CICS Resumo. Acerca deste resumo: Introdução (1-2) Arquitectura (3-4)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CICS Resumo. Acerca deste resumo: Introdução (1-2) Arquitectura (3-4)"

Transcrição

1 CICS Resumo Acerca deste resumo: Este é o resumo da matéria estudada para apresentar o sistema IBM CICS, o monitor transaccional mais utilizado. Cada secção diz respeito a um conjunto de acetatos que são indicados entre parêntesis. Introdução (1-2) A plataforma CICS (Costumer Information Control Service) apareceu como aplicação comercial em 1969, tendo acompanhado toda a evolução da computação em grande escala. Tendo a sua origem num sistema de mainframe monolítico (1-tier), evoluiu em seguida para o modelo cliente-servidor (2-tier), que foi o paradigma durante os anos 80 e parte dos anos 90. Com o advento de melhor hardware a mais baixo custo, as arquitecturas tornam-se mais distribuídas surgindo uma nova camada conceptual entre o cliente e o servidor. Esta ultima concepção deu origem a aplicações conhecidas como MiddleWare, que consistem na camada do meio. O sistema CICS adaptou-se à evolução e hoje é considerado uma plataforma MiddleWare. Apesar de ter vindo a perder segmento de mercado, mantém-se como líder, tendo como clientes 90% das 500 maiores empresas mundiais. Arquitectura (3-4) A arquitectura deste sistema, de uma forma geral, é semelhante a um sistema MiddleWare genérico, com aplicações Cliente que acedem a recursos de dados através de um MiddleWare que neste caso é o próprio sistema CICS.

2 figura 1: Arquitectura do sistema CICS. Uma região CICS é aonde os programas que compõe uma transacção correm. Existem tabelas, acessíveis em run-time, que referenciam programas, fontes de dados, e locais (outros sistemas CICS e outras aplicações) fora do sistema. Como componentes funcionais, em oposição aos componentes estruturais referidos na figura, temos: Clientes Clientes segundo o conceito comum do modelo cliente/servidor. O que invoca e inicia a conversação. Escalonador Transaccional Canaliza as transacções para os servidores transaccionais. Servidores Aplicacionais -Processos em tempo-real que correm os programas que compõem a transacção. Podem ser um ou mais, aspecto decidido na configuração do sistema. Servidor de Ficheiros Geralmente são SFS, structured file server, que permitem acesso aos dados de uma forma adaptada às necessidades de um monitor transaccional. A funcionalidade de um servidor de ficheiros pode ser substituída por uma Base de Dados Relacional. Gateway Gere a comunicação com o mundo exterior e outros sistemas CICS. Conceitos (5-11) Neste sistema, existe um conjunto de conceitos que explicam o funcionamento deste Monitor Transaccional em particular.

3 Transacção Não corresponde exactamente ao conceito de transacção nos Sistemas Gestores de Bases de Dados. É antes a designação dada a todo um processamento de informação que pode ser constituído por vários programas (application programs). Cada transacção tem um identificador e é invocada por um utilizador do sistema. Pode ser conversacional, em que existe mais do que um input do terminal ao longo do processamento, ou não-conversacional, em que assim que a transacção é invocada só termina quando todo o processamento se completa de uma forma sequencial. Pode-se encadear varias transacções não-conversacionais em que assim que cada uma termina, o controlo retorna ao utilizador. Este método é chamado pseudo-conversacional. LUW Logic Unit of Work É uma sequência de alterações aos dados relacionadas entre si. O trabalho realizado por uma LUW é independente do de outra LUW. O sistema CICS garante a atomicidade no trabalho realizado numa LUW. O seu inicio e fim pode ser definido pelo programador, caso contrario, o sistema assume toda a transacção como uma única LUW. Região (CICS Region) Designação dada ao ambiente onde correm as transacções e os programas. Mapa Funcionalidade que permite o relacionamento entre variáveis no código do programa e campos num dispositivo que mostra informação (por exemplo, um terminal), permitindo a visualização do valor de cada variável. O serviço que permite a implementação desta funcionalidade chama-se Basic Mapping Support e permite a utilização de um conjunto de macros para se definir mapas para uma aplicação em particular.

4 figura 2:Transacção com invocação de vários programas através dos comandos LINK e XCTL. O comando LINK invoca outro programa e bloqueia-se à espera do fim desse programa. O comando XCTL invoca outro programa mas não se bloqueia aguardando o retorno. figura 3: Transacção que utiliza o comando LINK correndo dois programas. Esta transacção consiste numa única LUW.

