, mesmo que leves. Crianças que habitualmente vomitam quando são transportadas em veículos em longas distâncias podem ser medicadas preventivamente. O pediatra poderá orientar qual a melhor opção nesses casos. É bom também que se evite que essas crianças façam ingestão excessiva de alimentos imediatamente antes da viagem e durante seu percurso. Como há dengue em todo o Brasil, é bom fazer o máximo de esforço para evitar a picada de inseto em qualquer lugar que você vá. Tela na janela é ótimo, mosquiteiros poderão ser úteis. Mantenha-os livres de poeira. Se a criança não for alérgica, os inseticidas que utilizam a rede elétrica, ou seja, que exalam quando colocados na tomada, que têm por base os piretróides, podem ser utilizados. O uso de repelentes vai depender da faixa etária. Para menores de seis meses não há repelente disponível no mercado. Existem alguns que são liberados para seis meses a dois anos, e outros que são para uso em crianças acima de dois anos. Esteja atento aos rótulos, pois existem repelentes que são liberados apenas para uso em adolescentes acima de 12 anos e adultos. Aplicar em áreas expostas, não dormir com repelente na pele. Nenhum produto químico que se utiliza no ser humano é isento de riscos. E isto também é válido tanto para os inseticidas quanto para os repelentes. Todos eles podem desencadear alergias ou alterações no organismo, que podem vir até mesmo a serem sérias, embora raras, e há que se pesar o risco e o benefício conforme o local para onde você está indo: se há muito pernilongo, se seu filho tem uma predisposição alérgica muito grande, se a ocorrência recente de casos de dengue na localidade é significativa, ou há ocorrência de outras infecções transmitidas por picada de inseto (febre amarela, leishmaniose, febre maculosa, malária, etc). Na praia, em caso de contato da pele com a água-viva, o local acometido deve ser irrigado com vinagre. Compressas frias ajudam a aliviar a dor. O atendimento médico deverá ser procurado se necessário. No litoral norte e nordeste da Austrália há espécie capaz de causar acidente fatal para o ser humano. Para a prevenção do afogamento no mar, é necessário manter vigilância constante. As crianças que têm idade para compreender deverão ser esclarecidas quanto aos cuidados que elas mesmas podem tomar: informe até onde a superfície da água pode ficar no seu corpo, ou seja, qual profundidade máxima você considera mais segura, observar a força das ondas e se aproximar da areia se estiverem fortes para ela, nadar sempre em direção à praia, e não em direção ao fundo, se afastar de locais onde notar buraco na areia no fundo do mar, ficar longe das pessoas que estão surfando, etc. Se houver mais de uma pessoa responsável por perto, é imprescindível definir as responsabilidades: quem vai olhar a criança e até qual horário. Isso é muito importante para que não coincida de ambos não olharem pensando que o outro o está fazendo. Colete salva vidas é útil, mas as boias de braço não oferecem tanta segurança, pois as crianças sapecas se safam delas com facilidade, ou elas se desprendem, ou furam-se. Boias grandes são levadas pelas marés para locais fundos. Na praia, as irregularidades da areia sob as águas oferecem um risco adicional, e devem ser respeitadas as recomendações indicadas pelos profissionais salva vidas. Outro cuidado é com a permanência das crianças em frente aos pais. Enquanto brincam nas águas, elas vão se afastando pouco a pouco para as laterais, sem que percebam, levadas pelas marés devagarzinho. Quando o alinhamento é perdido, ao tentarem retornar ao ponto onde seus pais estão, caminhando em direção à areia em linha reta, elas não os encontram. Pode

4 ser necessário reposicionar as crianças, trazendo-as de volta para a sua frente várias vezes, para evitar que se percam. Mantenha-se o mais próximo possível. Mostre à criança pontos de referência fixos e altos, facilmente visíveis. Em caso de viagens para locais onde a criança terá a oportunidade de passear próxima a matas, em contato com a natureza, como fazendas, sítios, sedes campestres afastadas ou até mesmo alguns condomínios, é recomendado o uso de botas rígidas de cano longo. Tão logo possam compreender essas crianças também devem ser ensinadas a identificar os elementos da natureza que lhe oferecem riscos. Elas podem conhecer as aranhas que podem provocar acidentes, os escorpiões, as cobras e seus hábitos, as lagartas que queimam ou as venenosas, como a lonomia, que é comum no sul do Brasil. Há notificação de sua ocorrência em Minas Gerais desde 2002, inclusive na grande BH. Elas devem saber os cuidados necessários quando se vai a cachoeiras, que pedras com limo e úmidas são extremamente escorregadias, os riscos de mexer ou jogar pedras em caixas de marimbondos ou colmeias. Podem conhecer as plantas da região que são tóxicas, como a trombeteira, espirradeira, comigo ninguém pode, etc. Caso ocorra algum acidente, as pequenas escoriações deverão ser lavadas com água e sabão o quanto antes, sangramento deverá ser comprimido por 5 a 10 minutos para ser estancado, e em caso de mordeduras por qualquer animal o local também deverá ser abundantemente lavado com sabão imediatamente e um serviço de saúde deverá ser procurado no mesmo dia para orientação quanto à prevenção da raiva humana, mesmo que esse serviço esteja a quilômetros do local. O animal deverá ser vigiado por 10 dias se possível, não o mate. A vacinação para tétano (também presente nas vacinas tríplice bacteriana (DPT), dupla (dt ou DT), tetravalente bacteriana (DPT+HiB), pentavalente acelular, penta Brasil e hexavalente) deverá estar em dia, mas em caso de acidentes contaminados, como pisar em prego enferrujado e ferimentos acontecidos no curral, por exemplo, ou ferimentos extensos, poderá ser necessária uma dose de reforço. Outro ponto importante nas viagens é a segurança no transporte. Observar os critérios para uso da cadeirinha e mantê-la firme ao banco. Obedecer às leis de trânsito. Lembrar-se que em viagens com automóveis pelas estradas os itens mais importantes são a prudência do motorista e a manutenção adequada do automóvel, ressaltando nisso o estado de conservação dos pneus, seu alinhamento e balanceamento, e a manutenção dos freios. Motocicleta nunca é um meio de transporte seguro. Para viagens de ônibus, escolha empresas que obedecem as normas vigentes. Atenção redobrada às crianças nos pontos de parada quanto aos movimentos dos veículos no pátio, a higiene nos banheiros, a higienização das mãos antes de se alimentar e a qualidade dos alimentos oferecidos. Sempre ter agasalhos à mão, pois a temperatura ambiente pode variar muito ao longo da viagem. Agasalhos à mão também é bom em viagens de trem. Geralmente mais lentos no Brasil, a viagem longa pode se tornar cansativa para as crianças. Passatempos e jogos podem ser úteis. Para transportes sobre águas, observe se as normas de segurança são cumpridas, como ter coletes salva vidas para todos os passageiros, se há coletes para crianças, se o número de passageiros está de acordo com a lotação máxima permitida para a embarcação, etc. Há pessoas que não toleram navegar, e apresentam sintomas como náuseas e vertigem que podem inviabilizar a continuidade do passeio. Para o

