CICS Resumo. Acerca deste resumo: Introdução (1-2) Arquitectura (3-4)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CICS Resumo. Acerca deste resumo: Introdução (1-2) Arquitectura (3-4)"

Transcrição

1 CICS Resumo Acerca deste resumo: Este é o resumo da matéria estudada para apresentar o sistema IBM CICS, o monitor transaccional mais utilizado. Cada secção diz respeito a um conjunto de acetatos que são indicados entre parêntesis. Introdução (1-2) A plataforma CICS (Costumer Information Control Service) apareceu como aplicação comercial em 1969, tendo acompanhado toda a evolução da computação em grande escala. Tendo a sua origem num sistema de mainframe monolítico (1-tier), evoluiu em seguida para o modelo cliente-servidor (2-tier), que foi o paradigma durante os anos 80 e parte dos anos 90. Com o advento de melhor hardware a mais baixo custo, as arquitecturas tornam-se mais distribuídas surgindo uma nova camada conceptual entre o cliente e o servidor. Esta ultima concepção deu origem a aplicações conhecidas como MiddleWare, que consistem na camada do meio. O sistema CICS adaptou-se à evolução e hoje é considerado uma plataforma MiddleWare. Apesar de ter vindo a perder segmento de mercado, mantém-se como líder, tendo como clientes 90% das 500 maiores empresas mundiais. Arquitectura (3-4) A arquitectura deste sistema, de uma forma geral, é semelhante a um sistema MiddleWare genérico, com aplicações Cliente que acedem a recursos de dados através de um MiddleWare que neste caso é o próprio sistema CICS.

2 figura 1: Arquitectura do sistema CICS. Uma região CICS é aonde os programas que compõe uma transacção correm. Existem tabelas, acessíveis em run-time, que referenciam programas, fontes de dados, e locais (outros sistemas CICS e outras aplicações) fora do sistema. Como componentes funcionais, em oposição aos componentes estruturais referidos na figura, temos: Clientes Clientes segundo o conceito comum do modelo cliente/servidor. O que invoca e inicia a conversação. Escalonador Transaccional Canaliza as transacções para os servidores transaccionais. Servidores Aplicacionais -Processos em tempo-real que correm os programas que compõem a transacção. Podem ser um ou mais, aspecto decidido na configuração do sistema. Servidor de Ficheiros Geralmente são SFS, structured file server, que permitem acesso aos dados de uma forma adaptada às necessidades de um monitor transaccional. A funcionalidade de um servidor de ficheiros pode ser substituída por uma Base de Dados Relacional. Gateway Gere a comunicação com o mundo exterior e outros sistemas CICS. Conceitos (5-11) Neste sistema, existe um conjunto de conceitos que explicam o funcionamento deste Monitor Transaccional em particular.

3 Transacção Não corresponde exactamente ao conceito de transacção nos Sistemas Gestores de Bases de Dados. É antes a designação dada a todo um processamento de informação que pode ser constituído por vários programas (application programs). Cada transacção tem um identificador e é invocada por um utilizador do sistema. Pode ser conversacional, em que existe mais do que um input do terminal ao longo do processamento, ou não-conversacional, em que assim que a transacção é invocada só termina quando todo o processamento se completa de uma forma sequencial. Pode-se encadear varias transacções não-conversacionais em que assim que cada uma termina, o controlo retorna ao utilizador. Este método é chamado pseudo-conversacional. LUW Logic Unit of Work É uma sequência de alterações aos dados relacionadas entre si. O trabalho realizado por uma LUW é independente do de outra LUW. O sistema CICS garante a atomicidade no trabalho realizado numa LUW. O seu inicio e fim pode ser definido pelo programador, caso contrario, o sistema assume toda a transacção como uma única LUW. Região (CICS Region) Designação dada ao ambiente onde correm as transacções e os programas. Mapa Funcionalidade que permite o relacionamento entre variáveis no código do programa e campos num dispositivo que mostra informação (por exemplo, um terminal), permitindo a visualização do valor de cada variável. O serviço que permite a implementação desta funcionalidade chama-se Basic Mapping Support e permite a utilização de um conjunto de macros para se definir mapas para uma aplicação em particular.

