8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007"

Transcrição

1 8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 SISTEMA DIGITAL DE CONTROLE DE UMA MESA DE POSICIONAMENTO D.I. Lasmar*, G.A. Rossi*, A.A.T. Maia*, J.M. Galvez* *Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Engenharia Mecânica. Av. Antônio Carlos, 6627, CEP Belo Horizonte Minas Gerais * RESUMO O controle de posição e a monitoração de itens de segurança das máquinas CNC são de grande importância para o aumento da produtividade e da qualidade do produto, além de minimizar falhas humanas e proteger a máquina e o operador de danos físicos. Este trabalho tem como objetivo automatizar o sistema de posicionamento de uma mesa utilizando um microcontrolador. O sistema é composto basicamente por uma mesa posicionadora constituída por guias de deslizamento, fuso de esferas recirculantes e um carro de deslocamento; um motor elétrico, que aciona o fuso de esferas e consequentemente a mesa; um encoder ótico e um microcontrolador, como elemento de monitoração e controle. A lei de controle implementada no microcontrolador teve seus parâmetros ajustados e os ensaios de posicionamento apresentaram um erro de posicionamento e repetitividade abaixo de 3 micrometros. A interface homem-máquina foi desenvolvida de forma que o usuário possa alterar os ajustes do controlador facilmente. O uso do microcontrolador possibilitará a obtenção de um sistema digital de controle de baixo custo e pretende-se utilizar o sistema desenvolvido como um kit didático, que será utilizado em laboratórios de ensino na área de mecatrônica do Curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Minas Gerais. PALAVRAS CHAVE: Sistema de posicionamento, Microcontroladores, Automação e Controle. Código 917

2 INTRODUÇÃO O sistema de posicionamento é um componente muito presente em máquinas operatrizes freqüentemente encontradas na indústria, como, por exemplo, esteiras rolantes e máquinas CNC. O controle de posição presente nestas máquinas e a monitoração de itens de segurança são de grande importância para o aumento da produção e da qualidade do produto, além de minimizarem falhas humanas e proteger a máquina e o operador de danos físicos. Este trabalho tem como principal objetivo automatizar um sistema de posicionamento, composto basicamente por: (i) o elemento a ser controlado, ou seja, um sistema de posicionamento constituído de guias de deslizamento, fuso de esferas recirculantes e um carro de deslocamento; (ii) um motor elétrico de corrente contínua, como atuador; (iii) um encoder incremental óptico, como sensor; (iv) e um microcontrolador PIC18f452 [1], como elemento de controle, aquisição, processamento de sinais. O sistema de posicionamento opera da seguinte forma : inicialmente, a posição desejada do carro é informada pelo operador através de um teclado (interface homem-máquina), e esta informação é então transmitida para o microcontrolador. Simultaneamente, a posição da mesa, medida pelo encoder, também é transmitida para o microcontrolador. Com estes dados, um algoritmo implementado no microcontrolador calcula o erro entre o valor desejado e a valor medido de posição, e baseando-se nas equações de controle, o microcontolador calcula o sinal de comando que será enviado para acionar o motor elétrico (atuador) e desta forma controlar o desempenho do sistema de posicionamento. Finalmente, uma análise experimental do desempenho do algoritmo de controle tipo Proporcional-Integral-Derivativo PID [2] é apresentada. O resultado deste desenvolvimento será utilizado na área de ensino em Engenharia Mecânica na Universidade Federal de Minas Gerais, na ênfase de Mecatrônica, pois este projeto integra os conhecimentos adquiridos nas áreas de projeto mecânico, eletrônica, programação, automação e controle. Por isso, houve uma preocupação em desenvolver todas as etapas envolvidas, de forma clara e didática. O SISTEMA DE POSICIONAMENTO A Fig. 1 apresenta os componentes principais do sistema posicionador. Fig. 1: Componentes do Sistema Posicionador

3 O desenvolvimento da automação da mesa posicionadora foi dividida em duas etapas. Na primeira etapa será projetado e fabricado o hardware da placa controladora que, além de ser a unidade de controle e processamento, fará a conversão e interligação dos sinais das chaves fim de curso, motor, encoder e computador. A placa controladora irá conter um display de 2 linhas com 16 caracteres cada e um teclado de 12 teclas, que servirão como interface homemmáquina, bem como uma saída serial para carga de programas diretamente do computador e também para possibilitar a transmissão de dados referentes à posição da mesa. A placa controladora ainda possui um relógio, utilizado para cálculo de velocidade e também da ação de controle integral e derivada; filtros que atenuam ruídos na alimentação e em sinais medidos, e por fim, o microcontrolador que processa e controla as funções do sistema. Na segunda etapa será desenvolvido, para o microcontrolador, o software de automação e controle da mesa posicionadora, utilizandose um copilador C. A Fig. 2 mostra um esquema da mesa posicionadora juntamente com o encoder, o motor elétrico e as chaves fim de curso. A mesa posicionadora é constituída por um fuso, duas guias de deslizamento e um carro de posicionamento. A função das guias é de manter o deslocamento somente em uma direção durante o processo de rotação do fuso, além de sustentar a mesa e uma eventual carga que ela esteja transportando. O acoplamento entre o fuso e o motor é feito através do par de polias, sendo que, o motor, ao fazer a polia inferior girar, aciona a polia superior e consequentemente a mesa posicionadora. O eixo do fuso está alinhado com o eixo do encoder de modo que ambos possuam o mesmo deslocamento angular. Cada volta completa do fuso, que são equivalentes a 360 pulsos do encoder, faz com que a mesa desloque-se 5mm (passo do fuso). As duas chaves fim de curso estão localizadas próximas ao suporte do fuso, no fim de curso direito e esquerdo. Quando a mesa toca uma das chaves, é enviada para o microcontrolador a informação de que a mesa atingiu o fim de curso e, portanto o movimento tem que cessar. Fig. 2: Montagem Mecânica do Sistema Posicionador A PLACA DE CONTROLE O desenvolvimento da placa de controle foi sub-dividido em diversas partes, conforme Fig. 3, que apresenta também, de forma bem resumida, a função de cada parte. O circuito de proteção-regulagem da alimentação é importante para que o sistema possua uma alimentação de qualidade. O microcontrolador recebe informações de três circuitos: o circuito de conexão do encoder, o circuito das chaves de fim de curso, e do circuito temporizador (relógio-timer). O microcontrolador envia as informações, processadas segundo um algoritmo, para o circuito de controle direcional e de velocidade, e para a saída serial. A interface homem-máquina, que possufigure 1i teclado e display, tem como função permitir a configuração e monitoramento do sistema, mesmo que este não esteja conectado ao computador [3].

