Número: / Unidade Examinada: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense

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1 Número: / Unidade Examinada: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense

2 Relatório de Demandas Externas n / Sumário Executivo Este Relatório apresenta os resultados das ações de controle desenvolvidas pela Controladoria-Geral da União (CGU) no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF), no Município de Campos dos Goytacazes/RJ, cujos trabalhos foram realizados entre 28 a 30/06/2010. Foram analisados os itens financiados com recursos repassados ao Instituto Federal Fluminense, antiga CEFET/CAMPOS, no período de 01 a 31/12/2009, pelo Ministério da Educação. Cumpre registrar que, de um montante fiscalizado de R$ ,79 (oitocentos e setenta e cinco mil, novecentos e dezoito reais e setenta e nove centavos), foi identificado um potencial prejuízo de R$ ,00 (dezessete mil reais). Principais Fatos Encontrados Ministério da Educação Programa: Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica Ação: Funcionamento da Educação Profissional Concessão de Adicional de Insalubridade a servidores lotados em locais não relacionados em Laudo Pericial Ambiental e ausência de documentação de suporte às concessões nos dossiês correspondentes Fragilidades nos controles internos sobre as concessões de auxílio transporte, inclusive com pagamentos potencialmente indevidos a servidor pertencente aos quadros do IFF. Ocupação por terceiros de espaço físico em bens imóveis de órgão público, por meio de cessão de uso de espaço da Unidade Macaé do Instituto Federal Fluminense à Cooperativa de Crédito dos servidores, sem licitação pública. Registro de carga horária semanal de 30 horas e ausência de aderência ao Estatuto do Servidor Público Federal (Lei n.º 8.112/90) no que tange a assuntos relacionados ao gerenciamento de informações sobre o pessoal do IFF por sistema eletrônico. Fragmentação de despesas na contratação de empresas ligadas a dirigente. Fragilidades na formalização processual em certame licitatório para contratação de serviços de alimentação. Ausência de controles internos sobre a frota de veículos do Instituto Federal Fluminense, principalmente no que se refere às Unidades Descentralizadas. Principais Recomendações Este Relatório é destinado aos órgãos e entidades da Administração Pública Federal, gestores centrais dos programas de execução descentralizada, para a adoção de providências quanto

3 às situações evidenciadas, especialmente, para a adoção de medidas preventivas e corretivas, visando à melhoria da execução dos Programas de Governo. Foram feitas recomendações ao gestor federal no sentido abster-se de conceder e pagar adicional de insalubridade aos servidores pertencentes ao Instituto sem a documentação necessária; realizar a devida instrução dos processos de concessão de auxílio transporte; cancelar o contrato com vigente e proceder à licitação para concessão remunerada de uso de espaço do IFF, em consonância com a Lei n.º 8.666/93 e com a jurisprudência do TCU; configurar o sistema de controle de ponto eletrônico para registro obrigatório de 8 horas diárias ou 40 semanais; promover estudos e diagnóstico das necessidades dos serviços de pintura predial e de pequenos reparos no IFF; adotar rotina de verificação para evitar contratações com conflito de interesses; efetuar planejamento tempestivo das aquisições de bens e serviços, mitigando a fragmentação de despesas; atentar para as possibilidades legais de uso de veículo de transporte coletivo.

4 1 de 28 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE DEMANDAS EXTERNAS Número: /

5 2 de 28 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. DAS SITUAÇÕES VERIFICADAS 2.1 MINISTERIO DA EDUCACAO Programa: Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica Ação: Funcionamento da Educação Profissional 3. CONCLUSÃO

6 3 de INTRODUÇÃO 1.1. Este Relatório apresenta os resultados de ação de controle desenvolvida em função de situações presumidamente irregulares ocorridas na Unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense - IFF no município de CAMPOS DOS GOYTACAZES-RJ, apontadas à Controladoria-Geral da União - CGU, que deram origem ao processo nº / Sobre o assunto, cabe destacar que a presente ação de controle se originou de possíveis irregularidades apresentadas à Controladoria-Geral da União O presente trabalho foi realizado no período de 28 a 30/06/2010. Foram analisados os itens financiados com recursos repassados ao Instituto Federal Fluminense, antiga CEFET/CAMPOS, no período de 01 a 31/12/2009, pelo Ministério da Educação As situações irregulares apontadas à CGU e examinadas neste trabalho dizem respeito a benefícios pecuniários como o adicional de insalubridade, e o auxílio transporte; questões relacionadas à utilização de espaço físico do Instituto por Cooperativa de Crédito; descontroles na utilização dos veículos oficiais; gastos simulados para custeio de eventos festivos; desvios de função; e descumprimento de carga horária Registramos que a análise efetuada limitou-se à: - Identificação de possíveis gastos indevidos com os citados benefícios pecuniários; - verificação de existência de funcionamento da citada cooperativa; - análise dos gastos com alimentação; verificação dos controles internos no que tange às questões de cumprimento de jornada de trabalho; e - gerenciamento da frota de veículos; e na análise de processos de dispensa de licitação para a contratação de serviços de pintura, segundo amostra selecionada Cabe destacar que as situações relativas a servidores, inclusive procurador federal, recebendo mais que seus salários, concernentes a processo judicial através de liminar; bem como questão relacionada a servidor efetivo ocupante de cargo de porteiro, ter desempenhado funções de chefia na Área de Recursos Humanos, não foram verificadas, uma vez que o primeiro item trata de decisão judicial, portanto estando fora da competência de atuação da CGU, e o segundo diz respeito à matéria de conveniência e oportunidade afeta à discricionariedade do gestor, por se tratar de cargo de livre provimento e exoneração, não podendo ser caracterizada como desvio de função Ainda, além das questões indicadas no item 1.4 deste relatório, foram identificadas as seguintes situações relacionadas ao objeto desta ação de controle: (a) critérios de escolha de bolsistas estudantes. 1.8 Para a execução do trabalho, foram adotadas as seguintes ações: análise de dossiês que amparam as concessões de benefícios pecuniários, relativos à amostra selecionada de servidores beneficiários, no que tange ao adicional de insalubridade e ao auxílio transporte; análise de amostra de processos de dispensa de licitação; análise dos controles internos afetos ao gerenciamento dos veículos oficiais vinculados ao IFF; e verificação "in loco" de endereço de empresa participante de certame licitatório para fornecimento de serviços de alimentação Os resultados pormenorizados dos trabalhos realizados, organizados por órgão superior e por programa/ação de governo, estão apresentados no item 2, onde estão relatadas as constatações relacionadas às situações examinadas.