4 figura 2:Transacção com invocação de vários programas através dos comandos LINK e XCTL. O comando LINK invoca outro programa e bloqueia-se à espera do fim desse programa. O comando XCTL invoca outro programa mas não se bloqueia aguardando o retorno. figura 3: Transacção que utiliza o comando LINK correndo dois programas. Esta transacção consiste numa única LUW.

5 figura 4: Transacção idêntica à anterior, mas com três LUW's, definidas pelo programador através da utilização do comando SYNCPOINT. FNAME DFHMDF POS=(1,5),LENGTH=10, ATTRB=(UNPROT,BRT,FSET), INITIAL='XXXXXXXXXX',PICIN='X(10)', PICOUT='X(10)',COLOR=RED tabela 1: Definição em macros de dois campos de um mapa. figura 5: Exemplo de um terminal que mostra uma lista de informação. Foi gerado utilizando o serviço BMS. Utilizado numa instituição pública do estado do Texas. Programação em Ambiente CICS (12-16) Esta aplicação da empresa IBM, corre em varias plataformas:

6 Windows, Open Systems (Unix, Linux, AIX, HP-UX, etc..) e vários Sistemas Operativos proprietários da IBM. Um programador de aplicações que irão correr em sistema CICS, terá de seguir os seguintes passos: 1. Codificar o programa em qualquer linguagem suportada (Assembly, C, C++, COBOL, PL/I ). Os comandos CICS ficam embebidos no código e são identificados pelo prefixo exec cics 2. Traduzir o código gerado, em que os comandos são interpretados na linguagem utilizada. 3. Compilar, utilizando um compilador comum que já exista no sistema operativo. O programa é então linkado com as bibliotecas do sistema CICS. 4. Atribuir uma região onde o programa irá correr. 5. Associar o programa (identificado por um nome) a uma transacção, que também terá um identificador. Restrições à programação: 1. Nunca utilizar controlo de transacção da Base de Dados relacional que se está a aceder (COMMIT, ROLLBACK, etc...). Esta funcionalidade é da exclusiva responsabilidade do sistema e a razão de ser de um monitor transaccional. 2. Não fazer chamadas a fork(), exec() nem a qualquer função que lance processos utilizando a biblioteca nativa do sistema operativo. Seria mais dispendioso em termos de recursos. As funções de memória partilhada do sistema operativo e a função exit()estão também proibidas. Exemplo de código: 1 exec cics getmain set (buf) length (sizeof (struct buf_struct)); 2 3 buf->delta = delta; 4 buf->remote_account = remote_account; exec sql select amount from dosh_on_local_database 8 into :amount

7 9 where 10 account = :local_account; if (amount - delta < 0) { 13 report_to_user ("cant go overdrawn!"); 14 exec syncpoint rollback; 15 exec cics return; 16 } /* if */ exec sql update dosh_on_local_database 19 set amount = amount - :delta 20 where 21 account = :local_account and 22 amount = :amount; exec cics link program ('DBCT') sysid ('RMT') commarea (buf) length (sizeof (struct buf_struct)); 25 exec cics return; Comentários ao código: 1-6 Receber a estrutura buf e preenchê-la Fazer uma query na base de dados, através da invocação de um comando CICS Verificar se o levantamento é valido. Em caso afirmativo, invoca-se o SYNCPOINT ROLLBACK que cancelará toda a LUW (isto é, tudo desde o último SYNCPOINT caso tenha existido, ou desde o inicio da transacção) Fazer um update na base de dados. 24-Invocar o programa DBCT, através do comando LINK, é utilizado o parâmetro commarea com a estrutura buf como argumento para a passar como parâmetro a este programa. Também é enviado o tamanho da estrutura. A opção sysid ('RMT') indica que o programa a ser invocado está no sistema identificado como RMT. Isto tem a ver com o facto destes dois programas estarem em sistemas diferentes, tratando-se de DPL Distributed Program Link 25 Retorna o controlo para o programa invocador. Programa DBCT : 1 struct buf_struct *buf; 2 3 exec cics address commarea (buf); 4