5 primeiro cruzeiro marítimo, talvez valha a pena um que não seja muito longo e que seja em águas nacionais. Quando o meio de transporte escolhido é avião, pessoas que estão com conjuntivite, sinusite, otite ou com infecções pulmonares contagiosas em atividade (tuberculose e pneumonia) não devem viajar. A rinite alérgica deverá estar controlada. Pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos ou vítimas de traumatismos devem aguardar liberação médica para viajarem. O tempo para cada procedimento é variável e pode ser de várias semanas dependendo do agravo. Crianças portadoras de anemias de qualquer causa não podem viajar de avião sem liberação de seu médico, pois algumas poderão necessitar de oxigenioterapia suplementar. Deve-se evitar a viagem com recémnascidos, principalmente na primeira semana de vida. Durante o voo tenha atitude positiva e transmita confiança e segurança para a criança. Na pressurização e na despressurização estimule a criança a sugar ou mastigar. Importante também é não esquecer o cartão de vacinas, que deverá estar atualizado. Em caso de viagem para o exterior, verifique com bastante antecedência as exigências do país de destino em relação às vacinas para crianças e também para adultos. Verifique se há recomendações adicionais do Ministério da Saúde, da Vigilância Sanitária e Epidemiológica do Brasil em relação ao país de destino. Embora muitos locais exijam apenas a vacina contra febre amarela, há regiões no planeta que possuem doenças endêmicas que oferecem riscos aos viajantes, ou estão sendo assoladas por epidemias específicas. Nesses casos vacinas ou alguns cuidados adicionais poderão ser necessários para a proteção de toda a família. No continente africano há locais com malária como grande endemia, além da poliomielite que no Brasil já está erradicada. Em 2011/2012 houve epidemia de sarampo em países da Europa. Antes disso, em 2005, houve epidemia de vírus influenza com acometimento respiratório importante e letalidade alta em vários países asiáticos (gripe aviária). Esses são exemplos de como é importante conhecer a situação epidemiológica do destino. Verifique se sua cidade possui um serviço público de orientações ao viajante, onde tais informações são verificadas e são realizadas as imunizações e medidas necessárias. Em Belo Horizonte esse serviço funciona na Rua Paraíba, na Savassi. Em caso de viagens para países que estão na estação de inverno, quando sempre é mais intensa a circulação dos vírus que causam a gripe, devem-se observar as medidas para sua prevenção, que devem ser enfáticas para as pessoas que apresentam condições que favorecem a ocorrência de doença mais grave, como idosos, crianças menores de dois anos, mulheres grávidas e os portadores de doenças que afetam a imunidade. A proteção pela vacinação é importante, mas pode ser apenas parcial, pois pode haver circulação de sorotipos não incluídos na vacina, além de redução da proteção após poucos meses de sua aplicação. A vacina é fabricada com composição específica para cada ano e para cada hemisfério, sendo sua administração recomendada no período que antecede o inverno. A proteção da vacina se inicia após um período de 7 a 15 dias após sua aplicação. Ela não é administrada a crianças menores de seis meses, mas é recomendada a seus contatos domiciliares. Os principais cuidados para a prevenção da gripe em viajantes são: 1. Evitar contato com pessoas que apresentam os sintomas da doença. 2. Lavar as mãos com água e sabão ou higienizar com álcool gel sempre que necessário. 3. Proteger nariz e boca com lenço descartável ao tossir e ao espirrar.

6 4. Não viajar se estiver doente. A pessoa que apresentar os sintomas (febre acompanhada de tosse ou dor na garganta e dor de cabeça) deve procurar atendimento médico. Para ser eficaz é necessário que a medicação antiviral seja administrada precocemente, logo ao início da doença, quando houver indicação. Ritmo circadiano é um termo que se refere às variações neuro hormonais e psíquicas normais no organismo humano, que acompanham o ciclo dia-noite-dia, próprio da natureza. Mudanças de fuso horário em viagens internacionais levam a alteração desse dito ritmo circadiano, que pode determinar o surgimento de sintomas como sonolência, dificuldade para dormir, irritabilidade e incompatibilidade entre a fome e os horários das refeições. Tal fenômeno recebe o nome de jet lag. Para evitá-lo pode ser tentada uma adaptação gradativa ao novo horário 3 a 4 dias antes da viagem. Para finalizar, certifique-se de como é a assistência médica no local de seu destino. Se a viagem for internacional, qual o acesso à assistência que é viável a estrangeiros no local, se você poderá ter problemas para se comunicar devido ao idioma, qual o procedimento a ser adotado no caso de ter feito um seguro saúde para viagem, que é recomendável, e qual a cobertura dele. Se a viagem for nacional, verifique se há hospital público ou privado, se há posto de saúde, qual a distância do serviço de urgência mais próximo, se há meio de transporte viável se for necessário. Caso tenha um plano de saúde, verifique o nome e o endereço do hospital de referência para urgências em pediatria que você deve procurar se houver necessidade. Certifique-se de quais são as coberturas oferecidas. Confira se as mensalidades estão em dia e não esqueça as carteirinhas do convênio. Alguns planos de saúde pedem que a mudança de Estado seja comunicada a eles para que possam notificar os outros convênios com os quais trabalham em forma de parceria com reciprocidade. * pediatra e 1ª Secretária da Sociedade Mineira de Pediatra ( )

