Next Generation Networks

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Next Generation Networks"

Transcrição

1 Next Generation Networks Alex Castro, Rogério B. Lourenço Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense (UFF) Rua Passo da Pátria, Niterói RJ Brasil Resumo. O tema aqui apresentado - Redes de Nova Geração - tem por objetivo fazer uma apresentação global do assunto em relação aos seus aspectos técnicos e econômicos, devido a sua competência ao englobar diversas tecnologias, e principalmente quando se trata da sua relevância estratégica. Assim sendo, o tema a ser trabalhado nas páginas seguintes demonstra-se não só atual, mas um dos grandes focos de atenção dos principais agentes das Telecomunicações ao longo dos anos seguintes. A rede de nova geração é fundamental para a evolução das Telecomunicações, no que refere a seu crescimento e maturação. 1 Introdução A convergência, atualmente um dos temas mais discutidos na indústria de redes, nos apresenta uma nova visão sobre o futuro da próxima geração das redes (NGN Next Generation Network [1] ) e de aplicações multimídia. Será concretizado o velho sonho de uma plataforma de transporte comum para vídeo, voz e dados. A NGN permitirá aplicações do tipo telefonia IP, acesso a Web através de telefones móveis e o streaming de vídeo se tornará uma realidade. Essa monografia é motivada a partir da observação contínua e detalhada do cenário tecnológico mundial e devido a sua amplitude e abrangência, é capaz de incorporar diversos setores das Telecomunicações, sendo extremamente fascinante do ponto de vista dos sistemas nela desenvolvidos. Apesar de sua evidente complexidade, não são poucos e muito menos discretos os resultados a serem obtidos quando sua aplicação é inserida em um contexto adequado. O surgimento das redes de nova geração estará disponível para nós, usuários comuns, assim como também para o segmento corporativo, onde este último deverá ser responsável pela popularização da tecnologia devido ao cenário competitivo em que está imerso. Será possível o uso de acesso instantâneo e de alta qualidade a informações multimídia em todo globo terrestre para podermos receber ofertas de produtos e serviços, locais ou remotos. A monografia está dividida em três partes principais: a seção 2 apresenta a tecnologia e o seu contexto na infra-estrutura das redes hoje existentes, a seção 3 define as redes de nova geração no contexto técnico e estratégico, assim como seus protocolos e elementos de sua arquitetura e seus serviços e benefícios e, por fim, o trabalho é concluído com as novas aplicações das redes de nova geração.

2 2 Infra-estrutura Os usuários das redes de telecomunicações estão cada vez mais ávidos por acesso em banda larga. Eles são capazes de dobrar a sua demanda a cada dois anos. Para suportar esse aumento daqui a dez anos, teremos que levar a fibra ótica o mais perto possível do usuário final. Tecnologias como as redes metro-ópticas, APON (ATM Passive Optical Network) e Ethernet ótica se apresentam como boas soluções. Outro serviço que também irá apresentar crescimento significativo na demanda nos próximos dez anos é o serviço de acesso móvel a internet. Atualmente a tecnologia WLAN se apresenta como a proposta mais simples e barata. Logo, na implementação das NGN s esses dois serviços terão que ser levados em conta, pois representarão com certeza a grande demanda dos usuários. Um panorama geral sobre os tipos de acesso que as NGN s deverão atender é apresentado a seguir. a) Tecnologias de Acesso Fixo ADSL - (Asymmetric Digital Subscriber Line) Viabiliza a banda larga sobre par metálico e já está em utilização através de terminais telefônicos. Normalmente opera com velocidades de 256Kbits, 512Kbits, 1Mbits a 2 Mbit/s downstream e 128 a 512 Kbit/s upstream, dependendo da distância e qualidade do par metálico. VDSL - (Very-High Digital Subscriber Line) Promove a comunicação simétrica por curtos pares metálicos (poucas centenas de metros) e deve ser usada em conjunto com fibra óptica. Cable Modems - Viabiliza os mesmos recursos do ADSL e VDSL, porém utiliza recursos de TV a cabo para transmissão, e seu desempenho depende do número de conexões simultâneas. Fibra - O sonho do par óptico nas casas (FTTH - Fiber To The Home) ainda precisa ser materializado e um dos caminhos desta materialização é a derivação passiva de fibra via PON (Passive Optical Network) que tem como base o baixo custo de seu CPE. Ethernet Óptica - A combinação destas duas tecnologias viabiliza uma banda ilimitada ao usuário final. Porém sua viabilidade econômica ainda não está clara. Linha de Energia Elétrica - Algumas operadoras (fora do Brasil) disponibilizam estes serviços de acesso Internet em pequena escala. Isto tem um grande potencial e também muitos problemas para ser resolvidos.

3 b) Tecnologias de Acesso Móvel O aumento da comunicação móvel e as expectativas dos usuários por diversificação de serviços móveis são as bases do desenvolvimento dos sistemas de acesso sem fio. Em particular WLANs suportando 11 Mbit/s tendem a se popularizar em casas e empresas, e esta tecnologia pode vir a ser usada em locais públicos. As tecnologias HSCSD e GPRS são as bases para o uso do GSM em serviços de transferência de dados. A tecnologia UMTS de terceira geração em sistemas moveis é a promessa para viabilizar comunicação em banda larga. [4] Várias tecnologias estarão disponíveis para o uso em sistemas celulares de distribuição. Porém também haverá soluções em aplicações de rádio que dinamicamente poderão reconfigurar serviços e oferecer sistemas multimodo e multifreqüência. O protocolo IP será usado em todos os terminais e por toda a rede, o que hoje chamamos de IP móvel. Os terminais 4G operarão como um terminal celular comum e um sistema sem fio que integrará sistemas móveis e celulares com tecnologia IP. c) Tecnologias de Acesso sem Fio Fixo O acesso fixo sem fios ou fibra óptica utiliza sistemas de rádio para conexões em pontos fixos viabilizando acesso em banda larga para clientes. O LMDS (Local Multipoint Distribution Services) é uma tecnologia que pode viabilizar esse tipo de acesso. O LMDS está sendo considerando também como uma alternativa viável para o xdsl em acesso de última milha pela indústria. Entretanto, algumas poucas indústrias se dedicam ao LMDS, tendo em vista ainda seu custo de CPE não ser competitivo em relação aos modems xdsl. Novas tecnologias de satélites são também apontadas com alternativas para áreas geograficamente ainda não acessíveis pela banda larga em modelos padrões. Os satélites geo-estacionários já oferecem conexões assimétricas de banda larga e interação de upstream com serviços públicos de telefonia. Os satélites de baixa órbita e alta altitude diminuem consideravelmente os problemas de transmissão dos satélites geo-estacionários, porém ainda não são uma alternativa comercialmente viável. 3 A Filosofia NGN O grande objetivo das operadoras de serviços de telecomunicações no cenário atual é obter o tão sonhado retorno sobre os investimentos (ROI Return Over Investments), através do aumento da receita gerada pelos diferentes serviços oferecidos, como também por meio da otimização dos custos operacionais. Uma pesquisa realizada pela Siemens mostra uma equivalência entre o tráfego gerado por voz e dados nos dias atuais. Porém, 80% do faturamento está associado aos serviços de voz. A pesquisa mostra também um grande crescimento para os próximos anos dos serviços de banda larga. A expectativa é que em 2005 eles respondam por 60% do faturamento das empresas, enquanto os serviços de voz ficarão com 40%. [15]