8 5 exec sql select amount from dosh_on_remote_database 6 into :amount 7 where 8 account = :buf->remote_account; 9 10 if (amount + buf->delta) < 0) { 11 report_to_user ("can't go overdrawn!"); 12 exec cics abend nodump abcode ('ODRW'); 13 } /* if */ exec sql update dosh_on_remote_database 16 set amount = amount + :buf->delta 17 where 18 account = :buf->remote_account and 19 amount = :amount; exec cics return; Comentários ao código: 1-4 Inicializar e receber a estrutura buf através dos comando address utilizado para ler a memoria privada deste programa onde os parâmetros foram colocados pelo programa invocador. 5-9 Fazer uma query SQL à base de dados para saber a quantia disponível na conta Verificar se a conta, depois de um eventual levantamento, fica com saldo negativo. Em caso afirmativo, invocar o comando ABEND ( abnormal end ) que fará rollback à LUW em causa. O identificador (ODRW) do erro é passado ao programa que invocou e poderá tratar este retorno Fazer o update na base de dados (SQL) 21 Fazer return, retornando o controlo para o programa invocador. Bibliografia: Web Services, G Alonso et al, O livro da cadeira. Conceitos básicos sobre Monitores Transaccionais. Bernstein, TP Monitors, 1990 Artigo de 1990 em que se discutem diversos aspectos acerca de monitores transaccionais. CICS Application Programming Guide, IBM, 2004

9 Manual do programador. Bastante completo na descrição detalhada da API. A perspective on CICS DPL, Bob Yelavich (http://www.yelavich.com/cicsdpl.htm) Artigo do criador do CICS acerca de invocação distribuída de programas. Contem exemplos bastante elucidativos, porém, faltam as figuras. Recursos sobre o CICS no site da própria IBM. Mais recursos relacionados com o CICS. Empresa especializada. Vários recursos sobre o CICS. Contem o código utilizado nos exemplos.

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 03: Estruturas dos SOs Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com OBJETIVOS Descrever os serviços que um sistema operacional oferece aos usuários e outros sistemas

Leia mais

Millennium ECO 2.0 (beta)

Millennium ECO 2.0 (beta) MILLENNIUM NETWORK Millennium ECO 2.0 (beta) Documentação Técnica (draft) 10/2013 Este documento contém as instruções para a utilização da biblioteca Millenium_Eco que se presta à comunicação de aplicativos

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2

Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2 Universidade Federal de Goiás Ciências da Computação Sistemas Operacionais 2 MongoDB Diego Fraga - 083746 Gabriel Henrique - 083771 Lauro Henrique - 074259 O que é MongoDB? - MongoDB é uma ferramenta de

Leia mais

Capítulo 8. Software de Sistema

Capítulo 8. Software de Sistema Capítulo 8 Software de Sistema Adaptado dos transparentes das autoras do livro The Essentials of Computer Organization and Architecture Objectivos Conhecer o ciclo de desenvolvimento da linguagem Java

Leia mais

Aspectos de Sistemas Operativos

Aspectos de Sistemas Operativos Paulo Sérgio Almeida Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho Serviços de um sistema operativo Interface com o utilizador Chamadas ao sistema Programas de sistema

Leia mais

Infra-Estrutura de Software. Introdução. (cont.)

Infra-Estrutura de Software. Introdução. (cont.) Infra-Estrutura de Software Introdução (cont.) O que vimos Complexidade do computador moderno, do ponto de vista do hardware Necessidade de abstrações software Sistema computacional em camadas SO como

Leia mais

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0 Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia de Viseu Engenharia de Sistemas e Informática Sistemas Operativos - 2005/2006 Trabalho Prático v1.0 Introdução O presente trabalho prático visa

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 06: Threads. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com

Sistemas Operacionais Aula 06: Threads. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Sistemas Operacionais Aula 06: Threads Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.ezequielzorzal.com Objetivos Introduzir o conceito de thread Discutir as APIs das bibliotecas de threads Pthreads, Win32

