AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL MINUTA DE RESOLUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL MINUTA DE RESOLUÇÃO"

Transcrição

1 AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 065/2012 Grupo AES Brasil AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL MINUTA DE RESOLUÇÃO Regulamenta a definição, os valores de referência e a abrangência na aplicação do Fator de Potência para faturamento do excedente de reativos de unidades consumidoras e altera a Resolução Normativa nº. 414, de 9 de setembro de 2010 e os Módulos 1, 3, 5 e 8 dos Procedimentos de Distribuição PRODIST.AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL

2 Art. 1º. Inserir o inciso XXXV-A no art. 2º da Resolução Normativa nº 414, de 9 de setembro de 2010, com a seguinte redação: Art. 2º... XXXV-A fator de potência de deslocamento: razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado e medidas considerando-se as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal da rede elétrica; AUTOR TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA AES Brasil XXXV-A fator de potência de deslocamento: razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado e medidas considerando-se as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal da rede elétrica, respeitando a classe de precisão dos equipamentos de medição homologados por órgão competente; A classe de precisão consiste no estabelecimento de limites admissíveis por meio da margem de erro percentual, ou tolerância, para registro de uma determinada grandeza elétrica. Considerando-se que nenhum equipamento apresenta condições ideais de operação, propõese que a definição do fator de potência, embora ainda faça referência à frequência nominal da rede elétrica, respeite as condicionantes e variantes da metrologia científica. Art. 2º. Alterar a redação do caput do art. 76 e inserir o Parágrafo Único do mesmo artigo da Resolução Normativa nº 414, de 9 de setembro de 2010, que passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 76. O fator de potência de deslocamento da unidade consumidora, para fins de cobrança, deve ser verificado pela distribuidora por meio de medição permanente, de forma obrigatória para o grupo A e facultativa para os subgrupos B2, B3 e B4 do grupo B. Parágrafo Único. As unidades consumidoras enquadradas no subgrupo B1 do grupo B não podem ser faturadas pelo excedente de reativos devido ao baixo fator de potência de deslocamento. 2

3 AUTOR TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA Levando-se em consideração que: AES Brasil Art. 76. O fator de potência de deslocamento da unidade consumidora, para fins de cobrança, deve ser verificado pela distribuidora por meio de medição permanente, de forma obrigatória para o grupo A e facultativa para os subgrupos B1, B2, B3 e B4 do grupo B. Parágrafo Único. As unidades consumidoras enquadradas no subgrupo B1 do grupo B não podem ser faturadas pelo excedente de reativos devido ao baixo fator de potência de deslocamento. Parágrafo Único: as novas especificações determinadas pela ANEEL deverão ser observadas quando da realização e/ou substituições dos medidores ou novas ligações de unidades consumidoras i. A não diligência de unidades consumidoras do subgrupo B1 com o seu fator de potência pode provocar anomalias na rede elétrica, associadas à queda e flutuação de tensão, acréscimos de perdas ôhmicas (reduzindo capacidade admissível da rede de distribuição), sobreaquecimento de condutores e de equipamentos e intensificação do fluxo de potência; ii. A não diligência de unidades consumidoras do subgrupo B1 com o seu fator de potência poderá intensificar os níveis de distorções harmônicas no sinal de tensão e corrente, uma vez que bancos de capacitores são utilizados para filtrar as múltiplas frequências do sinal fundamental. iii. Na área de concessão da AES Brasil, existem unidades consumidoras do subgrupo B1 que apresentam comportamento de carga similar a de indústrias de pequeno/médio porte, portanto, contribuem significativamente para a redução do fator de potência e os seus malefícios a rede de distribuição. 3

4 iv. Os fenômenos eletromagnéticos originados das instalações residenciais são de responsabilidade compartilhada, ou seja, caso a distribuidora não tenha a faculdade de impor a correção do fator de potência ao consumidor, poderá implicar em danos à região geoelétrica. v. A falta de diligência com o fator de potência para as unidades consumidoras do subgrupo B1 pode acarretar em sinal equivocado para os fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos, haja vista que tal grandeza não será levada em consideração pelos usuários; vi. Não existe disposição regulamentar para a suspensão do fornecimento de energia para consumidores com fator de potência inadequado; O grupo AES Brasil propõe que seja mantida a faculdade da cobrança do excedente reativo para as unidades consumidoras residenciais, em prol do compartilhamento de responsabilidade para a manutenção da qualidade do fornecimento de energia elétrica (distribuidoras /consumidores / fabricantes de equipamentos). Em caráter ilustrativo, as unidades consumidoras do subgrupo B1 representam aproximadamente 94% do total das instalações da AES Eletropaulo, ficando evidenciado, portanto, a representatividade de tais consumiodores na área de concessão e o seu potencial de impacto na 4

5 qualidade da energia. Parágrafo Único: a nova proposta de definição do fator de potência que considera as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal do sistema elétrico, implicará em expressivos esforços para a adequação do parque de medidores das concessionárias de distribuição. Atualmente, os medidores eletrônicos homologados pelo INMETRO são confeccionados para registrar a energia reativa dentro de suas classes de precisão, para sinais de tensão e corrente puramente senoidais. Os sistemas mais avançados que permitem filtrar as componentes indesejadas, ou seja, que contemplam técnicas de alto nível de exatidão para medição do fator de potência são relativamente caros em comparação com o preço médio de mercado e implicarão em ônus aos consumidores finais. Através dos números apresentados na Consulta Pública nº 15/2009 (Nota Técnica nº 0013/2009- SRD/ANEEL), a ANEEL relata que várias distribuidoras aumentaram à utilização dos medidores eletrônicos e, portanto, o parque de medição nacional é relativamente novo, com um percentual significativo de equipamentos fabricados a menos de 10 anos. Diante deste contexto, é fundamental que sejam acatados os critérios de abrangência sugeridos pela AES Brasil, de forma a evitar ônus excessivos aos consumidores com a adequação 5

