MATERIAIS DE REVESTIMENTO EM COBERTURAS INCLINADAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MATERIAIS DE REVESTIMENTO EM COBERTURAS INCLINADAS"

Transcrição

1 MATERIAIS DE REVESTIMENTO EM COBERTURAS INCLINADAS Jorge de Brito, Professor Associado IST 1. Introdução Neste início da coluna Elementos de construção não estruturais, inserido no número da revista dedicado aos materiais, pretende-se fazer uma breve abordagem à temática dos revestimentos de coberturas inclinadas. Trata-se de materiais que geralmente são secundarizados em termos de concepção mas que, no entanto, marcam indelevelmente a traça do património construído. O artigo incide fundamentalmente sobre a forma como estes materiais podem ser classificados [1], com particular incidência na natureza dos mesmos. Assim, são focadas soluções tradicionais, como a telha cerâmica, e não tradicionais, como os plásticos, deixando de fora soluções hoje caídas em desuso como as vegetais (colmo, palha e ramos de árvores) e pétreas naturais (soletos de ardósia e placas de granito ou calcário) [2], assim como materiais sintéticos (PVC, borracha butílica e EPDM) por serem pouco utilizados. 2. Natureza dos materiais de revestimento 2.1 Pétreos artificiais Neste grupo, inserem-se a telha cerâmica, a telha de argamassa (por vezes referida como de betão ou de cimento), as chapas, canaletes e soletos de fibrocimento e os soletos de pedra artificial. A telha cerâmica (Fig. 1) é o material mais marcante e corrente nas coberturas em Portugal e está associado a uma imagem de tradição mas também a algumas dificuldades na normalização, na montagem e na garantia da exigências funcionais (ex. térmica, estanqueidade e durabilidade). Figura 1 - Telhados consecutivos em telha Lusa, Marselha e Canudo Pelo contrário, a telha de argamassa tem-lhe associado um estigma de falta de autenticidade mas

2 melhor controlo de qualidade de fabrico, reflectida em diversas propriedades. De facto, nos últimos anos estas diferenças entre a telha cerâmica e a de argamassa têm-se vindo a esbater (Fig. 2), podendo-se afirmar que o que actualmente as distingue é o maior peso e resistência mecânica da última. Figura 2 - Utilização de telhas de argamassa em reabilitação de construções existentes Os elementos em fibrocimento têm vindo a perder importância como revestimento final devido a questões relacionadas com as fibras utilizadas e a uma estética menos conseguida (ainda que já exista fibrocimento pigmentado). Actualmente, a sua produção está muito orientada para a opção sub-telha, em alternativa às chapas fibro-betuminosas. Os soletos de pedra artificial são utilizados sobretudo em reabilitação, em substituição da solução tradicional em soleto de ardósia Betuminosos Neste grupo, inserem-se as placas betuminosas, as membranas, telas e feltros betuminosos e as chapas fibro-betuminosas. As placas ou telhas betuminosas (Fig. 3) são constituídas por diversas camadas (granulado cerâmico, betume oxidado, fibra de vidro e areia de sílica) e têm um bom comportamento se bem que uma estética menos conseguida. Figura 3 - Cobertura revestida com telhas asfálticas

3 As membranas, telas e feltros betuminosos são utilizadas fundamentalmente como soluções de impermeabilização e não como revestimento final. Quanto às chapas betuminosas com fibras celulósicas, geralmente com recurso a uma resina termo-endurecida, cargas minerais e pigmentos ou pinturas, são utilizadas como solução de subtelha. Nessa aplicação e por comparação com a congénere em fibrocimento, são mais leves e flexíveis e menos quebráveis, mas o brigam a uma menor distância entre apoios (menor resistência mecânica) e não são incombustíveis. 2.3 Metálicos Neste grupo, inserem-se as chapas de zinco, alumínio (Fig. 4) e aço galvanizado e inoxidável, as folhas de cobre, as placas de chumbo e as telhas metálicas (Fig. 5). Figura 4 - Revestimento em alumínio em ginásio Figura 5 - Chapa a imitar telha Independentemente do metal utilizado, estes revestimentos têm algumas vantagens (bom controlo de qualidade, versatilidade, leveza, boa ventilação e durabilidade) e desvantagens (fraco isolamento sonoro ou térmico, problemas de corrosão, aspecto estético e preço) comuns. 2.4 Plásticos Neste grupo, inserem-se as chapas de policloreto de vinilo, de poliéster reforçado com fibras de vidro, de polimetacrilato de metilo e alveolares de policarbonato (Fig. 6). Comuns aos vários tipos de plástico, este tipo de revestimento apresenta algumas vantagens (elevada transmitância de luz, estética e peso reduzido) e desvantagens (durabilidade, resistência mecânica e combustibilidade).

4 Figura 6 - Perfil de chapa alveolar ondulada 2.5 Mistos Registe-se ainda a existência de revestimentos em que vários tipos de material são utilizados, como é o caso sãs chapas de aço revestidas com betume e folhas de alumínio (Fig. 7), os painéis sanduíche com camada de isolamento térmico e as telhas metálicas revestidas com grânulos minerais. Nestas soluções, de carácter tecnologicamente inovador, o que se procura é colmatar algumas insuficiências do material que constitui o núcleo do revestimento com outros materiais mais eficientes. Figura 7 - Materiais constituintes de chapas de aço galvanizada revestidas com betume e folhas de alumínio 3. Continuidade dos elementos de revestimento Os elementos de revestimento são classificados em: elementos contínuos (telas e feltros betuminosos e membranas de betumes-polímeros e sintéticas); elementos descontínuos (telhas, chapas metálicas, de plástico, etc., placas betuminosas e soletos). 4. Forma dos elementos de revestimento Os elementos de revestimento podem ser:

5 planos; curvos; ondulados; espaciais, em forma de pirâmide, etc.; mistos (combinações dos anteriores). 5. Dimensão dos elementos de revestimento Os elementos de revestimento podem ser classificados nas seguintes categorias: pequenas dimensões (telhas e soletos); médias dimensões (chapas); grandes dimensões (canaletes, painéis e cascas). 6. Opacidade dos elementos de revestimento Os elementos de revestimento podem ser classificadas como: opacos; translúcidos; transparentes. 7. Referências [1] Coberturas de edifícios, Seminário de Especialização e Aperfeiçoamento, CPP 516, LNEC, Lisboa, [2] Brito J. de, Paulo, P.V., Classificação das coberturas inclinadas e respectivos revestimentos, Edifícios, n.º 3, LNEC, Lisboa, Setembro 2004.