Leia mais

Programação de Sistemas

Programação de Sistemas Programação de Sistemas Arquitectura dos Sistemas Operativos Programação de Sistemas Arquitectura : 1/25 Introdução (1) Um sistema operativo de uso geral é formado por diversas componentes: Gestor de processos

Leia mais

Servidor de Dados. Sistemas de Informação Módulo 4

Servidor de Dados. Sistemas de Informação Módulo 4 Servidor de Dados Sistemas de Informação Módulo 4 Módulo 4 Arquitectura Cliente/Servidor Administração de um Servidor/Base de Dados Conteúdos do Módulo 4 Conceitos Gerais sobre a arquitectura Cliente/Servidor;

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1

Desenvolvimento Cliente-Servidor 1 Desenvolvimento Cliente- 1 Ambiienttes de Desenvollviimentto Avançados Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Alexandre Bragança 1998/99 Ambientes de Desenvolvimento Avançados

Leia mais

Introdução. O que vimos. Infraestrutura de Software. (cont.) História dos Sistemas Operacionais. O que vimos 12/03/2012. Primeira geração: 1945-1955

Introdução. O que vimos. Infraestrutura de Software. (cont.) História dos Sistemas Operacionais. O que vimos 12/03/2012. Primeira geração: 1945-1955 O que vimos Infraestrutura de Software Introdução (cont.) Complexidade do computador moderno, do ponto de vista do hardware Necessidade de abstrações software Sistema computacional em camadas SO como uma

Leia mais

Cliente/Servidor. Monitores Transacionais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Monitores Transacionais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Monitores Transacionais Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Transação Filosofia de projeto de aplicação que garante robustez em sistemas distribuídos. É executada sob o controle de

Leia mais

Resumo até aqui. Gerenciamento Proteção Compartilhamento. Infra-estrutura de Software

Resumo até aqui. Gerenciamento Proteção Compartilhamento. Infra-estrutura de Software Resumo até aqui Complexidade do computador moderno, do ponto de vista do hardware Necessidade de abstrações software Sistema computacional em camadas SO como uma máquina estendida abstrações SO como um

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 07 Arquitetura de Sistemas Operacionais Prof. Maxwell Anderson www.maxwellanderson.com.br Introdução Conceitos já vistos em aulas anteriores: Definição de Sistemas Operacionais

Leia mais

Capítulo VI CORBA. Common Object Request Broker Architecture. [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008.

Capítulo VI CORBA. Common Object Request Broker Architecture. [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008. Common Object Request Broker Architecture [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008. From: Fintan Bolton Pure CORBA SAMS, 2001 From: Coulouris, Dollimore and

Leia mais

SQL. Ambientes de programação O catálogo do sistema. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática

SQL. Ambientes de programação O catálogo do sistema. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática SQL Ambientes de programação O catálogo do sistema Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática SQL Usar SQL em aplicações Nas aplicações que acedem a bases e dados as instruções

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP

Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Paulo Fernando da Silva psilva@senior.com.br Sérgio Stringari stringari@furbbr Resumo. Este artigo apresenta a especificação

Leia mais

Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano

Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano Device Drivers em Linux - Introdução António Joaquim Esteves www.di.uminho.pt/~aje Bibliografia: capítulo 1, LDD 3ed, O Reilly DEP. DE INFORMÁTICA ESCOLA

Leia mais

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional

Sistemas Operacionais. Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Sistemas Operacionais Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional INTRODUÇÃO Sistema Operacional (S.O.) Aplicativos Formado por um conjunto de rotinas que oferecem serviços aos usuários, às aplicações

Leia mais

Máquinas virtuais. Máquina virtual de um processo. Máquinas virtuais (3) Máquina virtual de sistema. Máquinas virtuais (1) VMware para Windows e Linux