6 do parque de medidores. redação: Art. 3º. Alterar a redação do caput do art. 95 da Resolução Normativa nº 414, de 9 de setembro de 2010, que passa a vigorar com a seguinte Art. 95. O fator de potência de deslocamento de referência fr, indutivo ou capacitivo, tem como limite mínimo permitido, o valor de 0,92 indutivo ou capacitivo para as unidades consumidoras dos grupos A e B conectadas em níveis de tensão inferiores a 69 kv e o valor de 0,95 indutivo para as demais unidades consumidoras. Parágrafo único. Aos montantes de energia elétrica e demanda de potência reativos que excederem o limite permitido, aplicam-se as cobranças estabelecidas nos arts. 96 e 97, a serem adicionadas ao faturamento regular. Art. 4º. Alterar a redação do caput do art. 96 e dos incisos I e II do 1º do mesmo artigo da Resolução Normativa nº 414, de 9 de setembro de 2010, que passam a vigorar com a seguinte redação: ERE = valor correspondente à energia elétrica reativa excedente à quantidade permitida pelo fator de potência de deslocamento de referência fr, no período de faturamento, em Reais (R$);... fr = fator de potência de deslocamento de referência igual a 0,92 para unidades consumidoras conectadas em níveis de tensão inferiores a 69 kv e 0,95 para as demais unidades consumidoras; ft = fator de potência de deslocamento da unidade consumidora, calculado em cada intervalo T de 1 (uma) hora, durante o período de faturamento, observadas as definições dispostas nos incisos I e II do 1o deste artigo;... DRE(p) = valor, por posto horário p, correspondente à demanda de potência reativa excedente à quantidade permitida pelo fator de potência de deslocamento de referência fr no período de faturamento, em Reais (R$); 6

7 ... 1o Para a apuração do ERE e DRE(p), deve-se considerar: I o período de 6 (seis) horas consecutivas, compreendido, a critério da distribuidora, entre 23h 30min e 6h 30min, apenas os fatores de potência ft inferiores a 0,92 capacitivo para unidades consumidoras conectadas em níveis de tensão inferiores a 69 kv ou inferiores a 1 capacitivo para as demais unidades consumidoras, verificados em cada intervalo de 1 (uma) hora T ; e II o período diário complementar ao definido no inciso I, apenas os fatores de potência ft inferiores a 0,92 indutivo para unidades consumidoras conectadas em níveis de tensão inferiores a 69 kv ou inferiores a 0,95 indutivo para as demais unidades consumidoras, verificados em cada intervalo de 1 (uma) hora T. redação: Art. 5º. Alterar a redação do caput do art. 97 da Resolução Normativa nº 414, de 9 de setembro de 2010, que passa a vigorar com a seguinte ERE = valor correspondente à energia elétrica reativa excedente à quantidade permitida pelo fator de potência de deslocamento de referência, no período de faturamento, em Reais (R$);... fr = fator de potência de deslocamento de referência igual a 0,92 para unidades consumidoras conectadas em níveis de tensão inferiores a 69 kv e 0,95 para as demais unidades consumidoras; fm = fator de potência de deslocamento indutivo médio da unidade consumidora, calculado para o período de faturamento;... DRE = valor correspondente à demanda de potência reativa excedente à quantidade permitida pelo fator de potência de deslocamento de referência, no período de faturamento, em Reais (R$); Art. 6º. Alterar a redação do caput do art. 135 da Resolução Normativa nº 414, de 9 de setembro de 2010, que passa a vigorar com a seguinte redação: 7

8 Art A distribuidora deve conceder um período de ajustes para adequação do fator de potência de deslocamento para unidades consumidoras do grupo A, com duração de 3 (três) ciclos consecutivos e completos de faturamento, quando ocorrer: Art. 7º. Alterar a redação do caput do art. 136 da Resolução Normativa nº 414, de 9 de setembro de 2010, que passa a vigorar com a seguinte redação: Art A distribuidora deve conceder um período de ajustes para adequação do fator de potência de deslocamento para unidades consumidoras dos subgrupos B2, B3 e B4 do grupo B, com duração mínima de 3 (três) ciclos consecutivos e completos de faturamento, objetivando permitir a adequação da unidade consumidora. AUTOR TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA AES Brasil Art A distribuidora deve conceder um período de ajustes para adequação do fator de potência de deslocamento para unidades consumidoras dos subgrupos B1, B2, B3 e B4 do grupo B, com duração mínima de 3 (três) ciclos consecutivos e completos de faturamento, objetivando permitir a adequação da unidade consumidora. Vide contribuição constante do art. 2º desta minuta de Resolução. Art. 8º. Alterar a redação do inciso XXI do art. 145 da Resolução Normativa nº 414, de 9 de setembro de 2010, que passa a vigorar com a seguinte redação: XI informações relativas aos sistemas de medição de demandas de potência e de consumos de energia elétrica ativa e reativa, de fator de potência de deslocamento e, na falta destas medições, o critério de faturamento; Art. 9º. Aprovar a revisão xxx do Módulo 1, a revisão xxx do Módulo 3, a revisão xxx do Módulo 5 e a revisão xxx do Módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição PRODIST. Módulo 01 - PRODIST 8

9 2.181 Fator de potência de deslocamento: Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas em um mesmo período especificado e medidas considerando-se as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal da rede elétrica Fator de potência de deslocamento de referência: Valor usado como referência para comparação com o fator de potência de deslocamento medido Fator de potência de deslocamento típico: Fator de potência de deslocamento característico de unidades consumidoras ou centrais geradoras. AUTOR TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA AES Brasil Fator de potência de deslocamento: Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado e medidas considerando-se as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal da rede elétrica, respeitando o nível de precisão dos equipamentos de medição homologados por órgão competente; Vide contribuição constante do art. 1º desta minuta de Resolução. Módulo 03 - PRODIST Anexo I, Seção 3.6, Módulo 3 do PRODIST Cláusula 1, item 1,1 9

