Biblioteconomia de Livros Raros. e gestão de acervos bibliográficos especiais

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Biblioteconomia de Livros Raros. e gestão de acervos bibliográficos especiais"

Transcrição

1 Biblioteconomia de Livros Raros e gestão de acervos bibliográficos especiais Ana Virginia Pinheiro outubro 2014

2 O que é Biblioteconomia de Livros Raros?

3 O que é gestão de acervos bibliográficos especiais?

4 Qual a formação necessária...

5 ...para um gestor de acervos bibliográficos especiais?

6 Há quem situe as origens da Biblioteconomia de Livros Raros nos Estados Unidos, baseando-se na ideia de que sua sistematização começou com os bibliotecários estadunidenses, na segunda metade do século XIX.

7 A multiplicidade de abordagens possíveis, permite a eleição, por exemplo, de um bibliotecário, de nacionalidade desconhecida, mas que trabalhou e publicou na França: Leopold Auguste Constantin Hesse ( )

8 Em suas Instructions sur l arrangement, la conservation et l administration des bibliothèques (Paris, 1839, p. 22, grifos nossos), definiu como atribuição de todo bibliotecário: O estudo da história literária e do conhecimento dos livros...

9 concernentes ao seu mérito, sua raridade, incluindo os diversos aspectos de sua materialidade ;

10 e complementava afirmando que seria tão importante quanto, conquanto esteja em primeiro lugar e seja contínuo, o aprendizado constante advindo da experiência diária

11 Mas, quais os conhecimentos que fundamentam a gestão de acervos bibliográficos especiais, no âmbito da Biblioteconomia de Livros Raros?

12 A Biblioteconomia de Livros Raros envolve um conjunto de procedimentos biblioteconômicos, concernentes ao livro considerado raro, antigo e precioso.

13 Constantin Hesse, em seu Bibliothéconomie, ou Nouveau manuel complet pour l'arrangement, la conservation et l'administration des bibliothéques. Paris, 1841 (a primeira edição é de 1808), empregou o termo [Biblioteconomia] para referir-se às técnicas de organização das bibliotecas, em seu mais amplo sentido, estabelecendo distinção entre Bibliografia literária, assumida pelos doutos e literários, e Bibliografia material, dos livreiros e bibliófilos.

14 Para ele, esses conhecimentos deveriam ser dominados pelo bibliotecário, delineando as primeiras abordagens de gestão de acervos, a partir de do sentido de organização, e dividindo o assunto em três partes que, atualmente, permitem a ampliação de abordagens:

15 as coleções (que compõem o acervo), os usuários (todas as pessoas envolvidas com o acervo) e a biblioteca (o espaço, propriamente dito)

16 Hoje, não é possível considerar essa abordagem, se não alicerçá-la na transdisciplinaridade.

17 No âmbito da Biblioteconomia de Livros Raros, a transdisciplinaridade resulta do intercâmbio de domínios teóricos e da experiência dos diversos profissionais envolvidos,

18 pautados nos limites éticos.

19 Por exemplo, NÃO é possível pensar a Biblioteconomia de Livros Raros e a gestão de acervos bibliográficos especiais, sem considerar políticas de preservação.

20 Uma proposta de abordagem: Gestão e Políticas de Preservação de Acervos Bibliográficos Raros e Especiais Espaço (cenário) Acervo (objeto) Pessoas (atores) In situ Entorno Material (itens) Imaterial (informação) Quem? Por quê? Para quê? Como? Quando? Onde? Trata do espaço físico da biblioteca, propriamente dito instalações, medidas (corredores, rampas, penetrais), padrões, normas, arquitetura, mobiliário (estantes, cofres, arcazes, armários), sinalização etc. Trata do espaço que circunda a biblioteca e de elementos próximos mar, rio, floresta, ruas de trânsito intenso, falhas geológicas, violência, risco de sinistros etc. Trata das tipologias documentais com qualidade arquivística livros, periódicos, fotografias, manuscritos, documentos eletrônicos, registros digitais gravuras, mapas etc. Trata da natureza da informação e das condições de preservação (acesso e reprodução: fotocópia, microfilmagem, digitalização, fotografia) direitos de autor, direito à informação etc. Trata das pessoas físicas e jurídicas envolvidas em todas as ações e processos, incluindo relações hierárquicas, responsabilidad e patrimonial e poder. Trata da raison d être, a missão institucional e estatutária (da biblioteca): acesso e disseminação, à luz dos direitos previstos na Constituição Federal e nas cartas de direito internacional. Trata do efeito multiplicador, das conseqüências sociais e dos custos, ganhos, perdas e riscos de ações de Preservação. Trata de documentos legais e administrativos, planos, programas e projetos, nacionais e internacionais, que alicerçam o acesso, trânsito, uso, reprodução, manuseio, restauração, higienização, encadernação etc. e suas recomendações. Trata das condições e restrições impostas às pessoas, no âmbito do acervo e do espaço, por medida de segurança ou da condição de reserva técnica horários, datas, etc. Trata de circunstância s ordinárias e extraordinári as envolvendo pessoas, local e acervo no local e à distância.

21 Alguns princípios essenciais:

22 Princípios: Princípio da morte digna

23 Princípio da Parcimônia

24 Princípio do custo x benefício

25 Princípio da Restauração, como mal necessário

26 Princípio do Bom senso

27 Princípio de Mateus Pois a quem tem, mais se lhe dará e terá em abundância, mas ao que quase não tem, até o que tem lhe será tirado (Mat. 13:12 Parábola do semeador; Mat. 25:29 Parábola dos talentos).