CLASSIFICAÇÃO DAS COBERTURAS INCLINADAS E RESPECTIVOS REVESTIMENTOS

CLASSIFICAÇÃO DAS COBERTURAS INCLINADAS E RESPECTIVOS REVESTIMENTOS CLASSIFICAÇÃO DAS COBERTURAS INCLINADAS E RESPECTIVOS REVESTIMENTOS CLASSIFICATION OF PITCHED ROOFS AND THEIR COVERINGS Jorge de Brito (a) Pedro Vaz Paulo (b) RESUMO Neste texto apresenta-se uma classificação

Leia mais

Prof. Cristiano Ferrari

Prof. Cristiano Ferrari 1 2 PROF. CRISTIANO FERRARI TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES (CEFET-OP) ENGENHEIRO CIVIL (UFV) PÓS-GRADUANDO EM GESTÃO DE PESSOAS E NEGÓCIOS (UNIVERTIX) E-mail: cristianoferrari_edi@yahoo.com.br 3 PLANO DE TRABALHO

Leia mais

PROF. CRISTIANO FERRARI

PROF. CRISTIANO FERRARI 1 2 PROF. CRISTIANO FERRARI PLANO DE TRABALHO TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES (CEFET-OP) ENGENHEIRO CIVIL (UFV) PÓS-GRADUANDO EM GESTÃO DE PESSOAS E NEGÓCIOS (UNIVERTIX) E-mail: cristianoferrari_edi@yahoo.com.br

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO MESTRADO AVANÇADO EM CONSTRUÇÃO E REABILITAÇÃO CADEIRA DE CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO MESTRADO AVANÇADO EM CONSTRUÇÃO E REABILITAÇÃO CADEIRA DE CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO MESTRADO AVANÇADO EM CONSTRUÇÃO E REABILITAÇÃO CADEIRA DE CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CLASSIFICAÇÃO DAS COBERTURAS INCLINADAS E RESPECTIVOS REVESTIMENTOS Pedro Paulo e Jorge de Brito

Leia mais

21/2/2012. Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar. Introdução. Introdução

21/2/2012. Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar. Introdução. Introdução Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar Aula 7: Escoamento em Tubulações Disciplina: Hidráulica Agrícola Prof.: D.Sc. Marcos Eric Barbosa Brito Introdução Aplicação

Leia mais

Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010

Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 Materiais de Construção de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 APLICAÇÕES DOS MATERIAIS NA ARQUITETURA O ENVELOPE MADEIRAS MADEIRAS MADEIRAS MADEIRAS MADEIRAS MADEIRAS MADEIRAS MADEIRAS MADEIRAS MADEIRAS

Leia mais

DEFINIÇÃO PLÁSTICOS DEFINIÇÃO CLASSIFICAÇÃO

DEFINIÇÃO PLÁSTICOS DEFINIÇÃO CLASSIFICAÇÃO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL III DEFINIÇÃO PLÁSTICOS Formados pela combinação do carbono com oxigênio, hidrogênio, nitrogênio ou outros elementos orgânicos ou inorgânicos; C O H N Orgânicos Inorgânicos

Leia mais

FLEXÍVEIS Suportam deformações de amplitude variável, dependendo de seu reforço à tração.

FLEXÍVEIS Suportam deformações de amplitude variável, dependendo de seu reforço à tração. IMPERMEABILIZAÇÃO Têm a função de proteger a edificação contra patologias que poderão surgir como possível infiltração de água. Classificação RÍGIDAS Baixa capacidade de deformação FLEXÍVEIS Suportam deformações

Leia mais

Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco DISCIPLINA. Construção Civil II

Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco DISCIPLINA. Construção Civil II Curso: Engenharia Civil Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco DISCIPLINA Construção Civil II Aula 08 Coberturas em telhados Prof. Dr. Alberto Casado Lordsleem Jr. Sumário Aula 08

Leia mais

LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL FEUP TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES 3º Ano, 2º Semestre 2h Teóricas + 3h Teórico/Práticas / semana PROGRAMA

LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL FEUP TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES 3º Ano, 2º Semestre 2h Teóricas + 3h Teórico/Práticas / semana PROGRAMA LICENCIATURA EM ENGENHARIA CIVIL FEUP TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES 3º Ano, 2º Semestre 2h Teóricas + 3h Teórico/Práticas / semana PROGRAMA CAPÍTULO 1.ÂMBITO E OBJECTIVO DA DISCIPLINA 1.1. Descrição e justificação

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Isolamento Térmico de fachadas pelo exterior. nº 17. Nº Pág.s: Fevereiro 2007

FICHA TÉCNICA. Isolamento Térmico de fachadas pelo exterior. nº 17. Nº Pág.s: Fevereiro 2007 nº 17 FICHA TÉCNICA Isolamento Térmico de fachadas pelo exterior Nº Pág.s: 07 17 12 Fevereiro 2007 Isolamento Térmico de fachadas pelo exterior 01 Para responder às crescentes exigências de conforto higrotérmico,

Leia mais

Prefeitura Municipal de São Miguel das Missões Construção de Lavanderia na UBS/Bairro Alegria PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

Prefeitura Municipal de São Miguel das Missões Construção de Lavanderia na UBS/Bairro Alegria PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 3.3 73942/002 Prefeitura Municipal de São Miguel das Missões 1. SERVIÇOS PRELIMINARES R$ 355,38 1.1 73801/001 DEMOLICAO DE PISO DE ALTA RESISTENCIA M² 8,25 R$ 17,84 R$ 22,30 R$ 183,98 1.2 LOCACAO CONVENCIONAL

