A CAMADA DE APLICAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ Centro de Tecnologia Departamento de Informática Redes de Computadores A CAMADA DE APLICAÇÃO Prof.: Mauro Henrique Mulati

2 A CAMADA DE APLICAÇÃO Roteiro Introdução DNS Correio eletrônico 2

3 A CAMADA DE APLICAÇÃO Introdução Camadas abaixo: oferecer um serviço de transporte confiável Mas não executam qualquer tarefa para os usuários Aplicação reais de rede: Correio eletrônico A World Wide Web Multimídia Protocolo de suporte: DNS: Nomenclatura da Internet 3

4 A CAMADA DE APLICAÇÃO DNS Programas: se referir a hosts, caixas de correio e outros recursos usando IP (endereços binários de rede) Difíceis de memorizar Se o IP mudar, muda o endereço Nomes ASCII: desacoplar nomes das máquinas dos seus endereços A rede só reconhece endereços numéricos Mecanismo para converter os strings ASCII em endereçcos de rede 4

5 DNS ARPANET hosts.txt: listava todos os hosts e IPs Toda noite, esse arquivo era acessado por todos os hosts Rede de algumas centenas de máquinas de tempo compartilhado, estratégia funcionava razoavelmente bem Com milhares de minicomputadores Arquivo grande se tornaria grande demais Conflitos de nomes de hosts A menos que nomes fossem gerenciados centralizadamente Gerenciamento centralizado fora de cogitação Enorme rede internacional Carga e latência 5

6 DNS Foi criado o DNS (Domain Name System sistema de nomes de domínio) Essência do DNS é a criação de um esquema hieráquico de atribuição de nomes baseado no domínio e de um sistema de bancos de dados distribuídos Mapear nomes de hosts e destinos de s em endereços IP (mas também outros) Funcionamento: Mapear um nome em um endereço IP Procedimento de biblioteca denominado resolvedor e repassa o nome como um parâmetro (gethostbyname) Resolvedor envia um pacote UDP a um servidor DNS local, que procura o nome e retorna o end. IP ao resolvedor Resolvedor retorna IP à aplicação Com o IP, programa pode usar conexão TCP ou enviar pacotes UDP ao destino 6

7 O espaço de nomes do DNS Analogia com sistema postal Internet é dividida em mais de 200 domínios de nível superior Cada domínio cobre muitos hosts Cada domínio é particionado em subdomínios, que também são particionados e assim por diante Podem ser representados por uma árvore Folhas: domínios que não têm subdomínios Domínio folha contém um único host ou pode representar uma empresa e conter milhares de hosts 7

8 O espaço de nomes do DNS Uma parte do espaço de nomes de domínios da Internet 8

9 O espaço de nomes do DNS Existem dois tipos de domínio de nível superior: Originais Genéricos com (comercial) edu (instituições educacionais) gov (instituições governamentais) int (centro de organizações governamentais) mil (órgaos das forças armadas) net (provedores de rede) org (organizações sem fins lucrativos) Países Uma entrada para cada país 9

10 O espaço de nomes do DNS Novos domínios de nível superior (ICANN, nov/2000) Genéricos biz (negócios) info (informações) name (nomes de pessoas) pro (profissões, como médicos e advogados) Especializados aero (indústria aeroespacial) coop (cooperativas) museum (museus) Mais domínios de nível superior podem ser acrescentados no futuro 10

11 O espaço de nomes do DNS Obter endereço de segundo nível nome-da-empresa.com Registro de domínio de nível superior correspondente (com) para verificar se o nome desejado está disponível e não é marca registrada Solicitante pagará taxa anual e conseguirá o nome Cada domínio tem seu nome definido pelo caminho ascendente entre ele e a raiz (sem nome) eng.sun.com. Em vez do nome no estilo UNIX: /com/sun/eng eng.yale.edu. 11