28 Princípio da Biblioteca como um bem finito

29 Algumas condições Gerais Capacitação de pessoal; Prática da Biblioteconomia de Livros Raros Políticas de preservação (guarda e difusão) Normas para trânsito (para o lugar, as pessoas e o acervo);

30

A História do Livro das Bibliotecas como fundamento da curadoria de acervos bibliográficos de memória

A História do Livro das Bibliotecas como fundamento da curadoria de acervos bibliográficos de memória FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL PLANO NACIONAL DE RECUPERAÇÃO DE OBRAS RARAS (PLANOR) Curso: História do Livro das Bibliotecas: fundamentos da Biblioteconomia de Livros Raros A História do Livro das Bibliotecas

Leia mais

Obras raras: definição de critérios de raridade para o Acervo de Escritores Mineiros da UFMG

Obras raras: definição de critérios de raridade para o Acervo de Escritores Mineiros da UFMG Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Obras raras: definição de critérios de raridade para o Acervo de Escritores Mineiros da UFMG Nina C. Mendonça Campos de Miranda (UFMG) - ninacm40@yahoo.com.br Flávia Silvestre

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR. CURSO: Bacharelado em Biblioteconomia - Manhã e Noite VALIDADE: a partir do 2º semestre de 2010 CARGA HORÁRIA

MATRIZ CURRICULAR. CURSO: Bacharelado em Biblioteconomia - Manhã e Noite VALIDADE: a partir do 2º semestre de 2010 CARGA HORÁRIA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS (CCH) ESCOLA DE BIBLIOTECONÔMIA Curso de Bacharelado MATRIZ CURRICULAR APÊNDICE A CURSO: Bacharelado em Biblioteconomia - Manhã e Noite VALIDADE: a partir do 2º semestre

Leia mais

Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da Informação

Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da Informação Instituto de Ciência da Informação Biblioteconomia e Documentação Disciplinas Obrigatórias CÓDIGO ICI 014 TÌTULO Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da Informação Ementa: Biblioteconomia, Documentação

Leia mais

Criando pontes entre passado, presente e futuro: o acervo básico-histórico da primeira Escola de Biblioteconomia do Brasil

Criando pontes entre passado, presente e futuro: o acervo básico-histórico da primeira Escola de Biblioteconomia do Brasil Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Criando pontes entre passado, presente e futuro: o acervo básico-histórico da primeira Escola de Biblioteconomia do Brasil Isabel Ariño Grau (UNIRIO) - bibdocla@gmail.com

Leia mais

PROFESSORES-ORIENTADORES

PROFESSORES-ORIENTADORES ICI 222 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE (Arquivologia) Aida Varela Varela Redes e Educação a distância Teorias cognitivas e sua aplicabilidade na CI, em Biblioteconomia e Arquivologia Teorias de aprendizagem

Leia mais

EMENTAS BIBLIOTECONOMIA INGRESSANTES 2016/1 E 2016/2

EMENTAS BIBLIOTECONOMIA INGRESSANTES 2016/1 E 2016/2 EMENTAS BIBLIOTECONOMIA INGRESSANTES 2016/1 E 2016/2 EMENTAS COMUNS ÀS MATRIZES LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS Produção de textos (orais e escritos), leitura e análise linguística de textos em diferentes

Leia mais

ANEXO I. DISCIPLINAS A SEREM OFERECIDAS PELO BiBEaD:

ANEXO I. DISCIPLINAS A SEREM OFERECIDAS PELO BiBEaD: ANEXO I DISCIPLINAS A SEREM OFERECIDAS PELO BiBEaD: DISCIPLINAS Ambientes, Serviços e Sistemas Informacionais Análise de Imagens (30h) Análise da Informação (30h) Bases Teóricas da Administração de Ambientes

Leia mais

SUGESTÕES DE TEMAS PARA ORIENTAÇÃO DE TCC ANO: 2017

SUGESTÕES DE TEMAS PARA ORIENTAÇÃO DE TCC ANO: 2017 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E DA INFORMAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA SUGESTÕES DE TEMAS PARA ORIENTAÇÃO DE TCC ANO: 2017 Professores orientadores: Angélica Conceição

Leia mais

FBN/SEBP-MT - CADASTRO DE BIBLIOTECA DE PUBLICAS

FBN/SEBP-MT - CADASTRO DE BIBLIOTECA DE PUBLICAS FBN/SEBP-MT - CADASTRO DE BIBLIOTECA DE PUBLICAS DADOS GERAIS Pessoa Jurídica Pessoa Física Inscrição Estadual Nome da Biblioteca: Nome Fantasia Natureza Jurídica Telefone Geral E-mail Geral Site Logim

Leia mais

Sistema de Sinalização da Biblioteca do Superior Tribunal de Justiça: visibilidade e funcionalidade no acesso à informação

Sistema de Sinalização da Biblioteca do Superior Tribunal de Justiça: visibilidade e funcionalidade no acesso à informação Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Sistema de Sinalização da Biblioteca do Superior Tribunal de Justiça: visibilidade e funcionalidade no acesso à informação Najla Bastos de Melo (STJ) - najlamelo@gmail.com

Leia mais

A Coleção Jurídica Caio Mário: recepção, tratamento e restauração das obras pela Biblioteca do Superior Tribunal de Justiça

A Coleção Jurídica Caio Mário: recepção, tratamento e restauração das obras pela Biblioteca do Superior Tribunal de Justiça Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) A Coleção Jurídica Caio Mário: recepção, tratamento e restauração das obras pela Biblioteca do Superior Tribunal de Justiça Najla Bastos de Melo (STJ) - najlamelo@gmail.com

Leia mais

GESTÃO DE COLEÇÕES ESPECIAIS E LIVROS RAROS NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE ENGENHARIA SOCIAL

GESTÃO DE COLEÇÕES ESPECIAIS E LIVROS RAROS NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE ENGENHARIA SOCIAL Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) GESTÃO DE COLEÇÕES ESPECIAIS E LIVROS RAROS NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE ENGENHARIA SOCIAL Bruno Pacheco Coelho Leite (UFES) - brunopcleite@gmail.com Resumo: Este trabalho

Leia mais

II ENCONTRO SOBRE ARQUIVOS DE GOIÁS. Preservação e difusão dos documentos arquivísticos digitais