5 figura 4: Transacção idêntica à anterior, mas com três LUW's, definidas pelo programador através da utilização do comando SYNCPOINT. FNAME DFHMDF POS=(1,5),LENGTH=10, ATTRB=(UNPROT,BRT,FSET), INITIAL='XXXXXXXXXX',PICIN='X(10)', PICOUT='X(10)',COLOR=RED tabela 1: Definição em macros de dois campos de um mapa. figura 5: Exemplo de um terminal que mostra uma lista de informação. Foi gerado utilizando o serviço BMS. Utilizado numa instituição pública do estado do Texas. Programação em Ambiente CICS (12-16) Esta aplicação da empresa IBM, corre em varias plataformas:

6 Windows, Open Systems (Unix, Linux, AIX, HP-UX, etc..) e vários Sistemas Operativos proprietários da IBM. Um programador de aplicações que irão correr em sistema CICS, terá de seguir os seguintes passos: 1. Codificar o programa em qualquer linguagem suportada (Assembly, C, C++, COBOL, PL/I ). Os comandos CICS ficam embebidos no código e são identificados pelo prefixo exec cics 2. Traduzir o código gerado, em que os comandos são interpretados na linguagem utilizada. 3. Compilar, utilizando um compilador comum que já exista no sistema operativo. O programa é então linkado com as bibliotecas do sistema CICS. 4. Atribuir uma região onde o programa irá correr. 5. Associar o programa (identificado por um nome) a uma transacção, que também terá um identificador. Restrições à programação: 1. Nunca utilizar controlo de transacção da Base de Dados relacional que se está a aceder (COMMIT, ROLLBACK, etc...). Esta funcionalidade é da exclusiva responsabilidade do sistema e a razão de ser de um monitor transaccional. 2. Não fazer chamadas a fork(), exec() nem a qualquer função que lance processos utilizando a biblioteca nativa do sistema operativo. Seria mais dispendioso em termos de recursos. As funções de memória partilhada do sistema operativo e a função exit()estão também proibidas. Exemplo de código: 1 exec cics getmain set (buf) length (sizeof (struct buf_struct)); 2 3 buf->delta = delta; 4 buf->remote_account = remote_account; exec sql select amount from dosh_on_local_database 8 into :amount

7 9 where 10 account = :local_account; if (amount - delta < 0) { 13 report_to_user ("cant go overdrawn!"); 14 exec syncpoint rollback; 15 exec cics return; 16 } /* if */ exec sql update dosh_on_local_database 19 set amount = amount - :delta 20 where 21 account = :local_account and 22 amount = :amount; exec cics link program ('DBCT') sysid ('RMT') commarea (buf) length (sizeof (struct buf_struct)); 25 exec cics return; Comentários ao código: 1-6 Receber a estrutura buf e preenchê-la Fazer uma query na base de dados, através da invocação de um comando CICS Verificar se o levantamento é valido. Em caso afirmativo, invoca-se o SYNCPOINT ROLLBACK que cancelará toda a LUW (isto é, tudo desde o último SYNCPOINT caso tenha existido, ou desde o inicio da transacção) Fazer um update na base de dados. 24-Invocar o programa DBCT, através do comando LINK, é utilizado o parâmetro commarea com a estrutura buf como argumento para a passar como parâmetro a este programa. Também é enviado o tamanho da estrutura. A opção sysid ('RMT') indica que o programa a ser invocado está no sistema identificado como RMT. Isto tem a ver com o facto destes dois programas estarem em sistemas diferentes, tratando-se de DPL Distributed Program Link 25 Retorna o controlo para o programa invocador. Programa DBCT : 1 struct buf_struct *buf; 2 3 exec cics address commarea (buf); 4

8 5 exec sql select amount from dosh_on_remote_database 6 into :amount 7 where 8 account = :buf->remote_account; 9 10 if (amount + buf->delta) < 0) { 11 report_to_user ("can't go overdrawn!"); 12 exec cics abend nodump abcode ('ODRW'); 13 } /* if */ exec sql update dosh_on_remote_database 16 set amount = amount + :buf->delta 17 where 18 account = :buf->remote_account and 19 amount = :amount; exec cics return; Comentários ao código: 1-4 Inicializar e receber a estrutura buf através dos comando address utilizado para ler a memoria privada deste programa onde os parâmetros foram colocados pelo programa invocador. 5-9 Fazer uma query SQL à base de dados para saber a quantia disponível na conta Verificar se a conta, depois de um eventual levantamento, fica com saldo negativo. Em caso afirmativo, invocar o comando ABEND ( abnormal end ) que fará rollback à LUW em causa. O identificador (ODRW) do erro é passado ao programa que invocou e poderá tratar este retorno Fazer o update na base de dados (SQL) 21 Fazer return, retornando o controlo para o programa invocador. Bibliografia: Web Services, G Alonso et al, O livro da cadeira. Conceitos básicos sobre Monitores Transaccionais. Bernstein, TP Monitors, 1990 Artigo de 1990 em que se discutem diversos aspectos acerca de monitores transaccionais. CICS Application Programming Guide, IBM, 2004

9 Manual do programador. Bastante completo na descrição detalhada da API. A perspective on CICS DPL, Bob Yelavich (http://www.yelavich.com/cicsdpl.htm) Artigo do criador do CICS acerca de invocação distribuída de programas. Contem exemplos bastante elucidativos, porém, faltam as figuras. Recursos sobre o CICS no site da própria IBM. Mais recursos relacionados com o CICS. Empresa especializada. Vários recursos sobre o CICS. Contem o código utilizado nos exemplos.