12 O espaço de nomes do DNS Nomes de domínio podem ser absolutos ou relativos Absoluto termina com um ponto eng.sun.com. Os nomes relativos têm de ser interpretados em algum contexto Em ambos os casos, nome de domínio se refere a um nó específico da árvore e a todos os nós abaixo dele Não fazem distinção entre letras maiúsculas e minúsculas Nomes dos componentes até 63 caracteres Caminhos completos até 255 caracteres 12

13 O espaço de nomes do DNS Domínios podem ser inseridos na árvore de duas formas distintas cs.yale.edu Sob o domínio de país: cs.yale.ct.us Na prática, Estados Unidos sob domínio genérico Fora dos E.U.A., sob domínio de seu país Registro em dois domínios de nível superior: sony.com e sony.nl Cada domínio controla como serão alocados todos os domínios abaixo dele Japão: ac.jp e co.jp para edu e com Holanda: todos sob nl 13

14 O espaço de nomes do DNS Departamentos de CC cs.yale.edu (Yale University, Estados Unidos) cs.vu.nl (Vrije Universiteit, Holanda) cs.keio.ac.jp (Keio University, Japão) Para criar um novo domínio: Permissão do domínio no qual ele será incluído vlsi.cs.yale.edu -> permissão de cs.yale.edu unsd.edu-> permissão do gerente do domínio edu Sem que seja necessário a permissão de alguém que esteja em um nível mais alto na árvore 14

15 O espaço de nomes do DNS Fronteiras organizacionais e não as redes físicas CC e EE no mesmo prédio e mesma LAN: domínios diferentes CC em dois prédios: mesmo domínio No Brasil: registro.br 15

16 Registros de recursos Conjunto de registro de recursos associados ao domínio Endereço IP (p/ único host mais comum apenas seu IP) Existem outros tipos de registros de recursos Quando um resolvedor repassa um nome de domínio ao DNS, o que ele obtém são os registros de recursos associados ao nome em questão Principal função do DNS: mapear nomes de domínio em registros de recursos Registro é uma tupla de cinco campos: Domain_name Time_to_live Class São codificados em binário Type Value 16

17 Registros de recursos Domain_name: Domínio ao qual esse registro se aplica Normalmente, muitos registros para cada domínio Cada cópia do banco de dados armazena informações sobre vários domínios Esse campo é a chave de pesquisa primária p/ atender consultas Time_to_live: indicação de estabilidade do registro Muito estáveis: (segs. em um dia) Muito voláteis: 60 (segs. em um minuto) Class: Informações relacionadas à Internet é IN Type: tipo do registro 17

18 Registros de recursos Tipo Significado Valor SOA Início de autoridade Parâmetros para essa zona A Endereço IP de um host Inteiro de 32 bits MX Troca de mensagens de correio Prioridade, domínio disposto a aceitar correio eletrônico NS Servidor de nomes Nome de um servidor para este domínio CNAME Nome canônico Nome de domínio PTR Ponteiro Nome alternativo de um endereço IP HINFO Descrição de host CPU e sistema operacional em ASCII TXT Texto Texto ASCII não interpretado Os principais tipos de registros do DNS para o IPv4 18

19 Registros de recursos SOA: Nome da principal fonte de informações sobre a zona do servidor de nomes, do administrador, um número de série exclusivo e diversos flags A (Address): Mais importante -> contém um endereço IP de 32 bits Alguns hosts têm duas ou mais conexões de rede MX: Nome do host preparado para aceitar mensagens de correio eletrônico no domínio especificado Nem toda máquina está preparada p/: É necessário encontrar um servidor de correio em microsoft.com NS: Especificam servidores de nomes Todos os bancos de dados DNS tem um registros NS para cada um dos domínios de nível superior Msgs. de podem ser enviadas para partes distantes da árvore CNAME: Criação de nomes alternativos 19