7 4 de DAS SITUAÇÕES VERIFICADAS A seguir apresentamos as constatações relacionadas às situações que foram examinadas, agrupadas por Programa/Ação, e vinculadas aos respectivos órgãos superiores. 2.1 MINISTERIO DA EDUCACAO Programa: Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica Ação: Funcionamento da Educação Profissional Objeto Examinado: Garantir a manutenção e custeio das instituições da rede federal de educação profissional, visando assegurar o desempenho da sua finali dade precipua, proporcionando melhor aproveitamento do aluno e melho- ria continua de qualidade do ensino. Agente Executor Local: Montante de Recursos Financeiros Aplicados: CENTRO FED. DE EDUCACAO TECNOLOGICA DE CAMPOS R$ 0,00 Ordem de Serviço: Forma de Transferência: Não se Aplica Situação Verificada Pagamento indevido de adicional de insalubridade no percentual de 20% aos servidores da Uned Macaé e do Instituto Federal Fluminense - IFF, antigo CEFET/Campos. CONSTATAÇÃO Concessão de Adicional de Insalubridade a servidores lotados em locais não relacionados em Laudo Pericial Ambiental e ausência de documentação de suporte às concessões nos dossiês correspondentes. a) Fato: Pela análise dos dossiês selecionados por amostra não probabilística por julgamento, ficou evidenciada a existência de fragilidades nos controles internos atinentes ao Adicional de Insalubridade, conforme constatações a seguir: a) Concessão a servidores lotados em locais não relacionados em Laudo Ambiental, contrariando o art. 70 da Lei n.º 8.112/90. Verificamos que os servidores lotados nos seguintes setores estão amparados por Laudo Pericial de Insalubridade: 1)Laboratório de Máquinas Elétricas - não identificados;

8 5 de 28 2)Laboratório de Instalações Elétricas - dois servidores identificados; 3)Laboratório de Soldagem um servidor identificado; 4)Subestação - não identificados; 5)Laboratório de Eletrônica Analógica e Digital - não identificados; 6)Laboratório de Ajustagem - não identificados; 7)Laborat1ório de Metalografia - nove servidores identificados; 8)Manutenção de Piscina - dois servidores identificados; 9)Consultórios Médico e Odontológico dezoito servidores identificados; 10)Laboratório de Química - vinte e seis servidores identificados; 11)Manutenção/setor de pintura e de marcenaria quatro servidores identificados; Entretanto, verificamos relação de servidores beneficiários lotados nos seguintes setores que não foram objeto de Perícia e/ou cuja documentação não consta dos arquivos, contrariando o art. 70 da Lei n.º 8.112/90: Entretanto, verificamos relação de servidores beneficiários lotados nos seguintes setores que não foram objeto de Perícia e/ou cuja documentação não consta dos arquivos, contrariando o art. 70 da Lei n.º 8.112/90: 1)Laboratório de Análise de Solos - um servidor 2)Laboratório de Eletrônica um servidor identificado; 3)Ovinocultura/Coordenação de Produção Animal - um servidor identificado 4)Coordenação de Produção Vegetal/BOM JESUS seis servidoresidentificados; 5)Serviço/Recursos Humanos/C.BOM JESUS/ITAPERUNA um servidor identificado; 6)Posto de Vendas/Higienização um servidor identificado 7)Coordenação de Produção Vegetal e Animal/C. BOM um servidor identificado; 8)Suinocultura/Coordenação de Produção Animal/C. BOM JESUS - Três servidores identificados; 9)Coordenação de Produção Vegetal/C. BOM JESUS um servidor identificado; 10)Manutenção/Pedreiro/MACAÉ um servidor identificado; 11)Coordenação de Produção Agroindustrial/C.BOM JESUS cinco servidores identificados; 12)Coordenação de Alimentação e Nutrição/C. BOM JESUS dois servidores identificados; 13)Laboratório de Microbiologia de Alimentos/C. BOM JESUS um servidor identificado; 14)Serviço de Copa e Higienização/C. BOM JESUS um servidor identificado; 15) Laboratório de Biologia/Diretoria de Ensino/BOM JESUS um servidor identificado; 16) Laboratório de Química/Diretoria de Ensino/BOM JESUS um servidor identificado; e

9 6 de 28 17) Laboratório de Química/ITAPERUNA um servidor identificado. Ademais, para os seguintes servidores, lotados no Campus de Bom Jesus de Itabapoana, segundo relação emitida em 15/07/2010, de responsabilidade do Departamento de Gestão de Pessoas, não consta, nos arquivos da citada unidade, documentação que ampare as respectivas concessões:. b) Ausência de Portaria de Localização. Verificamos que, em 100% dos casos, a concessão de adicional de insalubridade aos servidores não está amparada pelas respectivas Portarias de Localização. Cabe destacar que a Portaria de Localização é o vínculo entre o servidor beneficiário e um determinado local que foi objeto de Perícia e consta de Laudo Ambiental, conforme o seguinte entendimento do Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil - SIPEC: Orientação Normativa nº 2, de 19/02/2010 "Art. 8º 1º Entende-se por profissional competente para avaliação da exposição e emissão do laudo técnico previsto no caput, o ocupante do cargo público, na esfera federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal, de médico com especialização em medicina do trabalho ou engenheiro e arquiteto com especialização em segurança do trabalho. Art. 9º Parágrafo único: para fins de pagamento do adicional, será observado a data da portaria de localização, concessão, redução ou cancelamento, para ambientes já periciados e declarados insalubres e/ou perigosos, que deverão ser publicadas em boletim de pessoal ou de serviço. Art. 10. Parágrafo único: Cabe à unidade de recursos humanos do órgão realizar a atualização permanente dos servidores que fazem jus aos adicionais no respectivo módulo do SIAPENet, conforme movimentação de pessoal, sendo, também, de sua responsabilidade, proceder a suspensão do pagamento, mediante comunicação oficial ao servidor interessado." Em resposta sem número, de 21/07/2010, à Solicitação de Fiscalização n.º /02, o gestor assim se manifestou: "Foram disponibilizados para análise os laudos e portarias em poder da Diretoria de Recursos Humanos, porém em decorrência da exiguidade de tempo para se obter informações precisas que possam garantir a precisão das informações suscitadas, solicitamos um prazo de 60 (sessenta) dias para análise e apresentação do posicionamento da Instituição". A necessidade de 60 dias de prazo para que o IFF apresente esclarecimentos sobre a ocorrência de pagamentos aos outros 'Campi' que não foram objeto de laudo de avaliação ambiental é mais uma evidência da fragilidade dos controles internos administrativos atinentes ao benefício. Considerando que o prazo de atendimento à SF n.º /02 foi de 15/07/2010, os 60 dias necessários ao esclarecimento dos fatos teve seu término em 14/09/2010, não tendo sido apresentada a manifestação da Unidade. b) Manifestação da Unidade Examinada: Em atendimento ao Ofício nº /2010/NAC2-CGU-Regional/RJ/CGU-PR, e em resposta às Solicitações de Auditoria nº /01 e 02, a Unidade apresentou os seguintes esclarecimentos: 1. Os Laudos referentes aos setores do campus Bom Jesus do Itabapoana: laboratório de análise de solos, ovinocultura/coordenação de produção de animal, coordenação de produção vegetal, posto de vendas/higienização, coordenação de produção vegetal e animal, suinocultura/coordenação de produção animal, coordenação de produção agroindustrial, coordenação de alimentação e nutrição, laboratório de microbiologia de alimentos, serviços de copa e higienização, laboratório de biologia, laboratório de química foram emitidos durante o período em que os servidores se encontravam lotados na UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE- UFF.