Influenza A (H1N1): Perguntas e Respostas

Influenza A (H1N1): Perguntas e Respostas Influenza A (H1N1): Perguntas e Respostas Para entender a influenza: perguntas e respostas A comunicação tem espaço fundamental na luta contra qualquer doença. Um exemplo é o caso do enfrentamento da influenza

Leia mais

CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS

CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS CARTILHA ELETRÔNICA INFLUENZA A (H1N1) INFORMAÇÃO E PREVENÇÃO PARA AS ESCOLAS ORIENTAÇÃO AOS PEDAGOGOS Todas as informações constantes nesta cartilha devem ser levadas ao conhecimento de todos os alunos,

Leia mais

Informativo Empresarial Especial

Informativo Empresarial Especial Informativo Empresarial Especial Gripe Suína Plano de Contingência Empresarial A Gripe Influenza A H1N1 e o Transporte Rodoviário A gripe que ficou conhecida como gripe suína é causada por vírus que se

Leia mais

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico

Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Proteja-se! Faça Chuva ou faça Sol, vacine-se a partir de Outubro e até ao final do Inverno. Consulte o seu médico Gripe Perguntas Frequentes Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a

Leia mais

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO

VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO VACINE-SE A PARTIR DE 1 DE OUTUBRO CONSULTE O SEU MÉDICO Perguntas frequentes sobre a gripe sazonal O que é a gripe? É uma doença infecciosa aguda das vias respiratórias, causada pelo vírus da gripe. Em

Leia mais

Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. Não, porque contêm químicos e está clorada.

Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. Não, porque contêm químicos e está clorada. Influenza A H1N1 /GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: PERGUNTA 1. Quanto tempo o vírus da gripe suína permanece vivo numa maçaneta ou superfície lisa? 2. O álcool em gel é útil para limpar as mãos? 3. Qual

Leia mais

Influenza. João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina)

Influenza. João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina) Influenza João Pedro Marins Brum Brito da Costa (Instituto ABEL) Orientador: André Assis (UFRJ Medicina) O que éinfluenza Também conhecida como gripe, a influenza éuma infecção do sistema respiratório

Leia mais

VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL CIEVS- Centro de Informações Estratégicas em Saúde

VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL CIEVS- Centro de Informações Estratégicas em Saúde VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL CIEVS- Centro de Informações Estratégicas em Saúde Boletim de Alerta do VIGIAR Palmas 09 de setembro de 2014 RECOMENDAÇÕES PARA ENFRENTAR SITUAÇÕES DE A BAIXA UMIDADE RELATIVA

Leia mais

Informe sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1

Informe sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1 Informe sobre a gripe causada pelo novo vírus Influenza A/H1N1 DOCUMENTO PARA O PÚBLICO EM GERAL Coordenação: Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) Associação Médica Brasileira (AMB) Apoio e participação:

Leia mais

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO

www.cpsol.com.br TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO TEMA 003 CONHEÇA E PREVINA AS DOENÇAS DO INVERNO 1/8 O inverno chegou e junto com ele maiores problemas com as doenças respiratórias entre outras Isso não ocorre por acaso já que pé nesta estação onde

Leia mais

Ministério da Saúde esclarece as principais dúvidas sobre a doença e apresenta recomendações para viajantes internacionais.

Ministério da Saúde esclarece as principais dúvidas sobre a doença e apresenta recomendações para viajantes internacionais. Ministério da Saúde esclarece as principais dúvidas sobre a doença e apresenta recomendações para viajantes internacionais. Fonte: Agência Fiocruz 1. Há casos de influenza A (H1N1) no Brasil? Não. Até

Leia mais

Informações aos Pais sobre a Gripe nas Creches

Informações aos Pais sobre a Gripe nas Creches The Commonwealth of Massachusetts Executive Office of Health and Human Services Department of Public Health Informações aos Pais sobre a Gripe nas Creches 18 de setembro, 2009 A gripe H1N1 (suína) voltará

Leia mais

Cartilha. Doenças e Complicações. de Verão. Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas.

Cartilha. Doenças e Complicações. de Verão. Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas. Cartilha Doenças e Complicações de Verão Queimaduras solares. Desconforto. Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas. Devido às condições climáticas, diversas são as doenças

Leia mais

Gripe: o que você pode fazer. Cuidados em casa

Gripe: o que você pode fazer. Cuidados em casa Gripe: o que você pode fazer Cuidados em casa Para mais informações, confira: www.mass.gov/dph/flu Gripe: o que você pode fazer Cuidados em casa ÍNDICE: O que é a gripe? 2 Prevenção da gripe 6 Cuidados

Leia mais

Diante da pandemia de influenza A (H1N1) e com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial deste novo vírus, o Comitê Estadual de

Diante da pandemia de influenza A (H1N1) e com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial deste novo vírus, o Comitê Estadual de Diante da pandemia de influenza A (H1N1) e com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial deste novo vírus, o Comitê Estadual de Enfrentamento da Influenza A H1N1 elaborou esta cartilha com

Leia mais

Guia de bolso da. Saúde do Viajante. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa

Guia de bolso da. Saúde do Viajante. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa Guia de bolso da Saúde do Viajante Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa Guarde aqui o seu CIVP O fluxo internacional de pessoas, bens e mercadorias é cada vez maior. Infelizmente, o risco