20 Registros de recursos PTR indica outro nome CNAME: macro PTR: tipo de dado comum do DNS, interpretação depende do contexto Na prática, usada p/ associar um nome a um IP Permitir pesquisas de IPs e retornar o nome da máquina Pesquisas reversas HINFO: Tipo de máquinas e SO de um domínio TXT: Permitem que domínios se identifiquem de forma arbitrária HINFO e TXT: Conveniência, não obrigatório Campo value Nro., nome, string ASCII... depende do tipo de registro 20

21 Registros de recursos Uma parte possível de um banco de dados DNS para cs.vu.nl 21

22 Registros de recursos Não está nesse arquivo: Endereços IP a serem usados na pesquisa de domínios de nível superior Necessários p/ pesquisar hosts distantes Mas como não estão no domínio cs.vu.nl, não estão nesse arquivo Fornecidos pelos servidores raiz, cujos IPs estão presentes em um arquivo de configuração do sistema, e são carregados para o cache do DNS quando o servidor DNS é inicializado Existe cerca de 1 dezena de servidores raiz espalhados pelo mundo e cada um deles conhece os endereços IP de todos os servidores de nível superior Conhecendo ao menos um IP de servidor raiz, poderá pesquisar qualquer nome DNS 22

23 Servidores de nomes Na teoria, um único servidor de nomes poderia contaer o banco de dados DNS inteiro e responder a todas as consultas Sobrecarregado Se cair, toda Internet seria afetada O espaço de nomes DNS é dividido em zonas nãosuperpostas Cada zona contém: Uma parte da árvore Servidores de nomes que armazenam informações referentes a essa zona Servidor de nomes principal Informações a partir de arquivo no disco 23

24 Servidores de nomes Um ou mais servidores de nomes secundários Informações a partir do servidor de nomes principal Confiabilidade: servidores de uma zona podem estar localizados fora dela Fronteiras Sua localização fica a cargo de seu administrador Yale Servidor p/ yale.edu que trata de: eng.yale.edu Mas tem outra zona: cs.yale.edu Com seu próprios servidores de nomes 24

25 Servidores de nomes Parte do espaço de nomes do DNS mostrando a divisão em zonas 25

26 Servidores de nomes Resolvedor tem uma consulta sobre um nome de domínio: envia a um dos servidores de nomes locais Se domínio estiver sob a jurisdição do servidor de nomes ai.cs.yale.edu que está sob cs.yale.edu Serão retornados os registros de recursos oficiais Um registro oficial (authoritative) é aquele fornecido pela autoridade que gerencia o registro, sempre correto Os registros mantidos em cache, podem estar desatualizados Se o domínio for remoto, e não houver informações sobre o domínio no local Servidor de nomes enviará msg. de consulta p/ servidor de nomes de nível superior fazer perguntas sobre o domínio solicitado 26

27 Servidores de nomes Exemplo: Resolvedor localizado em flits.cs.vu.nl quer saber o endereço IP do host linda.cs.yale.edu Etapa 1: envia consulta a servidor de nomes local Essa consulta contem: Nome de domínio procurado Tipo (A) classe (IN) O modo como um resolvedor procura um nome remoto em oito etapas 27

28 Servidores de nomes Servidor de nomes local nunca tenha recebido consulta referente a esse domínio (e nada sabe sobre ele) O servidor poderá consultar alguns outros servidores vizinhos Se nenhum deles tiver a informação Etapa 2: Enviará pacote UDP p/ servidor edu: edu-server.net Etapa 3: Encaminha p/ yale.edu Etapa 4: P/ cs.yale.edu, que deve ter os registros de recursos oficiais O registro de recurso solicitado segue o caminho inverso (5 a 8) 28

29 Servidores de nomes De volta ao servidor de nomes cs.vu.nl Registro incluídos em cache Informações não oficiais (alterações em cs.yale.edu não serão propagadas para todos os caches do mundo) Entradas na cache não têm duração muito longa Campo Time_to_live em cada registro Informa aos servidores remotos quanto tempo os registros devem ser mantidos na cache IP há anos: 1 dia Mais voláteis: alguns segundos ou 1 minutos Essa é a Consulta recursiva É possível uma forma alternativa 29