4 Hoje, os usuários desejam acesso instantâneo e de alta qualidade a informações multimídia através do mundo. Além disso, existe a necessidade do uso de uma grande variedade de produtos e serviços locais e remotos estejam onde for. Contudo, as atuais redes de telecomunicações suportam os serviços de voz e dados em plataformas independentes e têm cerca de 95% da rentabilidade ligada aos serviços de voz. Ficando então a grande dúvida sobre como garantir o ROI, o aumento de faturamento e uma margem operacional otimizada, e realizar novos investimentos em serviços com expectativa de crescimento. A solução que melhor se apresenta para esse dilema é a convergência de serviços (voz + dados + vídeo) em redes conhecidas como Redes de Próxima Geração. O conceito NGN está relacionado a uma idéia bastante simples: transportar toda a informação que corre pela rede em pacotes digitais que utilizam o protocolo IP (Internet Protocol). Tais pacotes seriam capazes de transportar conversas telefônicas, vídeo, arquivos, s, dentre outros. Um outro conceito de NGN aceito pela GSC (Global Standard Collaboration), é a definição ETSI (European Telecommunications Standards Institute): NGN é um conceito para definição e utilização de redes, que devido à separação formal em diferentes camadas e uso de interfaces abertas, disponibilizam para os provedores de serviços e operadoras uma plataforma capaz de criar, oferecer e gerenciar serviços inovadores. É cada vez mais necessária a disponibilização de uma solução de rede que seja extremamente flexível para permitir serviços diferenciados e sob demanda. Deve também ser viável a associação do desempenho e confiabilidade da atual infra-estrutura das redes de telefonia e de dados, e a sustentação do crescimento de novas demandas. A NGN integra infra-estruturas de redes tais como WAN (Wide Area Network), LAN (Local Area Network), MAN (Metropolitan Area Network), e redes sem fio, antes discutidas em separado. A integração de recursos e a convergência de tráfico reduzem os custos totais da rede, permitindo o compartilhamento da operação, a administração da rede, a manutenção e aprovisionamento de equipamentos, além de criar um ambiente propício para aplicações multimídia. O resultado é o tão sonhado ROI num prazo relativamente curto. Assim, vemos que a implementação das NGN s possibilita sustentar a introdução de novos serviços de banda larga, suportada pela rentabilidade dos serviços de voz associados à rede convergente. Em suma, a NGN parece ter vindo para concretizar o velho sonho das telecomunicações e áreas afins em disponibilizar uma plataforma de transporte comum para vídeo, voz, dados, permitindo aplicações do tipo telefonia IP, acesso a Web através de telefones móveis, e outras aplicações bastante interessantes. Algumas definições são descritas nesta seção e as análises mostram qual é o consenso geral para viabilidade de serviços para o cliente com a implementação de facilidades com base na Próxima Geração de Redes, considerando que: Todos os envolvidos no processo (provedores de serviços, provedores de conectividade e provedores de conteúdo) estejam de acordo com as mudanças.

5 Exista interoperabilidade internacional entre diferentes redes para o tráfego de dados e serviços prestados. Exista facilidade para a incorporação de novas tecnologias e serviços nas redes. Alguns aspectos relevantes devem ser ponderados pelos diversos segmentos, conforme se apresenta a seguir. [12] Necessidades a partir dos Usuários Finais: Serviços móveis com ampla cobertura (internacional); Alta rentabilidade das redes; Simplicidade na operação de serviços; Qualidade de serviço (QoS) negociável e constante em SLA's globais; Eficientes parcerias para bilhetagem de serviços entre as redes. Necessidades dos Provedores de Serviços: Serviço de criação de plataformas abertas e rápidas; Eficiente capacidade de informação dos usuários sobre os serviços disponíveis; Garantia de QoS das redes no que se refere a: transmissão, atraso, variação de atraso, perda, prazo de reparo, segurança, bilhetagem e disponibilidade; Capacidade de adaptar os serviços prestados de acordo com a variação de QoS ou limitação de dispositivos e/ou tecnologias de forma a atender o mercado no momento adequado. Pelos itens listados se nota imediatamente que as características de implementação da NGN se faz complexa e que alguns aspectos relevantes devem ser considerados no projeto destas redes: Para permitir o desenvolvimento de novos serviços que operem de maneira eficiente e independente, deverá haver mudanças significativas nos sistemas de chaveamento e roteamento dos provedores de serviços de redes. As interfaces de redes fornecidas pelos provedores de redes deverão ser bem definidas e internacionalmente acordadas. Também a rede deverá possuir um excelente controle de seus recursos, na forma de gerências escalonadas por: QoS, SLA e CRM (Customer Relationship Management). É difícil compor uma ação proativa para o futuro dos serviços, quando os serviços futuros não são conhecidos. Um exemplo da área que está tentando desenvolver está ação proativa futura é a de infra-estrutura de comunicação programável. A idéia básica por trás deste conceito é de desenvolvimento de uma plataforma e uma correspondente interface aberta que poderá ser usada para programar a rede quando se implementa um novo serviço de rede. Em resumo são esforços para padronização das plataformas e aplicações de operação dos dispositivos de redes.

6 Os terminais móveis ficam mais sofisticados com a mobilidade entre redes e sendo viabilizados por diferentes fabricantes. Então está questão deverá ser resolvida por diferentes provedores na forma de parcerias (Estratégicas, Táticas e Operacionais). A QoS deverá ser demandada pela rede e/ou alternativamente acordada entre os provedores para ser implementada por aplicações comuns entre as partes. [12] O mesmo serviço usado por diferentes terminais ou transmitidos sobre diferentes redes de acesso irá requerer valores de QoS diferentes. A QoS sobre IP deverá ser válida por vários anos. Uma solução proposta é de se usar intserv (Integrated Services) em redes de acesso e diffserv (Differetiated Services) ou MPLS na área de distribuição e borda do backbone da rede. A Convergência em redes é essencialmente limitada à camada do protocolo IP. Notando-se que a demanda dos usuários por aplicações multimídias aumenta significativamente, então temos que: a infra-estrutura óptica das redes irá se expandir para fora do core das redes através de metro-anéis indo até o ponto de acesso ou onde a necessidade por conectividade móvel exigir. As infra-estruturas existentes (legadas), os fatores econômicos, os nichos de mercados para uma tecnologia em particular, o impacto das regulamentações são fatores que devem ser levados em conta. Para que a entrada das novas plataformas tecnológicas baseadas em NGN possam ter sucesso, vários aspectos relevantes terão que ser avaliados. São eles: Evolução das Redes Não se pode substituir todo o sistema de uma operadora de serviços de telecomunicações de uma única vez. A rede irá evoluir quando viabilizar negócios com perspectiva de retorno ou quando os clientes começarem um processo de migração para concorrentes que ofereçam novos serviços. Essa evolução das redes deve ser feita a médio e longo prazo envolvendo uma convergência da infra-estrutura das redes e uma adaptação interna das empresas em pequenos passos. Convergência O ideal seria um processo padronizado de codificação, transporte, roteamento e endereçamento para todas as conexões fim a fim. Porém, vários fatores mostram que essa não é uma meta fácil de ser alcançada. São eles: Diversidade de exigências dos usuários (mobilidade, banda larga, baixo preço, segurança). Diversidade de compatibilidade de redes e meios. Diversidade de exigências de serviços (telefonia, TV, vídeo sob demanda, jogos via internet, etc). Fatores de mercado, como a espera dos fornecedores de tecnologia pela compra total de sua tecnologia atual, para que haja o lançamento de uma nova.