Monitores Transaccionais

Monitores Transaccionais Monitores Transaccionais Tecnologias de Middleware João Nogueira Departamento de Informática Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Setembro de 2006 Transacção Unidade de trabalho que executa

Leia mais

Programação de Sistemas

Programação de Sistemas Programação de Sistemas Arquitectura dos Sistemas Operativos Programação de Sistemas Arquitectura : 1/25 Introdução (1) Um sistema operativo de uso geral é formado por diversas componentes: Gestor de processos

Leia mais

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies Cap. 1 Module Introduction Objectivos O propósito e a origem da arquitectura de base de dados a três níveis. O conteúdo dos níveis externo,

Leia mais

A compreensão do mecanismo de transações é essencial, sempre que a

A compreensão do mecanismo de transações é essencial, sempre que a Transações A compreensão do mecanismo de transações é essencial, sempre que a base de dados d servir várias clientes simultaneamente. Em SQL é possível definir explicitamente os limites de uma transação.

Leia mais

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto 6.1 ARQUIVOS E REGISTROS De um modo geral os dados estão organizados em arquivos. Define-se arquivo como um conjunto de informações referentes aos elementos

Leia mais

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos.

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. 1. Introdução aos Sistemas de Bases de Dados Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. O conceito de base de dados faz hoje parte do nosso

Leia mais

FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java

FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java FBV - Linguagem de Programação II Um pouco sobre Java História 1992: um grupo de engenheiros da Sun Microsystems desenvolve uma linguagem para pequenos dispositivos, batizada de Oak Desenvolvida com base

Leia mais

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma Índice Bases de Dados Pedro Quaresma Departamento de Matemática Universidade de Coimbra 2010/2011 1. Parte I Componente Teórica 1.1 Introdução 1.2 Modelo ER 1.3 Modelo Relacional 1.4 SQL 1.5 Integridade

Leia mais

Cliente/Servidor. Monitores Transacionais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Monitores Transacionais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Monitores Transacionais Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Transação Filosofia de projeto de aplicação que garante robustez em sistemas distribuídos. É executada sob o controle de

Leia mais

Controle de Confirmação do Banco de Dados

Controle de Confirmação do Banco de Dados IBM Systems - iseries Controle de Confirmação do Banco de Dados Versão 5 Release 4 IBM Systems - iseries Controle de Confirmação do Banco de Dados Versão 5 Release 4 Nota Antes de utilizar estas informações

Leia mais

Bases de Dados Distribuídas

Bases de Dados Distribuídas Introdução Devido ao ambiente de grande competitividade em que as organizações de hoje têm que actuar, estas são forçadas a distribuir-se geograficamente, procurando as condições locais mais favoráveis

Leia mais

Motivação. Aplicações precisam acessar o BD Linguagens BD X Linguagens Programação. paradigmas diferentes (impedance mismatch)

Motivação. Aplicações precisam acessar o BD Linguagens BD X Linguagens Programação. paradigmas diferentes (impedance mismatch) Sumário 1 Introdução ao Processamento de Consultas 2 Otimização de Consultas 3 Plano de Execução de Consultas 4 Introdução a Transações 5 Recuperação de Falhas 6 Controle de Concorrência 7 Fundamentos

Leia mais

SQL. Ambientes de programação O catálogo do sistema. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática

SQL. Ambientes de programação O catálogo do sistema. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática SQL Ambientes de programação O catálogo do sistema Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática SQL Usar SQL em aplicações Nas aplicações que acedem a bases e dados as instruções

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Bases de Dados

Introdução aos Sistemas de Bases de Dados Sistemas de Bases de Dados Edição 2004 Introdução aos Sistemas de Bases de Dados Orlando Belo Departamento de Informática Escola de Engenharia Universidade do Minho Índice Introdução ao armazenamento de

Leia mais

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Compreender e utilizar a linguagem SQL, na construção e manutenção de uma base de dados.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Compreender e utilizar a linguagem SQL, na construção e manutenção de uma base de dados. PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 12.ºH CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO MULTIMÉDIA ANO LECTIVO 2013/2014 6. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO IV Pré-requisitos: - Planificar e estruturar bases

Leia mais

Aspectos de Sistemas Operativos

Aspectos de Sistemas Operativos Paulo Sérgio Almeida Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho Serviços de um sistema operativo Interface com o utilizador Chamadas ao sistema Programas de sistema

Leia mais

INE 5336. Banco de Dados II. Sumário

INE 5336. Banco de Dados II. Sumário INE 5336 Banco de Dados II Ronaldo S. Mello 2004/2 1 SQL Embutida Sumário 2 Processamento de Consultas 3 Introdução a Transações 4 Recuperação de Falhas 5 Controle de Concorrência 6 Banco de Dados Distribuído

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 06: Threads. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 06: Threads. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 06: Threads Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Objetivos Introduzir o conceito de thread Discutir as APIs das bibliotecas de threads Pthreads, Win32

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

Bases de Dados. Parte VI SQL em Ambiente de Programação

Bases de Dados. Parte VI SQL em Ambiente de Programação Bases de Dados Parte VI SQL em Ambiente de Programação 1 SQL em Ambiente de Programação O SQL pode ser usado de forma interactiva por utilização do interface normalmente disponibilizado pelo próprio SGBD

Leia mais

LINGUAGEM SQL. SQL Server 2008 Comandos iniciais

LINGUAGEM SQL. SQL Server 2008 Comandos iniciais 1 LINGUAGEM SQL SQL Server 2008 Comandos iniciais SQL - STRUCTURED QUERY LANGUAGE Quando os Bancos de Dados Relacionais estavam sendo desenvolvidos, foram criadas linguagens destinadas à sua manipulação.