30 Servidores de nomes Forma alternativa Quando não pode ser satisfeita no local A consulta falha Retorna o nome do próximo servidor a ser consultado Alguns servidores não implementam consultas recursivas Se um cliente DNS não obter resposta antes do timer expirar Em geral, tentará outro servidor na próxima vez Suposição de inativo Enfim, o DNS é muito importante: tudo o que ele faz é mapear nomes simbólicos de máquinas em seus endereços IP 30

31 Servidores de nomes DNS não ajuda a localizar Pessoas, recursos ou objetos em geral Para isso, outro serviço de diretório é definido: LDAP (Light-weight Directory Access Protocol) Protocolo de Leve Acesso a Diretórios Organiza as informações como uma árvore e permite pesquisas em diferentes componentes Pode ser considerado um catálogo telefônico de assinantes 31

32 Correio eletrônico existe a mais de duas décadas Antes de 1990: meios acadêmicos Depois: público em geral, cresceu exponencialmente Os primeiros sistemas de consistiam em: Protocolos de transferência de arquivos Primeira linha de cada msg. contendo end. Destinatário Limitações: Enviar msg. p/ grupo era incoveniente Msgs. Não tinham estrutura interna Dificult. processamento, difícil extrair parte encaminhada da recebida O remetente nunca sabia se uma msg. havia chegado ou não Interface c/ usuário não estava bem integrada ao sist. Transmissão Não era possível msgs. c/ mistura de textos, desenhos, fax e voz 32

33 Correio eletrônico Mais experiência, mais elaborados 1982: propostas relativas a da ARPANET RFC 821 (protocolos de transmissão) RFC 822 (formato de mensagens) 1984: CCITT, recomendação X.400 Após duas décadas de concorrência, RFC 822 amplamente usado Projeto simples e que funciona X.400: muito complexo e difícil de implementar 33

34 Arquitetura e serviços Sistemas de Agentes do usuário Permite que pessoas leiam e enviem mensagens Programas locais Agentes de transferência de mensagens Que deslocam as msgs. da origem até o destino Daemons 5 funções básicas: Composição Transferência: estab. conexão, transmissão, encer. conexão Geração de relatórios: informar o remetente o que aconteceu c/ a msg. (Entregue? Rejeitada? Perdeu-se?) 34

35 Arquitetura e serviços Exibição: conversões, visualizador Disposição: depois de receber a msg.: excluir, salvar, etc. Recuperar e reler, encaminhá-las, processá-las. Recursos avançados Encaminhamento de msgs. quando ausente Usar caixas de correio Lista de distribuição (mailing list) CC (cópias carbono) BCC (cópias carbono ocultas) Msgs. de alta prioridade Msgs. criptografadas Destinatários alternativos (caso princ. não esteja disponível) 35

36 Arquitetura e serviços Distinção entre envelope e conteúdo Envelope: encapsula a mensagem, inf. p/ transporte Endereço destino, prioridade, nível de segurança Agente de transporte usam envelope p/ roteamento Conteúdo: cabeçalho e corpo Cabeçalho: informações de controle p/ agentes do usuário Corpo: diz repeito apenas ao destinatário Envelopes e mensagens (a) Correio convencional (b) Correio eletrônico 36

37 O agente do usuário Em geral, é um programa Leitor de Composição, recebimento e resposta a msgs., manipular caixas de correio Interface: Gráfica (menus, ícones, uso do mouse) Comandos de caractere de teclado (pine) O envio de mensagens de correio eletrônico Endereço de destino: Possivelmente outros parâmetros Mensagem 37