Leia mais

TABELA DE PREÇOS. Membrana de betume modificado com polímero plastómero (APP), massa de 4,0 kg/m 2, armadura de poliester com 150 gr/m 2,

TABELA DE PREÇOS. Membrana de betume modificado com polímero plastómero (APP), massa de 4,0 kg/m 2, armadura de poliester com 150 gr/m 2, Art Descrição UN P Unit 1 - Sistemas de impermeabilização com membranas betuminosas APP 11 Coberturas: 111 Para coberturas acessiveis: Sistema - FV30 + PY40 T Membrana de betume modificado com polímero

Leia mais

ISOLAMENTOS TÉRMICOS / ACÚSTICOS

ISOLAMENTOS TÉRMICOS / ACÚSTICOS ISOLAMENTOS TÉRMICOS / ACÚSTICOS Lã DE ROCHA A Lã de Rocha é um produto de excelência para o isolamento ao nível térmico e acústico. O silêncio é um bem precioso que convém manter no interior das nossas

Leia mais

INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO CENTRO EMPRESARIAL DE DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA

INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO CENTRO EMPRESARIAL DE DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO CENTRO EMPRESARIAL DE DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA Propriedade: SENAI Área: 217 mil metros quadrados Jan/2015 Mai/2016 Set/2016 Mai/2016 Mai/2016

Leia mais

15/10/2012 PEÇAS QUE COMPÕEM O TELHADO: COMPOSIÇÃO TRADICIONAL DO TELHADO: ESTRUTURA DE MADEIRA COMPOSTA POR:

15/10/2012 PEÇAS QUE COMPÕEM O TELHADO: COMPOSIÇÃO TRADICIONAL DO TELHADO: ESTRUTURA DE MADEIRA COMPOSTA POR: MADEIRAMENTO E COBERTURA PEÇAS QUE COMPÕEM O TELHADO: COMPOSIÇÃO TRADICIONAL DO TELHADO: ESTRUTURA DE MADEIRA COMPOSTA POR: TESOURAS (ARMAÇÃO QUE SEGURA A COBERTURA) VIGAS (PEÇAS DE SUSTENTAÇÃO HORIZONTAL)

Leia mais

LSF. É mais do que um método construtivo... É um conceito de habitação totalmente novo! Convidamo-lo a conhecer todas as vantagens.

LSF. É mais do que um método construtivo... É um conceito de habitação totalmente novo! Convidamo-lo a conhecer todas as vantagens. LSF É mais do que um método construtivo... É um conceito de habitação totalmente novo! Convidamo-lo a conhecer todas as vantagens. Segurança Segurança Segurança Segurança Conforto Conforto Conforto Conforto

Leia mais

Normas ABNT em Consulta Pública, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas 18 de Outubro à 04 de Novembro de2016

Normas ABNT em Consulta Pública, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas 18 de Outubro à 04 de Novembro de2016 em, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas ABNT/CEE-185 ABNT NBR 16569 _ Parede e laje de concreto celular estrutural moldada no local para a construção de edificações Projeto, execução e controle Requisitos

Leia mais

O que vestem os edifícios nas coberturas?

O que vestem os edifícios nas coberturas? O que vestem os edifícios nas coberturas? Projeto FEUP 2015/2016 Equipa 4M05 Bruno Duarte - up201503817@fe.up.pt Francisco Figueiredo up201505792@fe.up.pt Pedro Sousa up201503612@fe.up.pt Ruben Morim up201504411@fe.up.pt

Leia mais

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO OBJETIVO DA DISCIPLINA: Fornecer ao aluno as informações necessárias sobre a constituição,

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS CATÁLOGO DE PRODUTOS PAINÉIS DE COBERTURA FACHADA MURO PAINEL FRIGORÍFICO FACHADA ARQUITECTÓNICA COBERTURAS DECK CHAPA PERFILADA BANDEJA AUTOPORTANTE PAINÉIS DE ILUMINAÇÃO HIANSA APRESENTAÇÃO A Hiansa

Leia mais

A CLASSIFICAÇÃO EUROPEIA DE REACÇÃO AO FOGO DOS PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO

A CLASSIFICAÇÃO EUROPEIA DE REACÇÃO AO FOGO DOS PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO A CLASSIFICAÇÃO EUROPEIA DE REACÇÃO AO FOGO DOS PRODUTOS DE CONSTRUÇÃO QUADROS ADICIONAIS da Edição revista e actualizada (Janeiro de 2011) Lisboa 2011 Carlos A. Pina dos Santos Engenheiro Civil, Investigador

Leia mais

Desempenho em serviço Prof. Maristela Gomes da Silva

Desempenho em serviço Prof. Maristela Gomes da Silva Desempenho em serviço Prof. Maristela Gomes da Silva Departamento de Engenharia Civil Bibliografia referência para esta aula ISAIA, G. C. (editor) Materiais de Construção Civil e Princípios de ciência

Leia mais

O que são os revestimentos verticais??? REVESTIMENTO: Cartão de visitas da empresa!!! que cobre uma superfície

O que são os revestimentos verticais??? REVESTIMENTO: Cartão de visitas da empresa!!! que cobre uma superfície Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Construção Civil PCC-2436 Tecnologia da Construção de Edifícios II Aula 05: Revestimentos Verticais Conceituação e Classificação

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO SÃO JOAQUIM

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO SÃO JOAQUIM - TIPO 02 - ÁREA = 2,73 m² BDI 19,69% 1,1969 1.0 SERVIÇOS PRELIMINARES. SUB TOTAL 112,67 1.1 74077/001 LOCACAO CONVENCIONAL DE OBRA, ATRAVÉS DE GABARITO DE TABUAS CORRIDAS PONTALETADAS, SEM REAPROVEITAMENTO