II ENCONTRO SOBRE ARQUIVOS DE GOIÁS. Preservação e difusão dos documentos arquivísticos digitais II ENCONTRO SOBRE ARQUIVOS DE GOIÁS Preservação e difusão dos documentos arquivísticos digitais Promoção e Realização: Associação de Arquivologia do Estado de Goiás - AAG Centro de Informação, Documentação

Leia mais

A Gestão da Coleção Rachel de Queiroz: um Relato de Experiência

A Gestão da Coleção Rachel de Queiroz: um Relato de Experiência Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) A Gestão da Coleção Rachel de Queiroz: um Relato de Experiência Gabriela Alves Gomes (UNIFOR) - gabriela@unifor.br Mírian Cristina de Lima (UNIFOR) - mirian@unifor.br Resumo:

Leia mais

COLEGIADO DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA EMENTAS VERSÃO CURRICULAR N-20151

COLEGIADO DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA EMENTAS VERSÃO CURRICULAR N-20151 COLEGIADO DO CURSO DE ARQUIVOLOGIA EMENTAS VERSÃO CURRICULAR N-20151 1º PERÍODO ECI240 - Introdução à Arquivologia História dos arquivos e da arquivologia e a evolução do pensamento arquivístico na cultura

Leia mais

Arquivologia. O Documento de Arquivo

Arquivologia. O Documento de Arquivo Arquivologia O Documento de Arquivo O Documento de Arquivo Arquivo é o conjunto de documentos oficialmente produzidos e recebidos por um governo, organização ou firma, no decorrer de suas atividades, arquivados

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA COORDENADORIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COAI COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PARTE I O DOCENTE AVALIA AS AÇÕES DO CURSO Prezado(a)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ICHCA/ CURSO DE BIBLIOTECONOMIA INFORMÁTICA APLICADA À BIBLIOTECONOMIA I

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ICHCA/ CURSO DE BIBLIOTECONOMIA INFORMÁTICA APLICADA À BIBLIOTECONOMIA I UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS ICHCA/ CURSO DE BIBLIOTECONOMIA INFORMÁTICA APLICADA À BIBLIOTECONOMIA I Professor:Ronaldo Ferreira de Araujo ronaldfa@gmail.com Aula 12/03 O QUE É INFORMÁTICA? O QUE É

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA COORDENADORIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COAI COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PARTE I O DISCENTE AVALIA AS AÇÕES DO CURSO Prezado(a)

Leia mais

Coleções especiais e acervos de memória: conceitos e reflexões. Prof. Fabiano Cataldo de Azevedo (UNIRIO)

Coleções especiais e acervos de memória: conceitos e reflexões. Prof. Fabiano Cataldo de Azevedo (UNIRIO) Coleções especiais e acervos de memória: Prof. Fabiano Cataldo de Azevedo (UNIRIO) O que nos inquieta? All Books are Equal, but Some Books... BOS, Jan. All Books are Equal, but some books... : towards

Leia mais

1. Equipamento Cultural. 1.1 Sala de Cinema

1. Equipamento Cultural. 1.1 Sala de Cinema 1. Equipamento Cultural 1.1 Sala de Cinema 1.1.1 Cine itinerante 1.1.2 Cineclube 1.1.3 Cinema de rua 1.1.4 Drive-in 1.1.5 Espaço Cultural de Projeção de Filmes e Vídeos 1.1.6 Sala de cinema comunitário

Leia mais

Esses princípios norteiam a elaboração de uma política institucional de preservação e gestão de seus acervos científicos e culturais.

Esses princípios norteiam a elaboração de uma política institucional de preservação e gestão de seus acervos científicos e culturais. O Preservo tem como princípios a conservação integrada; a conservação preventiva; o desenvolvimento e o emprego de estratégias sustentáveis, e a articulação entre a preservação patrimonial e as tecnologias

Leia mais

REGIMENTO DO MUSEU DE ARTE MURILO MENDES. TÍTULO I Da Natureza e da Missão Institucional

REGIMENTO DO MUSEU DE ARTE MURILO MENDES. TÍTULO I Da Natureza e da Missão Institucional REGIMENTO DO MUSEU DE ARTE MURILO MENDES TÍTULO I Da Natureza e da Missão Institucional Art.1º. O Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM) é órgão suplementar vinculado à Reitoria da Universidade Federal de

Leia mais

3º INTEGRAR - Congresso Internacional de Arquivos, Bibliotecas, Centros de Documentação e Museus PRESERVAR PARA AS FUTURAS GERAÇÕES

3º INTEGRAR - Congresso Internacional de Arquivos, Bibliotecas, Centros de Documentação e Museus PRESERVAR PARA AS FUTURAS GERAÇÕES Projeto apoio a biblioteca FESP-SP : preservação e integração entre equipes, acervo e disciplina Fernanda Kelly Silva de Brito Rosa Maria Beretta Eixo Temático: Preservação da Memória Institucional. Palavras-chave:

Leia mais

CICLO DE OFICINAS. Arquivologia FURG

CICLO DE OFICINAS. Arquivologia FURG 2017 CICLO DE OFICINAS FURG 01 Manuseio e acondicionamento de documentos em arquivos permanentes Profª. Luciana Souza de Brito Programa: Possibilitar o intercâmbio de informações no que concerne ao desenvolvimento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR Documentação: Objetivo: Titulação: Diplomado em: Curso reconhecido pela Portaria nº 404, de 22 de julho de 2014, publicada no DOU em 24/07/2014. Propiciar a formação profissional do Arquivista capacitando-o

Leia mais

CARTA DO RIO DE JANEIRO SOBRE O PATRIMÔNIO CULTURAL DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA 1

CARTA DO RIO DE JANEIRO SOBRE O PATRIMÔNIO CULTURAL DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA 1 CARTA DO RIO DE JANEIRO SOBRE O PATRIMÔNIO CULTURAL DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA 1 1. CONSIDERANDO que a ciência exerce grande influência no desenvolvimento da sociedade, possibilitando transformações no nosso

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Arquivo Cândido de Mello Neto. Museu Campos Gerais. Cartões Postais.