38 O agente do usuário Listas de distribuição (ex. Lista de discussão) Pode-se enviar uma msg. p/ a lista c/ único comando Lista de distribuição no local -> agente do usuário poderá enviar msg. separada p/ cada destinatário Lista de distribuição remota -> msgs. expandidas nesse local remoto Ex.: Lista será roteada p/ University of Arizona e lá será expandida em msgs. Individuais p/ todos os membros da lista de distribuição, onde quer que eles estejam Usuários não são capazes de saber se se trata de uma lista ou não Poderia ser de Gabriel Birders 38

39 O agente do usuário Leitura de correio eletrônico Agente do usuário verifica caixa quando é acionado, mostra resumo Um exemplo de exibição do conteúdo de uma caixa de correio K: msg. Não é nova, que foi lida A: Respondida F: Encaminhada 39

40 Formatos de mensagens RFC 822: msgs. básicas em código ASCII Msgs. consistem em: Envelope primitivo (RFC 821) Alguns campos de cabeçalho Cada campo, 1 linha (lógica): nome; valor (quase sempre) Padrão não distingue claramente campos do envelope e do cabeçalho Revisão na RFC 2822, mas não completamente Linha em branco Corpo da mensagem 40

41 Formatos de mensagens Os campos do cabeçalho RFC 822 relacionados ao transporte de mensagens 41

42 Formatos de mensagens Os campos do cabeçalho RFC 822 relacionados ao transporte de mensagens 42

43 Formatos de mensagens From (obrigat.): quem criou; Sender (omitido se for igual a from): quem enviou (executivo e secretária) Received: uma linha por cada agente de transferência de msgs. Ao longo do percurso Identidade do agente, data e hora, outras informações Return-Path: pelo último agente de transferência, como voltar ao remetente Poderia ser obtido de todos os received Em geral, contém apenas o endereço do remetente Reply-to Usuário têm permissão de criar novos cabeçalhos p/ seu próprio uso, começam com X- Depois do cabeçalho vem o corpo da mensagem 43

44 Formatos de mensagens Alguns campos usados no cabeçalho de mensagem RFC

45 Formatos de mensagens MIME Multipurpose Internet Mail Extensions RFC 822: Somente texto ASCII não era mais possível: Msgs. em idiomas com acentos (português, alemão) Msgs. em alfabetos não-latinos (hebraico e russo) Msgs. em idiomas sem alfabetos (chinês e japonês) Msgs. que não contém textos (áudio e imagens) MIME Multipurpose Internet Mail Extensions (RFC 1341, 2045 e 2049) Continuar a usar o formato RFC 822 Incluir estrutura para corpo da mensagem Regras p/ msgs. que não utilizam código ASCII Mantendo o formato, msgs. MIME podem ser enviadas com protocolos e programas de existentes Alterar os programas de envio e recebimento 45

46 Formatos de mensagens MIME MIME define 5 novos cabeçalhos MIME-Version: Quando não se tem o cabeçalho MIME-Version presume-se que a msg. seja de texto simples escrita em linguagem comum e processada como tal Os cabeçalhos 822 incluídos pelo MIME 46

47 Formatos de mensagens :: MIME Content-Description: String que informa o conteúdo da msg. Content-Id: Identifica o conteúdo. Utiliza o mesmo formato de Message-Id padrão Content-Transfer-Encoding: Identifica como o conteúdo da msg. está codificado p/ transmissão através de uma rede que possa fazer alguma objeção a caracteres q não sejam letras, números ou sinais de pontuação São fornecidos 5 esquemas Mais simples: texto em código ASCII: 7 bits Transportados diretamente pelo protocolo de Nenhuma linha deve ultrapassar 1000 caracteres Mais simples seguinte: igual ao anterior, mas com 8 bits 0 a 255 Viola protocolo de (original) da Internet Partes que implementam extensões ao protocolo original Tamanho máximo de linha padrão, declarar codificação 47

