NOV VOL. XXIV (ESPECIAL)

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1 NOV VOL. XXIV (ESPECIAL) EDITORIAL XXXI JORNADA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE XXXI Scientific Annual Meeting of the Hospital Universitário Gaffrée e Guinle Mario Barreto Corrêa Lima A PROPÓSITO DA XXXI JORNADA DO HUGG Regarding the XXXI Annual Scientific Meeting of the Hospital Universitário Gaffrée e Guinle Carlos Alberto Basílio de Oliveira ÁCIDO ASCÓRBICO (VITAMINA C) E ESCORBUTO NA TERAPIA INTENSIVA: RELA- TO DE CASO Erika Vianna Glindmeier Didier, Aureo do Carmo Filho, Leandro Cardarelli Leite, Vitor dos Santos Neves ESTUDO COMPARATIVO EM SEPSE ENTRE O HUGG E O HOSPITAL PRÓ-CARDÍACO Leandro Cardarelli Leite, Aureo do Carmo Filho, Fernando Augusto Bozza, Erika Vianna Glindmeier Didier, Thiago Shinji Kajishima Gomes ASPECTOS TOMOGRÁFICOS DA OFTALMOMIÍASE Bernardo Gribel Carneiro, Luiz Eugênio Bustamante Prota Filho, Filipe Ribeiro Queiroz Santos, Carolina Maria de Azevedo, Ana Célia Baptista Koifman DOENÇA DE STILL DO ADULTO REFRATÁRIA - RELATO DE CASO TRATADO COM TOCILIZUMABE João Luiz Pereira Vaz, Lívia Regina Theilacker, Fabíola Sampaio Brandão, Paulo César Handam, Maria Cecília da Fonseca Salgado ASPECTOS RADIOLÓGICOS DA FRATURA DE PÊNIS- RELATO DE CASO Luiz Eugênio Bustamante Prota Filho, Bernardo Gribel Carneiro, Filipe Ribeiro Queiroz dos Santos, Carolina Maria de Azevedo, Ana Célia Baptista Koifman MANIFESTAÇÃO AGUDA DO PSEUDOTUMOR ORBITÁRIO - ESTUDO POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Filipe Ribeiro Queiroz dos Santos, Luiz Eugênio Bustamante Prota Filho, Bernardo Gribel Carneiro, Carolina Maria de Azevedo, Ana Célia Baptista Koifman COEXISTÊNCIA DE ESPONDILITE ANQUILOSANTE E DOENÇA MISTA DO TECIDO CONJUNTIVO - RELATO DE CASO Lívia Regina Theilacker, Fabíola Sampaio Brandão, João Luiz Pereira Vaz, Maria Cecília da Fonseca Salgado... 15

2 SÍNDROME SJÖGREN SECUNDÁRIA A ARTRITE IDIOPÁTICA JUVENIL - RELATO DE CASO Fabíola Sampaio Brandão, Lívia Regina Theilacker, João Luiz Pereira Vaz, Maria Cecília da Fonseca Salgado RITUXIMAB NO TRATAMENTO DO PÊNFIGO VULGAR REFRATÁRIO Stephanie Del Rio Navarret Biot, Maria Angélica Erthal de Barros, Ricardo Barbosa Lima, Henrique Novo Costa Pereira, Carlos José Martins ESTUDO POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (TCAR) DO PULMÃO NA SÍNDROME DE SJÖGREN Maria Cecília da Fonseca Salgado, Bruno Bordallo Correa, Lívia Regina Theilacker, Fabíola Sampaio Brandão, João Luiz Pereira Vaz METÁSTASE CUTÂNEA DE CÂNCER DE MAMA Maria Angélica Erthal de Barros Macedo, Joanna Pimenta de Araújo Franco, Caroline Cruz Barbosa, Ricardo Barbosa Lima, Carlos José Martins PADRÃO DE VASCULARIZAÇÃO VENOSA DO POLO TEMPORAL Francisco José Lourenço Torrão Junior, José Fernando Guedes Corrêa ANÁLISE URODINÂMICA PARA O DIAGNÓSTICO DE OBSTRUÇÃO INFRA-VESICAL EM MULHERES E SUA CORRELAÇÃO COM A CLÍNICA Fernanda Martins da Costa Crosara, Luana Azevedo de Paula, Marcelo Calmeto Noronha Barleta, Bárbara Vervloet Corseuil, Katiuscha Merath de Almeida Reis A PRODUÇÃO CIENTÍFICA ELETRÔNICA SOBRE SUSPENSÃO DE CIRURGIA E O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Fernanda Martins de Aquino, Vera Lúcia Freitas de Moura PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES PORTADORES DE NEOPLASIA PROSTÁTICA ACOMPANHADOS SETOR DE ONCOLOGIA DO HUGG ENTRE 2005 E 2010 Luana Azevedo de Paula, Fernanda crosara, Marcelo Noronha Barleta, Bárbara Vervloet Corseui PREVALENCIA DA VACINAÇÃO CONTRA H1N1 E HEPATITE B NOS ALUNOS DE MEDICINA DA UNIRIO Marcelo de Souza Teixeira, Eduardo Souza Pernambuco, Ricardo Rodrigeus Perbelini, Marcelo Calmeto Noronha Barleta, Thiago Shingi Kajishima Gomes AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS E ALUNOS DE MEDICINA SOBRE AS DEFINIÇÕES DE SEPSE E DE SEU MANEJO PRECOCE Thiago Shinji Kajishima Gomes, Celio Cortinhas Filho, Camila Galvão de Oliveira Wafae, Leandro Cardarelli Leite, Marcelo de Souza Teixeira DIABETES MELLITUS EM PACIENTE JOVEM HIV-POSITIVA: RELATO DE CASO Vanessa da Silva Schrago Mendes PREVALÊNCIA DA CATATONIA EM ENFERMARIA DE CLÍNICA MÉDICA DE HOSPITAL GERAL: ANÁLISE AMOSTRAL COM 90 TESTADOS Natacha Lorena Lima Mafort, Wagner Martignoni de Figueiredo, Zolder Marinho Silva, José Ramon Rodriguez Arras López, Rogério Paysano Marracos