4 Fig. 3: Partes que Compõem a Placa de Controle O circuito de controle de direção e velocidade se baseia na técnica PWM juntamente com uma ponte H. A Fig. 4 apresenta um esquema básico deste circuito. O transistor HQ11 recebe um sinal retangular com período fixo e quanto maior o tempo que este sinal permanecer nível alto, maior será a tensão média fornecida pelo circuito para a ponte H e conseqüentemente para o motor. O controle de direção do motor é realizado através da ponte H. Quando os transistores HQ51 e HQ31 são simultaneamente acionados, a corrente elétrica passa pelo motor no sentido, conforme figura abaixo, indicado pelas setas verdes, fazendo-o girar em um sentido. Quando os transistores HQ21 e HQ41 são simultaneamente acionados, a corrente elétrica passa pelo motor em sentido contrário, indicado pelas setas vermelhas, fazendo o motor também girar em sentido oposto.

5 Fig. 4 : Circuito Direcional e de Velocidade A Fig. 5 apresenta um esquema da montagem completa, onde podem ser identificados os principais componentes da mesa. A placa controladora recebe informações do encoder, chaves fim de curso e teclado e, processa as informações baseado num algoritmo de automação e controle, que por sua vez, comanda o motor elétrico. Fig. 5: Sistema de Posicionamento Automatizado O ALGORITMO DE CONTROLE O programa para controle de posição foi escrito em linguagem C. Algumas bibliotecas fornecidas juntamente com o compilador PCW3.19 foram utilizadas [4]. Na Fig. 6 é apresentado o fluxograma do software, dividido em vários blocos, onde o funcionamento dos principais blocos encontra-se descrito a seguir:

6 Configurar microcontrolador: é necessário pois, cada modelo possui características próprias. Neste caso especifico, além de informar o número de entradas e saídas também utilizou-se os periféricos de comunicação serial e I2C. Inicializar bibliotecas externas: permite utilizar sub-rotinas fornecidas pelo fabricante do microcontrolador MICROSHIP,2007). As sub-rotinas utilizadas foram as LCD.C (que prepara as informações para serem impressas no display LCD), KBD.C (que verifica qual dos botões do teclado foram pressionados) e MATH.H (que permite realizar operações como cálculo de valor absoluto, raiz quadrada, logaritmo, entre outros). Referenciar a mesa: faz com que a mesa seja deslocada até sua posição inicial, junto à chave fim de curso. Esta operação é necessária porque o encoder incremental utilizado na montagem permite somente medir o deslocamento relativo entre uma posição e outra. Recolher informação sobre posição desejada: o usuário informa para qual posição a mesa deve se deslocar. Calcular erro: Cálculo efetuado a partir da Eq. (1) : Erro = ( Posição _ Desejada Posição _ Atual) *100 /( Erro _ Máximo) (1) Calcular integral e derivada: O cálculo da integral foi realizado conforme Eq. 2, onde o termo Tempo é definido pelo usuário (a resolução do relógio permite calcular deltas de até centésimos de segundo, neste trabalho chegou-se a conclusão que 1 décimo de segundo seria suficiente) e o erro anterior será o erro da ultima verificação. O cálculo da derivada foi efetuado conforme Eq. 3, onde o delta posição representa a variação da posição no intervalo de tempo definido pelo usuário. Erro Tempo * ( Erro _ Anterior + Erro _ atual) / 2 (2) Erro / T posicao / Tempo (3) Calcular saída do controlador: O cálculo da saída do controlador foi realizado conforme Eq. 4 possuindo um valor máximo de 1023 (valor máximo do pwm, fazendo o motor ficar ligado todo tempo). Utilizou-se o módulo da equação pois, a informação do erro maior ou menor a zero será processada no bloco Posição desejada maior que posição atual?. Este recurso foi necessário pois, o periférico PWM do microcontrolador não é capaz de realizar a inversão do sentido da corrente elétrica (conseqüentemente a inversão de rotação do motor). As constantes Kp, Ti e Td são escolhidas pelo usuário dependendo das características de controle desejada [2]. Saida = K *[ Erro + ( Erro/ Ti) + Td *( Erro/ T )] (4) Sentido de deslocamento da mesa: Dependendo do sinal no interior do módulo da equação de saída, a ponte H pode ser ativada de maneira a fazer com que o motor gire no sentido horário ou anti-horário. Mesa na posição desejada: O software permanece em um loop infinito até que a posição desejada seja igual à posição atual. Dependendo da velocidade que a mesa chega à posição desejada, a inércia do sistema faz com que ela ultrapasse a posição correta. Para evitar que o software saia do loop infinito quando a mesa passa sem parar pela posição desejada, este bloco verifica por pelo menos 2 segundos se a mesma continua na posição correta.

7 Fig. 6: Fluxograma de Funcionamento do Software ENSAIOS EM MALHA ABERTA Foram realizados ensaios em malha aberta no intuito de se obter informações sobre o comportamento do sistema. Nestes ensaios, foram aplicados degraus de tensão nos terminais e foram registrados a curva de velocidade. As Figs. 7 e 8 apresentam as curvas de resposta de velocidade e posição obtidas quando uma tensão tipo degrau é aplicada aos terminais do motor. Fig. 7 : Resposta de Velocidade para 30%, 60% e 90% de Potência Aplicada. Fig. 8 : Resposta de Posição para 30%, 60% e 90% de Potência Aplicada.

8 ENSAIOS DE POSICIONAMENTO EM MALHA FECHADA Nos ensaios apresentados a seguir, foram aplicados degraus de deslocamento e o desempenho do sistema foi registrado. Nas Figs. 9, 10 e 11 são mostradas as curvas de resposta de posição quando o controlador é do tipo PI. PD e P para potências de entrada de 30%, 50% e 90% do valor nominal. Fig. 9: Ajuste do Controlador Tipo PI para Kp = 10 Ti = 20, 100 e 500 Fig. 10: Ajuste do Controlador Tipo PD para Kp = 10 Td = 0.1, 0.5, 1.0 e 5.0

9 Fig. 11: Ajuste do Controlador Tipo P para Kp = 10. COMENTÁRIOS FINAIS Este artigo apresentou um sistema de posicionamento de uma mesa utilizando um microcontrolador. O uso do microcontrolador possibilitou a implementação de um sistema de controle de baixo custo e elevado desempenho. O sistema é composto basicamente por uma mesa posicionadora constituída por guias de deslizamento, fuso de esferas recirculantes e um carro de deslocamento; um motor elétrico, que aciona o fuso de esferas e consequentemente a mesa; um encoder ótico e um microcontrolador, como elemento de monitoração e controle. A lei de controle foi implementada no microcontrolador e teve seus parâmetros ajustados de forma a obter erros de posicionamento e repetitividade menor do que 3 micrometros. A interface desenvolvida permite a alteração dos parâmetros do controlador de forma simples e eficiente. Resultados experimentais foram apresentados para ilustrar o ajuste dos parâmetros do controlador. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Data Sheet, PIC18FXX2 Microchip, K. Ogata,. Engenharia de Controle Moderno, 4.Ed., Pearson, São Paulo, D. Lasmar. Utilização do Microcontrolador PIC18f452 para Automação de uma Mesa Posicionadora, Monografia de Fim de Curso, Engenharia Mecânica, Universidade Federal de minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil, F.R.Chavarette, Sistema de Controle e Realimentação, UNICAMP, Campinas, Brasil, 2006.

Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO

Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO PROXSYS Versão 1.3 Abril -2015 Controlador Industrial CP-WS1 1- Configurações

Leia mais

Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW

Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW "Este artigo tem como proposta apresentar uma plataforma para monitoramento

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA MONITOR DE MOVIMENTOS COM ACELERÔMETRO Desenvolvido por Maurício Fiss Rodrigues

Leia mais

Arduino Lab 09 Leitura de

Arduino Lab 09 Leitura de Arduino Lab 09 Leitura de um encoder industrial Heidenhain com o Arduino Neste Lab explicaremos o funcionamento e teste de um encoder industrial de quadratura, muito utilizado na indústria como sistema

Leia mais

PMR 2450 PROJETO DE MÁQUINAS. Julio C. Adamowski Tarcísio Hess Coelho Gilberto F. Martha de Souza

PMR 2450 PROJETO DE MÁQUINAS. Julio C. Adamowski Tarcísio Hess Coelho Gilberto F. Martha de Souza PMR 2450 PROJETO DE MÁQUINAS Julio C. Adamowski Tarcísio Hess Coelho Gilberto F. Martha de Souza Objetivos Exercitar o projeto de uma máquina-ferramenta controlada por computador, aplicando os conceitos

Leia mais

SISTEMA CNC APLICADO À CARACTERIZAÇÃO DE ACOPLAMENTO INDUTIVO

SISTEMA CNC APLICADO À CARACTERIZAÇÃO DE ACOPLAMENTO INDUTIVO SISTEMA CNC APLICADO À CARACTERIZAÇÃO DE ACOPLAMENTO INDUTIVO Gabriel Manoel da Silva Orientador: Prof. Dr. Fernando Rangel de Sousa Universidade Federal de Santa Catarina 25 de Março de 2015 Sumário 1.

Leia mais

KIT DIDÁTICO PIC-2377

KIT DIDÁTICO PIC-2377 KIT DIDÁTICO PIC-77... Módulo PIC-77 Recursos internos da MCU Encapsulamento DIP40. 5 instruções (RISC). pinos de I/O configuráveis. 56 bytes de EEPROM para dados de 8 bits. 8k de memória flash para o

Leia mais

Pequenos Projetos com Arduino

Pequenos Projetos com Arduino Governo do Estado de Pernambuco Secretaria de Educação Secretaria Executiva de Educação Profissional Escola Técnica Estadual Professor Agamemnon Magalhães ETEPAM Pequenos Projetos com Arduino Jener Toscano

Leia mais

CONTROLADOR do MOTOR de PASSO

CONTROLADOR do MOTOR de PASSO UNIVERSIDADE DO MINHO DEPARTAMENTO DE ELECTRÓNICA INDUSTRIAL Laboratórios Integrados II CONTROLADOR do MOTOR de PASSO Trabalho Prático nº 7 ÍNDICE ÍNDICE...ii 1. OBJECTIVOS DO TRABALHO... 1 2. ETAPAS DO

Leia mais

SISTEMA PARA ESTUDO E TREINAMENTO NO ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS COM INVERSOR DE FREQUÊNCIA E AQUISIÇÃO DE DADOS

SISTEMA PARA ESTUDO E TREINAMENTO NO ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS COM INVERSOR DE FREQUÊNCIA E AQUISIÇÃO DE DADOS DLB MAQCA 1893 SISTEMA PARA ESTUDO E TREINAMENTO NO ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS COM INVERSOR DE FREQUÊNCIA E AQUISIÇÃO DE DADOS Este conjunto didático de equipamentos foi idealizado para possibilitar

Leia mais

4 Controle de motores de passo

4 Controle de motores de passo 36 4 ontrole de motores de passo O controle em malha aberta é o mais comum em motores de passo. Entretanto, o motor deve operar razoavelmente abaixo de sua capacidade para evitar a perda de passos. As

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE DE TEMPERATURA RESULTADOS PRÁTICOS

SISTEMA DE CONTROLE DE TEMPERATURA RESULTADOS PRÁTICOS SISTEMA DE CONTROLE DE TEMPERATURA RESULTADOS PRÁTICOS Jung, Felipe 1 ; Padilha, Marina 1 ; Souza, Otávio Rafael de 1 ; Balan, Renan Jr. 1 ; Fiorin, Marcos 2 ; Dequigiovani, Tiago 2 1,2 Instituto Federal

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO KIT CPLD_EE01

APRESENTAÇÃO DO KIT CPLD_EE01 APRESENTAÇÃO DO KIT CPLD_EE01 O kit CPLD_EE01 foi desenvolvido para alunos de cursos técnicos, engenharia e desenvolvedores na área de circuitos digitais, o mesmo conta com alguns módulos que podem ser

Leia mais

Arduino Lab 04 Leitura de temperatura com o sensor MCP9700

Arduino Lab 04 Leitura de temperatura com o sensor MCP9700 Arduino Lab 04 Leitura de temperatura com o sensor MCP9700 Componentes deste Lab Neste Lab discutiremos a integração do sensor de temperatura MCP9700 aos dispositivos já abordados no Lab 03, que são o

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE MECATRÔNICA

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE MECATRÔNICA DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE MECATRÔNICA Gilva Altair Rossi 1 ; José Maria Galvez 2 ; Douglas Iceri Lasmar 3 Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Engenharia

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de irrigação automático

Desenvolvimento de um sistema de irrigação automático Desenvolvimento de um sistema de irrigação automático Orientador: Rodrigo Grassi Martins Coorientador: Rodrigo do Prado Costa Alunos: Daruick Fagundes da Silva Cunha Gabriel Resende Miranda Marcossuel

Leia mais

INVERSORES DE FREQÜÊNCIA

INVERSORES DE FREQÜÊNCIA INVERSORES DE FREQÜÊNCIA 1. INTRODUÇÃO A eletrônica de potência, com o passar do tempo, vem tornando mais fácil (e mais barato) o acionamento em velocidade variável de motores elétricos. Com isto, sistemas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo

Leia mais

hardware software software computador microcontrolador hardware sensores sistema de controle de malha fechada.

hardware software software computador microcontrolador hardware sensores sistema de controle de malha fechada. Sistema de Controle O sistema de controle de qualquer robô é realizado por meio de hardware e software. Este sistema processa os sinais de entrada e converte estes sinais em uma ação ao qual foi programado.