Leia mais

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00101/ SRP

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00101/ SRP 65 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE 158196 - HOSPITAL UNIVERSITARIO ALCIDES CARNEIRO RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00101/017-000 SRP 1 - Itens da Licitação 1 - ARAME GALVANIZADO ARAME

Leia mais

DECivil GESTEC CAP.VI. Licenciatura em Engenharia Civil. Processos de Construção FASES DE UM PROJECTO ASPECTOS GERAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 1/86

DECivil GESTEC CAP.VI. Licenciatura em Engenharia Civil. Processos de Construção FASES DE UM PROJECTO ASPECTOS GERAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 1/86 CAP.VI FASES DE UM PROJECTO 1/86 1. FASES DO PROJECTO 2/86 FASES CONCURSO ADJUDICAÇÃO CONCEPÇÃO / PROJECTO CONSTRUÇÃO CONCURSO ADJUDICAÇÃO EXPLORAÇÃO E MANUTENÇÃO VIDA ÚTIL 3/86 CONCEPÇÃO INICIAL DEFINIÇÃO

Leia mais

LINHA MBI Isolação para coberturas

LINHA MBI Isolação para coberturas LINHA MBI Isolação para coberturas FACEFELT Isolação para coberturas Feltro constituído por lã de vidro aglomerada com resina vegetal e possui características termoacústicas. Revestido em uma das faces

Leia mais

Reabilitação da envolvente de edifícios na ótica da estanquidade à água

Reabilitação da envolvente de edifícios na ótica da estanquidade à água Seminário APCMC REABILITAÇÃO SUSTENTÁVEL Reabilitação da envolvente de edifícios na ótica da estanquidade à água Jorge M. Grandão Lopes (Investigador do LNEC) glopes@lnec.pt 11 de outubro de 2012 Algumas

Leia mais

MATERIAIS ALTERNATIVOS

MATERIAIS ALTERNATIVOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG Tecnologia em Construção de Edifícios MATERIAIS ALTERNATIVOS Leandro C. de Lemos Pinheiro Leandro Gularte Blois Jesus Alvarenga João Paulo Rio Grande RS 28/06/2011

Leia mais

Serviços e Produtos. Palavras-Chave:

Serviços e Produtos. Palavras-Chave: Serviços e Produtos Recepção, Triagem e Valorização de RCD Reciclagem de RCD em obra Controlo de produção em obra de Agregados Reciclados (utilização em observância das normas técnicas aplicáveis) Acompanhamento

Leia mais

Coberturas. Fonte: Disponível em: <https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/ficheiro:gimnasio_tokio_28.jpg>, acesso em 05/05/2016

Coberturas. Fonte: Disponível em: <https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/ficheiro:gimnasio_tokio_28.jpg>, acesso em 05/05/2016 Coberturas Fonte: Disponível em: , acesso em 05/05/2016 Cobertura Subsistema da edificação, geralmentedisposto no topo da construção,

Leia mais

Placa Cimentícia Impermeabilizada

Placa Cimentícia Impermeabilizada Impermeabilizada A solução da Brasilit para a construção de paredes e fachadas. Impermeabilizada Praticidade, conforto e resistência para as mais variadas aplicações. Fachada com junta aparente Fachada

Leia mais

Painéis Multi-Funções

Painéis Multi-Funções Painéis Multi-Funções Painéis Multi-Funções Termopainéis U - Painéis Painéis Multi-Funções Informação geral sobre os Painéis Multi-funções Vantagens Fácil e rápida instalação Translúcido Isolamento térmico

Leia mais

TELHADOS COBERTURAS. Elementos e tipos para se definir a Planta de Cobertura. Profª Dayane Cristina Alves Ferreira

TELHADOS COBERTURAS. Elementos e tipos para se definir a Planta de Cobertura. Profª Dayane Cristina Alves Ferreira TELHADOS COBERTURAS Elementos e tipos para se definir a Planta de Cobertura. Profª Dayane Cristina Alves Ferreira dayengcivil@yahoo.com.br Cobertura O TELHADO é uma categoria de COBERTURA, em geral caracterizado

Leia mais

REVESTIMENTOS. Curso Técnico em Edificações Disciplina: Técnicas de Construção Civil 3 Profª Nayra Y. Tsutsumoto

REVESTIMENTOS. Curso Técnico em Edificações Disciplina: Técnicas de Construção Civil 3 Profª Nayra Y. Tsutsumoto REVESTIMENTOS Curso Técnico em Edificações Disciplina: Técnicas de Construção Civil 3 Profª Nayra Y. Tsutsumoto REVESTIMENTOS O que é revestimento? Revestimentos mais comuns Argamassas Cerâmicos Pedra

Leia mais

COBERTURAS. Professoras: Natália e Verônica

COBERTURAS. Professoras: Natália e Verônica COBERTURAS Professoras: Natália e Verônica DEFINIÇÃO A cobertura de uma estrutura tem a múltipla função de proteger a construção contra agentes externos, definir os aspectos arquitetônicos da estrutura

Leia mais

Onduline no Mundo. Líder Mundial em telhas fibro betuminosas a mais de 60 anos.

Onduline no Mundo. Líder Mundial em telhas fibro betuminosas a mais de 60 anos. Onduline no Mundo Líder Mundial em telhas fibro betuminosas a mais de 60 anos. Comercializada em mais de 100 países, Onduline cobre mais de 70.000.000 m² de telhado por ano. Fábricas 10 Subsidiárias 35

Leia mais

SISTEMA CONSTRUTIVO EM STELL FRAME FICHA CATALOGRÁFICA-4 DATA: DEZEMBRO/2010.

