ESPECIFICAÇÃO N o 20 /06 EMPREENDIMENTO. SE MAJOR VIEIRA 34,5 kv SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES

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2 ESPECIFICAÇÃO N o 20 /06 EMPREENDIMENTO SE MAJOR VIEIRA 34,5 kv SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES Departamento de Operação do Sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicação DVTE

3 SUMÁRIO 1 Introdução Equipamentos e Materiais e Serviços a serem Fornecidos INFRA-ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES Entrada de Cabo Telefônico da Operadora Infra-estrutura Telefônica Interna Sistema Elétrico EQUIPAMENTO DE TELECOMUNICAÇÃO ANTENA CABO COAXIAL BASTIDOR CONVERSOR TORRE DIVERSOS Garantias Manuais Testes de Aceitação Testes Visuais e Mecânicos: Testes de Aceitação em Fábrica Testes de Aceitação em Campo...6 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO DA TORRE ANEXO II QUADRO ORIENTATIVO DE QUANTIDADES Departamento de Operação do Sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicação DVTE

4 1 Introdução Esta Especificação estabelece os requisitos mínimos necessários para apresentação de Proposta de Fornecimento e Instalação de Equipamentos de Telecomunicações, englobando materiais, serviços e fornecimentos complementares para atendimento ao Sistema de Telecomunicações que será implantado na região de Major Vieira, na interligação da subestação Major Vieira 34,5 kv ao sistema elétrico e de telecomunicações existentes. As quantidades necessárias estão descritas no Quadro orientativo em anexo. 2 Equipamentos e Materiais e Serviços a serem Fornecidos. 2.1 INFRA-ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES Neste item será relacionada a infra-estrutura básica que deverá ser executada na subestação Major Vieira 34,5 kv, para a instalação de equipamentos de telecomunicações Entrada de Cabo Telefônico da Operadora No poste da rede elétrica mais próxima da casa de comando, deverão ser instaladas 01 tubulação (lateral) de 2 de diâmetro, com curvas de 90º na parte inferior. Toda a tubulação, bem como seus acessórios, deverão ser galvanizadas a quente. A referida tubulação será terminada em uma caixa de passagem R1 de 60x65x50 cm, de concreto e sem fundo, ou seja, apenas com as paredes laterais. No centro do fundo da caixa, deverá ser executado escavamento de 25 cm de diâmetro e 125 cm de profundidade, sendo que no fundo deste, deverá ser preenchido com brita até a altura de 20 cm acima da base da caixa, de modo a facilitar o escoamento da água. A tampa da caixa deverá ser confeccionada em ferro fundido, devendo ser montada no nível da calçada e deverá ter a inscrição CELESC. Do poste até a casa de comando, a cada 50 metros, deverá ser instalada uma caixa de passagem com as mesmas características descritas anteriormente. A interligação entre as caixas de passagens deverá ser feita através de dois eletrodutos de PVC rígido com 2 polegadas de diâmetro cada um, ou duto corrugado. Junto à calçada ao redor da casa de comando, a referida tubulação acabará em uma caixa de passagem, com as características descritas anteriormente. Da referida caixa de passagem, à casa de comando, sairá um eletroduto de PVC de 2 polegadas até o Quadro de Distribuição Telefônico de 40x40x15, embutido na parede à 1,50m do piso. O outro duto de 2 polegadas, terminará na canaleta da casa de comando Infra-estrutura Telefônica Interna Todo entroncamento telefônico, chegará em um Quadro de Distribuição Telefônica com as dimensões de 40x40x15 que deverá ser instalado a 1,50 m do piso, na configuração de Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 1