Máquinas virtuais. Máquina virtual de um processo. Máquinas virtuais (3) Máquina virtual de sistema. Máquinas virtuais (1) VMware para Windows e Linux System API Máquinas virtuais System ISA (Instruction Set Architecture) Aplicações Chamadas ao sistema Sistema de Operação Hardware User ISA (Instruction Set Architecture) Uma máquina virtual executa software

Leia mais

Capítulo 5. ARQUIVOS E FUNÇÕES MATEMÁTICAS INTRÍNSECAS

Capítulo 5. ARQUIVOS E FUNÇÕES MATEMÁTICAS INTRÍNSECAS Capítulo 5. ARQUIVOS E FUNÇÕES MATEMÁTICAS INTRÍNSECAS OBJETIVOS DO CAPÍTULO Conceitos de: arquivo de saída, biblioteca, funções matemáticas intrínsecas Criar e usar arquivos para mostrar resultados da

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Operacionais Machado/Maia. Arquitetura de Sistemas

Arquitetura de Sistemas Operacionais Machado/Maia. Arquitetura de Sistemas Arquitetura de Sistemas Operacionais Capítulo 4 Estrutura do Sistema Operacional Cap. 4 Estrutura do Sistema 1 Sistemas Operacionais Pitágoras Fadom Divinópolis Material Utilizado na disciplina Sistemas

Leia mais

3 Revisão de Software

3 Revisão de Software 1 3 Revisão de Software O software é indispensável para a utilização do hardware. Sem o software para utilizar o computador precisaríamos ter um profundo conhecimento do hardware. Alguns softwares são

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Conceitos Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Introdução Arquitetura de Sistema Operacional Chamadas de sistema. Processos Basicamente, um

Leia mais

Sistemas Operacionais. Conceitos de um Sistema Operacional

Sistemas Operacionais. Conceitos de um Sistema Operacional Sistemas Operacionais Conceitos de um Sistema Operacional Modo usuário e Modo Kernel Como já vimos são ambientes de execução diferentes no processador Há um conjunto de funções privilegiadas acessadas

Leia mais

Algoritmos e Programação Estruturada

Algoritmos e Programação Estruturada Algoritmos e Programação Estruturada Virgínia M. Cardoso Linguagem C Criada por Dennis M. Ritchie e Ken Thompson no Laboratório Bell em 1972. A Linguagem C foi baseada na Linguagem B criada por Thompson.

Leia mais

UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP

UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP UMA ABORDAGEM SOBRE A INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO DE APLICAÇÕES SOCKETS E A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR HTTP Alan Jelles Lopes Ibrahim, alan.jelles@hotmail.com Eduardo Machado Real, eduardomreal@uems.br

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies Cap. 1 Module Introduction Objectivos O propósito e a origem da arquitectura de base de dados a três níveis. O conteúdo dos níveis externo,

Leia mais

Sistemas Operativos. Princípios de sistemas operativos. Rui Maranhão (rma@fe.up.pt)

Sistemas Operativos. Princípios de sistemas operativos. Rui Maranhão (rma@fe.up.pt) Sistemas Operativos Princípios de sistemas operativos Rui Maranhão (rma@fe.up.pt) Agenda objectivos de um computador objectivos de um sistema operativo evolução dos sistemas operativos tipos de sistemas

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Aula 4 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Migração de Código Em

Leia mais

CORBA. Common Object Request Broker Architecture. Unicamp. Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br

CORBA. Common Object Request Broker Architecture. Unicamp. Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br CORBA Common Object Request Broker Architecture Unicamp Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br Objetivos Apresentação Tecnologia CORBA Conceitos Básicos e Terminologia Considerações

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução. (procedimentos e funções)

Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução. (procedimentos e funções) Aulas anteriores... Formulação adequada do problema Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução Definição do algoritmo Método de decomposição hierárquica utilizando

Leia mais

MQSeries Everyplace. Leia-me primeiro G517-7010-00

MQSeries Everyplace. Leia-me primeiro G517-7010-00 MQSeries Everyplace Leia-me primeiro G517-7010-00 MQSeries Everyplace Leia-me primeiro G517-7010-00 Primeira Edição (Junho de 2000) Esta edição se aplica ao MQSeries Everyplace Versão 1.0 e a todos os

Leia mais

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos.