SISTEMA CONSTRUTIVO EM STELL FRAME FICHA CATALOGRÁFICA-4 DATA: DEZEMBRO/2010. Tecnologias, sistemas construtivos e tipologias para habitações de interesse social em reassentamentos. SISTEMA CONSTRUTIVO EM STELL FRAME FICHA CATALOGRÁFICA-4 DATA: DEZEMBRO/2010. Tecnologias, sistemas

Leia mais

CUB/m² dados de Março/2016, para ser usado em Abril/2016 M.Obra com Encargos Sociais Desonerados. Preço (R$)

CUB/m² dados de Março/2016, para ser usado em Abril/2016 M.Obra com Encargos Sociais Desonerados. Preço (R$) CUB/m² Relatório 8 - Memória de cálculo CUB/m² dados de Março/2016, para ser usado em Abril/2016 M.Obra com Encargos Sociais Desonerados Residenciais Baixo R1-B PP-4-B R8-B PIS Coef. Valor Coef. Valor

Leia mais

Telha Colonial e Acessórios para Telhado. Estética e praticidade a favor da economia.

Telha Colonial e Acessórios para Telhado. Estética e praticidade a favor da economia. Telha Colonial e Acessórios para Telhado Estética e praticidade a favor da economia. Telha Colonial Estética e praticidade a favor da economia. PODE SER PINTADA A Brasilit traz a melhor opção para telhados

Leia mais

M/121 REVESTIMENTOS DE PAREDES E TETOS NÃO DEIXE DE LER

M/121 REVESTIMENTOS DE PAREDES E TETOS NÃO DEIXE DE LER NÃO DEIXE DE LER Não obstante o cuidado posto na recolha de informação, o LNEC declina qualquer responsabilidade por erros e omissões que possam ocorrer na lista de normas que se apresenta seguidamente.

Leia mais

Gestão da Construção - Anexo 7A1 - Mapa de quantidades Página 1

Gestão da Construção - Anexo 7A1 - Mapa de quantidades Página 1 DIMENSÕES QUANTIDADES comp. larg. alt. UN elemento parciais CAP. art. DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS ELEMENTO 0 ESTALEIRO 0.1 Montagem e desmontagem de estaleiro 1 vg 1 ALVENARIAS 1.1 Tijolo Cerâmico 1.1.1 Paredes

Leia mais

ANEXO GERAL V CATÁLOGO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS DE PAREDES, COBERTURAS E VIDROS a) Paredes:

ANEXO GERAL V CATÁLOGO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS DE PAREDES, COBERTURAS E VIDROS a) Paredes: ANEXO GERAL V CATÁLOGO DE PROPRIEDADES TÉRMICAS DE PAREDES, COBERTRAS E VIDROS a) Paredes: 1 de 9cm bloco de concreto 9cm Argamassa interna () Bloco de concreto (9,0 x 19,0 x Argamassa externa () 2,78

Leia mais

Em vigor desde 29/12/2017 Máquinas e Ferramentas - 1 / 6 TABELA DE PREÇOS

Em vigor desde 29/12/2017 Máquinas e Ferramentas - 1 / 6 TABELA DE PREÇOS Em vigor desde 29/12/2017 Máquinas e Ferramentas - 1 / 6 1625202 LENA1BASIC CIMENTO COLA BR(S25K)$ UN 7,40 Ligantes hidráulicos, inertes calcáricos e silicioso e aditivos Peças de pequenas dimensões (15x15cm),

Leia mais

Catálogo Geral

Catálogo Geral Catálogo Geral www.cfdoors.pt Painel de Frio Painel de Cobertura Painel Fachada Painel Fachada em Lã Rocha Painel Acústico Painel Cobertura Telha 2 Simbologia Simbologia dos revestimentos CF Doors identificando

Leia mais

GARRAFAS PLÁSTICAS PET (POLITEREFTALATO DE ETILENO) FICHA CATALOGRÁFICA-20- DATA: JUNHO/2011.

GARRAFAS PLÁSTICAS PET (POLITEREFTALATO DE ETILENO) FICHA CATALOGRÁFICA-20- DATA: JUNHO/2011. Tecnologias, sistemas construtivos e tipologias para habitações de interesse social em reassentamentos. GARRAFAS PLÁSTICAS PET (POLITEREFTALATO DE ETILENO) FICHA CATALOGRÁFICA-20- DATA: JUNHO/2011. Tecnologias,

Leia mais

TECNOLOGIA INOVADORA PARA PROJETOS INTELIGENTES

TECNOLOGIA INOVADORA PARA PROJETOS INTELIGENTES TECNOLOGIA INOVADORA PARA PROJETOS INTELIGENTES A linha de Soluções Construtivas Eternit foi pensada para facilitar o desempenho do projeto na prática, para agregar qualidade e proporcionar um resultado

Leia mais

Introdução Conceitos Gerais. Profa. Daniela Becker

Introdução Conceitos Gerais. Profa. Daniela Becker Introdução Conceitos Gerais Profa. Daniela Becker O que são materiais? materiais são substâncias com propriedades que as tornam úteis na construção de máquinas, estruturas, dispositivos e produtos. Em

Leia mais

também de acordo com o Sistema Métrico Internacional e conforme exigência da norma ABNT

também de acordo com o Sistema Métrico Internacional e conforme exigência da norma ABNT STEEL FRAME O Steel Frame é uma alternativa já consolidada e amplamente usada há dezenas de anos em países desenvolvidos. Ao contrário das estruturas convencionais de construção, são usados perfis de aço

Leia mais

Telha Colonial e Acessórios para Telhado. Estética e praticidade a favor da economia.

Telha Colonial e Acessórios para Telhado. Estética e praticidade a favor da economia. Telha Colonial e Acessórios para Telhado Estética e praticidade a favor da economia. Telha Colonial Estética e praticidade a favor da economia. A Brasilit traz a melhor opção para telhados residenciais.