5 embutir, com capacidade para 05 blocos BLI de 10 pares e todos os acessórios necessários, incluindo suportes-guias para os fios jumpers. Os terminais dos blocos deverão permitir, preferencialmente, a conexão, por enrolamento, dos fios. Do QDT sairá um eletroduto de 1 polegada até a canaleta geral da casa de comando, de preferência, sua saída deverá ser perto do local onde será instalada a unidade terminal remota (UTR) do Sistema Digital de Supervisão e Controle (SCSC). Também do QDT, deverá sair 01 eletroduto de ¾, até as 02 tomadas telefônicas que deverão ser instaladas à 30 cm do piso, na parede junto ao hall de acesso. Da última tomada deverá ser instalado um eletroduto de ¾, até a canaleta geral da casa de comando Sistema Elétrico No PSA-CA, deverá ser previsto 01 disjuntor monofásico de 30 A com a identificação Sistema de Telecomunicações, que alimentará os equipamentos que serão instalados no bastidor de telecomunicações. No referido bastidor deverá ser instalado uma régua de 19 para instalação dos seguintes disjuntores: - 04 (quatro) disjuntores monofásicos de 15 A; No PSA-CC (Painel de Serviços Auxiliares Corrente Contínua), deverá ser previsto um disjuntor bifásico de 20A, com a identificação Sistema de Telecomunicações, que alimentará os equipamentos que serão instalados no bastidor de telecomunicações. 2.2 EQUIPAMENTO DE TELECOMUNICAÇÃO ANTENA Deverá ser fornecida antena direcional capaz de fornecer a melhor potência ERP (potencia efetivamente irradiada) permitida no sistema com os transmissores, combinadores de antena e filtros oferecidos para atender as características do enlace exigidas. Ela deverá ser à prova da ação do tempo e todos os terminais externos deverão ser de aço inox ou melhor e selados com material que não irá degradar devido à exposição a água, vento e raios ultra-violeta. Deverão ser usados suportes de fixação galvanizados a fogo e espaçadores de aço inox adequados para fixar a antena à torre CABO COAXIAL Os cabos coaxiais utilizados entre a antena e os equipamentos, deverão ser de baixa perda e com dielétrico de espuma de alta qualidade. Deverão ser empregados protetores coaxiais contra descargas eletromagnéticas devidamente aterrados, conforme as normas vigentes. O Cabo coaxial deverá ser fornecido com 50 ohms de impedância, com ½ polegada de diâmetro e cabos flexíveis para pig tail. Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 2

6 2.2.3 BASTIDOR Bastidor fixado ao piso através de chumbadores, com pintura epóxi na cor bege, com 40 UR, com acessos laterais e traseiro, entrada de cabos nas partes superior e inferior, porta em acrílico fumê com chave, padrão de fixação de equipamentos de 19", fornecido com 3 bandejas de 1UR, com fixação frontal para instalação de equipamentos, com uma régua contendo 5 tomadas universais monofásicas + terra CONVERSOR Deverá ser fornecido Conversor de corrente Contínua 121 Vcc/-48Vcc com as características a seguir: O conversor deve apresentar as seguintes características técnicas: - Tensão mínima de alimentação: 96,25 Vcc - Tensão de alimentação (regime de flutuação): 121,00 Vcc - Tensão máxima de alimentação: 129,25 Vcc - Tensão de saída : -48vcc positivo aterrado - Regulação de linha: 0,5% - Regulação de carga: 0,5% para variação de 10% a 100% - Spike: menor que 2% para variação de carga de 10% a 100% - Ripple: menor que 1% para variação de carga de 10% a 100% - Rendimento: maior que 70% - Overshoot: sem overshoot na partida, desligamento e falha de alimentação. - Temperatura de operação: - 10 C a 50 C. - Proteção: contra curto-circuito e sobre tensão na saída, contra inversão de polaridade na entrada, com fusível para proteção contra curto-circuito interno. - Tensão de saída ajustável através de potenciômetro interno. - Isolação galvânica entre entrada e saída. - As placas eletrônicas deste conversor dc/dc deverão ter potência de 150W, de modo que estas se tornam intercambiáveis entre conversores de potências diferenciadas. Cada conversor deverá, ainda, possuir placas eletrônicas reserva, ou seja, quando uma placa eletrônica (150W) apresentar defeito, automaticamente a placa reserva deverá entrar em operação através de chaveamento com contatos secos, sinalizando a(s) placa(s) com defeito e, além disso, possibilitar a retirada para manutenção, sem afetar o funcionamento normal dos conversores reserva. - Potência: 03 (três) placas de 150 Watt e mais 03 (três) placas reserva de 150 Watts, instaladas no mesmo conversor, ou seja, 1+1. Os conversores devem apresentar as seguintes características mecânicas: - Sub-bastidor metálico para instalação dentro do Bastidor/Rack de 19 polegadas ocupando, no máximo, 03 URs. - Borneira de entrada 121 vcc e saída -48vcc para instalação de conectores tipo garfo, Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 3

