Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster."

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO Guilherme Arthur Geronimo Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster. Trabalho de Conclusão de Curso André Zimmermann José Eduardo De Lucca, Dr. Florianópolis, Fevereiro de 2007

2 Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster. Guilherme Arthur Geronimo Este Trabalho de Conclusão de Curso foi aprovado em sua forma final pelo Curso de Ciências da Computação da Universidade Federal de Santa Catarina. André Zimmermann José Eduardo De Lucca, Dr. Prof. José Mazzuco Júnior, Dr. Banca Examinadora André Zimmermann Prof. José Eduardo De Lucca, Dr. Mario Dantas, Dr.

3 iii "Okite hanjô, nete itijô. Tenka tottemo nigôhan." (Provérbio Japonês)

4 Agradecimentos Agradeço a todos que aqueles que não acreditaram na minha idéia. Pois a dúvida destes me apontou o caminho. Agradeço mais ainda à todos do NPD da UFSC, que apesar de me considerarem louco nunca me negaram tempo e material para minha o meu estudo. E aos meus pais agradeço pelo interesse, pois mesmo sem me entender ouviam pacientes e interessados.

5 Sumário Sumário Lista de Figuras Resumo Abstract v vii viii ix 1 Objetivos Objetivos Específicos Introdução Servidor de Terminais Terminais Leves Clusters Grids Estado da Arte e Motivações Terminais Leves openmosix Exemplificação Vantagens Desvantagens Metodologia Sobre o Hardware Sobre a Rede Sobre o Linux e o openmosix

6 vi Configuração do openmosix Sobre as ferramentas de monitoração Sobre os Testes Resultados Dados Obtidos Teste Sem openmosix Teste com openmosix Análise dos Dados Problemas Encontrados Considerações Finais e Trabalhos Futuros Referências Bibliográficas 40

7 Lista de Figuras 3.1 omfs - openmosix Filesystem Rich Client CluxtMaxter - Servidor do Cluster openmosixview openmosix Migration Monitor Memória Livre do Servidor Número de Processos no Sistema Carga do Média do Sistema (a cada minuto) Carga do Média do Sistema (a cada 5 minutos) Numero de Operações de Escrita e Leitura Carga Total e Eficiência do Balanceamento de Carga Carga e Memória do Nó 1 (Servidor) Carga e Memória do Nó 248 (Rich Client) Carga e Memória do Nó 247 (Thin Client) Carga do Média do Sistema (a cada minuto) Carga do Média do Sistema (a cada 5 minutos) Lista de Processos Migrados Memória Livre do Servidor Memória Total Utilizada no Cluster Número de Processos no Sistema Número de Operações de Escrita e Leitura Entrada de Rede Saída de Rede

8 Resumo Nos dias de hoje, com a melhora das redes de comunicação, cada vez mais estamos usufruindo da tecnologia de acesso remoto à servidores de terminais. Mas com esta convergência em massa, mais e mais é exigido do hardware do servidor, mas nem sempre há possibilidade de atualizações da máquina. Por este motivo o trabalho testa a viabilidade de utilizar o poder de processamento e a memória ociosos do cliente para compartilhar a carga do servidor. Para isso utilizaremos a solução em cluster openmosix.

9 Abstract Now days, with the improve of the communication networks, more we are using the remote access technology to connect to terminal servers. That mass convergence demands more and more from the server s hardware, but sometime we don t have ways (reads, money) to upgrade the machine. For that reason, this paper tries to test the viability of use idle processor s cycles and idle memory of the clients to balance the load of the server. To do this we ll try to use the openmosix solution.

10 Capítulo 1 Objetivos O presente trabalho tem como objetivo verificar a viabilidade da utilização de terminais leves como nós (nodes) de um cluster OpenSource (openmosix) servidor de aplicações. Os mesmos terminais leves (Thin Clients) que exibem as aplicações para os usuários, ajudarão no processamento das mesmas incluindo-se no cluster. A idéia é utilizar o processamento de cada terminal - que apesar de não ser muito, normalmente fica ocioso - para diminuir a carga do servidor. 1.1 Objetivos Específicos Estudar o projeto OpenSource OpenMosix. Visando aprender sua estrutura de funcionamento. Montar um cluster OpenMosix, o qual servirá como um servidor de aplicações e utilizará como nós (nodes) terminais leves. Testar o desempenho do cluster executando softwares básicos, softwares normalmente utilizados por usuários em um escritório e/ou laboratório de informática. Verificar viabilidade da implantação de uma estrutura como esta em um Escritório/Laboratório.

11 Capítulo 2 Introdução Devemos primeiramente narrar ao leitor a conjuntura a qual este se desenvolveu. Este é um trabalho prático, que foi executado no Núcleo de Processamento de Dados (NPD) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Sua idéia surgiu devido a uma crise de hardwares que estávamos passando durante a implantação dos Servidores de Terminais (Terminal Server) Linux no Laboratório de Informática dos Alunos de Graduação e Pós-Graduação da UFSC (LabUFSC). Tínhamos algumas máquinas boas, mas que não seriam o bastante para suportar todo os usuários do laboratório, o que contabilizava algo na faixa de 150 máquinas mais ou menos. Surgiu então a idéia: "Já que os Terminais não processam nada (além da imagem que vem do servidor), porque não colocar eles para ajudar o servidor?!". E assim surgiu a idéia deste. No Capítulo anterior (Objetivos) assim como no parágrafo acima, foram citados deliberadamente uma série de termos e expressões que, além de serem chaves para este trabalho, para alguns podem não ser tão usuais assim. Acredito então que antes de mais nada devemos conceituar alguns destes termos chaves que trataremos ao longo do texto, tais como: Servidor de Terminais, Terminais Leves, Clusters e Grids. Os quais serão imprescindíveis para a compreensão do trabalho. 2.1 Servidor de Terminais Também conhecido por "Servidor de Aplicações", o Servidor de Terminais nada mais é que um servidor de Interfaces Gráficas. Utilizando um sistema operacional multi usuário, este permite e gerencia a abertura de Ambientes Gráficos (sessões) de usuários remotos. Separando então o sistema operacional nativo (que o usuário utiliza em seu computador pessoal), do sistema operacional visualizado (o qual ele necessita para executar suas aplicações). Aos olhos do usuário

12 3 é como se o sistema operacional remoto estivesse na sua máquina. É claro que existem algumas restrições por exemplo, o acesso aos dispositivos locais de sua máquina é um caso complicado. Se o usuário desejar utilizá-los estes deverão ser montados remotamente no servidor. Existem uma série de maneiras - leia-se protocolos - de acessar remotamente o ambiente gráfico de um servidor. Uma das primeiras soluções de acesso remoto que mais se difundiu (além dos antigos terminais Citrix ICA e Tarantella) foi o VNC, com ele um usuário utilizando (praticamente) qualquer sistema operacional pode acessar um ambiente gráfico de outro sistema operacioná completamente diferente. Característica essa que ajudou em muito a sua difusão, mesmo apresentando uma qualidade de imagem e tempo de resposta não muito satisfatórios. O VNC é baseado no protocolo RFB, Remote FrameBuffer. Todos os eventos de mouse e teclado são enviados para o servidor e adicionados no buffer, o mesmo acontece (mas de maneira inversa) com as imagens enviadas ao dispositivo de vídeos. Desde o lançamento da plataforma NT o Windows trouxe com ele o sistema de acesso remoto RDP (Remote Desktop Protocol) baseado no protocolo T.128. Inicialmente utilizado para administração remota de servidores, permitia apenas o acesso de um usuário por vez. Logo notouse o potencial do mesmo e em um curto espaço de tempo a Microsoft lança seu primeiro Servidor de Terminais, o Windows NT 4.0 Server - Terminal Server Edition. O RDP trás com ele uma série de funcionalidades que auxiliam o usuário, tais como redirecionamento de áudio, encriptação de dados, redirecionamento de sistemas de arquivo, redirecionamento de impressora, entre outros que careciam no VNC. Um dos "protocolos exclusivos"(e um dos mais antigos) do UNIX é o XDMCP, protocolo padrão do servidor gráfico X11. Praticamente todos os sistemas linux e BSD utililizam ele, mesmo não sendo um servidor de terminais ele é utilizado via comunicação interna (sockets) nestes S.O. s. Ele oferece uma qualidade de imagem vezes superior ao VNC, mas também gera um tráfego de rede de maneira proporcional. Apartir de 2002, a empresa NoMachine vem trazendo uma solução para sanar este problema, o NX. Este por sua vez utiliza-se da encriptação do SSH, da compressão JPEG e do GZIP para enviar seus dados para os clientes de forma rápida e segura.

