Painel V: O Ensino de Engenharia de Telecomunicações

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1 Painel V: O Ensino de Engenharia de Telecomunicações Vicente Sousa, Marcio Rodrigues DCO/UFRN Natal, 10/10/2013 Universidade Federal do Rio Grande do Norte 1 (UFRN)

2 Agenda Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Cursos existentes Mudanças na Carreira

3 Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Mercado

4 Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Necessidade tecnológica Convergência de Serviços Convergência de Acesso Convergência de Redes Convergência de Dispositivos

5 Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Setor estratégico para o país Regulamentação(serviços) Padronização(tecnologia) Existe uma clara ineficiência de execução de projetos no setor de telecomunicações

6 Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Necessidade de crescimento do país Entre 2000 e 2009, o número de alunos concluintes de engenharia saltoude 22,8 mil para47 mil. A participação de engenheiros no universo de formados, no entanto, caiu de 7% para menos de 6%. Na China, 35% dos formandos nas universidades são engenheiros e na Coreia do Sul, 25%. Somos o 13º país em produção de ciência, mas engatinhamos na produção de tecnologia.

7 Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Engenharia Elétrica - Legado da profissão (a esmagadora maioria dos profissionais de engenharia de telecom são engenheiros eletricistas) - Formação generalista (pouco tempo para Telecom) Desvantagem: geralmente se precisa de formação complementar para atuar em alto nível na área de telecom(e em outras áreas também); alta carga horária do curso de graduação. Vantagens: conhecimento adquirido em Sistemas de Potência e Controle; mais áreas de atuação. - Telecom se expandiu assustadoramente nos últimos anos. O que foi feito?

8 Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Ação de governos e academia: criação do curso de Engenharia de Telecomunicações Mercado se beneficia dos dois perfis de profissionais Perfil 1: Engenheiro de telecom (formado no curso de engenharia elétrica) com boa experiência em outros sistemas (e.g. controle industrial, sistemas de potência) Perfil 2: Engenheiro de telecom (formado no curso de engenharia de telecomunicações) com boa experiência detalhada nos vários sistemas de telecomunicações Todos ganham com a criação do novo curso Engenharia elétrica: novos laboratórios, novos professores, alunos sendo formados com base mais sólida Engenharia de telecomunicações: mais profissionais para o mercado brasileiro tão sedento de mão de obra especializada em telecom

9 O que é (definição do MEC) Fonte: REFERENCIAIS NACIONAIS DOS CURSOS DE ENGENHARIA

10 O que é (definição do MEC) Fonte: REFERENCIAIS NACIONAIS DOS CURSOS DE ENGENHARIA

11 O que é (definição do MEC) Engenharia de Telecomunicações Engenharia Elétrica

12 Agenda Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Cursos existentes Mudanças na Carreira

13 Cursos existentes (fonte: portal EMEC) Pesquisa pelo nome do curso Telecomunicações: 92 (43 bacharelados e 49 tecnólogos) Engenharia de telecomunicações:40 resultados (somente bacharelados) Comunicações: 95 (46 bacharelados e 49 tecnólogos) Engenharia de Comunicações: 1 Engenharia de Redes Comunicações: 1 Engenharia de Teleinformática: 1 Comparativo Telecomunicações : 188 Engenharia Elétrica: 375

14 Cursos existentes (fonte: Revista exame, 07/12/2012) Fonte:

15 Agenda Necessidade do Curso de Engenharia de Telecomunicações no Brasil Cursos existentes Mudanças na Carreira

16 Mudanças na carreira Nova sistemática para a atribuição de títulos, atividades e competências profissionais das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea Sistemática está contida na Resolução No , do Confea, de 2005 Esta Resolução esta suspensa até 31/12/2013 Há plano de ação para redefinição da sistemática (Julho/2012 a Dezembro/2013) Reajustada, sairá da situação de suspensão

17 Mudanças na carreira Nova sistemática para a atribuição de títulos, atividades e competências profissionais das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea Continuação

18 Mudanças na carreira Anteriormente (antes da suspensão) Versão atual da Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005 Fonte: Resolução nº a.exe/sys/start.htm?sid=1196

19 Mudanças na carreira A partir de 2014 (após desfeita a suspensão) A alterar na Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005

20 Sobre o DCO O Departamento de Engenharia de Comunicações (DCO) é uma sub-unidade acadêmica do Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), criado por professores do Departamento de Engenharia Elétrica, em 09/10/2009. O DCO oferece ao Brasil mais uma oportunidade de formação especializada na área de telecomunicações. São ofertados cursos de graduação, mestrado e doutorado em engenharia de telecomunicações, bem como de atividades de extensão, os quais tratam do processamento e transmissão da informação no contexto integrado de telecomunicações e computação. Com o DCO, o ensino, pesquisa e extensão na área de Engenharia de Telecomunicações ganha novo escopo e importância na UFRN, congregando e dando autonomia na criação de disciplinas e laboratórios específicos da área. Contato:

21 Sobre o CETEL Com o amadurecimento e consolidação das áreas de Telecomunicações, Eletrônica e Informática na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e o aumento da demanda nacional e internacional por profissionais com esta formação, em 2011, a UFRN oferta o Curso de Engenharia de Telecomunicações (CETEL) à sociedade. A proposta para criação do curso de Engenharia de Telecomunicações foi aprovada em 2008 com a nomenclatura inicial de Engenharia de Redes e Comunicação no contexto do programa REUNI da UFRN. O curso é previsto em dois ciclos a partir do Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BCT) e inclui aspectos desde a transmissão de voz até sistemas complexos de comunicação de dados (e.g. Internet móvel, rádio cognitivo, redes adhoc, entres outros). Contato:

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