7 Esse então é o grande desafio na implementação da NGN, a convergência das redes. Quanto mais perto da convergência total chegarem as redes, mais eficientes serão as soluções de serviços e o atendimento às diversas demandas. 3.1 Arquitetura NGN A arquitetura NGN é normalmente dividida em três camadas de acordo com a figura 1. [16] Service SCP Database AAA Server Application Server Policy Server Control Softswitch Softswitch Core Core Packet Network Access H323 SG TG AG NAS IP PBX MSAG GW IAD WAG SS7 Network Broadband Access Figura 1. Arquitetura NGN 1 o ) Infra-estrutura (transporte) e Acesso Nessa camada encontram-se as unidades de acesso de assinante, como os telefones IP e Access Gateways (fazem a interface entre a rede IP e os diversos tipos de conexão dos usuários), além de comutadores, roteadores e Media Gateways (que transformam a voz em pacotes). 2 o ) Controle de chamadas Responsável pelo encaminhamento, supervisão e liberação das ligações que trafegam pela rede IP. É uma parte estratégica da rede onde fica o equipamento chamado Media Gateway Controller ou Softswitch que é a inteligência da rede. O Softswitch (processador central da NGN o qual controla chamadas através de gateways usando para isto os protocolos como SIP ou H248) tem a função de interpretar os números discados pelo

8 assinante, acompanhar e controlar o estabelecimento da chamada, além de deter tarefas relacionadas a tarifação. 3 o ) Camada de Serviços É o grande diferencial e atrativo da NGN. Os softwares irão permitir às operadoras a oferta de novos e múltiplos serviços aos usuários. 3.2 Elementos de uma Rede NGN A figura 2 mostra os elementos de uma rede NGN desenhada para suportar comunicação de voz e transporte de dados. Embora, não exista uma definição única para uma NGN, isto é, as características de implementação podem variar. Essas diferentes características são resultado de: Várias tecnologias convergentes. Vários padrões que competem entre si ou especificações de diferentes padrões. Vários fornecedores e provedores de telecomunicações que utilizam diferentes tecnologias que competem em mercados não regulamentados. Várias definições de serviços com diferentes QoS (Quality of Service). E E E AAA Server Feature Server Service Node Soft switch SGW Backbone Media Gateway Enterprise, School SOHO Residents Figura 2. Elementos Típicos de uma Rede NGN

9 O Media Gateway Controller (MGC) executa funções de estabelecimento e finalização de sessões na rede IP. Ele mantém o estado de todas as chamadas e dos recursos alocados para elas. O MGC possui interfaces para vários bancos de dados em redes IP e SS7 sinalização canal comum (por exemplo, políticas de diretórios) para acessar usuários e serviços. O MGC também possui a facilidade de prover endereços e um protocolo de tradução entre elementos de diferentes redes necessário para invocar uma chamada. Até o final de uma chamada o MGC coleta informações para bilhetagem. Existem dois protocolos básicos que são utilizados para controle: o Media Gateway Control Protocol (MGCP) e o MEGACO (também chamado H.248). A interface com as redes SS7 são feitas através dos protocolos SS7/IP. A política de diretórios no ambiente IP são acessadas usando os protocolos LDAP (Lightweight Directory Access Protocol ) e COPS (Common Open Policy Service). No caso de um cliente IP, o MGC irá usar o SIP ou o H.323 para estabelecer a chamada e alocar os recursos e serviços necessários. O MGC também fará a tradução entre o H.323 e SIP para a interconexão de clientes com diferentes protocolos. O Signaling Gateway executa as funções de conversão entre as mensagens SS7 transmitidas através dos circuitos telefônicos e as mensagens SS7 através das redes IP. Os atuais protocolos de conectividade para IP-SS7 são o SIGTRAN TALI e Q Em todos os casos a regra do Signaling Gateway é estabelecer e encerrar uma ou mais conexões IPSS7 e manter o estado de conexão entre as duas redes. Mantendo a seqüência de números, confirmações de conexões, retransmissões e notificações da existência de pacotes fora de seqüência. O controle de congestionamento, a detecção de falhas nas sessões e segurança são outras funções importantes executadas pelo Signaling Gateway. O Media Gateway faz a adaptação da mídia entre redes. Uma das mídias é presumível ser pacotes, frames ou células de redes do tipo IP ou ATM. Como uma especificação de um Media Gateway, o Trunking Gateway faz a conversão básica de circuitos E1/T1 e os ambientes ATM ou IP. Um Media Gateway mantém a informação de todos os recursos e, em caso de links ocupados ele assegura o tratamento apropriado de gerenciamento para cada situação. Até o encerramento de uma chamada o Media Gateway provê o MGC (Media Gateway Controller) de informações do QoS para fins de bilhetagem. O Media Gateway poderá terminar uma conexão de circuitos (linhas troncos, loops), transformar em pacotes o stream de dados se a chamada ainda não estiver nesse estado, e então liberar o tráfego para a rede IP. O Media Gateway realiza conexões ponto-aponto e conferências, e suporta funções como conversão da mídia, alocação de recursos (incluindo reserva) e notificações de eventos. Um Access Gateway, que combina informações do Signaling Gateway com o Trunking Gateway, é usado pelo ISDN ou CAS (Common Access Signaling) para inserir a sinalização em uma rede TDM. O Access Gateway extrai uma informação de controle dos protocolos de sinalização como o DMTF (Dual-Tone MultiFrequency) ou PRI (Primary Rate Interface) e envia a informação para o MGC para processamento. Os problemas encontrados entre domínios, onde uma conexão entre os pontos finais requer o roteamento em diferentes redes de provedores de telecomunicações, não são geralmente cobertos pelos atuais padrões ou pela estrutura mostrada na figura 2.