7 - Led para indicação de funcionamento. - Exteriorização de alarme individualizado, indicando defeito nas placas eletrônicas; - Proteção traseira contra acesso aos componentes eletrônicos TORRE A torre a ser instalada deverá possuir uma altura de 24 metros, com área de exposição ao vento (AEV) de, no mínimo, 2,5 m². As especificações da torre estão contidas no anexo I DIVERSOS Miscelâneos de instalação tais como conectores coaxiais tipo N, cabos de interligação, suportes de fixação de cabos coaxiais, cabos de alimentação, etc. 3 Garantias Juntamente com a proposta, a Contratada deverá apresentar um "Termo de Garantia" dos equipamentos, materiais, serviços e acessórios ofertados, cobrindo um período de no mínimo 24 (vinte e quatro) meses da data de entrega do Certificado de Conclusão do Objeto Contratado. Essa garantia deverá abranger todo e qualquer defeito de projeto, fabricação, montagem, interfaceamento com outros equipamentos, desempenho dos equipamentos e de todo o sistema, quando submetido a uso e conservação normais. Durante o prazo de garantia acima indicado, deverão ser substituídas quaisquer partes e/ou equipamentos defeituosos, sem ônus para a CELESC. Neste caso, a Contratada deverá repetir, às suas custas, os ensaios julgados necessários pela CELESC para comprovar a perfeição dos reparos executados. Se após notificado pela CELESC, a Contratada recusar-se a efetuar os reparos solicitados, ou não os sanar em tempo hábil, considerando defeitos do sistema em que paralise a operacionalidade do COD, estipulado em 12 Hs e para os demais em 48 Hs após registrada ocorrência, a CELESC terá o direito de executá-los e cobrar seus custos da Contratada. Esse procedimento não afetará os prazos e condições de garantia dos equipamentos. No caso de se constatar quaisquer defeitos ou deficiências nos equipamentos, a CELESC terá o direito de operar tais equipamentos até que os mesmos sejam substituídos. A redação do "Termo de Garantia" deverá ainda levar em consideração que: a) A aprovação dos documentos pela CELESC não desobriga a Contratada de sua plena responsabilidade com relação ao projeto dos equipamentos, pelo seu perfeito Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 4

8 funcionamento, e pela sua entrega sem falhas ou omissões que venham a retardar a sua montagem e colocação em serviço; b) A aceitação pela CELESC de qualquer equipamento, material ou acessório, não exime a Contratada da plena responsabilidade de todas as garantias estabelecidas; c) Até o término do período de operação pré-definitiva, a contratada é obrigada a efetuar toda e qualquer intervenção, tanto em campo, quanto em laboratório nos casos de defeitos ou avarias dos equipamentos e materiais de seu fornecimento, tendo a equipe da Celesc, o direito de acompanhar as manutenções a seu próprio critério; d) Findo o período de aceitação provisória, os técnicos da CELESC ficarão responsáveis pela substituição dos equipamentos ou seus módulos e serão encaminhados à contratada, ou seu representante legal, sem ônus para CELESC, exceto custos com transportes até a representante da Contratada no Estado e em casos de danos causados por descargas atmosféricas comprovadas; A Contratada deverá assegurar também, a garantia de disponibilidade para o fornecimento de peças de reposição, e/ou peças sobressalentes após a entrega e aceitação dos equipamentos, por um período de 10 (dez) anos, a custos vigentes no mercado à época do pedido. Em decorrência da garantia da qualidade de manutenção e operação, a Contratada fica obrigada a dar todo esclarecimento técnico solicitado pela CELESC durante o período de garantia. 4 Manuais Cada equipamento deverá vir acompanhado de 01 (uma cópia) do manual de operação e manutenção escrito em língua portuguesa ou inglesa. O conteúdo mínimo de cada manual deverá ser o seguinte: - Descrição geral do equipamento; - Características técnicas; - Princípio geral de funcionamento dos equipamentos e suas unidades; - Descrição das unidades; - Descrição das interfaces; - Descrição das facilidades dos equipamentos; - Rotinas para instalação (fixação, montagem e desmontagem, substituição de sub-bastidores, módulos e unidades, etc.); - Rotinas de manutenção (leitura de instrumentos, identificação de alarmes, troubleshooting, execução de ajustes, testes, etc.); - Rotinas de operação e programação dos equipamentos (ativação/desativação, mudanças de parâmetros, execução de comandos, etc); - circuitos unifilares completos; - lay-out dos componentes nas placas de circuitos. Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 5

