CODECISÃO E CONCILIAÇÃO. Guia sobre o Parlamento Europeu enquanto colegislador no âmbito do processo legislativo ordinário.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CODECISÃO E CONCILIAÇÃO. Guia sobre o Parlamento Europeu enquanto colegislador no âmbito do processo legislativo ordinário."

Transcrição

1 CODECISÃO E CONCILIAÇÃO Guia sobre o Parlamento Europeu enquanto colegislador no âmbito do processo legislativo ordinário Dezembro de 2014 Direção-Geral das Políticas Internas da União Direção da Coordenação Legislativa e da Conciliação Unidade da Conciliação e da Codecisão PT

2

3 PREFÁCIO Saudamos o Guia da Codecisão e Conciliação, preparado pela Unidade da Conciliação e da Codecisão (CODE) para a oitava legislatura. O objetivo do presente Guia é explicar a forma como o Parlamento organiza os seus trabalhos na codecisão, incluindo na fase de conciliação, oferecendo informações práticas sobre este procedimento essencial, em que o Parlamento e o Conselho deliberam em conjunto e em pé de igualdade para adotar legislação europeia, sob proposta e com a participação da Comissão. Com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, a codecisão entrou numa nova era. Não só é oficialmente denominada de «processo legislativo ordinário», mas tornou-se também a regra geral para a aprovação de legislação ao nível europeu. Em paralelo, a frequência das negociações informais em trílogo aumentou consideravelmente nos últimos anos. Por isso, é essencial para o Parlamento que os seus deputados estejam bem familiarizados com o modo como o processo de codecisão e as negociações interinstitucionais funcionam e como poderão maximizar a sua contribuição para a adoção de legislação da UE. Este Guia pretende responder a estas necessidades, oferecendo informação prática e o material de fundo necessário para ajudar os deputados a preparar a sua participação em todas as etapas do processo de codecisão, descrevendo e clarificando o papel das negociações interinstitucionais em trílogo durante o processo legislativo e dos principais atores institucionais que nele participam. Oferece ainda uma perspetiva geral sobre outros processos importantes em que o Parlamento participa e as estatísticas mais relevantes em matéria de processo de codecisão. Recomendamos o presente Guia a todos quantos estejam implicados ou interessados no trabalho do Parlamento enquanto colegislador. Antonio TAJANI Sylvie GUILLAUME Alexander Graf LAMBSDORFF Vice-Presidentes responsáveis pela conciliação

4

5 ÍNDICE INTRODUÇÃO: DA CODECISÃO AO PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO...1 O PROCESSO LEGISLATIVO Apresentação de uma proposta legislativa Fase de primeira leitura Fase de segunda leitura Fase de conciliação e terceira leitura Negociações interinstitucionais Regimento do Parlamento no que toca às negociações Assinatura e publicação do texto aprovado...24 INTERVENIENTES PRINCIPAIS E RESPETIVOS PAPÉIS NO PROCESSO DE CODECISÃO A Comissão O Conselho O Parlamento Outros atores institucionais...31 OUTROS PROCESSOS EM QUE O PARLAMENTO PARTICIPA Atos delegados e atos de execução Processo de aprovação Processo de consulta A CODECISÃO EM NÚMEROS DOCUMENTOS E LIGAÇÕES ÚTEIS ANEXOS Artigo 294.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia Lista de bases jurídicas previstas no Tratado de Lisboa que prescrevem o processo legislativo ordinário Declaração comum sobre as regras práticas do novo processo de codecisão de 13 de junho de 2007 (artigo 251.º do Tratado CE) Artigos 67.º a 72.º sobre a Conciliação Artigos 73º e 74º sobre as negociações interinstitucionais nos processos legislativos: decisão sobre a abertura de negociações Ordem do exercício da presidência do Conselho... 60

6 1. INTRODUÇÃO: DA CODECISÃO AO PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO Com o Tratado de Lisboa, a codecisão tornou-se oficialmente o «processo legislativo ordinário» (artigo 294.º TFUE1) e a regra geral para aprovar legislação ao nível da União Europeia, abrangendo a grande maioria dos domínios de intervenção da União2. A codecisão baseia-se no princípio da paridade entre o Parlamento Europeu diretamente eleito, que representa os cidadãos da União, e o Conselho, que representa os Governos dos Estados-Membros. Com base numa proposta da Comissão, os dois colegisladores legislam em conjunto, com igualdade de direitos e obrigações. Nenhum pode aprovar legislação sem o assentimento do outro e os dois colegisladores têm que aprovar um texto idêntico. Este guia pretende oferecer uma perspetiva prática do processo de codecisão enquanto principal processo legislativo para a aprovação de legislação da União3. Na primeira parte, as várias etapas do processo são descritas conforme estipulado no Tratado de Lisboa: primeira leitura, segunda leitura e terceira leitura (conciliação). Uma parte separada é dedicada às negociações interinstitucionais. A terceira parte é dedicada aos vários intervenientes no processo de codecisão. Por fim, o guia termina com uma breve perspetiva sobre os outros processos relevantes em que o Parlamento intervém. Marcos importantes: da codecisão ao processo legislativo ordinário Tratado de Maastricht, novembro de 1993: introdução do processo de codecisão que abrangeu um número limitado de domínios legislativos (principalmente o mercado interno). Tratado de Amesterdão, maio de 1999: simplificação do processo de codecisão, permitindo concluir os acordos em primeira leitura. Alargamento do seu âmbito a mais de 40 bases jurídicas (incluindo transportes, ambiente, justiça e assuntos internos, emprego e assuntos sociais). Tratado de Nice, fevereiro de 2003: alargamento do âmbito do processo de codecisão a outros domínios. Tratado de Lisboa, dezembro de 2009: a codecisão tornou-se oficialmente o «processo legislativo ordinário», cobrindo 85 domínios de intervenção da União (incluindo agricultura, pescas e política comercial comum). Declaração Comum, 1999/2007: adotada em 1999, estabelece as regras práticas sobre o funcionamento do processo de codecisão. Revista em , reconhece explicitamente a importância do «sistema do trílogo» durante o processo de codecisão. Tratado da União Europeia (adiante designado «TUE») e o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (adiante designado «TFUE»). Cf. anexo 7.1 para o artigo 294.º TFUE. 2 No anexo 7.2 figura uma lista completa das 85 bases jurídicas sujeitas ao processo legislativo ordinário. 3 Por questões práticas, neste guia será utilizado o termo «codecisão». 4 Declaração comum do Parlamento Europeu, do Conselho e da Comissão, de 13 de junho de 2007, sobre as regras práticas do processo de codecisão. O texto encontra-se transcrito na íntegra no anexo

7 2. O PROCESSO LEGISLATIVO O processo legislativo ordinário (artigo 294.º TFUE) passo-a-passo 1 ª leitura Proposta da Comissão ao Parlamento e ao Conselho Primeira leitura do Parlamento: aprova a proposta sem alterações Primeira leitura do Parlamento: aprova alterações à proposta 1.ª LEITURA PE Primeira leitura do Conselho: aprova a posição do Parlamento sem alterações Primeira leitura do Conselho: aprova alterações à posição do Parlamento Primeira leitura do Conselho: aprova a posição do Parlamento 1.ª LEITURA Conselho Ato aprovado Ato aprovado 2 ª leitura Segunda leitura do Parlamento: aprova a posição do Conselho sem alterações Segunda leitura do Parlamento: aprova alterações à posição do Conselho O Parlamento rejeita a posição do Conselho 2.ª LEITURA PE Ato aprovado Ato não aprovado Segunda leitura do Conselho: aprova as alterações do Parlamento Ato aprovado Segunda leitura do Conselho: não aprova todas as alterações do Parlamento 2.ª LEITURA Conselho 3 ª leitura O Comité de Conciliação reúne-se para obter um acordo Acordo no Comité de Conciliação Sem acordo no Comité de Conciliação 3.ª LEITURA PE + Conselho Terceira leitura: Projeto comum não aprovado pelo Parlamento nem/ou pelo Conselho Terceira leitura: projeto comum aprovado pelo Parlamento e pelo Conselho Ato não aprovado Ato não aprovado Ato aprovado

8 Os principais intervenientes do Parlamento e do Conselho durante o processo de codecisão Parlamento Prepara o projeto de relatório da comissão competente e conduz o dossiê nas várias etapas do processo, incluindo as negociações interinstitucionais Relator Nomeado pelo grupo político a que o dossiê foi atribuído após decisão dos coordenadores da comissão competente, confirmada pela comissão competente na sua íntegra Coordenam as alterações que exprimem os pontos de vista dos Relatoresgrupos políticos diferentes dos do relator sombra Nomeados por cada um dos restantes grupos políticos Preside e, juntamente com o relator, conduz as negociações Presidente da interinstitucionais comissão Eleito pela comissão Vice Conduz negociações interinstitucionais durante a fase de Presidente conciliação, juntamente com o relator responsável Três dos 14 Vice-Presidentes são responsáveis pela conciliação e pela são nomeados por mandatos de dois anos e meio renováveis conciliação Conselho Conduz a proposta ao longo das várias fases do processo, incluindo as negociações interinstitucionais em nome da Presidência Presidente do do Conselho grupo de Os grupos de trabalho são compostos por representantes dos trabalho Estados-Membros responsáveis por um domínio específico e são normalmente presididos por um representante do Estado-Membro que exerce a Presidência do Conselho Discute aspetos importantes da proposta e adota o mandato para negociações interinstitucionais O seu Presidente, o Representante Permanente (Adjunto) do Estado-Membro que exerce a Presidência do Conselho, pode representar o Conselho em negociações COREPER I e II Composto pelos Representantes Permanentes (COREPER II) ou pelos respetivos Adjuntos (COREPER I) e presidido pelo Representante Permanente (Adjunto) do Estado-Membro que exerce a Presidência Discute excecionalmente os aspetos importantes dos processos legislativos em curso. O Ministro representa o Conselho na conciliação e, excecionalmente, nas negociações em primeira ou Conselho / segunda leitura Ministro O Conselho reúne sob várias composições, de acordo com o assunto em discussão. É composto pelos Ministros dos EstadosMembros responsáveis pela matéria específica e presidido pelo Ministro do Estado-Membro que exerce a Presidência do Conselho 3

