Relações de Cooperação de Portugal com os países da CPLP em matéria de protecção civil. Cooperação a nível bilateral

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1 Relações de Cooperação de Portugal com os países da CPLP em matéria de protecção civil A cooperação em matéria de protecção civil no quadro da CPLP tem vindo a ser desenvolvida a 2 níveis: no plano bilateral, através do relacionamento país-a-país (normalmente enquadrado em acordos de cooperação) e no plano multilateral, decorrente do projecto de cooperação técnicopolicial MAI/IPAD (desde 2008). Cooperação a nível bilateral Angola Não existe protocolo de cooperação em matéria de protecção civil, em diversas ocasiões ficou patente um esforço de aproximação entre os serviços de protecção civil dos dois países, em especial nas suas componentes relacionadas com o planeamento de emergência e a formação. Em 2008, durante os meses de Abril e Maio, a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e a Escola Nacional de Bombeiros (ENB) acolheram um grupo de 18 técnicos de protecção civil de Angola, o qual recebeu formação nas áreas de protecção civil, combate a incêndios urbanos, desencarceramento e gestão da formação. Em Junho e Julho, formadores da ANPC e ENB deslocaram-se a Angola para ministrar formação nos mesmos domínios. Em 2009, no quadro do projecto de cooperação técnico-policial, nos meses de Maio e Setembro, realizaram-se 2 acções de formação: Planeamento Operacional e assessoria técnica ao Serviço Nacional de Protecção Civil; Gestão de Emergências e Assessoria à ENB.

2 Para este ano, 2010, ainda estão previstas 2 acções de formação em Angola, de 30 dias cada, nos meses de Outubro e Novembro: Planeamento de Emergência; Gestão de Centros Operacionais. Brasil Não existe protocolo de cooperação em matéria de protecção civil. Contudo, por diversas ocasiões, a ANPC tem recebido comitivas de corpos de bombeiros daquele país, tendo-se realizado briefings sobre a organização do sistema de protecção civil em Portugal e a ANPC. Cabo Verde É o país da CPLP com o qual Portugal detém uma relação de cooperação mais próxima, existindo um protocolo de cooperação entre os serviços de protecção civil dos dois países, em vigor desde Ao abrigo desse protocolo têm-se realizado diversas acções formativas e de trocas de peritos nos domínios da protecção civil e do socorro, actividades essas enquadradas ao abrigo das decisões da Comissão Mista Luso Cabo-verdiana em Matérias de Protecção Civil. Foi concretizado um projecto de cooperação, através da realização de missões de assistência técnica que se destinaram a apoiar e assessorar o Serviço Nacional de Protecção Civil de Cabo Verde na reforma do quadro legal de protecção civil (elaboração de projectos de diplomas e regulamentos Lei de Bases, Lei orgânica do SNPC e outros diplomas reguladores) e na reestruturação da área das telecomunicações de emergência e informática. Em 2009, no mesmo âmbito, realizaram-se mais 2 Missões de Assistência Técnica, nos meses de Junho e Dezembro.