9 5 Testes de Aceitação Deverão ser executados, no mínimo, os testes relacionados abaixo: 5.1 Testes Visuais e Mecânicos: - Cadastro dos equipamentos; - Inspeção de placas, unidades, módulos, sub-bastidores e bastidores; - Fiação (unidades, módulos e bastidores); - Identificação (componentes, unidades, módulos e bastidores); - Inspeção da instalação (somente em campo); - Inserção de placas e unidades. 5.2 Testes de Aceitação em Fábrica Deverá ser fornecido relatório de testes em fábrica. Os testes de aceitação em fábrica englobam: - Inventário de equipamentos, inspeção visual, testes mecânicos e verificação das características construtivas; - Testes de desempenho eletro-eletrônicos; - Testes funcionais; - Testes de sobressalentes. A CELESC se reserva o direito de modificar ou incluir testes adicionais, caso julgue insuficientes os testes a serem propostos e realizados pelo Fornecedor, sem que isso acarrete ônus adicional para a CELESC. Caso seja necessária a repetição de qualquer teste, em virtude de rejeição do material e/ou equipamento, o Fornecedor ficará responsável pelo ônus acarretado pela nova inspeção. 5.3 Testes de Aceitação em Campo Os testes de aceitação em campo englobam: - Inventário de equipamentos, inspeção visual, verificação das características construtivas e verificação da instalação; - Testes de desempenho eletro-eletrônicos; - Testes funcionais; - Testes de integração. A CELESC se reserva o direito de modificar ou incluir testes adicionais, caso julgue insuficientes os testes a serem propostos e realizados pelo Fornecedor, sem que isso acarrete ônus adicional para a CELESC. Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 6

10 Os Testes de Aceitação em Campo somente poderão ser iniciados após a aprovação dos roteiros de testes pela CELESC. DPOP/DVTE (Setembro/2006) Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 7

11 ANEXO II QUADRO ORIENTATIVO CENTRAIS ELÉTRICAS DE SANTA CATARINA - CELESC DPOP/DVTE SE Major Vieira - Telecomunicações QUADRO DE PREÇOS - ORÇAMENTÁRIO Item Código DESCRIÇÃO MATERIAIS Un. QTDE 1 Torre Auto-Suportada leve, com 2, 5m2 de área de vento, com 24 metros altura, com sistema de balizamento noturno, diurno, sistema de Para-raios e trava quedas, a ser instalada na Se Major Vieira Cj 1 2 Sistema de trava quedas a ser instalado na Repetidora Canoinhas Cj. 1 3 Antena faixa UHF MHz, fornecida com ferragens de fixação e alinhamento, relativo a enlace SE Major Vieira - Repetidora Canoinhas Cj 2 4 Cabo coaxial 50 ohms, 1/2" de diâmetro m Bastidor de piso com 40 UR, tipo coluna, padrão de fixação dos equipamentos de 19", fornecido com 3 bandejas de 1 UR, fixação frontal, para instalação de equipamentos e uma régua com 5 tomadas universais monofásicas + terra. Profundidade mínima de 450mm. Conversor de Alimentação entrada 110Vcc, saída -48Vcc, fornecido em um único sub-bastidor, com 2(dois) módulos de potência de 150Watts cada um, a ser instalada na Subestação Major Vieira e Repetidora Canoinhas Cj. 2 Pç. 2 7 Materiais para infra-estrutura de telecomunicações, conforme ítem 2.1 desta especificação técnica Cj 8 Miscelâneo de instalação tais como: conectores coaxiais tipo N, cabos de interligação, cabos de alimentação, suportes de fixação de cabos coaxiais, etc. Cj. 1 Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 8