10 3.3 Tecnologias de uma rede NGN Mesmo que o foco atual seja as aplicações e os serviços competitivos, é praticamente impossível introduzir uma NGN sem considerar as seguintes tecnologias de rede: Processamento Digital de Sinais: o processamento dos sinais digitais é a tecnologia chave para a integração do tráfego de voz e dados. A vantagem dessa área é a facilidade de compressão de voz e a sua conversão para pacotes de dados. Roteamento dos pacotes: os recentes protocolos de roteamento permitem priorizar as filas e pacotes das aplicações que exijam qualidade de serviço (QoS). Redes Ópticas: as redes ópticas aumentam, dramaticamente, a banda de transmissão que está disponível pelos provedores de telecomunicações e dos usuários. As vantagens da multiplexação por onda de luz e o roteamento por comprimento de onda deverá consolidar o roteamento nas redes ópticas. Protocolos Avançados: desde que o TCP/IP tornou-se um protocolo estratégico, muitos esforços estão sendo feitos para conceber novas funções e aumentar seu desempenho. As redes baseadas em IP em breve deverão ser capazes de prover a mesma qualidade de serviço encontradas nas redes ATM atualmente. Recentes avanços incluem o protocolo RTP (Realtime Transfer Procotocol), o MPLS (Multi-Protocol Label Switching), o SS7-to-IP um protocolo de sinalização de telefonia SS7 para rede IP e o modelo de serviços diferenciados (DiffServ). O tráfego convergente tem trazido considerável interesse para os administradores de rede e tem levado os provedores de serviços de rede a introduzir soluções que vão ao encontro com os requerimentos dos clientes. Nem os tradicionais serviços de telefonia nem os novos provedores de NGN serão competitivos apenas reduzindo os custos de transmissão, entretanto, o ponto chave é a QoS, características como desempenho, disponibilidade, flexibilidade e adaptabilidade, serão padrões de mercado. 3.4 Protocolos para redes Convergentes As redes NGN s necessitam suportar uma grande variedade de funções de rede, incluindo os tradicionais protocolos orientados a dados e os mais recentes protocolos orientados a convergência das redes. Até o protocolo básico TCP/IP deve ser desenvolvido para atender os rígidos requerimentos de crescimento, gerenciamento, segurança e qualidade das NGN s. São cinco os principais protocolos usados nas redes de nova geração. Em seguida, iremos explicar as funções e aplicações de cada um deles. Como exemplos destes modelos, temos o SIP (Session Initiation Protocol), H.323, Megaco/H.248, MGCP (Media Gateway Control Protocol) e redes baseadas em sinalização de chamadas (NCS/J.162). No intuito de facilitar o entendimento acerca dos méritos desta abordagem, primeiramente convém definir e comparar dois modelos compatíveis: Peer-to-Peer, e Master / Slave.

11 De acordo com a figura 3, o modelamento baseado na arquitetura Master-Slave faz com que o Media Gateway Controller atue permanentemente como Master da rede, sendo responsável por toda iniciativa do processo de comunicação, isto é, uma troca de dados entre os equipamentos, seja em qualquer dos dois sentidos, é iniciado e finalizado pelo mestre, e os Media Gateways atuam como Slave na rede. No caso de uso da configuração Peer-to Peer, funções como a conversão de mídias e protocolos, controle e roteamento da rede passam a ser distribuídas, permitindo mudanças relativamente freqüentes na concentração dos nós da rede. Este último tipo de arquitetura é utilizado em redes de telefonia e nas redes de Sinalização de Canal Comum, onde o toda a inteligência está no núcleo da rede (Call Agents), de forma muito parecida com o que existe hoje na rede telefônica convencional (PSTN-Public Switched Telephone Network), uma vez que os terminais (endpoints) são inteiramente dependentes das instruções, inteligência e controle providos pelos Call Agents. Devidamente projetados, ambos os modelos, Peer-to-Peer e Master/Slave, podem facilmente coexistir na mesma rede, como partes complementares da solução como um todo, um usufruindo completamente das vantagens do outro. Megaco/H.248 é inteiramente compatível com a abordagem Peer-level, como o SIP e o H.323, e tem significantes vantagens sobre outras abordagens de Gateway Control Master/Slave, como o MGCP. A figura 3 ilustra a rede NGN, protocolos e a convivência das duas abordagens: Master/Slave e Peer-to-peer. Figura 3. Convivência das abordagens Master/Slave e Peer-to-Peer.

12 3.4.1 Protocolo Megaco/H.248 [7] Megaco e H.248 são dois nomes para o mesmo protocolo: um padrão aberto internacional, desenvolvido conjuntamente pela IETF (Internet Engeneering Task Force) e a ITU (International Telecommunications Union). A Nortel Networks, na necessidade de usar a Internet em caminhos inovadores, firmou-se como líder na criação do padrão Megaco/H.248. Megaco é um protocolo de sinalização na nova arquitetura convergente, sua função é permitir que os elementos da rede possam trocar informações de controle e de gerenciamento dos serviços, onde esta rede é formada por elementos inteligentes que controlam elementos sem inteligência, como na sinalização entre Media Gateway Controller (SoftSwitch) e um Media Gateway, respectivamente. O modelo de conexão e a estrutura de comando do Megaco/H.248 são simples, flexíveis, e de design poderoso, provendo vantagens tais como redução de overhead das mensagens, da complexidade e dos custos. Dessa forma, este protocolo define claramente mecanismos abertos de extensão para evolução, e descortina novas possibilidades de inovação. Em meio aos protocolos de sistemas de comunicação atuais e emergentes, o Megaco/H.248 fixa-se como uma opção compatível e complementar para o Gateway Control, provendo importantes vantagens em todo esse ramo de atuação. O Megaco/H.248 representa uma abordagem simples de controle de Gateway, cobrindo todas as suas aplicações. Isto inclui Gateways tipo trunking da RTPC (Rede Telefônica Pública Comutada), interfaces ATM, linhas analógicas e interfaces telefônicas, telefones IP, e muito mais. Coleciona atributos chaves como simplicidade, eficiência, flexibilidade e baixo custo efetivo, o que o torna um protocolo padrão para uso em redes NGN. A arquitetura deste protocolo baseia-se em: Camada MGC Contém toda a inteligência do controle de chamadas, e implementa características de nível de chamada como encaminhamento, transferência, conferência e espera. Esta camada também implementa quaisquer protocolos Peer-Level, para interação com outras MGCs ou entidades Peer. Gerencia todas as interações características e quaisquer interações de sinalização, como a SS7. Camada MG Implementa conexões de mídia, de ou para redes baseadas em pacotes, tais como ATM e IP. Interage com essas conexões através de aplicativos de sinais e eventos, e ainda controla características de dispositivos de Gateway como uma interface de usuário. Esta camada não tem conhecimento de características de nível de chamada, e age como um simples escravo. Camada Megaco/H.248 Guia o controle Master/Slave do MG pelo MGC. Provê controle de conexão, controle de dispositivo, e configuração de dispositivo.