10 7 de 28 Considerando que os servidores que se encontravam, em 2009, lotados na UFF, passaram a partir de janeiro de 2010 a integrar o Instituto Federal Fluminense- IFF, mediante migração realizada pelo SERPRO e sob a responsabilidade do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, sem qualquer ingerência do IFF no que tange aos dados cadastrais e financeiros migrados. Ocorre que os dados foram migrados, sem que a pasta funcional de cada um deles fosse, imediatamente, encaminhada pela UFF ao IFF, de modo a viabilizar a análise funcional de cada um dos servidores migrados, razão pela qual deixamos de apresentar quando dos trabalhos de fiscalização desenvolvido pela equipe da Auditoria. Em relação ao servidor matricula omissis, que anteriormente encontrava-se lotada no campus Bom Jesus do Itabapoana e atualmente encontra-se lotado no campus Itaperuna, foi providenciada a exclusão do referido adicional. Em relação ao servidor matrícula omissis, esclarecemos que o referido servidor foi aposentado em 01/10/2010 e não mais percebe o referido adicional. Em relação ao servidor matrícula omissis, esclarecemos que a situação do mesmo enquadra-se ao descrito o item 1. Em relação ao servidor matrícula omissis, esclarecemos que o servidor, ocupante do cargo de Técnico de Laboratório/Área de Química admitido para compor o quadro do campus Itaperuna, exerceu o cargo desde a sua admissão no laboratório do campus Campos Centro, numa fase de aprendizagem e preparação para o desempenho de suas atividades, até que o laboratório do campus Itaperuna estivesse em funcionamento, o que ocorreu em abril de 2009, razão pela qual entendemos como legal a concessão do referido adicional durante todo o período em que efetivamente atuou no referido laboratório, laboratório este já avaliado por perito do Ministério do Trabalho conforme laudo emitido em 31/03/2005. A partir do momento em que o servidor passou a atuar no laboratório do campus Itaperuna, o que ocorreu em abril de 2009, e, partindo do princípio que o referido laboratório ainda não passou por avaliação ambiental, consideramos a necessidade da exclusão do referido adicional, o que já foi providenciado. Portanto, procede a constatação e o servidor estará sendo notificado da devolução do valor percebido irregularmente. 2. Em relação à alegação de que em 100% dos casos, a concessão do adicional de insalubridade aos servidores não está amparada pelas respectivas portarias de localização, esclarecemos que, diferente do afirmado, 100% das concessões de adicional de insalubridade feitas aos servidores que exercem seus cargos no campus Campos-Centro ou campus Macaé (já que os demais campi vinculados ao IFF ainda não tiveram avaliação do ambiente), são efetivadas mediante Portaria, fazendo constar da mesma o local de exercício do servidor, bem como memorando do chefe imediato do servidor confirmando a localização de exercício e o laudo que fundamenta a concessão, não considerando desta forma, necessidade de Portaria específica de localização de exercício do servidor. No entanto, a partir de então estaremos adotando as providências no sentido de emitir Portaria de localização dos servidores. c) Análise do Controle Interno: A necessidade de prova pericial técnica, para aferição de condições insalubres de trabalho, não deve ser suprida por outros documentos, ainda que estes comprovem situações que firmem convencimento, ou seja, a importância de fundamentação das concessões de adicional de insalubridade por meio de Laudo Pericial Ambiental em conjunto com a respectiva Portaria de Localização não se trata de mero formalismo. Recomendação : 1 Abster-se de conceder e pagar adicional de insalubridade aos servidores pertencentes aos Quadros do Instituto Federal Fluminense sem o devido amparo de Laudo Pericial Ambiental emitido por profissional legalmente habilitado segundo as normas do Ministério do Trabalho, em conjunto com as respectivas Portarias de Localização que vinculam os beneficiários aos locais textualmente

11 declarados no corpo do referido Laudo. d) Conclusão sobre a situação verificada: Os fatos apontados procedem, pelo menos no que tange à ausência de devida motivação no âmbito dos dossiês que fundamentam a concessão de adicional de insalubridade aos servidores vinculados ao Instituto Federal Fluminense - IFF Situação Verificada 1) Cefet Campos e Uned Macaé pagavam vale transporte no período de greve sem que ninguém estivesse trabalhando, mas assinavam o ponto. O pagamento é feito na Uned Macaé e no Cefet Campos; servidores do Cefet em Macaé não ganham menos de R$500,00 de passagens sem estarem viajando. 2)Pagamento de vale transporte de Campos/Rio das Ostras (anteriormente era Campos/Macaé) para servidores que moram em Campos. (editado) CONSTATAÇÃO Fragilidades nos controles internos sobre as concessões de auxílio transporte, inclusive com pagamentos potencialmente indevidos a servidor pertencente aos quadros do IFF. a) Fato: Da análise de 95 dossiês de concessão de auxílio transporte a servidores constantes de amostra selecionada, verificamos a existência de fragilidades nos controles internos atinentes ao citado benefício, conforme constatações a seguir: a) ausência de controles do uso de condução própria por parte de servidores beneficiários de auxílio transporte. Não verificamos a existência de ações preventivas a exemplo de controles sobre utilização de condução própria por servidores que recebem o auxílio transporte, como por exemplo o cruzamento do cadastro de veículos autorizados a fazerem uso do estacionamento do Campus Centro, localizado na sede da entidade, no município de Campos dos Goytacazes, com o cadastro de beneficiários. Sendo assim, pela ausência de controles internos acerca da matéria em comento, não é possível informarmos se, e quantos, servidores do IFF beneficiários do referido auxílio, utilizam condução própria no trajeto residência/local de trabalho. Cabe informar que, segundo entendimento do Órgão Central do Sistema de Pessoal Civil - SIPEC, exarado pelo Oficio nº 20/2001/COGLE/SRH, de 01/02/2001, é vedado o pagamento de auxílio transporte a quem se utiliza de veículo próprio no traslado residência/trabalho, conforme transcrito a seguir: "Em atenção à consulta formulada por Vossa Senhoria, por intermédio de do nesta Coordenação-Geral em 22/01/2001, acerca de auxílio transporte, temos a esclarecer que o servidor que se utiliza de condução própria para ir ao trabalho não faz jus ao auxílio transporte, em face do disposto no Decreto nº , de 15 de dezembro de 1998". A viabilidade de se conceder o auxílio transporte está no atendimento de sua finalidade, qual seja, cobrir parcialmente a despesa realizada pelo servidor com a utilização de transporte coletivo nos deslocamentos de sua residência para o local de trabalho. b) ausência de cobrança de bilhetes usados no transporte seletivo e/ou especial. 8 de 28

