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1 Projeto Agrisus No: 1452/15 Título da Pesquisa: Adubação nitrogenada (15NH415NO3) no outono/inverno em sistemas de produção com a cultura da soja Interessado: Prof. Dr. Carlos Alexandre Costa Crusciol Instituição: Fazenda Experimental Lageado, Faculdade de Ciências Agronômicas - FCAUNESP/Botucatu, Departamento de Produção e Melhoramento Vegetal. Rua José Barbosa de Barros, Caixa Postal CEP: Cidade: Botucatu-SP Telefone: Local da Pesquisa: Fazenda Boa Esperança - Área Experimental do Portal Ciência do Solo Itambé-PR Valor financiado pela Fundação Agrisus: R$ ,00 Vigência do Projeto: 09/01/2015 a 02/05/ INTRODUÇÃO A agricultura brasileira apresenta sistemas de produção compostos por rotações e/ou sucessões de culturas manejadas durante todo o ano por meio do cultivo de plantas de interesse agronômico, com destaque para a cultura da soja. Estima-se que dos 30 milhões de hectares cultivados com a soja na safra 2013/2014, cerca de 9 milhões de hectares compõem a sucessão soja/milho 2ª safra. No entanto, o aumento em produtividade das lavouras de soja no Brasil safra após safra ocorreu de forma considerável até o início da década de 2000, e nas últimas 14 safras, incrementos na produtividade em algumas regiões não foram expressivos. O baixo incremento em produtividade ao longo desse período e a instabilidade produtiva da soja foram mais evidentes nas regiões norte do PR, SP e MS, nas quais as condições edafoclimáticas são similares com ocorrência de veranicos, há o predomínio da sucessão soja/milho 2ª safra. Dentre as principais causas para o baixo incremento em produtividade e ainda a instabilidade produtiva da soja em sucessão ao milho 2ª safra nessas regiões, está o déficit hídrico nos estádios de florescimento e enchimento de grãos, as altas temperaturas do solo somado ao baixo aporte de palhada (baixo acúmulo de carbono, nitrogênio e de matéria orgânica do solo), a utilização de baixas doses de fertilizantes nitrogenados no milho 2ª safra, a compactação do solo, o recente surgimento de nematóides em SP e norte do PR, e por fim, a resistência de pragas, doenças e plantas daninhas ao manejo químico. Em suma, o conjunto de todas essas causas ocorridas ao longo das últimas 14 safras nestas regiões somado ao SPD de baixa qualidade justifica a dificuldade em elevar os patamares de produtividade da soja ou ainda, minimizar os efeitos da seca em safras com ocorrência de veranicos. Como complemento, recentemente algumas hipóteses elaboradas objetivando elevar consideravelmente os patamares de produtividade da soja em curto prazo não foram confirmadas, tais como a utilização de fertilizantes nitrogenados em diversos estádios de desenvolvimento da cultura e alterações no arranjo espacial de plantas de soja. À vista disso, é evidente a necessidade de intensificar estudos na cultura da soja inserida em diferentes sistemas de produção a partir das regiões destacadas acima, integrandos boas práticas de manejo de solo em consonância com ações de melhorias nos seus atributos físicos e químicos visando a manutenção do SPD consolidado, sustentável e de qualidade, bem como gerando lucros aos agricultores. Para isso, apurações quanto aos efeitos do aumento no aporte de palhada, bem como a relação C/N e a dinâmica de liberação de nutrientes das plantas que envolvem este sistema

2 intensivo de produção de grãos com a introdução de plantas de cobertura, os efeitos relacionados ao balanço de fósforo e potássio em função do manejo do solo, a contribuição do total de N acumulado na soja (solo, δ15n-fbn e 15Nfertilizante) aplicado no outono/inverno, por meio de técnicas isotópicas com 15N, tornam-se fundamentais para a elaboração de práticas de manejo de adubação e conservação de solo que visam melhorias nos atributos físicos e químicos do solo. Adicionalmente, investigações quanto ao armazenamento de água no solo ao longo do desenvolvimento da soja em função do manejo adotado na safra de outono/inverno, são indispensáveis para elucidar os efeitos da instabilidade produtiva da cultura na ocorrência de veranicos. E por fim, as avaliações econômicas desses sistemas de produção por meio de indicadores de rentabilidade e viabilidade econômica contribuem para a tomada de decisão quanto a escolha do sistema que poderá trazer maior sustentabilidade e, consequentemente, maior remuneração aos agricultores face aos resultados atuais. Objetiva-se com este estudo avaliar o comportamento da soja, bem como possíveis alterações físicas e químicas do solo a partir de sistemas de produção com a adubação nitrogenada de cobertura no outono/inverno. 