Leia mais

INFORMAÇÃO É PREVENÇÃO! ESCLAREÇA AQUI SUAS DÚVIDAS

INFORMAÇÃO É PREVENÇÃO! ESCLAREÇA AQUI SUAS DÚVIDAS GRIPE A (H1N1) INFORMAÇÃO É PREVENÇÃO! ESCLAREÇA AQUI SUAS DÚVIDAS Fazer de cada dia um dia melhor Informe-se e proteja a sua saúde e a de sua família. Talvez você esteja inseguro com tantas informações

Leia mais

Gripe Suína ou Influenza A (H1N1)

Gripe Suína ou Influenza A (H1N1) Gripe Suína ou Influenza A (H1N1) Perguntas e respostas 1. O que é Gripe Suína ou Influenza A (H1N1)? 2. A gripe causada pelo Influenza A (H1N1) é contagiosa? 3. Quem pode adoecer pela nova gripe causada

Leia mais

GRIPE A (H1N1) v Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar

GRIPE A (H1N1) v Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar GRIPE A (H1N1) v Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar Informação para Professores Agosto de 2009 Direcção-Geral da Saúde (www.dgs.pt) Direcção de Serviços de Promoção e Protecção da Saúde Gripe

Leia mais

INFLUENZA A (H1N1) CARTILHA DE RECOMENDAÇÕES Para empresas, repartições públicas e comércio em geral

INFLUENZA A (H1N1) CARTILHA DE RECOMENDAÇÕES Para empresas, repartições públicas e comércio em geral INFLUENZA A (H1N1) CARTILHA DE RECOMENDAÇÕES Para empresas, repartições públicas e comércio em geral Diante da pandemia de influenza A (H1N1) e com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial

Leia mais

Adultos e idosos também precisam se vacinar

Adultos e idosos também precisam se vacinar ANO VII N.º 10 Abril 2013 Canal de Comunicação da Sistel para os Usuários de Saúde Adultos e idosos também precisam se vacinar Na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos e idosos não dão importância

Leia mais

ORIENTAÇÕES EM SITUAÇÕES DE ENCHENTES OU ENXURRADAS

ORIENTAÇÕES EM SITUAÇÕES DE ENCHENTES OU ENXURRADAS ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUPERINTENDENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAUDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA ORIENTAÇÕES EM SITUAÇÕES DE ENCHENTES OU ENXURRADAS

Leia mais

UNIDADE DE CUIDADOS NA COMUNIDADE DE CASTELO BRANCO. Ébola. O que é?

UNIDADE DE CUIDADOS NA COMUNIDADE DE CASTELO BRANCO. Ébola. O que é? UNIDADE DE CUIDADOS NA COMUNIDADE DE CASTELO BRANCO Ébola. O que é? O vírus Ébola encontra-se em alguns países africanos em reservatórios naturais, e foi descoberto pela primeira vez em 1976 no antigo

Leia mais

Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis

Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis Acidentes domésticos podem ser prevenidos. Entre pediatras e especialistas da área de cuidados com as crianças, é senso comum que, se os responsáveis tivessem mais orientações ou tomassem mais cuidado

Leia mais

24042_007_folheto 198x147_1 14.10.11 19:58 Page 1 1 516608-Outubro/201

24042_007_folheto 198x147_1 14.10.11 19:58 Page 1 1 516608-Outubro/201 14.10.11 19:58 Page 1 516608-Outubro/2011 24042_007_folheto 198x147_1 24042_007_folheto 198x147_1 14.10.11 19:58 Page 2 Não é bem essa lembrança que você quer trazer das suas viagens. Viajar é uma das

Leia mais

Ocorrências de casos humanos de influenza suína no México e EUA Informe do dia 26.04.09, às 13h

Ocorrências de casos humanos de influenza suína no México e EUA Informe do dia 26.04.09, às 13h Ministério da Saúde Gabinete Permanente de Emergências em Saúde Pública ALERTA DE EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA DE IMPORTÂNCIA INTERNACIONAL Ocorrências de casos humanos de influenza suína no México e EUA

Leia mais

RECOMENDAÇÕES PARA A SAÚDE DOS VIAJANTES

RECOMENDAÇÕES PARA A SAÚDE DOS VIAJANTES MERCOSUL/GMC/RES. N 23/08 RECOMENDAÇÕES PARA A SAÚDE DOS VIAJANTES TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Resolução N 22/08 do Grupo Mercado Comum. CONSIDERANDO: Que a Resolução

Leia mais

PROVA FORMAÇÃO DE AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS Prefeitura Municipal de Ouro Preto 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia.

PROVA FORMAÇÃO DE AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS Prefeitura Municipal de Ouro Preto 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia. 1- Assinale a alternativa que define o que é epidemiologia. a) Estudo de saúde da população humana e o inter relacionamento com a saúde animal; b) Estudo de saúde em grupos de pacientes hospitalizados;

Leia mais

HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR

HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR HOSPITAL DE CLÍNICAS UFPR HC UFPR COMITÊ DE INFLUENZA SUÍNA 27 de abril DIREÇÃO DE ASSISTÊNCIA SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA INFECTOLOGIA CLÍNICA - ADULTO E PEDIÁTRICA SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

Leia mais

Rede Pública ou Particular?