12 CENTRAIS ELÉTRICAS DE SANTA CATARINA - CELESC DPOP/DVTE QUADRO DE PREÇOS - ORÇAMENTÁRIO SE Major Vieira - Telecomunicações Item Código DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS Un. QTDE 1 2 Elaboração Projeto Executivo Instalação. Elaboração de Cálculo de Desempenho, Elaboração Projeto ANATEL, relativos ao enlace Se Major Vieira e Repetidora Canoinhas Montagem da torre auto-suportada em terreno normal, com trava-quedas, para-raios, balizamento noturno,diurno, a ser instalada na Se Major Vieira Cj. 1 Cj. 1 3 Instalação trava quedas na repetidora Canoinhas 4 Cj. 1 Instalação de equipamentos, antenas, cabos coaxiais com alinhamento e testes do enlace na Se Major Vieira e Repetidora Canoinhas Cj. 1 5 Instalação de infra-estrutura para telecomunicações conforme item 2.1 desta especificação técnica Cj 1 Departamento de Operação do sistema Elétrico DPOP Divisão de Telecomunicações - DVTE 9

13 ANEXO I TELECOMUNICAÇÕES TORRE AUTO-SUPORTADA

14 SUMÁRIO ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA 1 REQUISITOS TÉCNICOS CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS GERAIS GENERALIDADES ESCOPO DO FORNECIMENTO FORNECIMENTO BÁSICO MATERIAIS E ACESSÓRIOS DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO EXTENSÃO DO FORNECIMENTO UNIDADES DE MEDIDA E NORMAS UNIDADES DE MEDIDA NORMAS DESENHOS DO PROPONENTE QUALIDADE DO MATERIAL E CONFIABILIDADE EXPOSIÇÃO A CLIMA QUENTE E ÚMIDO PINTURA PARA SINALIZAÇÃO, ACABAMENTO E MARCAÇÃO PLACA DE IDENTIFICAÇÃO EMBALAGEM, IDENTIFICAÇÃO E TRANSPORTE INSPEÇÃO E ENSAIOS GENERALIDADES RELATÓRIO DE ENSAIO INSPEÇÃO NO CAMPO APROVAÇÃO E LIBERAÇÃO DAS TORRES MEMÓRIA DE CÁLCULO E DESENHOS ESPECIFICOS ENVIO PARA APROVAÇÃO CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ESPECÍFICAS DEFINIÇÕES TÉCNICAS TORRE AUTO-SUPORTADA VENTOS MÁXIMOS VENTO OPERACIONAL CARGAS E EFEITOS DE COAÇÃO CARGAS PERMANENTES...15 Torre auto-suportada 2

15 2.2.2 CARGAS ACIDENTAIS TEMPERATURA VENTO VENTO MÁXIMO VENTO OPERACIONAL (DEFORMAÇÕES) ESFORÇOS ESFORÇOS SOLICITANTES ESFORÇOS RESISTENTES INSTABILIDADE DEVIDO À FLAMBAGEM GLOBAL LIGAÇÕES ESTRUTURAS PARTES ESTRUTURAIS E GALVANIZAÇÃO PARAFUSOS, PORCAS E ARRUELAS ACESSÓRIOS ESTEIRAS SUPORTES DE ANTENAS PÁRA-RAIOS MALHA DE TERRA SISTEMA DE BALIZAMENTO NOTURNO SISTEMA DE TRAVA-QUEDAS FUNDAÇÕES...23 Torre auto-suportada 3

16 1 REQUISITOS TÉCNICOS 1.1 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS GERAIS GENERALIDADES O projeto, a matéria prima, a mão de obra e a fabricação, deverão incorporar, tanto quanto possível, os melhoramentos que a técnica moderna sugerir, mesmo quando não mencionados nesta Especificação. Cada projeto diferente deverá ser explicado, em todos os seus aspectos, na Proposta. O projeto deverá sempre permitir fácil reparo e substituição das peças ESCOPO DO FORNECIMENTO O presente fornecimento deverá compreender a fabricação, tratamento anti-corrosivo, pintura, ensaios, embalagens, construção de fundações e montagem de torres auto-suportadas completas, incluindo sistemas de aterramento, balizamento noturno, balizamento diurno, sistema trava-quedas e infra-estrutura de entrada de cabos FORNECIMENTO BÁSICO O fornecimento e serviços que trata esta Especificação constitui-se basicamente dos seguintes itens: - torre auto-suportada, modulada, com seção triangular, galvanizada e pintada, com fixação dos módulos através de parafusos e fixação à base de concreto através de chumbadores apropriados. - construção de infra-estrutura;.construção das fundações (concreto 1:2,5:3);.escavação em terreno, conforme dados geológicos, fornecidos no Edital; - montagem de torre auto-suportada; - sistema de aterramento; - sistema de balizamento noturno; - sistema de balizamento diurno; - sistema de trava-quedas; - ferragens para fixação de antenas; Torre auto-suportada 4