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. 1. Introdução aos Sistemas de Bases de Dados Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. O conceito de base de dados faz hoje parte do nosso

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS Leandro Guilherme Gouvea 1, João Paulo Rodrigues 1, Wyllian Fressatti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leandrog.gouvea@gmail.com,

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma Índice Bases de Dados Pedro Quaresma Departamento de Matemática Universidade de Coimbra 2010/2011 1. Parte I Componente Teórica 1.1 Introdução 1.2 Modelo ER 1.3 Modelo Relacional 1.4 SQL 1.5 Integridade

Leia mais

O Hardware e o Software do Computador

O Hardware e o Software do Computador O Hardware e o Software do Computador Aula 3 Parte 2 Software de Computador Aplicativo Horizontal: tarefas genéricas, para quaisquer organizações Aplicativo Vertical: tarefas específicas, para organizações

Leia mais

Bases de Dados 2007/2008. Aula 1. Referências

Bases de Dados 2007/2008. Aula 1. Referências Bases de Dados 2007/2008 Aula 1 Sumário 1. SQL Server 2000: configuração do acesso ao servidor. 1.1. SQL Server Service Manager. 1.2. SQL Server Enterprise Manager. 1.3. SQL Query Analyzer. 2. A base de

Leia mais

Paradigmas de Programação II Departamento de Informática Universidade do Minho LESI 1 o Ano MCC 2002/2003

Paradigmas de Programação II Departamento de Informática Universidade do Minho LESI 1 o Ano MCC 2002/2003 Paradigmas de Programação II Departamento de Informática Universidade do Minho LESI 1 o Ano MCC 2002/2003 Ficha Teórico-Prática N o 0 Ambiente (Unix) de Programação em C 24 de Fevereiro de 2003 1 Funcionamento

Leia mais

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO Sistema de arquivos X Sistemas de Banco de Dados Sistema de arquivos Sistema de Banco de Dados Aplicativos Dados (arquivos) Aplicativos SGBD Dados (arquivos) O acesso/gerenciamento

Leia mais

Permitir a troca de mensagens de texto entre os dois alunos; Permitir que um aluno enviasse para o outro uma cópia de prova;

Permitir a troca de mensagens de texto entre os dois alunos; Permitir que um aluno enviasse para o outro uma cópia de prova; Software Básico 2008.2 Trabalho Prático 1: programação de E/S, uso de sinais Prática de programação voltada a eventos Trabalho individual ou em dupla Data de entrega: 01/10/2008 1 O Objetivo Utilizando

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Programação Concorrente Processos e Threads

Programação Concorrente Processos e Threads Programação Concorrente Processos e Threads Prof. Eduardo Alchieri Processos O conceito mais central em qualquer sistema operacional é o processo Uma abstração de um programa em execução Um programa por

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com Mecanismos de Comunicação Voltando ao exemplo da calculadora... Rede local

Leia mais

FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java

FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java FBV - Linguagem de Programação II Um pouco sobre Java História 1992: um grupo de engenheiros da Sun Microsystems desenvolve uma linguagem para pequenos dispositivos, batizada de Oak Desenvolvida com base

Leia mais

Camadas de Software - o Middleware. Sistemas Distribuídos Capítulo 2: Modelos e Arquitecturas. Aplicações. Middleware.

Camadas de Software - o Middleware. Sistemas Distribuídos Capítulo 2: Modelos e Arquitecturas. Aplicações. Middleware. Camadas de Software - o Middleware Sistemas Distribuídos Capítulo 2: Modelos e Arquitecturas Modelos de Arquitecturas para sistemas distribuidos Interfaces e Objectos Requerimentos para Arquitecturas Distribuídas

Leia mais

Aula teórica 3. Tema 3.Computadores e linguagens Linguagens de Programação Compilação e linkagem LP Java. Preparado por eng.