10 FATOR DE POTÊNCIA DE DESLOCAMENTO: razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas em um mesmo período especificado e medidas considerando-se as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal da rede elétrica. Anexo II, Seção 3.6, Módulo 3 do PRODIST Cláusula 1, item 1,1 FATOR DE POTÊNCIA DE DESLOCAMENTO: razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas em um mesmo período especificado e medidas considerando-se as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal da rede elétrica. AUTOR TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA AES Brasil Fator de potência de deslocamento: Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado e medidas considerando-se as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal da rede elétrica, respeitando o nível de precisão dos equipamentos de medição homologados por órgão competente; Vide contribuição constante do art. 1º desta minuta de Resolução. Módulo Grandezas a serem medidas: c) Os medidores de consumidores do Grupo A, sejam em novos acessantes ou substituídos em acessantes já conectados, podem ser providos de saída específica para as medições instantâneas de potência ativa e reativa, fator de potência de deslocamento, corrente, tensão, frequência etc.; 10

11 Os sistemas de medição que operam com software específico de programação, leitura, totalização dos dados e emissão de relatórios devem possibilitar no mínimo: a) a programação de posto tarifário, horário de verão, fator de potência de deslocamento, constantes, relação de transformação, parâmetros de compensação de perdas, quando for o caso, e demais parâmetros necessários; 5.1 A distribuidora deve estar preparada para disponibilizar, no mínimo, as seguintes informações relativas aos sistemas de medição para faturamento, exceto para consumidores do Grupo B:... c) fator de potência de deslocamento; 5.4 Conforme Módulo 8 Qualidade da Energia Elétrica, os sistemas de medição que atuam na aferição da qualidade de energia do sistema de distribuição devem fornecer as seguintes informações:... b) fator de potência de deslocamento; Módulo Os aspectos considerados da qualidade do produto em regime permanente ou transitório são:... b) fator de potência de deslocamento; 3 FATOR DE POTÊNCIA DE DESLOCAMENTO O valor do fator de potência de deslocamento deverá ser calculado a partir dos valores registrados das potências ativa e reativa (P, Q) ou das respectivas energias (EA, ER), medidas considerando-se as componentes de tensão e corrente apenas na frequência nominal da rede elétrica, utilizando-se as seguintes fórmulas: 11

12 3.1.3 O controle do fator de potência de deslocamento deverá ser efetuado por medição permanente e obrigatória no caso de unidades consumidoras atendidas pelo SDMT e SDAT, nas unidades do subgrupo B3 do Grupo B com instalações conectadas pelo SDBT e nas conexões entre distribuidoras, ou por medição individual permanente e facultativa nos casos de unidades consumidoras do subgrupo B1, B2 ou B4 do Grupo B com instalações conectadas pelo SDBT, observando do disposto em regulamentação.... AUTOR TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA AES Brasil O controle do fator de potência deverá ser efetuado por medição permanente e obrigatória no caso de unidades consumidoras atendidas pelo SDMT e SDAT, nas unidades do subgrupo B3 do Grupo B com instalações conectadas pelo SDBT e, nas conexões entre distribuidoras, ou por medição individual, ou por medição permanente e facultativa nos casos de unidades consumidoras do subgrupo B1, B2 ou B4 do Grupo B com instalações conectadas pelo SDBT, observando do disposto em regulamentação. Contribuição visa a concatenação com a proposta da ANEEL para o artigo 76 da REN 414 (facultativa a cobrança do reativo excedente). No atual cenário, há um percentual significativo de unidades consumidoras do subgrupo B3 (demais classes) que apresentam carga e consumo similares às instalações do subgrupo B1 (residencial), portanto, propõe-se que a decisão de investir em medidores eletrônicos para fins de controle do fator de potência nas instalações conectadas pelo SDBT seja da própria distribuidora. 3.2 Valores de referência. 12

13 3.2.1 Para unidade consumidora ou conexão entre distribuidoras com tensão inferior a kv, o fator de potência de deslocamento no ponto de conexão deve estar compreendido entre 0,92 (noventa e dois centésimos) indutivo e 1,00 (um) ou 1,00 (um) e 0,92 (noventa e dois centésimos) capacitivo, de acordo com regulamentação vigente Para unidade consumidora ou conexão entre distribuidoras com tensão igual ou superior a 69 kv e inferior a 230 kv, o fator de potência de deslocamento no ponto de conexão deve estar compreendido entre 0,95 (noventa e cinco centésimos) indutivo e 1,00 (um), de acordo com regulamentação vigente. 13

GERAÇÃO DISTRIBUIDA MODELO E LEGISLAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL Nº 482/2012. Secretaria de Energia Elétrica SEE

GERAÇÃO DISTRIBUIDA MODELO E LEGISLAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL Nº 482/2012. Secretaria de Energia Elétrica SEE GERAÇÃO DISTRIBUIDA MODELO E LEGISLAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL Nº 482/2012 Secretaria de Energia Elétrica SEE MODELO ATUAL DO SETOR ELÉTRICO PILARES SEGURANÇA ENERGÉTICA UNIVERSALIZAÇÃO

Leia mais

GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT

GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT 1 OBJETIVO A presente Orientação Técnica altera e complementa as normas de fornecimento contemplando as mudanças ocorridas em conformidade com as alterações da REN 414/2010 da ANEEL, implementadas através

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 414/2010 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 414/2010 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 414/2010 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO Atualizada até a REN 499/2012 Resolução Normativa nº 414 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL A ANEEL consolidou os direitos e deveres