12 9 de 28 Verificamos que não existe exigência para que os usuários de transporte seletivo e/ou especial apresentem ao setor de Recursos Humanos os respectivos bilhetes de passagem, pois tais comprovantes não estavam anexados aos citados dossiês, em 100% dos casos. Ademais, para aqueles que se utilizam de transporte seletivo e/ou especial, faz-se mister a apresentação dos bilhetes efetivamente utilizados no traslado residência/trabalho, conforme entendimento do TCU, exarado pelo Acórdão 2211/2005 Plenário, conforme transcrito a seguir: " realize o pagamento de auxílio transporte para custeio de deslocamentos intermunicipais e interestaduais em ônibus rodoviário, contra apresentação do quantitativo de bilhetes de passagem apresentados no mês anterior;" c) ausência de comprovantes de residência em nome de beneficiários. Em cerca de 30% do total analisado, os dossiês dos servidores beneficiários apresentavam comprovantes residenciais em nome de parentes, o que não é razoável, uma vez que há um elevado número de possibilidades no que tange ao recebimento de correspondências encaminhadas por concessionários de serviços públicos em nome do próprio beneficiário do auxílio transporte, bem como cartões de crédito, bancos, dentre outras. d) Pagamentos potencialmente indevidos em decorrência de fragilidades dos controles sobre a concessão de auxílio transporte. Verificamos que o servidor identificado informou residir em endereço divergente do constante de base de dados de sistema do governo federal. O endereço constante da respectiva solicitação de auxílio transporte está localizado no município de São Gonçalo e o endereço constante do citado sistema, no município de Rio das Ostras, o que aponta, segundo ferramenta disponível no site <http://www.vadeonibus.com.br/>, um pagamento mensal de cerca de R$220,00 (duzentos e vinte reais) como devido e necessário ao custeio do trajeto residência/trabalho, sendo que o servidor chegou a receber, em junho de 2010, R$1.700,00 (hum mil e setecentos reais). Em suma, verificamos que o referido servidor percebeu R$17.249,12 (dezessete mil, duzentos e quarenta e nove reais e doze centavos) potencialmente a maior do que o devido, no período compreendido entre janeiro de 2009 e julho de 2010, considerando-se como referencial o endereço constante da citada base de dados. Ademais o "Comprovante" constante do respectivo dossiê está em nome de seu irmão. O caso em comento demonstra quão danosas ao erário podem ser as fragilidades encontradas nos controles internos sobre a concessão de auxílio transporte. b) Manifestação da Unidade Examinada: Em atendimento ao Ofício nº /2010/NAC2-CGU-Regional/RJ/CGU-PR, e em resposta às Solicitações de Auditoria nº /01 e 02, a Unidade apresentou os seguintes esclarecimentos: Ressaltamos que nos diversos momentos de realização de Auditoria com visita de auditores in loco, nunca ficou registrado, nem recomendado, nem orientado em relatórios de auditoria que o IFF deveria efetuar cruzamento de dados de servidores beneficiados com Auxílio Transporte e que utilizam veículo próprio para deslocamento para o trabalho, nem tão pouco foi emitido qualquer orientação que diga respeito à necessidade de arquivamento de bilhete de passagens utilizada nos transportes seletivos ou especiais no traslado residência/trabalho em linhas interestaduais e intermunicipais. Mesmo assim, adota o IFF um controle do pagamento do referido benefício, no tocante as ausências

13 10 de 28 e afastamentos mediante o controle da frequência dos servidores. Dispõe o Decreto de 15/12/98 em seu artigo 4º que: Art. 4º Para a concessão do Auxílio-Transporte, o servidor ou empregado, deverá apresentar ao órgão ou à entidade responsável pelo pagamento declaração contendo: I - valor diário da despesa realizada com transporte coletivo, nos termos do art. 1º; II - endereço residencial; III - percursos e meios de transportes mais adequados ao seu deslocamento residência trabalho e vice-versa; IV - no caso de acumulação lícita de cargos ou empregos, a opção facultada ao servidor ou empregado pela percepção do Auxílio-Transporte no deslocamento trabalho trabalho em substituição ao trabalho residência. 1º A declaração deverá ser atualizada pelo servidor ou empregado sempre que ocorrer alteração das circunstâncias que fundamentam a concessão do benefício. 2º Na hipótese de que trata o inciso IV, é vedado o cômputo do deslocamento residência trabalho para fins de pagamento do benefício em relação ao cargo ou emprego da segunda jornada de trabalho. 3º A autoridade que tiver ciência de que o servidor ou empregado apresentou informação falsa deverá apurar de imediato, por intermédio de processo administrativo disciplinar, a responsabilidade do servidor ou empregado, com vistas à aplicação da penalidade administrativa correspondente e reposição ao erário dos valores percebidos indevidamente, sem prejuízo das sanções penais cabíveis. Daí conclui-se que o Decreto não prevê em seu texto a necessidade de apresentação de bilhetes de passagens pelo servidor, como condição para concessão do referido benefício ao mesmo, razão pela qual deixamos de fazer tal exigência do servidor. Em relação à alegação de fragilidades existentes no controle interno no tocante as ausências de comprovantes de residência em nome dos servidores beneficiários do Auxílio Transporte esclareceram que o IFF, adota em 100% dos casos, o procedimento de que o endereço residencial apresentado pelo servidor, mesmo que o comprovante não o tenha como titular é feita a verificação se o endereço apresentado pelo mesmo é o que consta dos seus dados cadastrais, sendo o mesmo que consta do seu contracheque, devendo o servidor, responder, pelas informações prestadas por ele, em todos os aspectos legais que o caso requer. No entanto, visando corrigir as fragilidades apontadas no controle interno das concessões do auxílio transportes, estaremos adotando providências no sentido de correção das referidas fragilidades. Consideramos o assunto extremamente sério e a auditoria Interna estará destinando no PAINT/2011 carga horária para desenvolvimento de trabalhos na Diretoria de Gestão de Pessoas do IFF voltados para análise caso a caso nas concessões de auxílio transporte. c) Análise do Controle Interno: De fato, as fragilidades existentes nos controles internos sobre as concessões do citado benefício,