9 2.1. Apresentação de uma proposta legislativa O processo de codecisão tem início com uma proposta legislativa da Comissão, aprovada pelo Colégio de Comissários, com base num processo escrito ou oral. A Comissão detém o «direito de iniciativa», ou seja a prerrogativa de propor legislação ao nível da União (artigo 17.º TUE). Contudo, cumpre salientar que, em casos específicos previstos nos Tratados, uma proposta de ato legislativo pode ser submetida ao processo legislativo ordinário por iniciativa de um grupo de EstadosMembros, por recomendação do Banco Central Europeu ou a pedido do Tribunal de Justiça (artigo 294.º, n.º 15, TFUE)5. O Parlamento e o Conselho, ao abrigo, respetivamente, do artigo 225.º e do artigo 241.º do TFUE, podem solicitar à Comissão que apresente propostas adequadas para realizar os objetivos do Tratado. Do mesmo modo, uma iniciativa de cidadania pode convidar a Comissão a apresentar propostas adequadas para aplicar os Tratados, nos termos dos artigos 11.º do TUE e 24.º do TFUE6. A proposta legislativa da Comissão (de regulamento, diretiva ou decisão) é simultaneamente transmitida ao Parlamento e ao Conselho e, se necessário, aos parlamentos nacionais e ao Comité Económico e Social e ao Comité das Regiões7. ATOS LEGISLATIVOS Atos legislativos (artigo 288.º TFUE) Diretiva Regulamento Decisão Adotados por processo legislativo (codecisão, aprovação ou consulta), artigo 289.º do TFUE. Uma «diretiva» é um ato legislativo que estabelece um objetivo a ser alcançado pelos Estados-Membros da UE. Contudo, cabe a cada Estado-Membro decidir o modo de transposição da diretiva para a respetiva legislação. Um «regulamento» é um ato legislativo com aplicação geral e obrigatório em todos os seus elementos. É diretamente aplicável em toda a UE. Uma «decisão» é obrigatória em todos os seus elementos para os seus destinatários (por exemplo, um, vários ou todos os Estados-Membros ou uma pessoa coletiva) e é diretamente aplicável. Por exemplo: um quarto dos Estados-Membros pode iniciar um processo legislativo no domínio da cooperação policial e judiciária em matéria penal (artigo 76.º TFUE); os estatutos e a legislação complementar relativa aos estatutos do Sistema Europeu de Bancos Centrais e do Banco Central Europeu podem ser alterados por meio do processo legislativo ordinário, sob recomendação do Banco Central Europeu (artigo 40.º do Protocolo n.º 4); podem ser criados tribunais especializados, adstritos ao Tribunal Geral, através do processo legislativo ordinário, a pedido do Tribunal de Justiça (artigo 257.º, n.º 1, do TFUE). 6 A Comissão não é obrigada a propor legislação na sequência de uma iniciativa de cidadania. Deve, contudo, expor numa comunicação as suas conclusões políticas e jurídicas e explicar as medidas que tenciona tomar (caso pretenda tomar alguma) e os motivos. 7 Cf. ponto 3.4, para uma descrição do papel dos parlamentos nacionais, do Comité Económico e Social e do Comité das Regiões. 5 4

10 2.2. Fase de primeira leitura Na primeira leitura, o Parlamento e o Conselho analisam em paralelo a proposta da Comissão. Contudo, o Parlamento deve intervir primeiro, aprovando a proposta da Comissão sem alterações, alterando-a, nomeadamente na sequência de um acordo em primeira leitura, ou rejeitando-a. Após o Parlamento ter adotado a sua posição, o Conselho pode decidir aceitar a posição do Parlamento, o que significa que o ato legislativo é aprovado, ou alterá-la e transmitir a sua posição em primeira leitura ao Parlamento para uma segunda leitura. O Parlamento e o Conselho podem chegar a um acordo informal em qualquer momento, o que conduz a um acordo em primeira leitura (se um texto de compromisso for aprovado antes da votação do Parlamento em primeira leitura) ou a um acordo no início da segunda leitura (se um texto de compromisso for aprovado antes da votação do Conselho em primeira leitura).8 Durante toda a fase de primeira leitura, nem ao Parlamento nem ao Conselho é imposto qualquer prazo para a conclusão da sua primeira leitura. A primeira leitura do Parlamento Fase de apreciação em comissão No Parlamento, a proposta é remetida pelo Presidente à comissão competente para apreciação (comissão competente quanto à matéria de fundo)9. A análise de uma proposta da Comissão durante a fase de apreciação em comissão pode também envolver várias comissões, segundo o processo de comissões encarregadas de emitir parecer (artigo 53.º do Regimento do Parlamento, comissões associadas (artigo 54.º do Regimento) ou reuniões e votações conjuntas das comissões (artigo 55.º do Regimento). Para mais informações sobre os acordos em primeira e segunda leitura, ver o ponto 2.5. As propostas são atribuídas com base nas competências respetivas das comissões, que se encontram descritas no anexo VI do Regimento do Parlamento. As outras comissões parlamentares podem contestar a atribuição de uma proposta à comissão competente quanto à matéria de fundo: nesse caso, o conflito de competências é dirimido por uma decisão da Conferência dos Presidentes, com base numa recomendação da Conferência dos Presidentes das Comissões

11 Participação de várias comissões durante a codecisão Comissão competente quanto à matéria de fundo É a comissão responsável pelos trabalhos preparatórios da sessão plenária, preparando relatórios legislativos e de iniciativa, resoluções ou perguntas escritas. Comissão encarregada de emitir parecer (artigo 53.º do Regimento) Qualquer comissão pode emitir parecer sobre as matérias da sua competência, por iniciativa própria ou a pedido da comissão competente quanto à matéria de fundo. Comissão associada (artigo 54.º do Regimento) Comissão mista Artigo 55.º do Regimento Se a Conferência dos Presidentes entender que uma determinada matéria se enquadra quase em igual medida na esfera de competências de duas ou mais comissões, ou que diferentes partes da matéria são da competência de duas ou mais comissões, essas comissões serão «associadas» e cooperarão de acordo com regras específicas. Quando o assunto se enquadra quase em igual medida na esfera de competências de duas ou mais comissões e releva de grande importância, a Conferência dos Presidentes pode decidir que duas ou mais comissões trabalharão como comissões mistas. Neste caso, as comissões realizam reuniões conjuntas e uma votação conjunta de um único projeto de relatório. A comissão competente quanto à matéria de fundo nomeia um «relator» cuja tarefa principal é orientar a proposta durante as várias fases do processo e as negociações com o Conselho e a Comissão, se pertinente. O relator aconselha a comissão (durante a apreciação no seio da comissão) e o Parlamento em geral (na fase da apreciação em sessão plenária) quanto à abordagem geral a adotar em relação à proposta da Comissão. O relator é responsável por preparar o «projeto de relatório» da comissão e, enquanto tal, é o primeiro deputado a propor alterações à proposta da Comissão. Os outros grupos políticos designam «relatores-sombra» para representarem a sua posição sobre a proposta, embora as alterações possam ser apresentadas por qualquer deputado ao Parlamento. O relator e os relatores-sombra são assistidos pelo secretariado da comissão pertinente, os funcionários dos grupos políticos, os respetivos assistentes parlamentares, o Serviço Jurídico, a Unidade CODE, os juristas-linguistas responsáveis e outros serviços pertinentes. Durante a fase de apreciação em comissão, não raramente organizam-se audições com peritos ou encomendam-se estudos ou avaliações de impacto. O projeto de relatório e as alterações são posteriormente discutidas em comissão, durante uma ou várias das suas reuniões. Com frequência, antes da votação da comissão, realizam-se debates informais entre o relator e os relatores-sombra, num 6

12 esforço de concertar ao máximo as posições dos vários grupos políticos. Estes debates são normalmente realizados durante as denominadas «reuniões-sombra». Deles pode resultar a apresentação das denominadas «alterações de compromisso» que são depois submetidas a votação, visando reagrupar um certo número de alterações ou servir como alternativa às alterações contraditórias. A comissão competente quanto à matéria de fundo aprova por maioria simples o seu relatório, que assume a forma de alterações à proposta da comissão. A Comissão está normalmente presente durante os debates em comissão e, numa das reuniões em que o relatório é discutido ou antes da votação, pode ser convidada a manifestar-se sobre as alterações propostas. O Conselho também está presente, podendo igualmente ser convidado a comentar. Se existir uma intenção comum dos colegisladores de concluir um determinado dossiê em primeira leitura, as negociações informais com o Conselho e a Comissão podem começar após a votação do relatório pela comissão. Nestes casos, o relatório constitui normalmente o mandato de negociação do Parlamento e qualquer acordo posteriormente alcançado pelos colegisladores deverá ser apresentado à comissão para apreciação e aprovação10. Votação em comissão: votação por braços erguidos (esq.) e votação nominal (dt.) União Europeia Parlamento Europeu Fase de apreciação em sessão plenária Quando a comissão competente quanto à matéria de fundo aprova o seu relatório sob a forma de alterações à proposta da Comissão e a respetiva resolução legislativa (incluindo, se necessário, um conjunto de alterações que refletem acordos em primeira leitura negociados com o Conselho), o relatório é apresentado para votação em plenário (artigo 169.º do Regimento). Frequentemente, a votação de dossiês legislativos importantes em sessão plenária é precedida de um debate na fase de apreciação em sessão plenária. Neste tipo de debates e antes da votação, o Presidente do Parlamento pode pedir à Comissão e ao Conselho para indicarem a sua 10 Para as regras relativas à adoção dos mandatos de negociação no Parlamento, ver o ponto