13 3.4.2 Protocolo H.323 [8] NEXT GENERATION NEWORKS

14 SI P SIP clients and e.g. Microsoft i l Windows Messenger SURPASS hig 50 IP - IP Gateway H.323/SI P H.323/H IP PBX s IP clients and Figura 4. Terminais e Clientes IP Protocolo NCS/J.162 (Network Based Call Signalling) É derivado de uma versão mais antiga do MGCP, e foi desenvolvido especificamente como uma abordagem focada para controle Master/Slave de telefones analógicos conectados a dispositivos de acesso via cabo. Apesar de o MGCP e o NCS/J.162 compartilharem de algumas características, eles são mutuamente incompatíveis. Os novos protocolos, incluindo protocolos padronizados e proprietários, estão sendo introduzidos quase tão rápido quanto eles estão sendo desenvolvidos. Esses protocolos são a chave para consolidar a convergência das redes. O termo convergência cobre normalmente uma ampla gama de possibilidades incluindo as redes sem fio, distribuição de rádio e vídeo, serviços remotos, portais de informações, etc. Entretanto, ainda é a convergência da telefonia e de dados baseados em IP que produzem as aplicações killers, ou seja, aquelas aplicações que destronam aplicações de sucesso que usam antigas tecnologias. Os padrões de transmissão de voz sobre IP (VoIP) e de voz sobre ATM foram desenvolvidos nos últimos anos e estão agora sendo implementados pelos provedores de telecomunicações e empresas em suas redes corporativas. O VoIP é fruto de fóruns como o IETF, o International Softswitch Consortium, e o ETSI TIPHON.

A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com A CONVERGÊNCIA DE DADOS E VOZ NA PRÓXIMA GERAÇÃO DE REDES Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução A convergência, atualmente um dos temas mais discutidos na indústria de redes,

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Redes Convergentes II Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Módulo 3: VoIP INATEL Competence Center treinamento@inatel.br Tel: (35) 3471-9330 As telecomunicações vêm passando por uma grande revolução, resultante do

Leia mais

1 Introduc ao 1.1 Hist orico

1 Introduc ao 1.1 Hist orico 1 Introdução 1.1 Histórico Nos últimos 100 anos, o setor de telecomunicações vem passando por diversas transformações. Até os anos 80, cada novo serviço demandava a instalação de uma nova rede. Foi assim

Leia mais

www.teleco.com.br 1 NGN

www.teleco.com.br 1 NGN NGN Este tutorial apresenta o cenário atual e as tendências para a implantação das NGN's (Next Generation Networks) pelos provedores de serviços de Telecomunicações. William Penhas Sanchez Engenheiro de

Leia mais

H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed

H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed quality of service Resumo para a disciplina de Processamento Digital de

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE V: Telecomunicações, Internet e Tecnologia Sem Fio. Tendências em Redes e Comunicações No passado, haviam dois tipos de redes: telefônicas e redes

Leia mais

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP)

Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Transmissão de Voz em Redes de Dados (VoIP) Telefonia Tradicional PBX Telefonia Pública PBX Rede telefônica tradicional usa canais TDM (Time Division Multiplexing) para transporte da voz Uma conexão de

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES E REDES

TELECOMUNICAÇÕES E REDES Capítulo 8 TELECOMUNICAÇÕES E REDES 8.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as tecnologias utilizadas nos sistemas de telecomunicações? Que meios de transmissão de telecomunicações sua organização

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES E REDES

TELECOMUNICAÇÕES E REDES TELECOMUNICAÇÕES E REDES 1 OBJETIVOS 1. Quais são as tecnologias utilizadas nos sistemas de telecomunicações? 2. Que meios de transmissão de telecomunicações sua organização deve utilizar? 3. Como sua

Leia mais

:: Telefonia pela Internet

:: Telefonia pela Internet :: Telefonia pela Internet http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php José Mauricio Santos Pinheiro em 13/03/2005 O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo

Leia mais

Revisão de Literatura

Revisão de Literatura Revisão de Literatura VoIP é um conjunto de tecnologias que usa a Internet ou as redes IP privadas para a comunicação de Voz, substituindo ou complementando os sistemas de telefonia convencionais. A telefonia

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

Aplicações Multimídia Distribuídas. Aplicações Multimídia Distribuídas. Introdução. Introdução. Videoconferência. deborams@telecom.uff.br H.

Aplicações Multimídia Distribuídas. Aplicações Multimídia Distribuídas. Introdução. Introdução. Videoconferência. deborams@telecom.uff.br H. Departamento de Engenharia de Telecomunicações - UFF Aplicações Multimídia Distribuídas Aplicações Multimídia Distribuídas Videoconferência Padrão H.323 - ITU Padrão - IETF Profa. Débora Christina Muchaluat

Leia mais

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1 Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio slide 1 Objetivos de estudo Quais os principais componentes das redes de telecomunicações e quais as principais tecnologias de rede? Quais os principais

Leia mais

Tecnologias Atuais de Redes

Tecnologias Atuais de Redes Tecnologias Atuais de Redes Aula 5 VoIP Tecnologias Atuais de Redes - VoIP 1 Conteúdo Conceitos e Terminologias Estrutura Softswitch Funcionamento Cenários Simplificados de Comunicação em VoIP Telefonia

Leia mais

Redes de Dados. Aula 1. Introdução. Eytan Mediano

Redes de Dados. Aula 1. Introdução. Eytan Mediano Redes de Dados Aula 1 Introdução Eytan Mediano 1 6.263: Redes de Dados Aspectos fundamentais do projeto de redes e análise: Arquitetura Camadas Projeto da Topologia Protocolos Pt - a Pt (Pt= Ponto) Acesso

Leia mais

Introdução ao Subsistema Multimídia IP (IMS) Conceitos básicos de IMS e terminologia

Introdução ao Subsistema Multimídia IP (IMS) Conceitos básicos de IMS e terminologia Introdução ao Subsistema Multimídia IP (IMS) Conceitos básicos de IMS e terminologia Introdução Formalmente, o IP Multimedia Subsystem (IMS) é definido como:... um novo 'domínio' principal da rede (ou

Leia mais

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani

Redes de Dados e Comunicações. Prof.: Fernando Ascani Redes de Dados e Comunicações Prof.: Fernando Ascani Redes Wireless / Wi-Fi / IEEE 802.11 Em uma rede wireless, os adaptadores de rede em cada computador convertem os dados digitais para sinais de rádio,

Leia mais

Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações.

Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações. Telefonia IP Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações. (Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 19/05/2003). Huber Bernal Filho

Leia mais

Francisco Tesifom Munhoz X.25 FRAME RELAY VPN IP MPLS

Francisco Tesifom Munhoz X.25 FRAME RELAY VPN IP MPLS X.25 FRAME RELAY VPN IP MPLS Redes remotas Prof.Francisco Munhoz X.25 Linha de serviços de comunicação de dados, baseada em plataforma de rede, que atende necessidades de baixo ou médio volume de tráfego.