Leia mais

PLANO ALTERNATIVO LOCAL PLANO Nº 159

PLANO ALTERNATIVO LOCAL PLANO Nº 159 PLANO ALTERNATIVO LOCAL PLANO Nº 159 A. Empresa: Telemar Norte Leste S/A B. Nome do Plano: Plano Alternativo de Serviço Nº 159 C. Identificação para a Anatel: Plano Alternativo de Serviço Nº 159 D. Modalidade

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 639, DE 17 DE ABRIL DE 2008.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 639, DE 17 DE ABRIL DE 2008. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 639, DE 17 DE ABRIL DE 2008. Homologa o resultado provisório da segunda revisão tarifária periódica e fixa as Tarifas de Uso dos

Leia mais

i. Funções aritméticas: adição e subtração.

i. Funções aritméticas: adição e subtração. A. Controlador de demanda e fator de potência 1. Disposições gerais a. Todos os parâmetros de configuração necessários pelo Sistema de Monitoramento de Energia (SME) devem ser gravados em memória não-volátil

Leia mais

Art. 2 Para os fins e efeitos desta Resolução são considerados os seguintes termos e respectivas definições:

Art. 2 Para os fins e efeitos desta Resolução são considerados os seguintes termos e respectivas definições: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA N o 56, DE 6 DE ABRIL DE 2004. Estabelece procedimentos para acesso das centrais geradoras participantes do PROINFA, regulamentando o art.

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA QUE DEFINE OS NÍVEIS MÍNIMOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS

REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA QUE DEFINE OS NÍVEIS MÍNIMOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA QUE DEFINE OS NÍVEIS MÍNIMOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS CAPÍTULO I CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO Art. 1 o Os equipamentos objeto desta regulamentação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.931, DE 11 DE AGOSTO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.931, DE 11 DE AGOSTO DE 2015 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.931, DE 11 DE AGOSTO DE 2015 Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2015, as Tarifas de Energia TE e as Tarifas de Uso do

Leia mais

ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DE CLIENTES OPTANTES AO MERCADO LIVRE

ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DE CLIENTES OPTANTES AO MERCADO LIVRE ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE MEDIÇÃO PARA FATURAMENTO DE CLIENTES OPTANTES AO MERCADO LIVRE Junho/2016 1 Objetivo Este documento tem por objetivo estabelecer os procedimentos técnicos relativos à adequação

Leia mais

SAN.T.IN.NT 32. Especificações Técnicas de Hidrômetros Volumétricos

SAN.T.IN.NT 32. Especificações Técnicas de Hidrômetros Volumétricos 1 / 7 14..2007 Data da SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. TERMOS E DEFINIÇÕES 3. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 4. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS 5. CARACTERÍSTICAS METROLÓGICAS 6. ÍNDICE DE DESEMPENHO DA MEDIÇÃO - IDM

Leia mais

Metodologia para Negociação de Novos Contratos de Energia Elétrica e seus Impactos Operacionais

Metodologia para Negociação de Novos Contratos de Energia Elétrica e seus Impactos Operacionais Metodologia para Negociação de Novos Contratos de Energia Elétrica e seus Impactos Operacionais 11ª Semana de Tecnologia Metroviária 20 a 23 de setembro de 2005 São Paulo - Brasil CONRADO GRAVA DE SOUZA

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 5

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 5 Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 5 1 Título Prática 4 Circuitos retificadores 2 Objetivos Estudo e montagem de diferentes circuitos retificadores. 3 Fundamentos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 388, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2004

RESOLUÇÃO Nº 388, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2004 Agência Nacional de Telecomunicações RESOLUÇÃO Nº 388, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2004 Aprova a Norma Sobre Condições de Prestação de Serviços de Telefonia para Chamadas Destinadas a "Assinante 0300". O PRESIDENTE

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 046, de 22 de março de 1996. O Diretor

Leia mais

Décimo Quinto Encontro Regional Ibero-americano do CIGRÉ Foz do Iguaçu-PR, Brasil 19 a 23 de maio de 2013

Décimo Quinto Encontro Regional Ibero-americano do CIGRÉ Foz do Iguaçu-PR, Brasil 19 a 23 de maio de 2013 DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS DO CIRCUITO PRINCIPAL DE COMPENSADORES ESTÁTICOS INSTALADOS PARA INTEGRAÇÃO AO SISTEMA INTERLIGADO BRASILEIRO DE PARQUES EÓLICOS: O EXEMPLO DO CE EXTREMOZ Manfredo Correia Lima

Leia mais

VOTO RESPONSÁVEL: SUPERINTENDÊNCIA DE CONCESSÕES, PERMISSÕES E AUTORIZAÇÕES DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO SCT

VOTO RESPONSÁVEL: SUPERINTENDÊNCIA DE CONCESSÕES, PERMISSÕES E AUTORIZAÇÕES DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO SCT FL. 1 de 4 VOTO PROCESSO: 48500.002341/2014-19 e 48500.002396/2014-29 INTERESSADO: Furnas Centrais Elétricas S.A. Furnas RELATOR: Diretor André Pepitone da Nóbrega RESPONSÁVEL: SUPERINTENDÊNCIA DE CONCESSÕES,

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/ Nº 134, de 14 de agosto de 2003.

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria Inmetro/Dimel n.º 059, de 04 de março de 2016.

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22

Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22 Universidade Federal de Juiz de Fora - Laboratório de Eletrônica 22 1 Título Prática 1 - Fonte de Alimentação Regulável 2 Objetivos Desenvolvimento de uma fonte de alimentação regulável. 3 Fundamentos

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL RESOLUÇÃO CONJUNTA N o 4, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2014. Aprova o preço de referência para o compartilhamento de postes

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 241, de 18 de agosto de 2008.