2. MATERIAIS E MÉTODOS 2.1 Localização, histórico e características edafoclimáticas da área experimental O presente estudo está inserido na área experimental da Fazenda Boa Esperança, localizada na região norte do PR, no município de Itambé-PR, caracterizado por clima subtropical úmido sem estação seca definida, verão quente com temperatura média superior a 22ºC e precipitação média anual de 1500 milímetros. Na área experimental ocorre o cultivo da sucessão soja/milho 2ª safra em SPD há pouco mais de 15 anos, porém com pouca produção de palhada e cobertura do solo. O solo é classificado como Latossolo Vermelho distroférrico (LVdf) tipo argiloso, com baixo teor de MOS. 2.2 Delineamento experimental e tratamentos O experimento foi instalado a campo com delineamento experimental de blocos casualizados, com parcelas constituídas por sistemas de produção e aplicação em cobertura de fertilizante nitrogenado em faixa, com quatro repetições. Os tratamentos são caracterizados por três tratamentos com milho na safra de outono/inverno, sendo milho solteiro, milho consorciado com braquiária ruziziensis e milho consorciado com braquiária brizantha, além do cultivo plantas de cobertura solteiras, tais como braquiária ruziziensis, braquiária brizantha, consórcio de nabo forrageiro e aveia preta, e milheto. Na safra de verão, cultiva-se exclusivamente a soja em ambos os tratamentos. As parcelas representadas pelos sete sistemas de produção são constituídas por 12 m de comprimento e 3,6 m de largura, totalizando 43,2 m 2, e as subparcelas em faixa possuem a mesma largura e 6 m de comprimento, totalizando 21,6 m2, e com espaçamento de 3 m entre blocos. 2.3 Instalação e desenvolvimento dos experimentos O experimento foi instalado em fevereiro de 2013, no entanto as avaliações para o presente estudo tiveram início em fevereiro de 2014 e serão finalizadas após a colheita da soja na safra 2016/2017, desenvolvendo a pesquisa por três anos agrícolas. São utilizados híbridos e cultivares com alto teto produtivo, seguindo recomendações agronômicas oficiais para o tratamento de sementes, controle de pragas, doenças e plantas daninhas. Para adubação de plantio na safra de outono/inverno, no milho 2ª safra cultivado solteiro ou consorciado com braquiárias, são utilizados em todos os tratamentos 50 kg ha-1 de N via nitrato de amônio (NH4NO3), 60 kg ha-1 de P2O5 via superfosfato simples e 60 kg ha-1 de K2O via cloreto de potássio, e para as plantas de cobertura cultivadas solteiras, não é realizado a adubação de plantio. Em cobertura cerca de 20 dias após a emergência das plantas realiza-se a adubação em faixa de 100 kg ha -1 N via NH4NO3 em ambos os experimentos. Por outro lado, para a adubação de plantio na safra de verão representada

3 exclusivamente pelo cultivo da soja, são utilizados em todos os tratamentos 80 kg ha -1 de P2O5 via superfosfato simples e 80 kg ha -1 de K2O via cloreto de potássio. Para o fornecimento de N às plantas, no momento do tratamento das sementes é utilizado inoculante turfoso, molibdênio e cobalto. 2.4 Avaliações - Técnica de litterbags: as avaliações foram realizadas apenas durante a safra 2014/2015 (safrinha 2014 e safra 2014/2015), por meio de todas as plantas que compõem os sete sistemas de produção (milho, plantas de cobertura e soja). O tempo de coleta foi definido em 0, 20, 40, 60 e 90 dias após o manejo das plantas a campo e foram realizadas avaliações quanto a produção e taxa de decomposição de palhada, acúmulo e liberação de nutrientes, bem como a relação C/N da palhada. - Técnica isotópica de 15N (15Nfert e δ15n-fbn): para o estudo referente ao aproveitamento pela soja do N aplicado no milho 2ª safra ( 15Nfert), o qual ocorrerá durante dois anos agrícolas (2015/2016 e 2016/2017), utiliza-se a técnica isotópica de 15N por meio do fertilizante 15NH415NO3 somente