13 posição sobre as alterações propostas.11 Na fase de apreciação em sessão plenária, podem ser apresentadas alterações adicionais, mas unicamente pela comissão competente, por um grupo político ou por um mínimo de 40 deputados. O Parlamento, deliberando por maioria simples (ou seja, por maioria dos membros que participam na votação), adota a sua primeira leitura da proposta da Comissão sob a forma de uma resolução legislativa: pode rejeitar integralmente a proposta12, aprová-la sem alterações ou, o que acontece mais frequentemente, aprová-la com alterações. Uma vez concluída a primeira leitura pelo Parlamento, a Comissão pode adotar uma «proposta de alteração» incorporando as alterações do Parlamento que pode aceitar, de acordo com a posição expressa pela Comissão em sessão plenária antes da votação do Parlamento em primeira leitura. Se a posição do Parlamento em primeira leitura refletir um acordo obtido em negociações interinstitucionais, a posição (e o acordo) em primeira leitura é subsequentemente transmitida(o) ao Conselho, que a(o) adota sem alterações na sua posição em primeira leitura. O processo legislativo é assim concluído nesta fase. Maiorias: No Parlamento Maioria simples: Maioria dos votos expressos Maioria absoluta: Maioria dos membros que o compõem (para uma sessão plenária, atualmente 376 de 751 votos) No Conselho Maioria simples: Maioria qualificada: Unanimidade: Quinze Estados-Membros a favor 55 % dos Estados-Membros a favor (ou seja, 16 Estados-Membros) representando pelo menos 65 % da população da UE13 Todos os Estados-Membros que participam na votação votam a favor (a abstenção não impede a aprovação por unanimidade) Após a aprovação de alterações, o relator ou o presidente da comissão competente quanto à matéria de fundo pode pedir o adiamento da votação da resolução legislativa e que a matéria seja devolvida à comissão competente para reapreciação. 12 O Tratado não prevê explicitamente a possibilidade de o Parlamento rejeitar a proposta em primeira leitura, ao contrário do que se verifica na segunda leitura (artigo 247.º, n.º 7, alínea b), do TFUE). O Parlamento entendeu que a rejeição de uma proposta da Comissão em primeira leitura é possível. O Parlamento rejeitou assim algumas propostas em primeira leitura (por exemplo, a proposta sobre as estatísticas europeias relativas à proteção contra a criminalidade). Todavia, a rejeição de uma proposta da Comissão continua a ser excecional. 13 Esta regra da «maioria dupla» entrou em vigor em 1 de novembro de Até lá, e desde 1 de julho de 2013, uma maioria qualificada correspondeu a 260 votos a favor (de um total de 352) votos expressos por pelo menos 15 Estados-Membros. 11 8

14 Sessão plenária em Estrasburgo. - União Europeia Parlamento Europeu Primeira leitura do Conselho De forma semelhante ao Parlamento, após ter recebido uma proposta da Comissão, o Conselho começa os seus trabalhos preparatórios. A proposta é remetida para o grupo de trabalho pertinente, para discussão14. A análise da proposta no grupo de trabalho relevante pode coincidir com a análise da mesma proposta pelo Parlamento. Quando as discussões atingem um ponto de maturidade suficiente no grupo e, em função da sensibilidade ou importância do dossiê em causa, as discussões podem ter início ou continuar no COREPER e, mais raramente, ao nível do Conselho. O COREPER também adota o mandato de negociação, tendo em conta as futuras negociações interinstitucionais15. Se o Conselho, deliberando por maioria qualificada, aprovar todas as alterações do Parlamento (por exemplo, no caso de um acordo em primeira leitura16), ou se o Parlamento tiver aprovado a proposta sem alterações, o Conselho pode aprovar o ato em primeira leitura. Se o Conselho não puder aceitar por completo o resultado da primeira leitura do Parlamento, adota a sua posição em primeira leitura (anteriormente conhecida como «posição comum») e comunica-o ao Parlamento, por forma a prosseguir para a segunda leitura. O Conselho informa o Parlamento sobre os Em EN, os grupos são designados de «working parties» ou ainda de «working groups»: os dois termos designam o mesmo organismo do Conselho. 15 Para mais informações sobre as negociações interinstitucionais, ver o ponto Cf. ponto

15 motivos que presidiram à aprovação da sua posição. A Comissão comunica ao Parlamento Europeu a sua posição. Durante a primeira e a segunda leituras, o Conselho só pode, em princípio, alterar a proposta da Comissão por unanimidade. Contudo, na prática, para facilitar um acordo por maioria qualificada no Conselho, a Comissão altera com frequência a sua proposta imediatamente antes da adoção da posição do Conselho17. Reunião no Conselho. União Europeia, Fase de segunda leitura Quando o Parlamento recebe formalmente a posição do Conselho em primeira leitura, começa a segunda leitura. Na segunda leitura, o Parlamento pode aprovar, rejeitar ou alterar a posição do Conselho em primeira leitura, geralmente em quatro meses a contar do seu anúncio em sessão plenária. Se, até ao termo deste prazo, o Parlamento não tomar qualquer decisão, o ato é considerado aprovado em conformidade com a posição do Conselho em primeira leitura. Embora não explicitamente prevista no Tratado, a possibilidade de o Conselho, deliberando por maioria qualificada, rejeitar a proposta da Comissão na globalidade é amplamente aceite. Contudo, na prática, o Conselho normalmente não rejeita as propostas da Comissão. Pelo contrário, e por oposição ao Parlamento, não começa ou não continua a trabalhar nas propostas da Comissão pertinentes, de forma a manter esses dossiês bloqueados. Por outro lado, a Comissão pode decidir, em qualquer momento da primeira leitura, retirar ou alterar a sua proposta (artigo 293.º, n.º 2, do TFUE)

16 Se o Parlamento tiver adotado a sua posição em primeira leitura sem um acordo com o Conselho, continua a existir uma possibilidade de acordo antes da segunda leitura do Parlamento: é o denominado «acordo em segunda leitura antecipada». Neste caso, as negociações interinstitucionais têm lugar após a votação em primeira leitura em sessão plenária. O Conselho aprova então formalmente o resultado dessas negociações como sua posição em primeira leitura e transmite-a ao Parlamento. O Parlamento finaliza então os procedimentos, aprovandocomo sua posição em segunda leitura, a posição do Conselho em primeira leitura sem alterações. O processo legislativo é assim concluído nesta fase. Na segunda leitura, os dois colegisladores são obrigados a cumprir os limites de tempo impostos pelo Tratado: cada um dos colegisladores dispõe de três meses prorrogáveis por um mês. Segunda leitura do Parlamento Fase de apreciação em comissão O relator (normalmente o mesmo deputado que concebeu o relatório em primeira leitura) prepara um projeto de «recomendação» para a comissão competente (a mesma comissão competente da primeira leitura). O projeto de recomendação inclui as alterações propostas pelo relator. Qualquer membro efetivo ou suplente da comissão competente pode apresentar alterações adicionais. No entanto, em segunda leitura, podem aplicar-se certas restrições à admissibilidade de alterações. Em particular, nos termos do artigo 69.º do Regimento, as alterações só poderão ser consideradas admissíveis se visarem: repor total ou parcialmente a posição do Parlamento em primeira leitura, ou obter um compromisso entre as posições do Parlamento e do Conselho, ou alterar uma parte da posição do Conselho em primeira leitura que não figurava na proposta inicial ou cujo teor era diferente, ou ter em conta um facto ou uma nova situação jurídica ocorridos desde a primeira leitura (por exemplo, uma mudança da orientação política após as eleições para o Parlamento Europeu). O Presidente da comissão competente e o Presidente do Parlamento decidem sobre a admissibilidade das alterações em comissão e em sessão plenária, respetivamente: a sua decisão é irrecorrível (artigo 69.º do Regimento). Em segunda leitura, as comissões encarregadas de emitir parecer ou associadas não desempenham nenhuma função. Contudo, o processo de reuniões conjuntas das comissões ainda se aplica. Tal como na primeira leitura, o projeto de recomendação e as alterações apresentadas pelos deputados, exceto pelo relator, podem ser alvo de discussões informais entre o 11

17 relator e os relatores-sombra, por forma a conciliar ao máximo as posições, podendo conduzir a alterações de compromisso posteriormente submetidas a votação. A comissão competente decide por maioria simples dos seus membros (ou seja, a maioria dos votos expressos). Após a votação na comissão competente, a recomendação é apresentada para votação em sessão plenária (onde é necessária a maioria absoluta para a rejeição ou aprovação de alterações - cf.. infra. Se os colegisladores, de uma forma comum, pretenderem concluir um determinado dossiê em segunda leitura, as negociações informais com o Conselho e a Comissão iniciam-se após a votação do projeto de recomendação em segunda leitura pela comissão. Tendo em conta os prazos da segunda leitura, os contactos informais começam normalmente antes da votação em comissão. Fase de apreciação em sessão plenária A recomendação para segunda leitura, na versão adotada em comissão, ou, no caso de um acordo em segunda leitura, o texto do acordo sob a forma de alterações é apresentado para votação em sessão plenária. Em sessão plenária podem ser apresentadas alterações adicionais, mas unicamente pela comissão competente, por um grupo político ou por um mínimo de 40 deputados. Antes da votação em sessão plenária, o Presidente do Parlamento poderá solicitar à Comissão que dê a conhecer a sua posição e ao Conselho que apresente as suas observações. O Parlamento pode aprovar a posição do Conselho em primeira leitura sem alterações (como resultado de um acordo no início da segunda leitura ou porque as alterações propostas não foram adotadas em sessão plenária). Tal requer o apoio de uma maioria simples dos deputados ao Parlamento (ou seja, uma maioria dos deputados que participam na votação). O Parlamento pode adotar alterações à posição do Conselho em primeira leitura: todas as alterações devem ser aprovadas por maioria absoluta dos deputados. Por fim, o Parlamento pode rejeitar a posição do Conselho em primeira leitura por maioria absoluta dos deputados ao Parlamento (ou seja, pelo menos 376 votos a favor, de um total possível de 751). Se o Parlamento aprovar ou rejeitar a posição do Conselho em primeira leitura, o processo legislativo fica concluído. Em caso de rejeição, só pode ser reiniciado por uma nova proposta da Comissão. 12

18 Segunda leitura do Conselho Após o Parlamento ter concluído a sua segunda leitura e ter transmitido a sua posição ao Conselho, este dispõe de mais três meses (quatro, se tiver sido pedida uma prorrogação) para concluir a sua segunda leitura. Na segunda leitura, o Conselho pode aprovar as alterações do Parlamento por maioria qualificada ou por unanimidade, se a Comissão se opuser a uma alteração do Parlamento. Neste caso, o ato é adotado. Se o Conselho não aceitar todas as alterações do Parlamento, o Comité de Conciliação é convocado, nos termos do Tratado Fase de conciliação e terceira leitura A conciliação consiste em negociações entre o Parlamento e o Conselho no âmbito do Comité de Conciliação, com vista a alcançar um acordo sob a forma de um «projeto comum». O Comité de Conciliação é constituído por duas delegações: a delegação do Conselho, composta por um representante de cada EstadoMembro (Ministros ou os respetivos representantes) e a delegação do Parlamento, composta de igual número de membros. Desta forma, o Comité de Conciliação consiste em 56 (28+28) membros. A Comissão é representada pelo Comissário responsável pelo dossiê e está incumbida de todas as iniciativas necessárias para concertar as posições do Parlamento e do Conselho. O Comité de Conciliação deve ser convocado num prazo de seis semanas (ou oito, caso se tenha aprovado uma prorrogação) após o Conselho ter concluído a segunda leitura e ter notificado oficialmente o Parlamento de que não pode aceitar todas as alterações apresentadas por este último em segunda leitura. O Comité de Conciliação é formado especificamente para cada proposta legislativa que requeira conciliação e dispõe de seis semanas (ou oito, se o prazo for prorrogado) para alcançar um acordo geral sob a forma de um «projeto comum». Na prática, tendo em conta os prazos relativamente curtos para chegar a um acordo, as negociações informais começam geralmente antes de o Comité de Conciliação se reunir formalmente.18 Se o Comité de Conciliação não chegar a acordo, ou se o Parlamento ou o Conselho não aprovar o «projeto comum» em terceira leitura num prazo de seis semanas (ou oito, se se tiver decidido prorrogá-lo), o ato é considerado não aprovado. 18 Cf. ponto 2.5 para mais pormenores sobre as negociações informais. 13