PALAVRAS-CHAVE Arquivo Cândido de Mello Neto. Museu Campos Gerais. Cartões Postais. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO (X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

ÍNDICE INTRODUÇÃO Definição da Biblioteca da Escola ETG Missão da Biblioteca Escolar da ETG... 3

ÍNDICE INTRODUÇÃO Definição da Biblioteca da Escola ETG Missão da Biblioteca Escolar da ETG... 3 2015 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 1. Definição da Biblioteca da Escola ETG... 3 2. Missão da Biblioteca Escolar da ETG.... 3 3. Responsabilidade da Biblioteca.... 3 I Condições de Acesso... 3 II Direitos dos

Leia mais

II Workshop de Gestão de Documentos da Fundação Universidade de Brasília

II Workshop de Gestão de Documentos da Fundação Universidade de Brasília II Workshop de Gestão de Documentos da Fundação Universidade de Brasília Tema Acesso à informação e preservação do patrimônio documental arquivístico: desafios das Instituições Federais de Ensino Superior

Leia mais

EMENTAS CURSO DE BIBLIOTECONOMIA VERSÃO 2009/1 1º PERÍODO

EMENTAS CURSO DE BIBLIOTECONOMIA VERSÃO 2009/1 1º PERÍODO ATIVIDADE ACADÊMICA: Administração TGA EMENTAS CURSO DE BIBLIOTECONOMIA VERSÃO 2009/1 1º PERÍODO CÓDIGO: CAD-103 Princípios de administração. Funções administrativas. Evolução da teoria das organizações.

Leia mais

Biblioteca Digital de Meio Ambiente

Biblioteca Digital de Meio Ambiente COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÃO AMBIENTAL: QUESTÕES SOBRE DADOS AMBIENTAIS ABERTOS NA AMÉRICA LATINA 23 e 24 de agosto de 2012 Universidade Federal de Rio Grande do Sul (UFRGS) Porto Alegre, Brasil IBAMA

Leia mais

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA CAPÍTULO I. Das Finalidades e Objetivos

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA CAPÍTULO I. Das Finalidades e Objetivos REGULAMENTO DA BIBLIOTECA CAPÍTULO I Das Finalidades e Objetivos Art, 1º A Biblioteca da FAFIC, denominada MONSENHOR LUIZ GUALBERTO DE ANDRADE, é coordenada por um Bibliotecário e funciona como suporte

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 36/2014

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 36/2014 RESOLUÇÃO Nº 36/2014 Normas e procedimentos para reprodução de acervo no âmbito do SIB/UFES e dá outras providências. O DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA

CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA RESOLUÇÃO CFB N o 455/98, DE 08 DE ABRIL DE 1998 Dispõe sobre o exercício das atividades de Técnico em Biblioteconomia e dá outras providências. O Conselho Federa1 de

Leia mais

POLÍTICA PARA AQUISIÇÃO, ATUALIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO ACERVO DAS BIBLIOTECAS UNIMES

POLÍTICA PARA AQUISIÇÃO, ATUALIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO ACERVO DAS BIBLIOTECAS UNIMES POLÍTICA PARA AQUISIÇÃO, ATUALIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO ACERVO DAS BIBLIOTECAS UNIMES Art. 1 o Ao início de cada semestre letivo, Coordenadores e Professores, ao planejarem suas atividades acadêmicas, encaminham

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO TÉCNICO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO STBD, DA UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE RIO CLARO.

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO TÉCNICO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO STBD, DA UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE RIO CLARO. REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO TÉCNICO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO STBD, DA UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE RIO CLARO. TÍTULO I Das Finalidades Artigo 1º - O Serviço Técnico de Biblioteca

Leia mais

2CIN006 FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E ARQUIVÍSTICA Princípios e teorias da Ciência da Informação e Arquivologia.

2CIN006 FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E ARQUIVÍSTICA Princípios e teorias da Ciência da Informação e Arquivologia. 1º SEMESTRE 2LEM001 ESPANHOL INSTRUMENTAL Compreensão de textos/documentos em língua espanhola. 2CIN006 FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E ARQUIVÍSTICA Princípios e teorias da Ciência da Informação

Leia mais

TEMAS DOS ORIENTADORES DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

TEMAS DOS ORIENTADORES DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TEMAS DOS ORIENTADORES DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CIN 7123 - Projeto de Pesquisa em Arquivologia Orientadores e Temas para orientação em 2016-2 PROF (AS) ORIENTADORES (AS) Adilson Luiz Pinto (licença

Leia mais

Legislação sobre Arquivos em geral. Data de entrada em vigor. Data de publicação. Alterações

Legislação sobre Arquivos em geral. Data de entrada em vigor. Data de publicação. Alterações Legislação sobre Arquivos em geral Assunto Acesso aos documentos administrativos e a sua reutilização, o qual compreende os direitos de consulta, reprodução e de informação sobre a sua existência e conteúdo.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PROCURADORIA EDUCACIONAL INSTITUCIONAL. Manual para elaboração das referencias do PPP dos cursos

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PROCURADORIA EDUCACIONAL INSTITUCIONAL. Manual para elaboração das referencias do PPP dos cursos UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PROCURADORIA EDUCACIONAL INSTITUCIONAL Manual para elaboração das referencias do PPP dos cursos Maceió, agosto de 2016 1 GESTÃO UFAL (2016 2019) Reitora Professora Dra.

Leia mais

Título do trabalho: Biblioteca Pública Benedito Leite: Informação com acessibilidade

Título do trabalho: Biblioteca Pública Benedito Leite: Informação com acessibilidade Temática(s): Acessibilidade em Bibliotecas Tipo de Trabalho: Relato de Experiência Título do trabalho: Biblioteca Pública Benedito Leite: Informação com acessibilidade NASCIMENTO, Aline Carvalho do (Biblioteca

Leia mais

Lei Rouanet: Tipos e segmentos de projetos aceitos

Lei Rouanet: Tipos e segmentos de projetos aceitos Lei Rouanet: Tipos e segmentos de projetos aceitos por Samir Selman Jr. De uma maneira geral, a Lei Rouanet foi criada para estimular a cultura nacional, como já detalhamos em outros artigos, como em "A

Leia mais

Apresentação... XI Introdução Dado, Informação e Conhecimento: A Base de Tudo Dado Informação Conhecimento...