13 4 2.2 Terminais Leves Terminais Leves (Thin Clients), por definição são computadores desprovidos de hardwares de alto desempenho, que interligados em rede, se utilizam do processamento de um servidor para processar seus aplicativos. Geralmente se conectam apenas na interface gráfica do servidor de aplicações, passando assim a ser uma "janela"deste para com o usuário. Os Terminais Diskless são uma ramificação dos Terminais Leves. Estes por sua vez não possuem Disco Rígido (Hard Disk HD). Desta forma, eles buscam seu Sistema Operacional da unidade de CD/Diskete, da Rede (Network Boot) e/ou de uma unidade remota na rede (geralmente via NFS, Network Filesystem). Neste trabalho utilizamos Terminais Diskless que iniciam pelo driver de CD. Os Terminais Diskless são uma ramificação dos Terminais Leves. Estes por sua vez não possuem Disco Rígido (Hard Disk - HD). Desta forma, eles buscam seu Sistema Operacional da unidade de CD/Diskete ou da Rede (Network Boot). Neste trabalho utilizamos Boot pelo driver de CD. 2.3 Clusters Um cluster é uma estrutura computacional Multi-Computada. Esta é formada por um conjunto de computadores, interconectados por uma rede, que pode-se utilizar de um software especial (PVM,MPI,etc) e/ou um tipo especial de sistema operacional classificado como sistema distribuído, trabalhando assim de uma forma unificada. Estes são construídos muitas vezes a partir de computadores convencionais (Commodity Off-The-Shelf, ou COTS), interligados por uma rede comunicam-se de uma forma tal que o sistema trabalha como se fosse uma única máquina de grande porte. O custo benefício desta estrutura é superior, pois ao invés de investir em um grande computador (de alto custo), investe-se em vários computadores (de baixo custo) e colocam eles para trabalharem juntos. Joseph D. Sloan em seu livro High Performance Linux Clusters mostra um case de sucesso desta arquitetura computacional de Multicomputada: "(...)O cluster "Big Mac"construído pelo Virginia Polytechnic Institute e a State University foi inicialmente construído com 1100 computadores bi-processados Macintosh G5. Sua velocidade era da ordem de 10 teraflops, fazendo dele um dos supercomputadores mais rápidos que existiam. Enquanto supercomputadores desde tipo geralmente levam alguns anos para serem construídos e

14 custavam em entre $100 milhões e $250 milhões de dólares, o Big Mac foi construído em menos de um mês e custou em torno de $5 milhões de dólares." Grids Os termos Cluster e Grid muitas vezes andam juntos, e geralmente são tidos como sinônimo, o que não o são. A Computação em Grid, assim como os clusters, é um modelo computacional emergente que fornece um throughput elevado, utilizando muitos computadores interligados em rede, montando uma arquitetura de computador virtual que pode distribuir a execução de um processo através de uma infraestrutura em paralelo. O Grid utiliza-se dos recursos de diferentes computadores ligados em rede (geralmente a Internet) para resolver problemas computacionais de grandes escalas (Ex. Cura do Câncer, Previsão do Tempo, Análise de sinais de Rádio- Telescópios, etc). Diferentemente dos Clusters, esta provê a habilidade de computar grandes escalas de dados, quebrando-os em pedaços menores e os processando-os em paralelo, dividindo o "problema"igualmente entre vários computadores. A Computação em Grid pode ser realizada de forma heterogênea e em rede (Internet ou dedicada). Não existe necessariamente uma rede tal como existe, por exemplo, na interligação dos nós em um cluster. Podemos dizer que: "Podemos ter um cluster dentro de um Grid, mas não podemos ter um Grid dentro de um cluster". Um dos projetos mais famosos que utiliza Grid é o da Universidade de Berkeley. Este é uma experiência científica que utiliza computadores conectados à Internet na procura por Inteligência Extraterrestre. Cada computador conectado ao projeto ajuda na análise de dados recebidos pelo radio telescópio do mesmo.

15 Capítulo 3 Estado da Arte e Motivações 3.1 Terminais Leves A idéia de utilizar Terminais não é algo recente. Desde a época dos MainFrames esta idéia ja era aplicada. Um terminal nada mais é que equipamento disponibilizado ao usuário, que serve de interface para um sistema de informação. Nos Mainframes, existiam vários terminais conectados (diretamente e/ou através da rede) possibilitando assim a utilização de seus recurso por vários usuários simultâneos. Com a popularização dos PC s (Personal Computers), pouco a pouco os MainFrames foram caindo em desuso sendo substituidos por máquinas Standalone, com seu próprio Sistema Operacional, Disco-Rígido, etc. Esta mudança tecnológica possibilitou uma maior flexibilidade nestas estação de trabalho, o que deixou os usuários mais a vontade com seu ambiente de trabalho, possibilitando o mesmo ter a liberdade de escolher seu Sistema Operacional, utilizar seus programas preferidos, etc. Custando assim aos Profissionais de T.I. noites mal dormidas e implantes capilares, pois nesta estrutura necessitou-se de sistemas de intercâmbio de informações, investimento em hardwares e monitoramento dos mesmos. Sem contar com as eventuais falhas de hardwares, pois a probabilidade de dar algum erro é vezes maior pelo fato de estarem tratando com vários computadores e não uma máquina só. Apesar disto hoje em dia, em muitos ambientes corporativos e acadêmicos (como Call Centers e Laborátorios) não podemos ceder tais privilégios para nossos usuários, e muito menos correr o risco de perder dados de usuários (ainda mais aqueles que são desenvolvedores) por "crash"de hardware. Voltou-se então a idéia de ceder aos usuário Terminais. Como a tecnologia em software (e Sistemas Operacionais Multi-Usuários principalmente) avançou em passos largos na ultima dé-