Leia mais

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II

ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II ENGC25 - ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II Módulo IV POTÊNCIA E VALOR EFICAZ UFBA Curso de Engenharia Elétrica Prof. Eugênio Correia Teixeira Potência Instantânea Potência entregue a um elemento em um

Leia mais

TERMO DE CESSÃO AO CONTRATO DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE REGULADO CCEAR Nº / - Produto / POR (QUANTIDADE ou DISPONIBILIDADE).

TERMO DE CESSÃO AO CONTRATO DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE REGULADO CCEAR Nº / - Produto / POR (QUANTIDADE ou DISPONIBILIDADE). TERMO DE CESSÃO AO CONTRATO DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE REGULADO Nº / - Produto / POR (QUANTIDADE ou DISPONIBILIDADE). Pelo presente instrumento contratual e na melhor forma de direito,

Leia mais

VISÃO DE MERCADO São Paulo, 09 de abril 2013

VISÃO DE MERCADO São Paulo, 09 de abril 2013 Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica VISÃO DE MERCADO São Paulo, 09 de abril 2013 TECNOLOGIA MACROECONOMIA LED ILUMINAÇÃO MICROECONOMIA REGULAÇÃO 2 Conceitos: Led iluminação é um componente

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.855, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2015.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.855, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2015. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.855, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2015. Voto Homologa o resultado do Reajuste Tarifário Anual de 2014 e fixa as Tarifas de Energia TE e as

Leia mais

MANUAL TÉCNICO AQUECEDOR SOLAR SOLETROL. Utilização Instalação Dados técnicos

MANUAL TÉCNICO AQUECEDOR SOLAR SOLETROL. Utilização Instalação Dados técnicos MANUAL TÉCNICO AQUECEDOR SOLAR SOLETROL Utilização Instalação Dados técnicos Importante Não instale e não use o seu Aquecedor Solar Soletrol antes de ler este manual. Edição 10/2002 APRESENTAÇÃO PARABÉNS!

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.041, DE 10 DE AGOSTO DE 2010 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição

Leia mais

Agradecimentos. Este trabalho foi desenvolvido no âmbito do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica

Agradecimentos. Este trabalho foi desenvolvido no âmbito do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica Agradecimentos Este trabalho foi desenvolvido no âmbito do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica regulado pela ANEEL Entidade proponente: AES Eletropaulo Gerente

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.048, DE 19 DE AGOSTO DE 2010. Nota Técnica nº 254/2010-SRE/ANEEL Relatório Voto Homologação das tarifas de fornecimento de energia

Leia mais

Portaria Inmetro/Dimel nº 0216, de 21 de novembro de (3º aditivo à Portaria Inmetro/Dimel nº 10/2010)

Portaria Inmetro/Dimel nº 0216, de 21 de novembro de (3º aditivo à Portaria Inmetro/Dimel nº 10/2010) Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria Inmetro/Dimel nº 0216, de 21 de novembro

Leia mais

Revisitando o estado da arte da calibração de um instrumento analógico

Revisitando o estado da arte da calibração de um instrumento analógico Revisitando o estado da arte da calibração de um instrumento analógico Comparação é a melhor definição com uma única palavra para o termo metrológico calibração. De maneira simplória, calibração nada mais

Leia mais

Sincronismo H/V nos monitores modernos Marcus Manhães

Sincronismo H/V nos monitores modernos Marcus Manhães Sincronismo H/V nos monitores modernos Marcus Manhães manharider@yahoo.com.br Introdução Os problemas com sincronismo horizontal e vertical trazem dificuldades adicionais para os técnicos de manutenção.

Leia mais

VOTO. INTERESSADO: Cemig Geração e Transmissão S.A. CEMIG-GT. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão SRT

VOTO. INTERESSADO: Cemig Geração e Transmissão S.A. CEMIG-GT. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão SRT VOTO PROCESSO: 48500.003437/2013-13 INTERESSADO: Cemig Geração e Transmissão S.A. CEMIG-GT. RELATOR: Diretor Edvaldo Alves de Santana. RESPONSÁVEL: Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão

Leia mais

Instalações Elétricas

Instalações Elétricas Instalações Elétricas Condutores Elétricos (Parte 2) Prof. Gilmário Lima SELEÇÃO E DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES Chama-se de dimensionamento técnico de um circuito à aplicação dos diversos itens da NBR

Leia mais

RESOLUÇÃO ANAC Nº, DE DE DE 2014.

RESOLUÇÃO ANAC Nº, DE DE DE 2014. RESOLUÇÃO ANAC Nº, DE DE DE 2014. Regulamenta a apresentação de Informações, relativas à Movimentação Aeroportuária, pelas Concessionárias de Serviço Público de Infraestrutura Aeroportuária e pelos administradores

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 041, de 05 de março de 1996. O Diretor

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA

CONSIDERAÇÕES SOBRE INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA CONSIDERAÇÕES SOBRE INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA. - 1 Todo o aterramento/conexão à terra e vinculação de terras (bonding) deverá atender aos códigos e regulamentos aplicáveis. Proteção de Circuito - 2

Leia mais

Qualidade de Serviço do setor elétrico - Vertente Técnica - Jorge Esteves

Qualidade de Serviço do setor elétrico - Vertente Técnica - Jorge Esteves Qualidade de Serviço do setor elétrico - Vertente Técnica - Jorge Esteves Conteúdo 1. Dimensões da Qualidade de Serviço e Regulação 2. Evolução do Desempenho das Redes Elétricas e Regulação da Qualidade

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro PORTARIA N o 172, DE 10 DE MAIO DE 2016 O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos

Leia mais

Rede de Distribuição Aérea de Média Tensão em condutores nus para áreas com Poluição Salina PARTE 3 SEÇÃO 3-B