Apresentação... XI Introdução Dado, Informação e Conhecimento: A Base de Tudo Dado Informação Conhecimento... Sumário Apresentação... XI Introdução... 1 1 Dado, Informação e Conhecimento: A Base de Tudo... 3 1.1 Dado... 3 1.2 Informação... 4 1.3 Conhecimento... 6 2 Dados X Informações X Conhecimento... 7 3 Gestão

Leia mais

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação PLANO DE ESTÁGIO

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação PLANO DE ESTÁGIO Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação PLANO DE ESTÁGIO - 2012 1. DEFINIÇÃO O estágio é parte da estrutura curricular e objetiva um treinamento

Leia mais

CAPITULO IV BIBLIOTECA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA

CAPITULO IV BIBLIOTECA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA CAPITULO IV BIBLIOTECA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA Biblioteca Artigo 89º (Âmbito e objecto) O Regulamento da Biblioteca tem como fim regular as várias actividades desenvolvidas na Biblioteca do ISCISA e

Leia mais

EDITAL PRÊMIO MEMORIAL DIGITAL

EDITAL PRÊMIO MEMORIAL DIGITAL EDITAL PRÊMIO MEMORIAL DIGITAL EDITAL DE INFRAESTRUTURA DE LABORATÓRIOS DE REPRODUÇÃO DE ACERVOS MEMORIAIS DE INSTITUIÇÕES COMPROMETIDAS COM POLÍTICAS DE DIGITALIZAÇÃO A REDE MEMORIAL e a PETROBRAS tornam

Leia mais

QUESTÕES SOBRE NOÇÕES DE ARQUIVOLOGIA

QUESTÕES SOBRE NOÇÕES DE ARQUIVOLOGIA 1- (UFRGS:2008) Os arquivos setoriais: A) São mantidos longe dos produtores; B) Possuem documentos que após 5 anos podem ser eliminados ou recolhidos. C) Possuem documentos correntes. D) São passivos de

Leia mais

PLANO DE ESTÁGIO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS UFSC ATIVIDADES GERAIS

PLANO DE ESTÁGIO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS UFSC ATIVIDADES GERAIS PLANO DE ESTÁGIO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS UFSC 2011.2 GERAIS GERAIS Workshop e visita orientada Apresentação final do estágio obrigatório na BU/UFSC Divisão de Desenvolvimento de Coleções e Tratamento

Leia mais

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres. Profª.Me. Araci saltina de Andrade Hillesheim

CURRÍCULO DO CURSO. Mínimo: 8 semestres. Profª.Me. Araci saltina de Andrade Hillesheim Documentação: Objetivo: Titulação: Diplomado em: Curso reconhecido pelo Decreto Federal 81144, de 02/01/1978, publicado no Diário Oficial da União de 03/01/1978, Presidência da República Portaria Criacao

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (UNIRIO) Centro de Ciências Humanas e Sociais - CCH Escola de Biblioteconomia EB

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (UNIRIO) Centro de Ciências Humanas e Sociais - CCH Escola de Biblioteconomia EB Escola de EB LICENCIATURA ANO LETIVO 2015 2º SEMESTRE 1 O PERÍODO INGRESSANTES NOITE TURMA LICN1 Fundamentos de HEB0056 Gustavo Saldanha Introdução Ciências Sociais HFC0201 Professora Leone Souza Teorias

Leia mais

REGULAMENTO BIBLIOTECA. DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA Art.2º A Biblioteca é subordinada, hierarquicamente, à Diretoria Acadêmica da FCGB.

REGULAMENTO BIBLIOTECA. DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA Art.2º A Biblioteca é subordinada, hierarquicamente, à Diretoria Acadêmica da FCGB. REGULAMENTO BIBLIOTECA Art.1º- A Biblioteca da Faculdade de Ciências Gerencias da Bahia - FCGB funciona como suporte pedagógico da Faculdade e tem, como finalidades principais, o incentivo à leitura, o

Leia mais

Informação em Arquivos, Bibliotecas e Museus. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação Universidade de Brasília

Informação em Arquivos, Bibliotecas e Museus. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação Universidade de Brasília Informação em Arquivos, Bibliotecas e Museus Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação Universidade de Brasília ARQUIVO, BIBLIOTECA, MUSEUS Arquivos, Bibliotecas, Museus Semelhanças: Todos

Leia mais

ERECIN ENCONTRO REGIONAL DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

ERECIN ENCONTRO REGIONAL DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO ERECIN ENCONTRO REGIONAL DE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Mesa Redonda: Lei Nº 12.244/2010: discussão sobre iniciativas, capacitação e propostas de criação do sistema nacional de bibliotecas escolares

Leia mais

Habilidades e qualificações do bibliotecário em ciências da saúde: informe técnico

Habilidades e qualificações do bibliotecário em ciências da saúde: informe técnico Habilidades e qualificações do bibliotecário em ciências da saúde: informe técnico Grupo de Bibliotecários em Ciências da Saúde A área da Biblioteconomia foi, e continua sendo, uma das mais impactadas

Leia mais

CURRÍCULO DO CURSO. Curso reconhecido pela Portaria nº 404, de 22 de julho de 2014, publicada no DOU em 24/07/2014. Mínimo: 8 semestres

CURRÍCULO DO CURSO. Curso reconhecido pela Portaria nº 404, de 22 de julho de 2014, publicada no DOU em 24/07/2014. Mínimo: 8 semestres Documentação: Objetivo: Titulação: Diplomado em: Curso reconhecido pela Portaria nº 404, de 22 de julho de 2014, publicada no DOU em 24/07/2014. Propiciar a formação profissional do Arquivista capacitando-o

Leia mais

Manual do usuário. Localização Por meio dele é possível encontrar o documento dentro da reserva técnica de uma forma simples e rápida.