16 7 cada, oferecer um terminal para o funcionário não teria grande impacto para o usuário final, afinal a interface a qual o mesmo teria de lidar seria praticamente a mesma o qual ele estava acostumado. Centralizando o Sistema Operacional, facilitaria a monitoração do sistema e os gastos com hardware diminuiriam. Afinal, é mais fácil monitorar e mais barato investir em uma máquina só que em várias máquinas ao mesmo tempo. Isto abriu uma série "portas"para os Administradores de T.I., eles poderiam se concentrar em garantir a segurança do sistema e investir na integridade dos dados (através de espelhamento, RAID, etc.) e ainda assim podendo garantir (ou não) as configurações dos usuários, e sua saúde capilar. 3.2 openmosix O próprio projeto do openmosix define o mesmo como "uma extensão de kernel para clusterização SSI. Ele é proeminente do projeto MOSIX mas esta sobre a licença GPL (Gnu Public License)". Não explica muito, mas Joseph D. Sloan, diz que "basicamente, o software openmosix inclui tanto uma extensão de kernel quanto um pacote de ferramentas de suporte. A extensão de kernel prove suporte para a movimentação de processos entre as máquinas do cluster. Tipicamente a migração de processos é totalmente transparente para o usuário. Porém, usando as ferramentas providas pelo openmosix, juntamente com outras aplicações, o usuário pode controlar a migração dos processos entre as máquinas do cluster.". Uma vez instalado, os nós do cluster mantém comunicações entre eles sobre a disponibilidade dos recursos (processador e memória), permitindo a cada nó ter conhecimento do status dos outros nós, podendo assim disponibilizar os seus próprios recursos. Desta forma, se um nó com vários processos detecta que outro nó tem disponibilidade superior (tem menos carga no processador/ram), o openmosix encarrega-se de migrar um desses processos para esse nó, dando origem ao processamento distribuído. O openmosix tenta continuamente classificar os custos de transladação e fazer previsões sobre a viabilidade da mesma, atribuindo pesos a cada nó. O openmosix utiliza um sistema de arquivos próprio, o openmosix FileSystem (omfs). Ele permite trocas de dados entre vários processos. Este mecanismo suporta algumas das funcionalidades de Inter Process Communication (IPC) mais simples, como pipes, fifos, e redirecionamento de arquivos. Utilizando omfs e uma configuração adequada, é ainda possível permitir aos processos remotos o acesso direto a arquivos, dados e dispositivos existentes no servidor, ainda que estes não existam no nó anfitrião do processo. Segue abaixo uma imagem exemplificando.

17 Figura 3.1: omfs - openmosix Filesystem 8

18 Exemplificação Se você é um daqueles que leu as definições anteriores, entendeu mas ainda não sabe ao certo como funciona, vamos exemplificar o funcionamento dele antes de aprofundar um pouco mais. Existem uma série de exemplos que poderíamos dar, uns simples, outros mais complexo. Falaremos sobre dois então, um tradicional (o qual aparece até mesmo na documentação do open- Mosix) e outro funcional, demonstrando assim a ligação entre a tecnologia ao objetivo inicial deste trabalho. Imagine que você durante sua graduação esteja dividindo um quarto com um colega da faculdade. Ambos são aficionados por Linux e softwares livres. Como cada um tem seu computador sem duvida instalaram o openmosix desde sua primeira versão. Um certo dia você consegue aquele novo CD do Julio Iglesias que a sua namorada tanto pediu de presente. Depois de passar todas as musica (digamos umas 20) do CD para.wav no computador, você começa a converte-las para.mp3. Mas como seu PC é mais antigo (leia-se lento) que Silvio Santos, cada musica demora em torno de 120 segundos para converter. Enquanto isto, seu companheiro de quarto (o qual é apaixonado por jogos online) esta em seu computador ultra-moderno no Messenger com sua namorada virtual sem rodar nada pesado em seu PC. Você então executa 4 processos de conversão (um convertendo cada musica) e manda o openmosix migrar 3 deles para o PC de seu colega. Ou seja, ao invés de demorar 40 minutos convertendo as MP3, você demoraria 10 minutos (supondo que o PC de seu colega converta 3 arquivos a cada 120 segundos). No caso do Servidor de Terminais aconteceria mais ou menos a mesma coisa. Quando o servidor estivesse com uma carga alta devido a quantidade de processos dos usuários, ele começaria a enviar os mesmos para serem executados pelos nós/clientes. Diferentemente dos clusters Ad-Hoc, nos quais os nós distribuem seus próprios processos no cluster, neste existe apenas um servidor que distribui os processos e os nós não podem migrar os seus processos para o servidor. Ou seja, quando o servidor esta com uma carga alta, ele distribui sua carga para os nós, mas quando os nós precisam de ajuda no processamento, seu processos são impedidos de migrar para o servidor Vantagens Como citado acima, o openmosix oferece um ambiente clusterizado SSI (Single System Image). O Servidor funciona como uma máquina SMP virtual (continua sendo uma arquitetura Multi-Computada, mas parece uma Multi-processada), onde cada nó prove seu processador e me-

19 10 mória para o cluster. O fato de todos o nós rodarem (impreferivelmente) o mesmo kernel e tornar a migração dos processos transparente para os usuários, torna desnecessário qualquer alteração dos códigos dos programas executados. Ou seja, não é necessário a utilização de nenhuma biblioteca especial para os programas rodarem no cluster, tais como PVM e MPI. Os processos não são quebrados para serem processados, eles são apenas migrados para outras máquinas e processados remotamente. As versões mais novas do openmosix vem com uma ferramenta chamada Auto Discovery. Que por sua vez fica monitorando a rede em busca de novos nós que vão surgindo e os incorporam automaticamente em sua relação de nós. Auxiliando assim no gerenciamento do cluster e por sua vez aumentando a escalabilidade do sistema. Como o openmosix precisa praticamente apenas do kernel e nenhum outro pacote adicional isso possibilita gerar facilmente um novo nó no cluster. Geralmente quando tratamos de terminais leves, tratamos com máquinas que não possuem disco rígido e por este motivo fazem boot via Rede ou CD, puxando seu kernel e seu sistema operacional de um servidor. Basta então disponibilizar um kernel com o patch do openmosix e um initial RAM disk com as configurações padrão para o nó e liga-lo. Como o sistema depende do kernel e da versão do openmosix (todos os nós devem ter a mesma versão do kernel com a mesma versão do openmosix) pode-se teoricamente utilizar uma infinidade de hardwares como nós, basta compila-lo no mesmo. Permitindo assim a criação de um cluster em um ambiente heterogêneo.

20 Desvantagens Como vimos acima, o núcleo do openmosix é o kernel, e isto é considerado por muitos uma grande vantagem. Mas podemos considerar isso uma faca de dois cumes, pois pode ser considerado uma grande desvantagem também. Infelizmente o projeto openmosix (além de um tanto estagnado) foca seu desenvolvimento em versões de kernel, não há um patch genérico que sirva para qualquer versão, aliás, todas sua versões estáveis ainda são para 2.4.X, e recentemente lançaram uma versão beta para o Então se você possuir algum hardware que é suportado apenas pelas versões mais recentes do kernel e não funciona com as versões as quais o openmosix trabalha você terá, ou melhor, não terá mais um nó. Como citamos no sub-item "Vantagens", a granularidade da estrutura esta relacionada ao nível dos processos. Sendo assim, se utilizarmos aplicativos "monolíticos"que não geram processos menores ou que geram vários processos rápidos (menos que 5 segundos) não haverá ganho algum de desempenho, pois estes não migrarão. Processos que lidam diretamente com dispositivos de I/O também não migrarão. O que torna o sistema um tanto instável no quisito de balanceamento de carga.

21 Capítulo 4 Metodologia 4.1 Sobre o Hardware Foram utilizados 3 (três) computadores na fase de experimentos. Um de cada categoria. Estes foram escolhidos devido sua similaridade para com as que existem no parque de máquinas do LabUFSC: Um workstation com Hard Disk (HD) o qual foi utilizado como servidor, uma maquina depreciada sem Hard Disk (Diskless) mas com uma quantidade considerável de memória a qual foi nomeada como Rich Client e uma máquina depreciada sem Hard Disk e com pouca memória que nomeamos de Thin Client. Segue abaixo suas respectivas fotos e especificações técnicas: Figura 4.1: Rich Client Figura 4.2: CluxtMaxter - Servidor do Cluster Servidor Processador - AMD Athlon(tm) XP (1.494 MHz)