19 Principais diferenças entre as leituras da perspetiva do PE Inexistência de prazos A responsabilidade reside essencialmente nas comissões parlamentares competentes, possibilidade de participação das comissões associadas e encarregadas de emitir parecer 1.ª leitura As alterações à proposta da Comissão podem ser apresentadas em comissão e em sessão plenária; critérios amplos de admissibilidade de alterações O Parlamento decide (aprovar, rejeitar ou alterar a proposta da Comissão) por maioria simples (ou seja, com a maioria dos deputados que participam na votação). Prazos: limite de 3+1 meses para o Parlamento e 3+1 meses para o Conselho A responsabilidade pertence exclusivamente à comissão competente 2.ª leitura As alterações à posição do Conselho podem ser apresentadas na fase das comissões e da sessão plenária; critérios rígidos de admissibilidade de alterações O Parlamento aprova a posição do Conselho por maioria simples em primeira leitura, mas rejeita-a ou altera-a por maioria absoluta Prazos: limite de 24 semanas (3 x 8 semanas), devendo, no máximo, 8 dessas semanas ser dedicadas à conciliação enquanto tal Conciliação e terceira leitura A responsabilidade principal é da Delegação do Parlamento ao Comité de Conciliação Não são permitidas alterações em terceira leitura: o Parlamento aprova ou rejeita o «projeto comum» na sua globalidade, por maioria simples, numa única votação. Conciliação A fase preliminar Mal se aperceba de que não pode aceitar as alterações do Parlamento, o Conselho informa o Parlamento a esse respeito e iniciam-se contactos informais entre as três instituições. O Secretariado da Conciliação e da Codecisão («CODE»), ou seja a unidade administrativa do Parlamento responsável, entre outras matérias, pela conciliação, inicia os preparativos para a designação da delegação do PE ao Comité de Conciliação, por forma a que este reúna o mais rapidamente possível, no prazo estabelecido pelo Tratado. O secretariado CODE assiste a delegação do PE durante o processo de conciliação, trabalhando em estreita cooperação com o secretariado da 14

20 comissão parlamentar relevante e com o Serviço Jurídico, os juristas-linguistas, o Serviço de Imprensa e outros serviços relevantes do Parlamento. Composição e designação da delegação do Parlamento Cada delegação do PE ao Comité de Conciliação é presidida por um dos três VicePresidentes do Parlamento responsáveis pela conciliação: decidem entre si quem será responsável por que processos de conciliação. O relator e o Presidente da(s) comissão(/comissões) competente(s) são também membros ex officio da delegação. Os restantes membros da delegação (normalmente 25)19 são designados por cada grupo político para cada processo de conciliação em particular20. Na sua maioria, fazem parte da comissão competente, das comissões encarregadas de emitir parecer ou das comissões associadas. Os grupos políticos devem também nomear igual número de membros suplentes, que possam estar presentes em todas as reuniões da delegação e do comité de conciliação. Tal como nas comissões parlamentares, podem participar nos debates, mas só votam se substituírem um membro efetivo. Reunião constitutiva da delegação do Parlamento A delegação do Parlamento realiza normalmente a sua reunião constitutiva em Estrasburgo, durante a sessão plenária. Em casos excecionais, é possível substituir a reunião constitutiva por uma carta do presidente da delegação aos respetivos membros («constituição por processo escrito»). O principal objetivo da reunião constitutiva da delegação do Parlamento consiste em mandatar uma equipa de negociação habitualmente composta pelo vicepresidente, na qualidade de presidente da delegação, pelo presidente da comissão competente e pelo(s) relator(es), para dar início às negociações com o Conselho em reuniões de «trílogo». Nas reuniões constitutivas, tem também lugar uma breve troca de pontos de vista sobre a substância das questões em jogo. A Comissão está presente em todas as reuniões da delegação do Parlamento, por forma a dar a sua opinião sobre possíveis formas de conciliar as posições do Parlamento e do Conselho ou de responder a pedidos de mais informações detalhadas ou «técnicas». Negociações durante a fase de conciliação De acordo com a programação dos trílogos definidos entre o Parlamento e o Conselho no início da conciliação sobre um determinado dossiê, são realizados vários trílogos ao longo do processo de conciliação com o objetivo de obter um acordo O número restante de membros da delegação será inferior se, por exemplo, o processo de conciliação envolver um pacote de dossiês. 20 De forma semelhante à nomeação dos relatores nas comissões, os membros do Comité de Conciliação são nomeados por grupos políticos, com base na fórmula de D'Hondt, após a Conferência de Presidentes ter decidido o número exato de membros do Comité de Conciliação por cada grupo político

21 geral no Comité de Conciliação. Os trílogos durante o processo de conciliação seguem o procedimento normal dos trílogos, conforme descrito no ponto 2.5. Após cada reunião tripartida, a equipa de negociação de cada instituição presta informações à respetiva delegação. O principal objetivo das reuniões das delegações é apreciar as negociações, atualizar o mandato da equipa de negociação e, se necessário, discutir quaisquer textos de compromisso. A delegação dá instruções à equipa de negociação sobre o modo como deve conduzir as negociações. No final do processo, a delegação aprova ou rejeita formalmente o acordo obtido na conciliação. A aprovação do acordo final requer o apoio da maioria absoluta dos membros da delegação (pelo menos 15 votos a favor em 28 votos possíveis). O Comité de Conciliação O Comité de Conciliação, composto por representantes dos 28 Estados-Membros e por 28 deputados ao Parlamento, é reunido pelo Presidente do Parlamento Europeu, juntamente com o Conselho. O Comité é convocado sempre que as posições do Parlamento e do Conselho forem suficientemente próximas para deixar antever uma solução para as questões pendentes. Em todo o caso, o Comité terá de ser convocado com uma antecedência mínima de seis semanas (ou de oito, no caso de ser acordada uma prorrogação), depois de o Conselho ter concluído a segunda leitura, por forma a poder dar formalmente início ao procedimento de conciliação. O Comité de Conciliação dispõe então de seis semanas (ou oito, se o prazo for prorrogado), para alcançar um acordo geral sob a forma de um projeto comum. As reuniões do Comité de Conciliação decorrem geralmente em Bruxelas, alternadamente nas instalações do Parlamento e do Conselho. As suas reuniões são habitualmente agendadas para o final da tarde ou para o princípio da noite, e podem prosseguir até à meia-noite, ou mais tarde. O Vice-Presidente do Parlamento que preside à delegação do PE e o Ministro do Estado-Membro que detém a Presidência do Conselho presidem em conjunto às reuniões do Comité de Conciliação. A Comissão é representada pelo Comissário competente. O principal instrumento de trabalho é o documento de trabalho conjunto de quatro colunas preparado pelos secretariados de conciliação do Parlamento e do Conselho. Normalmente, as noites de conciliação consistem em várias reuniões de trílogo e das respetivas delegações, antes de a reunião do Comité de Conciliação ter lugar. Por vezes, o próprio Comité de Conciliação é interrompido para que as negociações tripartidas clarifiquem o ponto da situação ou para chegar a um compromisso em questões que continuam a ser controversas. Realizam-se também reuniões separadas internas das delegações do Parlamento e do Conselho entre as reuniões de trílogo e as reuniões oficiais do Comité de Conciliação. Essas reuniões são necessárias de modo a informar cada delegação sobre os progressos obtidos em cada etapa da negociação e a atualizar o mandato de negociação. 16

22 A Comissão pode ser convidada a propor textos de compromisso com vista a facilitar um acordo. Por vezes, as declarações de uma ou várias instituições ou relatórios e estudos a serem preparados pela Comissão são utilizados como instrumento para chegar a acordo. Se a obtenção de um acordo na primeira reunião for improvável, poderão ser convocadas outras reuniões, nomeadamente em trílogo dentro do prazo de 6-8 semanas estabelecido pelo Tratado para se chegar a um acordo. A conciliação pode ser concluída por processo escrito, se necessário. Se as duas instituições não chegarem a acordo no Comité de Conciliação, a proposta legislativa é rejeitada na íntegra.21 Reunião do comité de conciliação - União Europeia - Parlamento Europeu Terceira leitura (após o Comité de Comité de Conciliação) Um acordo obtido no Comité de Conciliação deve ser confirmado pelo Parlamento e pelo Conselho num prazo de seis semanas (ou oito, se uma prorrogação tiver sido decidida), desde a aprovação de um projeto comum. Ambas as instituições votam separadamente o projeto comum na versão existente, sem possibilidade de nele introduzirem quaisquer alterações. Desde 1999, registaram-se dois casos em que as delegações do Parlamento e do Conselho não conseguiram alcançar um acordo sobre um projeto comum no Comité de Conciliação («diretiva relativa ao tempo de trabalho» e «regulamento relativo aos novos alimentos»)

23 A votação do projeto comum em sessão plenária é precedida por um debate. Em seguida, o plenário procede à votação do projeto comum. Para a sua aprovação é necessária a maioria simples de votos. Na ausência desta, o projeto comum é rejeitado. O projeto comum terá também de ser aprovado por maioria qualificada pelo Conselho que habitualmente opta por votar depois da terceira leitura do Parlamento22. Deste modo, o projeto comum deve ser aprovado quer pelo Parlamento, quer pelo Conselho, para adquirir força de lei. Se uma destas instituições não aprovar o projeto comum, o processo legislativo cessa e só pode ser reiniciado através de uma nova proposta da Comissão Negociações interinstitucionais Desde o Tratado de Amesterdão, que introduziu a possibilidade de os colegisladores chegarem a acordo em primeira leitura, é possível concluir um processo de codecisão em qualquer leitura.23 Esta prática foi codificada na Declaração Comum sobre as regras práticas do processo de codecisão, de acordo com a qual «as instituições cooperam ao longo do processo, no sentido de aproximarem ao máximo as suas posições, permitindo, se necessário, a aprovação do ato em questão numa fase inicial do processo». A conciliação de posições é obtida por meio de negociações interinstitucionais informais denominadas trílogos. Até à data, o Conselho nunca rejeitou um acordo obtido em conciliação. O Parlamento raramente rejeita os acordos obtidos em conciliação. A título de exemplo, o acordo alcançado sobre a proposta de diretiva relativa às ofertas públicas de aquisição, em 2001, e o acordo sobre a proposta relativa ao acesso ao mercado dos serviços portuários, em Para uma perspetiva histórica, ver o relatório da Conferência sobre «20 anos de codecisão», de 5 de novembro de 2013:

24 Reunião do trílogo - União Europeia - Parlamento Europeu 19

25 Os trílogos explicados Os trílogos são reuniões informais tripartidas sobre propostas legislativas entre representantes do Parlamento, do Conselho e da Comissão. O objetivo destes contactos é chegar a um acordo sobre um pacote de alterações aceitável tanto para o Conselho como para o Parlamento. Podem ser organizados em qualquer fase do processo legislativo e podem conduzir aos denominados acordos em «primeira leitura», «no início da segunda leitura» ou «em segunda leitura», ou a um «projeto comum» durante a conciliação. Os trílogos consistem em negociações políticas, embora possam ser precedidos por reuniões técnicas preparatórias (em que participam peritos das três instituições). Podem incidir sobre questões de planeamento e calendarização ou sobre questões de conteúdo específicas, frequentemente com base em textos de compromisso. O principal instrumento de trabalho é o denominado «documento de quatro colunas»: as primeiras três colunas apresentam as posições de cada uma das três instituições e a última é reservada para as alterações de compromisso. Durante as reuniões do trílogo, que são presididas pelo colegislador que organiza a reunião (o Parlamento ou o Conselho), cada instituição explica a sua posição e procede-se a um debate. A Comissão atua como mediador com o intuito de facilitar a viabilização de um acordo entre os colegisladores. Os participantes nos trílogos agem com base nos mandatos de negociação que lhes são conferidos pelas respetivas instituições: a comissão competente ou o plenário no Parlamento, normalmente o COREPER no Conselho, o Colégio (através do GRI - Groupe des Relations Interinstitutionnelles24) na Comissão. As três delegações exploram possíveis vias de compromisso de uma forma informal e mantêm as respetivas instituições informadas ou procuram atualizações dos seus mandatos com regularidade, de acordo com as respetivas regras internas, ou seja, por meio da equipa de negociação e/ou em comissão para o Parlamento, no COREPER ou no grupo de trabalho competente para o Conselho (ver o fluxograma abaixo). As negociações do trílogo envolvem, da parte do Conselho, representantes da Presidência, em particular os presidentes do COREPER I e II, mas também os presidentes dos grupos de trabalho e, por vezes, Ministros, bem como, do lado do PE, uma equipa de negociação constituída pelo presidente da comissão competente, pelo relator e pelos relatores-sombra (nos termos do artigo 73.º do Regimento25). A Comissão é representada pelo Chefe de Unidade ou Diretor competente e, por vezes, pelo Diretor-Geral ou Comissário. O nível de representação do Parlamento em negociações políticas é relativamente uniforme, mas o do Conselho e da Comissão depende frequentemente da etapa do processo e da importância do dossiê que está a ser negociado. Na conciliação, a equipa de negociação do Parlamento é constituída pelo presidente da delegação ao Comité de Conciliação (um dos vice-presidentes para a conciliação), o presidente da comissão parlamentar e o relator, o Conselho é representado pelo presidente do COREPER I ou II ou pelo Ministro responsável e a Comissão é representada pelo Diretor-Geral ou Comissário responsável. Qualquer acordo obtido nos trílogos é informal e ad referendum, devendo ser aprovado pelos processos formais em vigor em cada uma das três instituições. No Parlamento em particular o acordo deve ser aprovado por uma votação em comissão que aprove o resultado das negociações (ver artigo 73.º do Regimento). A frequência, bem como o número de trílogos depende da natureza do dossiê em causa e de circunstâncias políticas específicas (por exemplo, as eleições para o Parlamento Europeu). Devido à natureza rotativa da Presidência do Conselho, verifica-se normalmente um ímpeto da parte do Conselho para concluir um determinado número de dossiês durante cada Presidência Cf. ponto 3.1. Cf. o ponto 2.6 e o anexo

26 Embora a codecisão preveja a possibilidade de três leituras, existem quatro etapas em que, na sequência das negociações do trílogo, os colegisladores podem chegar a acordo e concluir o processo legislativo (ver também o fluxograma abaixo): 1. Acordo em primeira leitura. Os colegisladores aprovam um texto de compromisso antes da votação do Parlamento em primeira leitura. O acordo obtido é aprovado em sessão plenária (posição do Parlamento em primeira leitura) e depois pelo Conselho (posição do Conselho em primeira leitura). 2. Acordo no início da segunda leitura. Os colegisladores chegam a acordo sobre um texto de compromisso após a posição do Parlamento em primeira leitura, mas antes da posição do Conselho em primeira leitura. O acordo obtido é depois adotado pelo Conselho (posição do Conselho em primeira leitura) e, em seguida, pelo plenário (como posição do Parlamento em segunda leitura). 3. Acordo em segunda leitura. Os colegisladores definem um texto de compromisso antes da votação do Parlamento em segunda leitura. O acordo obtido é aprovado em sessão plenária (posição do Parlamento em segunda leitura) e depois pelo Conselho (posição do Conselho em segunda leitura). 4. Conciliação. Se o Conselho não aprovar todas as alterações do Parlamento em segunda leitura, os colegisladores podem definir um «projeto comum» com o Comité de Conciliação. O projeto comum deve ser aprovado em terceira leitura, tanto pelo Parlamento como pelo Conselho. 21

27 Negociações interinstitucionais possíveis durante a codecisão 1 ª leitura Proposta da Comissão ao Parlamento e ao Conselho Trílogos Posição do Parlamento em primeira leitura Trílogos Primeira leitura do Conselho: posição do Parlamento aprovada Acordo em primeira leitura Posição do Conselho em primeira leitura 2 ª leitura Trílogos Segunda leitura do Parlamento: posição do Conselho aprovada Acordo no início da segunda leitura Posição do Parlamento em segunda leitura Segunda leitura do Conselho: posição do Parlamento aprovada Acordo em segunda leitura Posição do Conselho em segunda leitura 3 ª leitura O Comité de Conciliação reúne-se para obter um acordo Trílogos Acordo no Comité de Conciliação Terceira leitura do Parlamento: projeto comum aprovado Terceira leitura do Conselho: projeto comum aprovado Acordo em 3.ª leitura

Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1

Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1 Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1 Lei n.º 43/2006, de 25 de agosto (TP), com as alterações introduzidas pela Lei

Leia mais

BASE JURÍDICA DESCRIÇÃO

BASE JURÍDICA DESCRIÇÃO PROCESSOS DE DECISÃO INTERGOVERNAMENTAL Na Política Externa e de Segurança Comum, bem como em vários outros domínios, tais como a cooperação reforçada, determinadas nomeações e a revisão de tratados, o

Leia mais

AS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS

AS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS AS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS PARLAMENTO EUROPEU Composição: 732 deputados Organizados em grupos políticos Eleitos de 5 em 5 anos por sufrágio directo e universal Reuniões: Estrasburgo Sessões Plenárias mensais

Leia mais

MANUAL PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO

MANUAL PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO MANUAL DO PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO Parlamento Europeu (207) Guia sobre o papel do Parlamento Europeu enquanto colegislador Projeto de novembro de 207 PE 608.827 Direção-Geral das Políticas Internas

Leia mais

Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1

Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1 Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1 Lei n.º 43/2006, de 25 de agosto (TP), com as alterações introduzidas pela Lei

Leia mais

O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA UNIÃO EUROPEIA

O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA UNIÃO EUROPEIA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA UNIÃO EUROPEIA O Tribunal de Justiça da União Europeia é uma das sete instituições da UE. Congrega duas jurisdições: o Tribunal de Justiça propriamente dito e o Tribunal Geral

Leia mais

6170/17 aap/ip 1 DGC 2B

6170/17 aap/ip 1 DGC 2B Conselho da União Europeia Bruxelas, 9 de fevereiro de 2017 (OR. en) 6170/17 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: para: Secretariado-Geral do Conselho Delegações COHOM 16 CONUN 54 SOC 81 FREMP 11 n.º doc. ant.:

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.10.2014 COM(2014) 611 final 2014/0283 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à posição a adotar pela União Europeia no Comité Misto criado pelo Acordo entre a Comunidade

Leia mais

O Funcionamento do Triângulo Institucional

O Funcionamento do Triângulo Institucional Construção da União Europeia O Funcionamento do Triângulo Institucional 25 de Junho de 2009 Centro de Informação Europeia 1 1 Como funciona a União Europeia? O sistema político da União Europeia tem vindo

Leia mais

BANCO CENTRAL EUROPEU (BCE)

BANCO CENTRAL EUROPEU (BCE) BANCO CENTRAL EUROPEU (BCE) O Banco Central Europeu (BCE) é a instituição central da União Económica e Monetária, sendo responsável pela condução da política monetária na área do euro desde 1 de janeiro

Leia mais

Regimento da Assembleia Parlamentar da CPLP

Regimento da Assembleia Parlamentar da CPLP Regimento da Assembleia Parlamentar da CPLP Regimento da Assembleia Parlamentar da CPLP Ao abrigo da alínea f) do art. 12.º Estatuto Assembleia Parlamentar da CPLP, o Plenário da Assembleia Parlamentar

Leia mais

(2014/434/UE) TÍTULO 1 PROCEDIMENTO A APLICAR NA INSTITUIÇÃO DE UMA COOPERAÇÃO ESTREITA. Artigo 1. o. Definições

(2014/434/UE) TÍTULO 1 PROCEDIMENTO A APLICAR NA INSTITUIÇÃO DE UMA COOPERAÇÃO ESTREITA. Artigo 1. o. Definições 5.7.2014 L 198/7 DECISÃO DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 31 de janeiro de 2014 relativa à cooperação estreita com as autoridades nacionais competentes de Estados-Membros participantes cuja moeda não é o euro

Leia mais

GUIA DO PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO

GUIA DO PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO GUIA DO PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO GUIA DO PROCESSO LEGISLATIVO ORDINÁRIO Advertência A presente publicação é produzida pelo Secretariado Geral do Conselho a título meramente informativo. Não implica

