RELATÓRIO PARA AUXÍLIO DE PESQUISA (2º Relatório Parcial Julho/2016)

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1 RELATÓRIO PARA AUXÍLIO DE PESQUISA (2º Relatório Parcial Julho/2016) Projeto Agrisus N o : 1491/15 Título da Pesquisa: Sistema de Plantio Direto e Intensificação Ecológica para Sustentabilidade na Produção de Grãos em Minas Gerais. Interessado (Coordenador do Projeto): Álvaro Vilela de Resende Instituição: Embrapa Milho e Sorgo Endereço: Rodovia MG 424, km 45, Cx. Postal 151, CEP: , Sete Lagoas MG. Fone: (31) , Cel.: (31) Local da Pesquisa: Embrapa Milho e Sorgo, Sete Lagoas MG Valor financiado pela Fundação Agrisus: R$ ,00 Vigência do Projeto: Agosto/2015 a Julho/2017 2º RELATÓRIO PARCIAL: 1. RESUMO DO RELATÓRIO PARCIAL ANTERIOR Com o início do projeto Agrisus na safra 2015/2016, foi dada continuidade à condução de um campo de demonstração de sistemas de produção de grãos em plantio direto, com níveis variados de investimento alocados em parcelas de grandes dimensões. Realizou-se amostragem para quantificação da palhada previamente existente e coleta de folhas para monitoramento do estado nutricional das culturas nos diferentes tratamentos. A produtividade de grãos seria quantificada ao final do cultivo. Em novembro de 2015, foi realizada uma visita técnica para estudantes da Universidade Federal de São João Del Rei UFSJ e bolsistas da Embrapa Milho e Sorgo. 2. INTRODUÇÃO: Em Minas Gerais, observam-se muitas áreas agrícolas mal manejadas, limitando o potencial produtivo das culturas. Mesmo os agricultores com maior capacidade de investimento acabam deixando de lado os preceitos de rotação de culturas, equilíbrio nutricional e conservação da capacidade produtiva do solo. A situação agrava-se pela ocorrência de veranicos e pluviosidade abaixo da média histórica, prejudicando a produção de sequeiro e afetando as reservas de água para a agricultura irrigada. Portanto, é preciso aprimorar e difundir práticas agronômicas que permitam o uso mais eficiente dos fatores de produção, observando os condicionantes regionais que envolvem aspectos de solo, clima, espécies agrícolas de interesse e perfil dos agricultores. Este projeto tem apoiado a manutenção de campo de demonstração e a difusão de tecnologias em sistemas melhorados com plantio direto e níveis crescentes de intensificação ecológica para a produção de grãos em sequeiro e sob irrigação, em área de cerrado da Região Central de Minas Gerais. Parcelas de monoculturas de soja e milho são contrastadas com alternativas combinando diversificação de culturas, inclusão de braquiária para produção de palhada e investimento em adubação. O objetivo final é demonstrar e difundir a viabilidade técnica e econômica de opções de manejo de sistemas de produção que expressem maior estabilidade e sustentabilidade ao longo do tempo.

2 3. MATERIAIS & MÉTODOS O campo de demonstração de sistemas de produção de grãos em plantio direto consiste de níveis variados de investimento, em condições de sequeiro e sob pivô central, utilizando-se parcelas (faixas) de grandes dimensões. Nessas faixas, além de sistemas em monocultivos (controles), estão sendo conduzidas modalidades com diversificação de culturas viáveis nas condições edafoclimáticas da região, combinadas com níveis de investimento em adubação e outros tratos culturais. No Quadro 1 são indicados os tratamentos que foram conduzidos durante a safra de verão 2015/2016. No momento (julho/2016), todas as faixas/tratamentos da área irrigada estão com cultivo de milho. A área de sequeiro está em entressafra, com braquiária cobrindo parcialmente a faixa 4 e totalmente a faixa 5, enquanto as demais receberam controle de plantas daninhas e permanecem sob pousio (Quadro 2). Quadro 1. Descrição sucinta dos sistemas de produção em condução na safra verão 2015/2016, no campo de demonstração em áreas de sequeiro e pivô central. Faixas/tratamentos em sequeiro 1. Soja monocultura, sob médio investimento 2. Milho monocultura, sob médio investimento 3. Soja após milho, sob médio investimento 4. Soja + braquiária (sobressemeadura na maturação) após milho + braquiária (junto ao adubo no sulco), sob médio investimento 5. Milho + braquiária (junto ao adubo no sulco) após soja + braquiária (sobressemeadura na maturação), sob alto investimento Sistemas de produção safra verão 2015/2016 Faixas/tratamentos em pivô central 1. Pousio após milho monocultura, sob médio investimento 2. Pousio após milho, sob médio investimento 3. Soja após milho, sob médio investimento 4. Soja após milho + braquiária (junto ao adubo no sulco), sob médio investimento 5. Soja após milho + braquiária (junto ao adubo no sulco), sob alto investimento 6. Milho após soja, sob alto investimento 6. Soja após milho, sob alto investimento Quadro 2. Descrição sucinta dos sistemas de produção em julho/2016, no campo de demonstração em áreas de sequeiro e pivô central. Faixas/tratamentos em sequeiro 1. Pousio após soja em monocultura, sob médio investimento 2. Pousio após milho em monocultura, sob médio investimento 3. Pousio após soja em rotação com milho, sob médio investimento 4. Braquiária cobrindo parcialmente a área do sistema soja + braquiária em rotação com milho + braquiária, sob médio investimento 5. Braquiária cobrindo totalmente a área do sistema milho + braquiária em rotação com soja + braquiária, sob alto investimento 6. Pousio após milho em rotação com soja, sob alto investimento Sistemas de produção julho/2016 Faixas/tratamentos em pivô central 1. Milho monocultura, sob médio investimento 2. Milho, sob médio investimento 3. Milho após soja, sob médio investimento 4. Milho + braquiária após soja, sob médio investimento 5. Milho + braquiária após soja, sob alto investimento 6. Milho após soja, sob alto investimento