14 11 de 28 em conjunto com a ausência de documentação comprobatória do endereço residencial, impedem a emissão de parecer conclusivo acerca da correta aplicação dos recursos públicos que custeiam o pagamento do auxílio-transporte aos servidores vinculados ao Instituto Federal Fluminense - IFF, antiga CEFET/CAMPOS. Ademais o Ofício-Circular nº 49/SRH/MP, de 09/07/2002, aos Dirigentes de Recursos Humanos dos Órgãos e Entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, com o objetivo de orientar e uniformizar procedimentos acerca da concessão de auxílio-transporte a servidores que não utilizem transporte coletivo como meio de locomoção nos deslocamentos para o trabalho e do trabalho para a residência, veio a informar o seguinte: "(...) Assim, caso o servidor não utilize transporte coletivo para deslocar-se da residência até o trabalho e do trabalho para a residência, não fará jus ao auxílio-transporte." Sendo assim, o cruzamento de usuários do estacionamento da Instituição com o cadastro de beneficiários do auxílio-transporte é o controle primário a ser realizado de forma a prevenir o pagamento indevido do referido benefício. Recomendação : 1 Instruir os processos de concessão de auxílio transporte com comprovantes de residência em nome do respectivo beneficiário, bem como só efetuar o pagamento aos servidores usuários de transporte seletivo e/ou especial contra a apresentação dos bilhetes efetivamente utilizados no mês anterior. d) Conclusão sobre a situação verificada: Os fatos apontados procedem no que tange aos indícios de pagamentos indevidos aos servidores que fazem uso de transporte seletivo e/ou especial e não apresentam comprovantes residenciais dos locais declarados em Formulário de Solicitação do referido auxílio, bem como não apresentam os respectivos bilhetes de transporte supostamente utilizados no mês anterior, inclusive com divergências nos endereços declarados nos cadastros da Unidade, para fins de concessão do auxílio, e naqueles constantes na Base de Dados de Sistemas Corporativos de propriedade do Governo Federal. No que tange à situação apontada de que houve pagamento de vale- transporte durante período de greve, não foi possível apurar tal situação Situação Verificada 1)Cooperativa de crédito Existência de cooperativa de crédito (privada) funcionando dentro da instituição, inclusive utilizando carona em veículos oficiais. Verificação "in loco" da existência dessa cooperativa e questionamentos sobre a cessão do espaço, finalidade, circunstâncias, etc. CONSTATAÇÃO Ocupação por terceiros de espaço físico em bens imóveis de órgão público, por meio de cessão de uso de espaço da Unidade Macaé do Instituto Federal Fluminense à Cooperativa de Crédito dos servidores, sem licitação pública. a) Fato: Em 14/07/2010, por meio da Solicitação de Fiscalização nº /02, solicitamos informações acerca do funcionamento de Cooperativa de Crédito vinculada aos servidores pertencentes aos quadros do IFF, conforme transcrito a seguir:

15 12 de 28 "Tendo em vista a utilização de espaço físico por Cooperativa de Crédito vinculada aos servidores/funcionários deste Instituto Federal Fluminense, nas dependências da Unidade de Macaé, apresentar o contrato de permissão de uso do imóvel ocupado, ou contrato de locação, ou ainda instrumento congênere, bem como os comprovantes de destinação dos recursos eventualmente auferidos com a citada utilização de espaço pela referida Cooperativa". Em resposta sem número, de 21/07/2010, o gestor assim se manifestou: "A Cooperativa de Crédito está instalada apenas no CAMPUS MACAÉ do Instituto Federal Fluminense. Sua instalação atendeu a carência vivida pelos servidores daquele Campus que não tinha como resolver suas necessidades com serviços bancários, considerando que a agência bancária mais próxima do Campus Macaé está localizada a 05 (cinco) quilômetros do campus. Não houve licitação para exploração de serviços bancários no campus, pois nenhuma instituição que presta serviços desta natureza manifestou espontaneamente interesse em se instalar no Campus". A Cooperativa de Crédito Mútuo dos Servidores do Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos CNPJ/MF Nº / , está instalada no Instituto Federal Fluminense\amparada pelo Contrato de Cessão de Direito Real de Uso de Bem Público\lavrado no processo nº /2008 Contratos nº. 11/2008, cópia\anexa a este relatório, inclusive com a aprovação da Procuradoria da\unidade. Regra geral, na cessão de uso, sempre que houver condições de\competitividade, deverão ser observados os procedimentos licitatórios\previstos em lei, ideal insculpido no Princípio da Isonomia fixado no\inciso XXI do art. 37 da CRFB/88. De fato, o artigo 18 da Lei nº 9.636/98 é claro ao dispor, em seu 5º,\que a cessão será sempre precedida de licitação quando houver\condições de competitividade e o empreendimento correlato tiver fim\lucrativo, o que é reforçado no art. 13, VIII, do Decreto nº 3.725/01. No mais das vezes, esta será a natureza das atividades que serão\desenvolvidas nas áreas cedidas pelos órgãos públicos, pelo que a\licitação se mostrará obrigatória. Merece, contudo, abordagem\específica a instalação nestes espaços de agências bancárias de\instituições financeiras oficiais - Banco do Brasil S.A. (sociedade de\economia mista) e Caixa Econômica Federal (empresa pública) - pela\peculiaridade que envolve a matéria, sendo admitida a dispensa de\licitação em vista de serem agentes financeiros do tesouro nacional. Entretanto, mesmo servindo-se o IFF da cessão de uso, por ser o título\mais apropriado à ocupação por terceiros dos espaços físicos de órgãos\públicos; deveria o gestor, de todo modo, à vista da situação concreta, empreender chamamento público, no âmbito do correspondente certame licitatório, com a publicidade adequada que o caso requer, para então conforme o resultado do citado chamamento, aí sim, ceder o respectivo espaço, em consonância com a legislação pertinente ao uso especial de bem público. Enfim, a observância dos procedimentos licitatórios é como regra necessária, ressalvada a hipótese de inviabilidade de competição, tal como nas situações que envolvem as instituições financeiras oficiais, o que não é o caso. Outrossim, cabe destacar que a Unidade não disponibilizou documentação hábil a comprovar que nenhuma instituição manifestou o desejo de se instalar no campus,ou se foi feita pesquisa de preço para saber quanto seria o valor correto da locação do espaço, mesmo que tenhamos, por meio de visita ao local, verificado que a Cooperativa oferecia serviços bancários de fato.

16 13 de 28 b) Manifestação da Unidade Examinada: Em atendimento ao Ofício nº /2010/NAC2-CGU-Regional/RJ/CGU-PR, e em resposta às Solicitações de Auditoria nº /01 e 02, a Unidade apresentou os seguintes esclarecimentos: "Reiteramos a justificativa já apresentada e ressaltamos que a distância e a localização do campus Macaé o tornam sem atratividade para que outros Bancos se mostrem interessados em se estabelecer naquele local, sendo de interesse histórico dos servidores a existência de um Posto Bancário naquela unidade e complementamos que quanto ao questionamento da destinação dos recursos auferidos com o contrato de locação da Cooperativa de Crédito estão lançados no orçamento da instituição aprovado pelo SOF/MEC identificado no rol de receitas próprias, cuja destinação está prevista no orçamento da União e o recebimento dos valores se realiza por meio de GRU s (Guia de Recolhimento da União). É razoável comentar que a cooperativa se instalou no campus Macaé a pedido dos servidores lotados naquela unidade e que o número de servidores naquela oportunidade era em torno de 120 (cento e vinte) servidores, seria manifestamente absurdo deflagrar processo licitatório para oferta de espaço físico com a finalidade de exploração de serviços bancários para uma clientela tão reduzida, considerando ainda, que por motivo de segurança, no Instituto Federal Fluminense a instituição bancária ali instalada está restrita ao atendimento apenas a comunidade interna. Ademais considerando a carência de serviços dessa natureza na região em que está instalado o campus Macaé do IF Fluminense e os benefícios que o contrato traria para a comunidade do campus é que o gestor seguindo assim o Princípio da Razoabilidade preconizando que a Administração, ao atuar no exercício de discrição, terá de obedecer a critérios aceitáveis do ponto de vista racional, em sintonia com o senso normal de pessoas equilibradas e respeitosas das finalidades que presidiram a outorga da competência exercida." c) Análise do Controle Interno: No que tange aos imóveis da União a matéria está regulamentada pelas Leis nº 9.760/1946, nº 9.636/1999 e pelo Decreto nº 3.725/2001. A entrega de imóvel para uso da Administração Pública Federal é feita pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), mediante a assinatura de termo próprio, vedada destinação diversa daquela para a qual foi afetado, nos termos do art. 79 da Lei nº 9.760/1946 c/c o art. 11 do Decreto nº 3.725/2001. No entanto, o art. 12 do Decreto nº 3.725/2001 c/c o art. 20 da Lei nº 9.636/1998, prevê a possibilidade de cessão de uso de áreas para a exploração de atividades que sirvam de apoio à Administração Pública, sem que isso caracterize desvio da finalidade prevista no termo de entrega. Ainda, o art. 18 da Lei nº 9.696/1998 informa que é discricionário ao gestor, respeitados os dispositivos legais, ceder gratuitamente ou em condições especiais imóveis da União. O 6º do mesmo artigo informa os casos de dispensa de licitação, que não se enquadram ao caso concreto, conforme transcrito a seguir: 'Art. 18. A critério do Poder Executivo poderão ser cedidos, gratuitamente ou em condições especiais, sob qualquer dos regimes previstos no Decreto-Lei no 9.760, de 1946, imóveis da União a: Decreto nº 3.725, de (...) 6o Fica dispensada de licitação a cessão prevista no caput deste artigo relativa a: (...)II - bens imóveis de uso comercial de âmbito local com área de até 250 m² (duzentos e cinquenta metros quadrados), inseridos no âmbito de programas de regularização fundiária de interesse social desenvolvidos por órgãos ou entidades da administração pública e cuja ocupação se tenha consolidado até 27 de abril de 2006.' Complementando, o art. 12, I, e o art. 13, VIII, do Decreto nº 3.725/2001, informam que, quando a cessão de uso a terceiros for destinada a empreendimento de fins lucrativos, deverá ser sempre onerosa e devem ser observados os procedimentos licitatórios previstos em lei, verbis: 'Art. 12. Não será considerada utilização em fim diferente do previsto no termo de entrega, a que se refere o 2º do art. 79 do Decreto-Lei nº 9.760, de 1946, a cessão de uso a terceiros, a título gratuito ou oneroso, de áreas para exercício das seguintes atividades de apoio

17 14 de 28 necessárias ao desempenho da atividade do órgão a que o imóvel foi entregue: I - posto bancário; (...)Art. 13. A cessão de que trata o artigo anterior será formalizada pelo chefe da repartição, estabelecimento ou serviço público federal a que tenha sido entregue o imóvel, desde que aprovada sua realização pelo Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, respectivos Ministros de Estado ou autoridades com competência equivalente nos Poderes Legislativo e Judiciário, conforme for o caso, observados os procedimentos licitatórios previstos em lei e as seguintes condições: (...)VIII - quando destinada a empreendimento de fins lucrativos, a cessão deverá ser sempre onerosa e sempre que houver condições de competitividade deverão ser observados os procedimentos licitatórios previstos em lei; e (...)' No caso do art. 24, XIII, da Lei nº 8.666/1993, o objeto social da referida cooperativa não se enquadraria nos casos dispostos no inciso, quais sejam: a) instituição brasileira incumbida regimental ou estatutariamente da pesquisa, do ensino ou do desenvolvimento institucional; b) instituição dedicada à recuperação social do preso. O fim lucrativo que dispõe o inciso XIII do art. 24 da Lei de Licitações é inerente às instituições mencionadas na norma. O TCU em diversos momentos firmou entendimento que a interpretação deste dispositivo é restritiva e que licitar é a regra (Decisão TCU nº 252/1999; Acórdão TCU nº 427/2002; Decisão TCU nº 1.646/2002; Acórdão TCU nº 61/2003; Acórdão TCU nº 601/2003; Acórdão TCU nº 506/2004; Acórdão TCU nº 1.257/2004; todos do Plenário). Sendo assim, a ausência de licitação fere o Princípio da Isonomia, contido no art. 3º da Lei nº 8.666/1993, conforme entendimento presente no item do Acórdão TCU nº 195/ Plenário. Enfim, o posto de atendimento cooperativo é espécie do qual o posto de atendimento bancário é gênero, e poderão participar da respectiva licitação os bancos oficiais e os particulares, juntamente com as cooperativas de créditos, segundo o devido chamamento público. Ademais, entendimento do TCU, constante do Acórdão 3740/ Primeira Câmara, ressalta a importância da devida licitação dos espaços físicos passíveis de serem cedidos ao particular, conforme transcrito a seguir: " proceda à licitação para concessão remunerada de uso do restaurante da UFRN, considerando nulo o atual contrato firmado com a APURN (Associação dos Professores da UFRN), posto que desprovido do requisito da legalidade insculpido no art. 37 da Carta Magna;" Recomendação : 1 No prazo de 30 dias, cancelar o contrato com a Cooperativa e proceder à licitação para concessão remunerada de uso de espaço do IFF, em consonância com a Lei n.º 8.666/93 e com a Jurisprudência do TCU. d) Conclusão sobre a situação verificada: Os fatos apontados procedem, tendo em vista a existência de cooperativa de crédito(privada) funcionando dentro da instituição, mais precisamente, no Campus de Macaé, cujo espaço físico foi cedido sem licitação prévia Situação Verificada Carga horária e folhas de ponto Servidores de cargo técnico-administrativo trabalham efetivamente 30 horas semanais e recebem como 40 horas, de acordo com a carreira de 40 horas. Há duas folhas de ponto, uma de 6 horas e outra de 2 horas de forma complementar registrada por coordenação/setor.

18 15 de 28 CONSTATAÇÃO Registro de carga horária semanal de 30 horas e ausência de aderência ao Estatuto do Servidor Público Federal (Lei n.º 8.112/90) no que tange a assuntos relacionadas ao gerenciamento de informações sobre o pessoal do IFF por sistema eletrônico. a) Fato: Os ocupantes de cargos de provimento efetivo estão sujeitos à carga horária de 40 horas semanais, exceto nos casos previstos em lei específica, que, quando se trata de servidores ocupantes de cargos em comissão ou função de direção, chefia e assessoramento, cargos de direção, função gratificada e gratificação de representação, a sujeição ao regime de dedicação integral. Ao verificarmos os procedimentos utilizados no controle de assiduidade e pontualidade adotados pelo IFF, atualmente, do tipo eletrônico, constatamos que apenas seis horas são registradas no âmbito do referido sistema informatizado de controle de ponto eletrônico. Em resposta à Solicitação de Fiscalização n.º /01, sem número, de 21/07/2010, o gestor assim se manifestou: " A carga horária cumprida pelos servidores deste IF Fluminense é a de 40 horas semanais, sendo 30 horas para atendimento ao público e 10 horas para expediente interno ressalvado os casos em que a legislação específica estabeleça diferente jornada de trabalho ou o caso em que o servidor tenha optado por regime de trabalho inferior. Esta medida visa uma melhor produtividade no que se refere ao aproveitamento da força de trabalho técnico-administrativa, pois a instituição apresenta um volume de trabalho muito mais denso em determinados períodos do ano devido à especificidade institucional. Por exemplo, os setores de Registros Acadêmicos, Biblioteca, Compras e Licitações, Gestão de Pessoas e Orçamentário e Financeiro, são demandados por uma extensa agenda de planejamento e de execução de serviços, que muitas vezes não cabe no período de frequência regular. Assim, a possibilidade de se contar com o período de 10 horas de expediente interno confere uma flexibilidade à carga horária do servidor permitindo, inclusive o cumprimento do trabalho em períodos não convencionais do exercício, já que a instituição NUNCA remunerou servidores por horas extras. O controle de frequência dos servidores técnico-administrativos, no período em exame era feito por ponto setorial. Atualmente estamos implantando um sistema de ponto eletrônico através de digital. O controle da carga horária dos docentes é feito pelas coordenações de curso onde o docente encontra-se atuando e o controle do cumprimento do horário estabelecido para cada um deles, pela respectiva coordenação de curso, é realizado pela coordenação de turno. Em relação a carga horária destinada à pesquisa, esclarecemos que o IFF não estabelece para cada professor uma carga horária específica para esse fim, procurando apenas na medida da possibilidade de cada professor, reservar parte da sua carga horária para pesquisa". Cabe mencionar que são dispensados do controle de frequência os ocupantes de cargos: a) de Natureza Especial; b) do Grupo Direção e Assessoramento Superior - DAS, iguais ou superior ao nível 4; c) cargos de direção - CD, iguais ou superior ao nível 3 d) de Pesquisador e Tecnologista do Plano de Carreira para a Área de Ciência e Tecnologia; e) de Professor da Carreira de Magistério Superior do Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos. Ademais, o controle de assiduidade de servidor estudante far-se-á mediante folha de ponto e os horários de entrada e saída não estão, obrigatoriamente, sujeitos ao horário de funcionamento da Entidade. De fato, é necessário o devido controle sobre a carga horária dos servidores, conforme entendimento da Egrégia Corte de Contas manifestado no âmbito do Acórdão 414/ Plenário, conforme transcrito a seguir: "9.2. determinar ao Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo - CEFET/ES que: promova efetivo controle da frequência de seus servidores, nos termos do Decreto nº 1.590/1995, com as alterações introduzidas pelos Decretos nºs 1.867/1996, 1.927/1996 e 4836/2003, adotando as medidas previstas em lei quando constatada a inassiduidade habitual de servidor; formalize qualquer redução de carga horária de servidor, mediante processo administrativo próprio"; SÚMULA STF Nº 726 "Para efeito de aposentadoria especial de professores, não se computa o tempo de serviço prestado fora da sala de aula". Finalmente, cabe mencionar que se existe o controle eletrônico e as 10 horas semanais não registradas são de expediente interno, não é razoável que essas horas não