3 EFEITO DA IMUNOSSUPRESSÃO SECUNDÁRIA A INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA (IRC) NO DESENVOLVIMENTO DA INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) NAS MULHERES IDOSAS Carolina Monteiro Barbosa, Marcela Magalhães Vieira, Luiz Paulo José Marques ESTUDO TOMOGRÁFICO DA ÓRBITA AGUDA POR DOENÇA EXTRAORBITÁRIA Luiz Eugênio Prota Filho, Filipe Ribeiro Queiroz Santos, Carolina MAria de Azevedo, Ana Celia Baptista Koifman A RELAÇÃO DO MÉDICO COM O PACIENTE NA EMERGÊNCIA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Thaís Nascimento Magalhães, Caroline Mählmann Muniz Dantas A COMUNICAÇÃO NÃO VERBAL E A ENFERMAGEM Vera Lúcia Freitas de Moura, Raquel Araújo, Bruna Pantoja, Camilla Dias A COMUNICAÇÃO E OS CUIDADOS DE ENFERMAGEM DURANTE O BANHO NO LEITO AO CLIENTE ORTOPÉDICO COM TRAÇÃO E FIXADORES EXTERNOS Vera Lúcia freitas de Moura, William Rosa, Rafael André da Silva, Matheus Corey, Edson Ramos da Silva CAPTAÇÃO DE CADÁVERES NÃO RECLAMADOS PARA O ESTUDO DE ANATOMIA HUMANA NA UNIRIO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Helio Huguenin Tavares Junior, José Fernando Guedes Corrêa CUIDANDO DOS CUIDADORES: AÇÃO EM COMUNIDADE ATINGIDA PELAS CHU- VAS DE JANEIRO DE 2011 EM NOVA FRIBURGO Caroline Mählmann Muniz Dantas, Tereza de Souza Agra Belmonte RELATO DE EXPERIÊNCIA: ACADÊMICAS DE MEDICINA VOLUNTÁRIAS NO ATEN- DIMENTO PÓS-TRAGÉDIA A COMUNIDADES ATINGIDAS PELA CHUVA EM NOVA FRIBURGO Anna Karla de Souza Amaral, Caroline Mählmann Muniz Dantas MÉTODOS DE TRANSECÇÃO DO PARÊNQUIMA HEPÁTICO EM HEPATECTOMIA CONVENCIONAL Katiuscha Almeida Merath Reis, Fernanda Martins da Costa Crosara, Alexandre Rebelo Marques PADRÃO DE INERVAÇÃO DO MÚSCULO BRAQUIAL PELO NERVO MUSCULOCUTÂ- NEO José Fernando Guedes Corrêa, Yangpol Hon, Rogério Matins Pires Amorim, Lucas Loiola, Raquel Megali Oliveira MEDIDAS DE PREVENÇÃO PARA QUEDAS DE CLIENTES IDOSOS HOSPITALIZADOS Camila Torquato de Paula, Karine Matteini Ferraz, Vera Lúcia Freitas de Moura SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO CLIENTE ORTOPÉDICO COM ESCLEROSE MÚLTIPLA Anna Izabel Siqueira de Gusmão, Bruna Pereira Barros, Renata Pedreira da Cruz

4 EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR E TRANSTORNO BIPOLAR EM ENFERMARIA DE CLÍNICA MÉDICA DE HOSPITAL GERAL: ANÁLISE COMPOSTA POR 48 INTERNA- DOS Natacha Lorena Lima Mafort, Wagner Martignoni Figueiredo, Rogério Paysano Marrocos, José Ramon Rodriguez Arras López, Zolder Marinho Silva BASES ANATOMOCIRÚRGICAS PARA UTILIZAÇÃO DO NERVO FRÊNICO NA RE- CONSTITUIÇÃO DE LESÕES TRAUMÁTICAS DO PLEXO BRAQUIAL Maristella Reis da Costa Pereira CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA DOS ACADÊMICOS DE ME- DICINA DA UNIRIO Pedro Henrique de Abreu Macedo, Melissa Gebrim Ribeiro, Priscilla Duarte Pimentel, Aline Masiero Fernandes, Simony de Souza Pereira Maiolini AS METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS E SEU IMPACTO NA APRENDIZAGEM DO ES- TUDANTE DE MEDICINA DA UNIRIO Aline Masiero Fernandes, Regina Maria Lugarinho da Fonseca ENFERMAGEM NO PERIOPERATÓRIO Silvia Helena Silva, Alessandra de Carvalho Viana, Marco Antônio Serra Rodrigues FAZENDO ARTE NA PEDIATRIA DO HUGG Mônica Menezes Perny, Cleudes Werneck CISTO DE COLÉDOCO EM ADULTO: RELATO DE CASO Rafaela Correia da Silva, José Antonio D. C. Silva, José Carlos P. V. Alvarez, Antonio Carlos R. Garrido Iglesias ESTUDO DE 167 CASOS DE COLEDOCOLITÍASE Guilherme Saraiva Haddad, Fernando Athayde Veloso Madureira, José Antonio Dias da Cunha e Silva, Mohamed Chouky Kamar, Renato Manganelli Salomão DIVERTÍCULOS DO ESÔFAGO CERVICAL Vinícius Luderer Dias, Célio Cortinhas Filho, Célia Regina de Oliveira Garritano, Flávio Malcher de Oliveira, Mohamed Chouky Kamar RESULTADO COMPARATIVO DAS RESSECÇÕES CÓLICAS DIREITA E ESQUERDA NA INFLUÊNCIA DO PROGNÓSTICO INTRA-OPERATÓRIO EM UM HOSPITAL UNI- VERSITÁRIO Rafaela Correia da Silva, Luciana de Oliveira Fialho, Isabelle Beatriz Dolovale Silva, Antônio Carlos Ribeiro Garrido Iglesias, Vinícius Luderer Dias FATORES DE CONVERSÃO EM 616 COLECISTECTOMIAS VIDEOLAPAROSCÓPICAS Guilherme Saraiva Haddad, Renato Manganelli Salomão, José Antonio Dias da Cunha e Silva, Rafaela Correia da Silva, Antonio Carlos Ribeiro Garrido Iglesias PÓLIPOS DA VESÍCULA BILIAR Eduardo Andrade Dias Coutinho de Souza, Ricardo Lemos Cotta Pereira, Rodrigo Cesar Pinto, Ricardo Antonio Correia Lima, Rafaela Correia da Silva