22 13 Cache Size KB Memória MB Rede - SiS baseTx-FD Rich Client Processador - Petium II 350 MHz Cache Size - 512KB Memória MB Rede - 10/100Mbps Thin Client Processador - Pentium 133MHz Cache Size - 256KB Memória - 64MB Ram Rede - Realtek 10/100Mbps 4.2 Sobre a Rede Para a estrutura da rede, foi utilizado um Hub Ethernet da Encore de 10/100Mbps e cabos da Furokawa clipados de forma paralela. A decisão de utilizar um Hub 10/100Mbps (e não um Switch) foi decorrido pela necessidade de tornarmos o ambiente mais hostil. Seria irreal pensar que em um cluster teríamos uma Taxa de Transmissão alta para cada nó (node), por isto a rede de 10/100Mbps foi compartilhada entre 3 (três) computadores. Segue abaixo respectivamente suas fotos e suas especificações técnicas. 4.3 Sobre o Linux e o openmosix Primeiramente tentou-se fazer a unificação do projeto LTSP e do projeto ThinStation como um kernel com o patch do openmosix e suas devidas ferramentas para controle e monitoração

23 14 (User Space Tool) do mesmo. Nos demos conta então, depois de um certo tempo perdido, de que este passo que deveria ser inicial e teoricamente rápido tomaria muito tempo do projeto, tempo este que não tínhamos. Partiu-se então para uma solução um tanto mais prática e simples, utilizar uma distribuição de Linux que já utilizasse o openmosix em seu kernel padrão. Identificou-se então um leque considerável de distribuições Linux para utilizarmos em nosso trabalho. Entre elas o clusterknoppix, o Quantian e o BCCD, projetos os quais se destacavam entre os mesmos de sua categoria. O Quantian, como uma distribuição voltada para o meio Científico oferece uma gama gigantesca de softwares Físicos, Matemáticos, Astronômicos, Mecânicos, Contábeis e etc, e por este motivo é distribuído como uma imagem de DVD, ou seja, sua instalação era muito maior e mais pesada que as outras distribuições. O BCCD pareceu bem enxuto em termos de softwares, tão enxuto que não proporcionou os softwares necessários para posteriormente fazermos os testes. Já o clusterknoppix, além de ter uma certa maturidade (foi uma das primeiras distros que veio com o patch do openmosix) cedia todas as ferramentas necessárias tanto para os testes quanto para a monitoração dos mesmos, e por este motivo foi utilizado neste trabalho Configuração do openmosix Apesar da próprio distribuição oferecer uma configuração padrão do openmosix, uma série de otimizações foram feitas. Afinal de contas a configuração dos nós devem ser diferentes da do servidor. Para o servidor, a entrada de todo e qualquer processo imigrante foi bloqueada. Ele não aceitava processos vindo de outros nós. Tanto a migração de seus processos quanto a utilização do omfs foram habilitadas. O último (omfs) foi removido das novas versões do openmosix, mas sem ele o sistema não funcionou. Nos nós, a chegada de processos imigrante foi habilitada e a saida de processos locais/imigrante que poderiam migrar foi bloqueada, para evitar a sobrecarga da rede. Como não há possibilidade dos processos dos nós migrarem, não havia necessidade de habilitar o omfs neles, por este motivo o mesmo foi desabilitado nos nós. Nos Anexos constam as configurações utilizadas tanto no servidor quanto nos nós

24 Sobre as ferramentas de monitoração O openmosix possui uma série de ferramentas de monitoração própria. Dentre elas utilizamos o openmosixwebview, openmosixview, Migration Monitor, openmosixcollector e o open- Mosixprocs. Foi utilizado também o Zabbix, ferramenta a qual não esta atrelada ao projeto open- Mosix. O openmosixview e o Migration Monitor foram utilizados apenas durante a fase de testes, para monitorar a migração dos processos, pois não apresentavam muitos dados sobre o sistema, mas mesmo assim se mostraram muito úteis. As figuras 4.1 e 4.2 são screenshots dos mesmos. Figura 4.3: openmosixview

25 16 Figura 4.4: openmosix Migration Monitor As ferramentas mais utilizadas foram openmosixwebview que forneceu em forma de gráficos praticamente todos os dados condizentes ao cluster, o openmosixcollector que serve de backend para o openmosixwebview, o openmosixprocs que lista quais os processos que migraram e para onde foram (entre outros dados) e o Zabbix, o qual forneceu também em forma de gráficos um leque imenso de dados do sistema, tanto quando o mesmo estava utilizando o sistema openmosix, quanto sem o openmosix (ambiente o qual o openmosixwebview funcionou).

26 Sobre os Testes Para testarmos o desempenho da estrutura formulamos um protocolo a ser seguido durante os testes. Cada usuário que abrisse uma sessão no servidor executaria uma série de programas pré determinados e assim que estes tivesse carregado, os mesmo interagiriam com estes de acordo outro protocolo. Após 10 minutos a sessão seria encerrada. E os dados seriam recolhidos. Como em um sistema de terminais geralmente existem N-1 sessões abertas no servidor, sendo X o número de computadores na rede contando com o servidor, em nossos testes utilizamos duas sessões abertas. A conexão com a interface gráfica do servidor foi feito via NX. Sistema parecido com o VNC, mas com grande diferença na conexão feita entre o cliente e o servidor. Esta é feita via um túnel SSH, o mesmo compacta a imagem se ser exibida na tela e a envia de forma compactada e encriptada para o cliente. Além de fornecer segurança, ocupa uma banda irrisória, mas consome um certo processamento de ambas as partes, para compactar/descompactar e encriptar/decriptar. Voltando aos softwares. Como a idéia do trabalho era verificar a viabilidade da estrutura em um ambiente de escritório/laboratório, escolhemos uma série de aplicativos um tanto difundidos dentro do mundo OpenSource e que são usualmente encontrados e utilizados neste meio. Bom frisar que alguns foram escolhidos pela sua exigência de de hardware, tanto no quesito de memória quanto no de processador. Escolhemos então: Konqueror - Navegador de Internet. BrOffice - Editor de texto, planilhas, Apresentações e etc. Gimp - Editor de imagem. Gaim - Programa de mensagens. Assim que a sessão abrisse e os programas supracitados fossem devidamente executados e carregados, o usuário: Abriria uma sessão no Gaim e se conectaria a rede de mensagens instantâneas. Entraria no site com janela 01 do navegador. Entraria no site com janela 02 do navegador. Entraria no site webmail.inf.ufsc.br com janela 03 do navegador e logaria entraria em sua conta.

27 18 Carregaria um arquivo predeterminado com o BrOffice. Carregaria uma imagem pré determinada com o Gimp. Salvaria o arquivo do BrOffice. Salvaria a imagem do Gimp. Os sites utilizados nos testes foram escolhidos pela quantidade de seu conteúdo (e pela qualidade também), o que refletiria (em nossa concepção) na utilização da memória cache do navegador de Internet, ja que o mesmo utiliza a memória RAM do computador para armazenar o seu cache antes de passar para o disco rígido. Já o BrOffice e o Gimp representavam a abertura e o carregamento de arquivos em disco para a memória (além do processamento). Ambos os programas têm fama de sobrecarregar a maioria dos computadores, e nossa maior preocupação era ver como ele reagiria tendo seu processo em uma máquina e seus arquivos em outra. Um pouco antes do tempo dos testes expirarem e após as sessões serem fechadas, os seguintes dados e gráficos foram coletados das ferramentas de monitoração: Carga Total e Eficiência do Balanceamento de Carga. Carga e Memória do Nó 1 (Servidor). Carga e Memória do Nó 248 (Rich Client). Carga e Memória do Nó 247 (Thin Client). Carga do Sistema (a cada segundo). Carga do Sistema (a cada 5 segundos). Entrada da Rede do servidor. Lista de Processos Migrados. Memória Livre do Servidor. Memória Total Utilizada no Cluster. Numero de Operações de Escrita e Leitura. Número de Processos no Sistema.

28 19 Saída da Rede do Servidor Para poder ter uma base de comparação repetimos este teste de duas maneiras, com a utilização dos nós e sem a utilização do nós. Em um primeiro momento desabilitamos a migração de processos para o cluster, e em um segundo momento os habilitamos.