19 16 de 28 sejam computadas eletronicamente, pois a situação atual denota que não há o cumprimento regular da jornada de trabalho nos termos da lei 8.112/90. Ademais, segundo entendimento do TCU, constante do Acórdão 2441/ Segunda Câmara, é necessário que a Unidade Jurisdicionada apresente e busque elementos de prova de cumprimento de carga horária pelos seus servidores, conforme transcrito a seguir: "9.2. determinar, com fulcro no art. 208, 2º, do RI/TCU, ao Núcleo Estadual do Ministério da Saúde em Santa Catarina que: exija o cumprimento da jornada de 40 horas semanais dos servidores ou regularize a efetiva carga cumprida, nos termos do art.116 inciso X, da Lei 8.112/90; instaure, se for o caso, processos administrativos disciplinares sobre os casos de servidores médicos cedidos ao Estado e municípios, relatados pela CGU/SC no Relatório de Auditoria nº /2004, e sobre todos os demais em que haja indícios ou evidências do não cumprimento da carga horária, combinada com o exercício de serviços remunerados particulares em horário coincidente, conforme art. 116 inciso X da Lei 8.112/90; verifique em relação ao servidor matrícula SIAPE "omissis", o local de trabalho, horário, cargo que ocupa, atividades que realiza e demais informações pertinentes que permitam avaliar o real cumprimento de sua jornada de 40 horas, conforme o art. 19 c/c o art. 116 inciso X, da Lei 8.112/90"; b) Manifestação da Unidade Examinada: Em atendimento ao Ofício nº /2010/NAC2-CGU-Regional/RJ/CGU-PR, e em resposta às Solicitações de Auditoria nº /01 e 02, a Unidade apresentou os seguintes esclarecimentos: "É importante reiterar a justificativa já apresentada além de esclarecer que as outras dez horas são registradas em instrumento denominado Ponto Setorial, devido a serem cumpridas de acordo com as necessidades setoriais. Todas as reduções de carga horária de servidores técnico-administrativos ou docentes são feitas mediante processo administrativo que é avaliado pelos Colegiados Superiores da entidade, a saber, o Colégio dos Dirigentes e o Conselho Superior, conforme consta em Estatuto da Instituição aprovado pelo MEC. O Conselho Superior está agora analisando o Regimento Geral do IFF e após a sua aprovação, também será avaliada a Normatização de Atividades Docentes que regulamenta todas as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão dos docentes do IFF. No próximo ano letivo já serão colocadas em vigor estas normas com o objetivo de contribuir no controle de ponto de cada docente seja em atividade de Ensino, Pesquisa ou Extensão. A Instituição por meio da Diretoria de Gestão de Pessoas e das setoriais de cada campus de gestão de pessoas faz acompanhamento rigoroso da freqüência de seus servidores e tem por praxe, a cada mês solicitar relatório de faltas aos campi e, de acordo com ele procede ao desconto destes dias não cumpridos. Os casos graves de ausência são passíveis de abertura de sindicância e de Processo Administrativo Disciplinar, quando é o caso. Em relação à carga horária semanal de trabalho dos Professores, esclarecemos que o IFF, mediante a Câmara de Ensino, constituída pela Pró-Reitoria de Ensino em conjunto com as Diretorias de Ensino de todos os campi vinculados ao IFF, está em fase de conclusão da regulamentação da jornada de trabalho dos professores, em que ficará estabelecida a carga horária do docente dedicada às atividades de ensino, de pesquisa, administrativa, pedagógica, de extensão, de pesquisa etc. Em relação à carga horária semanal de trabalho dos técnico-administrativos em educação é cumprida observando-se o disposto no artigo 3º do Decreto 1590/95 com a redação dada pelo Decreto 4.836/2003, abaixo transcrito, já que o IFF tem seu expediente de atendimento ao público em período superior a 12 horas ininterruptas, iniciando seu expediente às 7 horas da manhã e encerrando-se após as 21 horas, o que representa um total de 14 horas ininterruptas de atendimento ao público. Art. 3º Quando os serviços exigirem atividades contínuas de regime de turnos ou escalas, em período igual ou superior a doze horas ininterruptas, em função de atendimento ao público ou trabalho no período noturno, é facultado ao dirigente máximo do órgão ou da entidade autorizar os servidores a cumprir jornada de trabalho de seis horas diárias e carga horária de trinta horas

20 17 de 28 semanais, devendo-se, neste caso, dispensar o intervalo para refeições. (Redação dada pelo Decreto nº 4.836, de ) Por fim, vale ainda esclarecer que o controle de assiduidade e pontualidade dos servidores do IFF está em fase de conclusão para a sua implantação definitiva em todos os campi por meio eletrônico digital." c) Análise do Controle Interno: A questão reside no fato de que o controle de carga horária no IFF, principalmente dos servidores administrativos, não é transparente, e não é razoável registrar-se seis horas, e não as oito horas devidas, em controle eletrônico, tendo como alegação a existência de um "ponto setorial MANUAL". Recomendação : 1 Configure o sistema de controle de ponto eletrônico para que registre como obrigatória a carga horária de 08 horas diárias, ou 40 semanais. d) Conclusão sobre a situação verificada: O modo como se estrutura atualmente o sistema de controle de frequência, no âmbito do Instituto Federal Fluminense, não nos permite afirmar que os seus servidores estão cumprindo a jornada de trabalho estipulada pela Lei n.º 8.112/90, ou seja, 40 horas semanais, respeitadas as exceções previstas. Aliás, o próprio controle registrado confirma a situação apontada, pois só há registro de 30 horas, bem como há dispensa do ponto para algumas categorias, sem previsão legal Situação Verificada Serviços de pintura Serviço de pintura da fachada da instituição sem licitação no valor de mais de R$ ,00, para favorecimento de irmãos de um dos gestores, lotado no setor de multimídia, sem justificativa para não realização de licitação. CONSTATAÇÃO Fragmentação de despesas na contratação de empresas ligadas a dirigente. a) Fato: Trata-se da análise dos seguintes Processos de Dispensa de Licitação: /2008; 210; 288; 289; 402; 1163; 1211; 1249; 1330; 1331; 1454; 1570; 1571; 1616; 1755; 1841; 1913; 2017; 2119; 2117; 2191; 2479; 2480; 2372; 2527; 2526; 2676; 2649; 2743; 2833; 2923; 3027; 3008; 3154; 2749; 3447; 3626; 3627; 3659; 4127; 4300; 4453; 5043; 5197; 5285/2008; /2009; 242; 192; 374; 423; 590; 680; 769; 690; 789; e 799/2009. Após verificar os referidos processos de dispensa, primordialmente, os que tratavam de um mesmo objeto, qual seja, prestação de serviços de pintura, cuja justificativa principal para tais contratações residia na necessidade de mão de obra terceirizada por falta de profissionais qualificados nos quadros do IFF, especificamente durante o período de recesso, constatamos:

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