3 Nos tratamentos pertinentes, a braquiária para produção de palhada é semeada juntamente com o adubo no caso do milho e a lanço na fase reprodutiva da soja (> estádio R2). Os tratamentos de alto investimento recebem maior aporte de fertilizantes na adubação NPK e aplicações foliares com micronutrientes, além de especial atenção no controle de pragas e doenças. Dez pontos georreferenciados foram locados em cada faixa/tratamento para realização de amostragens de solo, folhas e palhada, além das medições de produtividade e avaliações de raízes. Parte desse material está em fase de análise em laboratório e os dados referentes à safra verão 2015/2016 estão sendo processados para apuração de indicadores de desempenho dos diferentes sistemas nas áreas de sequeiro e irrigada. Para os meses de setembro/outubro de 2016, está programada amostragem de solo visando uma caracterização mais detalhada da evolução de atributos químicos, físicos e biológicos do solo nos tratamentos. Aproveitando o campo de demonstração, está em desenvolvimento uma dissertação de mestrado que, por meio de fotografias digitais e softwares de processamento de imagens, buscará quantificar a distribuição de raízes no perfil e a palhada depositada na superfície do solo em tratamentos selecionados na área de sequeiro. Essa atividade deverá reforçar a avaliação dos impactos de sistemas intensificados sobre a qualidade do solo e o desempenho das culturas. As fotografias apresentadas no Apêndice I ilustram parte das atividades realizadas a campo no segundo semestre de vigência do projeto Agrisus. Paralelamente à condução do campo de demonstração, foram realizadas as seguintes atividades de difusão: uma aula prática na disciplina de Química e Fertilidade do Solo do PPGCA/UFSJ-Campus Sete Lagoas; um seminário e um curso durante a 9ª Semana de Integração Tecnológica SIT, e visitas técnicas com estações no campo de demonstração. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os dados obtidos na área sob pivô central estão sendo processados. A seguir, são apresentados resultados preliminares (sem análise estatística) oriundos da área de sequeiro. Ainda não é possível distinguir claramente as variações de produtividade de grãos entre as faixas/tratamentos (Figura 1A). Ao se considerar a produtividade acumulada das duas primeiras safras, naturalmente verifica-se menor produção dos cultivos de soja monocultura e maior para o milho monocultura. Os sistemas rotacionados permanecem equiparáveis. É importante frisar que antes do estabelecimento do campo de demonstração foi feito um condicionamento da área toda, com uso de calcário, gesso e adubações corretivas, o que deve estar favorecendo o nivelamento das respostas nos cultivos iniciais. Espera-se que, com as adubações de manutenção diferenciadas, a longo do tempo aumente o contraste entre os tratamentos. A quantidade de palhada, avaliada em novembro de 2015, expressa o papel do milho como cultura que deixa mais restos culturais como cobertura do solo, contrastando com os tratamentos 1 e 6 que tiveram cultivos anteriores apenas com soja (Figura 1B). É possível notar tendência de maior produção de palhada quando a braquiária compõe o sistema (tratamentos 4 e 5). Uma avaliação da produção de raízes foi realizada, a partir da coleta de monólitos de 0,4 m de largura x 0,4 m de profundidade x 0,2 m de espessura, à época do florescimento das culturas na safra 2015/2016 (Figura 1C). Pode-se observar que os tratamentos 2, 5 e 6, que estavam sob cultivo de milho na referida safra, apresentaram maior peso seco de raízes. A inclusão da braquiária nos sistemas conduzidos nos tratamentos 4 e 5 também parece contribuir para maior biomassa de raízes. Destaca-se o tratamento 5, no qual, devido a melhores condições de germinação, a braquiária ocupou mais intensamente a área da parcela. Numa avaliação conjunta das variáveis monitoradas até o momento, percebe-se que a introdução da rotação de culturas e a inclusão da braquiária foram os fatores preponderantes para beneficiar o sistema de produção de grãos. Não ficou claro, ainda, eventual influência do nível de investimento em adubação e outros tratos culturais. Não obstante, reafirma-se novamente a expectativa de que em médio/longo prazo sejam detectados efeitos aditivos que venham a conferir vantagens às modalidades com maior grau de intensificação/investimento.