29 Capítulo 5 Resultados 5.1 Dados Obtidos Teste Sem openmosix Após a execução da bateria de testes, os dados recolhidos foram: Figura 5.1: Memória Livre do Servidor

30 Figura 5.2: Número de Processos no Sistema 21

31 Figura 5.3: Carga do Média do Sistema (a cada minuto) 22

32 Figura 5.4: Carga do Média do Sistema (a cada 5 minutos) 23

33 Figura 5.5: Numero de Operações de Escrita e Leitura 24

34 Teste com openmosix Após habilitar o openmosix e execução da bateria de testes, os dados recolhidos foram: Figura 5.6: Carga Total e Eficiência do Balanceamento de Carga

35 Figura 5.7: Carga e Memória do Nó 1 (Servidor) 26

36 Figura 5.8: Carga e Memória do Nó 248 (Rich Client) 27

37 Figura 5.9: Carga e Memória do Nó 247 (Thin Client) 28

38 Figura 5.10: Carga do Média do Sistema (a cada minuto) 29

39 Figura 5.11: Carga do Média do Sistema (a cada 5 minutos) 30

40 Figura 5.12: Lista de Processos Migrados 31

41 Figura 5.13: Memória Livre do Servidor 32

42 Figura 5.14: Memória Total Utilizada no Cluster 33

43 Figura 5.15: Número de Processos no Sistema 34

44 Figura 5.16: Número de Operações de Escrita e Leitura 35

45 Figura 5.17: Entrada de Rede 36

46 Figura 5.18: Saída de Rede 37

Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster

Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster Guilherme Arthur Geronimo February 27, 2007 Abstract Now days, with the improve of the communication networks, more we are using the remote access technology

Leia mais

Sistemas de Informação Processamento de Dados

Sistemas de Informação Processamento de Dados Sistemas de Informação Processamento de Dados Ferramentas e serviços de acesso remoto VNC Virtual Network Computing (ou somente VNC) é um protocolo desenhado para possibilitar interfaces gráficas remotas.

Leia mais

Resumo. Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução

Resumo. Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução Cluster Resumo Introdução Cluster Cluster Beowulf Curiosidades Conclução Introdução Sua empresa esta precisando fazer um grande processamento; As Nuvens existentes não são suficientes para sua empresa;

Leia mais

Cluster HPC High Performance Computing.

Cluster HPC High Performance Computing. Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá. doze, março de 2009. Cluster HPC High Performance Computing. Diogo Salles, Thiago Pirro, Camilo Bernardes, Paulo Roberto, Ricardo Godoi, Douglas, Fauzer. Sistemas

Leia mais

Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA

Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA Artigos Técnicos Thin Clients : aumentando o potencial dos sistemas SCADA Tarcísio Romero de Oliveira, Engenheiro de Vendas e Aplicações da Intellution/Aquarius Automação Industrial Ltda. Um diagnóstico

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Introdução. O que é Serviços de Terminal

Introdução. O que é Serviços de Terminal Introdução Microsoft Terminal Services e Citrix MetaFrame tornaram-se a indústria padrões para fornecer acesso de cliente thin para rede de área local (LAN), com base aplicações. Com o lançamento do MAS

Leia mais

TABELA 2.1 Requisitos do Windows Server 2012 Standard

TABELA 2.1 Requisitos do Windows Server 2012 Standard 2INSTALAÇÃO DE UM SERVIDOR 2012 Feita a apresentação das funcionalidades do Windows Server 2012, eis que chega a hora mais desejada: a da implementação do servidor. No entanto, não é de todo recomendável

Leia mais

Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores

Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores Virtualização - Montando uma rede virtual para testes e estudos de serviços e servidores Este artigo demonstra como configurar uma rede virtual para ser usada em testes e estudos. Será usado o VirtualBox

Leia mais

OBJETIVOS DA APRESENTAÇÃO

OBJETIVOS DA APRESENTAÇÃO Institucional OBJETIVOS DA APRESENTAÇÃO Apresentar as vantagens de se trabalhar com Thin Clients Apresentar como funciona a tecnologia Server Based Computing, Virtualização de Desktop e Aplicativos EVOLUÇÃO

Leia mais

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 2007 2012 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

Introdução à redes de computadores

Introdução à redes de computadores 1/8 Introdução à redes de computadores Faz todo o sentido ligar os computadores em rede. Você não precisa ter uma impressora, um HD de grande capacidade, um gravador de DVDs e conexão via ADSL para cada

Leia mais

FileMaker Pro 14. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14

FileMaker Pro 14. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14 FileMaker Pro 14 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14 2007-2015 FileMaker, Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

TUTORIAL VMWARE WORKSTATION 8. Aprenda a instalar e configurar corretamente uma máquina virtual utilizando VMware Workstation com este tutorial

TUTORIAL VMWARE WORKSTATION 8. Aprenda a instalar e configurar corretamente uma máquina virtual utilizando VMware Workstation com este tutorial TUTORIAL VMWARE WORKSTATION 8 Aprenda a instalar e configurar corretamente uma máquina virtual utilizando VMware Workstation com este tutorial INTRODUÇÃO O uso de máquinas virtuais pode ser adequado tanto

Leia mais

Virtualização. O conceito de VIRTUALIZAÇÃO

Virtualização. O conceito de VIRTUALIZAÇÃO Virtualização A virtualização está presente tanto no desktop de um entusiasta pelo assunto quanto no ambiente de TI de uma infinidade de empresas das mais variadas áreas. Não se trata de "moda" ou mero

Leia mais

FAT32 ou NTFS, qual o melhor?

FAT32 ou NTFS, qual o melhor? FAT32 ou NTFS, qual o melhor? Entenda quais as principais diferenças entre eles e qual a melhor escolha O que é um sistema de arquivos? O conceito mais importante sobre este assunto, sem sombra de dúvidas,

Leia mais

Prof. Victor Halla. Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS

Prof. Victor Halla. Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS Prof. Victor Halla Unidade IV FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Conteúdo Estudo de Casos; Linux e Windows; Características; VMware e Xen; Características; Ferramentas; Custo total de posse TCO = Total

Leia mais

Este tutorial está publicado originalmente em http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/?a=40917&z=327

Este tutorial está publicado originalmente em http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/?a=40917&z=327 Todos os meses mais de 5,1 milhões de internautas visitam o Fórum do BABOO. Lá todas as suas dúvidas e problemas de informática são solucionados gratuitamente pela nossa comunidade. Participe você também:

Leia mais

Linux Terminal Server - Vantagens e Limitações

Linux Terminal Server - Vantagens e Limitações Linux Terminal Server Vantagens e Limitações IV Encontro de Informática Inmetro & Rbmlq 19 a 21 de Outubro de 2004. Daniel Cordeiro de Morais Neto APRESENTAÇÃO Daniel Cordeiro de Morais Neto João Pessoa

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS II

GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS II GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS II Servidores Definição Servidores História Servidores Tipos Servidores Hardware Servidores Software Evolução do Windows Server Windows Server 2003 Introdução Windows Server

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Agenda Infraestrutura de TI Infraestrutura de TI: hardware Infraestrutura de TI: software Administração dos recursos

Leia mais

Prof. Ms. José Eduardo Santarem Segundo santarem@univem.edu.br. Demonstrar o impacto que o tema virtualização tem representado no mercado

Prof. Ms. José Eduardo Santarem Segundo santarem@univem.edu.br. Demonstrar o impacto que o tema virtualização tem representado no mercado Prof. Ms. José Eduardo Santarem Segundo santarem@univem.edu.br Demonstrar o impacto que o tema virtualização tem representado no mercado de TI. Apresentar alguns conceitos e técnicas sobre a tecnologia

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

ATIVIDADE 1. Redes Windows. 1.1 Histórico do SMB

ATIVIDADE 1. Redes Windows. 1.1 Histórico do SMB ATIVIDADE 1 Redes Windows Falar sobre Samba e redes mistas Windows / Linux, sem antes explicar o conceito básico de uma rede não parece correto e ao mesmo tempo, perder páginas e mais páginas explicando

Leia mais

Terminais LTSP com opensuse Um caso prático

Terminais LTSP com opensuse Um caso prático Terminais LTSP com opensuse Um caso prático Bruno Santos (feiticeir0@feiticeir0.no-ip.org) Caldas da Rainha, 1 de Setembro 2007 António Martins (digiplan.pt@gmail.com) Terminais LTSP com opensuse Agenda

Leia mais

TABELA 3.1 Requisitos do Windows Server 2008 Standard

TABELA 3.1 Requisitos do Windows Server 2008 Standard 3 3INSTALAÇÃO DE UM SERVIDOR 2008 Feita a apresentação das funcionalidades do Windows Server 2008, eis que chega a hora mais desejada: a da implementação do nosso servidor. No entanto não é de todo recomendável

Leia mais

Mais recursos para professores. Maior controle para TI.