Leia mais

Projetos-padrão residenciais baixo Lote básico (por m² de construção)

Projetos-padrão residenciais baixo Lote básico (por m² de construção) CUB/m² Relatório 12 - Lotes básicos Projetos-padrão residenciais baixo Un R1 PP-4 R8 PIS Chapa compensado plastificado 18 mm 2,20 x 1,10 m m² 1,41157 0,83209 0,71660 0,69418 Aço CA-50 ø 10 mm kg 14,09270

Leia mais

reablitz reabilitação eficiente e sustentável

reablitz reabilitação eficiente e sustentável MEMBRANAS BETUMINOSAS EMULSÕES BETUMINOSAS Sede e Fábrica Zona Industrial - Pau Queimado 80-00 Montijo - Portugal Tel.: 00 - Fax: 0 Delegação Comercial do Norte Vilar do Senhor Vila Nova da Telha 0-8 Maia

Leia mais

Plasticos e Vidros para Construção

Plasticos e Vidros para Construção Materiais de Construção Plasticos e Vidros para Construção Autor: Eng.º José James Nicol s Maputo, Outubro de 2010 PLASTICOS Conteudo: 1. Introdução ao estudo do plástico: Definição; Fabricação; Classificação;

Leia mais

Desempenho relativo das argamassas de argila expandida na execução de camadas de forma

Desempenho relativo das argamassas de argila expandida na execução de camadas de forma Desempenho relativo das argamassas de argila expandida na execução de camadas de forma Ana Sofia Ferreira (IST) Jorge de Brito (IST) Fernando Branco (IST) º Congresso Nacional de Argamassas de Construção

Leia mais

Sistemas estruturais em Aço MÓDULO. Galpões em estrutura de aço

Sistemas estruturais em Aço MÓDULO. Galpões em estrutura de aço Sistemas estruturais em Aço MÓDULO Galpões em estrutura de aço 61 Módulo 6 Índice - Módulo 6 11.1. Elementos estruturais e de vedação que compõem o galpão Estrutura principal 11.1.2. Coberturas 11.1.2.1.

Leia mais

C 10/2 PT Jornal Oficial da União Europeia

C 10/2 PT Jornal Oficial da União Europeia C 10/2 PT Jornal Oficial da União Europeia 13.1.2017 Comunicação da Comissão no âmbito da execução do Regulamento (UE) n. o 305/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece condições harmonizadas

Leia mais

PROJETO E EXECUÇÃO DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS

PROJETO E EXECUÇÃO DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS Fundação Carmelitana Mário Palmério Materiais de Construção Civil PROJETO E EXECUÇÃO DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS Professor: Yuri Cardoso Mendes Revestimentos cerâmicos Para realizar um bom projeto de revestimento

Leia mais

4. Classificação dos materiais quanto à função:

4. Classificação dos materiais quanto à função: 1. Introdução A disciplina Materiais de Construção tem a sua importância na formação e no exercício profissional por ser um pré-requisito a ser aplicado em Técnicas Construtivas, que posteriormente serão

Leia mais

Pedra Natural em Fachadas

Pedra Natural em Fachadas Pedra Natural em Fachadas SELEÇÃO, APLICAÇÃO, PATOLOGIAS E MANUTENÇÃO Real Granito, S.A. Índice Características típicas dos diferentes tipos de Rochas Ensaios para a caracterização de produtos em Pedra

Leia mais

A Fibrolite conta com uma experiência de mais de 40 anos.

A Fibrolite conta com uma experiência de mais de 40 anos. A Fibrolite conta com uma experiência de mais de 40 anos. Quem somos A Fibrolite é uma empresa especializada no fabrico de fibrocimentos. Foi fundada em julho de 1972, por Joaquim Ferreira de Abreu, com

Leia mais

O que vestem os edifícios

O que vestem os edifícios O que vestem os edifícios Coberturas 2015/2016 Mestrado Integrado em Engenharia Civil Supervisor: Eva Barreira Monitor: Joana Fernandes Trabalho elaborado por alunos de MIEC: Elsa Silva up201503125@fe.up.pt

Leia mais

Placas Cimentícias, Painéis e Acessórios para Construção Industrializada. A solução da Brasilit para a execução da sua obra.

Placas Cimentícias, Painéis e Acessórios para Construção Industrializada. A solução da Brasilit para a execução da sua obra. Placas Cimentícias, Painéis e Acessórios para Construção Industrializada A solução da Brasilit para a execução da sua obra. Placas e Painéis Brasilit A rapidez e a praticidade aliadas à elegância e à

Leia mais

Painéis sanduíche para construção civil. Jens Kompe Feipur, Sao Paulo, November 6, 2012

Painéis sanduíche para construção civil. Jens Kompe Feipur, Sao Paulo, November 6, 2012 Painéis sanduíche para construção civil Jens Kompe Feipur, Sao Paulo, November 6, 2012 Agenda Situação do Mercado Casas Acessíveis : Design e Requisitos Sistemas realizados pela KraussMaffei Produção Inovadora

Leia mais

M/122 REVESTIMENTOS DE COBERTURAS NÃO DEIXE DE LER

M/122 REVESTIMENTOS DE COBERTURAS NÃO DEIXE DE LER NÃO DEIXE DE LER Não obstante o cuidado posto na recolha de informação, o LNEC declina qualquer responsabilidade por erros e omissões que possam ocorrer na lista de normas que se apresenta seguidamente.

Leia mais

CARREGAMENTOS VERTICAIS Determinação dos Carregamentos dos Pisos

CARREGAMENTOS VERTICAIS Determinação dos Carregamentos dos Pisos CARREGAMENTOS VERTICAIS Determinação dos Carregamentos dos Pisos Slide: 04_01 - Carregamentos Verticais - Pisos - 2017_1 Prof.º Luciano Caetano do Carmo, M.Sc. Versão 2017.1 Bibliografia ABNT Associação

Leia mais

CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA PLACAS CIMENTÍCIAS, PAINÉIS E ACESSÓRIOS BRASILIT PARA A EXECUÇÃO DA SUA OBRA

CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA PLACAS CIMENTÍCIAS, PAINÉIS E ACESSÓRIOS BRASILIT PARA A EXECUÇÃO DA SUA OBRA CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA PLACAS CIMENTÍCIAS, PAINÉIS E ACESSÓRIOS BRASILIT PARA A EXECUÇÃO DA SUA OBRA Facilite com Brasilit PLACAS E PAINÉIS BRASILIT. A RAPIDEZ E A PRATICIDADE ALIADAS À ELEGÂNCIA E