5 CARCINOMA NEUROENDÓCRINO AMPULAR: RELATO DE CASO Eduardo Andrade Dias Coutinho de Souza, José Calos Peri Vidal Alvarez, José Antonio Dias da Cunha e Silva, Antônio Carlos Ribeiro Garrido Iglesias, Rodrigo César Pinto ABSCESSO PANCREÁTICO DE APRESENTAÇÃO ATÍPICA: RELATO DE CASO Guilherme Saraiva Haddad, Vinícius Luderer Dias, Eduardo Andrade Coutinho de Souza, José Carlos Perri Vidal Alvarez, Antonio Carlos Ribeiro Garrido Iglesias TUMOR NEUROENDÓCRINO DE LOCALIZAÇÃO ATÍPICA José Antonio Dias da Cunha e Silva, Marcus Vinícius Motta Valadão da Silva, Eberhart Portocarrero Gross, Ricardo Antonio Correia Lima, Antonio Carlos Ribeiro Garrido Iglesias ESTUDO RETROSPECTIVO DAS CIRURGIAS COLORRETAIS DA CLÍNICA CIRÚRGICA A DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE Rafaela Correia da Silva, Luciana de Oliveira Fialho, José Antonio Dias da Cunha e Silva, Antônio Carlos Ribeiro Garrido Iglesias, sabelle Beatriz Dolovale Silva

6 ISS: ISSN (EDIÇÃO ELETRÔNICA) NOV VOL. XXIV (ESPECIAL) EDITOR Mário Barreto Corrêa Lima EDITORES ADJUNTOS Aureo do Carmo Filho Lucas Pereira Jorge de Medeiros Max Kopti Fakoury CONSELHO EDITORIAL Antônio Carlos Ribeiro Garrido Iglesias (Cirurgia Geral) Azor José de Lima (Pediatria) Carlos Eduardo Brandão Mello (Gastroenterologia) Carlos Alberto Basílio de Oliveira (Anatomia Patológica) Marília de Abreu Silva (Infectologia) Paulo Couto (Ortopedia) Pietro Novellino (Cirurgia Geral) Nelson Salém (Fisiatria) Mair Simão Nigri (Cardiologia) Maria Lúcia Elias Pires (Endocrinologia) Terezinha de Jesus Agra Belmonte (Endocrinologia Infantil) Carlos Modesto Solano (Cirurgia Gastroenterológica) Maria Cecília da Fonseca Salgado (Reumatologia) ASSISTÊNCIA ADMINISTRATIVA Pedro Antonio André da Costa PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Luiz Eduardo da Cruz Veiga Apoio: 6

7 INSTRUÇÕES AOS AUTORES Os Cadernos Brasileiros de Medicina (ISS /ISSN ), uma publicação oficial da Sociedade de Incentivo à Pesquisa e ao Ensino (SIPE), é, originalmente, produto do interesse científico na comunidade acadêmica do grupo docente e discente do Serviço do Professor Mário Barreto Corrêa Lima e dos demais serviços da Escola de Medicina e Cirurgia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). A abertura da revista para os grupos de pesquisa de outros centros de reconhecimento é uma realidade a qual esta publicação vem atendendo nos últimos anos e que só vem a contribuir para o desenvolvimento da divulgação do saber médico. A finalidade da revista é a publicação de trabalhos originais das diversas áreas da ciência e arte médicas. O conselho editorial, com plenos poderes de avaliação e julgamento, reconhecendo originalidade, relevância, metodologia e pertinência, arbitrará a decisão de aceitação dos artigos. O conteúdo do material publicado deve ser inédito no que se refere à publicação anterior em outro periódico, sendo, ainda de responsabilidade exclusiva dos autores os dados, afirmações e opiniões emitidas. As publicações dos Cadernos Brasileiros de Medicina versarão estruturadas a partir dos seguintes modelos: Editorial: comentário em crítica produzido por editores da revista ou por escritor de reconhecida experiência no assunto em questão. Artigos originais: artigos que apresentam ineditismo de resultado de pesquisa e sejam completos no que consta à reprodutibilidade por outros pesquisadores que se interessem pelo método descrito no artigo. Deverá observar, salvo desnecessário à regra, a estrutura formalizada de: introdução, método, resultados, discussão e conclusões. Artigos de revisão: revisão da literatura científica disponível sobre determinado tema, respeitando, se pertinente, a estrutura formal anteriormente citada. Artigos de atualização: contemplam atualização - menos abrangente que o anterior - de evidências científicas definitivas para o bom exercício da ciência médica. Breves comunicações: artigos sobre assuntos de importância premente para saúde pública ou que não se enquadre no rigor de artigos originais. Relatos de casos: estudo descritivo de casos peculiares, em série ou isolados, que mereçam, pela representatividade científica e/ou riqueza de comentário, o interesse da comunidade profissional. Cartas: Opiniões e comentários sobre publicação da revista ou sobre temas de notório interesse da comunidade científica. Resenhas: crítica em revisão de conteúdos publicados em livros, a fim de nortear o leitor da revista às características de tais publicações. Formatação do escrito: - envio de arquivo word, digitado em espaço duplo, com margens de 2,5 cm e com formato e tamanho de letra Arial, tipo todas as páginas devem ser numeradas - a primeira página deve conter: o título do trabalho - estreito e explicativo / nome completo dos autores com afiliação institucional / nome do departamento e instituição a qual o trabalho deve ser vinculado / nome, endereço, fax, endereço eletrônico ( ) do autor responsável e a quem deve ser encaminhada correspondência caso necessário. - a segunda página deve constar de: resumo em português - onde se sugere a estrutura formalizada em apresentação de artigos originais -, e as palavras-chave - três descritores que indiquem a natureza do tema em questão (sugestão em Descritores em Ciências da Saúde - DECS: decs.bvs.br) - a terceira página constará de título e resumo em inglês (abstract) nos moldes do anterior associado às palavras-chave traduzidas em inglês (key words). - a quarta página iniciará o corpo do texto: * A formatação do texto deve respeitar o modelo ao qual se propõe (artigo original, carta, editorial, etc...). * Abreviação de termos deverá ser precedida por escrito anterior em que se inclua o texto completo sucedido pela abreviação referente entre parênteses. * Os nomes dos medicamentos devem respeitar a nomenclatura farmacológica. * Tabelas devem ser enviadas em folha separada, numeradas com algarismos arábicos, na seqüência em que aparecem no texto, com legenda pertinente e auto-explicativa que deve se dispor na parte superior da tabela. Rodapés com informações relevantes sucintas são permitidos. * Figuras e gráficos devem ser enviados em folha separada, na seqüência em que aparecem no texto, 7

8 numerados com algarismos arábicos, com legenda pertinente e auto-explicativa que deve se dispor na parte superior da tabela. Rodapés com informações relevantes sucintas são permitidos. * Tabelas, figuras e gráficos devem ser enviados em formato que permita a reprodução, e se necessário, devem ser mandadas individualmente. Observamos que deve ser sugerido com clareza pelos autores o local exato em que a inserção do anexado está indicada no texto. * Referências bibliográficas devem ser numeradas consecutivamente em algarismos arábicos. Estas referências vão dizer sobre citações de autores - sobrescritas e numeradas sequencialmente (ex: são as hepatites 1) - que serão colocadas durante o corpo do texto, não cabendo, durante o texto, qualquer informação além sobre a referência. A apresentação das referências deve ser baseada no formato do grupo de vancouver (http://www. icmje.or) e os títulos dos periódicos deverão ser formatados de acordo com a National Library of Medicine da List of Journal Indexed Medicus. (http://nlmpubs.nlm.nih.gov/online/journals/ ljiweb.pdf) ou escritos por inteiro sem abreviação. Exemplos do estilo de referências bibliográficas: Artigos: 1. Vianna RR. A prevalência da demência de Alzheimer numa população de um bairro de idosos. Arq Bras Psiquiatr. 1997;18(3): Teixeira A, Jonas J, Lira M, Oliveira G. A encefalopatia hepática e o vírus da hepatite c. Arch Eng Hepat. 2003;25(6): Cardoso V, Jorge T, Motta F, Pereira C. Endocardite infecciosa e cirurgia de troca valvar. Jour Int Cardiol. 2001;77980:34. Livros: 1. Rodrigues RH, Pereira J, Ferreira RL. A semiologia médica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Medica-rio editores; Capítulo livro: 2. Lant FC, Cerejo PM, Castelo RB, Lage LL. Quedas em idosos. In: Barboza BZ, Azevedo VM, Salomão RC, editores. O idoso frágil. 1ª ed. São Paulo: Chateau e machara editora; p Agradecimentos são permitidos ao final do artigo. Os trabalhos devem ser enviados por correio eletrônico ou por correio tradicional (via impressa com cópia em disquete ou CD-ROM). Prof. Mário Barreto Corrêa Lima - Editor Chefe Rua Figueiredo Magalhães, 286/309 - Copacabana. Rio de Janeiro - RJ CEP: endereço eletrônico: CBM. Cadernos Brasileiros de Medicina (on line) ISSN: ISS:

9 EDITORIAL XXXI JORNADA DO HOSPITAL UNI- VERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE XXXI Scientific Annual Meeting of the Hospital Universitário Gaffrée e Guinle Mario Barreto Corrêa Lima Hoje os Cadernos dão a lume este número em tudo especial. Malgrado não caracterizar-se o seu material por artigos como normalmente eles e as demais revistas científicas o fazem, na realidade muitas publicam, em circunstâncias idênticas, números especiais ou suplementos. O presente número é um exemplo típico destes. Permanece o nosso propósito, já expresso na edição inicial de 1988 e rigorosamente mantido nestes 23 anos, de maneira ininterrupta, de procurar atrair os jovens, sobretudo, alunos e médicos para o saudável hábito de relatarem suas pesquisas e trabalhos. Habituar-se a escrever além de muito útil é algo que se deve começar cedo, pois que em geral persiste pelo resto da vida. A Jornada presente, de número XXXI, já se constitui numa rotina institucionalizada no Hospital Universitário Gaffrée Guinle, da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, que de resto completou 99 anos de existência, devendo cumprir seu Centenário, em 2012 próximo. Trata-se, portanto de uma excelente abertura para o que está por vir. Seu leitmotif diz respeito as emergências médicas, daí a maioria dos trabalhos relatados tratarem desse aspecto particular e tão importante da atividade médica. Os Cadernos Brasileiros de Medicina sentem-se recompensados de poderem propiciar esta oportunidade ímpar a bom número de jovens que verão seus trabalhos em letra de forma em tão nobre veículo. 1 Professor Titular Emérito da Disciplina de Clínica Médica da Escola de Medicina e Cirurgia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Membro Titular da Academia Nacional de Medicina. 9

10 A PROPÓSITO DA XXXI JORNADA DO HUGG Regarding the XXXI Annual Scientific Meeting of the Hospital Universitário Gaffrée e Guinle Carlos Alberto Basilio de Oliveira 1 Do mesmo modo, que ao longo das trinta últimas jornadas médicas de nosso hospital, esta jornada de 2011, confirmou a regra, gerações de professores e alunos tiveram a oportunidade de trocar importantes informações científicas sobre as extraordinárias conquistas da medicina contemporânea. Lamenta-se que pequenas questões políticas, ainda, não permitiram que muitas destas conquistas médicas, não sejam levadas a grande parte da população do planeta, por conta da falta de implementação de atitudes básicas de saneamento e prevenção, capazes de salvar milhões de crianças e idosos em todo o mundo. Nas três décadas passadas, nossos olhos assistiram avanços tão inimagináveis, que nem Julio Verne, com sua fértil imaginação, seria capaz de criar em seus contos, tão mirabolantes avanços científicos. Para quem teve a oportunidade de acompanhar todas as nossas jornadas, mais de perto, como aconteceu com as gerações de mestres que aportaram no novo Gaffrée e Guinle, pelos anos sessenta e setenta, fica muito patente, que o encantamento do passado pode se transformar nas conquistas do presente. Esta longa metragem de pouco mais de trinta anos ficou certamente gravada na retina dos que puderam somar a experiência de nossos antigos professores, a audácia científica de nossos dias, que nos leva a medicina do século XXI. O Gaffrée, como chamamos, por suas próprias condições estratégicas, no cenário médico-universitário na cidade do Rio de Janeiro, deveria definir suas opções operacionais, o que iria permitir investimentos dirigidos e garantido retorno financeiro. O entusiasmo dos alunos transborda todas as expectativas, fato sempre marcado quando começamos e terminamos cada jornada. Não é difícil atingir o progresso alcançado por outras instituições nacionais de reputação internacional. As jornadas sempre nos mostraram que não estamos longe, faltam detalhes, porém importantes. Se quisermos avançar