Mais recursos para professores. Maior controle para TI. Acronus System Mais recursos para professores. Maior controle para TI. Características do produto Controle de hardware Permite desligar a internet, pen drive, teclado, mouse e monitor. Transferência de

Leia mais

Inicialização remota do Thinstation para ambiente Windows Terminal Service

Inicialização remota do Thinstation para ambiente Windows Terminal Service Inicialização remota do Thinstation para ambiente Windows Terminal Service Fábio Fernando Pereira Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba,

Leia mais

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO MANUAL DE CONFIGURAÇÃO CONTMATIC PHOENIX SUMÁRIO CAPÍTULO I APRESENTAÇÃO DO ACESSO REMOTO... 3 1.1 O que é o ACESSO REMOTO... 3 1.2 Como utilizar o ACESSO REMOTO... 3 1.3 Quais as vantagens em usar o PHOENIX

Leia mais

Virtualização de desktop da NComputing

Virtualização de desktop da NComputing Virtualização de desktop da NComputing Resumo Todos nos acostumamos ao modelo PC, que permite que cada usuário tenha a sua própria CPU, disco rígido e memória para executar seus aplicativos. Mas os computadores

Leia mais

A história dos sistemas operacionais

A história dos sistemas operacionais A história dos sistemas operacionais Atualmente, os sistemas operacionais (SO) estão cada vez mais fáceis de usar, possuindo interfaces muito simples e bonitas. Contudo, todas estas funcionalidades não

Leia mais

hvbacellar@gmail.com Palavras-chave Cluster; Beowulf; OpenMosix; MPI; PVM.

hvbacellar@gmail.com Palavras-chave Cluster; Beowulf; OpenMosix; MPI; PVM. Cluster: Computação de Alto Desempenho Hilário Viana Bacellar Instituto de Computação, Universidade Estadual de Campinas Av. Albert Einstein 1251, Cidade Universitária, CEP 13083-970 Campinas, SP, Brasil

Leia mais

INCLUD: TRABALHANDO A INCLUSÃO DIGITAL PARA ESCOLAS PÚBLICAS E COMUNIDADES CARENTES

INCLUD: TRABALHANDO A INCLUSÃO DIGITAL PARA ESCOLAS PÚBLICAS E COMUNIDADES CARENTES INCLUD: TRABALHANDO A INCLUSÃO DIGITAL PARA ESCOLAS PÚBLICAS E COMUNIDADES CARENTES Jefferson ARANHA (1);(2)Elionildo MENEZES;(3) Aécio PIRES;(4)Marcus PINHO;(5)Pedro PAIVA;. (1) Centro Federal de Educação

Leia mais

Fiery Network Controller para DocuColor 250/240 SERVER & CONTROLLER SOLUTIONS. Bem-vindo

Fiery Network Controller para DocuColor 250/240 SERVER & CONTROLLER SOLUTIONS. Bem-vindo Fiery Network Controller para DocuColor 250/240 SERVER & CONTROLLER SOLUTIONS Bem-vindo 2005 Electronics for Imaging, Inc. As informações nesta publicação estão cobertas pelos termos dos Avisos de caráter

Leia mais

Manual de Instalação do Linux Educacional 1.0

Manual de Instalação do Linux Educacional 1.0 2007 Manual de Instalação do Linux Educacional 1.0 Por: Rafael Nink de Carvalho Web site: 2 Manual de Instalação do Linux Educacional 1.0 Por: Rafael Nink de Carvalho Machadinho D Oeste RO Agosto 2007

Leia mais

Hardware e Software. Exemplos de software:

Hardware e Software. Exemplos de software: Hardware e Software O hardware é a parte física do computador, ou seja, é o conjunto de componentes eletrônicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam através de barramentos. Em complemento ao

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado

Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 CRIAÇÃO DA MÁQUINA VIRTUAL... 3 Mas o que é virtualização?... 3 Instalando o VirtualBox...

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Se ainda tiver dúvidas entre em contato com a equipe de atendimento: Por telefone: 0800 642 3090 Por e-mail atendimento@oisolucoespraempresas.com.br Introdução... 3 1. O que é o programa Oi Backup Empresarial?...

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores 3º Ano Sistemas de Informação 2008 Aula 05A: Hub/Switch/Gateway Servidores e Virtualização Prof. Msc. Ricardo Slavov ricardo.slavov@aes.edu.br Roteiro Pedagógico HUB Switch Bridge

Leia mais

Configurando o Sistema Operacional TC-OS

Configurando o Sistema Operacional TC-OS Configurando o Sistema Operacional TC-OS O TC-OS é o Sistema Operacional das soluções Thin Clients da ThinNetworks. Foi desenvolvido especialmente para servir a thin clients possibilitando-os se conectar

Leia mais

Licenciamento de estações de trabalho Windows para Ambientes VDI

Licenciamento de estações de trabalho Windows para Ambientes VDI Microsoft VDI e Windows VDA Perguntas Frequentes Licenciamento de estações de trabalho Windows para Ambientes VDI Como a Microsoft licencia o Windows das estações de trabalho em ambientes virtuais? A Microsoft

Leia mais

Sistema de Monitoramento Visual das Telas Gráficas das

Sistema de Monitoramento Visual das Telas Gráficas das 324 Sistema de Monitoramento Visual das Telas Gráficas das Estações Linux numa Rede LTSP Herlon Ayres Camargo 1, Joaquim Quinteiro Uchôa 2 1 Departamento de Desenvolvimento Educacional Escola Agrotécnica

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

01/04/2012. Voltar. Voltar

01/04/2012. Voltar. Voltar Introdução à Informática Capítulo 3 Sistemas Operacionais: Software em Segundo Plano Objetivos Descrever as funções de um sistema operacional. Explicar os fundamentos do sistema operacional de um computador.