Leia mais

Fonte Bivolt 24 Vdc / 5 A

Fonte Bivolt 24 Vdc / 5 A Descrição do Produto A fonte de alimentação é uma solução para aplicações de uso geral no que se refere a alimentação de controladores programáveis, sensores e comando de quadro elétricos. Tem uma saída

Leia mais

CONTROLE DE TRAÇÃO E DIREÇÃO DE UM VEÍCULO AUTÔNOMO NÃO TRIPULADO. Carla Real Amorim Cardoso Prof. Antônio Carlos Tavares - Orientador

CONTROLE DE TRAÇÃO E DIREÇÃO DE UM VEÍCULO AUTÔNOMO NÃO TRIPULADO. Carla Real Amorim Cardoso Prof. Antônio Carlos Tavares - Orientador CONTROLE DE TRAÇÃO E DIREÇÃO DE UM VEÍCULO AUTÔNOMO NÃO TRIPULADO Carla Real Amorim Cardoso Prof. Antônio Carlos Tavares - Orientador Roteiro 1. Introdução 2. Objetivos do trabalho 3. Fundamentação teórica

Leia mais

INFORMAÇÕES GERAIS DO TRABALHO

INFORMAÇÕES GERAIS DO TRABALHO INFORMAÇÕES GERAIS DO TRABALHO Título do Trabalho: Desenvolvimento de Módulo Didático para a Utilização em Plataforma Arduino Autor (es): Marielle Jordane da Silva, Corina Fonseca de Carvalho Macedo, Deborah

Leia mais

Sistema de Controle Um sistema de controle é realizado por meio de hardware e software. Este sistema processa os sinais de entrada e converte estes

Sistema de Controle Um sistema de controle é realizado por meio de hardware e software. Este sistema processa os sinais de entrada e converte estes Sistema de Controle Um sistema de controle é realizado por meio de hardware e software. Este sistema processa os sinais de entrada e converte estes sinais em uma ação ao qual foi programado. O software

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE GRÁFICA PARA UM SISTEMA DIDÁTICO EM CONTROLE DE PROCESSOS

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE GRÁFICA PARA UM SISTEMA DIDÁTICO EM CONTROLE DE PROCESSOS DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE GRÁFICA PARA UM SISTEMA DIDÁTICO EM CONTROLE DE PROCESSOS Ronaldo da Costa Freitas 1 Ágio Gonçalves de Moraes Felipe 2 1 Introdução/ Desenvolvimento O uso da automação nos

Leia mais

LAB4 Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis

LAB4 Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis LAB4 Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis 4.1 Introdução Os Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) são dispositivos digitais, muito utilizados na indústria, capazes de armazenar instruções

Leia mais

2 DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL DO ACIONAMENTO

2 DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL DO ACIONAMENTO 2 DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL DO ACIONAMENTO 2.1 Acionamento em Meio-passo No presente trabalho, o funcionamento do motor em meio-passo será implementado energizando as fases segundo o diagrama mostrado

Leia mais

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ENG JR ELETRON 2005 29 O gráfico mostrado na figura acima ilustra o diagrama do Lugar das Raízes de um sistema de 3ª ordem, com três pólos, nenhum zero finito e com realimentação de saída. Com base nas

Leia mais

PMR5229 Projeto de Sistemas Mecatrônicos com Microprocessadores. Prof. Jun Okamoto Jr. sala ES-05 Tel:

PMR5229 Projeto de Sistemas Mecatrônicos com Microprocessadores. Prof. Jun Okamoto Jr. sala ES-05 Tel: PMR5229 Projeto de Sistemas Mecatrônicos com Microprocessadores Prof. Jun Okamoto Jr. sala ES-05 Tel: 3091-5516 E-mail: jokamoto@usp.br Sistemas Mecatrônicos? Não Sistemas Mecatrônicos? Sim mas não interessam

Leia mais

EXPERIÊNCIA 4: IMPLEMENTAÇÃO DE UM CRONÔMETRO

EXPERIÊNCIA 4: IMPLEMENTAÇÃO DE UM CRONÔMETRO EXPERIÊNCIA 4: IMPLEMENTAÇÃO DE UM CRONÔMETRO Autores: Prof. Dr. André Riyuiti Hirakawa, Prof. Dr. Carlos Eduardo Cugnasca e Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca Versão 1.0-05/2005 1. OBJETIVO Esta experiência

Leia mais

Manual Técnico Módulo Ponte H 5A

Manual Técnico Módulo Ponte H 5A Manual Técnico Módulo Ponte H 5A Introdução Módulo de Ponte H 5A para controlar um motores DC de grande porte. Com este módulo é possível controlar o sentido de rotação de motores DC de 5 a 8 Ampères.

Leia mais

Acionamentos e Sensores para Máquinas CNC

Acionamentos e Sensores para Máquinas CNC PMR2450 - Projeto de Máquinas Mecatrônica - EPUSP Acionamentos e Sensores para Máquinas CNC Julio Cezar Adamowski setembro/2005 Acionamentos Motores elétricos Características: linearidade torque velocidade

Leia mais

AULA 9 ATUADORES ELÉTRICOS

AULA 9 ATUADORES ELÉTRICOS AULA 9 ATUADORES ELÉTRICOS Prof. Fabricia Neres Tipos de Acionamento Os acionadores são dispositivos responsáveis pelo movimento nos atuadores. Podem ser classificados em: Acionamento Elétrico; Acionamento

Leia mais

Breve apresentação: Características básicas: Clube CNC

Breve apresentação: Características básicas: Clube CNC Breve apresentação: Este driver é um aperfeiçoamento do já conhecido Driver Apoena1. Possui todas as características do Driver Apoena1 com algumas inovações a mais: Ele possui um microcontrolador supervisionando

Leia mais

Paulo Rocha Gustavo Presente Israel Ribeiro

Paulo Rocha Gustavo Presente Israel Ribeiro Página 1 de 8 1) Introdução: O cartão PCCS Serial é uma interface unidirecional entre catracas / torniquetes e quaisquer sistemas de validadores, ou similares, convenientemente configurados para transmitir