cientificamente como hospital universitário, temos que fazer chegar a pesquisa à beira do leito ou a bancada de projetos médico-cientista. Para isso, necessitamos apenas das verbas e dos financiamentos que se desperdiçam ou que rolam pelos ralos da corrupção. Já cheguei a falar sobre isso: o governo brasileiro interessa-se apenas pelo Produto Nacional Bruto, deixando de reconhecer a importância do Produto Nacional Fino, que são nossos pesquisadores, principalmente mestres e doutores, que impulsionam nosso país para um lugar de destaque no cenário mundial, propiciando os avanços tecnológicos e de inovações com recentes conquistas através de suas pesquisas nas mais diferentes áreas do conhecimento humano. Durante todos esses anos, desde 1979, quando foi criada a I Jornada Médica do HUGG, por seu diretor na época, Professor Hans Dohman que também, deve-se acrescentar, levou nosso Hospital de Clínicas Gaffrée e Guinle, a assinar com o antigo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), atualmente Instituto Nacional de Seguridade Social o atendimento condigno assistencial de todos os cidadãos brasileiros, conforme a novel orientação constitucional. Com temas que se ocuparam das Emergências Médicas e a participação de convidados ilustres e da própria instituição, circularam conferencistas e debatedores de quase todas as especialidades médicas, clínicas e cirúrgicas, pediátricas e gerontológicas, homeopáticas e alopáticas, de tudo um pouco. A particular chancela da Escola de Medicina e Cirurgia nos seus brilhantes 99 anos de existência, permitiu constituir uma semana de integração da EMC e o HUGG, capaz de evocar, mais uma vez, os prolegômenos comemorativos do centenário da quarta mais antiga escola médica do Brasil, através da consciência de sua importância para o ensino médico de nosso país, com a formação de mais de dez mil profissionais médicos, que fazendo parte do contexto da nossa universidade (UNIRIO) garante ainda, a criação de centenas de oportunidades para o ensino superior com a graduação de médicos, enfermeiros, nutricionistas, advogados, bibliotecários, historiadores, atores, museólogos e recente participação da escola de turismo, muito dos quais com curso de pós-graduação, mestrado e doutorado, de especialização e cursos à distância, com ofertas em crescente ascensão abrangendo todo território na- 10

11 cional. É importante também destacar na Jornada Científica os mini-cursos, com assistência maciça de alunos, além de cursos realizados, inclusive na pré-jornada, de cirurgias minimamente invasivas, com transmissão direta do centro cirúrgico para o Anfiteatro Nobre do HUGG, com a participação de cirurgiões convidados, bem como do curso de cirurgia da dor. Esses dois temas, pode-se adiantar, já estão no programa científico oficial de comemoração do centenário da Escola de Medicina e Cirurgia, marcado para início de abril de Aproveito a oportunidade para destacar o compromisso que a comunidade docente deve passar a ter com duas atividades que muito podem alavancar nossos horizontes: prestigiar os Cadernos Brasileiros de Medicina com envio de publicações, o que vai permitir maior projeção da revista no seu contexto de indexação. Uma segunda proposta, essa eu faço mais uma vez ao Magnífico Reitor, seria da criação de uma Editora para a nossa universidade. Apenas a UNIRIO, não tem essa oportunidade, diante de todos os outros centros da academia universitária, o que iria estimular e engrandecer a produção científica de seus alunos e professores. A cada jornada do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, quando do início de novembro, no final da primavera, data da criação da Fundação Gaffrée e Guinle, destacam-se os ideais de duas figuras da nossa sociedade: Candido Gaffrée e Eduardo Guinle, através de legítima atitude filantrópica. Não podemos deixar de ressaltar a competência administrativa de Guilherme Guinle que tocou toda a obra na construção do Hospital Gaffrée e permitiu sua atividade continua por décadas. Para isso contou com uma plêiade de médicos de ponta da medicina brasileira, como Carlos Chagas, Eduardo Rabello, Miguel Couto, Clementino Fraga, Fernando Magalhães, Ozório de Almeida e outros, que constituíram o conselho deliberativo da fundação. Este compromisso tem sempre que corresponder a maior renovação com o melhor de nosso trabalho, honrando nossos mestres e projetando nossos alunos para continuidade da vida médica assistencial. 1 Professor Titular da Disciplina de Anatomia Patológica da Escola de Medicina e Cirurgia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). 11

