CONHECENDO A UFRRJ: um olhar mais próximo da estrutura física, organizacional, funcional e cultural da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

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1 CONHECENDO A UFRRJ: um olhar mais próximo da estrutura física, organizacional, funcional e cultural da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

2 Direitos e Deveres do Servidor Público Federal Lei nº 8.112/90 e legislação correlata

3 Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais. Aplicável aos servidores docentes e técnico-administrativos da UFRRJ (Autarquia Federal). Os empregados públicos (sociedades de economia mista e empresas públicas) submetem-se ao regime da CLT.

4 PROVIMENTO Art. 8 o São formas de provimento de cargo público: I - nomeação; II - promoção; V - readaptação; VI - reversão; VII - aproveitamento; VIII - reintegração; IX - recondução.

5 PASSEI NO CONCURSO! Finalmente saiu a sua tão sonhada NOMEAÇÃO! Você passa nos exames médicos! Sinal de que tem aptidão física e mental art. 5º, VI c/c art. 14 da Lei nº 8.112/90 Nos 30 dias seguintes à publicação da nomeação, você é investido no cargo público POSSE! art. 7º c/c art. 15, 3º, da Lei n 8.112/90 Dentro do prazo de 15 dias após a posse, você inicia o efetivo desempenho das atribuições do cargo público EXERCÍCIO! Art. 15 da Lei nº 8.112/90

6 Posse ok! Exercício ok! E AGORA?

7 Período por meio do qual o servidor será avaliado quanto à sua aptidão e capacidade para desempenho do cargo público.

8 Duração: 36 meses (art. 41 da CRFB/88 e Parecer AC 17/2004, do AGU, aprovado pelo Presidente da República). Avaliador: Chefe imediato. Fatores que serão observados durante o estágio probatório: 1.Assiduidade; 2.Disciplina; 3.Capacidade de iniciativa; 4.Produtividade; 5.Responsabilidade. (Art. 20 da Lei nº 8.112/90)

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10 Art. 20 (...) 4º. Ao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 81, inciso I a IV, 94, 95 e 96, bem assim afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal. 5º. O estágio probatório ficará suspenso durante as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 83, 84, 1º, 86 e 96, bem assim na hipótese de participação em curso de formação e será retomado a partir do término do impedimento.

11 LICENÇAS * POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA AFASTAMENTOS * PARA EXERCÍCIO DE MANDATO ELETIVO * POR MOTIVO DE AFASTAMENTO DO CÔNJUGE OU COMPANHEIRO * PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR * PARA O SERVIÇO MILITAR * PARA SERVIR EM ORGANISMO INTERNACIONAL DE QUE O BRASIL PARTICIPE OU COM O QUAL COOPERE * PARA ATIVIDADE POLÍTICA * PARA PARTICIPAÇÃO EM * PARA TRATAMENTO DA CURSO DE FORMAÇÃO PRÓPRIA SAÚDE DECORRENTE DE APROVAÇÃO EM CONCURSO *LICENÇA À GESTANTE, À PARA OUTRO CARGO NA ADOTANTE E LICENÇA- ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PATERNIDADE FEDERAL * POR ACIDENTE EM SERVIÇO

12 ATENÇÃO! De acordo com a Nota Técnica nº 30/2012, TODAS as licenças e afastamentos usufruídos por servidor em estágio probatório SUSPENDERÃO o referido estágio.

13 4 (quatro) meses antes de findo o período do estágio probatório, a avaliação do desempenho do servidor, realizada por comissão instituída para essa finalidade, será submetida à homologação da autoridade competente. Esta avaliação é condição para aquisição do direito à ESTABILIDADE previsto no art. 41 da CRFB/88!

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17 A pedido (art. 34 da Lei n 8.112/1990); Quando não for aprovado no estágio probatório (art. 20, 2, da Lei 8112/1990); Quando após a posse, não entrar em exercício no prazo legal (art. 15, 2, da Lei n 8.112/1990); Por excesso de gasto com pessoal (art. 169, 4, da CRFB/88).