Rede Pública ou Particular? Vacinar seu filho na feito com carinho para você ganhar tempo! Rede Pública ou Particular? guia rápido das vacinas e principais diferenças Um guia de utilidade pública com as fichas de 10 vacinas para

Leia mais

Receita infalível para uma boa viagem

Receita infalível para uma boa viagem Receita infalível para uma boa viagem Para que a tão sonhada viagem de férias não se transforme em um pesadelo, alguns cuidados básicos devem ser tomados. Pensando no seu conforto e na sua segurança nesse

Leia mais

Actualizado em 21-09-2009* Doentes com Diabetes mellitus 1

Actualizado em 21-09-2009* Doentes com Diabetes mellitus 1 Doentes com Diabetes mellitus 1 Estas recomendações complementam outras orientações técnicas para protecção individual e controlo da infecção pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009. Destaques - Os procedimentos

Leia mais

Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar. Informação para alunos e Pais

Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar. Informação para alunos e Pais Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar Informação para alunos e Pais O que éo vírus da Gripe A(H1N1)v? O vírus A(H1N1)v é um novo vírus da gripe, que afecta os seres humanos. Esta nova estirpe,

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Curso Técnico em Enfermagem

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Curso Técnico em Enfermagem INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS CAMPUS MUZAMBINHO Curso Técnico em Enfermagem JUNIEL PEREIRA BRITO A INFLUEZA A-H1N1 Debate e Prevenção MUZAMBINHO 2010 JUNIEL

Leia mais

Orientações para cuidado em casa com pessoas suspeitas ou confirmadas de Gripe por Influenza A H1N1(Gripe A)

Orientações para cuidado em casa com pessoas suspeitas ou confirmadas de Gripe por Influenza A H1N1(Gripe A) Orientações para cuidado em casa com pessoas suspeitas ou confirmadas de Gripe por Influenza A H1N1(Gripe A) Essas são recomendações do CDC (Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos) sobre o tempo

Leia mais

Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ. Professor Adjunto de Infectologia Pediátrica da UFRJ,

Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ. Professor Adjunto de Infectologia Pediátrica da UFRJ, VACINAÇÃO DE GESTANTES Isabella Ballalai (MD) Diretora Médica da VACCINI - Clínica de Vacinação Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ Edimilson Migowski (MD, PhD, MSc) Professor Adjunto de

Leia mais

Secretaria Regional da Saúde. Gripe A (H1N1) Informação para as Escolas, Colégios e ATL s

Secretaria Regional da Saúde. Gripe A (H1N1) Informação para as Escolas, Colégios e ATL s Secretaria Regional da Saúde Gripe A (H1N1) Informação para as Escolas, Colégios e ATL s Na sequência dos comunicados emitidos pela Direcção Regional da Saúde e atendendo à informação oficial disponível,

Leia mais

FÉRIAS ESCOLARES ACIDENTES DOMÉSTICOS

FÉRIAS ESCOLARES ACIDENTES DOMÉSTICOS FÉRIAS ESCOLARES X ACIDENTES DOMÉSTICOS As férias escolares exigem mais cuidados com os acidentes domésticos porque as crianças ficam mais tempo em casa e isso aumenta o risco de ocorrerem acidentes que

Leia mais

Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR?

Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? Doenças Respiratórias O QUE SÃO E COMO AS PREVENIR? O NÚMERO DE PESSOAS AFETADAS POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EVITÁVEIS NÃO PÁRA DE AUMENTAR. AS CRIANÇAS E OS MAIS VELHOS SÃO OS MAIS ATINGIDOS. SÃO DOENÇAS

Leia mais

Perguntas e Respostas Influenza A (atualizado em 11/06/2009) MINISTÉRIO DA SAÚDE Assessoria de Comunicação

Perguntas e Respostas Influenza A (atualizado em 11/06/2009) MINISTÉRIO DA SAÚDE Assessoria de Comunicação Perguntas e Respostas Influenza A (atualizado em 11/06/2009) MINISTÉRIO DA SAÚDE Assessoria de Comunicação 1) Qual a diferença entre o nível 5 e o nível 6? O que difere os níveis de alerta 5 e 6 é o aumento

Leia mais

FEBRE AMARELA: Informações Úteis

FEBRE AMARELA: Informações Úteis FEBRE AMARELA: Informações Úteis Quando aparecem os sintomas? Os sintomas da febre amarela, em geral, aparecem entre o terceiro e o sexto dia após a picada do mosquito. Quais os sintomas? Os sintomas são:

Leia mais

GRIPE sempre deve ser combatida

GRIPE sempre deve ser combatida GRIPE sempre deve ser combatida Aviária Estacional H1N1 SAZONAL suína GRIPE = INFLUENZA Que é a INFLUENZA SAZONAL? É uma doença própria do ser humano e se apresenta principalmente durante os meses de inverno

Leia mais

BULA PARA PACIENTE RDC 47/2009 HIDRAFIX

BULA PARA PACIENTE RDC 47/2009 HIDRAFIX BULA PARA PACIENTE RDC 47/2009 HIDRAFIX Takeda Pharma Ltda. Solução oral cloreto de sódio 2,34 mg/ml cloreto de potássio 1,49 mg/ml citrato de sódio di-hidratado 1,96 mg/ml glicose 19,83 mg/ml 6 cloreto

Leia mais

SAÚDE.sempre. Gripe. newsletter. medidas de auto cuidado. Secretaria Regional dos Assuntos Sociais

SAÚDE.sempre. Gripe. newsletter. medidas de auto cuidado. Secretaria Regional dos Assuntos Sociais Janeiro * 2014 Instituto de Administração da Saúde e Assuntos Sociais, IP-RAM Gripe medidas de auto cuidado newsletter Secretaria Regional dos Assuntos Sociais Ficha Técnica Newsletter - Janeiro de 2014

Leia mais

Doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti

Doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti Doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti Dengue O que é a Dengue? A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No Brasil, foi identificada pela primeira vez em 1986. Estima-se que

Leia mais

Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança

Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança Central de Atendimento: (61) 3329-8000 Calendário de Vacinação do Prematuro Vacinas BCG ID (intradérmica) Hepatite B (HBV) Pneumocócica conjugada Recomendações

Leia mais

'FORTALEZA CAMARA MUNICIPAL DE REQUERIMENTO N O5 3 9 / 2 O 1 3

'FORTALEZA CAMARA MUNICIPAL DE REQUERIMENTO N O5 3 9 / 2 O 1 3 CAMARA MUNICIPAL DE 'FORTALEZA REQUERIMENTO N O5 3 9 / 2 O 1 3 Requer a transcrição da reportagem do Jornal "O Estado"" do dia 20 de fevereiro de 2013, intitulada "Chuvas trazem risco de contágio de doenças"

Leia mais

CRIANÇAS e as férias de verão

CRIANÇAS e as férias de verão CRIANÇAS e as férias de verão Atenção. Diversão. Segurança. Brincadeiras. Cuidado. Confira um universo de recomendações para garantir dias tranquilos em uma das épocas mais esperadas do ano. Mês de dezembro

Leia mais

Dicas para férias (2): farmácia de viagem, o sol, picadas, segurança.