Rede de Distribuição Aérea de Média Tensão em condutores nus para áreas com Poluição Salina PARTE 3 SEÇÃO 3-B Rede de Distribuição Aérea de Média Tensão em condutores nus para áreas com Poluição Salina PARTE 3 SEÇÃO 3-B Rede de Distribuição Aérea de Média Tensão em condutores nus para áreas com Poluição Salina

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA N o 025 /2014

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA N o 025 /2014 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA N o 025 /2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: Grupo NEOENERGIA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Nota Técnica nº 017/2014-SRC/ANEEL

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 012, de 24 de janeiro de 1996. O Diretor

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.926, DE 28 DE JULHO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.926, DE 28 DE JULHO DE 2015 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 1.926, DE 28 DE JULHO DE 2015 Voto Aprova o Edital do Leilão nº 08/2015-ANEEL e seus Anexos, denominado 1º Leilão de Energia de Reserva

Leia mais

Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF

Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF Adequação e Operação do Sistema de Medição para Faturamento - SMF BRAZIL WINDPOWER O&M 2015 Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2015 Dalmir Capetta Agenda Quadro Institucional Sistema de Medição para Faturamento

Leia mais

Audiência Pública nº 005 Data: 10/03/2016 Cidade: Presidente Prudente/SP

Audiência Pública nº 005 Data: 10/03/2016 Cidade: Presidente Prudente/SP Audiência Pública nº 005 Data: 10/03/2016 Cidade: Presidente Prudente/SP AUDIÊNCIAS PÚBLICAS Abrimos nossas portas para a sociedade... Antes de expedições de atos administrativos (resolução normativa,

Leia mais

Pesquisa Relacionada aos consumidores do grupo B3

Pesquisa Relacionada aos consumidores do grupo B3 Pesquisa Relacionada aos consumidores do grupo B3 Elaborado por: Devienne & Devienne Soluções Energéticas Ltda. Roberto Devienne Filho http://www.devienne.biz roberto@devienne.biz Para: Deutsche Gesellschaft

Leia mais

São apresentadas a seguir as principais características do comportamento da carga:

São apresentadas a seguir as principais características do comportamento da carga: A diversidade de comportamento dos consumidores de energia elétrica é uma característica que ameniza variações bruscas na curva de carga do sistema. Mas o que pode acontecer se, em todo o país, todos os

Leia mais

Sistema de Gestão de Energia Power4000. Medidor. de Energia CP40. Medidor de água by Embrasul. Medidor. de Água

Sistema de Gestão de Energia Power4000. Medidor. de Energia CP40. Medidor de água by Embrasul. Medidor. de Água de água Sistema de Gestão Power4000 E S S S S Transdutor de Power4000 Standard Power4000 Server Simulação de fatura de energia e rateio de custos; Avaliação de perdas de energia e análise de oscilação

Leia mais

ADICIONAL POR IRRADIAÇÃO IONIZANTE

ADICIONAL POR IRRADIAÇÃO IONIZANTE ADICIONAL POR IRRADIAÇÃO IONIZANTE DEFINIÇÃO DOCUMENTAÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO Vantagem pecuniária concedida ao servidor que

Leia mais

LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA

LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA Condições de atendimento Coordenação de Engenharia Gerência de Planejamento da Expansão e Engenharia da Distribuição

Leia mais

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas Nº de usinas www.cceorg.br Nº 008 Agosto/2014 0 10 00 08 Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia

Leia mais

Ao proporcionar esse tipo de informação a COMGÁS reafirma o seu compromisso com a segurança e a qualidade das instalações de gás.

Ao proporcionar esse tipo de informação a COMGÁS reafirma o seu compromisso com a segurança e a qualidade das instalações de gás. Março / 2014 Introdução Muito além do que fornecer o gás natural aos seus clientes, a COMGÁS se preocupa em oferecer orientação sobre os procedimentos para projeto e execução das instalações internas de

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 340, de 06 de novembro de 2007.

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 040, de 18 de março de 2004.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL Nº 1, DE 8 JANEIRO DE 2016

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL Nº 1, DE 8 JANEIRO DE 2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL Nº 1, DE 8 JANEIRO DE 2016 PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS PROUNI PROCESSO SELETIVO - PRIMEIRO SEMESTRE DE 2016 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Redução do montante do impostos recolhido nas operações de importação - PE

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Redução do montante do impostos recolhido nas operações de importação - PE Redução do montante do impostos recolhido nas operações de importação - PE 24/06/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4

Leia mais

Consolidação de Sugestões da Consulta Pública nº 003/2016

Consolidação de Sugestões da Consulta Pública nº 003/2016 Consolidação de Sugestões da Consulta Pública nº 003/2016 SUGESTÕES RECEBIDAS - Redações associadas a proposições de alterações à Resolução CGPC 26/2008. - Inclusão de redações associadas a proposições

Leia mais

CRÉDITO PRESUMIDO PARA INDÚSTRIA FABRICANTE DE PRODUTOS COM MATERIAL RECICLÁVEL - Aspectos relacionados ao ICMS/SC

CRÉDITO PRESUMIDO PARA INDÚSTRIA FABRICANTE DE PRODUTOS COM MATERIAL RECICLÁVEL - Aspectos relacionados ao ICMS/SC CRÉDITO PRESUMIDO PARA INDÚSTRIA FABRICANTE DE PRODUTOS COM MATERIAL RECICLÁVEL - Aspectos relacionados ao ICMS/SC Matéria elaborada com base na Legislação vigente em: 14.07.2011. SUMÁRIO: 1 - INTRODUÇÃO

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604

ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604 ESTADO DE SÃO PAULO DELIBERAÇÃO ARSESP Nº 604 Dispõe sobre o ajuste provisório dos valores das Margens de Distribuição, a atualização do Custo do gás e do transporte, o repasse das variações dos preços