48 Formatos de mensagens MIME Codificação binária: utilizam os 8 bits e não respeitam o limite de 1000 caracteres por linha -> programas executáveis Não há garantia que cheguem corretamente, mas tem gente que envia Msgs. Binárias: codificação base64 (armadura ASCII) Grupos de 24 bits são divididos em até 4 unidades de 6 bits Cada unidade é enviada como um carac. ASCII válido (26=64) 0 -> A, 1 -> B,..., outras letras, dígitos, 62 -> +, 63 -> / == e = p/ indicar q último grupo continha 8 ou 16 bits, respec. Caracteres de retorno de cursor e avanço de linha são ignorados Podem ser inseridos à vontade p/ manter linhas curtas Possível enviar textos binários com total segurança 48

49 Formatos de mensagens MIME Msgs. quase totalmente ASCII, mas c/ alguns caracteres nãopertencentes ao código ASCII Base64 se mostra ineficiente Codificação quoted-printable Código ASCII de 7 bits Todos os caracteres acima de 127 codificados com um sinal de igualdade seguido pelo valor do caractere como dois dígitos hexadecimais Assim, dados binários: Base64 ou quoted-printable Se não é desejável, pode-se especificar uma decodificação definida pelo usuário no cabeçalho Content-Transfer-Encoding 49

50 Formatos de mensagens MIME Content-Type: Especifica a natureza do corpo da msg. 7 tipos na RFC 2045, cada um tem um ou mais subtipos Content-Type: video/mpeg (separados por barra) Não são fornecidos valores predefinidos p/ subtipos Text: Texto ASCII simples Text/plain: Msgs. comuns que podem ser exibidas na forma como são recebidas Permite msgs. comuns transmitidas no MIME com apenas alguns cabeçalhos extras Text/enriched: Linguagem de marcação simples seja incluída no texto Se baseia no SGML (Standard Generalized Markup Language) também usada como base para a HTML A <italic> morsa </italic> disse: chegou o <bold> momento </bold> de... A morsa disse: chegou o momento de... Existe também: text/html, text/xml 50

51 Formatos de mensagens MIME Os tipos e subtipos MIME definidos na RFC

52 Formatos de mensagens MIME Image: P/ transmitir imagens. GIF, JPEG e muitos outros Audio: audio/basic e audio/mpeg (este, depois) Video: Pode ser que o som seja separado (dependendo da codificação). MPEG e outros Application: Formatos que exigem tipo de processamento externo, não-cobertos por um dos outros tipos Octet-stream: sequência de bytes não-interpretados Agente do usuário pode exibí-lo, solicitar que usuário seja copiado em um arquivo. Processamento subsequente, cabe ao usuário Postscript: linguagem PostScript definida pela Adobe Systems Descrição de páginas impressas Exibição é realizada executando-se o programa PostScript que msg. contém Além de exibir texto, pode ler, modificar e apagar arquivos e outros 52

53 Formatos de mensagens MIME Message: permite que uma msg. seja encapsulada em outra Encaminhar msgs., subtipo rfc822 Partial: Permite divisão de msg. encapsulada e envia partes separadas (se msg. for longa demais) External-body: Usado p/ msgs. muito longas (filmes de vídeo) Parâmetros tornam possível montar todas as partes em ordem correta no destino Em vez de incluir na msg., um endereço FTP é fornecido. Pode ser pego no momento certo Multipart: Permite msgs. conter mais de uma parte, c/ início e fim de cada parte claramente delimitados Mixed: cada parte diferente, sem imposição de uma estrutura adicional Um ou mais anexos em uma msg. de texto 53

54 Formatos de mensagens MIME Alternative: mesma msg. seja incluída várias vezes, expressa em dois ou mais meios diferentes. Ex.: ASCII simples, RTF, PostScript Da mais simples p/ mais complexa (agentes do usuários anteriores ao MIME poderiam ler o texto ASCII simples) Parallel: partes devem ser vistas simultaneamente Canal de áudio e vídeo Digest: Muitas msgs. compactadas em uma msg. Composta Grupos de discussão colecionam msgs. de assinantes e enviam como uma única msg. multipart/digest 54