3 Guiné-Bissau Não existe protocolo de cooperação em matéria de protecção civil, nem antecedentes significativos neste domínio. Recentemente (ABR2010), e por solicitação do Responsável para os Assuntos Humanitários e Redução dos Risco das Nações Unidas da Guiné-Bissau, realizou-se uma reunião na Direcção Geral da Administração Interna (DGAI) com a presença da ANPC. Tendo o representante das Nações Unidas conhecimento do trabalho que Portugal desenvolveu na criação e implementação da Protecção Civil em Cabo-Verde, este pedido de audiência surgiu no sentido de averiguar a disponibilidade da cooperação portuguesa em desenvolver acções de apoio idênticas na Guiné- Bissau (uma acção exequível para o próximo ano de 2011). Moçambique Não existe protocolo de cooperação em matéria de protecção civil, embora Portugal tenha por diversas ocasiões prestado assistência àquele país, designadamente aquando das situações de cheias em 2000 e Em 2008, durante os meses de Abril e Maio, a Autoridade Nacional de Protecção Civil e a Escola Nacional de Bombeiros acolheram um grupo de 8 técnicos dos serviços de bombeiros e protecção civil de Moçambique, o qual recebeu formação nas áreas da protecção civil, combate a incêndios urbanos, combate a incêndios florestais, controlo de acidentes com matérias perigosas, socorro e salvamento, desencarceramento e gestão da formação. Em Dezembro, decorreu um curso em Maputo, uma acção formativa levada a cabo por técnicos da ANPC e da ENB, os quais ministraram formação a um grupo de 30 elementos do Serviço Nacional de Bombeiros daquele país. Em 2009, concretizou-se mais uma Formação Base de Bombeiros de 90 dias entre os meses de Setembro e Dezembro (tendo a mesma só sido concluída em Janeiro de 2010 por atraso no envio/recepção de equipamento de desencarceramento).

4 S. Tomé e Príncipe Não existe protocolo de cooperação em matéria de protecção civil. No entanto, concretizou-se em 2008 uma missão de formação àquele país, com a duração de 30 dias, onde foram ministrados conteúdos nos domínios da protecção civil e socorro. Em Novembro de 2009, o Comandante do SNBPC de S. Tomé e Príncipe demonstrou a necessidade de serem promovidas duas acções de formação, designadamente nas áreas de quadros de Comando e Chefia para 4 elementos, a decorrer em Portugal (duração 2 a 3 semanas) e Assessoria Técnica em S. Tomé e Príncipe, com a duração de 15 dias (1 assessor técnico para a área dos bombeiros). A ANPC submeteu o pedido à DGAI com vista à integração destas acções no quadro do projecto de cooperação técnico-policial MAI/IPAD. A DGAI informou que uma vez que o plano para 2010 estava já concluído, só em 2011 será viável a realização destas acções. Timor-Leste Não existe protocolo de cooperação em matéria de protecção civil. O Director Nacional de Bombeiros representou a ANPC nas Comemorações da Independência de Timor (2009). Em 2008, à margem do I Fórum de Ministros da Administração Interna dos Países da CPLP, a ANPC acolheu no dia 8 de Abril de 2008, a I Reunião Informal dos Directores-Gerais de Protecção Civil dos Países da CPLP. O encontro, para além de potenciar as boas relações entre os serviços de protecção civil dos Estados-Membros da CPLP e de constituir um fórum de discussão sobre as formas de incrementar a cooperação e a troca de informação, permitiu também a obtenção de um acordo quanto à realização de reuniões periódicas, numa base anual, entre os Directores- Gerais de Protecção Civil dos Países da CPLP. Lisboa, 12 de Maio de 2010 Autoridade Nacional de Protecção Civil

5 Quadro resumo Cooperação CPLP Angola Brasil Cabo Verde Guiné-Bissau Moçambique Timor São Tomé e Príncipe Bilateral Acordos de Cooperação não não sim não não não não Multilateral Projecto de cooperação técnico-policial MAI/IPAD Realizados 12 formação (6 em Angola, 6 em Portugal). Realizados 2 formação (em Angola). Realizados 2 formação em Angola). Recepção de diversas visitas técnicas à ANPC Realizadas 2 missões de assistência técnica a Cabo Verde (assessoria jurídica e recursos tecnológicos). Realizada 1 missão de assistência técnica (em Cabo Verde) Entrega de viatura operacional e pacote legislativo. Representante da ONU solicitou encontro com a ANPC/DGAI com vista a futuro apoio jurídico na área da PC. Realizados 3 formação (2 em Portugal, 1 em Moçambique). Realizado 1 curso de formação (em Moçambique). Envio de equipamento operacional. Realizado 1 curso de formação (em S. Tomé). Comandante do SNBPC solicitou à ANPC apoio para a realização de acções de formação.

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