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO PARA DEMONSTRAÇÃO DA ATUAÇÃO DE UM CONTROLADOR PID DIGITAL EM UMA PLANTA REAL

DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO PARA DEMONSTRAÇÃO DA ATUAÇÃO DE UM CONTROLADOR PID DIGITAL EM UMA PLANTA REAL DESENVOLVIMENTO DE UM KIT DIDÁTICO PARA DEMONSTRAÇÃO DA ATUAÇÃO DE UM CONTROLADOR PID DIGITAL EM UMA PLANTA REAL Jefferson Luis Griebeler, Thaísa A. Kienen, Wagner Rosa sob orientação Prof. Dr. Roger Gules

Leia mais

3.ª Prática Inversor de Frequência Escalar da WEG CFW 07 com velocidade ANALÓGICA

3.ª Prática Inversor de Frequência Escalar da WEG CFW 07 com velocidade ANALÓGICA 1 Práticas de Acionamens Eletrônicos PAE 3.ª Prática Inversor de Frequência Escalar da WEG CFW 07 com velocidade ANALÓGICA OBJETIVO: 1. Aprender a fazer a instalação de um inversor de frequência modelo

Leia mais

EXPERIÊNCIA 3: INTERFACE COM TECLADO E DISPLAY

EXPERIÊNCIA 3: INTERFACE COM TECLADO E DISPLAY EXPERIÊNCIA 3: INTERFACE COM TECLADO E DISPLAY Autores: Prof. Dr. André Riyuiti Hirakawa, Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca e Prof. Dr. Carlos Eduardo Cugnasca Versão: 05/2005 1. OBJETIVO Esta experiência

Leia mais

SMC-B-STD GUIA DE UTILIZAÇÃO GUIA DE UTILIZAÇÃO DO DRIVER PARA MOTOR DE PASSO BIPOLAR SMC-B-STD VER 1.00 PÁGINA 1

SMC-B-STD GUIA DE UTILIZAÇÃO GUIA DE UTILIZAÇÃO DO DRIVER PARA MOTOR DE PASSO BIPOLAR SMC-B-STD VER 1.00 PÁGINA 1 GUIA DE UTILIZAÇÃO DO DRIVER PARA MOTOR DE PASSO BIPOLAR SMC-B-STD VER 1.00 PÁGINA 1 DRIVER PARA MOTOR DE PASSO BIPOLAR SMC-B-STD DESCRIÇÃO A interface SMC-B-STD é um driver micropasso para motores de

Leia mais

FACULDADE NOBRE DE FEIRA DE SANTANA Recredenciada pela Portaria Ministerial nº de 07 de outubro de 2011.

FACULDADE NOBRE DE FEIRA DE SANTANA Recredenciada pela Portaria Ministerial nº de 07 de outubro de 2011. FACULDADE NOBRE DE FEIRA DE SANTANA Recredenciada pela Portaria Ministerial nº 1.417 de 07 de outubro de 2011. CURSO: Engenharia Elétrica DISCIPLINA: Sistemas de Automação PROFESSOR: Allan Jacson LISTA

Leia mais

UNIP Universidade Paulista. Engenharia Mecatrônica 7/8º Período

UNIP Universidade Paulista. Engenharia Mecatrônica 7/8º Período UNIP Universidade Paulista Engenharia Mecatrônica 7/8º Período Atividades Práticas Supervisionadas (APS) 2º semestre de 2016 1 - OBJETIVO A automação de processos na indústria, em sua grande maioria, é

Leia mais

Projeto de Sistemas Eletrônicos

Projeto de Sistemas Eletrônicos Curso de Formação Profissional Técnico em Eletroeletrônica Módulo II Senai Arcos-MG Projeto de Sistemas Eletrônicos Raphael Roberto Ribeiro Silva Técnico em eletroeletrônica pelo INPA Arcos Estudante de

Leia mais

MEDIDOR DE VELOCIDADE E ACELERAÇÃO PARA AUXILIAR NO ENSINO DA DISCIPLINA DE FÍSICA I PARA ENGENHARIA 1

MEDIDOR DE VELOCIDADE E ACELERAÇÃO PARA AUXILIAR NO ENSINO DA DISCIPLINA DE FÍSICA I PARA ENGENHARIA 1 MEDIDOR DE VELOCIDADE E ACELERAÇÃO PARA AUXILIAR NO ENSINO DA DISCIPLINA DE FÍSICA I PARA ENGENHARIA 1 Cláudio Eduardo Schirmann 2, Oneide Antonio Siveris De Oliveira 3, Alexandre Fischer 4, Mauro Fonseca

Leia mais

Comunicação USB com o PIC Vitor Amadeu Souza

Comunicação USB com o PIC Vitor Amadeu Souza 1 Comunicação UB com o PIC Vitor Amadeu ouza vitor@cerne-tec.com.br Introdução Os modernos microcontroladores da Microchip, haja vista os da família PIC18 estão cada vez mais com uma integração maior e

Leia mais

Aplicações: Conversão de Códigos e Motor de Passo. Prof. Adilson Gonzaga

Aplicações: Conversão de Códigos e Motor de Passo. Prof. Adilson Gonzaga Aplicações: Conversão de Códigos e Motor de Passo Aplicação 1 Conversão de Código ASCII para Hexadecimal Alguns periféricos, tais como Teclados Alfa-numéricos, Monitores de Vídeo, Displays de Cristal Líquido,

Leia mais

SOFTWARES PARA CONTROLE DE ROBÔ CÂMERA

SOFTWARES PARA CONTROLE DE ROBÔ CÂMERA SOFTWARES PARA CONTROLE DE ROBÔ CÂMERA Phelipe Wesley de Oliveira Carlos André Dias Bezerra LABORATÓRIO DE PROTÓTIPOS EDUCACIONAIS E DE MECATRÔNICA DEMP CT - UFC phelipewesleydeoliveira@gmail.com cadbufc@gmail.com

Leia mais

Terminal de Operação Cimrex 90

Terminal de Operação Cimrex 90 Descrição do Produto O Cimrex 90 agrega as mais novas tecnologias e a mais completa funcionalidade de terminais de operação. Possui visor de cristal líquido gráfico colorido com matriz ativa de 10,4. O

Leia mais

Programação em linguagem C para microcontroladores ARM Cortex-M3

Programação em linguagem C para microcontroladores ARM Cortex-M3 Programação em linguagem C para microcontroladores ARM Cortex-M3 Eletrocursos 2017 Todos os direitos reservados 1/6 Sumário Histórico do Documento... 3 Treinadores Responsáveis... 3 Carga Horária... 3

Leia mais

ezap 900 Controlador Lógico Programável ezap900/901 Diagrama esquemático Apresentação Módulo ZMB900 - Características Gerais Dados Técnicos

ezap 900 Controlador Lógico Programável ezap900/901 Diagrama esquemático Apresentação Módulo ZMB900 - Características Gerais Dados Técnicos Caixa Aço carbono zincado Grau de proteção IP20 Dimensões 98 (L) x 98 (A) x 125 (P) mm Diagrama esquemático Apresentação A família de controladores lógicos programáveis ZAP900 foi desenvolvida para atender

Leia mais

Lista de Exercícios 1

Lista de Exercícios 1 Conceitos envolvidos: a) Memória de Dados (interna e externa) b) Memória de Programa (interna e externa) c) Operações aritméticas e lógicas d) Portas e) Endereçamento a Bit f) Contadores e Temporizadores

Leia mais

Bancada Didática para Controlador de Demanda e Fator de Potência - XE 501 -

Bancada Didática para Controlador de Demanda e Fator de Potência - XE 501 - T e c n o l o g i a Bancada Didática para Controlador de Demanda e Fator de Potência - XE 501 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. Bancada Didática para

Leia mais

Título: MANUAL TÉCNICO DO CARTÃO PWAC III. Página: Página 1 de 6

Título: MANUAL TÉCNICO DO CARTÃO PWAC III. Página: Página 1 de 6 Página 1 de 6 1) Introdução: O cartão PWAC III é uma interface entre catracas, torniquetes ou baias ópticas e quaisquer sistemas de validadores, ou similares, convenientemente configurados para transmitir

Leia mais

AUTOMAÇÃO DA PRODUÇÃO. Prof. Dr. Roger Nabeyama Michels

AUTOMAÇÃO DA PRODUÇÃO. Prof. Dr. Roger Nabeyama Michels AUTOMAÇÃO DA PRODUÇÃO Prof. Dr. Roger Nabeyama Michels INTRODUÇÃO, CONCEITO E HISTÓRIA DA AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Prof. Dr. Roger Nabeyama Michels Todos o desenvolvimento na área da Automação Industrial tem

Leia mais

Desenvolvimento de um controlador lógico programável modular dedicado ao controle e ao acionamento de equipamentos automatizados

Desenvolvimento de um controlador lógico programável modular dedicado ao controle e ao acionamento de equipamentos automatizados Desenvolvimento de um controlador lógico programável modular dedicado ao controle e ao acionamento de equipamentos automatizados Bruno de Melo Gevaerd, Fernando Costenaro Silva e Nelso Gauze Bonacorso

Leia mais

Sistema Giratório de Transporte de Peças

Sistema Giratório de Transporte de Peças Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba Departamento Acadêmico de Eletrônica Tecnologia em Mecatrônica Industrial Sistemas Microprocessados Sistema Giratório de Transporte de Peças Requisitos

Leia mais

Sistema Shaftless para Máquinas Gráficas

Sistema Shaftless para Máquinas Gráficas Sistema Shaftless para Máquinas Gráficas Seguindo uma tendência mundial no segmento da indústria gráfica, a Yaskawa desenvolve no Brasil o primeiro sistema Shaftless Servoacionado. O termo Shaftless em

Leia mais

Técnica Industrial Oswaldo Filizola Ltda. Manual de Instruções Máquina Universal de Ensaios mod. CME. rev. maio/11

Técnica Industrial Oswaldo Filizola Ltda. Manual de Instruções Máquina Universal de Ensaios mod. CME. rev. maio/11 Técnica Industrial Oswaldo Filizola Ltda. Manual de Instruções Máquina Universal de Ensaios mod. CME Índice Introdução... 3 Instalação... 3 Descrição da máquina... 4 Manutenção... 6 Manutenções programadas...

Leia mais

Controle e velocidade de motores de indução trifásica em malha fechada

Controle e velocidade de motores de indução trifásica em malha fechada Controle e velocidade de motores de indução trifásica em malha fechada Vinicios Rangel* Wenderson Cardoso** Walace Roberto*** Resumo Necessitamos do controle de velocidade de motor em malha fechada para

Leia mais

PRÁTICA 5 - PARTIDA ELETRÔNICA: INVERSOR DE FREQUÊNCIA ESCALAR

PRÁTICA 5 - PARTIDA ELETRÔNICA: INVERSOR DE FREQUÊNCIA ESCALAR 1 Introdução Comandos Industriais Professor: Marcio Luiz Magri Kimpara PRÁTICA 5 - PARTIDA ELETRÔNICA: INVERSOR DE FREQUÊNCIA ESCALAR O funcionamento dos inversores de frequência com controle escalar está

Leia mais

Módulo de Expansão de Entrada de Encoder EEN1 SCA06

Módulo de Expansão de Entrada de Encoder EEN1 SCA06 Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas Módulo de Expansão de Entrada de Encoder EEN1 SCA06 Guia de Instalação, Configuração e Operação Índice ÍNDICE 1 INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA...

Leia mais

PAINEL ELETRÔNICO MANUAL DE OPERAÇÃO

PAINEL ELETRÔNICO MANUAL DE OPERAÇÃO PAINEL ELETRÔNICO MANUAL DE OPERAÇÃO INDICE 1. INTRODUÇÃO 2. DESCRIÇÃO DO PAINEL 3. CONEXÃO 3.1. Conexão para operação em modo Stand-alone 4. OPERAÇÃO 4.1. Em Modo Stand-Alone 4.2. Ajuste do Relógio 5.

Leia mais

PAINEL ELETRÔNICO DE MENSAGENS MANUAL DE OPERAÇÃO

PAINEL ELETRÔNICO DE MENSAGENS MANUAL DE OPERAÇÃO PAINEL ELETRÔNICO DE MENSAGENS MANUAL DE OPERAÇÃO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. DESCRIÇÃO DO PAINEL 3. CONEXÃO 4. OPERAÇÃO 5. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 5.1. Instalando o software de configuração 5.2. Iniciando

Leia mais

Arduino Lab 02 Sensor de luminosidade e display de LCD 16 2

Arduino Lab 02 Sensor de luminosidade e display de LCD 16 2 Arduino Lab 02 Sensor de luminosidade e display de LCD 16 2 Display de LCD 16 2 Neste Lab, iremos descrever como conectar o sensor BH1750FVI, já citado no Lab 01, ao Arduino Micro e à um display. A indicação

Leia mais

Manual de Operação AET - AP

Manual de Operação AET - AP Manual de Operação AET - AP (Atuador Eletrônico de Temperatura para Alimentadores à Palha) Revisão A HIGH-Z VALE INDÚSTRIA ELETRÔNICA LTDA. Av: Sebastião Reginaldo da Cunha 451A - Jardim dos Estados CEP

Leia mais

Projeto e Controle de um Sistema Robótico Quadrúpede

Projeto e Controle de um Sistema Robótico Quadrúpede Projeto e Controle de um Sistema Robótico Quadrúpede Aluno: Roberto Bandeira de Mello Orientador: Marco Meggiolaro Introdução Em diversas situações do dia-a-dia há o pensamento de que aquela tarefa a ser

Leia mais

1) Em relação a figura abaixo relativa a um sistema de controle em malha fechada responda:

1) Em relação a figura abaixo relativa a um sistema de controle em malha fechada responda: 1) Em relação a figura abaixo relativa a um sistema de controle em malha fechada responda: 2 o motor Posição desejada da junta = 45 o Avalia o sinal de entrada e envia um sinal ao atuador ENCODER 43 o

Leia mais

PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA EXPERIÊNCIA N O 3 PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA RETIFICADOR MONOFÁSICO EM PONTE CONTROLADO W. KAISER 03/2009 1. OBJETIVOS Estudo do funcionamento de uma ponte monofásica controlada utilizando

Leia mais

SIMULADOR DE REGULADOR DE VELOCIDADE PARA TURBINAS HIDRÁULICAS DE USINAS HIDRELÉTRICAS

SIMULADOR DE REGULADOR DE VELOCIDADE PARA TURBINAS HIDRÁULICAS DE USINAS HIDRELÉTRICAS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ÊNFASE EM AUTOMAÇÃO DANILO CANCELA DA ROCHA FELIPE MAIA BARBOSA OLIVEIRA MAURICIO NARDI SIMULADOR DE REGULADOR

Leia mais

Introdução à Plataforma ARDUINO

Introdução à Plataforma ARDUINO MINICURSO Introdução à Plataforma ARDUINO PET Mecatrônica/BSI Geruza M. Bressan O que é um microcontrolador (MCU)? É um computador em um chip Processador Memória Entrada/Saída Controla ações e funções

Leia mais

Atuadores em Robótica

Atuadores em Robótica Atuadores em Robótica Profa. Michelle Mendes Santos michelle@cpdee.ufmg.br Atuadores Indicadores Em robótica muitas vezes é necessário sinalizar um acontecimento ou situação importante. Essa sinalização

Leia mais

CONVERSORES DE FREQUÊNCIA

CONVERSORES DE FREQUÊNCIA CONVERSORES DE FREQUÊNCIA Introdução a inversores Convertem tensão c.c. para c.a. simétrica de amplitude e frequência desejadas A forma de onda dos inversores não é senoidal 1 Algumas aplicações dos inversores

Leia mais

Sistemas Digitais: Introdução

Sistemas Digitais: Introdução Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Sistemas Digitais: Introdução DCA0119 Sistemas Digitais Heitor Medeiros Florencio 1 Objetivo: Projetar Sistemas

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE AUTOMATIZADO DE SIRENE ESCOLAR COM MÚLTIPLAS ENTRADAS E SAÍDAS DE ÁUDIO USANDO ARDUINO

SISTEMA DE CONTROLE AUTOMATIZADO DE SIRENE ESCOLAR COM MÚLTIPLAS ENTRADAS E SAÍDAS DE ÁUDIO USANDO ARDUINO Patrocínio, MG, outubro de 2016 ENCONTRO DE PESQUISA & EXTENSÃO, 3., 2016, Patrocínio. Anais... Patrocínio: IFTM, 2016. SISTEMA DE CONTROLE AUTOMATIZADO DE SIRENE ESCOLAR COM MÚLTIPLAS ENTRADAS E SAÍDAS

Leia mais

Projeto gerador eólico

Projeto gerador eólico INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JOINVILLE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL Projeto gerador eólico JOINVILLE, dezembro de 2014. 2 Altair

Leia mais

Circuito Eletrônico. Entendendo o circuito eletrônico na robótica. domingo, 28 de agosto de 11

Circuito Eletrônico. Entendendo o circuito eletrônico na robótica. domingo, 28 de agosto de 11 Circuito Eletrônico Entendendo o circuito eletrônico na robótica Circuito Integrado Um circuito integrado híbrido é um circuito eletrônico miniaturizado constituído de dispositivos semicondutores individuais,

Leia mais

INVERSOR DE FREQUÊNCIA CDF-1CV. Guia simplificado

INVERSOR DE FREQUÊNCIA CDF-1CV. Guia simplificado Guia simplificado Inversor de Freqüência CDF-1CV DESCRIÇÃO: O Inversor CDF-1CV foi projetado para o controle de motores de indução trifásicos. Os comandos de controle são compatíveis com diferentes formas

Leia mais

Abril - Garanhuns, PE

Abril - Garanhuns, PE 2 0 1 2. 1 Abril - Garanhuns, PE NOÇÕES FUNDAMENTAIS UNIVERSO TECNOLÓGICO EM MOTORES ELÉTRICOS: ASSÍNCRONO GAIOLA DE ESQUILO MONOFÁSICO ROTOR BOBINADO MOTOR C.A. SÍNCRONO TRIFÁSICO ASSÍNCRONO SÍNCRONO

Leia mais

TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA

TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA DEFINIÇÃO: TORNEIRO MECÂNICO TECNOLOGIA PLACA ARRASTADORA E ARRASTADOR São acessórios do torno que servem para transmitir o movimento de rotação do eixo principal em peças a serem usinadas entrepontas

Leia mais

Transmissor de Posição por Efeito Hall

Transmissor de Posição por Efeito Hall Transmissor de Posição por Efeito Hall Descrição O transmissor de posição THP utiliza o sensor de posição de efeito Hall, sem contato físico, que o torna imune as vibrações mecânicas. Este sensor magnético

Leia mais

Microprocessadores vs Microcontroladores

Microprocessadores vs Microcontroladores Microprocessadores vs Microcontroladores Um microcontrolador difere de um microprocessador em vários aspectos. Primeiro e o mais importante, é a sua funcionalidade. Para que um microprocessador possa ser

Leia mais

ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS USANDO CLP SIEMENS S7-212

ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS USANDO CLP SIEMENS S7-212 ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS USANDO CLP SIEMENS S7-212 Laboratório de Eletrotécnica TÓPICOS PRÁTICAS DE ACIONAMENTOS ELÉTRICOS DE MOTORES COM O USO DE CLP (Controlador Lógico Programável) APRESENTAÇÃO

Leia mais

TÍTULO: ENVERNIZADORA DE PORTA CANETAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

TÍTULO: ENVERNIZADORA DE PORTA CANETAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ENVERNIZADORA DE PORTA CANETAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS SUBÁREA:

Leia mais

Fonte Full Range Vac/Vdc 24 Vdc/ 3A

Fonte Full Range Vac/Vdc 24 Vdc/ 3A Descrição do Produto A fonte de alimentação é uma solução para aplicações de uso geral no que se refere a alimentação de controladores programáveis, sensores e comando de quadro elétricos. Tem duas saídas

Leia mais

E M B R A S U L. embrasul.com.br. Controlador de Demanda GDE4000

E M B R A S U L. embrasul.com.br. Controlador de Demanda GDE4000 Controlador de Demanda Funções avançadas de controle de demanda e fator de potência; Seleção de cargas por prioridade e por potências; Flexibilidade na programação de demandas sazonais; Simulação de fatura

Leia mais

CAPÍTULO 8: O CONTROLADOR PID

CAPÍTULO 8: O CONTROLADOR PID CAPÍTULO 8: O CONTROLADOR PID Quando eu terminar este capítulo eu quero ser capaz de completar o seguinte Conhecer os pontos fortes e fracos do controle PID Determinar o modelo do sistema feedback utilizando

Leia mais

Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos. Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS13/8DI8DO2AI2AO/USB/OEM. Versão 1.

Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos. Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS13/8DI8DO2AI2AO/USB/OEM. Versão 1. Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WS13/8DI8DO2AI2AO/USB/OEM PROXSYS Versão 1.4 Setembro -2015 Controlador Industrial CP-WS1

Leia mais

2 Fundamentos teóricos

2 Fundamentos teóricos 20 2 Fundamentos teóricos 2.1. Motores de passo Motores de passo são atuadores eletromecânicos incrementais não-lineares. Permitir um controle preciso de posição e velocidade, aliado a um baixo custo,

Leia mais

Motor DC. Acionamento de Motor DC. Motor DC. Acionamento de Motor DC. Acionamento de Motor DC. Construção. Funcionamento. Sinais de controle do L298

Motor DC. Acionamento de Motor DC. Motor DC. Acionamento de Motor DC. Acionamento de Motor DC. Construção. Funcionamento. Sinais de controle do L298 PMR2415 Microprocessadores em Automação e Robótica Acionamento de motores Construção Motor DC Jun Okamoto Jr. Funcionamento Motor DC Acionamento de Motor DC Acionamento por Ponte H A B C D State A B C

Leia mais

Manual Técnico Driver Chopper 5A Para Motor de Passo

Manual Técnico Driver Chopper 5A Para Motor de Passo Manual Técnico Driver Chopper 5A Para Motor de Passo Introdução Compatível com motores de passo de até 5 amperes por fase, com tensão de alimentação até 48V, bipolares e unipolares. Este driver possui

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ ESCOLA POLITÉCNICA ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ ESCOLA POLITÉCNICA ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ ESCOLA POLITÉCNICA ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PROJETO TOMADA INTELIGENTE LUCAS MELLO NAMORATO LEONARDO BONFANTI CURITIBA 2013 2 TOMADA INTELIGENTE ENG. COMPUTAÇÃO

Leia mais

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte IV

Máquinas Elétricas. Máquinas CC Parte IV Máquinas Elétricas Máquinas CC Parte IV Máquina CC eficiência Máquina CC perdas elétricas (perdas por efeito Joule) Máquina CC perdas nas escovas Máquina CC outras perdas a considerar Máquina CC considerações

Leia mais

CFM - Descrição técnica de motor sem escova

CFM - Descrição técnica de motor sem escova CFM - Descrição técnica de motor sem escova Motor elétrico sem escova (BLDC motors, BL motors) também conhecido como motor eletronicamente comutada (EC motors) são motores síncronos que são alimentadas

Leia mais

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial Prof. Daniel Hasse Robótica Industrial Robótica Industrial Aula 5 - Componentes III Sensores Controlador / Eletrônica de Controle Software / Programação IHM Eletrônica de Potência Classificação dos Sensores

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO. RS 485 / I.R. para RF (R433)

MANUAL DE INSTALAÇÃO. RS 485 / I.R. para RF (R433) MANUAL DE INSTALAÇÃO RS 485 / I.R. para RF (R433) O produto deste manual poderá sofrer alterações sem prévio aviso. Versão:Agosto de 2014 GSA-016! ATENÇÃO: Este produto requer conhecimento técnico para

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. SDCD - Sistema Digital de Controle Distribuído

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. SDCD - Sistema Digital de Controle Distribuído Sistema Sistema Digital Digital de de Controle Controle Distribuído Distribuído SLIDE - 1 INTRODUÇÃO: AUTOMAÇÃO: Qualquer sistema, apoiado por computadores, que substitua o trabalho humano e que vise soluções

Leia mais

C.N.C. Programação Torno

C.N.C. Programação Torno C.N.C. Programação Torno Módulo III Aula 01 Funções Miscelâneas As funções Miscelâneas "M" formam um grupo de funções que abrangem os recursos da máquina não cobertos pelas funções preparatórias, posicionamentos,

Leia mais

controle em instrumentação

controle em instrumentação Circuitos digitais para aquisição de dados e controle em instrumentação O objetivo primordial da conversão de sinais (de ou para sinais elétricos) realizada pelos transdutores, é o de transferir informação

Leia mais

Computação Embarcada - Projeto

Computação Embarcada - Projeto Computação Embarcada - Projeto B - Detalhamento da proposta Rafael Corsi rafael.corsi@insper.edu.br 10 de março de 2017 Matheus Marotzke Engenharia da Computação INSPER 2017 INTRODUÇÂO A atividade consiste

Leia mais

PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA EXPERIÊNCIA 4 PEA2502 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DE POTÊNCIA RETIFICADOR TRIFÁSICO EM PONTE CONTROLADO W. KAISER 02/2009 1. OBJETIVOS Estudo do funcionamento de uma ponte trifásica a tiristores controlada

Leia mais

Sistemas de Transmissão de Movimento

Sistemas de Transmissão de Movimento elcabral@usp.br 1 PMR2560 Robótica Sistemas de Transmissão de Movimento Eduardo L. L. Cabral elcabral@usp.br elcabral@usp.br 2 Objetivos Sistemas de transmissão de movimento. Características; Tipos: Redutores

Leia mais

Conversão de Energia II

Conversão de Energia II Departamento de Engenharia Elétrica Aula 6.3 Máquinas Síncronas Prof. João Américo Vilela Máquina Síncrona Representação Fasorial Motor síncrono operando sobre-excitado E af > V t (elevada corrente de

Leia mais