Dicas para férias (2): farmácia de viagem, o sol, picadas, segurança. Dicas para férias (2): farmácia de viagem, o sol, picadas, segurança. Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. Pág. 01 As férias são momentos ansiados

Leia mais

Você sabe os fatores que interferem na sua saúde?

Você sabe os fatores que interferem na sua saúde? DICAS DE SAÚDE 2 Promova a sua saúde. Você sabe os fatores que interferem na sua saúde? Veja o gráfico : 53% ao estilo de vida 17% a fatores hereditários 20% a condições ambientais 10% à assistência médica

Leia mais

Sinais de alerta perante os quais deve recorrer à urgência:

Sinais de alerta perante os quais deve recorrer à urgência: Kit informativo Gripe Sazonal A gripe Sazonal é uma doença respiratória infeciosa aguda e contagiosa, provocada pelo vírus Influenza. É uma doença sazonal benigna e ocorre em todo o mundo, em especial,

Leia mais

GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: Até 10 horas.

GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: Até 10 horas. GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: PERGUNTA 1.- Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa? 2. - Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos? 3.- Qual é a forma de contágio

Leia mais

ATCHIM!! Gripe Suína. Influenza A. Conheça essa doença que está assustando todo mundo...

ATCHIM!! Gripe Suína. Influenza A. Conheça essa doença que está assustando todo mundo... ATCHIM!! Gripe Suína Influenza A Conheça essa doença que está assustando todo mundo... Coordenadoria de Assistência Social da Universidade de São Paulo Divisão de Promoção Social Educação em Saúde São

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: BIOCAT FISPQ n : 0270/09 Data da última revisão: 05/11/08 Página 1 de 5

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: BIOCAT FISPQ n : 0270/09 Data da última revisão: 05/11/08 Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: BIOCAT Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: BIOCAT Nome da Empresa: INDÚSTRIA QUÍMICA ZEQUINI

Leia mais

Gripe por Influenza A H1N1 *

Gripe por Influenza A H1N1 * CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO São Paulo, maio de 2009. Gripe por Influenza A H1N1 * Informações básicas O que é Gripe por Influenza A H1N1? A gripe por Influenza A H1N1 (Suína) é uma doença

Leia mais

GRIPE A (H1N1) INFORMAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA ESCOLAS E OUTROS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO

GRIPE A (H1N1) INFORMAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA ESCOLAS E OUTROS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO GRIPE A (H1N1) INFORMAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA ESCOLAS E OUTROS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO As escolas e outros estabelecimentos de ensino assumem um papel muito importante na prevenção de uma pandemia

Leia mais

Férias: farmácia de viagem, o sol, picadas, segurança

Férias: farmácia de viagem, o sol, picadas, segurança Férias: farmácia de viagem, o sol, picadas, segurança As férias são momentos ansiados por todos nós. A preparação das férias deve incluir cuidados redobrados com as nossas crianças. Neste texto vamos apresentar

Leia mais

Para que Serve? Tratamento

Para que Serve? Tratamento Quimioterapia O que é? É um tratamento que utiliza medicamentos quimioterápicos para eliminar células doentes. Cada agente quimioterápico tem diferentes tipos de ação sobre as células e, consequentemente,

Leia mais

Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr

Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr Programa RespirAr. Asma e bronquite sem crise. RespirAr Prevenir é o melhor remédio para uma boa saúde, evitando-se as doenças e suas complicações. Problemas respiratórios, por exemplo, podem se tornar

Leia mais

CARTÕES DE IEC EM CONTROLE DAS ENDEMIAS - CE

CARTÕES DE IEC EM CONTROLE DAS ENDEMIAS - CE CARTÕES DE IEC EM CONTROLE DAS ENDEMIAS - CE Os CARTÕES DE ZEC - CE - Informação, Educação e Comunicação para o Controle das Endemias, compõem - se de um conjunto de cartões com informações técnicas, desenhos

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde

Direcção-Geral da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Doença pelo novo vírus da gripe A (H1N1)v - Mulheres grávidas ou a amamentar Nº: 26/DSR DATA: 28/07/09 Para: Contacto na DGS: Todos os estabelecimentos

Leia mais

A creche A creche deve promover e facilitar a participação da família e respeitar a opinião dos pais.

A creche A creche deve promover e facilitar a participação da família e respeitar a opinião dos pais. O bebê de 2 a 11 meses A creche Acumule conhecimentos. Interesse-se por tudo. Cabe aos pais decidir se matriculam ou não seu bebê na creche. Antes de escolher uma creche, é bom passar algum tempo observando

Leia mais

Vínculo entre mãe e bebê

Vínculo entre mãe e bebê Vínculo mãe/bebê Vínculo entre mãe e bebê Tenha uma idéia audaciosa hoje. Amanhã ela já não será nova. O bebê precisa reconhecer quem cuida dele, por isso, precisa ser cuidado sempre pela mesma pessoa.

Leia mais

ATITUDE 1 Criança vacinada é criança protegida contra vários tipos de doenças. Parabéns! Você participou da última Campanha de Vacinação e está com o seu cartão da saúde em dia! Avance até a casa 7. ATITUDE

Leia mais

Seu bebê chegou, conte com a gente. 1º mês de vida do recém-nascido.