Manual do usuário. Localização Por meio dele é possível encontrar o documento dentro da reserva técnica de uma forma simples e rápida. Manual do usuário Número de registro Este é o campo que individualiza os documentos do acervo, é ele quem define o RG do documento e por meio dele é possível encontrá-lo no banco de dados. Localização

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Norte Sistema Integrado para Administração Financeira Ano Base: 2013 Demonstrativo da Proposta da Despesa

Governo do Estado do Rio Grande do Norte Sistema Integrado para Administração Financeira Ano Base: 2013 Demonstrativo da Proposta da Despesa 0100 - ATIVIDADE DE APOIO ADMINISTRATIVO 20780 - Preservação do Patrimônio Público 0001 - Rio Grande do Norte Assegurar os recursos orçamentários necessários à cobertura de despesas com a conservação do

Leia mais

Sistema de Catalogação de Bens Culturais do Município de Nova Esperança-PR

Sistema de Catalogação de Bens Culturais do Município de Nova Esperança-PR Sistema de Catalogação de Bens Culturais do Município de Nova Esperança-PR Página 1 de 9 Como entender o Sistema de Catalogação de Bens Culturais do Município de Nova Esperança-PR Em 08 de julho de 2016

Leia mais

A Exposição. Equipes, Elaboração, Etapas do Trabalho

A Exposição. Equipes, Elaboração, Etapas do Trabalho A Exposição Equipes, Elaboração, Etapas do Trabalho Quadro Geral da Disciplina Museológica 1 Museologia Geral Teoria museológica (fato museológico) História dos museus Administração museológica Curadoria

Leia mais

TIPOLOGIA DOCUMENTAL EM ARQUIVOS PESSOAIS TIPOLOGIA DOCUMENTAL NA FAMÍLIA BARBOSA DE OLIVEIRA FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA (FCRB/MINC)

TIPOLOGIA DOCUMENTAL EM ARQUIVOS PESSOAIS TIPOLOGIA DOCUMENTAL NA FAMÍLIA BARBOSA DE OLIVEIRA FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA (FCRB/MINC) TIPOLOGIA DOCUMENTAL EM ARQUIVOS PESSOAIS TIPOLOGIA DOCUMENTAL NA FAMÍLIA BARBOSA DE OLIVEIRA FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA (FCRB/MINC) Realização Apoio Financiamento do projeto - FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

Leia mais

Adriana Cybele Ferrari

Adriana Cybele Ferrari Adriana Cybele Ferrari Coordenadora da Unidade de Bibliotecas e Leitura Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo São Paulo, 12 de Março de 2013 Espaços vivos de interação das pessoas; O elemento central

Leia mais

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA JOACIL DE BRITTO PEREIRA DAS FACULDADES NOVA ESPERANÇA FACENE / FAMENE CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO DA BIBLIOTECA JOACIL DE BRITTO PEREIRA DAS FACULDADES NOVA ESPERANÇA FACENE / FAMENE CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS FACULDADES DE ENFERMAGEM E DE MEDICINA NOVA ESPERANÇA REGULAMENTO DA BIBLIOTECA JOACIL DE BRITTO PEREIRA DAS FACULDADES NOVA ESPERANÇA FACENE / FAMENE CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º A Biblioteca

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS Art. 1º O Centro de Processamento de Dados, Órgão Suplementar

Leia mais

Biblioteca Dr. Murillo Pacca de Azevedo Instituto Pasteur

Biblioteca Dr. Murillo Pacca de Azevedo Instituto Pasteur Biblioteca Dr. Murillo Pacca de Azevedo Instituto Pasteur Um pouco de história O Instituto Pasteur de São Paulo foi criado em 05 de agosto de 1903 por um grupo de médicos e beneméritos como uma instituição

Leia mais

BIBLIOTECA PROFESSORA RUTH DE SOUZA SCHNEIDER REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA PROFESSORA RUTH DE SOUZA SCHNEIDER

BIBLIOTECA PROFESSORA RUTH DE SOUZA SCHNEIDER REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA PROFESSORA RUTH DE SOUZA SCHNEIDER BIBLIOTECA PROFESSORA RUTH DE SOUZA SCHNEIDER REGIMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA PROFESSORA RUTH DE SOUZA SCHNEIDER Aprovado pelo Conselho do Instituto de Física, na 171ª Sessão de 15 de setembro de 2010.

Leia mais

UNIPAC Universidade Presidente Antônio Carlos REDE DE BIBLIOTECAS REGIMENTO INTERNO REDE DE BIBLIOTECAS

UNIPAC Universidade Presidente Antônio Carlos REDE DE BIBLIOTECAS REGIMENTO INTERNO REDE DE BIBLIOTECAS REGIMENTO INTERNO BARBACENA 2014 SUMÁRIO Título I Das Disposições Preliminares... 4 Capitulo I Da Competência... 4 Título II Da Organização Administrativa e Técnica... 4 Capítulo I Do Processamento Técnico...

Leia mais

UNIDADE Escola de Ciência da Informação CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL CRÉDITOS créditos ANO LETIVO 1. O Semestre de 2012

UNIDADE Escola de Ciência da Informação CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL CRÉDITOS créditos ANO LETIVO 1. O Semestre de 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO DISCIPLINA Fundamentos da Organização da Informação OTI 072 A1 PROFESSOR Lídia Alvarenga DEPARTAMENTO

Leia mais

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO BOLETIM OFICIAL. Número Especial SUMÁRIO ESTATUTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS

Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO BOLETIM OFICIAL. Número Especial SUMÁRIO ESTATUTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO BOLETIM OFICIAL Número Especial SUMÁRIO ESTATUTO DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS B.O.UFPE, RECIFE V.26 N 05 ESPECIAL PAG. 01-19 15 MARÇO 1991 BOLETIM