nos tratamentos de milho solteiro e milho consorciado com braquiária ruziziensis. Nas parcelas que não recebem adubação nitrogenada de cobertura, o 15NH415NO3 foi aplicado na dose de 50 kg ha-1 N (somente adubação de plantio) com 10% 15N e nas parcelas onde há a aplicação de N em cobertura, foi aplicado na dose de 50 kg ha -1 N (adubação de plantio) kg ha-1 N (adubação de cobertura) com 5% 15N. Serão avaliados o 15NH415NO3 na colheita do milho, na dessecação da braquiária ruziziensis para plantio da soja, na colheita da soja, na palhada remanescente no solo, e ainda no solo após a colheita da soja nas camadas de 0-0,10; 0,10-0,20 e 0,20-0,30 m de profundidade do solo. Para o estudo da contribuição da FBN no N acumulado pela soja, utilizará a técnica da abundância natural de 15N (δ15n-fbn) durante o mesmo período e nos mesmos tratamentos em que será utilizada a técnica isotópica de 15N por meio do fertilizante 15NH415NO3 (15Nfertilizante), a partir de plantas controle como o algodão, o sorgo granífero e o milho. - Atributos químicos do solo: serão realizadas somente ao final do terceiro ano agrícola e os resultados obtidos serão interpretados juntamente com os resultados das análises de solo realizadas antes da implantação dos experimentos, em Serão avaliados a acidez do solo, carbono orgânico total, N total, bem como o estoque de P e K, a eficiência de uso de fertilizantes, e a disponibilidade de macro e micronutrientes, nas camadas de 0-0,10; 0,10-0,20; 0,20-0,40 e 0,400,60 m de profundidade do solo. - Atributos físicos do solo: serão realizadas somente ao final do terceiro ano agrícola e os resultados obtidos serão interpretados juntamente com os resultados de amostragem de solo realizada antes da implantação dos experimentos, em Serão avaliadas a densidade do solo, macroporosidade e microporosidade do solo, e resistência a penetração de raízes no solo, nas camadas de 0-0,10; 0,10-0,20; 0,20-0,30 e 0,30-0,40 m de profundidade do solo. - Armazenamento de água no solo: o armazenamento de água no solo, o qual é avaliado durante os três anos agrícolas de desenvolvimento da pesquisa, é calculado a partir da umidade volumétrica (unidade graviométrica x densidade do solo) e posterior cálculo da lâmina de água no perfil do solo. A coleta de solo é realizada nas camadas de 0-0,10; 0,10-0,20; 0,20-0,30 e 0,30-0,40 m de profundidade do solo durante os estádios de maior demanda de água e nutrientes pela soja, dentre os quais V4, R2, R5, além da avaliação no momento do plantio. Além disso, nestes mesmos estádios, é realizada a coleta de plantas e a avaliação de resistência a penetração das raízes da soja, e que posteriormente, todas as informações obtidas serão interpretadas em conjunto. - Diagnose foliar e componentes de produção de grãos: durante as três safras, é coletado no período do florescimento, folhas diagnóstico no milho e na soja para fins de avaliação de valor SPAD, teor direto de clorofila e teores de nutrientes, bem como os componentes de produção de grãos. - Estabilidade produtiva da soja: será proposto uma fórmula matemática para avaliar a estabilidade produtiva da soja inserida nos sistemas de produção estudados neste trabalho. - Rentabilidade e viabilidade econômica dos sistemas de produção: ao final da pesquisa, será realizada avaliações de cálculos de Receita Líquida Total (RLT) e Retorno sobre o custo total

4 (RRCT), análise de viabilidade de projeto acompanhada de uma análise estocástica por simulação de Monte Carlo, e ainda serão utilizados os indicadores de viabilidade econômica Valor Presente Líquido (VPL) e Taxa Interna de Retorno (TIR). 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Neste primeiro relatório parcial serão apresentados apenas alguns resultados preliminares, uma vez que a maioria das avaliações prevista neste projeto é realizada apenas ao final do terceiro ano agrícola (safra 2016/2017). Adicionalmente, grande parte das amostras já coletadas a campo está em processo de preparo e análise em diversos laboratórios, a partir da supervisão de diversos pesquisadores que compõem a equipe multidisciplinar deste projeto. Vale ressaltar que todas as avaliações previstas neste projeto estão sendo realizadas com rigor dentro dos prazos estabelecidos no cronograma de trabalho. - Técnica de litterbags As avaliações das plantas de milho, braquiária ruziziensis, braquiária brizantha, nabo forrageiro, aveia preta e milheto, cultivadas no outono/inverno, foram realizadas entre os meses de abril e outubro de 2014, e para a cultura da soja, o período de avaliação foi de fevereiro a junho de Ao final das avaliações foram geradas 920 amostras, as quais estão em processo de preparo e posterior análise química no Laboratório de Solos e Tecido Vegetal da Embrapa Soja. A B Figura 1 - Litterbags preparados (A) e litterbags à campo (B) - Técnica isotópica de 15N As avaliações previstas para o primeiro ano agrícola estão sendo realizadas entre agosto de

5 2015 (colheita do milho) e fevereiro de 2016 (colheita da soja). Até o momento foram gerados amostras de plantas de milho, plantas de braquiária e grãos de milho para análise isotópica de 15N, as quais estão em processo de análise no Laboratório de Isótopos Estáveis do CENA/USP (LIECENA/USP). A B Figura 2 - Nitrato de amônio enriquecido com 15N (A) e microparcela para avaliação de 15N à campo (B) - Atributos químicos e físicos do solo Na implantação do experimento em fevereiro de 2013 foi realizado a coleta de solo para caracterização da área experimental, e as possíveis alterações nos atributos químicos e físicos serão avaliados apenas ao final do terceiro ano agrícola (safra 2016/2017). - Armazenamento de água no solo Anualmente durante o desenvolvimento da cultura da soja avalia-se o armazenamento de água no solo, a resistência a penetração das raízes e o desenvolvimento da parte aérea das plantas. As avaliações da safra 2014/2015 foram realizadas conforme planejado e as avaliações desta safra 2015/2016 tiveram início à poucos dias atrás, em 22/09/2015. O preparo e análise das amostras para o estudo de armazenamento de água no solo e resistência a penetração das raízes estão sendo realizados no Laboratório de Física do Solo da UEM-Maringá. Neste primeiro relatório parcial serão apresentados resultados de produção da parte aérea da soja referente à safra 2014/2015, os quais foram apresentados recentemente no VII Congresso Brasileiro de Soja, realizado em junho de 2015 na cidade de Florianópolis, SC. A Tabela 1 apresenta resultados referente ao efeito dos sistemas de produção cultivados no outono/inverno e a Tabela 2 representa o efeito apenas da adubação nitrogenada de cobertura no outono/inverno. Para o estádio de pré-florescimento, notou-se que o sistema de produção milheto-soja obteve a maior produção de MMSPA, embora não tenha diferido estatisticamente dos tratamentos de milho solteiro e braquiária ruziziensis. Já os tratamentos de milho consorciado com braquiária ruziziensis e com braquiária brizantha apresentaram os menores valores de MMSPA. Por outro lado, para o estádio R2, o sistema de produção braquiária ruziziensis-soja obteve maior valor de MMSPA, e novamente, os tratamentos de milho consorciado com braquiária ruziziensis e braquiária brizantha, juntamente com o consórcio de nabo forrageiro e aveia preta, apresentaram os menores valores de MMSPA. Para esses tratamentos, os valores de MMSPA foi respectivamente, 26,6%, 35% e 37,6% inferiores ao tratamento de braquiária ruziziensis. No último estádio de avaliação, o R5.1, observou-se que os tratamentos com milheto e braquiária ruziziensis e o consórcio de nabo forrageiro e de aveia preta apresentaram os maiores valores de MMSPA, e que similarmente ao verificado no estádio R2, os tratamentos de milho consorciados com braquiária ruziziensis e braquiária brizantha apresentaram menor MMSPA. Maiores valores de MMSPA podem ser referidos, principalmente, a capacidade da planta de soja em explorar maior volume de solo e absorver água e nutrientes em quantidades adequadas para