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES MEMÓRIAS DE AULA AULA 1 APRESENTAÇÃO DO CURSO, HISTÓRIA, EQUIPAMENTOS E TIPOS DE REDES Prof. José Wagner Bungart CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição de Redes de Computadores e Conceitos

Leia mais

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br

Fernando Albuquerque - fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN. Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br REDES LAN - WAN Fernando Albuquerque (061) 273-3589 fernando@cic.unb.br Tópicos Modelos Protocolos OSI e TCP/IP Tipos de redes Redes locais Redes grande abrangência Redes metropolitanas Componentes Repetidores

Leia mais

Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações.

Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações. Seção: Tutoriais Banda larga e VOIP Telefonia IP Este tutorial apresenta os conceitos básicos da Telefonia IP, suas características e aplicações. Autor: Huber Bernal Filho Engenheiro de Teleco (MAUÁ 79),

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br

REDES DE COMPUTADORES II. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br REDES DE COMPUTADORES II Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br Surgiu final década de 1980 Tecnologia de comutação em infraestrutura redes RDSI-FL(B-ISDN) Recomendação I.121 da ITU-T(1988)

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores Disciplina: Redes Convergentes II Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Rede de Telefonia Fixa Telefonia pode ser considerada a área do conhecimento que trata da transmissão de voz através de uma rede de telecomunicações.

Leia mais

6.3 Tecnologias de Acesso

6.3 Tecnologias de Acesso Capítulo 6.3 6.3 Tecnologias de Acesso 1 Acesso a redes alargadas Acesso por modem da banda de voz (através da Rede Fixa de Telecomunicações) Acesso RDIS (Rede Digital com Integração de Serviços) Acesso

Leia mais

CAPÍTULO 13. Conectividade Linhas Privativas Comercias LINHAS PRIVATIVAS COMERCIAIS

CAPÍTULO 13. Conectividade Linhas Privativas Comercias LINHAS PRIVATIVAS COMERCIAIS CAPÍTULO 13 LINHAS PRIVATIVAS COMERCIAIS Todos os serviços de conectividade e comunicação de dados oferecidos por qualquer operadora de telecomunicações, devem terminar nos pontos finais de utilização

Leia mais

MPLS MultiProtocol Label Switching

MPLS MultiProtocol Label Switching MPLS MultiProtocol Label Switching Cenário Atual As novas aplicações que necessitam de recurso da rede são cada vez mais comuns Transmissão de TV na Internet Videoconferências Jogos on-line A popularização

Leia mais

EMBRATEL WHITE PAPER

EMBRATEL WHITE PAPER EMBRATEL WHITE PAPER CARRIER ETHERNET Neste artigo, a Embratel destaca a história, arquitetura, princípios e serviços que a solução de Carrier Ethernet possui. A tecnologia Ethernet foi concebida na década

Leia mais

Convergência fixo-móvel

Convergência fixo-móvel Convergência fixo-móvel 74 RTI SET 2005 Einar Edvardsen, da Telenor R&D (Noruega) É possível a convergência entre redes fixas e móveis? Um projeto desenvolvido na Europa mostra que sim. A idéia é promover

Leia mais

Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet

Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet Alternativas de aplicação do serviço GPRS da rede celular GSM em telemetria pela Internet Marcos R. Dillenburg Gerente de P&D da Novus Produtos Eletrônicos Ltda. (dillen@novus.com.br) As aplicações de

Leia mais

A utilização das redes na disseminação das informações

A utilização das redes na disseminação das informações Internet, Internet2, Intranet e Extranet 17/03/15 PSI - Profº Wilker Bueno 1 Internet: A destruição as guerras trazem avanços tecnológicos em velocidade astronômica, foi assim também com nossa internet

Leia mais

Série SV8000 UNIVERGE 360. UNIVERGE 360 - Unificando as Comunicações Empresariais

Série SV8000 UNIVERGE 360. UNIVERGE 360 - Unificando as Comunicações Empresariais Série SV8000 UNIVERGE 360 UNIVERGE 360 - Unificando as Comunicações Empresariais Tudo a ver com mudança E estar preparado para ela Com UNIVERGE360 você estabelece a direção. O ambiente de trabalho está

Leia mais

VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha

VoIP. Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha Redes de Longa Distância Prof. Walter Cunha As principais tecnologias de Voz sobre Rede de dados: Voz sobre Frame Relay Voz sobre ATM Voz sobre IP VoIP sobre MPLS VoIP consiste no uso das redes de dados

Leia mais

Protocolos Sinalização

Protocolos Sinalização Tecnologia em Redes de Computadores Fundamentos de VoIP Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com São protocolos utilizados para estabelecer chamadas e conferências através de redes via IP; Os

Leia mais

Índice Benefícios da NGN 2 Arquitetura OPT 4 Solução Completa 7 Linha Vectura - Controle 12 Linha Vectura - Acesso 14 Linha Vectura - Serviços 19

Índice Benefícios da NGN 2 Arquitetura OPT 4 Solução Completa 7 Linha Vectura - Controle 12 Linha Vectura - Acesso 14 Linha Vectura - Serviços 19 Índice Benefícios da NGN 2 Arquitetura OPT 4 Modelo Open Packet Telephony 4 Camada de Controle 4 Camada de Transporte 5 Camada de Serviços 5 Vectura na Arquitetura OPT 6 Solução Completa 7 Longa Distância

Leia mais

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins

Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Redes de Computadores Prof. Sergio Estrela Martins Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura

Leia mais

Unidade 1. Conceitos Básicos

Unidade 1. Conceitos Básicos Unidade 1 Conceitos Básicos 11 U1 - Conceitos Básicos Comunicação Protocolo Definição de rede Rede Internet 12 Comunicação de dados Comunicação de dados comunicação de informação em estado binário entre

Leia mais

VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA

VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA Introdução Saiba como muitas empresas em todo mundo estão conseguindo economizar nas tarifas de ligações interurbanas e internacionais. A História do telefone Banda Larga

Leia mais

A Evolução das Telecomunicações no Brasil

A Evolução das Telecomunicações no Brasil A Evolução das Telecomunicações no Brasil Outras Apostilas em: www.projetode redes.co m.br www.redesde com p uta dores. com. br Prof. José Maurício dos Santos Pinheiro Centro Universitário de Volta Redonda

Leia mais

Infraestrutura e Tecnologia

Infraestrutura e Tecnologia Fundada em 1999, a Mundivox é uma operadora de telecomunicações licenciada pela Anatel e tem como principal objetivo ser a melhor provedora de soluções integradas em serviços de comunicação de voz e dados

Leia mais

Walter Cunha Tecnologia da Informação Redes WAN

Walter Cunha Tecnologia da Informação Redes WAN Walter Cunha Tecnologia da Informação Redes WAN Frame-Relay 1. (FCC/Pref. Santos 2005) O frame-relay é uma tecnologia de transmissão de dados que (A) opera no nível 3 do modelo OSI. (B) tem velocidade

Leia mais

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações.