Leia mais

Prof.ª Esp. Karen Wrobel Straub

Prof.ª Esp. Karen Wrobel Straub ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Prof.ª Esp. Karen Wrobel Straub Karen.straub@unemat.br

Leia mais

Técnicas de construção. Vedações Verticais. Profa. Keila Bento

Técnicas de construção. Vedações Verticais. Profa. Keila Bento Técnicas de construção Vedações Verticais Profa. Keila Bento Vedações verticais Definição UM SUBSISTEMA DOS EDIFÍCIOS CONSTITUÍDO PELOS ELEMENTOS QUE: DEFINEM E LIMITAM VERTICALMENTE O EDIFÍCIO E SEUS

Leia mais

CARACTERÍSTICAS PROCESSOS DE APLICAÇÃO. o Durabilidade o Beleza o Cuidados especiais na aplicação o Alto peso

CARACTERÍSTICAS PROCESSOS DE APLICAÇÃO. o Durabilidade o Beleza o Cuidados especiais na aplicação o Alto peso REVESTIMENTO VERTICAL DE PEDRA NATURAL Fonte: Revista Téchne no.10 1 o Durabilidade o Beleza o Cuidados especiais na aplicação o Alto peso CARACTERÍSTICAS PROCESSOS DE APLICAÇÃO o Sistema ADERENTE: Assentamento

Leia mais

Ariosvaldo S. Vieira Coord. Desenvolvimento Novos Produtos e Processos

Ariosvaldo S. Vieira Coord. Desenvolvimento Novos Produtos e Processos Ariosvaldo S. Vieira Coord. Desenvolvimento Novos Produtos e Processos Introdução Concreto, aço e madeira têm sido os materiais proeminentes utilizados na indústria da construção civil por muitas décadas,

Leia mais

Capítulo 68. Obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes

Capítulo 68. Obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes Capítulo 68 Obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes Notas. 1. O presente Capítulo não compreende: a) os produtos do Capítulo 25; b) o papel e cartão revestidos, impregnados

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 1

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 1 Universidade Federal de Alagoas Campus do Sertão Eixo de Tecnologia TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 1 Aula 9 Forros Prof. Alexandre Nascimento de Lima Delmiro Gouveia, outubro de 2017. Introdução Forro

Leia mais

1.4. Sistemas estruturais em madeira

1.4. Sistemas estruturais em madeira 1.4. Sistemas estruturais em madeira 1.4.1. Análise estrutural Estuda as estruturas se preocupando basicamente com a determinação dos esforços e das deformações a que elas estão submetidas quando solicitadas

Leia mais

EMPRESA. Cobrimos todo território nacional com frota própria.

EMPRESA. Cobrimos todo território nacional com frota própria. EMPRESA Fundada em 1994, na cidade de Ribeirão Preto, a Aço Riber é referência no mercado de aços e laminados. Hoje a empresa conta com um estoque de produtos que garante a seus clientes segurança e tranquilidade.

Leia mais

Metais. informativo técnico

Metais. informativo técnico Metais informativo técnico METAIS Móveis de metal são uma escolha de materiais para mobília, usados tanto em área interna quanto em área externa. A variedade de ligas metálicas existentes permite o uso

Leia mais

Sempre que há a necessidade da construção de um elemento orgânico de máquina haverá a necessidade

Sempre que há a necessidade da construção de um elemento orgânico de máquina haverá a necessidade Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS I AT-096 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Sempre que há a necessidade

Leia mais

PRODUTOS SIDERÚRGICOS MCC1001 AULA 11

PRODUTOS SIDERÚRGICOS MCC1001 AULA 11 PRODUTOS SIDERÚRGICOS MCC1001 AULA 11 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil 1. PRODUTOS

Leia mais

Sempre que há a necessidade da construção de componentes específicos ou máquinas complexas sempre será necessário a utilização dos materiais.

Sempre que há a necessidade da construção de componentes específicos ou máquinas complexas sempre será necessário a utilização dos materiais. Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS I AT-096 M.Sc. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: Sempre que há a necessidade

Leia mais

TELHA COLONIAL E ACESSÓRIOS PARA TELHADOS ESTÉTICA E PRATICIDADE A FAVOR DA ECONOMIA

TELHA COLONIAL E ACESSÓRIOS PARA TELHADOS ESTÉTICA E PRATICIDADE A FAVOR DA ECONOMIA TELHA COLONIAL E ACESSÓRIOS PARA TELHADOS ESTÉTICA E PRATICIDADE A FAVOR DA ECONOMIA DIMENSÕES E PESO Tamanho da telha: Rendimento: Espessura da telha: Peso da telha: Peso por m2: 618 x 816 mm 2,5 telhas/m2

Leia mais

(72) Inventor(es): (74) Mandatário: (54) Epígrafe: SISTEMA DE CONSTRUÇÃO LEVE EM AÇO ENFORMADO A FRIO

(72) Inventor(es): (74) Mandatário: (54) Epígrafe: SISTEMA DE CONSTRUÇÃO LEVE EM AÇO ENFORMADO A FRIO (11) Número de Publicação: PT 10542 T (51) Classificação Internacional: E04C 2/08 (2006.01) E04B 1/80 (2006.01) E04B 1/86 (2006.01) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2010.03.06

Leia mais

PAINEL STONEWOOL COMPOSITE HONEYCOMB DA ARCHICOM TM

PAINEL STONEWOOL COMPOSITE HONEYCOMB DA ARCHICOM TM STONEWOOL COMPOSITE HONEYCOMB ESTAMOS COMPROMETIDOS COM O VALOR E COM A QUALIDADE ARQUITETURA IDENTIDADE CORPORA TIVA EXIBIÇÃO TRANSPORTE INDÚSTRIA SOBRE A SUSTENTABILIDADE RIGIDEZ As estruturas prensadas