18 Afastamento para Cursar Pós-graduação Stricto Sensu no País A critério da Administração A participação no curso não pode ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário Após o afastamento, o servidor deverá permanecer no exercício de suas funções por um período igual ao do afastamento. Dar-se-á com a remuneração. Devolução dos valores gastos com o aperfeiçoamento: 1) Exoneração do cargo ou aposentadoria, antes de cumprido o período de permanência estabelecido. 2) Não obtenção do título ou grau, exceto no caso de comprovada força maior ou de caso fortuito, a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade.

19 Afastamento para Cursar Pós-graduação Stricto Sensu no País Mestrado e Doutorado: Requisitos: Ser ocupante de cargo efetivo no órgão ou entidade há pelo menos 3 (três) anos para Mestrado e 4 (quatro) anos para doutorado, incluído o período de estágio probatório; Nos 2 (dois) anos que antecederem a solicitação, não tenha se afastado por licença para tratar de assuntos particulares, para gozo de licença capacitação ou por este afastamento.

20 Afastamento para Cursar Pós-graduação Stricto Sensu no País Pós-Doutorado: Requisitos: Ser ocupante de cargo efetivo no órgão ou entidade há pelo 4 (quatro) anos, incluído o período de estágio probatório; Nos 4 (quatro) anos que antecederem a solicitação, não tenha se afastado por licença para tratar de assuntos particulares ou por este afastamento.

21 Atenção! De acordo com a Nota Técnica nº 40/2011, NÃO existe amparo legal para a concessão do chamado AFASTAMENTO PARCIAL

22 Afastamentos - Docentes Art. 30. O ocupante de cargos do Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal, sem prejuízo dos afastamentos previstos na Lei nº 8.112, de 1990, poderá afastar-se de suas funções, assegurados todos os direitos e vantagens a que fizer jus, para: I - participar de programa de pós-graduação stricto sensu ou de pós-doutorado, independentemente do tempo ocupado no cargo ou na instituição; Redação dada pela Medida Provisória nº 614, de 2013) II - prestar colaboração a outra instituição federal de ensino ou de pesquisa, por período de até 4 (quatro) anos, com ônus para a instituição de origem; e III - prestar colaboração técnica ao Ministério da Educação, por período não superior a 1 (um) ano e com ônus para a instituição de origem, visando ao apoio ao desenvolvimento de programas e projetos de relevância.

23 1o Os afastamentos de que tratam os incisos II e III do caput somente serão concedidos a servidores aprovados no estágio probatório do respectivo cargo e se autorizado pelo dirigente máximo da IFE, devendo estar vinculados a projeto ou convênio com prazos e finalidades objetivamente definidos. 2o Aos servidores de que trata o caput poderá ser concedido o afastamento para realização de programas de mestrado ou doutorado independentemente do tempo de ocupação do cargo. 3o Ato do dirigente máximo ou Conselho Superior da IFE definirá, observada a legislação vigente, os programas de capacitação e os critérios para participação em programas de pós-graduação, com ou sem afastamento do servidor de suas funções.

24 Afastamento de Técnico-Administrativo em Educação para Colaboração Objetivo: prestar colaboração a outra instituição federal de ensino ou pesquisa e ao MEC; Com ônus para a instituição de origem Prazo: até 4 anos Será autorizado pelo dirigente máximo da IFES e deverá estar vinculado a projeto ou convênio com prazos e finalidades objetivamente definidos. Fundamento legal: art. 26-A da Lei nº , de 12 de janeiro de 2005.

25 Horário especial para servidor estudante (art. 98 da Lei nº8.112/90) Concedido quando comprovada a incompatibilidade entre o horário de estudo e o da repartição, admitindo-se que possa ser feito nas hipóteses de estágio obrigatório. Devem ser compensadas as horas não trabalhadas, respeitada a carga horária semanal.