Leia mais

10537/1/17 REV 1 ADD 1 ml 1 DRI

10537/1/17 REV 1 ADD 1 ml 1 DRI Conselho da União Europeia Bruxelas, 25 de setembro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2013/0304 (COD) 10537/1/17 REV 1 ADD 1 NOTA JUSTIFICATIVA DO CONSELHO Assunto: CORDROGUE 86 DROIPEN 91 JAI

Leia mais

Preparação da União Europeia para os importantes alargamentos de 1 de Maio de 2004 e 1 de Janeiro de 2007 a Leste e a Sul

Preparação da União Europeia para os importantes alargamentos de 1 de Maio de 2004 e 1 de Janeiro de 2007 a Leste e a Sul 2001 Preparação da União Europeia para os importantes alargamentos de 1 de Maio de 2004 e 1 de Janeiro de 2007 a Leste e a Sul O Tratado foi assinado em 26 de Fevereiro de 2001 e entrou em vigor em 1 de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE CULTURA SECÇÃO ESPECIALIZADA DO CINEMA E DO AUDIOVISUAL

CONSELHO NACIONAL DE CULTURA SECÇÃO ESPECIALIZADA DO CINEMA E DO AUDIOVISUAL 1 CONSELHO NACIONAL DE CULTURA SECÇÃO ESPECIALIZADA DO CINEMA E DO AUDIOVISUAL O Conselho Nacional de Cultura, órgão consultivo do Governo para a área da cultura, foi criada pelo então Ministério da Cultura,

Leia mais

O CONSELHO EUROPEU E O CONSELHO EM RESUMO

O CONSELHO EUROPEU E O CONSELHO EM RESUMO O CONSELHO EUROPEU E O CONSELHO EM RESUMO O CONSELHO EUROPEU: ÓRGÃO ESTRATÉGICO DA UNIÃO EUROPEIA O Conselho Europeu é a força motriz da União Europeia, que define as suas orientações e as suas prioridades

Leia mais

SEMINÁRIO DE ALTO NÍVEL SOBRE FISCALIZAÇÃO LEGISLATIVA DO CICLO ORÇAMENTAL & CONTROLO EXTERNO DAS CONTAS PÚBLICAS NOS PALOP E EM TIMOR-LESTE

SEMINÁRIO DE ALTO NÍVEL SOBRE FISCALIZAÇÃO LEGISLATIVA DO CICLO ORÇAMENTAL & CONTROLO EXTERNO DAS CONTAS PÚBLICAS NOS PALOP E EM TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL DE TIMOR-LESTE Dia 1 - Sessão 4 SEMINÁRIO DE ALTO NÍVEL SOBRE FISCALIZAÇÃO LEGISLATIVA DO CICLO ORÇAMENTAL & CONTROLO EXTERNO DAS CONTAS PÚBLICAS NOS PALOP E EM TIMOR-LESTE Cidade da

Leia mais

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A

5725/17 cp/jv 1 DGD 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de janeiro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0354 (NLE) 5725/17 SCH-EVAL 31 COMIX 66 RESULTADOS DOS TRABALHOS de: Secretariado-Geral do Conselho data:

Leia mais

***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA

***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão do Comércio Internacional 2013/0279(COD) 21.6.2016 ***II PROJETO DE RECOMENDAÇÃO PARA SEGUNDA LEITURA referente à posição do Conselho em primeira leitura tendo em

Leia mais

Trabalho feito por: João Catarino Nº5 João Campos Nº6 João Morais Nº7 Ricardo Alves Nº14

Trabalho feito por: João Catarino Nº5 João Campos Nº6 João Morais Nº7 Ricardo Alves Nº14 Trabalho feito por: João Catarino Nº5 João Campos Nº6 João Morais Nº7 Ricardo Alves Nº14 ÍNDICE Parlamento Conselho Europeu Conselho da União Europeia Comissão Europeia Tribunal de Justiça da União Europeia

Leia mais

AS INSTITUIÇÕES DA UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA

AS INSTITUIÇÕES DA UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA AS INSTITUIÇÕES DA UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA As instituições da União Monetária Europeia são em grande parte responsáveis pelo estabelecimento da política monetária europeia, pelas regras que regem a

Leia mais

11382/17 ADD 1 ec/mb/fc 1 DG B 2A

11382/17 ADD 1 ec/mb/fc 1 DG B 2A Conselho da União Europeia Bruxelas, 28 de setembro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2015/0289 (COD) 11382/17 ADD 1 PECHE 298 CODEC 1267 PROJETO DE NOTA JUSTIFICATIVA DO CONSELHO Assunto: Posição

Leia mais

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 Deliberação n.º 83 /2015 Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 A CIC Portugal 2020, na reunião ordinária de 21 de dezembro de 2015, deliberou, nos temos da alínea q) do n.º 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei

Leia mais

Regimento do Conselho Pedagógico da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Capítulo I (Disposições Gerais) Artigo 1.

Regimento do Conselho Pedagógico da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Capítulo I (Disposições Gerais) Artigo 1. Regimento do Conselho Pedagógico da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa Capítulo I (Disposições Gerais) Artigo 1.º (Natureza) O Conselho Pedagógico é o órgão de gestão pedagógica da Faculdade,

Leia mais

DECISÃO (UE) 2017/935 DO BANCO CENTRAL EUROPEU

DECISÃO (UE) 2017/935 DO BANCO CENTRAL EUROPEU 1.6.2017 L 141/21 DECISÃO (UE) 2017/935 DO BANCO CENTRAL EUROPEU de 16 de novembro de 2016 sobre a delegação de poderes para a adoção de decisões relativas à adequação e idoneidade e a avaliação dos requisitos

Leia mais

A8-0231/1 ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão

A8-0231/1 ALTERAÇÕES DO PARLAMENTO EUROPEU * à proposta da Comissão 9.11.2017 A8-0231/1 Alteração 1 Iskra Mihaylova em nome da Comissão do Desenvolvimento Regional Relatório Iskra Mihaylova Tipologias territoriais COM(2016)0788 C8-0516/2016 2016/0393(COD) A8-0231/2017

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL PROPOSTA DE REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL Proposta de adequação ao novo EOE (Lei n.º 123/2015, de 2 de Setembro) PROPOSTA DE REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO JURISDICIONAL

Leia mais

Guia do processo legislativo ordinário

Guia do processo legislativo ordinário PT SECRETARIADO-GERAL DO CONSELHO Guia do processo legislativo ordinário GUIAS PRÁTICOS OUTUBRO 2010 Guia do processo legislativo ordinário OUTUBRO DE 2010 Advertência A presente brochura é publicada

Leia mais

REVISÃO GERAL DO REGIMENTO. Breve panorâmica das principais alterações Janeiro de 2017

REVISÃO GERAL DO REGIMENTO. Breve panorâmica das principais alterações Janeiro de 2017 REVISÃO GERAL DO REGIMENTO Breve panorâmica das principais alterações Janeiro de 2017 1 PT Parlamento Europeu DG Presidência Parlamento Europeu DG Políticas Internas REVISÃO GERAL DO REGIMENTO Breve panorâmica

Leia mais

Deliberação n.º 690/2013, de 7 de fevereiro (DR, 2.ª série, n.º 44, de 4 de março de 2013)

Deliberação n.º 690/2013, de 7 de fevereiro (DR, 2.ª série, n.º 44, de 4 de março de 2013) (DR, 2.ª série, n.º 44, de 4 de março de 2013) Aprova o Regulamento de Funcionamento da Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica Pelo Despacho n.º 2061-C/2013, de 1 de fevereiro de 2013, do Secretário

Leia mais

(Texto relevante para efeitos do EEE) (2014/287/UE)

(Texto relevante para efeitos do EEE) (2014/287/UE) 17.5.2014 L 147/79 DECISÃO DE EXECUÇÃO DA COMISSÃO de 10 de março de 2014 que define critérios para a criação e avaliação de redes europeias de referência e dos seus membros, bem como para facilitar o

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE

ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE REGULAMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO 10 DE SETEMBRO DE 2014 R u a S. J o ã o d e B r i t o, 6 2 1 L 3 2, 4 1 0 0-4 5 5 P O R T O e-mail: g e r a l @ e r s. p t telef.: 222 092

Leia mais

DECISÃO 2014/75/PESC DO CONSELHO

DECISÃO 2014/75/PESC DO CONSELHO 12.2.2014 Jornal Oficial da União Europeia L 41/13 DECISÕES DECISÃO 2014/75/PESC DO CONSELHO de 10 de fevereiro de 2014 relativa ao Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia O CONSELHO DA UNIÃO

Leia mais

O PROVEDOR DE JUSTIÇA EUROPEU

O PROVEDOR DE JUSTIÇA EUROPEU O PROVEDOR DE JUSTIÇA EUROPEU O Provedor de Justiça Europeu procede a inquéritos para esclarecer eventuais casos de má administração na atuação de instituições, organismos, gabinetes e agências da União

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 194/IX SOBRE A CONSTITUIÇÃO EUROPEIA

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 194/IX SOBRE A CONSTITUIÇÃO EUROPEIA PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 194/IX SOBRE A CONSTITUIÇÃO EUROPEIA Considerando o Relatório sobre os Trabalhos da Convenção sobre o Futuro da Europa e sobre o Projecto de Tratado que estabelece uma Constituição

Leia mais

Grupo de Recrutamento 530/540 Electrotecnia/Electrónica

Grupo de Recrutamento 530/540 Electrotecnia/Electrónica Grupo de Recrutamento 530/540 Electrotecnia/Electrónica Cabe ao Grupo Disciplinar, tendo em consideração o número total de elementos, estabelecer as suas próprias regras de funcionamento de acordo com

Leia mais

Para conhecimento dos Clubes, Árbitros filiados e demais interessados se. informa que a Direção da A.F. Leiria aprovou em sua reunião do dia

Para conhecimento dos Clubes, Árbitros filiados e demais interessados se. informa que a Direção da A.F. Leiria aprovou em sua reunião do dia ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LEIRIA COMUNICADO OFICIAL N.º 155 Data: 09.12.2015 Para conhecimento dos Clubes, Árbitros filiados e demais interessados se informa que a Direção da A.F. Leiria aprovou em sua

Leia mais

5455/02 PB/cdc DG H II PT

5455/02 PB/cdc DG H II PT CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 28 de Janeiro de 2002 (OR. en) 5455/02 EUROPOL 5 ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS Assunto: Iniciativa do Reino da Bélgica e do Reino da Espanha tendo em vista

Leia mais

12743/17 mb/ll/jc 1 DRI

12743/17 mb/ll/jc 1 DRI Conselho da União Europeia Bruxelas, 9 de outubro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2017/0013 (COD) 12743/17 NOTA INFORMATIVA de: para: Assunto: I. INTRODUÇÃO Secretariado-Geral do Conselho CODEC