Aula teórica 3. Tema 3.Computadores e linguagens Linguagens de Programação Compilação e linkagem LP Java. Preparado por eng. Aula teórica 3 Tema 3.Computadores e linguagens Linguagens de Programação Compilação e linkagem LP Java Preparado por eng.tatiana Kovalenko Linguagens de Programação Para escrever programas é necessário

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

Componentes de um Sistema de Operação

Componentes de um Sistema de Operação Componentes de um Sistema de Operação Em sistemas modernos é habitual ter-se os seguintes componentes ou módulos: Gestor de processos Gestor da memória principal Gestor da memória secundária Gestor do

Leia mais

trigger insert, delete, update

trigger insert, delete, update 1 Um trigger é um conjunto de instruções SQL armazenadas no catalogo da BD Pertence a um grupo de stored programs do MySQL Executado quando um evento associado com uma tabela acontece: insert, delete,

Leia mais

SQL. Curso Prático. Celso Henrique Poderoso de Oliveira. Novatec

SQL. Curso Prático. Celso Henrique Poderoso de Oliveira. Novatec SQL Curso Prático Celso Henrique Poderoso de Oliveira Novatec 1 Introdução Desde o início da utilização dos computadores, sabemos que um sistema é feito para aceitar entrada de dados, realizar processamentos

Leia mais

Banco de Dados. Prof. Antonio

Banco de Dados. Prof. Antonio Banco de Dados Prof. Antonio SQL - Structured Query Language O que é SQL? A linguagem SQL (Structure query Language - Linguagem de Consulta Estruturada) é a linguagem padrão ANSI (American National Standards

Leia mais

Sistemas Operativos: Introdução. February 22, 2011

Sistemas Operativos: Introdução. February 22, 2011 Sistemas Operativos: Introdução February 22, 2011 Sumário Introdução aos Sistemas Operativos Organização de Computadores Sistema Operativo Abstracções Oferecidas por um SO Serviços dum SO Interfaces dum

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012

PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012 Departamento de Engenharia Electrotécnica PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012 Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 1º ano 2º semestre Trabalho Final Reservas de viagens

Leia mais

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente Departamento de Engenharia Informática 2010/2011 Bases de Dados Lab 1: Introdução ao ambiente 1º semestre O ficheiro bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Processos I: Threads, virtualização e comunicação via protocolos Prof. MSc. Hugo Souza Nesta primeira parte sobre os Processos Distribuídos iremos abordar: Processos e a comunicação

Leia mais

Rotina de Discovery e Inventário

Rotina de Discovery e Inventário 16/08/2013 Rotina de Discovery e Inventário Fornece orientações necessárias para testar a rotina de Discovery e Inventário. Versão 1.0 01/12/2014 Visão Resumida Data Criação 01/12/2014 Versão Documento

Leia mais

Remote Procedure Call. Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1

Remote Procedure Call. Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Remote Procedure Call Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Autoria Autores C. Geyer Local II-UFRGS Versão V11.4 2014-2 Disciplinas SOII Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC

Leia mais

Nível do Sistema Operacional

Nível do Sistema Operacional Nível do Sistema Operacional (Aula 14) Introdução a Sistemas Operacionais Roberta Lima Gomes - LPRM/DI/UFES Sistemas de Programação I Eng. Elétrica 2007/1 Introdução Hardware Provê os recursos básicos

Leia mais

Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas.

Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas. MySQL 101 Recapitulando Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas. As bases de dados são úteis quando necessitamos

Leia mais

WebSphere MQ. Bruno Miguel de Sousa Gonçalves

WebSphere MQ. Bruno Miguel de Sousa Gonçalves WebSphere MQ Bruno Miguel de Sousa Gonçalves 1.Introdução ao WebSphere Os produtos WebSphere providenciam comunicação entre programas através da interligação entre componentes heterogéneos, processadores,

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

Manual Gespos Recovery

Manual Gespos Recovery Manual Gespos Recovery Introdução...3 Edição de dados Edicão directa de dados...4 Eliminar todos os dados excluindo tabelas e configurações...6 Estrutura Verificar valores Null das tabelas...6 Recriar