Leia mais

Infra-Estrutura de Software. Introdução. (cont.)

Infra-Estrutura de Software. Introdução. (cont.) Infra-Estrutura de Software Introdução (cont.) O que vimos Complexidade do computador moderno, do ponto de vista do hardware Necessidade de abstrações software Sistema computacional em camadas SO como

Leia mais

BIS-Navigator. Add-In for Excel

BIS-Navigator. Add-In for Excel BIS-Navigator Add-In for Excel Manual do Utilizador V3.0 - Português Fev 2006 Publicado por Solutions for Informations Technologies Copyright 2000 da Solutions for Informations Technologies ou suas subsidiárias,

Leia mais

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1 Desenvolvimento Cliente- 1 Ambiienttes de Desenvollviimentto Avançados Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Alexandre Bragança 1998/99 Ambientes de Desenvolvimento Avançados

Leia mais

Bases de Dados! 2014/15! http://ssdi.di.fct.unl.pt/bd!! João Leite (jleite@fct.unl.pt)!!!

Bases de Dados! 2014/15! http://ssdi.di.fct.unl.pt/bd!! João Leite (jleite@fct.unl.pt)!!! Bases de Dados 2014/15 http://ssdi.di.fct.unl.pt/bd João Leite (jleite@fct.unl.pt) Capítulo 1: Introdução Função dos Sistemas de Bases de Dados Visão dos dados Modelos de dados Linguagem de Definição de

Leia mais

Oracle PL/SQL Overview

Oracle PL/SQL Overview Faculdades Network Oracle PL/SQL Overview Prof. Edinelson PL/SQL Linguagem de Programação Procedural Language / Structured Query Language Une o estilo modular de linguagens de programação à versatilidade

Leia mais

Capítulo 8. Software de Sistema

Capítulo 8. Software de Sistema Capítulo 8 Software de Sistema Adaptado dos transparentes das autoras do livro The Essentials of Computer Organization and Architecture Objectivos Conhecer o ciclo de desenvolvimento da linguagem Java

Leia mais

O Hardware e o Software do Computador

O Hardware e o Software do Computador O Hardware e o Software do Computador Aula 3 Parte 2 Software de Computador Aplicativo Horizontal: tarefas genéricas, para quaisquer organizações Aplicativo Vertical: tarefas específicas, para organizações

Leia mais

Servidor de Dados. Sistemas de Informação Módulo 4

Servidor de Dados. Sistemas de Informação Módulo 4 Servidor de Dados Sistemas de Informação Módulo 4 Módulo 4 Arquitectura Cliente/Servidor Administração de um Servidor/Base de Dados Conteúdos do Módulo 4 Conceitos Gerais sobre a arquitectura Cliente/Servidor;

Leia mais

Sumário 1 0.1 Introdução 1 0.2 Breve História da Linguagem SQL l 0.3 Características da Linguagem SQL 3 0.4 A Composição deste Livro 3

Sumário 1 0.1 Introdução 1 0.2 Breve História da Linguagem SQL l 0.3 Características da Linguagem SQL 3 0.4 A Composição deste Livro 3 ÍNDICE o -INTRODUÇÃO Sumário 1 0.1 Introdução 1 0.2 Breve História da Linguagem SQL l 0.3 Características da Linguagem SQL 3 0.4 A Composição deste Livro 3 0.5 Sistemas Utilizados 6 0.5.1 Access 2003 (Microsoft)

Leia mais

Introdução. O que vimos. Infraestrutura de Software. (cont.) História dos Sistemas Operacionais. O que vimos 12/03/2012. Primeira geração: 1945-1955

Introdução. O que vimos. Infraestrutura de Software. (cont.) História dos Sistemas Operacionais. O que vimos 12/03/2012. Primeira geração: 1945-1955 O que vimos Infraestrutura de Software Introdução (cont.) Complexidade do computador moderno, do ponto de vista do hardware Necessidade de abstrações software Sistema computacional em camadas SO como uma

Leia mais

Os comandos SQL utilizados nas aulas práticas e mostrados aqui foram feitos num interpretador de comandos: psql

Os comandos SQL utilizados nas aulas práticas e mostrados aqui foram feitos num interpretador de comandos: psql Bases de Dados PostgreSQL e Php Transacções Joins, agregações, vistas P. Serendero, 2011 1 PostgreSQLe Php: transacções Os comandos SQL utilizados nas aulas práticas e mostrados aqui foram feitos num interpretador