Leia mais

O TRATADO DE LISBOA OS PARLAMENTOS NACIONAIS. Assembleia da República Comissão de Assuntos Europeus

O TRATADO DE LISBOA OS PARLAMENTOS NACIONAIS. Assembleia da República Comissão de Assuntos Europeus O TRATADO DE LISBOA E OS PARLAMENTOS NACIONAIS O TRATADO DE LISBOA E OS PARLAMENTOS NACIONAIS O Tratado de Lisboa consagra os Parlamentos nacionais como garante do bom funcionamento da UE (artigo 12.º

Leia mais

7079/17 mpm/aap/fc 1 DGD 1C

7079/17 mpm/aap/fc 1 DGD 1C Conselho da União Europeia Bruxelas, 16 de março de 2017 (OR. en) 7079/17 ENFOPOL 116 JAI 225 NOTA de: para: Presidência Delegações n.º doc. ant.: 7078/17 Assunto: Projeto de decisão de execução (UE) 2017/

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA índice Páginas 5 1. OBJETO E ÂMBITO DO REGULAMENTO 2. COMPOSIÇÃO DO COMITÉ DE ÉTICA 6 7 8 3. COMPETÊNCIAS DO COMITÉ DE ÉTICA 4. FUNCIONAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA 5. SUPERVISÃO

Leia mais

ANEXO. Ponto da situação da aplicação do Plano de Ação para reforçar a luta contra o financiamento do terrorismo

ANEXO. Ponto da situação da aplicação do Plano de Ação para reforçar a luta contra o financiamento do terrorismo COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 29.6.2017 COM(2017) 354 final ANNEX 2 ANEXO Ponto da situação da aplicação do Plano de Ação para reforçar a luta contra o financiamento do terrorismo da Comunicação da Comissão

Leia mais

Regimento do Conselho de Ilha da Terceira

Regimento do Conselho de Ilha da Terceira Regimento do Conselho de Ilha da Terceira ARTIGO 1º COMPOSIÇÃO O conselho de Ilha da Terceira é composto por: a) Os Presidentes das Assembleias Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória: b) Os

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS CONSELHOS

REGIMENTO INTERNO DOS CONSELHOS REGIMENTO INTERNO DOS CONSELHOS DE TURMA / NÚCLEO ANO LETIVO 2015/ 2016 O Regimento Interno dos Conselhos de Turma/ Núcleo do Ensino Básico, tendo em conta o Regulamento Interno da Escola, define o regime

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 45/XIII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 45/XIII. Exposição de Motivos Exposição de Motivos A livre circulação de trabalhadores é uma liberdade fundamental dos cidadãos da União Europeia (UE) e assume um relevo determinante para o desenvolvimento de um verdadeiro mercado

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DE ILHA DA TERCEIRA

REGIMENTO DO CONSELHO DE ILHA DA TERCEIRA REGIMENTO DO CONSELHO DE ILHA DA TERCEIRA ARTIGO 1º COMPOSIÇÃO 1 - O Conselho de Ilha da Terceira é composto por: a) Os Presidentes das Assembleias Municipais de Angra do Heroísmo e Praia da Vitória: b)

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

PROJETO DE REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA PROJETO DE REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ÉTICA DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA Considerando: a) A criação da Comissão de Ética do Instituto Politécnico de Leiria, por despacho de 7 de abril de 2016

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS DEPARTAMENTOS CURRICULARES

REGIMENTO INTERNO DOS DEPARTAMENTOS CURRICULARES REGIMENTO INTERNO DOS DEPARTAMENTOS CURRICULARES Com vista ao desenvolvimento do Projecto Educativo de Escola, são fixadas no Regulamento Interno as estruturas que colaboram com o Conselho Pedagógico e

Leia mais

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2016) 684 final.

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2016) 684 final. Conselho da União Europeia Bruxelas, 26 de outubro de 2016 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0341 (NLE) 13399/16 PROPOSTA de: ECO 65 ENT 187 MI 644 UNECE 15 Secretário-Geral da Comissão Europeia,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 147-CONSELHO SUPERIOR, de 18 de fevereiro de 2014.

RESOLUÇÃO Nº 147-CONSELHO SUPERIOR, de 18 de fevereiro de 2014. RESOLUÇÃO Nº 147-CONSELHO SUPERIOR, de 18 de fevereiro de 2014. APROVA O REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DOS CURSOS SUPERIORES DO IFRR. O PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO. relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e a República do Chile sobre o comércio de produtos biológicos

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO. relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e a República do Chile sobre o comércio de produtos biológicos COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 5.12.2016 COM(2016) 771 final 2016/0383 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e a República do Chile sobre o comércio

Leia mais

s. R. TRIBUNAL DA COMARCA DE LISBOA Rua Marquês de Fronteira - Palácio da Justiça de Lisboa - Edifício Norte (Piso 4) Lisboa

s. R. TRIBUNAL DA COMARCA DE LISBOA Rua Marquês de Fronteira - Palácio da Justiça de Lisboa - Edifício Norte (Piso 4) Lisboa s. R. Regulamento do Conselho de Gestão da Comarca de Lisboa \0~ I'~, - ~.... J.. a->: Preâmbulo A Lei 62/2013, de 26 de Agosto, que estabelece as normas de enquadramento e de organização do sistema judiciário,

Leia mais

CONSELHO EUROPEU DO RISCO SISTÉMICO

CONSELHO EUROPEU DO RISCO SISTÉMICO C 58/4 Jornal Oficial da União Europeia 24.2.2011 CONSELHO EUROPEU DO RISCO SISTÉMICO DECISÃO DO COMITÉ EUROPEU DO RISCO SISTÉMICO de 20 de Janeiro de 2011 que adopta o Regulamento Interno do Comité Europeu

Leia mais

REGIMENTO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS

REGIMENTO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS REGIMENTO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS Atualização 2015/2016 O Departamento de Línguas, adiante designado por Departamento, rege-se pelo estatuído na legislação em vigor, no Regulamento Interno do Agrupamento

Leia mais

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO. INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO. INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO OEA/Ser.L. DA IMPLEMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO SG/MESICIC/doc.58/04 rev.7 INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol Primeira Reunião da Conferência de Estados

Leia mais

Proposta conjunta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta conjunta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA ALTA REPRESENTANTE DA UNIÃO PARA OS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E A POLÍTICA DE SEGURANÇA Bruxelas, 21.9.2016 JOIN(2016) 43 final 2016/0298 (NLE) Proposta conjunta de DECISÃO DO CONSELHO relativa

Leia mais

Comissão Europeia. Conselho da União Europeia. Parlamento Europeu. Tribunal de Justiça. Tribunal de Contas. Comité Económico e Social

Comissão Europeia. Conselho da União Europeia. Parlamento Europeu. Tribunal de Justiça. Tribunal de Contas. Comité Económico e Social As instituições comunitárias Comissão Europeia Conselho da União Europeia Parlamento Europeu Tribunal de Justiça Tribunal de Contas Comité Económico e Social Comité das Regiões Banco Europeu de Investimentos

Leia mais

Título de injunção europeu

Título de injunção europeu PATRÍCIA PINTO ALVES Título de injunção europeu VERBO jurídico VERBO jurídico Título de injunção europeu: 2 Título de injunção europeu PATRÍCIA PINTO ALVES Mestre em Direito pela Escola de Direito da Universidade

Leia mais

Regimento do Conselho Pedagógico

Regimento do Conselho Pedagógico Regimento do Conselho Pedagógico CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Finalidades O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa do Agrupamento de escolas,

Leia mais

Regulamento da CALRE

Regulamento da CALRE Regulamento da CALRE TÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS ARTIGO 1 NOME E DURAÇÃO 1. CALRE designa Conferência das Assembleias Legislativas Regionais da União Europeia (UE). Os/as Presidentes representam as suas

Leia mais

DELIBERAÇÃO N.º 22, DE 18 DE JULHO DE 2016

DELIBERAÇÃO N.º 22, DE 18 DE JULHO DE 2016 DELIBERAÇÃO N.º 22, DE 18 DE JULHO DE 2016 Ementa: Dispõe sobre o Regimento Interno das Comissões Assessoras e Grupos de Trabalhos do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio Grande do Norte, e dá

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO. que altera o Regulamento (CE) n.º 974/98 no respeitante à introdução do euro na Lituânia

Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO. que altera o Regulamento (CE) n.º 974/98 no respeitante à introdução do euro na Lituânia COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 4.6.2014 COM(2014) 325 final 2014/0169 (NLE) Proposta de REGULAMENTO DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n.º 974/98 no respeitante à introdução do euro na Lituânia PT

Leia mais

Cidadania Europeia. Trabalho realizado por: Joana Ferreira 11ºH Área de Integração

Cidadania Europeia. Trabalho realizado por: Joana Ferreira 11ºH Área de Integração Cidadania Europeia Trabalho realizado por: Joana Ferreira 11ºH Área de Integração UNIÃO EUROPEIA Momentos Importantes da construção Europeia 1950 - A 9 de Maio deu-se a declaração de Robert Schuman; 1951

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÉVORA

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÉVORA Página 1 de 10 REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÉVORA Julho de 2015 Página 2 de 10 A Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, diploma que estabelece, entre outros, o regime jurídico das autarquias

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO TÉCNICO- CIENTÍFICO DO INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DO OESTE - ISPO

REGULAMENTO DO CONSELHO TÉCNICO- CIENTÍFICO DO INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DO OESTE - ISPO REGULAMENTO DO CONSELHO TÉCNICO- CIENTÍFICO DO INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DO OESTE - ISPO 1 Indice Preâmbulo... 3 Artigo 1.º... 3 (Natureza e Missão)... 3 Artigo 2.º... 3 (Composição e Mandato)...

Leia mais

União Europeia Bruxelas, 1 de junho de 2017 (OR. en)

União Europeia Bruxelas, 1 de junho de 2017 (OR. en) Conselho da União Europeia Bruxelas, 1 de junho de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2015/0287 (COD) 9901/17 NOTA de: para: Presidência Conselho n.º doc. ant.: 9641/17 + ADD 1 n. doc. Com.: 15251/15

Leia mais

Manual do jovem deputado

Manual do jovem deputado 2009-2010 Manual do jovem deputado (Este manual procura expor, de forma simples, as regras do Parlamento dos Jovens que estão detalhadas no Regimento. Se quiseres fazer outras perguntas escreve para parlamento.jovens@ar.parlamento.pt)

Leia mais

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2016) 423 final.