26 Servidor portador de deficiência, quando comprovada a necessidade por Junta Médica Oficial. Não será necessária a compensação de horário. Se o cônjuge, filho ou dependente do servidor for portador de deficiência física. É necessária a compensação de horário. Servidor que tenha desempenhado atividade que ensejou o pagamento de Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso. A compensação de horário deverá ser efetivada em até 1 (um) ano.

27 Devido ao servidor estudante que mudar de sede no interesse da Administração O servidor terá o direito a matricular-se, na localidade da nova residência ou na mais próxima, em instituição de ensino congênere, em qualquer época, independente da existência de vaga. Este direito estende-se ao cônjuge ou companheiro, aos filhos, ou enteados do servidor que vivam na sua companhia, bem como aos menores sob sua guarda, com autorização judicial

28 Sem qualquer prejuízo, o servidor poderá ausentarse do serviço: por 1 (um) dia - doação de sangue por 2 (dois) dias alistamento eleitoral. por 8 (oito) dias consecutivos em razão de : a) casamento; b) falecimento do cônjuge, companheiro, pais, madrasta ou padrasto, filhos, enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos. (art. 97 da Lei nº 8.112/90)

29 Outros Direitos e Vantagens: Férias Ajuda de custo Diárias Gratificação Natalina Gratificação por encargo de curso ou concurso Adicional por serviço extraordinário Adicional Noturno Adicional de Insalubridade,Periculosidade ou atividades penosas Assistência Pré-Escolar Auxílio-Transporte Auxílio-Alimentação Dentre outros...

30 Art. 13. A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo termo, no qual deverão constar as atribuições, os deveres, as responsabilidades e os direitos inerentes ao cargo ocupado, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício não previstos em lei.

31 São deveres do servidor: Exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo; Ser leal às instituições a que servir; Observar as normas legais e regulamentares; Cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais.

32 Atender com presteza: a) ao público em geral, prestando as informações requeridas, ressalvadas as protegidas por sigilo; b) à expedição de certidões requeridas para defesa de direito ou esclarecimento de situações de interesse pessoal; c) às requisições para a defesa da Fazenda Pública. Levar ao conhecimento do superior as irregularidades de que tive ciência em razão do cargo; Zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio público; Guardar sigilo sobre assunto da repartição

33 Manter conduta compatível com a moralidade administrativa; Tratar com urbanidade as pessoas; Representar contra a ilegalidade, omissão ou abuso de poder. Como o servidor poderá representar contra a ilegalidade, omissão ou abuso de poder? A representação será encaminhada pela via hierárquica e apreciada pela autoridade superior àquela contra a qual é formulada, assegurando-se a representando a ampla defesa.

34 ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato; retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição; recusar fé a documentos públicos; opor resistência injustificada ao andamento de documento e processo ou execução de serviço; promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição;

35 cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; cometer a outro servidor atribuições estranhas ao cargo que ocupa, exceto em situações de emergência e transitórias; Cuidado! Desvio de função é proibido no serviço público federal, devendo sua prática ser repelida. coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindicato, ou a partido político;

36 Manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o 2º grau civil; valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública;

37 valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública; receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições; utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares; exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou função e com o horário de trabalho; recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.

38 É permitido ao servidor participar de gerência ou administração de empresa privada ou sociedade civil? Não, salvo se estiver no gozo de licença para tratar de assunto particular. E participar nos conselhos de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a União detenha, direta ou indiretamente, participação no capital social? Sim. Pode o servidor exercer o comércio? Não, mas pode ser acionista, cotista ou comanditário em sociedade empresária.

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40 SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO DE PESSOAL Equipe: Chefe: Jorge Luiz de Brito Alvarez Chefe Substituta: Danielle de Souza Carvalho Layla Rodrigues dos Santos (Análise da Legislação de Pessoal) Evandro Cesar da Silva Moreira (Abono de Permanência e Aposentadoria) Vânia Lopes da Silva (Abono de Permanência e Aposentadoria)

41 Danielle Carvalho Seção de Legislação de Pessoal/DP

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