4 Figura 1. A - Produtividade de grãos (kg ha -1 ), B - palhada (kg ha -1 ) existente sobre o solo antes da safra 2015/2016, e C - peso seco de raízes (kg ha -1 ) crescidas até 40 cm de profundidade no florescimento das culturas, em sistemas com diferentes combinações de intensificação ecológica e investimento.

5 No primeiro semestre de 2016, algumas ações de divulgação foram efetivadas com suporte do projeto Agrisus (vide Apêndice II): No mês de março, o campo de demonstração foi utilizado numa aula prática sobre Sistemas Intensificados de Produção de Grãos, para alunos de pós-graduação (Programa de Mestrado em Ciências Agrárias da UFSJ) e bolsistas da Embrapa. Em 17 de maio, durante a 9ª Semana de Integração Tecnológica SIT, foi realizado o seminário Intensificação de Sistemas de Produção: O Caminho para a Sustentabilidade, composto por quatro apresentações e giro com duas estações no campo de demonstração. O público presente foi constituído principalmente por produtores, técnicos da Emater MG e estudantes, além de pesquisadores e analistas da Embrapa. As apresentações em auditório contaram com mais de 140 participantes, enquanto o giro recebeu 80 visitantes. No dia 18/05, ainda dentro da programação da SIT, foi oferecido o curso Intensificação em Sistemas de Produção de Grãos: Conceitos e Práticas, com duração de 8 horas, envolvendo apresentações de pesquisadores/professores em sala e visita com quatro estações no campo de demonstração, contando com 16 participantes. A organização e repercussão dessas ações de divulgação podem ser constatadas visualizando os links abaixo: CONCLUSÕES: O projeto está em plena execução, concretizando os objetivos propostos. A manutenção do campo demonstrativo tem permitido a obtenção de informações técnicas que deverão validar alternativas regionais para intensificação de sistemas em plantio direto, sob condições de sequeiro e irrigação. Além disso, o campo demonstrativo tem viabilizado a realização de atividades educativas e de divulgação envolvendo as tecnologias preconizadas. 6. DIFICULDADES E MEDIDAS CORRETIVAS: Na área irrigada, o alongamento do ciclo das cultivares de soja (semeada em 02/12/2015) e de milho (semeado em 13/04/2016), condicionado pela interação entre data de semeadura e clima da região de Sete Lagoas, não permitiu a inclusão do cultivo de feijão de inverno conforme planejado inicialmente para a rotação de culturas. Estão sendo buscados ajustes no cronograma operacional de campo a fim de antecipar a semeadura da soja na safra 2016/2017, bem como posicionar cultivares mais precoces de soja e do milho que virá na sequência, de modo a ganhar tempo e poder entrar com o cultivo de feijão no inverno de Sete Lagoas, 30 de julho de Álvaro Vilela de Resende Coordenador do Projeto

6 APÊNDICE I Imagens ilustrativas da condução do campo de demonstração, no segundo semestre de vigência do Projeto Agrisus N o 1491/15 1º conjunto de imagens: Vista parcial de tratamentos conduzidos na área irrigada por pivô central. 2º conjunto de imagens: Aspectos de alguns dos tratamentos conduzidos na área de sequeiro.

7 APÊNDICE II Imagens ilustrativas de atividades de divulgação das tecnologias preconizadas, realizadas no segundo semestre de vigência do Projeto Agrisus N o 1491/15 1º conjunto de imagens: Seminário, Giro Tecnológico e Curso sobre sistemas intensificados de produção de grãos, realizados com suporte do projeto Agrisus, durante a 9ª Semana de Integração Tecnológica SIT 2016.

8 2º conjunto de imagens: Seminário sobre sistemas intensificados e giro no campo de demonstração, realizados durante a SIT º conjunto de imagens: Seminário sobre sistemas intensificados, curso e giro no campo de demonstração, realizados durante a SIT 2016.

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