Leia mais

Kernel Linux. Trabalho Realizador Por: Tiago Conceição Nº 11903. Representação artística do núcleo Linux

Kernel Linux. Trabalho Realizador Por: Tiago Conceição Nº 11903. Representação artística do núcleo Linux Kernel Linux Representação artística do núcleo Linux Trabalho Realizador Por: Tiago Conceição Nº 11903 Índice Introdução...2 O que é o Kernel...3 Como surgiu...4 Para que serve...5 Versões...6 Versões

Leia mais

FileMaker Pro 13. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 13

FileMaker Pro 13. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 13 FileMaker Pro 13 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 13 2007-2013 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

Supercomputadores dominavam o mercado

Supercomputadores dominavam o mercado Clusters e Grids Introdução Supercomputadores dominavam o mercado Alto custo Requerem mão de obra muito especializada Desenvolvimento de microprocessadores poderosos a um baixo custo Desenvolvimento de

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Evolução Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Introdução Componentes de um sistema computacional Conceituação Características desejáveis Organização

Leia mais

Prof. Arthur Salgado

Prof. Arthur Salgado Prof. Arthur Salgado O que é um sistema operacional? Conjunto de programas de sistemas situados entre os softwares aplicativos e o hardware Estabelece uma interface com o usuário Executa e oferece recursos

Leia mais

CPU Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Pedro Neto

CPU Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Pedro Neto Fundamentos de Arquitetura de Computadores Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Conteúdo 4. i. Introdução ii. O Trabalho de um Processador iii. Barramentos iv. Clock Interno e Externo v. Bits do Processador

Leia mais

Manual do Remote Desktop Connection. Brad Hards Urs Wolfer Tradução: Marcus Gama

Manual do Remote Desktop Connection. Brad Hards Urs Wolfer Tradução: Marcus Gama Manual do Remote Desktop Connection Brad Hards Urs Wolfer Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 O protocolo do Buffer de Quadro Remoto (Buffer de Quadro Remoto) 6 3 Usando o Remote Desktop

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Engenharia Ambiental Prof.: Maico Petry SISTEMAS OPERACIONAIS DISCIPLINA: Informática Aplicada DEFINIÇÃO É um programa de controle do computador. O

Leia mais

Profs. Deja e Andrei

Profs. Deja e Andrei Disciplina Sistemas Distribuídos e de Tempo Real Profs. Deja e Andrei Sistemas Distribuídos 1 Conceitos e Projetos de Sistemas Distribuídos Objetivos: Apresentar uma visão geral de processamento distribuído,

Leia mais

Universidade Agostinho Neto Faculdade de Ciências Departamento de Ciências da Computação

Universidade Agostinho Neto Faculdade de Ciências Departamento de Ciências da Computação Universidade Agostinho Neto Faculdade de Ciências Departamento de Ciências da Computação Nº 96080 - Adário de Assunção Fonseca Muatelembe Nº 96118 - Castelo Pedro dos Santos Nº 96170 - Feliciano José Pascoal

Leia mais

Prof. Esp. Lucas Cruz

Prof. Esp. Lucas Cruz Prof. Esp. Lucas Cruz O hardware é qualquer tipo de equipamento eletrônico utilizado para processar dados e informações e tem como função principal receber dados de entrada, processar dados de um usuário

Leia mais

Processamento Distribuído em Cluster do Tipo Beowulf

Processamento Distribuído em Cluster do Tipo Beowulf UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JULIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE TECNOLOGIA DA BAIXADA SANTISTA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA GESTÃO DE NEGÓCIOS Processamento Distribuído em Cluster do Tipo Beowulf ALEXANDRE

Leia mais

Para continuar, baixe o linux-vm aqui: http://www.gdhpress.com.br/downloads/linux-vm.zip

Para continuar, baixe o linux-vm aqui: http://www.gdhpress.com.br/downloads/linux-vm.zip Se, assim como a maioria, você possui um único PC ou notebook, uma opção para testar as distribuições Linux sem precisar mexer no particionamento do HD e instalar o sistema em dualboot, é simplesmente

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES TEXTOS DE REFORÇO Michel da Rocha Fragoso 2010 2 Saudações Olá, meus caros alunos. Esta é uma série de textos de reforço de minha autoria sobre o nosso próximo módulo a ser estudado

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Tipos de Sistemas Operacionais Com o avanço dos computadores foram surgindo alguns tipos de sistemas operacionais que contribuíram para o desenvolvimento do software. Os tipos de

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters

Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters Trabalho elaborado por: 980368 - Sérgio Gonçalves Lima 1010949 - Nisha Sudhirkumar Chaganlal Clusters O que é

Leia mais

EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS

EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS EAGLE TECNOLOGIA E DESIGN CRIAÇÃO DE SERVIDOR CLONE APCEF/RS Relatório Nº 03/2013 Porto Alegre, 22 de Agosto de 2013. ANÁLISE DE SOLUÇÕES: # RAID 1: O que é: RAID-1 é o nível de RAID que implementa o espelhamento

Leia mais

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Windows 2003 Server Introdução Nessa Aula: É apresentada uma visão rápida e geral do Windows Server 2003. O Foco a partir da próxima aula, será no serviço de Diretórios

Leia mais

Laboratório I 2012. Prof. Hélder Sato MSc. 2/14/12 Laboratório I 1

Laboratório I 2012. Prof. Hélder Sato MSc. 2/14/12 Laboratório I 1 Laboratório I 2012 Prof. Hélder Sato MSc 2/14/12 Laboratório I 1 Apresentação Prof Hélder Sato MSc Bacharel Informática Universidade Positivo Especialista em Redes PUC-PR Mestrado em Informática Aplicada

Leia mais

O que temos pra hoje?

O que temos pra hoje? O que temos pra hoje? Temas de Hoje: Firewall Conceito Firewall de Software Firewall de Softwares Pagos Firewall de Softwares Grátis Firewall de Hardware Sistemas para Appliances Grátis UTM: Conceito Mão

Leia mais

Informática I. Aula 19. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1

Informática I. Aula 19. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1 Informática I Aula 19 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE III: Infraestrutura de Tecnologia da Informação Atualmente, a infraestrutura de TI é composta por cinco elementos principais: hardware, software,

Leia mais

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 Pela grande necessidade de controlar a internet de diversos clientes, a NSC Soluções em Informática desenvolveu um novo produto capaz de gerenciar todos os recursos

Leia mais

Informática. Tipos de Computadores CONHECENDO O COMPUTADOR E SEUS PERIFÉRICOS

Informática. Tipos de Computadores CONHECENDO O COMPUTADOR E SEUS PERIFÉRICOS CONHECENDO O COMPUTADOR E SEUS PERIFÉRICOS A Informática não é um bicho de sete cabeças. Ou é até que conheçamos e desvendemos este bicho. Tudo o que é desconhecido para nós sempre nos parece algo difícil

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com O que veremos hoje... Evolução Histórica Motivação Conceitos Características

Leia mais

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Texto Técnico 005/2013 TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Parte 05 0 Vamos finalizar o tema Trabalho com Grandes Montagens apresentando os melhores recursos e configurações de hardware para otimizar a abertura

Leia mais

O arquivo ISO gerado contém os componentes mínimos necessários do Windows XP, algumas ferramentas de reparo e fica em torno de 150 megabytes (MB).

O arquivo ISO gerado contém os componentes mínimos necessários do Windows XP, algumas ferramentas de reparo e fica em torno de 150 megabytes (MB). Instalar o sistema operacional em um pendrive e a partir dele iniciar seu computador é um recurso muito útil, principalmente para administradores de rede que, vez ou outra, precisam fazer um backup de

Leia mais

Agenda. Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão

Agenda. Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão Máquinas Virtuais Agenda Histórico Máquinas virtuais X Emuladores Vantagens & Desvantagens Vmware Quemu Xen UML Comparação entre VM's Conclusão Histórico Mainframe É um computador de grande porte, dedicado

Leia mais

Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB

Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB Benefícios do Windows Server 2008 R2 Hyper-V para SMB Sumário Introdução... 3 Windows Server 2008 R2 Hyper-V... 3 Live Migration... 3 Volumes compartilhados do Cluster... 3 Modo de Compatibilidade de Processador...

Leia mais

SETIS- III Seminário de Tecnologia Inovação e Sustentabilidade 4 e 5 de novembro de 2014.