Leia mais

Introdução aos Sistemas Operativos

Introdução aos Sistemas Operativos Introdução aos Sistemas Operativos Computadores e Redes de Comunicação Mestrado em Gestão de Informação, FEUP 06/07 Sérgio Sobral Nunes mail: sergio.nunes@fe.up.pt web: www.fe.up.pt/~ssn Sumário Definição

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor

Leia mais

Material 5 Administração de Recursos de HW e SW. Prof. Edson Ceroni

Material 5 Administração de Recursos de HW e SW. Prof. Edson Ceroni Material 5 Administração de Recursos de HW e SW Prof. Edson Ceroni Desafios para a Administração Centralização X Descentralização Operação interna x Outsourcing Hardware Hardware de um Computador Armazenamento

Leia mais

Programação de Computadores III

Programação de Computadores III Programação de Computadores III Introdução a Linguagens de Programação Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2013.1/tcc-00.157

Leia mais

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade I Introdução. 11/02/2014 Prof. Valeria M. Bastos

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade I Introdução. 11/02/2014 Prof. Valeria M. Bastos UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade I Introdução 11/02/2014 Prof. Valeria M. Bastos 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Introdução Conceituação de SO Funções Básicas Breve Histórico Tipos de SO Fundamentos

Leia mais

PADRÃO PARA MONITORAMENTO DE APLICATIVOS PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ

PADRÃO PARA MONITORAMENTO DE APLICATIVOS PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ PADRÃO PARA MONITORAMENTO DE APLICATIVOS PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ Janeiro 2010 Sumário de Informações do Documento Tipo do Documento: Referência Título do Documento: Padrão para Monitoramento

Leia mais

Desenvolvimento de uma Aplicação de Controle de Créditos Usando a Tecnologia MIFARE

Desenvolvimento de uma Aplicação de Controle de Créditos Usando a Tecnologia MIFARE Desenvolvimento de uma Aplicação de Controle de Créditos Usando a Tecnologia MIFARE Julho 2008 Davi, Marcelo, Murilo, Pablo, Rodrigo Resumo MIFARE é uma tecnologia de smart cards sem contato, especificada

Leia mais

Sistemas de Lotes (2) Sistemas de Lotes (3) Layout da MP em Sistemas de Lotes. Minimizar o tempo de resposta

Sistemas de Lotes (2) Sistemas de Lotes (3) Layout da MP em Sistemas de Lotes. Minimizar o tempo de resposta 1 Mono e multiprogramação Introdução Classificação (Aula 2) Recap Sistemas Máquina Profa. Patrícia Gerenciador D. CostaLPRM/DI/UFES Provê Fornece Compartilhamento programador máquina justa recursos Operacionais

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Software em Sistemas Distribuídos Aplicativo ou Sistema Operacional Sincronismo Interação Controles Um sistema operacional moderno provê dois serviços fundamentais para o usuário

Leia mais

Lógica de Programação

Lógica de Programação Lógica de Programação Unidade 4 Ambiente de desenvolvimento Java QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática SUMÁRIO A LINGUAGEM JAVA... 3 JVM, JRE, JDK... 3 BYTECODE... 3 PREPARANDO O AMBIENTE

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 3 Software Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br SO - Prof. Edilberto Silva Barramento Sistemas Operacionais Interliga os dispositivos de E/S (I/O), memória principal

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Compreender e utilizar a linguagem SQL, na construção e manutenção de uma base de dados.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Compreender e utilizar a linguagem SQL, na construção e manutenção de uma base de dados. PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 12.ºH CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO MULTIMÉDIA ANO LECTIVO 2013/2014 6. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO IV Pré-requisitos: - Planificar e estruturar bases

Leia mais

Programação com Acesso a Banco de Dados

Programação com Acesso a Banco de Dados Campus Ipanguaçu Curso: Técnico em Informática Programação com Acesso a Banco de Dados AULA 17 ACESSO A BANCO DE DADOS COM JDBC PROF.: CLAYTON M. COSTA 2 011.2 Introdução Aplicação + Banco de Dados: Funcionalidade

Leia mais