Seu bebê chegou, conte com a gente. 1º mês de vida do recém-nascido. Seu bebê chegou, conte com a gente. 1º mês de vida do recém-nascido. A Fundação Fiat, por meio do Programa Vida Nova, elaborou este material com o intuito de relembrar para as mamães e papais as informações

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Viseu INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU

Escola Superior de Tecnologia de Viseu INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU Escola Superior de Tecnologia de Viseu INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU informação Gripe A (H1N1)v Fonte http://www.dgs.pt/ 2009/09/07 Gripe A(H1N1)v O vírus A(H1N1)v é um novo vírus da gripe, que afecta

Leia mais

Ingredientes que contribuam para o perigo: Nome químico ou genérico N CAS % Classificação e rotulagem

Ingredientes que contribuam para o perigo: Nome químico ou genérico N CAS % Classificação e rotulagem FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Nome do produto: DENINPLUS 400-N Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: DENINPLUS 400-N Nome da Empresa: INDÚSTRIA

Leia mais

Gripe H1N1, o que a Escola precisa saber!

Gripe H1N1, o que a Escola precisa saber! 1 Gripe H1N1, o que a Escola precisa saber! O que é a gripe H1N1? A gripe H1N1, também conhecida como gripe A, é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar ao agravamento e ao óbito,

Leia mais

Principais Sintomas. Medidas de Prevenção

Principais Sintomas. Medidas de Prevenção A gripe é uma doença causada pelo vírus da Influenza, que ocorre predominantemente nos meses mais frios do ano. Esse vírus apresenta diferentes subtipos que produzem a chamada gripe ou influenza sazonal.

Leia mais

APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA

APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA APOSTILA PRIMEIROS SOCORROS À CRIANÇA NA ESCOLA Dra. Maria Beatriz Silveira Schmitt Silva Coordenadora do SAMU do Vale do Itajaí Coordenadora Médica do SOS Unimed Blumenau Setembro/2010 Revisado em Fevereiro

Leia mais

GRIPE A (H1N1) PLANO DE CONTINGÊNCIA. Exposição e Motivos

GRIPE A (H1N1) PLANO DE CONTINGÊNCIA. Exposição e Motivos CORPO NACIONAL DE ESCUTAS ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS JUNTA REGIONAL DOS AÇORES GRIPE A (H1N1) PLANO DE CONTINGÊNCIA Plano de Contingência contra a Gripe A em acampamentos e actividades escutistas Exposição

Leia mais

Prepare sua viagem à África do Sul

Prepare sua viagem à África do Sul Prepare sua viagem à África do Sul Embaixada do Brasil na África do Sul Endereço: Hillcrest Office Park, Woodpecker Place, First Floor, 177 Dyer Road, Hillcrest. Cidade: Pretória Telefone: (00xx27 12)

Leia mais

PLANO DE ACTUAÇÃO CONTRA A GRIPE PANDÉMICA NO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA

PLANO DE ACTUAÇÃO CONTRA A GRIPE PANDÉMICA NO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA PLANO DE ACTUAÇÃO CONTRA A GRIPE PANDÉMICA NO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA 1. OBJECTIVOS DO PLANO Antecipar e gerir a resposta do ISA para minimizar as condições de propagação da Gripe A na comunidade

Leia mais

PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES

PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES PREVENÇÃO DE ACIDENTES NA INFÂNCIA CAUSAS E SOLUÇÕES Introdução As crianças pequenas não têm a capacidade para avaliar o perigo, pelo que qualquer objeto que encontram em casa pode transformar-se num brinquedo

Leia mais

Gripe H1N1 ou Influenza A

Gripe H1N1 ou Influenza A Gripe H1N1 ou Influenza A A gripe H1N1 é uma doença causada por vírus, que é uma combinação dos vírus da gripe normal, da aviária e da suína. Essa gripe é diferente da gripe normal por ser altamente contagiosa

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FORTEX Ficha de Segurança Nome do Produto: MASSA PVA FORTEX Data de Revisão: 15/08/2013 Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto:

Leia mais

LABIRIN. dicloridrato de betaistina APSEN. FORMA FARMACÊUTICA Comprimidos. APRESENTAÇÕES Comprimidos de 24 mg. Caixa com 30 comprimidos.

LABIRIN. dicloridrato de betaistina APSEN. FORMA FARMACÊUTICA Comprimidos. APRESENTAÇÕES Comprimidos de 24 mg. Caixa com 30 comprimidos. LABIRIN dicloridrato de betaistina APSEN FORMA FARMACÊUTICA Comprimidos APRESENTAÇÕES Comprimidos de 24 mg. Caixa com 30 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido contém: 24 mg dicloridrato

Leia mais

5) Você é capaz de abrir as embalagens dos medicamentos que usa?

5) Você é capaz de abrir as embalagens dos medicamentos que usa? MOATT (ferramenta para auxílio na educação de pacientes em tratamento oral contra o câncer) Esta ferramenta foi preparada para assistir os profissionais de saúde na avaliação e educação de pacientes que

Leia mais

MEMORANDO Nº 114/2009-PRPPG

MEMORANDO Nº 114/2009-PRPPG UNIOESTE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação MEMORANDO Nº 114/2009-PRPPG DATA: 13/08/2009 PARA: Davi Félix Schreiner Diretor Geral Campus Marechal Candido

Leia mais

Apresentação Mobilização no combate à dengue

Apresentação Mobilização no combate à dengue Apresentação Mobilização no combate à dengue Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública do mundo. Com a temporada de chuvas, os riscos de surtos da doença ficam ainda

Leia mais

Perigo: as brotoejas podem coçar, causando incômodo ao bebê e, por serem uma irritação, tornam-se foco de infecções.