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações. O que esperar dos Serviços VoIP Este tutorial tem por objetivo apresentar os principais conceitos dos serviços VoIP e o que se pode obter desses serviços considerando principalmente as características

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E Prof. Luís Rodolfo Unidade I REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO C Redes de computadores e telecomunicação Objetivo: apresentar os conceitos iniciais e fundamentais com relação às redes de computadores

Leia mais

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco.

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco. VPN: Redes Privadas Virtuais O objetivo deste tutorial é apresentar os tipos básicos de Redes Privadas Virtuais (VPN's) esclarecendo os significados variados que tem sido atribuído a este termo. Eduardo

Leia mais

INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com No passado, os provedores de serviços de telecomunicações projetavam, implementavam e operavam

Leia mais

PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON

PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON PASSIVE OPTICAL NETWORK - PON É uma solução para a rede de acesso, busca eliminar o gargalo das atuais conexões entre as redes dos usuários e as redes MAN e WAN. A solução PON não inclui equipamentos ativos

Leia mais

PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA

PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA São Paulo, 09 de junho de 2010. Ao A/C.: Condomínio Colinas do Atibaia Jorge Vicente Lopes da

Leia mais

Serviços Prestados Infovia Brasília

Serviços Prestados Infovia Brasília Serviços Prestados Infovia Brasília Vanildo Pereira de Figueiredo Brasília, outubro de 2009 Agenda I. INFOVIA Serviços de Voz Softphone e Asterisk INFOVIA MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO INFOVIA MINISTÉRIO

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina Redes de Banda Larga Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 0 Fatos e tendências Sumário Fatos e tendências; Arquitetura

Leia mais

Redes II ISDN e Frame Relay

Redes II ISDN e Frame Relay Redes II ISDN e Frame Relay Súmario 1. Frame Relay 02 1.1 Introdução 02 1.2 Velocidade 03 1.3 A Especificação X.25 03 1.3.1 Nível de Rede ou pacotes 03 1.3.2 Nível de Enlace ou de Quadros 04 1.3.3 Nível

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

LGW4000 Labcom Media Gateway. Labcom Media Gateway Apresentação Geral 10/11/2011

LGW4000 Labcom Media Gateway. Labcom Media Gateway Apresentação Geral 10/11/2011 LGW4000 Labcom Media Gateway Labcom Media Gateway Apresentação Geral 10/11/2011 LGW4000 Labcom Media Gateway LGW4000 é um Media Gateway desenvolvido pela Labcom Sistemas que permite a integração entre

Leia mais

UMTS. www.teleco.com.br 1

UMTS. www.teleco.com.br 1 UMTS Este tutorial apresenta os conceitos básicos do Universal Mobile Telecommunications System (UMTS) padrão de 3ª Geração de sistemas celulares para evolução de redes GSM. Autor: Eduardo Tude Engenheiro

Leia mais

QOS SOBRE REDES DE PACOTES UTILIZANDO H.323

QOS SOBRE REDES DE PACOTES UTILIZANDO H.323 QOS SOBRE REDES DE PACOTES UTILIZANDO H.323 Aluno: Ricardo dos Santos Alves de Souza Professor: Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte Abril de 2004 DEL 1 ÍNDICE Resumo... 3 1 Introdução... 4 1.1 Redes de Pacotes...

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial, Cap. 6 Tanenbaum, Redes de Computadores, Cap. 1.2 AGUIRRE, L. A. Enciclopédia da Automática, Volume II, Cap. 15.3 Escravo é um

Leia mais

Redes de Computadores e a Internet

Redes de Computadores e a Internet Redes de Computadores e a Internet Magnos Martinello Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM 2010 Introdução Redes

Leia mais

Planejamento, Projeto e Gerência

Planejamento, Projeto e Gerência Projeção Planejamento Estratégico Planejamento Tático Projeto Prospecção Complexidade Planejamento, Projeto e Gerência Geraldo Robson. Mateus Novas Tecnologias Novos Serviços Novas Aplicações Telecomunicações

Leia mais

Diretoria de Projetos e Administração de Redes Marcio Patusco Lana Lobo Maio de 2004

Diretoria de Projetos e Administração de Redes Marcio Patusco Lana Lobo Maio de 2004 Diretoria de Projetos e Administração de Redes Marcio Patusco Lana Lobo Maio de 2004 Diretoria de Projetos e Administração de Redes - Marcio Patusco Lana Lobo 1 Conteúdo : Contexto e Conceitos Topologia

Leia mais

Comparativo de soluções para comunicação unificada

Comparativo de soluções para comunicação unificada Comparativo de soluções para comunicação unificada Bruno Mathies Curso de Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, Abril de 2010 Resumo Este artigo tem com objetivo

Leia mais

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina Redes de Banda Larga Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 6 Redes xdsl Sumário Introdução; Taxas de transmissão DSL e qualidade

Leia mais

Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose)

Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) Cap 01 - Conceitos Básicos de Rede (Kurose) 1. Quais são os tipos de redes de computadores e qual a motivação para estudá-las separadamente? Lan (Local Area Networks) MANs(Metropolitan Area Networks) WANs(Wide

Leia mais

O VoIP como enabler do desenvolvimento da Rede de Voz da Novis

O VoIP como enabler do desenvolvimento da Rede de Voz da Novis VoIP Coimbra, 16 de Setembro 2005 O VoIP como enabler do desenvolvimento da Rede de Voz da Novis Índice A rede da Novis Transmissão Rede Multi-Serviços O VoIP como tecnologia de Transporte o enabler do

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GTL 05 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO XIX GRUPO DE ESTUDO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E TELECOMUNICAÇÃO PARA SISTEMAS

Leia mais

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados

Estrutura de um Rede de Comunicações. Redes e Sistemas Distribuídos. Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação. Redes de comunicação de dados Estrutura de um Rede de Comunicações Profa.. Cristina Moreira Nunes Tarefas realizadas pelo sistema de comunicação Utilização do sistema de transmissão Geração de sinal Sincronização Formatação das mensagens

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.)

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Unidade 3 3.1 Introdução 3.2. Definições 3.3. Motivações 3.4. Problemas 3.5. Desafios 3.6. Padronização e Arquitetura 3.7. Gerência

Leia mais

IV. Em uma rede Frame Relay o roteamento dos quadros é de responsabilidade do protocolo IP da família de protocolos TCP/IP.

IV. Em uma rede Frame Relay o roteamento dos quadros é de responsabilidade do protocolo IP da família de protocolos TCP/IP. Exercícios: Redes WAN Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/ Frame-Relay 1. (FCC/Pref. Santos 2005) O frame-relay é

Leia mais

Tecnologias de Banda Larga

Tecnologias de Banda Larga Banda Larga Banda larga é uma comunicação de dados em alta velocidade. Possui diversas tecnologia associadas a ela. Entre essas tecnologias as mais conhecidas são a ADSL, ISDN, e o Cable Modem. Essas tecnologias

Leia mais

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial REDES CORPORATIVAS Presente no mercado há 31 anos, a Compugraf atua em vários segmentos da comunicação corporativa, oferecendo serviços e soluções de alta tecnologia, com reconhecida competência em diversos

Leia mais

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco.