Leia mais

Especificações Técnicas

Especificações Técnicas Visual COBOL é a solução líder da indústria para o desenvolvimento de aplicações COBOL e implantação em sistemas Windows, Unix e Linux. Ele combina as melhores ferramentas de desenvolvimento de sua classe

Leia mais

BANCO DE DADOS. info 3º ano. Prof. Diemesleno Souza Carvalho diemesleno@iftm.edu.br www.diemesleno.com.br

BANCO DE DADOS. info 3º ano. Prof. Diemesleno Souza Carvalho diemesleno@iftm.edu.br www.diemesleno.com.br BANCO DE DADOS info 3º ano Prof. Diemesleno Souza Carvalho diemesleno@iftm.edu.br www.diemesleno.com.br Na última aula estudamos Unidade 4 - Projeto Lógico Normalização; Dicionário de Dados. Arquitetura

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS OPERACIONAIS SEMANA 03

INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS OPERACIONAIS SEMANA 03 INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS OPERACIONAIS SEMANA 03 fevereiro/2011 Surgimento, desenvolvimento e evolução dos sistemas operacionais até os sistemas modernos. 1 - Introdução A evolução dos sistemas operacionais

Leia mais

Introdução à Ciência da Computação

Introdução à Ciência da Computação Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Matemática e Computação Bacharelado em Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação Aula 05 Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br)

Leia mais

Ambiente SQL: esquemas

Ambiente SQL: esquemas Ambiente SQL: esquemas Um ambiente SQL é constituído pelo conjunto de elementos da BDs tabelas, visões, domínios e asserções, sobre os quais podem ser executadas operações SQL. Estes elementos podem ser

Leia mais

2008.1. A linguagem SQL

2008.1. A linguagem SQL SQL 2008.1 A linguagem SQL SQL - Structured Query Language. Foi definida nos laboratórios de pesquisa da IBM em San Jose, California, em 1974. Teve seus fundamentos no modelo relacional Sua primeira versão

Leia mais

Millennium ECO 2.0 (beta)

Millennium ECO 2.0 (beta) MILLENNIUM NETWORK Millennium ECO 2.0 (beta) Documentação Técnica (draft) 10/2013 Este documento contém as instruções para a utilização da biblioteca Millenium_Eco que se presta à comunicação de aplicativos

Leia mais

Hugo Pedro Proença, 2007

Hugo Pedro Proença, 2007 Stored Procedures À medida que a complexidade dos sistemas aumenta, torna-se cada vez mais difícil a tarefa de integrar o SQL com as aplicações cliente. Além disto, é necessário que todas as aplicações

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2

Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2 Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2 MongoDB Diego Fraga - 083746 Gabriel Henrique - 083771 Lauro Henrique - 074259 O que é MongoDB? - MongoDB é uma ferramenta de

Leia mais

Programação Concorrente Processos e Threads

Programação Concorrente Processos e Threads Programação Concorrente Processos e Threads Prof. Eduardo Alchieri Processos O conceito mais central em qualquer sistema operacional é o processo Uma abstração de um programa em execução Um programa por

Leia mais

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Conceitos Gerais Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Forças de marketing que conduzem à arquitetura cliente/servidor "Cliente/Servidor é um movimento irresistível que está reformulando

Leia mais

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO Sistema de arquivos X Sistemas de Banco de Dados Sistema de arquivos Sistema de Banco de Dados Aplicativos Dados (arquivos) Aplicativos SGBD Dados (arquivos) O acesso/gerenciamento

Leia mais

Sistema de Gestão de Bases de Dados

Sistema de Gestão de Bases de Dados Sistema de Gestão de Bases de Dados 1. Base de dados e um SGBD: O funcionamento das organizações gera uma grande quantidade de dados. Quando estes dados estão relacionados entre si, transformam-se em informação.

Leia mais

Banco de Dados. Prof. Antonio

Banco de Dados. Prof. Antonio Banco de Dados Prof. Antonio SQL - Structured Query Language O que é SQL? A linguagem SQL (Structure query Language - Linguagem de Consulta Estruturada) é a linguagem padrão ANSI (American National Standards

Leia mais

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0 Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia de Viseu Engenharia de Sistemas e Informática Sistemas Operativos - 2005/2006 Trabalho Prático v1.0 Introdução O presente trabalho prático visa

Leia mais

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS. Prof. Adriano Pereira Maranhão

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS. Prof. Adriano Pereira Maranhão SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Prof. Adriano Pereira Maranhão 1 REVISÃO BANCO DE DADOS I O que é banco de dados? Ou seja afinal o que é um SGBD? REVISÃO BD I REVISÃO DE BD I Um Sistema de Gerenciamento de

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Operacionais Machado/Maia. Arquitetura de Sistemas

Arquitetura de Sistemas Operacionais Machado/Maia. Arquitetura de Sistemas Arquitetura de Sistemas Operacionais Capítulo 4 Estrutura do Sistema Operacional Cap. 4 Estrutura do Sistema 1 Sistemas Operacionais Pitágoras Fadom Divinópolis Material Utilizado na disciplina Sistemas

Leia mais

16/09/2012. Agenda. Introdução. Introdução. Tipos de Software (Básico) Tipos de Software. Curso Conexão Noções de Informática