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2016) 423 final. Conselho da União Europeia Bruxelas, 5 de julho de 2016 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0195 (NLE) 10821/16 RC 6 PROPOSTA de: data de receção: 28 de junho de 2016 para: n. doc. Com.: Assunto:

Leia mais

CONSELHO GERAL - REGIMENTO -

CONSELHO GERAL - REGIMENTO - CONSELHO GERAL - REGIMENTO - 2013-2017 Aprovado em reunião plenária de 30 de outubro de 2013 Preâmbulo O Regimento do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Carcavelos tem por objetivo definir os

Leia mais

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2015) 248 final. Anexo: COM(2015) 248 final. 9589/15 /ip 1 DGG3A

Envia-se em anexo, à atenção das delegações, o documento COM(2015) 248 final. Anexo: COM(2015) 248 final. 9589/15 /ip 1 DGG3A Conselho da União Europeia Bruxelas, 4 de junho de 2015 (OR. en) 9589/15 Dossiê interinstitucional: 2015/0124 (NLE) PROPOSTA de: ECO 69 ENT 103 MI 372 UNECE 4 Secretário-Geral da Comissão Europeia, assinado

Leia mais

(Texto relevante para efeitos do EEE)

(Texto relevante para efeitos do EEE) 17.6.2016 L 160/29 REGULAMENTO DELEGADO (UE) 2016/960 DA COMISSÃO de 17 de maio de 2016 que complementa o Regulamento (UE) n. o 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE PENACOVA

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE PENACOVA 1 REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE PENACOVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19º. n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos Locais

Leia mais

Participação da Assembleia da República na Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo

Participação da Assembleia da República na Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo Participação da Assembleia da República na Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo Resolução da Assembleia da República n.º 58/2004, de 6 de agosto, com as alterações introduzidas pela Resolução

Leia mais

REGULAMENTO DA SECÇÃO DE ENERGIA DO CONSELHO CIENTÍFICO DO LNEG. Preâmbulo. Artigo nº 1. (Funcionamento da Secção) Artigo nº 2

REGULAMENTO DA SECÇÃO DE ENERGIA DO CONSELHO CIENTÍFICO DO LNEG. Preâmbulo. Artigo nº 1. (Funcionamento da Secção) Artigo nº 2 REGULAMENTO DA SECÇÃO DE ENERGIA DO CONSELHO CIENTÍFICO DO LNEG Preâmbulo A Secção de Energia é um dos órgãos do Conselho Científico do LNEG previstos no Artigo 5º do Regulamento do Conselho Científico,

Leia mais

(Texto relevante para efeitos do EEE)

(Texto relevante para efeitos do EEE) 17.6.2016 L 160/23 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2016/959 DA COMISSÃO de 17 de maio de 2016 que estabelece normas técnicas de execução para as sondagens de mercado no que se refere aos sistemas e modelos

Leia mais

Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ

Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Versão aprovada em Conselho de Direcção de 9 de Julho de 2015 Documento Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Data 05/07/2015 Conselho de Direcção 09/07/2015

Leia mais

Conselho das Comunidades Portuguesas

Conselho das Comunidades Portuguesas Regulamento Interno do Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na América do Norte Aprovado nos termos do número 3 do artigo 39.º-A e do número 1 do artigo 39.º-C da Lei n.º 66- A/2007, de 11 de

Leia mais

C I R C U L A R C Ó D I G O N Ú M E R O D A T A 001/2016 MTR /03/2016 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES/SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS

C I R C U L A R C Ó D I G O N Ú M E R O D A T A 001/2016 MTR /03/2016 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES/SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS C I R C U L A R C Ó D I G O N Ú M E R O D A T A 001/2016 MTR-00-00 51 18/03/2016 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES/SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS A S S U N T O Assunto : Aprova Alteração do Regimento Interno do

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA. Estrasburgo, 12 de junho de 2013 (OR. en) 2013/0104 (COD) LEX 1356 PE-CONS 23/1/13 REV 1

UNIÃO EUROPEIA. Estrasburgo, 12 de junho de 2013 (OR. en) 2013/0104 (COD) LEX 1356 PE-CONS 23/1/13 REV 1 UNIÃO EUROPEIA PARLAMENTO EUROPEU CONSELHO Estrasburgo, 12 de junho de 2013 (OR. en) 2013/0104 (COD) LEX 1356 PE-CONS 23/1/13 REV 1 UD 94 ENFOCUSTOM 77 MI 334 COMER 102 TRANS 185 CODEC 923 REGULAMENTO

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO SISTEMA CONFEA/CREA - CIE-MG ESTATUTO CAPÍTULO I. Natureza, Finalidade e Composição

COLÉGIO ESTADUAL DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO SISTEMA CONFEA/CREA - CIE-MG ESTATUTO CAPÍTULO I. Natureza, Finalidade e Composição COLÉGIO ESTADUAL DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO SISTEMA CONFEA/CREA - CIE-MG ESTATUTO CAPÍTULO I Natureza, Finalidade e Composição Art. 1º - O Colégio Estadual de Instituições de Ensino do CREA-MG (CIE-MG)

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO MUNICIPAL DE TRÂNSITO DO CONCELHO DE PRAIA DA VITÓRIA

REGULAMENTO DA COMISSÃO MUNICIPAL DE TRÂNSITO DO CONCELHO DE PRAIA DA VITÓRIA REGULAMENTO DA COMISSÃO MUNICIPAL DE TRÂNSITO DO CONCELHO DE PRAIA DA VITÓRIA NOTA JUSTIFICATIVA Atendendo que compete aos Órgãos Municipais, de acordo com a Lei nº 159/99, de 15 de setembro, o planeamento

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA UTFPR

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA UTFPR REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA UTF CAPÍTULO I DA AESENTAÇÃO Art. 1º O presente Regimento disciplina a organização, as competências e o funcionamento do Comitê Gestor

Leia mais

Proposta de DECISÃO DE EXECUÇÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DE EXECUÇÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 7.10.2016 COM(2016) 644 final 2016/0314 (NLE) Proposta de DECISÃO DE EXECUÇÃO DO CONSELHO que altera a Decisão 2013/678/UE que autoriza a República Italiana a continuar a aplicar

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO

REGIMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO R E G I ÃO A U T Ó N O M A DA M A D E I R A GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de São Jorge - Cardeal D. Teodósio de Gouveia Nº do código

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 10.6.2016 COM(2016) 395 final 2016/0184 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração, em nome da União Europeia, do Acordo de Paris adotado no âmbito da Convenção-Quadro

Leia mais

10312/09 VLC/aam 1 DG C III

10312/09 VLC/aam 1 DG C III CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 29 de Maio de 2009 10312/09 Dossier interinstitucional: 2009/0047 (COD) TRANS 218 MAR 89 AVIATION 89 CAB 20 RECH 177 CODEC 772 RELATÓRIO de: Presidência para COREPER

Leia mais

ACORDOS INTERNACIONAIS

ACORDOS INTERNACIONAIS 30.11.2013 Jornal Oficial da União Europeia L 320/1 II (Atos não legislativos) ACORDOS INTERNACIONAIS Acordo Interinstitucional entre o Parlamento Europeu e o Banco Central Europeu sobre as modalidades

Leia mais

Código de Conduta dos Deputados ao Parlamento Europeu em matéria de Interesses Financeiros e de Conflitos de Interesses

Código de Conduta dos Deputados ao Parlamento Europeu em matéria de Interesses Financeiros e de Conflitos de Interesses Código de Conduta dos Deputados ao Parlamento Europeu em matéria de Interesses Financeiros e de Conflitos de Interesses Artigo 1 Princípios de base No exercício das suas funções, os deputados ao Parlamento

Leia mais

6503/17 ap/jv 1 DGD 1A

6503/17 ap/jv 1 DGD 1A Conselho da União Europeia Bruxelas, 21 de fevereiro de 2017 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0391 (NLE) 6503/17 SCH-EVAL 71 FRONT 86 COMIX 143 NOTA de: Secretariado-Geral do Conselho data: 21

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO PARITÁRIA E DO CONSELHO COORDENADOR DE AVALIAÇÃO DA COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DA LEZÍRIA DO TEJO

REGULAMENTO DA COMISSÃO PARITÁRIA E DO CONSELHO COORDENADOR DE AVALIAÇÃO DA COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DA LEZÍRIA DO TEJO E DO CONSELHO COORDENADOR DE AVALIAÇÃO DA COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DA LEZÍRIA DO TEJO Nos termos e para os efeitos do disposto na alínea q) do número 1 do artigo 90.º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro,

Leia mais

Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo

Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo 2013-2017 O departamento curricular do 1º ciclo, nos termos do Regulamento Interno, aprova o seguinte regimento, definindo as respetivas regras de organização

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL MEMBROS DO CONSELHO NACIONAL

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO NACIONAL MEMBROS DO CONSELHO NACIONAL (com as alterações aprovadas na reunião do Conselho Nacional de 20.06.1998) TÍTULO I MEMBROS DO CONSELHO NACIONAL ARTIGO 1º 1. Compõem o Conselho Nacional: a) Os Membros da Mesa do Congresso Nacional;

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FORNOS DE ALGODRES A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19º, n.º 2, alínea b), a competência

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal da Juventude do Concelho de Lagoa - Açores

Regulamento do Conselho Municipal da Juventude do Concelho de Lagoa - Açores Regulamento do Conselho Municipal da Juventude do Concelho de Lagoa - Açores PREÂMBULO As políticas públicas dirigidas à juventude assumem nos dias de hoje uma transversalidade indiscutível. O estabelecimento

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL 1º (Composição) O Conselho Fiscal é composto por três membros efetivos, um dos quais será o Presidente, e dois suplentes, eleitos em Assembleia Geral,

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 22.6.2011 COM(2011) 360 final 2011/0157 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à assinatura e à conclusão do acordo monetário entre a União Europeia e a República Francesa

Leia mais

Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné Bissau ESTATUTOS

Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné Bissau ESTATUTOS Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné Bissau ESTATUTOS Maio de 2004 CAPÍTULO I Artigo 1º NATUREZA E SEDE 1. A Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné-Bissau-RENARC procura contribuir para

Leia mais

Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro

Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro Ministério da Educação Decreto-Lei nº 344/93 De 1 de Outubro Criado em 1979, pelo Decreto-Lei nº 513-L1/79, de 27 de Dezembro, então como Conselho Coordenador da Instalação dos Estabelecimentos de Ensino

Leia mais