SETIS- III Seminário de Tecnologia Inovação e Sustentabilidade 4 e 5 de novembro de 2014. Sistema de Monitoramento Zabbix Eduardo Jonck jonck.info@gmail.com Jeferson Catarina catarinajeferson@gmail.com Resumo: O Sistema Zabbix é um código aberto free lançado em 2001. Em 2005 foi fundada a Empresa

Leia mais

Sistemas Operacionais. (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto

Sistemas Operacionais. (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Sistemas Operacionais (Capítulo 3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Classificações 3. CPU 4. Memória 5. Utilitários O que se

Leia mais

PACOTE - INSTITUIÇÕES DE ENSINO - EMPRESAS

PACOTE - INSTITUIÇÕES DE ENSINO - EMPRESAS PACOTE - INSTITUIÇÕES DE ENSINO - EMPRESAS Volume 1 ACRONUS TECNOLOGIA EM SOFTWARE GUIA DE UTILIZAÇÃO DO ACRONUS RESTAURADOR PLUS Manual do usuário 1.60 P A C O T E I N S T I T U I Ç Õ E S D E E N S I

Leia mais

Sistemas de Lotes (2) Sistemas de Lotes (3) Layout da MP em Sistemas de Lotes. Minimizar o tempo de resposta

Sistemas de Lotes (2) Sistemas de Lotes (3) Layout da MP em Sistemas de Lotes. Minimizar o tempo de resposta 1 Mono e multiprogramação Introdução Classificação (Aula 2) Recap Sistemas Máquina Profa. Patrícia Gerenciador D. CostaLPRM/DI/UFES Provê Fornece Compartilhamento programador máquina justa recursos Operacionais

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Ciência da Computação 5ª série Sistemas Operacionais A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Classificação dos Sistemas Operacionais Classificação Os sistemas operacionais podem ser classificados segundo diversos parâmetros e perspectivas.

Leia mais

Informática Instrumental

Informática Instrumental 1º PERÍODO.: GRADUAÇÃO EM REDES DE COMPUTADORES :. Madson Santos madsonsantos@gmail.com 2 Unidade I Unidade I Software 3 Software o é uma sentença escrita em uma linguagem de computador, para a qual existe

Leia mais

Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos

Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos Partição Parte de um disco físico que funciona como se fosse um disco fisicamente separado. Depois de criar uma partição, você deve formatá-la e atribuir-lhe uma letra de unidade antes de armazenar dados

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK)

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) 1. VPN Segundo TANENBAUM (2003), VPNs (Virtual Private Networks) são redes sobrepostas às redes públicas, mas com

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g

COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g Daniel Murara Barcia Especialista em Sistemas de Informação Universidade Federal do Rio Grande do Sul daniel@guaiba.ulbra.tche.br Resumo. Esse artigo aborda

Leia mais

Foz do Iguaçu PR Brasil luiz.baltazar@gmail.com, joao@barbosa.net.br, jorgeaikes@gmail.com

Foz do Iguaçu PR Brasil luiz.baltazar@gmail.com, joao@barbosa.net.br, jorgeaikes@gmail.com Análise de Desempenho e Viabilidade do Raspberry Pi como um Thin Client utilizando o Protocolo SPICE Luiz Alberto Alves Baltazar 1, João Paulo de Lima Barbosa 1, Jorge Aikes Junior 1 1 Curso de Ciência

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

CONCEITOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS

CONCEITOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS 1 - Objetivos Existe uma grande distância entre os circuitos eletrônicos e dispositivos de hardware e os programas aplicativos em software. Os circuitos são complexos, acessados através de interfaces de

Leia mais

Fesp - Tópicos Avançados II - Switching

Fesp - Tópicos Avançados II - Switching SWITCHING Quando o ethernet foi originalmente desenhado, os computadores eram lentos e as redes eram pequenas. Portanto, uma rede rodando a 10 mbps era mais que suficiente para qualquer aplicação. Atualmente,

Leia mais

KeeP Desenvolvimento e Tecnologia

KeeP Desenvolvimento e Tecnologia KeeP Desenvolvimento e Tecnologia Transformar Necessidade em Realidade! KeeP Integrando Soluções: Conectando pessoas, processos e dados. KeeP-Backup Nós da KeeP desenvolvemos uma solução de backup/clonagem

Leia mais

Introdução. Nível do Sistema Operacional. Introdução. Um Sistema Operacional... Introdução a Sistemas Operacionais

Introdução. Nível do Sistema Operacional. Introdução. Um Sistema Operacional... Introdução a Sistemas Operacionais Introdução Nível do Sistema Operacional (Aula 14) Introdução a Sistemas Operacionais Hardware Provê os recursos básicos de computação (CPU, memória, E/S,etc.) Programas (aplicações) Definem as maneiras

Leia mais

Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP

Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP Arcserve Backup: Como proteger ambientes NAS heterogêneos com NDMP Phil Maynard UNIDADE DE SOLUÇÕES DE GERENCIAMENTO DE DADOS PARA O CLIENTE FEVEREIRO DE 2012 Introdução Em todos os lugares, o volume de

Leia mais

Pós-Graduação em Educação: Novos Paradigmas GUIA DO ALUNO

Pós-Graduação em Educação: Novos Paradigmas GUIA DO ALUNO GUIA DO ALUNO Prezado(a) Aluno(a), O Guia do Aluno é um instrumento normativo que descreve os padrões de qualidade dos processos acadêmicos e administrativos necessários ao desenvolvimento dos cursos de

Leia mais

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é VOIP Se você nunca ouviu falar do VoIP, prepare-se para mudar sua maneira de pensar sobre ligações de longa distância. VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é um método para pegar sinais de áudio analógico,

Leia mais

Instalação e Configuração de servidor LTSP5

Instalação e Configuração de servidor LTSP5 Instalação e Configuração de servidor LTSP5 Luiz Eduardo Guaraldo guaraldo@universolivre.com.br Índice O que é LTSP? NBD ou NFS? Sistema base TFTPD LTSP Stand Alone Server DHCPD BIND NBD NFS LDM??? XDMCP

Leia mais

Inclusão Digital com Software Livre p. 1/25

Inclusão Digital com Software Livre p. 1/25 Introdução Hoje em dia os computadores tem muito poder de processamento, porém os aplicativos não utilizam este processamento de forma contínua e sim em picos de carga. Isto é verdade para a maioria das

Leia mais

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 4 - CLUSTER DE COMPUTADORES 1. INTRODUÇÃO Grande parte do tempo, os computadores que utilizamos encontram-se ociosos, ou seja, sem nada para processar. Isso se deve, em grande parte, pelas aplicações

Leia mais

Positivo Network Manager 4

Positivo Network Manager 4 Positivo Network Manager 4 O gerenciamento eficiente de informações e de tecnologia da informação (TI) é um fator reconhecidamente crítico na maioria das organizações. As informações e as tecnologias que

Leia mais

Confrontada com o gabarito oficial e comentada. 75. A denominada licença GPL (já traduzida pra o português: Licença Pública Geral)

Confrontada com o gabarito oficial e comentada. 75. A denominada licença GPL (já traduzida pra o português: Licença Pública Geral) Prova Preambular Delegado São Paulo 2011 Módulo VI - Informática Confrontada com o gabarito oficial e comentada 75. A denominada licença GPL (já traduzida pra o português: Licença Pública Geral) a) Garante

Leia mais

HARDWARE e SOFTWARE. por: André Aparecido da Silva. Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec

HARDWARE e SOFTWARE. por: André Aparecido da Silva. Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec HARDWARE e SOFTWARE por: André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec No âmbito eletrônico o termo hardware é bastante utilizado, principalmente na área de computação, e

Leia mais

Executando o Modo Windows XP com Windows Virtual PC

Executando o Modo Windows XP com Windows Virtual PC Executando o Modo Windows XP com Windows Virtual PC Um guia para pequenas empresas Conteúdo Seção 1: Introdução ao Modo Windows XP para Windows 7 2 Seção 2: Introdução ao Modo Windows XP 4 Seção 3: Usando

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais