DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ EZ TEC EMPREEND. E PARTICIPAÇÕES S/A Versão : 1. Composição do Capital 1

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1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 5 Demonstração do Resultado Abrangente 6 Demonstração do Fluxo de Caixa 7 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2014 à 31/12/ DMPL - 01/01/2013 à 31/12/ DMPL - 01/01/2012 à 31/12/ Demonstração do Valor Adicionado 12 DFs Consolidadas Balanço Patrimonial Ativo 13 Balanço Patrimonial Passivo 15 Demonstração do Resultado 17 Demonstração do Resultado Abrangente 19 Demonstração do Fluxo de Caixa 20 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2014 à 31/12/ DMPL - 01/01/2013 à 31/12/ DMPL - 01/01/2012 à 31/12/ Demonstração do Valor Adicionado 25 Relatório da Administração 27 Notas Explicativas 29 Pareceres e Declarações Parecer dos Auditores Independentes - Sem Ressalva 62 Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente 64 Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras 65

2 Índice Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores Independentes 66

3 Dados da Empresa / Composição do Capital Número de Ações (Unidades) Último Exercício Social 31/12/2014 Do Capital Integralizado Ordinárias Preferenciais 0 Total Em Tesouraria Ordinárias 0 Preferenciais 0 Total 0 PÁGINA: 1 de 66

4 Dados da Empresa / Proventos em Dinheiro Evento Aprovação Provento Início Pagamento Espécie de Ação Classe de Ação Provento por Ação (Reais / Ação) Previsto no Estatuto da Empresa 30/04/2014 Dividendo 30/11/2014 Ordinária 0,94852 PÁGINA: 2 de 66

5 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2014 Penúltimo Exercício 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Aplicações Financeiras Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado Outros Ativos Circulantes Outros Certificado de Potencial Adicional de Construção CEPAC Outros créditos Dividendos a receber de controladas em conjunto Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Contas a Receber Outras Contas a Receber Créditos com Partes Relacionadas Créditos com Controladas Outros Ativos Não Circulantes Impostos a compensar Certificados de Potencial Adicional de Construção - CEPAC Outros Investimentos Imobilizado Imobilizado em Operação Intangível Intangíveis PÁGINA: 3 de 66

6 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2014 Penúltimo Exercício 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Obrigações Sociais e Trabalhistas Fornecedores Fornecedores Nacionais Obrigações Fiscais Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Outros Dividendo Mínimo Obrigatório a Pagar Contas a pagar Provisões Outras Provisões Provisão para perdas com investimentos Passivo Não Circulante Provisões Provisões Fiscais Previdenciárias Trabalhistas e Cíveis Provisão para riscos e processos judiciais Patrimônio Líquido Capital Social Realizado Reservas de Capital Ganho na venda de ações em tesouraria Reserva especial de ágio Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva Estatutária A disposição da assembléia geral PÁGINA: 4 de 66

7 DFs Individuais / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.04 Despesas/Receitas Operacionais Despesas Gerais e Administrativas Despesas gerais e administrativas Honorários da administração Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais Provisão para perdas com investimentos Despesas tributárias Provisão para riscos e processos judiciais Resultado de Equivalência Patrimonial Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Resultado Líquido das Operações Continuadas Lucro/Prejuízo do Período Lucro por Ação - (Reais / Ação) Lucro Básico por Ação ON 3, , , Lucro Diluído por Ação Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ ON 3, , ,29000 PÁGINA: 5 de 66

8 DFs Individuais / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Lucro Líquido do Período Resultado Abrangente do Período PÁGINA: 6 de 66

9 DFs Individuais / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Lucro líquido do exercício Variação monetária e juros, líquidos Depreciações e amortizações Baixa de bens imobilizado e intagível Equivalência patrimonial Provisão para perdas com investimentos Amortização de ágio mais valia Baixa de investimento Provisão/reversão para riscos e processos judiciais Ganho em investimento com compra vantajosa Variações nos Ativos e Passivos Aquisição de CEPAC Dividendos recebidos de controladas Outros ativos Fornecedores Outros passivos Caixa Líquido Atividades de Investimento Aplicações em títulos financeiros Resgate de títulos financeiros Aporte em controladas Aquisição de bens do imobilizado e intangível Mais valia na aquisição de investimentos Caixa Líquido Atividades de Financiamento Partes relacionadas Dividendos pagos Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 7 de 66

10 DFs Individuais / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Saldo Final de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 8 de 66

11 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2014 à 31/12/2014 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Dividendos Ágio na aquisição de participação de não controladores Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de reserva legal Constituição de reserva estatutária (expansão) Á disposição da assembléia geral Saldos Finais PÁGINA: 9 de 66

12 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2013 à 31/12/2013 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Dividendos Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reserva Legal Constituição de Reserva estatutária (expansão) Saldos Finais PÁGINA: 10 de 66

13 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2012 à 31/12/2012 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Dividendos Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reserva Legal Consituição de reserva estatutária (expansão) Saldos Finais PÁGINA: 11 de 66

14 DFs Individuais / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Receitas Outras Receitas Insumos Adquiridos de Terceiros Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Perda/Recuperação de Valores Ativos Outros Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Equivalência Patrimonial Receitas Financeiras Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Remuneração Direta Benefícios F.G.T.S Impostos, Taxas e Contribuições Federais Municipais Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Outras Despesas financeiras Remuneração de Capitais Próprios Dividendos Lucros Retidos / Prejuízo do Período PÁGINA: 12 de 66

15 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2014 Penúltimo Exercício 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Aplicações Financeiras Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado Contas a Receber Clientes Estoques Imóveis a comercializar Tributos a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Outros Ativos Circulantes Outros Dividendos a receber de controladas em conjunto Certificado de Potencial Adicional de Construção - CEPAC Outros créditos Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Contas a Receber Clientes Estoques Imóveis a comercializar Créditos com Partes Relacionadas Créditos com Outras Partes Relacionadas Outros Ativos Não Circulantes Impostos a compensar Certificado de Potencial Adicional de Construção - CEPAC Outros créditos Investimentos PÁGINA: 13 de 66

16 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2014 Penúltimo Exercício 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Participações Societárias Imobilizado Imobilizado em Operação Intangível Intangíveis PÁGINA: 14 de 66

17 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2014 Penúltimo Exercício 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Obrigações Sociais e Trabalhistas Fornecedores Fornecedores Nacionais Obrigações Fiscais Obrigações Fiscais Federais Impostos com recolhimento diferido Obrigações fiscais Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Débitos com Outras Partes Relacionadas Outros Dividendo Mínimo Obrigatório a Pagar Contas a pagar Adiantamento de clientes Terrenos a pagar Provisão para Garantia Passivo Não Circulante Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Outras Obrigações Outros Terrenos a pagar Impostos com recolhimento diferido PÁGINA: 15 de 66

18 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 31/12/2014 Penúltimo Exercício 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 31/12/ Outros débitos com terceiros Provisão de Garantia Provisões Provisões Fiscais Previdenciárias Trabalhistas e Cíveis Provisão para riscos e processos judiciais Patrimônio Líquido Consolidado Capital Social Realizado Reservas de Capital Ganho na venda de ações em tesouraria Reserva especial de ágio Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva Estatutária A disposição da assembléia geral Participação dos Acionistas Não Controladores PÁGINA: 16 de 66

19 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Despesas com Vendas Despesas Gerais e Administrativas Despesas Gerais e Administrativas Honorários da administração Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais Despesas tributárias Provisão para riscos e processos judiciais Resultado de Equivalência Patrimonial Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Corrente Diferido Resultado Líquido das Operações Continuadas Lucro/Prejuízo Consolidado do Período Atribuído a Sócios da Empresa Controladora Atribuído a Sócios Não Controladores Lucro por Ação - (Reais / Ação) Lucro Básico por Ação ON 3, , , Lucro Diluído por Ação Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/2012 PÁGINA: 17 de 66

20 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ ON 3, , ,29000 PÁGINA: 18 de 66

21 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Lucro Líquido Consolidado do Período Resultado Abrangente Consolidado do Período Atribuído a Sócios da Empresa Controladora Atribuído a Sócios Não Controladores PÁGINA: 19 de 66

22 DFs Consolidadas / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Lucro líquido do exercício Ajuste a valor presente sobre clientes Variação monetária e juros. líquidos Depreciações e amortizações Imposto de renda e contribuição social - correntes e diferidos Baixa de imobilizado Baixa de investimentos Provisão para riscos e processos judiciais Equivalência patrimonial Ganho em investimentos com compra vantajosa Amortizações de ágio mais valia Variações nos Ativos e Passivos Contas a receber de clientes Aquisição de CEPAC Imóveis a comercializar Outros ativos Adiantamento de clientes Fornecedores Imposto de renda e contribuição social pagos Juros pagos Outros passivos Dividendos recebidos Caixa Líquido Atividades de Investimento Aquisição de títulos financeiros Resgate de títulos financeiros Aquisição de bens do imobilizado e intangível Aporte em controladas PÁGINA: 20 de 66

23 DFs Consolidadas / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Ágio na aquisição de investimentos Mais valia na aquisição de investimentos Dividendo recebido de controladas Ágio na aquisição de participação de não controladores Caixa Líquido Atividades de Financiamento Captação de empréstimos e financiamentos Amortização de empréstimos e financiamentos Efeito de participação de acionistas não controladores nas controladas Dividendos pagos Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 21 de 66

24 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2014 à 31/12/2014 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Ágio na aquisição de participação de não controladores efeito de participação de acionistas não controladores 5.05 Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de reserva legal Constituição de reserva estatutária (expansão) Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado 5.04 Transações de Capital com os Sócios Dividendos Á disposição da assembléia geral Saldos Finais PÁGINA: 22 de 66

25 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2013 à 31/12/2013 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Dividendos Efeito de participação de acionistas não controladores nas controladas 5.05 Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de reserva legal Constituição de reserva estatutária (expansão) Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado Saldos Finais PÁGINA: 23 de 66

26 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2012 à 31/12/2012 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Dividendos Efeito de participação de acionistas não controladores nas controladas Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Mutações Internas do Patrimônio Líquido Constituição de Reserva Legal Consituição de reserva estatutária (expansão) Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado Saldos Finais PÁGINA: 24 de 66

27 DFs Consolidadas / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Receitas Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços Outras Receitas Insumos Adquiridos de Terceiros Custos Prods., Mercs. e Servs. Vendidos Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Outros Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Equivalência Patrimonial Receitas Financeiras Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Remuneração Direta Benefícios F.G.T.S Impostos, Taxas e Contribuições Federais Municipais Remuneração de Capitais de Terceiros Aluguéis Outras Despesas financeiras Remuneração de Capitais Próprios Dividendos PÁGINA: 25 de 66

28 DFs Consolidadas / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Último Exercício 01/01/2014 à 31/12/2014 Penúltimo Exercício 01/01/2013 à 31/12/2013 Antepenúltimo Exercício 01/01/2012 à 31/12/ Lucros Retidos / Prejuízo do Período Part. Não Controladores nos Lucros Retidos PÁGINA: 26 de 66

29 Relatório da Administração RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO A administração da EZTEC anuncia os resultados do quarto trimestre e do exercício de 2014, destacando 23% de Retorno Sobre Patrimônio Líquido, 50% de Margem Líquida e, 44% de Velocidade de Vendas sobre Oferta, no ano mais desafiador da conjuntura macro-econômica brasileira desde 2007, data da abertura de capital da EZTEC. MODELO DE NEGÓCIO: este resultado foi construído com base em um modelo de negócio fundamentado em: [1] foco de atuação na região metropolitana de SP; [2] investimento em terrenos utilizando a própria geração de caixa da Companhia; [3] estrutura de capital cujo endividamento é proveniente exclusivamente de financiamento a produção e, representa 11,27% do patrimônio líquido; [4] verticalização do processo de vendas e de construção permitindo economia de custos e controle de todas as etapas do processo e; [5] conselho de administração e diretoria executiva predominantemente igual nos últimos 8 anos. INVESTIMENTOS: neste modelo de negócios, onde oportunidades para a Companhia tendem a ocorrer em cenários de adversidade, os investimentos estão orientados para o longo prazo e, neste aspecto, o exercício de 2014 mostrou aquisição de R$1,2 bilhão em VGV potencial para novos terrenos, com padrões de rentabilidade que podem perenizar resultados alcançados até aqui. No quarto trimestre de 2014, foi adquirido um terreno na cidade de São Paulo, com VGV EZTEC de R$656 milhões, a um custo médio de 9,8%, totalizando para o período um landbank de R$6,0 bilhões, sendo 93% na Região Metropolitana e cidade de SP. NOVOS PROJETOS: a EZTEC ainda destaca que lançou 8 projetos residenciais em 2014, totalizando unidades e R$1,1 bilhão em VGV próprio, considerando aquisição de participação do projeto Cidade Maia, e alcançou, em média, venda de 61% das suas unidades no período. No 4T14, a Companhia lançou dois projetos residenciais totalizando 638 unidades e VGV EZTEC de R$169,6 milhões; o projeto: [i] Prime House Bussocaba, na cidade de Osasco, Região Metropolitana de São Paulo, com VGV EZTEC de R$119,8 milhões; e [ii] Legítimo Santana, na cidade de São Paulo, com VGV EZTEC de R$49,8 milhões. Até o final de 2014, esses produtos estavam com 49% das suas unidades vendidas, mas avançaram para 61% até a publicação desse documento. VENDAS: em 2014, a EZTEC vendeu R$881,3 milhões, sendo R$514,5 milhões de lançamentos deste ano e R$366,8 de projetos lançados em anos anteriores. É importante destacar a qualidade destas vendas, onde conseguimos manter, em 2014, margem bruta de 52,6%, o que permite manter confiança em relação ao preço de vendas dos estoques da Companhia que decorrem, predominantemente de produtos lançados e em construção e, não necessitam de descontos para serem comercializados. EZ TOWERS: cabe destacar que a Torre A, vendida para a São Carlos, foi entregue em dezembro de 2014 com esforços de repasse do financiamento imobiliário para 1T15 e, a Torre B, permanece para a EZTEC, com custo contabilizado de aproximadamente R$221 milhões até dezembro de Esta administração busca a melhor forma de rentabilizar este ativo e entende que uma possível venda, a valores atualizados, poderia significar mais de R$700 milhões de receita adicional nos próximos anos. RESULTADOS FINANCEIROS: a EZTEC conseguiu obter Receita Líquida de R$951,5 milhões, para um Lucro Líquido de R$474,2 milhões. Este resultado destaca a qualidade de uma operação, que mesmo em um ano de redução do crescimento econômico brasileiro, conseguiu eficiência para manter as margens do exercício equivalente a de anos anteriores. DIVIDENDOS E CAPITALIZAÇÃO: Considerando-se um pay out de 25% após as deduções legais sobre o Lucro Líquido, obteremos um volume de R$112,6 milhões a serem distribuídos em dividendos, representando dividend yield de 4,3%, com o fechamento de 17 de março de Com relação à reserva de lucros, a Administração da Companhia irá submeter à aprovação, em Assembléia Geral Extraordinária, a capitalização de R$ ,70 de sua reserva de lucros, com a emissão de novas ações ordinárias, escriturais e sem valor nominal. PÁGINA: 27 de 66

30 Relatório da Administração Em síntese, Destacamos que a EZTEC é uma empresa que atua há 36 anos no mercado imobiliário de São Paulo, e já operou nos mais adversos ambientes econômicos, permitindo-se afirmar que, com controladores presentes e envolvidos na operação, o alinhamento para a busca incansável dos melhores resultados entre as empresas brasileiras é um motivador permanente e que reforçará e orientará as decisões estratégicas de Câmara de Arbitragem Em conformidade com o Artigo 41 do Estatuto Social da EZTEC, a Companhia, seus acionistas, Administradores e membros do Conselho Fiscal obrigam-se a resolver, por meio de arbitragem, perante a Câmara de Arbitragem do Mercado, toda e qualquer disputa ou controvérsia que possa surgir entre eles, relacionada com ou oriunda, em especial, da aplicação, validade, eficácia, interpretação, violação e seus efeitos, das disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, neste Estatuto, nas normas editadas pelo Conselho Monetário Nacional, pelo Banco Central do Brasil ou pela CVM, bem como nas demais normas aplicáveis ao funcionamento do mercado de capitais em geral, além daquelas constantes do Regulamento do Novo Mercado, do Regulamento de Arbitragem, do Regulamento de Sanções e do Contrato de Participação no Novo Mercado. Relacionamento com os Auditores Independentes Em conformidade com a Instrução CVM nº 381/03 informamos que os auditores independentes da sociedade e Ernst Young não prestaram durante o exercício de 2014 outros serviços que não os relacionados com auditoria externa. A política da empresa na contratação de serviços de auditores independentes assegura que não haja conflito de interesses, perda de independência ou objetividade. Cordialmente. Administração EZTEC. PÁGINA: 28 de 66

31 Notas Explicativas DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ EZ TEC EMPREEND. E PARTICIPAÇÕES S/A Versão : 1 EZ TEC EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.A. E CONTROLADAS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 (Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto quando mencionado de outra forma) 1. INFORMAÇÕES GERAIS A EZ TEC Empreendimentos e Participações S.A. ( Companhia ou Controladora ), com sede na Avenida República do Líbano, 1.921, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, está listada no Novo Mercado desde 21 de junho de 2007, na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros - BM&FBOVESPA S.A., sendo suas ações negociadas por meio do código EZTC3, atuando como holding das empresas mencionadas na Nota Explicativa nº 9. A Companhia, por meio de suas controladas e controladas em conjunto, mantém preponderantemente caracterizados em seu objeto social: (a) a incorporação e comercialização de empreendimentos imobiliários de qualquer natureza, inclusive por meio de financiamento; (b) a administração e locação de imóveis próprios; (c) o loteamento de terrenos; (d) a construção de condomínios; (e) a prestação de serviços relativos a construção, supervisão, estudos e projetos e a execução de quaisquer obras e serviços de engenharia civil em todas as suas modalidades técnicas e econômicas; e (f) a participação em outras sociedades, empresárias ou não, na qualidade de sócia, cotista ou acionista. 2. PRINCIPAIS PRÁTICAS E POLÍTICAS CONTÁBEIS 2.1. Declaração de conformidade Em 18 de março de 2015, o Conselho de Administração da Companhia aprovou as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e autorizou sua divulgação. As demonstrações financeiras individuais, identificadas como Controladora foram preparadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis ( CPC ) e são divulgadas em conjunto com as demonstrações financeiras consolidadas. A partir de 2014, as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicadas nas demonstrações financeiras individuais não diferem das normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards ( IFRS ), emitidas pelo International Accounting Standards Board ( IASB )), aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, uma vez que o IFRS passou a permitir a aplicação do método de equivalência patrimonial em controladas nessas demonstrações separadas. PÁGINA: 29 de 66

32 Notas Explicativas As demonstrações financeiras consolidadas da Companhia foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo os pronunciamentos emitidos pelo CPC, referendados pela Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ), e conforme as IFRS. Especificamente, as demonstrações financeiras consolidadas estão em conformidade com as IFRS, aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, incluindo a Orientação OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às entidades de incorporação imobiliária brasileiras, no que diz respeito ao tratamento do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados à aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle das unidades imobiliárias vendidas. As demonstrações financeiras foram elaboradas no curso normal dos negócios. A Administração efetua uma avaliação da capacidade da Companhia de dar continuidade às suas atividades durante a elaboração das demonstrações financeiras. A Companhia está adimplente em relação às cláusulas de dívidas na data da emissão dessas demonstrações financeiras. No caso de informações não contábeis e/ou não financeiras contidas nestas demonstrações financeiras, tais como volume de vendas, projeções econômicas, seguros, montantes a apropriar e riscos ambientais, não foram escopo dos auditores independentes Base de elaboração As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas com base no custo histórico, exceto se indicado de outra forma Bases de consolidação As demonstrações financeiras consolidadas incluem as operações da Companhia, e das controladas descritas na Nota Explicativa nº 9. Todas as transações, saldos, receitas e despesas entre as controladas e a Companhia são eliminadas integralmente nas demonstrações financeiras, sendo destacada a participação dos acionistas não controladores. a) Empresas controladas O controle é obtido quando a Companhia tem o poder de controlar as políticas financeiras e operacionais de uma entidade para auferir benefícios de suas atividades. Nesse método, os componentes dos ativos, passivos e resultados são combinados integralmente e o valor patrimonial da participação dos acionistas não controladores é determinado pela aplicação do percentual de participação deles sobre o patrimônio líquido das controladas. b) Empresas controladas em conjunto A Companhia mantém participação compartilhada nas sociedades, nas quais os contratos, ou estatutos sociais e/ou acordos estabelecem controle conjunto com outros quotistas/acionistas. PÁGINA: 30 de 66