Leia mais

DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA CRISAN SIMINÉIA

DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA CRISAN SIMINÉIA GOVERNO DE ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PRESIDENTE KENNEDY BIBLIOTECA CRISAN SIMINÉA DESCRIÇÃO DA BIBLIOTECA CRISAN SIMINÉIA

Leia mais

Câmara dos Deputados

Câmara dos Deputados Câmara dos Deputados COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 6.038, DE 2013. Regulamenta o exercício da atividade profissional de Técnico em Biblioteconomia. Autor:

Leia mais

CIP-Brasil. Catalogação-na-Fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ

CIP-Brasil. Catalogação-na-Fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ Copyright 2014, by Ronaldo da Mota Vieira Direitos Reservados em 2014 por Editora Interciência Ltda. Diagramação: Wilma Gesta de Andrade Lima Revisão Ortográfica: Nancy Maria de Souza Maria Paula da Mata

Leia mais

Conservação Preventiva. Conservação Preventiva. em Documentos de Arquivo

Conservação Preventiva. Conservação Preventiva. em Documentos de Arquivo 1 em Documentos de Arquivo 2 A preservação de acervos em papel no Brasil só é, de fato, consolidada a partir da década de 1980. Embora a proteção de acervos de papel como acervos bibliográficos, manuscritos

Leia mais

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PLANO DE ENSINO (2017) Biblioteconomia e Ciência SEMESTRE 1 o semestre

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PLANO DE ENSINO (2017) Biblioteconomia e Ciência SEMESTRE 1 o semestre Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PLANO DE ENSINO (2017) I. IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA TIPOLOGIA DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO CARGA HORÁRIA 72 h CURSO Biblioteconomia e Ciência SEMESTRE

Leia mais

PROVA DE BIBLIOTECONOMIA. A atividade concernente ao serviço de referência informatizado é:

PROVA DE BIBLIOTECONOMIA. A atividade concernente ao serviço de referência informatizado é: 18 PROVA DE BIBLIOTECONOMIA QUESTÃO 41 A atividade concernente ao serviço de referência informatizado é: a) Apresentação do resultado da pesquisa, em forma de referência bibliográfica completa, de acordo

Leia mais

BIBLIOTECAS DOS INSTITUTOS FEDERAIS E LIVRO DIDÁTICO Identificando responsabilidades INTRODUÇÃO

BIBLIOTECAS DOS INSTITUTOS FEDERAIS E LIVRO DIDÁTICO Identificando responsabilidades INTRODUÇÃO BIBLIOTECAS DOS INSTITUTOS FEDERAIS E LIVRO DIDÁTICO Identificando responsabilidades Cristiane Sinimbu Sanchez 1 ; Karina Batista Sales 2 ; Oziane Romualdo de Souza 3 INTRODUÇÃO Os bibliotecários dos Institutos

Leia mais

SUMÁRIO ANEXOS... 12

SUMÁRIO ANEXOS... 12 SUMÁRIO TÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS... 3 TÍTULO II - DA ORGANIZAÇÃO E USO... 3 Capítulo I - Da Organização da Biblioteca... 3 Capítulo II - Dos Usuários... 4 Capítulo III - Do Uso da Biblioteca...

Leia mais

FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES (FDC): Planejamento e Implementação de Recursos Informacionaisem

FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES (FDC): Planejamento e Implementação de Recursos Informacionaisem UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES CURSO DE BIBLIOTECONOMIA FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES I FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES (FDC): Planejamento

Leia mais

SISTEMA INFORMATIZADO DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS - SIGAD

SISTEMA INFORMATIZADO DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS - SIGAD Automação de Arquivo SISTEMA INFORMATIZADO DE GESTÃO ARQUIVÍSTICA DE DOCUMENTOS - SIGAD Introdução: Documentos Arquivísticos Produzidos e recebidos no decorrer das atividades de um órgão ou entidade, independentemente

Leia mais

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE ENSINO SUPERIOR UNIÃO DAS FACULDADES DOS GRANDES LAGOS RELATÓRIO GERAL RESPOSTA DE ALUNOS DA I.E.S. 1º SEMESTRE DE 2016

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE ENSINO SUPERIOR UNIÃO DAS FACULDADES DOS GRANDES LAGOS RELATÓRIO GERAL RESPOSTA DE ALUNOS DA I.E.S. 1º SEMESTRE DE 2016 ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE ENSINO SUPERIOR UNIÃO DAS FACULDADES DOS GRANDES LAGOS RELATÓRIO GERAL RESPOSTA DE ALUNOS DA I.E.S. 1º SEMESTRE DE 2016 1.1 Organização Institucional Q1 Cumprimento da missão

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA Relatório de viagem ao 17º Curso Informativo de Preservação de Coleções Bibliográficas e Documentais Fundação Biblioteca

Leia mais

Casa da Memória. Acervo do Centro de Documentação da Casa da Memória. Catalogação compartilhada de projetos arquitetônicos das décadas de 1910 a 1950

Casa da Memória. Acervo do Centro de Documentação da Casa da Memória. Catalogação compartilhada de projetos arquitetônicos das décadas de 1910 a 1950 Casa da Memória Acervo do Centro de Documentação da Casa da Memória. Rua São Francisco, 319 Curitiba (41)3321-3236 Catalogação compartilhada de projetos arquitetônicos das décadas de 1910 a 1950 Casa da

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Critérios de Seleção Com o objetivo de consensuar ao máximo as diferentes linhas de interpretações daquilo que pode ser considerado especial, em se tratando de material

Leia mais

N O R M A S DE ACESSO E CONSULTA DE DOCUMENTOS 2009

N O R M A S DE ACESSO E CONSULTA DE DOCUMENTOS 2009 www.cm-estarreja.pt N O R M A S DE ACESSO E CONSULTA DE DOCUMENTOS N O R M A S DE ACESSO E CONSULTA DE DOCUMENTOS Divisão Administrativa e Jurídica S E C T O R D E A R Q U I V O SUMÁRIO 1. Princípios Normativos

Leia mais

INFRAESTRUTURA FÍSICA, TECNÓLOGICA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS

INFRAESTRUTURA FÍSICA, TECNÓLOGICA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS INFRAESTRUTURA FÍSICA, TECNÓLOGICA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS Diante de demandas crescentes da sociedade, a Faculdade de Ciências Jurídicas de Paraíso do Tocantins FCJP e a Faculdade de Administração de

Leia mais

1 - Aplicativos Informatizados (Biblioteconomia); Administração - Habilitação em Análise de Sistemas Administração - Habilitação em Gestão da

1 - Aplicativos Informatizados (Biblioteconomia); Administração - Habilitação em Análise de Sistemas Administração - Habilitação em Gestão da 1 - Aplicativos Informatizados (Biblioteconomia); - Habilitação em Análise de Sistemas - Habilitação em Gestão da Informação de Sistemas de Informação Análise de Sistemas Análise de Sistemas Administrativos

Leia mais

CREDENCIAIS DA FUNENSEG

CREDENCIAIS DA FUNENSEG CREDENCIAIS DA FUNENSEG Criação 1971 ( 34 anos 4 décadas) Personalidade Jurídica Entidade de direito privado, de natureza educativo - cultural, sem fins lucrativos. CREDENCIAIS DA FUNENSEG Mantenedores

Leia mais

MICROFILMAGEM COMO MÉTODO DE PRESERVAÇÃO

MICROFILMAGEM COMO MÉTODO DE PRESERVAÇÃO MICROFILMAGEM COMO MÉTODO DE PRESERVAÇÃO SANTOS, Paula Wivianne Quirino dos Paula Wivianne Quirino dos Santos (Graduanda em bacharelado em Biblioteconomia) da (Universidade Federal de Pernambuco) (UFPE).

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE MUSEUS

POLITICA NACIONAL DE MUSEUS DÉCADA DE 30, QUANDO DA CRIAÇÃO DO SPHAN 1937 - Criado o SPHAN - Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (hoje IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional); Atuação na museologia

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO

REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO Nota justificativa Este regulamento visa definir os termos de funcionamento do Centro de Documentação e Informação da Região de Turismo do Algarve, serviço integrado no Núcleo de Planeamento, Comunicação

Leia mais

Sumário: Tipos de Metadados

Sumário: Tipos de Metadados Sumário: Tipos de Metadados 1 Qual o motivo para tipos de metadados? 2 Primeira forma de classificar os metadados 2.1 Metadados segundo a sua aplicação: exemplos 2.2 Metadados segundo a sua aplicação:

Leia mais

TREINAMENTO DE BOLSISTAS

TREINAMENTO DE BOLSISTAS TREINAMENTO DE Centro de Difusão do Conhecimento BOLSISTAS CDC Treinamento 2013 CENTRO DE DIFUSÃO DO CONHECIMENTO CDC O CDC é composto por 16 bibliotecas: Biblioteca Universitária - acervo nas diversas

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO

REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO Nota justificativa Com a entrada em vigor dos novos Estatutos da Região de Turismo do Algarve, publicados através do despacho nº 8864/2013 de 8 de julho de 2013, torna-se necessário proceder à atualização

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: a importância do estágio no Instituto Municipal Nise da Silveira na Formação do estudante de biblioteconomia.

RELATO DE EXPERIÊNCIA: a importância do estágio no Instituto Municipal Nise da Silveira na Formação do estudante de biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RELATO DE EXPERIÊNCIA:

Leia mais

AEMS-ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA DE MS FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS RELATÓRIO GERAL RESPOSTA DE ALUNOS DA I.E.S. 2º SEMESTRE DE 2015

AEMS-ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA DE MS FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS RELATÓRIO GERAL RESPOSTA DE ALUNOS DA I.E.S. 2º SEMESTRE DE 2015 AEMS-ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA DE MS FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS RELATÓRIO GERAL RESPOSTA DE ALUNOS DA I.E.S. 2º SEMESTRE DE 2015 1.1 Organização Institucional Q1 Cumprimento da missão das

Leia mais

ÁREAS TEMÁTICAS COMUNICAÇÃO CULTURA DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA EDUCAÇÃO MEIO AMBIENTE SAÚDE TECNOLOGIA E PRODUÇÃO TRABALHO

ÁREAS TEMÁTICAS COMUNICAÇÃO CULTURA DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA EDUCAÇÃO MEIO AMBIENTE SAÚDE TECNOLOGIA E PRODUÇÃO TRABALHO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO CAMPUS UNIVERSITÁRIO REITOR JOÃO DAVID FERREIRA LIMA - TRINDADE CEP: 88040-900 - FLORIANÓPOLIS - SC TELEFONE (048)

Leia mais

INTEGRAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO E OUTROS PROFISSIONAIS NA CONCEPÇÃO DE CENTROS DE MEMÓRIA 1. INTRODUÇÃO

INTEGRAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO E OUTROS PROFISSIONAIS NA CONCEPÇÃO DE CENTROS DE MEMÓRIA 1. INTRODUÇÃO INTEGRAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA INFORMAÇÃO E OUTROS PROFISSIONAIS NA CONCEPÇÃO DE CENTROS DE MEMÓRIA 1. INTRODUÇÃO O desenvolvimento da pesquisa no campo da História da sociedade, no âmbito do poder público,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas Departamento de Gestão de Pessoas

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas Departamento de Gestão de Pessoas Biblioteca Setorial de Ciências da 1 Saúde Prédio da Biblioteca do CCS/Maruípe Seção de Referência Ter disponibilidade de trabalhar no horário noturno encerrando às atividades às 19:00 ATIVIDADES A SEREM

Leia mais

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN NA USP: REFLEXÕES PARA O ESTABELECIMENTO DE UMA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN NA USP: REFLEXÕES PARA O ESTABELECIMENTO DE UMA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN NA USP: REFLEXÕES PARA O ESTABELECIMENTO DE UMA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES Rodrigo M. Garcia Bibliotecário da BBM/USP. e-mail: garcia.rodrigo@usp.br

Leia mais