Perigo: as brotoejas podem coçar, causando incômodo ao bebê e, por serem uma irritação, tornam-se foco de infecções. Trate os problemas de pele mais comuns em bebês Pais devem ficam atentos a descamações, manchas e brotoejas Se existe uma característica comum a todos os bebês saudáveis, só pode ser a pele macia e sedosa,

Leia mais

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 06/12/2009 Seção: Capa Pág.: 1 Assunto: Vacinação antes da viagem

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 06/12/2009 Seção: Capa Pág.: 1 Assunto: Vacinação antes da viagem Veículo: Correio Braziliense Data: 06/12/2009 Seção: Capa Pág.: 1 Assunto: Vacinação antes da viagem Veículo: Correio Braziliense Data: 06/12/2009 Seção: Saúde Pág.: 25 Assunto: Vacinação antes da viagem

Leia mais

DRAMIN BULA DO PACIENTE

DRAMIN BULA DO PACIENTE DRAMIN BULA DO PACIENTE Takeda Pharma Ltda. Cápsula gelatinosa mole 50 mg/cápsula (dimenidrinato) BULA PARA PACIENTE RDC 47/2009 APRESENTAÇÕES Cápsula gelatinosa mole de 50 mg. Embalagem com 4, 10 ou 100

Leia mais

A Saúde do. Moro no trabalho e durmo nos aviões. Depoimento de um cliente da MedRio

A Saúde do. Moro no trabalho e durmo nos aviões. Depoimento de um cliente da MedRio A Saúde do Viajante Moro no trabalho e durmo nos aviões. Depoimento de um cliente da MedRio Supervisão editorial: Dr. Gilberto Ururahy Baixe agora o aplicativo e mantenha sua saúde em dia! Editora responsável:

Leia mais

MEU SALÃO LIVRE DAS HEP TITES. Manual de prevenção para manicures e pedicures

MEU SALÃO LIVRE DAS HEP TITES. Manual de prevenção para manicures e pedicures MEU SALÃO LIVRE DAS HEP TITES Manual de prevenção para manicures e pedicures Faça a sua parte e deixe as hepatites virais fora do seu salão de beleza As hepatites são doenças graves e, muitas vezes, silenciosas.

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Montelucaste Generis 10 mg Comprimidos Montelucaste de sódio Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento -Conserve este folheto. Pode

Leia mais

MicroBingo TABELA GERAL

MicroBingo TABELA GERAL MicroBingo TABELA GERAL DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS Poliomielite (paralisia infantil) pelo Poliovírus. que causa esta doença é oral (boca) ou fecal (fezes) e pode contaminar quem não tomou as Gotinhas do

Leia mais

CONFIRA DICAS PARA ENFRENTAR O ALTO ÍNDICE ULTRAVIOLETA

CONFIRA DICAS PARA ENFRENTAR O ALTO ÍNDICE ULTRAVIOLETA PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Edifício Durval Silva, QD. 103 Sul, Rua SO-07, LT. 03, Centro CEP 77.016-010 Telefone: (63) 3218-5210 / E-mail: cievspalmas@gmail.com VIGILÂNCIA

Leia mais

Aulas só reiniciarão no dia 31 de agosto

Aulas só reiniciarão no dia 31 de agosto Informativo eletrônico do IFRS Campus Sertão Ano 01 Edição 1 Agosto de 2009 Aulas só reiniciarão no dia 31 de agosto Docentes decidiram protelar a volta às aulas de 17 para 31 de agosto em reunião na manhã

Leia mais

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se

Leia mais

2 Cartilha Aleitamento Materno

2 Cartilha Aleitamento Materno 2 Cartilha Aleitamento Materno AMAMENTAÇÃO São inúmeros os benefícios da amamentação para o bebê, mãe e família. O leite materno é o melhor alimento para o bebê e deve ser a única fonte de alimento para

Leia mais

PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010

PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 Institui, em todo o território nacional, o Calendário de vacinação para os Povos Indígenas. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE,

Leia mais

Câmara Municipal de Itápolis 1

Câmara Municipal de Itápolis 1 Câmara Municipal de Itápolis 1 Apresentação Prezado Cidadão, Esta é a Cartilha da Boa Saúde de Itápolis, uma publicação da Câmara Municipal de Vereadores que tem por objetivo trazer à população informações

Leia mais

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD ALERTA EPIDEMIOLÓGICO I Influenza Suína ABRIL 2009 Definição de caso 1-Caso suspeito de infecção humana pelo vírus da influenza suína A (H1N1). Apresentar

Leia mais

As causas das doenças

As causas das doenças CAPÍTULO 2 As causas das doenças As pessoas têm maneiras diferentes de explicar a causa duma doença. Um bebé está com diarreia. Mas porquê? Em certas comunidades, talve digam que isso aconteceu porque

Leia mais

loratadina Merck S/A Comprimidos revestidos 10 mg

loratadina Merck S/A Comprimidos revestidos 10 mg loratadina Merck S/A revestidos 10 mg loratadina Medicamento genérico Lei nº 9.797, de 1999 APRESENTAÇÕES revestidos de 10 mg em embalagem com 12 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE

Leia mais

Será que é influenza (gripe)? Quem tem sintomas de febre repentina, tosse e dor de garganta. Guia de consulta e Cuidado. (Tradução Provisória)

Será que é influenza (gripe)? Quem tem sintomas de febre repentina, tosse e dor de garganta. Guia de consulta e Cuidado. (Tradução Provisória) Será que é influenza (gripe)? Quem tem sintomas de febre repentina, tosse e dor de garganta. Guia de consulta e Cuidado (Tradução Provisória) Introdução: O outono é a estação do ano mais propícia para

Leia mais

Informação e Recomendações para Escolas. Segundo a Direcção-Geral de Saúde Ano lectivo 2009/2010

Informação e Recomendações para Escolas. Segundo a Direcção-Geral de Saúde Ano lectivo 2009/2010 Informação e Recomendações para Escolas Segundo a Direcção-Geral de Saúde Ano lectivo 2009/2010 O vírus da Gripe A(H1N1) é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo, contém

Leia mais

IMPORTANTE. Os imunobiológicos devem ser mantidos no REFRIGERADOR com temperatura entre -2 e +8 C.

IMPORTANTE. Os imunobiológicos devem ser mantidos no REFRIGERADOR com temperatura entre -2 e +8 C. Administração de Imunobiológicos IMPORTANTE Os imunobiológicos devem ser mantidos no REFRIGERADOR com temperatura entre -2 e +8 C. Contra indicações gerais: Imunodeficiência congênita ou adquirida Neoplasias

Leia mais