17 - acessórios MATERIAIS E ACESSÓRIOS DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO Deverão fazer parte do fornecimento, todos os materiais e acessórios necessários à instalação das torres propostas, bem como a sua futura manutenção, dentro das especificações previstas EXTENSÃO DO FORNECIMENTO O presente fornecimento deverá, além disso, compreender: - fabricação; - ensaios na fábrica; - embalagem; - transporte; - documentação técnica; - entrega das torres; - construção de fundações; - construção do sistema de aterramento; - montagem de torre auto-suportada completa; - garantia; - assistência técnica durante o período de garantia. 1.2 UNIDADES DE MEDIDA E NORMAS UNIDADES DE MEDIDA Todas as unidades de medida adotadas deverão obrigatoriamente constar do Sistema Internacional de Unidades NORMAS Torre auto-suportada 5

18 Os materiais e as torres a serem fornecidas deverão ser projetadas, fabricadas, instaladas, testadas, operadas e mantidas de acordo com os requisitos estipulados nesta Especificação Técnica. Caso haja, entretanto, algum aspecto não abrangido por este documento, aplicar-se-ão as normas e padrões abaixo indicados, em sua mais recente edição: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas; ASTM - American Society for Testing and Materials; ANSI - American National Standart Institute; CAN/CSA - Normas Canadenses; AWS - American Welding Society; NEMA - Nat. Eletrical Manufacturers Association; AISC - American Institute of Steel Construction; TELEBRÁS - Telecomunicações Brasileiras S/A; MC - Ministério das Comunicações. Além das normas acima, deverá ser obedecido o que diz o decreto de 03/05/79 e a portaria 1141/GM5, nº 1.141, de 08/12/87 do Ministério da Aeronáutica. A simples indicação dessas organizações, não excluem outras reconhecidas que possuam normas com qualidade igual ou superior às emitidas pelas organizações mencionadas acima, desde que o Proponente cite em sua proposta as partes ou normas aplicáveis. Caso o Proponente adote normas de outras organizações não recomendadas acima, deverá incluir em sua proposta, cópias do original ou de tradução das normas adotadas, ficando a CELESC Distribuição S.A., entretanto, livre para rejeitar as normas alternativas oferecidas. Em caso de dúvida ou contradição terá primazia esta especificação, em seguida as normas recomendadas e, finalmente, as normas apresentadas pelo Proponente. 1.3 DESENHOS DO PROPONENTE O Proponente deverá fornecer juntamente com a sua proposta, os seguintes desenhos e informações: a) Desenho dos chumbadores; b) Desenho da torre com detalhes de montagem e dimensões das peças; Torre auto-suportada 6