16/09/2012. Agenda. Introdução. Introdução. Tipos de Software (Básico) Tipos de Software. Curso Conexão Noções de Informática Curso Conexão Noções de Informática Aula 2 Arquitetura de Computadores (Software) Agenda Introdução; Tipos de Software; Básico; Aplicativo; Livre; Proprietário. Pirataria de Software; Demos, Freewares

Leia mais

UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP

UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP Alan Jelles Lopes Ibrahim, alan.jelles@hotmail.com Eduardo Machado Real, eduardomreal@uems.br

Leia mais

trigger insert, delete, update

trigger insert, delete, update 1 Um trigger é um conjunto de instruções SQL armazenadas no catalogo da BD Pertence a um grupo de stored programs do MySQL Executado quando um evento associado com uma tabela acontece: insert, delete,

Leia mais

EXCEL. Listas como Bases de Dados

EXCEL. Listas como Bases de Dados Informática II Gestão Comercial e da Produção EXCEL Listas como Bases de Dados (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Curso de Gestão Comercial e da Produção Ano Lectivo 2002/2003 Por: Cristina

Leia mais

Linguagens de programação

Linguagens de programação Prof. André Backes Linguagens de programação Linguagem de Máquina Computador entende apenas pulsos elétricos Presença ou não de pulso 1 ou 0 Tudo no computador deve ser descrito em termos de 1 s ou 0 s

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional O conteúdo deste documento tem por objetivo apresentar uma visão geral

Leia mais

Algoritmos e Programação Estruturada

Algoritmos e Programação Estruturada Algoritmos e Programação Estruturada Virgínia M. Cardoso Linguagem C Criada por Dennis M. Ritchie e Ken Thompson no Laboratório Bell em 1972. A Linguagem C foi baseada na Linguagem B criada por Thompson.

Leia mais

Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas.

Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas. MySQL 101 Recapitulando Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas. As bases de dados são úteis quando necessitamos

Leia mais

Resumo até aqui. Gerenciamento Proteção Compartilhamento. Infra-estrutura de Software

Resumo até aqui. Gerenciamento Proteção Compartilhamento. Infra-estrutura de Software Resumo até aqui Complexidade do computador moderno, do ponto de vista do hardware Necessidade de abstrações software Sistema computacional em camadas SO como uma máquina estendida abstrações SO como um

Leia mais

Arquitecturas de Sistemas de Base de Dados

Arquitecturas de Sistemas de Base de Dados Arquitecturas de Sistemas de Base de Dados Sistemas Centralizados Sistemas Cliente-Servidor Sistemas Paralelos Sistemas Distribuídos Sistemas Centralizados Correm sobre um único computador e não interagem

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO RDB2LOD

GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO RDB2LOD GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO RDB2LOD Em sua versão inicial, o aplicativo RDB2LOD foi desenvolvido para instalação e execução em ambiente de máquina virtual Java, e oferece suporte aos SGBDs

Leia mais

António Rocha Nuno Melo e Castro

António Rocha Nuno Melo e Castro António Rocha Nuno Melo e Castro !"#$ Excepção: condição de erro; quando ocorre o erro é levantada uma excepção que interrompe o fluxo normal de execução do programa e o direcciona para uma rotina de tratamento

Leia mais

Introdução a Sistemas de Bancos de Dados

Introdução a Sistemas de Bancos de Dados Introdução a Sistemas de Bancos de Dados Prof. UFES - Universidade Federal do Espírito Santo rapchan@inf.ufes.br http://www.inf.ufes.br/~rapchan Roteiro da Apresentação Introdução Características de um

Leia mais

Persistência de Dados

Persistência de Dados Persistência de s Universidade do Estado de Santa Catarina - Udesc Centro de Ciências Tecnológicas - CCT Departamento de Ciência da Computação Tecnologia de Sistemas de Informação Estrutura de s II - DAD

Leia mais

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos

PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6. Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos PAV - PORTAL DO AGENTE DE VENDAS AGL Versão 2.0.6 Manual de Instalação e Demonstração AGL Sistemas Corporativos Add-on responsável pela integração do SAP Business One com o setor comercial através da internet.

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Threads Threads são linhas de execução dentro de um processo. Quando um processo é criado, ele tem uma única linha de execução, ou thread. Esta

Leia mais

Prof. Omero, pág. 63. Banco de Dados InterBase.