12 ÁCIDO ASCÓRBICO (VITAMINA C) E ESCORBUTO NA TERAPIA INTENSIVA: RELATO DE CASO Erika Vianna Glindmeier Didier, Aureo do Carmo Filho, Leandro Cardarelli Leite, Vitor dos Santos Neves INTRODUÇÃO: A deficiência de ácido ascórbico (vitamina C), principalmente no paciente crítico em que seu consumo está aumentado, pode levar ao desenvolvimento de escorbuto, uma doença historicamente conhecida, mas pouco lembrada atualmente. OBJETIVO: Descrever o caso de um paciente de 82 anos internado por sepse com diversas equimoses que evoluíram para úlceras sangrantes, gengivorragia e hemorragia brônquica, levando a necessidade de múltiplas transfusões, que melhoraram após o uso de ácido ascórbico. CONCLUSÃO: Com isso podemos perceber que a dosagem habitual de ácido ascórbico presente em dietas enterais é insuficiente para reposição de paciente crítico com deficiência prévia, além de relembrar a importância de pensar no diagnóstico de hipovitaminoses no paciente idoso. Palavras-chave: Ácido ascórbico, escorbuto, terapia intensiva. ESTUDO COMPARATIVO EM SEPSE EN- TRE O HUGG E O HOSPITAL PRÓ-CAR- DÍACO Leandro Cardarelli Leite, Aureo do Carmo Filho, Fernando Augusto Bozza, Erika Vianna Glindmeier Didier, Thiago Shinji Kajishima Gomes INTRODUÇÃO: Estima-se que, por ano, o custo da sepse seja de US$16,7 bilhões com mais de mortes. OBJETIVOS: Comparar a mortalidade dos pacientes clínicos com diagnóstico de sepse a admissão em dois Centros de Terapia Intensiva (CTIs) de hospitais terciários, um público universitário e outro privado, da cidade do Rio de Janeiro. Concomitantemente, relacionar com dados epidemiológicos das duas populações em estudo. MÉTODOS: Estudo prospectivo observacional, em que foram pesquisados critérios diagnósticos de sepse escritos no prontuário médico dos pacientes clínicos admitidos nos CTIs do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG) e do Hospital Pró-Cardíaco (HPC). Aqueles adscritos no trabalho eram acompanhados até seu desfecho - alta ou óbito - dentro da unidade intensiva. Com os dados descritos, completava-se questionário original e, posteriormente, transcrevia-o aos programas Excel for Windows versão 2007 e GraphPad InStat RESULTADOS: Entre 04/11/2010 e 29/04/2011, foram analisados 132 prontuários, dos quais 37 cumpriram os critérios de inclusão - 19 no HUGG e 18 no HPC. A taxa de mortalidade foi de 66,67% para o HUGG e de 31,25% no HPC. Os escores de gravidade - APACHE II, SOFA 0h e SOFA 72 - do HUGG foram 21,1; 4,89 e 4,47; respectivamente. Já no HPC, os valoras foram 17,22; 5,16 e 3,18. A média de idade foi de 60 anos no HUGG e de 79,88 no HPC. Ainda, neste, 100% das infecções foram de origem comunitária enquanto no HUGG 78,94% dos pacientes tiveram infecção nosocomial. CONCLUSÕES: No HUGG, a mortalidade foi maior; os pacientes desta instituição foram admitidos no CTI em situações de maior gravidade e com infecções nosocomiais em sua imensa maioria. No HPC, o número de óbitos foi significativamente inferior ao do HUGG e a média de idade dos pacientes foi maior. Palavras-chave: Sepse, CTI, mortalidade. ASPECTOS TOMOGRÁFICOS DA OFTAL- MOMIÍASE Bernardo Gribel Carneiro, Luiz Eugênio Bustamante Prota Filho, Filipe Ribeiro Queiroz Santos, Carolina Maria de Azevedo, Ana Célia Baptista Koifman INTRODUÇÃO: Miíase é a infestação dos tecidos de vertebrados vivos por larvas de moscas da ordem díptera. Esses parasitas obrigatórios se alimentam do tecido ou líquidos corporais desse hospedeiro para evoluírem em seu ciclo natural. Existem mais de espécies de dípteros, porém poucas são as capazes de causar oftalmomiíase. Nessa rara afecção, ocorre invasão das pálpebras, conjuntiva, córnea, segmento anterior, 12