19 c) Desenhos do sistema de aterramento, incluindo-se detalhes da haste do pára-raios e malha de terra; d) Desenhos mostrando dimensões e detalhes de ferragens para fixação das antenas; e) Desenhos e detalhes do sistema de balizamento noturno; f) Desenhos e detalhes da esteira horizontal de entrada de cabos. g) Desenhos do sistema de trava-quedas, incluindo-se detalhes da fixação dos cabo no topo e base da torre; O Proponente deverá anexar a sua proposta, 02 (dois) conjuntos de cada desenho acima. 1.4 QUALIDADE DO MATERIAL E CONFIABILIDADE Todos os materiais e componentes, empregados na fabricação das torres a serem fornecidas, deverão ter a qualidade necessária para garantir a sua confiabilidade, ser de recente fabricação, livres de defeitos e imperfeições. Todos os componentes deverão ser disponíveis comercialmente no Brasil. Tanto quanto possível, os componentes e dispositivos utilizados para uma função, deverão ser do mesmo tipo e fabricante, visando a facilidade de manutenção e reparos. Todo o aço deverá ser do tipo A6, de acordo com a norma ASTM A6. Os parafusos, porcas e arruelas deverão satisfazer os requisitos das normas ASTM A394 ou A325. Os chumbadores serão dimensionados com aço CA25 ou A36, devendo os mesmos serem galvanizados a quente até 3 cm, abaixo do topo da fundação, assim como as porcas, contra porcas e arruelas. 1.5 EXPOSIÇÃO A CLIMA QUENTE E ÚMIDO As torres fornecidas conforme esta Especificação, deverão ser adequadas para transporte, armazenamento e serviço sob condições tropicais de alta temperatura, umidade elevada, chuvas fortes, mofo e ambiente propício a fungos. Estas previsões deverão considerar: a) temperatura de -6ºC a 60ºC; b) umidade relativa do ar de até 90%; c) altitude até 2000 m. Torre auto-suportada 7

20 1.6 PINTURA PARA SINALIZAÇÃO, ACABAMENTO E MARCAÇÃO Sobre a galvanização, deverá ser aplicada uma demão de primmer epóxi isocianato, bicomponente, com espessura da camada seca de 30 a 40 mícrons. Após a aplicação do fundo, deverá ser aplicado uma demão de tinta intermediária em epóxi poliamida alta espessura, bicomponente, com espessura da camada seca de 60 a 80 mícrons. Como acabamento, deverá ser aplicado uma demão de tinta em poliuretano acrílico alifático, brilhante, bicomponente, isento de ácidos graxos e óleos dissolvidos, com espessura da camada seca de 60 a 80 mícrons. O Proponente deverá fornecer 2 (dois) corpos de prova devidamente pintado com a especificação acima, para análise em laboratório. A pintura descrita acima deverá atender às normas NBR 11003, NBR 8094 e ASTM G26. As cores empregadas devem ser o branco e o alaranjado, em seções alternadas de 6,0 metros, de acordo com as normas da Diretoria de Rotas Aéreas do Ministério da Aeronáutica. Nota: O último módulo obrigatoriamente deverá ser alaranjado. Todas as peças deverão ser numeradas e marcadas com baixo relevo, de acordo com o código do fabricante e desenho de montagem, indicando nos desenhos a posição da marcação. Adotando-se o processo de pintura em fábrica, a CELESC Distribuição S.A., decidirá se autoriza a pintura antes de executar inspeção no processo de galvanização. Mesmo que a pintura seja feita em fábrica, o Proponente deverá aplicar a 2 a demão de tinta de acabamento após a torre montada em campo. 1.7 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO Todas as torres deverão possuir uma placa de identificação, em aluminio anodizado ou aço inoxidável, com espessura mínima de 2,0 mm, medindo 300x210mm, com as informações em letras de forma pintadas em processo perene em português e em unidades do Sistema Internacional de Unidades. A placa deverá ser fixada firmemente na torre através de quatro pontos, a 2,00 metros de altura, voltada para o acesso principal. A placa de identificação deverá conter, pelo menos, as seguintes informações: - CELESC Distribuição S.A. + nome da Estação; - latitude; - longitude; - altitude; Torre auto-suportada 8