Prof. Omero, pág. 63. Banco de Dados InterBase. Prof. Omero, pág. 63 O que é o InterBase? O InterBase é um SGBDR - Sistema Gerenciador de Banco de Dados Cliente/Servidor Relacional 1 que está baseado no padrão SQL ANSI-9, de alta performance, independente

Leia mais

Remote Procedure Call. Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1

Remote Procedure Call. Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Remote Procedure Call Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Autoria Autores C. Geyer Local II-UFRGS Versão V11.4 2014-2 Disciplinas SOII Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC

Leia mais

Worldwide Online TechDay. 30 - Outubro

Worldwide Online TechDay. 30 - Outubro 30 - Outubro 1 Como funciona um banco de dados Microsoft SQL Server? Fabricio Catae Premier Field Engineer Microsoft Certified Master Twitter: @fcatae WebSite: http://blogs.msdn.com/fcatae/ 2 Nossos Parceiros

Leia mais

Programação com Acesso a Banco de Dados

Programação com Acesso a Banco de Dados Campus Ipanguaçu Curso: Técnico em Informática Programação com Acesso a Banco de Dados AULA 17 ACESSO A BANCO DE DADOS COM JDBC PROF.: CLAYTON M. COSTA 2 011.2 Introdução Aplicação + Banco de Dados: Funcionalidade

Leia mais

Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados

Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados Tarefa Orientada 2 Criar uma base de dados Objectivos: Criar uma base de dados vazia. O Sistema de Gestão de Bases de Dados MS Access Criar uma base dados vazia O Access é um Sistema de Gestão de Bases

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Glossário Básico de Termos Informáticos

Glossário Básico de Termos Informáticos algoritmo Sequência de operações matemáticas e lógicas que, uma vez descritas por instruções (v), podem ser executadas por uma máquina adequada. análise Fase do desenvolvimento de sistemas de informação

Leia mais

Acesso a Bancos de Dados em Java (JDBC)

Acesso a Bancos de Dados em Java (JDBC) Acesso a Bancos de Dados em Java (JDBC) Jomi Fred Hübner Universidade Regional de Blumenau Departamento de Sistemas e Computação Roteiro Introdução Objetivo da JDBC Vantagens Visão geral do acesso a SGBDs

Leia mais

Bases de Dados. O ficheiro create-bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo ilustrada na figura 1.

Bases de Dados. O ficheiro create-bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo ilustrada na figura 1. Departamento de Engenharia Informática 2008/2009 Bases de Dados Lab 1: Introdução ao ambiente 1º semestre O ficheiro create-bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo

Leia mais

Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web. 2005 by Pearson Education do Brasil

Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web. 2005 by Pearson Education do Brasil 1 Introdução aos computadores, à Internet e à World Wide Web OBJETIVOS Neste capítulo, você aprenderá: Conceitos básicos de hardware e software. Conceitos básicos de tecnologia de objeto, como classes,

Leia mais

Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Projecto SAPIENS Sistema de Avaliação Assistida por Computador RELATÓRIO

Leia mais

UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com

UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com UFRPE Prof. Gustavo Callou gcallou@gmail.com 1 Algoritmos Representação Exercícios Linguagens de Programação Compilador Interpretador Ambiente de Desenvolvimento Python Característica Para que serve Onde

Leia mais

Processos e Threads (partes I e II)

Processos e Threads (partes I e II) Processos e Threads (partes I e II) 1) O que é um processo? É qualquer aplicação executada no processador. Exe: Bloco de notas, ler um dado de um disco, mostrar um texto na tela. Um processo é um programa

Leia mais

Kernel Linux. Trabalho Realizador Por: Tiago Conceição Nº 11903. Representação artística do núcleo Linux

Kernel Linux. Trabalho Realizador Por: Tiago Conceição Nº 11903. Representação artística do núcleo Linux Kernel Linux Representação artística do núcleo Linux Trabalho Realizador Por: Tiago Conceição Nº 11903 Índice Introdução...2 O que é o Kernel...3 Como surgiu...4 Para que serve...5 Versões...6 Versões

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Uso do SQLite no Android Professor: Danilo Giacobo OBJETIVOS DA AULA Aprender a persistir dados utilizando o banco de dados SQLite. Conhecer e utilizar a classe SQLiteOpenHelper.

Leia mais

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Administrador

Extracto on Line Aplicação Local Guia do Administrador Extracto on Line Aplicação Local Guia do Administrador 1 Índice 1. Sobre o Guia... 3 1.1 Objectivo... 3 1.2 Conceitos e Termos... 3 1.2 Utilização do Guia... 3 2. Ferramentas de Administração... 4 2.1

Leia mais

SO Sistemas Operacionais

SO Sistemas Operacionais GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FUNDAÇÃO DE APOIO A ESCOLA TÉCNICA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL REPÚBLICA SO Sistemas Operacionais Curso de Informática ETE REPÚBLICA - Rua Clarimundo de Melo, 847, Quintino

Leia mais

SQL Structured Query Language

SQL Structured Query Language Janai Maciel SQL Structured Query Language (Banco de Dados) Conceitos de Linguagens de Programação 2013.2 Structured Query Language ( Linguagem de Consulta Estruturada ) Conceito: É a linguagem de pesquisa

Leia mais

1 Code::Blocks Criação de projetos

1 Code::Blocks Criação de projetos Programação MEEC Índice 1Code::Blocks Criação de projetos...1 2Code::Blocks Localização do projeto...5 3Code::Blocks Abertura de projetos já existentes...7 4Code::Blocks Funcionamento...8 5Code::Blocks

Leia mais

Nesta atividade de laboratório você irá criar aplicações Java que acessam bancos de dados.