Leia mais

RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA JUSTIÇA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO, ORÇAMENTO E FINANÇAS RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA MEDIDOR 95116-1 UNIDADE: PRÉDIO SEDE PERÍODO:

Leia mais

Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA

Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA Anexo I - TERMO DE REFERÊNCIA AQUISIÇÃO DE PNEUS PARA USO NA FROTA DE VEÍCULOS PERTENCENTES À DE PRIMEIRO GRAU SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESPÍRITO SANTO I - Objeto Registro de preço para eventual aquisição de

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL n.º 074, de 30 de maio de 2001. O Diretor

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS Substituição Tributação por CNAE

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS Substituição Tributação por CNAE ICMS Substituição Tributação por CNAE 18/10/2013 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 6 5. Informações

Leia mais

ET720 Sistemas de Energia Elétrica I. Capítulo 4: Transformadores de potência. Exercícios

ET720 Sistemas de Energia Elétrica I. Capítulo 4: Transformadores de potência. Exercícios ET720 Sistemas de Energia Elétrica I Capítulo 4: Transformadores de potência Exercícios 4.1 Um transformador monofásico de dois enrolamentos apresenta os seguintes valores nominais: 20 kva, 480/120 V,

Leia mais

NOTA TÉCNICA NT/F/007/2014 TARIFAS DE ÁGUA E ESGOTO DA SABESP NO MUNICÍPIO DE TORRINHA. Agosto de 2014

NOTA TÉCNICA NT/F/007/2014 TARIFAS DE ÁGUA E ESGOTO DA SABESP NO MUNICÍPIO DE TORRINHA. Agosto de 2014 NOTA TÉCNICA NT/F/007/2014 TARIFAS DE ÁGUA E ESGOTO DA SABESP NO MUNICÍPIO DE TORRINHA 2014 Agosto de 2014 1. OBJETIVO Autorização do ajuste anual das s de Água e Esgoto da SABESP para o Município de Torrinha

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO PORTARIA INMETRO/DIMEL/Nº 082, de 30 de maio de 2005.

Leia mais

Atividade prática Partida triângulo + cálculos para motores

Atividade prática Partida triângulo + cálculos para motores Objetivos da aula Atividade prática Partida triângulo + cálculos para motores Partir motores de indução trifásicos; Entender a ligação triângulo e seus conceitos básicos; e Cálculos úteis para motores.

Leia mais

Dispositivos de proteção

Dispositivos de proteção Dispositivos de proteção Conceitos básicos e aplicações Giovanni Manassero Junior Depto. de Engenharia de Energia e Automação Elétricas Escola Politécnica da USP 14 de março de 2013 EPUSP Giovanni Manassero

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GASPAR

PREFEITURA MUNICIPAL DE GASPAR DECRETO Nº 6878, DE 30 DE MARÇO DE 2016. FIXA NOVA TABELA PARA TARIFAS E SERVIÇOS DIVERSOS DO SAMAE, E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PEDRO CELSO ZUCHI, Prefeito Municipal de Gaspar, Estado de Santa Catarina,

Leia mais

A seguir são apresentadas as informações básicas referentes às características técnicas e de operação das UHEs integrantes do Lote C.

A seguir são apresentadas as informações básicas referentes às características técnicas e de operação das UHEs integrantes do Lote C. ANEXO II CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA A EXPLORAÇÃO DAS USINAS HIDRELÉTRICAS INTEGRANTES DO LOTE C O Lote C é composto pelas Usinas Hidrelétricas Garcia, Bracinho, Cedros, Salto e

Leia mais

RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA JUSTIÇA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO, ORÇAMENTO E FINANÇAS RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA MEDIDOR 1128541-9 UNIDADE: FÓRUM DE PICOS

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DO SEESP SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DE SÃO PAULO

CONTRIBUIÇÃO DO SEESP SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DE SÃO PAULO CONTRIBUIÇÃO DO SEESP SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DE SÃO PAULO Ainda que o texto da minuta de resolução proposta seja elucidativo sob alguns aspectos, portanto, dirimindo dúvidas que tem surgido

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 244, de 28 de agosto de 2008.

Leia mais

RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA JUSTIÇA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO, ORÇAMENTO E FINANÇAS RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA MEDIDOR 1003984-8 UNIDADE: FÓRUM TERESINA

Leia mais

ENERGIA SUSTENTÁVEL E INTELIGENTE

ENERGIA SUSTENTÁVEL E INTELIGENTE ENERGIA SUSTENTÁVEL E INTELIGENTE Informativos Você já reparou que o mundo mudou, mas a forma como produzimos e consumimos energia, continua praticamente igual há 50 anos? Ainda dependemos de grandes usinas

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº035/2010

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº035/2010 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº035/2010 NOME DA INSTITUIÇÃO: CCEE AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: (Especificar Nome/Tipo, nº e data, caso

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 174, de 01 de novembro de 2005.

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 505, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2001 (*)

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 505, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2001 (*) AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO Nº 505, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2001 (*) Estabelece de forma atualizada e consolidada, as disposições relativas à conformidade dos níveis de tensão de

Leia mais

MANUAL DE SERVIÇO. Condicionadores de Ar Split High-Wall. Modelos LX-HX

MANUAL DE SERVIÇO. Condicionadores de Ar Split High-Wall. Modelos LX-HX Condicionadores de Ar Split High-Wall Modelos LX-HX Prezado Assistente Técnico, Este documento foi desenvolvido com o objetivo de proporcionar a você, o maior número de informações possíveis, buscando

Leia mais

Electricity price increase and effects on metering O aumento no preço da energia elétrica e os efeitos na medição Fabio Cavaliere de Souza