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco. O que é IP O objetivo deste tutorial é fazer com que você conheça os conceitos básicos sobre IP, sendo abordados tópicos como endereço IP, rede IP, roteador e TCP/IP. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco

Leia mais

UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Disciplina: Sistemas de Telecomunicações 4º período Professor: Maurício AULA 02 Telefonia Fixa

UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Disciplina: Sistemas de Telecomunicações 4º período Professor: Maurício AULA 02 Telefonia Fixa Introdução UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Com o aparecimento dos sistemas de comunicação móvel como a telefonia celular, o termo telefonia fixa passou a ser utilizado para caracterizar

Leia mais

Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP. Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva

Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP. Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva 1 Participantes * Cláudio Rodrigues Muniz da Silva DCO / UFRN; * Fabiano André de Sousa Mendonça DPUB / UFRN; * Lívio Peixoto do Nascimento

Leia mais

Sua voz é essencial. As soluções de telefonia OpenScape Enterprise oferecem o poder da voz

Sua voz é essencial. As soluções de telefonia OpenScape Enterprise oferecem o poder da voz Sua voz é essencial As soluções de telefonia OpenScape Enterprise oferecem o poder da voz A voz confiável e de alta qualidade é essencial para a empresa As conversas envolvem interação em tempo real em

Leia mais

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede

Placa de Rede. Rede de Computadores. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. Placa de Rede Rede de Computadores Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações nos

Leia mais

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana Rede de Computadores Parte 01 Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações

Leia mais

1 Redes de comunicação de dados

1 Redes de comunicação de dados 1 Redes de comunicação de dados Nos anos 70 e 80 ocorreu uma fusão dos campos de ciência da computação e comunicação de dados. Isto produziu vários fatos relevantes: Não há diferenças fundamentais entre

Leia mais

Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE

Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE Componentes dos sistemas computadorizados Aula 04 FTC FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS ADMINISTRAÇÃO IV SEMESTRE Componentes da infraestrutura Hardware Software Tecnologia de gerenciamento de dados Tecnologia

Leia mais

A ECONET EVOLUTION S.A.S. nasce no ano de 2012 na Colômbia. Com sua filosofia de crescimento e expansão, projeta-se no mercado mundial, oferecendo

A ECONET EVOLUTION S.A.S. nasce no ano de 2012 na Colômbia. Com sua filosofia de crescimento e expansão, projeta-se no mercado mundial, oferecendo A ECONET EVOLUTION S.A.S. nasce no ano de 2012 na Colômbia. Com sua filosofia de crescimento e expansão, projeta-se no mercado mundial, oferecendo profissionalismo, velocidade, qualidade e conhecimento

Leia mais

Soluções Corporativas usando VoIP. Este tutorial apresenta algumas das soluções corporativas de comunicação de Voz baseadas em VoIP.

Soluções Corporativas usando VoIP. Este tutorial apresenta algumas das soluções corporativas de comunicação de Voz baseadas em VoIP. Soluções Corporativas usando VoIP Este tutorial apresenta algumas das soluções corporativas de comunicação de Voz baseadas em VoIP. Huber Bernal Filho Engenheiro de Teleco (MAUÁ 79), tendo atuado nas áreas

Leia mais

Evolução das Redes de Telecomunicação: Arquitetura IMS

Evolução das Redes de Telecomunicação: Arquitetura IMS Evolução das Redes de Telecomunicação: Arquitetura IMS Samuel R. Lauretti Graduado em Engenharia Elétrica pela USP-São Carlos em 1987, com Mestrado em Telecomunicações pela UNICAMP em 1993. Completou o

Leia mais

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Magistério Superior Especialista em Docência para Educação

Leia mais

MANUAL CLIENTE TODA A

MANUAL CLIENTE TODA A MANUAL CLIENTE TODA A Qualidade GVT AOS OLHOS DOS CLIENTES. TODA A QUALIDADE GVT AOS SEUS OLHOS O Serviço de Gerência é uma ferramenta fundamental para garantir o melhor desempenho dos serviços de telecomunicações

Leia mais

Redes WAN. Prof. Walter Cunha

Redes WAN. Prof. Walter Cunha Redes WAN Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha Comutação por Circuito Todos os recursos necessários em todos os subsistemas de telecomunicação que conectam origem e destino, são reservados durante todo

Leia mais

Este tutorial apresenta os conceitos básicos do Multi Protocol Label Switching (MPLS) utilizado em redes IP.

Este tutorial apresenta os conceitos básicos do Multi Protocol Label Switching (MPLS) utilizado em redes IP. MPLS Este tutorial apresenta os conceitos básicos do Multi Protocol Label Switching (MPLS) utilizado em redes IP. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME 78) e Mestre em Teleco (INPE 81) tendo atuado nas

Leia mais

Redes WAN Conceitos Iniciais. Prof. Walter Cunha

Redes WAN Conceitos Iniciais. Prof. Walter Cunha Redes WAN Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha Comutação por Circuito Todos os recursos necessários em todos os subsistemas de telecomunicação que conectam origem e destino, são reservados durante todo

Leia mais

Redes de Computadores I Conceitos Básicos

Redes de Computadores I Conceitos Básicos Redes de Computadores I Conceitos Básicos Prof. Luís Rodrigo lrodrigo@lncc.br http://lrodrigo.lncc.br 2011/2 v3 2011.07.27 (baseado no material de Jim Kurose e outros) Histórico da Evolução das Redes Histórico

Leia mais

IP Communications Platform

IP Communications Platform IP Communications Platform A Promessa de Convergência, Cumprida As comunicações são essenciais para os negócios mas, em última análise, estas são conduzidas a nível pessoal no ambiente de trabalho e por

Leia mais

Benefícios da Adoção de. VoIP pelas empresas. Luciano Matsumoto

Benefícios da Adoção de. VoIP pelas empresas. Luciano Matsumoto Benefícios da Adoção de VoIP pelas empresas Luciano Matsumoto Apresentação Luciano Matsumoto Luciano Matsumoto lmatsumoto@tmais.com.br Engenheiro Elétrico c/ ênfase em Telecomunicações pela Escola Politécnica

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

WiMAX. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

WiMAX. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com WiMAX é uma tecnologia padronizada de rede sem fio que permite substituir as tecnologias de acesso de banda larga por cabo e ADSL. O WiMAX permite a

Leia mais

Rede Telefónica Pública Comutada - Principais elementos -

Rede Telefónica Pública Comutada - Principais elementos - Equipamento terminal: Rede Telefónica Pública Comutada - Principais elementos - o telefone na rede convencional Equipamento de transmissão: meio de transmissão: cabos de pares simétricos, cabo coaxial,

Leia mais