13 segmento posterior ou órbita pela larva, quadro que estatisticamente corresponde à apenas 5% de todos os casos em humanos. O diagnóstico, na grande maioria das vezes, é eminentemente clínico ou fibroscópico, com visualização direta das larvas. Porém, exames complementares como a tomografia computadorizada (TC) têm se mostrado de extrema importância na avaliação do envolvimento e da invasão de tecidos. OBJETIVOS: Descrever os aspectos tomográficos da oftalmomiíase. MÉTODOS: São apresentados os aspectos tomográficos de quatro pacientes diagnosticados com oftalmomiíase, que deram entrada no Hospital Municipal Souza Aguiar, no período de Janeiro de 1999 a Novembro de Os achados foram analisados por dois médicos radiologistas, com experiência mínima de quinze anos em radiologia de cabeça e pescoço. RESULTADOS: Dos quatro pacientes, três pertenciam ao sexo masculino (75%). A idade variou entre 39 e 76 anos, com idade média de 59 anos. Um paciente referiu enucleação há trinta anos, por motivo não relatado, do lado atualmente acometido pela miíase. Três pacientes (75%) apresentavam miíase cutânea periorbitária, enquanto o outro mostrava infestação da hemiface por miíase. Ambos os lados tiveram a mesma frequência de acometimento. Grande aumento das partes moles periorbitárias (pré-septais) foi observado em dois pacientes, com maior volume de lesão do lado nasal em ambos. Dos três globos oculares, dois (66%) foram comprometidos, um mostrando invasão focal da câmara anterior e o outro destruição total. Houve deslocamento lateral do globo ocular não invadido e deslocamento súpero-lateral associado à enoftalmia do globo com invasão focal. Foi observado acometimento orbitário nos quatro pacientes. Em duas órbitas (50%), evidenciou-se lesão intra e extraconal. Compromentimento extraconal esteve presente nos outros dois pacientes, um através do canto interno orbitário e outro no quadrante inferior. CONCLUSÕES: Na literatura radiológica, há escassas descrições dos aspectos tomográficos da oftalmomiíase. Nesse estudo, a frequência e padrão de acometimento óculo-orbitário foram variados. Pequeno volume de lesão cutânea com destruição total do globo ocular foi observado no paciente mais idoso da série, especulando-se que o adelgaçamento da esclera e do septo orbitário pela senilidade possa favorecer a invasão tecidual. Houve predomínio de lesão orbitária extraconal. Em nenhum dos casos estudados, observou-se acometimento de ápice orbitário, seio cavernoso ou arcabouço ósseo. Palavras-chave: Miíase, globo ocular, órbita, tomografia computadorizada. DOENÇA DE STILL DO ADULTO RE- FRATÁRIA - RELATO DE CASO TRATA- DO COM TOCILIZUMABE João Luiz Pereira Vaz, Lívia Regina Theilacker, Fabíola Sampaio Brandão, Paulo César Handam, Maria Cecília da Fonseca Salgado INTRODUÇÃO: A Doença de Still do Adulto (DSA) é uma desordem rara inflamatória de etiologia desconhecida, mais freqüente em adultos jovens. Caracteriza-se por febre, rash evanescente, artralgia ou artrite, linfadenopatia, hepatoesplenomegalia, leucocitose, elevação de enzimas hepáticas, VHS e ferritina. Os corticosteróides geralmente são eficazes. Não havendo resposta pode-se empregar drogas modificadoras de doença (DMARDs) e agentes biológicos. Existem relatos na literatura demonstrando sucesso terapêutico com Tocilizumabe, anticorpo monoclonal inibidor da IL-6. OBJETIVO: Relatar um caso de DSA refratária, com resposta satisfatória à terapia com Tocilizumabe. RELATO DO CASO: MFS, 34 anos, parda, técnica em enfermagem, natural e residente no Rio de Janeiro. Há um ano e meio apresentou eritema nodoso, rash cutâneo, febre vespertina, mal estar, tonteira e amigdalite. Internada para antibioticoterapia sem melhora clínica. Progrediu com poliartrite assimétrica migratória. Foi encaminhada ao serviço de Reumatologia do HUGG-UNIRIO para investigação diagnóstica. Exame físico: Eritema nodoso em MIE, rash cutâneo poupando a face, presença de carpite à direita com limitação de movimentos.exames complementares: anemia normocrômica e normocítica, leuco: 12000, reticulócitos: 4,1%, VHS: 59mm, VDRL e FTA-ABS: não reator; PCR: 17,7; Coombs Direto: positivo/ Indireto: negativo, Ferro: 23 (VR: ), GGT: 118, TGO e TGP normais, hipergamaglobulinemia policlonal, α 1 glicoproteina ácida: 245, C3: 13

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