6 seu desenvolvimento, bem como apresentar maior taxa fotossintética, e como consequência, poderá acumular quantidade maiores de fotoassimilados na parte aérea das plantas, os quais serão redistribuídos de órgãos de residência como folhas, caules e vagens para os grãos. Ainda, plantas de cobertura como o milheto e a braquiária ruziziensis possuem sistema radicular bastante agressivo e são conhecidas na literatura como espécies capazes de descompactar o solo, fato este que pode explicar a maior produção de MMSPA quando comparado aos demais tratamentos, ambos cultivados em solo compactado. Não foi verificado diferença estatística para o efeito da adubação nitrogenada de cobertura aplicada no outono/inverno nos valores de MMSPA de plantas de soja (Tabela 2). Embora tenha ocorrido efeito positivo da adubação nitrogenada de 100 kg ha-1 nas plantas dos sistemas de produção no outono/inverno, nota-se que não houve aproveitamento do fertilizante nitrogenado para aumentar a produção de MMSPA. Em muitos casos, o N aplicado no outono/inverno é absorvido pelas plantas e que, após o início da decomposição da palhada dessas plantas, há início de uma forte competição entre os microorganismos do solo e as plantas de soja pelo N mineralizado da palhada. Este processo de mineralização do N é influenciado por inúmeros fatores, como por exemplo, o teor de N-total do solo, que comumente, quanto menor é este teor, maior será a taxa de imobilização do N pelos microorganismos do solo. Tabela 1. Produção de MMSPA de plantas de soja em diferente estádios de desenvolvimento em função dos sistemas de produção cultivados no outono/inverno. Estádios de Desenvolvimento Tratamentos Média Pré-Florescimento R2 R5.1 Milho Solteiro Milho + B. Ruziziensis Milho + B. Brizantha B. Ruziziensis B. Brizantha Nabo F. + Aveia P. Milheto CV (%) DMSTukey 5% -- g pl-1-6,95 ab 4,83 c 4,60 c 7,07 ab 6,71 b 6,41 b 7,76 a 10,2 1,0 -- g pl-1-12,52 bc 10,94 dc 9,69 d 14,90 a 13,13 b 9,30 d 11,87 bc 9,5 1,7 -- g pl-1-25,37 b 23,73 b 24,82 b 34,30 a 24,25 b 32,32 a 34,29 a 10,0 4,4 -- g pl-1-14,95 13,17 12,04 18,76 14,70 15,92 17,97 Tabela 2. Produção de MMSPA de plantas de soja em diferente estádios de desenvolvimento em função da adubação nitrogenada de cobertura outono/inverno. Estádios de Desenvolvimento Tratamentos Média Pré-Florescimento R2 R g pl g pl g pl g pl , kg ha-1 N 6,46 a 11,98 a 28,87 a -1 15,25 0 kg ha N 6,20 a 11,54 a 28,00 a CV (%) 10,2 9,5 10,0 DMSTukey 5% 0,3 0,6 1,5

7 A B Figura 3 - Estande inicial de plantas de soja influenciado pelo estoque de água no solo (A) e diferença no desenvolvimento da parte aérea de soja em função do manejo realizado com plantas de cobertura no outono/inverno na safra 2014/2015 (B) - Diagnose foliar e componentes de produção de grãos As folhas de plantas de milho e de soja estão sendo coletadas conforme previsto e o preparo e análise será realizado no Laboratório de Solos e Tecido Vegetal da Embrapa Soja. Também está sendo avaliada a produtividade de todas as plantas que compõem os sistemas de produção (grãos e biomassa), no entanto, os resultados parciais serão apresentados apenas no próximo relatório, pois com dados completos de duas safras (2014/2015 e 2015/2016) é possível um maior aprofundamento na interpretação e discussão dos resultados obtidos. Adicionalmente, o plantio da soja referente a safra 2015/2016 foi realizado no dia 22/09/2015, conforme imagens abaixo. A B Figura 4 - Semeadora realizando o plantio das sementes de soja (A) e visão geral das parcelas após o plantio da soja (B). Fotos de Carlos Vinícius - Agronomia UEM - Estabilidade produtiva da soja e rentabilidade e viabilidade econômica dos sistemas de produção

8 Essas análises serão realizadas apenas ao final do terceiro ano agrícola (safra 2016/2017) quando os dados de produtividade e custo de produção de todos os sistemas produtivos já tiverem sido coletados. 4. CONSIDERAÇÕS FINAIS Todas as atividades previstas no presente projeto estão sendo realizadas com sucesso dentro dos prazos estabelecidos no cronograma de trabalho. A partir do segundo relatório parcial será possível apresentar um maior volume de resultados. 5. DESCRIÇÃO DAS DIFICULDADES E MEDIDAS CORRETIVAS Não foi verificada nenhuma dificuldade no desenvolvimento das atividades prevista no projeto. Ainda, agradecemos a colaboração da Fundação Agrisus no adiantamento do cronograma financeiro em função da necessidade da compra antecipada de fertilizante enriquecido com 15N devido à alta no preço do dólar. Botucatu, 01 de outubro de 2015 Dr. Carlos Alexandre Costa Crusciol Professor Titular da FCA-UNESP/Botucatu

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