55 Formatos de mensagens MIME Uma msg. Em várias partes contendo as alternativas de texto formatado e áudio 55

56 Formatos de mensagens MIME Saudação de aniversário Texto Áudio Agente do usuário poderá obter arquivo birthday.snd e reproduzí-lo Parte são delimitadas por dois hífens seguidos do string (gerado por software) especificado no parâmetro boundary Content-Type em 3 posições Msg. tem várias partes Cada parte tem tipo e sub-tipo Dentro do corpo da segunda parte esse cabeçalho é necessário p/ informar ao agente do usuário que tipo de arquivo externo será obtido Content-transfer-encoding: é necessário p/ qualquer corpo externo que não esteja codificado como ASCII de 7 bits 56

57 Transferência de mensagens Remetente ao destinatário Mais simples: Estabelecer conexão de transporte entre máquina de origem e máquina de destino Outras situações SMTP Simple Mail Transfer Protocol Origem, conexão TCP porta 25, destino Daemon de , que se comunica em SMTP permanece na escuta dessa porta Aceita conexões recebidas Copia as msgs. p/ as caixas de correio apropriadas Se msg. não puder ser entregue, relatório de erro contento a primeira parte da msg. não-entregue será retornado ao remetente 57

58 Transferência de mensagens SMTP É um protocolo ASCII muito simples Após estabelecer conexão TCP com a porta 25 Máq. transmissão (cliente) espera que máq. recepção (servidor) comunique-se primeiro (fornecendo identidade, e q está prep.) Cliente anunciará de quem veio a msg. e p/ quem está indo Se receptor existe no local, dará ao ao cliente sinal p/ enviar Cliente envia a msg. e servidor confirma Não são necessários totais de verificação -> TCP já faz Se houver mais msg., serão enviadas Todas as msgs., conexão encerrada 58

59 Transferência de msgs. SMTP Comandos de 4 caracteres: razão se perdeu Msg. enviada p/ único destinatário Um RCPT Cada destinatário é confirmado ou rejeitado individualmente Comandos de 4 carac. Respostas c/ código numérico e string Transferência de uma msg. de para 59

60 Transferência de mensagens SMTP Protocolo bem definido. Mas tem alguns problemas Tamanho das msgs.: algumas impl. antigas -> até 64KB Timeouts: cliente e servidor c/ diferentes timeouts Um deles pode desistir, enquanto outro ocupado, encerrando conexão inesperadamente Enxurradas infinitas de msgs. (raro): Host 1 -> msg. p/ lista A Host 2 -> msg. p/ lista B Se cada lista contiver entrada p/ outra, volume infindável Alguem deve corrigir o problema SMTP estendido (ESMTP) EHLO em vez de HELO Se for rejeitada, SMTP comum Se aceita, novos comandos e parâmetros 60

61 Entrega final Supomos que usuários têm máquinas capazes de enviar e receber msgs. de ARPANET: estavam on-line Acessar a Internet por modem: modelo falha O que acontece quando Elinor quer enviar um msg. p/ Carolyn, mas Carolyn não está on-line? Não pode estabelecer conexão TCP, não pode executar o protocolo SMTP Solução Fazer um agente de transferência de msgs. em um máquina do ISP aceitar correio eletrônico p/ seus clientes, e armazená-lo nas respectivas caixas de correio, na máquina do ISP On-line 24 horas por dia 61

62 Entrega final POP3 Como o usuário conseguirá o correio eletrônico do agente de transferência de msgs. do ISP? Outro protocolo que permita Aos agentes de transferência do usuário (em PCs clientes) Entrar em contato com o agente de transferência de msgs. (na máquina do ISP) Permitir que as msgs. de correio sejam copiadas do ISP p/ o usuário POP3 (Post Office Protocol Version 3), RFC