Leia mais

Orçamento: RESIDENCIA - ANDRE CONGONHAS

Orçamento: RESIDENCIA - ANDRE CONGONHAS Orçamento: RESIDENCIA - ANDRE CONGONHAS Orçamento parcial nº 1 SERVIÇOS PRELIMINARES 1.1 m2 Corte de capoeira fina a foice 900,000 0,19 171,00 1.2 m2 Raspagem e limpeza manual de terreno 900,000 0,63 567,00

Leia mais

Processo de Fabricação: CORTE A LASER E CORTE A ÁGUA

Processo de Fabricação: CORTE A LASER E CORTE A ÁGUA Processo de Fabricação: CORTE A LASER E CORTE A ÁGUA CORTE A LASER O que é o Laser? Amplificação da luz por emissão estimulada de radiação. É um sistema que produz um feixe de luz coerente e concentrado

Leia mais

O Grupo Eternit é formado pelas empresas: Eternit, Tégula, Precon. Eternit

O Grupo Eternit é formado pelas empresas: Eternit, Tégula, Precon. Eternit Eternit O Grupo Eternit é formado pelas empresas: Eternit, Tégula, Precon Goiás e Sama Minerações, cada uma delas com um papel diferenciado dentro da estrutura do grupo. A Tégula é referência no mercado

Leia mais

Escola Secundária Alfredo da Silva Ensino Básico 6º Ano Disciplina de Educação Tecnológica Materiais e Técnicas (7) Plásticos e Borrachas / 6ºB

Escola Secundária Alfredo da Silva Ensino Básico 6º Ano Disciplina de Educação Tecnológica Materiais e Técnicas (7) Plásticos e Borrachas / 6ºB Escola Secundária Alfredo da Silva Ensino Básico 6º Ano Disciplina de Educação Tecnológica Materiais e Técnicas (7) Plásticos e Borrachas / 6ºB 1. Alguns factos sobre os plásticos Os plásticos são materiais

Leia mais

1. Introdução 2. Visão Histórica e Desenvolvimento. Agenda Apresentação. Agenda Apresentação. 1. Introdução. 2. Visão Histórica e Desenvolvimento

1. Introdução 2. Visão Histórica e Desenvolvimento. Agenda Apresentação. Agenda Apresentação. 1. Introdução. 2. Visão Histórica e Desenvolvimento Agenda Apresentação 1. Introdução 2. Visão Histórica e Desenvolvimento Metais, Cerâmicas, Polímeros, Compósitos, Biomateriais, Semicondutores, Materiais Avançados 3. Materiais Tradicionais Materiais Avançados

Leia mais

G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R I C O É P A Í S S E M P O B R E Z A QUADRA ESCOLAR 02 CGEST - C Geral de Infraestrutura Educacional PLANTA BAIXA, CORTE A-B e DETALHES EST FORMATO A1 (841 X 594) R.01

Leia mais

WE SEE FURTHER. Aula Aberta - Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior Portal da Construção Sustentável Nov17

WE SEE FURTHER. Aula Aberta - Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior Portal da Construção Sustentável Nov17 WE SEE FURTHER Aula Aberta - Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior Portal da Construção Sustentável Nov17 WE SEE FURTHER Acreditamos que um telhado pode oferecer muito mais do que:

Leia mais

ASSUNTO: Índices de custos de mão-de-obra, materiais e de equipamentos de apoio relativos aos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2004.

ASSUNTO: Índices de custos de mão-de-obra, materiais e de equipamentos de apoio relativos aos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2004. REVISÃO DE PREÇOS 451 CIRCULAR Nº 61 / 624 / 04 31 de Maio ASSUNTO: Índices de custos de mão-de-obra, materiais e de equipamentos de apoio relativos aos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de. Face à entrada

Leia mais

A Planivis incorpora nas suas construções modulares materiais sustentáveis, nomeadamente*:

A Planivis incorpora nas suas construções modulares materiais sustentáveis, nomeadamente*: Princípio construtivo: O conceito de construção modular, assenta na execução de módulos com uma estrutura metálica mista, 100% reciclável, de aço laminado a quente (aço pesado ) e aço leve galvanizado.

Leia mais

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda.

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda. 1 Dados climáticos de referência para a região do Porto: Inverno: Região climática I1, número de graus dias = 1610 (º dias), duração da estação de aquecimento = 6,7 meses. Verão: Região climática V1, Temperatura

Leia mais

PRATICIDADE, ALTO DESEMPENHO E BELEZA PARA OS SEUS PROJETOS.

PRATICIDADE, ALTO DESEMPENHO E BELEZA PARA OS SEUS PROJETOS. 2 PRATICIDADE, ALTO DESEMPENHO E BELEZA PARA OS SEUS PROJETOS. O mundo da construção civil está em constante evolução. Nosso compromisso não é apenas acompanhar esse ritmo, mas estar à frente dele, antecipando

Leia mais

Competências a Desenvolver

Competências a Desenvolver ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO DE GONDOMAR Curso Profissional Técnico de Construção Civil Turma: 12º12 Disciplina de OFICINA TECNOLÓGICA PLANIFICAÇÃO ANUAL DAS ATIVIDADES LETIVAS 2013/2014

Leia mais

Soluções Light Steel Frame

Soluções Light Steel Frame Soluções Light Steel Frame As vantagens deste sistema construtivo são reconhecidas com os ganhos substanciais de tempo, total versatilidade arquitetónica, limpeza, manutenção e sustentabilidade. A construção

Leia mais

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário:

(73) Titular(es): (72) Inventor(es): (74) Mandatário: (11) Número de Publicação: PT 10941 (51) Classificação Internacional: E04C 2/284 (2006) (12) FASCÍCULO DE MODELO DE UTILIDADE (22) Data de pedido: 2011.06.27 (30) Prioridade(s): (43) Data de publicação

Leia mais

AULA 5. Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil

AULA 5. Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 5 Paredes Maciças de Concreto Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção

Leia mais