21 - altura da torre; - peso real da torre; - ano de fabricação; - número de série e modelo; - data de instalação; - fabricante; - capacidade de carga em área exposta ao vento (m 2 ). 1.8 EMBALAGEM, IDENTIFICAÇÃO E TRANSPORTE Todos os métodos, critérios, características e materiais para embalagem, identificação, embarque, desembarque e armazenamento deverão ser submetidos à aprovação da CELESC Distribuição S.A. previamente à execução dessas atividades e/ou à fabricação de quaisquer materiais, plaquetas ou etiquetas de identificação requeridas. A embalagem e preparação para embarque estarão sujeitas à aprovação pelo Inspetor da CELESC Distribuição S.A.. Os custos de embalagem deverão estar incluídos nos preços mencionados na Proposta. Os métodos de embalagem deverão ser tais que protejam completamente todas as partes do seu conteúdo contra possíveis danos e perdas durante o embarque, transporte, desembarque e armazenamento. Todas as superfícies metálicas acabadas, deverão ser apropriadamente cobertas ou de outro modo protegidas contra avarias durante o transporte e a instalação. O Proponente vencedor da licitação será responsabilizado por quaisquer danos e/ou perdas ocorridas em consequência de falta de cuidados, inadequabilidade e/ou insuficiência na embalagem, mesmo que esta tenha sido aprovada pela CELESC Distribuição S.A.. Todos os materiais e/ou torres fornecidas deverão ser embalados por estação e identificados com o número do item visivelmente estampado. Quando necessário, todas as embalagens deverão ser providas de meios para manuseio, carga e descarga, inclusive dispositivos para suspensão por guindastes, macacos ou empilhadeiras. Peças estruturais de pequeno porte e outros componentes pequenos e independentes deverão ser embalados em caixas ou engradados, não devendo ser fixados ao equipamento correspondente por meio de arame, fita adesiva ou outro meio similar. Torre auto-suportada 9

22 Pequenas peças deverão ser identificadas através de etiquetas a elas fixadas, indicando o número do equipamento ou item ao qual pertencem. Se as peças tiverem um número de referência para montagem indicado nos desenhos, o mesmo também deverá ser indicado nessas peças. Todas as pequenas peças e/ou partes deverão ser acondicionadas em embalagem à prova d'água. No caso de parafusos, porcas, arruelas, etc., cada tamanho ou tipo deverá ser embalado e identificado separadamente. Todos os volumes deverão apresentar indicativo de posição e fragilidade, endereço do local de entrega e do Proponente vencedor da licitação, número do contrato da CELESC Distribuição S.A., número do equipamento e/ou item correspondente, o peso bruto e líquido, além de apresentar marcação que possibilite a identificação do conteúdo sem que seja necessário abrir a embalagem. Sempre que possível, todas as partes correspondentes a um mesmo equipamento ou subconjunto, deverão ser embarcadas ao mesmo tempo. Previamente ao embarque, o Proponente vencedor da licitação deverá enviar à CELESC Distribuição S.A. as seguintes listas, completas e detalhadas: - listas de materiais, incluindo a descrição, identificação, área da base, volume e peso das embalagens e número dos desenhos de referências de todas as peças ou partes das torres; - listas de embarque, que além da mesma identificação das listas de materiais aplicáveis, deverão conter a listagem de todos os conjuntos, subconjuntos e partes em separado que serão embarcadas. O Proponente vencedor da licitação será responsável pelo embarque de todas as torres e materiais, devendo programá-los de maneira tal, que permita a chegada no local de entrega de acordo com o cronograma por ele proposto e aprovado pela CELESC Distribuição S.A.. O Proponente vencedor da licitação também será responsável pelo transporte e seguro de todas as torres e materiais até o local de entrega. A CELESC Distribuição S.A. deverá ser informada com antecedência de pelo menos 1 (uma) semana da chegada dos carregamentos. 1.9 INSPEÇÃO E ENSAIOS GENERALIDADES As torres deverão ser submetidas à inspeção e ensaios pelo Fabricante, na presença do Inspetor da CELESC Distribuição S.A., de acordo com as normas recomendadas e com esta Especificação, embaladas e prontas para embarque. O Proponente deverá apresentar com a Proposta a relação, descrição e procedimento dos ensaios que serão realizados nas torres e materiais a serem fornecidos, indicando os métodos e normas que serão aplicados, a fim de demonstrar que o fornecimento atende às Especificações Técnicas. O Proponente vencedor da licitação deverá enviar à CELESC Distribuição S.A., dentro de 10 (dez) dias após a assinatura do Contrato, 2 (duas) vias dos modelos dos formulários a serem Torre auto-suportada 10

TORRE ESTAIADA ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ACESSÓRIOS

TORRE ESTAIADA ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ACESSÓRIOS TORRE ESTAIADA A torre estaiada é a solução mais econômica por atingir grandes alturas e com elevada capacidade de carga, porém exige-se disponibilidade de terreno para sua instalação. Possui seção transversal

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