63 Entrega final POP3 (a) Envio e leitura de correio eletrônico quando o receptor tem uma conexão permanente da Internet e o agente do usuário funciona na mesma máquina em que está o agente de transferência de menssagens (b) Leitura de correio eletrônico quando o receptor tem uma conexão dial-up para um ISP 63

64 Entrega final POP3 Usuário inicia leitor de correio Leitor estabelece conexão TCP com o agente de transferência de msgs. Na porta estados: Autorização: login de usuário Transações: Coleta de msgs. de do usuário e marcação p/ exclusão Atualização: Exclui as marcadas 64

65 Entrega final POP3 Aceitar conexão, servidor anuncia sua presença Autorização: cliente envia nome e senha LIST RETR e DELE Quando todas as msgs. Estiverem recuperadas (e possivelmente marcadas), cliente QUIT Quando servidor excluir todas as msgs., enviará uma resposta e interromperá a conexão É possível baixar e deixar no servidor (a maioria dos programas não faz isso) Se houver pane, problema Usando POP3 para buscar 3 msgs. 65

66 Entrega final POP3 - Resumo Elinor cria msg. p/ Carolyn usando programa de (agente do usuário) e envia O agente do usuário entrega a msg. ao agente de transf. de msg. no host de Elinor O agente de transf. verifica que ela está endereçada a Utiliza DNS p/ pesquisar o registro MX de xyz.com Retorna um nome DNS do servidor de correio de xyz.com Procura endereço IP dessa máquina usando novamente o DNS Estabelece conexão TCP com servidor SMTP na porta 25 Gethostbyname Transfere a msg. p/ caixa de correio de Carolyn e interrompe conexão Carolyn inicializa seu PC, conecta-se ao ISP e inicia seu programa de (agente do usuário) Agente do usuário estabelece conexão TCP p/ o servidor POP3 na porta 110 Endereço DNS é configurado (instalação ou inscrição no ISP) Conexão TCP estabelecida, programa de correio de Carolyn executa o protocolo POP3 p/ buscar conteúdo de caixa de correio p/ o disco Correio transferido, conexão encerrada 66

67 Entrega final IMAP A partir de um único PC, POP3 funciona bem Uma única conta, muitos lugares de acesso Correio eletrônico fica espalhado por vários máquinas IMAP (Internet Message Access Protocol), RFC 2060 Pressupõe que todas as msgs. permanecerão no servidor indefinidamente, em várias caixas de correio Fornece mecanismos extensos p/ leitura de msgs., ou partes IMAP fornece mecanismos p/ criar, destruir e manipular várias caixas de correio no servidor Possibilidade de endereçar correspondência por atributos Pode aceitar msgs. de saída p/ transporte até o destino Estilo semelhante ao POP3, porém dezenas de comandos Servidor IMAP escuta porta

68 Entrega final IMAP e POP3 Uma comparação entre POP3 e IMAP 68

69 Entrega final Características de entrega Filtros Quando msg. chega ou quando agente do usuário é inicializado Condição e ação Encaminhar (temporariamente) msgs. recebidas p/ outro end. Pode até ser p/ um computador operado por um serviço comercial de paging (localização), por rádio ou satélite, exibindo a linha assunto no pager Daemon de férias Envia resposta: Oi estou de férias. Voltarei 15 de fevereiro. Responde uma vez p/ cada remetente Não responde se foi enviado p/ lista de distribuição 69

70 Entrega final Webmail Yahoo, Gmail, din Agentes de transferência normais escutam a porta 25 em busca de conexões de SMTP de entrada Usuário vai até página Web de , faz login Login bem-sucedido, servidor encontra a caixa de correio do usuário e criará uma listagem formatada com uma página Web em HTML Página Web é enviada ao navegador p/ exibição Msgs. Podem ser lidas, excluídas e assim por diante 70

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