33 Notas Explicativas A Companhia apresenta suas participações em controladas em conjunto, nas suas demonstrações financeiras consolidadas, usando o método de equivalência patrimonial. Nas demonstrações financeiras individuais da Controladora, as participações em controladas e controladas em conjunto são reconhecidas por meio do método de equivalência patrimonial Combinação de negócios Combinações de negócios são contabilizadas usando o método de aquisição. O custo de uma aquisição é mensurado pela soma das contraprestações transferidas, avaliada com base no valor justo na data de aquisição, e o valor de qualquer participação de não controladores na adquirida. Para cada combinação de negócios, a adquirente deve mensurar a participação de não controladores na adquirida pelo valor justo ou com base na sua participação nos ativos líquidos identificados na adquirida. Custos diretamente atribuíveis à aquisição devem ser contabilizados como despesas quando incorridos. Ao adquirir um negócio, a Companhia avalia os ativos e passivos financeiros assumidos com o objetivo de classificá-los e alocá-los de acordo com os termos contratuais, as circunstâncias econômicas e as condições pertinentes na data de aquisição. Qualquer contraprestação contingente a ser transferida pela adquirente será transferida a valor justo na data de aquisição. Alterações subsequentes no valor justo da contraprestação contingente considerada como um ativo ou passivo deverão ser reconhecidas de acordo com o CPC 38 na demonstração do resultado ou em outros resultados abrangentes. Se a contraprestação contingente for classificada como patrimônio, não deverá ser reavaliada até que seja finalmente liquidada no patrimônio. Inicialmente, a mais-valia é mensurada como sendo o excedente da contraprestação transferida em relação aos ativos líquidos adquiridos (ativos identificáveis adquiridos, líquidos e os passivos assumidos). Se a contraprestação for menor do que o valor justo dos ativos líquidos adquiridos, a diferença deverá ser reconhecida como ganho na demonstração do resultado. Após o reconhecimento inicial, a mais-valia é mensurada pelo custo, deduzido de quaisquer perdas acumuladas do valor recuperável. Para fins de teste do valor recuperável, a mais-valia adquirida em uma combinação de negócios é, a partir da data de aquisição, alocada a cada uma das unidades geradoras de caixa do Grupo que se espera sejam beneficiadas pelas sinergias da combinação, independentemente de outros ativos ou passivos da adquirida serem atribuídos a essas unidades. Quando uma mais-valia fizer parte de uma unidade geradora de caixa e uma parcela dessa unidade for alienada, a mais-valia associada à parcela alienada deve ser incluída no custo da operação ao apurar-se o ganho ou a perda na alienação. A mais-valia alienada nessas circunstâncias é apurada com base nos valores proporcionais da parcela alienada em relação à unidade geradora de caixa mantida. PÁGINA: 31 de 66

34 Notas Explicativas 2.5. Moeda funcional e de apresentação As demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia são apresentadas em milhares de reais, sendo a sua moeda funcional o Real (R$) Utilização de julgamentos, estimativas e premissas contábeis significativas Julgamentos: a preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia requer que a Administração faça julgamentos e estimativas e adote premissas que afetam os valores apresentados de receitas, despesas, ativos e passivos, bem como as divulgações de passivos contingentes, na data-base das demonstrações financeiras. Estimativas e premissas: as principais premissas relativas a fontes de incerteza nas estimativas futuras e outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data das demonstrações financeiras, envolvendo risco de causar um ajuste significativo no valor contábil dos ativos e passivos no próximo exercício financeiro são discutidos a seguir: Custos orçados: são regularmente revisados, conforme a evolução das obras, e os ajustes com base nesta revisão são refletidos nos resultados da Companhia de acordo com o método contábil utilizado; Tributos e demandas administrativas ou judiciais: a Companhia e suas controladas e controladas em conjunto estão sujeitas no curso normal de seus negócios a investigações, auditorias, processos judiciais e procedimentos administrativos em matérias cível, tributária, trabalhista, ambiental, societária e direito do consumidor, entre outras. Dependendo do objeto das investigações, processos judiciais ou procedimentos administrativos que seja movido contra a Companhia e suas controladas, podem ser adversamente afetados, independente do respectivo resultado final. Com base na sua melhor avaliação e estimativa, suportada por seus consultores jurídicos, a Companhia avalia a necessidade de reconhecimento de provisão; A Companhia e suas controladas estão sujeitas à fiscalização por diferentes autoridades, incluindo fiscais, trabalhistas, previdenciárias, ambientais e de vigilância sanitária. Não é possível garantir que estas autoridades não autuarão a Companhia e suas controladas, tampouco, que estas autuações não se converterão em processos administrativos e, posteriormente, em processos judiciais, tampouco, o resultado final tanto dos eventuais processos administrativos ou judiciais; Valor justo de instrumentos financeiros: quando o valor justo de ativos e passivos financeiros apresentados no balanço patrimonial não puder ser obtido de mercados ativos, é determinado utilizando técnicas de avaliação, incluindo o método de fluxo de caixa descontado. Os dados para esses métodos se baseiam naqueles praticados no mercado, quando possível, contudo, quando isso não for viável, um determinado nível de julgamento é requerido para estabelecer o valor justo. O julgamento inclui considerações sobre os dados utilizados, como por exemplo, risco de liquidez, risco de crédito e volatilidade. Mudanças nas premissas sobre esses fatores poderiam afetar o valor justo apresentado dos instrumentos financeiros. PÁGINA: 32 de 66

35 Notas Explicativas Avaliação do valor recuperável de ativos ( impairment test ): a Companhia revisa o valor contábil de seus ativos tangíveis e intangíveis com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável dos ativos não financeiros. Quando essas evidências são identificadas, e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída provisão para deterioração ajustando o valor contábil líquido ao valor recuperável. Os principais grupos de contas sujeitas à avaliação de recuperabilidade são: imóveis a comercializar, investimentos, imobilizado e intangível. Quando a perda por redução ao valor recuperável é revertida subsequentemente, ocorre o aumento do valor contábil do ativo para a estimativa revisada de seu valor recuperável, desde que não exceda o valor contábil que teria sido determinado, caso nenhuma perda por redução ao valor recuperável tivesse sido reconhecida para o ativo em exercícios anteriores. A reversão da perda por redução ao valor recuperável é reconhecida imediatamente no resultado. Em 31 de dezembro de 2014, não foram identificados indicadores de perda de valores dos ativos tangíveis e intangíveis da Companhia e suas controladas e controladas em conjunto Instrumentos financeiros Os instrumentos financeiros são inicialmente reconhecidos pelo valor justo líquido dos custos diretamente atribuíveis, a partir da data em que a Companhia se torna parte das disposições contratuais dos instrumentos financeiros e incluem, principalmente, caixa e equivalentes de caixa, aplicações financeiras, contas a receber, títulos a receber, partes relacionadas, empréstimos e financiamentos, fornecedores, terrenos a pagar e contas a pagar. Posteriormente ao reconhecimento inicial, os instrumentos financeiros são mensurados conforme descritos a seguir: a) Empréstimos e recebíveis Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros não derivativos, com pagamentos fixos e determináveis, não cotados em um mercado ativo. Após a mensuração inicial, esses ativos financeiros são contabilizados ao custo amortizado, utilizando o método de juros efetivos (taxa de juros efetiva), menos perda por redução ao valor recuperável. O custo amortizado é calculado levando em consideração qualquer desconto ou prêmio na aquisição e taxas ou custos incorridos. PÁGINA: 33 de 66

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