Electricity price increase and effects on metering O aumento no preço da energia elétrica e os efeitos na medição Fabio Cavaliere de Souza Electricity price increase and effects on metering O aumento no preço da energia elétrica e os efeitos na medição Fabio Cavaliere de Souza O aumento no preço o da energia elétrica e os efeitos na medição

Leia mais

SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO PADRÃO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN GERAÇÃO INCENTIVADA 01 MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA-ES (DEEE)

SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO PADRÃO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN GERAÇÃO INCENTIVADA 01 MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA-ES (DEEE) SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN.03.05.025 01 APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA-ES (DEEE) SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES... 3 3. APLICAÇÃO... 3

Leia mais

ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO METROLÓGICO

ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO METROLÓGICO PORTARIA Nº 44, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2009 O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas pelo parágrafo 3º do artigo

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO - MICT INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL n 163 de 19 de outubro de 1995. O Diretor

Leia mais

Carga Máxima. (Max) (kg)

Carga Máxima. (Max) (kg) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 070, de 16 de maio de 2003.

Leia mais

Terminologia e conceitos de Metrologia

Terminologia e conceitos de Metrologia A U A UL LA Terminologia e conceitos de Metrologia Um problema Muitas vezes, uma área ocupacional apresenta problemas de compreensão devido à falta de clareza dos termos empregados e dos conceitos básicos.

Leia mais

TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Graduação em Engenharia Elétrica TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROF. FLÁVIO VANDERSON GOMES E-mail: flavio.gomes@ufjf.edu.br Aula Número: 06 2 - 3 4 5 6 7 8 9 10

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL N o, DE DE DE 2005.

PORTARIA INTERMINISTERIAL N o, DE DE DE 2005. PORTARIA INTERMINISTERIAL N o, DE DE DE 2005. OS MINISTROS DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, E DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, no uso da atribuição que lhes confere

Leia mais

Procedimento. Levantamento de Estoque e recolhimento do imposto. Contribuintes sujeitos ao Regime Periódico de Apuração - RPA

Procedimento. Levantamento de Estoque e recolhimento do imposto. Contribuintes sujeitos ao Regime Periódico de Apuração - RPA Procedimento Levantamento de Estoque e recolhimento do imposto Contribuintes sujeitos ao Regime Periódico de Apuração - RPA O contribuinte substituído, sujeito ao Regime Periódico de Apuração - RPA que,

Leia mais

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL

PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL PLANO DE SERVIÇO TV POR ASSINATURA NET ESSENCIAL 1. Aplicação Plano de Serviço Este Plano de Serviço de TV é aplicável a autorizatária Claro S/A (Sucessora por incorporação da Net Serviços de Comunicação

Leia mais

Sistema Radioestrada FM

Sistema Radioestrada FM Sistema Radioestrada FM O que é o Serviço Radiovias.. Trata-se de Sistema inédito por apresentar características exclusivas. É o primeiro serviço em FM Sincronizado, via satélite, dedicado a uma única

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Estabelece as diretrizes que devem ser observadas na regulamentação, na vigilância e na supervisão das instituições de pagamento e dos arranjos de pagamento

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.119, DE 16 DE AGOSTO DE 2016

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.119, DE 16 DE AGOSTO DE 2016 AGÊNCIA CIOL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 2.119, DE 16 DE AGOSTO DE 2016 Texto Original Homologa o resultado da Quarta Revisão Tarifária Periódica RTP da Empresa Luz e Força Santa

Leia mais

VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO

VENDAS FORA DO ESTABELECIMENTO atualizado em 01/03/2016 alterados os itens 2, 3, 4.1.1, 4.1.2, 4.2, 4.3 e Legislação Consultada 2 ÍNDICE 1. CONCEITO...5 2. FASES...5 3. CONTRIBUINTE DE OUTRO ESTADO...5 4. CONTRIBUINTE DESTE ESTADO...6

Leia mais

Resolução ANP Nº 30 DE 29/06/2015

Resolução ANP Nº 30 DE 29/06/2015 Resolução ANP Nº 30 DE 29/06/2015 Publicado no DO em 30 jun 2015 Altera a Resolução ANP nº 40 de 2013, que regula as especificações das gasolinas de uso automotivo, consoante as disposições contidas no

Leia mais

/sonarengenharia

/sonarengenharia A Sonar Engenharia, empresa atuante nos setores de ELÉTRICA e GÁS, possui em seu quadro profissionais graduados em Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Eletrotécnica e Engenharia de Segurança no Trabalho.

Leia mais

SOLUÇÕES EM QUALIDADE DE ENERGIA Soluções em média e alta tensão

SOLUÇÕES EM QUALIDADE DE ENERGIA Soluções em média e alta tensão SOLUÇÕES EM QUALIDADE DE ENERGIA Soluções em média e alta tensão 2 Moving together 1. PAINÉIS METÁLICOS, FILTROS DE HARMÔNICOS E BANCOS DE CAPACITORES 1. PAINÉIS METÁLICOS, FILTROS DE HARMÔNICOS E BANCOS

Leia mais

RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA JUSTIÇA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO, ORÇAMENTO E FINANÇAS RELATÓRIO DE DESEMPENHO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA MEDIDOR 1128541-9 UNIDADE: FÓRUM DE PICOS

Leia mais

Calibração de paquímetros e micrômetros

Calibração de paquímetros e micrômetros Calibração de paquímetros e micrômetros A UU L AL A Instrumentos de medida, tais como relógios comparadores, paquímetros e micrômetros, devem ser calibrados com regularidade porque podem sofrer alterações

Leia mais

Avaliação de Demanda em Unidades Residenciais

Avaliação de Demanda em Unidades Residenciais Avaliação de Demanda em Unidades Residenciais 22/05/2014 Agenda Conceitos do Ambiente Regulado Metodologia de Avaliação: fundamentos Processo da RECON BT Nova realidade? Ponto de Atenção: Tarifa Branca

Leia mais