Nesta atividade de laboratório você irá criar aplicações Java que acessam bancos de dados. Atividade de Laboratório - JDBC Nesta atividade de laboratório você irá criar aplicações Java que acessam bancos de dados. A Base de Dados de Exemplo Nos exemplos que serão apresentados será usado um esquema

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Sistemas Operativos. Princípios de sistemas operativos. Rui Maranhão (rma@fe.up.pt)

Sistemas Operativos. Princípios de sistemas operativos. Rui Maranhão (rma@fe.up.pt) Sistemas Operativos Princípios de sistemas operativos Rui Maranhão (rma@fe.up.pt) Agenda objectivos de um computador objectivos de um sistema operativo evolução dos sistemas operativos tipos de sistemas

Leia mais

CONCORRÊNCIA. Buscando aumentar os níveis de concorrência redução da espera em detrimento do isolamento, a SQL definiu alguns níveis de isolamento.

CONCORRÊNCIA. Buscando aumentar os níveis de concorrência redução da espera em detrimento do isolamento, a SQL definiu alguns níveis de isolamento. CONCORRÊNCIA 1. Introdução O termo concorrência se refere ao fato de que os SGBDs em geral permitem que muitas transações tenham acesso ao mesmo banco de dados ao mesmo tempo. Em um sistema desse tipo,

Leia mais

Projeto de Banco de Dados

Projeto de Banco de Dados Projeto de Banco de Dados Prof. Marcelo Siedler Objetivos do documento: Apresentar os conceitos de stored procedutes e funções. Exercícios. Referência: http://dev.mysql.com/doc/refman/4.1/pt/stored-procedures.html

Leia mais

Considerando-se a especificação de requisitos de um software, é INCORRETO afirmar que esse documento

Considerando-se a especificação de requisitos de um software, é INCORRETO afirmar que esse documento QUESTÕES DE TI QUESTÃO 16 Considerando-se o número de pontos de função para a estimativa do tamanho de um software, é INCORRETO afirmar que, na contagem de pontos, leva-se em consideração A) as compilações

Leia mais

Acadêmica: Giselle Mafra Schlosser Orientador: Everaldo Artur Grahl

Acadêmica: Giselle Mafra Schlosser Orientador: Everaldo Artur Grahl AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO CÓDIGO FONTE ESCRITO EM PL/SQL Acadêmica: Giselle Mafra Schlosser Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro Introdução Objetivos do trabalho Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Monitoramento Inteligente:

Monitoramento Inteligente: Ebook Exclusivo Monitoramento Inteligente: Melhore a eficiência operacional, automatize processos e aumente a produtividade. E s pec i a li s ta em S e rv i ços G e r e n c i a do s Segurança de de Perímetro

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

Leandro Soares de Sousa (DSc.) e-mail: leandro.uff.puro@gmail.com. Página: http://www.ic.uff.br/~lsousa

Leandro Soares de Sousa (DSc.) e-mail: leandro.uff.puro@gmail.com. Página: http://www.ic.uff.br/~lsousa Leandro Soares de Sousa (DSc.) e-mail: leandro.uff.puro@gmail.com Página: http://www.ic.uff.br/~lsousa Sobre o curso Índice Ementa Bibliografia Aulas Avaliações Plano de aula Trabalhos Fontes dos programas

Leia mais

Python Acessando o Banco de Dados MySQL

Python Acessando o Banco de Dados MySQL Python Acessando o Banco de Dados MySQL ANTONIO SÉRGIO NOGUEIRA PRESIDENTE PRUDENTE SP 2009 1 Sumário 1. Introdução...3 2. Interface MySQL...3 3.Instalando o MySQLdb...3 4.Verificando se o MySQL está instalado...4

Leia mais

SQL. Jacir de Oliveira, José Alencar Philereno. Faculdade de Informática de Taquara. Igrejinha - RS Brazil

SQL. Jacir de Oliveira, José Alencar Philereno. Faculdade de Informática de Taquara. Igrejinha - RS Brazil SQL Jacir de Oliveira, José Alencar Philereno Faculdade de Informática de Taquara Igrejinha - RS Brazil jacirdeoliveira@faccat.br, alencar@philler.com.br Resumo. Este artigo irá descrever a linguagem de

Leia mais

A SOLUÇÃO MAIS DETALHADA E EFICIENTE PARA DOCUMENTAÇÃO TOTAL DA INFORMAÇÃO DA EMPRESA E ANÁLISE DE IMPACTO NA INSTALAÇÃO EM AMBIENTE OS/390 OU zos

A SOLUÇÃO MAIS DETALHADA E EFICIENTE PARA DOCUMENTAÇÃO TOTAL DA INFORMAÇÃO DA EMPRESA E ANÁLISE DE IMPACTO NA INSTALAÇÃO EM AMBIENTE OS/390 OU zos A SOLUÇÃO MAIS DETALHADA E EFICIENTE PARA DOCUMENTAÇÃO TOTAL DA INFORMAÇÃO DA EMPRESA E ANÁLISE DE IMPACTO NA INSTALAÇÃO EM AMBIENTE OS/390 OU zos O DOCET é uma solução que integra toda a informação obtida

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais