UM BLOCO DE PROXIMIDADE

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1 UM BLOCO DE PROXIMIDADE Pelas pessoas, pelos nossos direitos e pelo concelho na mobilização e no combate à austeridade, à agressão e à exploração Já escolhemos o nosso caminho. Estamos do lado de quem conta... O aprofundamento da recessão e da crise é inevitável se continuarmos a receita dos sucessivos governos em Portugal. Já se sabe que a austeridade castiga sempre os mesmos: os de baixo, os que não se conseguem proteger e os que ficam cada vez mais desprotegidos. Por isso, só há uma coisa inevitável na austeridade: é que ela produz, inevitavelmente, miséria, pobreza e fome. E é contra essa inevitabilidade que temos que lutar. Nós, Bloco de Esquerda. Nós, mulheres e homens massacrados por sacrifícios e sacrificados por esses Governos que declaram guerra ao seu povo e se mostram os mais rebaixados tarefeiros dos interesses dos ricos. Temos que nos levantar e dar espaço à nossa revolta, à nossa indignação. Temos que dizer: a nossa vida vale mais do que os milhões de alguns! E faremos valer a nossa vida contra esses milhões, contra esses interesses, contra este governo, contra esses partidos que têm apenas como agenda política a cobardia da agressão àqueles que vivem da força do seu trabalho. O Bloco de Esquerda está e estará em Santa Maria da Feira como no país, do lado das pessoas. Do lado de quem conta. Do lado dos sacrificados contra os exploradores e contra os especuladores! Essa é a nossa escolha! Ao Orçamento de Estado para 2012 que aumenta impostos, dizemos, austeridade para as fortunas, impostos para quem foge com o dinheiro para os offshores ; ao Orçamento que impõe cortes nos subsídios de férias e de natal, dizemos as pessoas não podem pagar pelo regabofe da banca, e que tirar o dinheiro às pessoas só produz mais recessão, mais desemprego e mais pobreza ; ao PSD e CDS que querem aumentar o horário de trabalho de forma gratuita, dizemos vocês estão do lado dos patrões e contra os trabalhadores; pois bem, conhecerão a oposição e a força desses trabalhadores que merecem ganhar mais pelo que produzem, que exigem melhor redistribuição da riqueza que produzem. Às proposta de corte na Saúde, na Educação, nos Transportes e noutras áreas fundamentais à qualidade de vida das pessoas, dizemos podem contar com a total oposição do Bloco e com um aberto confronto a essas medidas de discriminação e de abandono das pessoas. Governo PSD/CDS agride o concelho e as pessoas. A Câmara nunca quis saber! O concelho de Santa Maria da Feira é o espelho das desigualdades do país: o concelho do homem mais rico do país é um dos concelhos com mais desemprego e mais pobreza no país. Em 2011, tem mais de 9000 desempregados registados no Centro de Emprego, mantendo um poder de compra bastante abaixo da média nacional, o que reflecte um problema estrutural do concelho: baixos salários e indústria assente na mão de obra intensiva e não na investigação e inovação de bens e serviços de valor acrescentado. Os

2 sucessivos dados sobre escolarização no concelho mostram que Santa Maria da Feira apresenta maiores taxas de abandono escolar precoce do que o resto do país. Este é um indicador gravíssimo, mais a mais no século XXI. Os reflexos desta realidade são óbvios: exclusão social, reprodução de desigualdades e de diferenças sociais; cada vez mais dificuldades de os mais jovens se inserirem no mercado de trabalho. E interessante ver que a Câmara Municipal tem respondido aos problemas na educação com a deterioração da educação no concelho. É urgente dar a volta a esta situação. Como o Bloco tem dito: o problema número 1 do país e do concelho é o desemprego. Se não resolvermos este problema, a economia só conhecerá recessão e as pessoas só conhecerão mais desemprego. No entanto, vemos que a Câmara não tem manifestado qualquer preocupação neste aspecto. Usa retórica para tentar fazer passar projectos de especulação imobiliária, como era o caso da Exponor no Europarque,PEC,PERM ou projectos de absurdo, como os kiwizais que ainda não produziram kiwis. É urgente uma visão bem mais séria sobre este problema; a Câmara Municipal tem que retomar a posição devida: pensar estrategicamente o concelho e o contexto sócio-económico, saber encabeçar projectos de educação-formação e de formação-acção que lance o tecido insdustrial na produção de bens e serviços de valor acrescentado; é preciso atrair investimentos a sério e não especuladores que exigem isenção de impostos municipais para apenas explorar o erário público. Não menos importante, é preciso que a Câmara Municipal seja a primeira instância de protecção e salvaguarda dos direitos dos trabalhadores. Quantas vezes a Câmara Municipal tomou a posição dos trabalhadores contra insolvências duvidosas? Quantas vezes tomou a posição dos trabalhadores contra situações de salários em atraso? Quantas vezes se envolveu na defesa dos direitos dos trabalhadores quando estes estão a ser chantageados ou usados como figurantes de mentiras em empresas que funcionando em lay-off obrigam os trabalhadores a intensificar os ritmos de trabalho? Esta é uma situação bem recente. Da parte da Câmara só ouvimos o silêncio, o não querer saber! E se para a educação, vemos apenas que a câmara se desresponsabilizou, entregando, em parte, as AECs para os agrupamentos e, em parte, várias actividades a um monopólio privado. Hoje existem empresas dentro das escolas que cobram para proporcionar actividades, que cobram para permitir que as crianças possam permanecer em segurança nas escolas antes e depois dos horários lectivos; esta é a Câmara Municipal que permitiu aos privados entrarem nas cantinas das escolas, piorando o serviço e prejudicando as crianças e os jovens com a má qualidade da alimentação. Esta é a Câmara que não vê a educação como forma de mobilidade social nem como forma de inclusão social. Pelo contrário, 30 anos deste mesmo Executivo mostram o seguinte: abandono escolar de 3,1% (contra uma média de 2,7% a nivel nacional); 33,7% de saída antecipada contra 24,6% da média nacional; 53,9% de saída precoce contra 44,8% de média nacional... Este é um reflexo, como outros da necessidade de actuação no concelho. E o que vemos é apenas uma enorme falta de actuação por parte de um PSD sem ideia ou projecto, por parte de um Executivo que tem como marca o atraso estrutural, a que nos obrigou... Quando na segunda década do séc. XXI a obra de orgulho deste Executivo é o saneamento básico, fica provado que este Executivo PSD chega

3 com 30 anos de atraso a tudo. É esta situação que tem que acabar. Uma Câmara Municipal, um Executivo PSD, que não defende os interesses das pessoas que contam no concellho, que não quer saber das condições de vida da maioria da população do concelho. É uma Câmara Municipal, é um Executivo, que deve ser penalizado nas urnas pela população! Veremos agora como Alfredo Henriques e companhia se posicionam perante um Governo dos da sua cor... Este Governo que corta nos serviços públicos, reduzirá o orçamento do Hospital São Sebastião, ao mesmo tempo que vai reencaminhar mais pessoas para lá, criando caos em cima do caos. Este Governo não vai avançar com obras de requalificação de escolas e outras estruturas, há muito reclamadas... Este Governo vai encerrar a linha ferroviária que atravessa o concelho... E a Câmara? Sairá da sua inutilidade e incompetência ou tomará o lado do seu partido contra a população? Este é o governo que quer roubar a democracia às autarquias, que quer ignorar as escolhas políticas e as opiniões dos munícipes ao querer reduzir a dimensão das assembleias municipais, ao querer impedir os partidos da oposição de estarem presentes no executivo, ao quererem extinguir freguesias. Este é o governo que atenta contra o poder autárquico e contra os munícipes e os seus direitos. É o governo que quer ganhar na secretaria o que vai perder com a liberdade de escolha do povo. Não poderá ser assim! Nem permitiremos que seja assim! Querem roubar a democracia; não deixaremos! A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e o seu Executivo ou se opoem veementemente a estas propostas do governo PSD/CDS ou põe-se do lado de quem quer matar a democracia e ignorar os munícipes e as suas vontades. Muitas vezes ouvimos o discurso demagógico por parte destes responsáveis autárquicos. Dizem-nos que estão aqui para o bem da população. A realidade demonstra exatamente o contrário, O que têm feito é defender os interesses dos poderosos. O Bloco de Esquerda é a força que está e estará sempre pela população, com a população. Sabemos que o PSD nunca mostrou tal posição em 30 anos degovernação autárquica nem tampouco em quase 40 anos de democracia... O atraso é a única obra visível deixada por 30 anos de PSD na Câmara O modelo económico de Alfredo Henriques, do PSD e da Direita no concelho de Santa Maria da Feira enterrou o concelho e a única postura responsável é dizer que essa época acabou, deve ser ela própria enterrada! O modelo da promoção da mão-de-obra barata, da exploração do emagrecimento dos direitos levou à pobreza, a uma economia incapaz de evoluir na produção de bens e materiais. O modelo deste Executivo passou por fechar os olhos às agressões ao ambiente. Ele permitiu que os

4 privados se apropriassem do que é de todos. Ele permitiu que poluissem água, lençóis friáticos, que fizessem despejos ilegais, o não tratamento das águas residuais... Este modelo permite tudo aos que têm dinheiro. Fecha os olhos a tudo e ainda lhes dá monopólios para que possam enriquecer mais. À Indáqua dá-lhes o negócio da exploração da distribuição da água, permitindo-lhe até que cobrem taxas ilegais, que façam e desfaçam preços como bem lhes apetece. As vítimas desta politica nós sabemos quem são: as pessoas a quem são obrigados pagamentos impensáveis e completamente absurdos. O Bloco de Esquerda não aceita que seja feito da água um negócio. A canalização da distribuição de água e o saneamento devem, obviamente, chegar a todas as casas e todas as pessoas devem ter ligação a este serviço gratuitamente. É um imperativo de qualidade de vida e ambiental. Mas a água é um bem de todos nós e usufruir dela é um direito. Nem deve existir um privado a fazer dinheiro com ela, nem se deve cobrar às pessoas por um direito que deveria ter chegado há 30 anos. Há apenas uma explicação: este Executivo criou mais um negócio para os privados. Mais uma vez colocou-se do lado dos interesses do dinheiro contra os interesses das pessoas. A outras empresas, dá-lhes o monopólio da exploração de actividades escolares. Privados a cobrar aos encarregados de educação para proprorcionar actividades dentro de espaço público como as escolas. Aí está um negócio onde os privados nunca perdem. Apenas os alunos, os encarregados de educação e a educação em geral perde. Mas o que é isso em comparação com os interesses dos privados? Este modelo económico de Alfredo Henriques e do PSD é bem evidente no desemprego e no tecido económico baseado na exploração selvagem, nos atentados regulares ao ambiente e à qualidade de vida das pessoas e no terrorismo permanente sobre os direitos mais básicos da população. É um modelo económico que congelou o concelho e as condições de vida num atraso de décadas: planeamento urbano e qualidade de vida associada a esse planeamento, não existe; atenção às pessoas que vivem nas freguesias mais afastadas, nunca existiu. O resultado é um atraso estrutural e um abandono injustificável de muitas das freguesias do concelho, deixando-lhes apenas o abandono e o desprezo de um executivo centrista e desinteressado. É um modelo económico e um executivo distante e distraído do concelho, que em 30 anos de governação não conseguiu perceber o potencial turístico de Santa Maria da Feira nem fez nada para o valorizar, para o tornar atrativo, para o tornar um movimento económico e cultural aberto ao país e à internacionalização. É um modelo económico que não percebe o quão fundamental é construir uma rede de transportes concelhia que envolva a ferrovia (que o governo PSD/CDS quer encerrar), a oferta pública de transportes colectivos e a existência de uma central de camionagem que atraísse mais rotas, destinos e viagens a passar pelo concelho (e não apenas pela sede de concelho). Este é um modelo que ano após ano tem desresponsabilizado a Câmara Municipal das suas funções sociais, passando essa responsabilidade para privados e associações. Resultado: num momento de crise como a que vivemos, a Câmara tornou-se incapaz de socorrer os seus munícipes é obsoleta no que toca à

5 sua relação com associações. Neste momento, nem paga às associações, nem é capaz de dar uma reposta no que toca à acção social. Chegou ao seu grau zero. É um estado de decomposição. Mais uma vez, mostra apenas uma coisa: a única coisa a fazer com este Executivo PSD é destituí-lo! As nossas propostas são a força para sair do marasmo e a via para sair do atraso crónico da Direita Contra o atraso a que a direita nos levou, contra a austeridade que apenas levará a mais recessão, à perda de direitos e à deterioração da qualidade de vida, o Bloco de Esquerda tem de continuar a ser a força de luta, de combate e de alternativa! Defendemos os direitos do trabalho, opomo-nos à austeridade, defendemos uma economia livre de especuladores e justa para todos, defendemos a qualidade de vida, o ambiente, a ecologia, defendemos os serviços públicos e queremos os bens essenciais na esfera pública, porque esses bens são de todos nós. Devem estar sobre o controlo de todos nós e não sob a exploração de uns quantos. Defendemos a valorização do património turístico e cultural do concelho. Queremos o ordenamento do território, a requalificação de zonas do concelho negligenciadas e postas ao abandono. Queremos respostas na Acção Social e uma nova forma de relacionamento com as Associações do concelho. O Bloco de Esquerda assume o compromisso, como sempre assumiu e cumpriu, de tudo fazer para tornar estas propostas possíveis e de tudo fazer para defender as pessoas. Para isso enfrentaremos os partidos da austeridade, com toda a luta, nos órgãos autárquicos e fora deles. Manteremos a nossa postura na Assembleia Municipal, porque o concelho só pode ganhar com essa postura. O Bloco é o partido que mais recomendações e moções apresenta, que mais assuntos levanta na AM e que mais defende os interresses de todos os feirenses. Manteremos essa postura e lutaremos para alargar a nossa representação para as freguesias. Hoje já estamos representados em Mosteirô e as pessoas sabem bem do empenho do Bloco na destituição do anterior Executivo e das suas práticas obscuras e que ainda hoje estão a ser investigadas. O Bloco é a força de combate, mas também a força construtiva que tem programa de governação. Conjuntamente com as pessoas, sabemos que podemos, passo a passo,crescer. Fazer a justiça ganhar contra os que se pautam por outros interesses. Para isso não basta essa combatividade nos órgãos autárquicos, pelo que o Bloco pretende reforçar a sua presença no concelho e o contacto com a população. Teremos que reforçar a nossa presença e visitas às freguesias, os nossos contactos com o movimento associativo e com os membros e simpatizantes do Bloco em todo o concelho; temos que continuar a relação entre a realidade das freguesias e do concelho e a nossa acção na Assembleia Municipal e na Assembleia da República. Temos também que apostar na comunicação, começando pela comunicação interna: a criação de uma newsletter para aderentes e simpatizantes é importante. Queremos também disputar um novo ciclo político no concelho que tem que se abrir, pois o actual ciclo de direita no concelho está decomposto e já só atira as pessoas para o fundo.

6 Estaremos, por isso, em todas as formas de luta defendendo os serviços públicos. É inadmissível que perante a actual crise o Governo se proponha a piorar e a encarecer a vida das pessoas, propondo-se a cortar na saúde e na educação. É ainda mais inadmissível que a autarquia nada diga sobre o assunto e admita, assim, esta violência do governo sobre a população. O Hospital de São Sebastião que foi construído a pensar numa população de 180 mil pessoas; está neste momento a servir cerca de 285 mil pessoas. A situação será pior com os cortes previstos para a saúde e com o encerramento de mais valências e hospitais noutros concelhos circundantes ao de Santa Maria da Feira. É inadmissível que se siga esta política. Lutaremos pela qualidade dos serviços públicos, tanto na saúde como na educação, área da qual a Câmara se tem demitido e tem, inclusivamente, permitido muitos negócios privados. Somos contra a exploração privada de serviços dentro das escolas e opomo-nos à perda de qualidade da educação ou à privatização crescente das AECs. Defendemos o direito à mobilidade da população do concelho. O encerramento da linha do Vouga é mais um ataque às pessoas e mostra, uma vez mais, a miopía e a incompetência económica do governo de ireita e de todos os que não se opoem a estas medidas. Revitalizar a linha, aumentar o número de combóios, ajustar os horários às necessidades das pessoas e melhorar o equipamento que circula na linha aumentaria a procura deste transporte. Foi isso mesmo que aconteceu no troço Águeda-Aveiro e a linha começou a ser procurada por milhares de pessoas que preferem o combóio ao transporte próprio. Esse é o caminho para a linha do Vouga... Queremos uma verdadeira mobilidade no concelho, equipamentos onde se integre oferta de transporte público rodoviário e ferroviário. Queremos a construção de uma central de transportes e uma verdadeira visão para a mobilidade no concelho. Não se percebe a falta de capacidade que a Câmara tem para atrair investimento público necessário. Existem auto-estradas inaguradas a atravessar o concelho, que ninguém usa, mas a Câmara sempre foi incapaz de atrair esse investimento para obras que contam: melhoria das estradas que atravessam o concelho e que ligam o concelho a outros. Onde anda a ligação Feira-Arouca? É mais uma prova de que este Executivo se encontra defunto há muito! Queremos medidas de criação de emprego no concelho e na região. Santa Maria da Feira tem conhecido, ano após ano, situações dramáticas. Encerramentos de grandes empresas, lay-offs fingidos, apenas para roubar o salário aos trabalhadores, generalização de emprego precário... Mas não se viu projectos ou programas para criar emprego. Anunciaram-se, por vezes, ideias. Mas afinal eram especulação. A intenção não era criar emprego, era criar dinheiro para meia dúzia. Veja-se o Europarque ou o seu defunto projecto envolvendo a vinda da Exponor. Por isso, temos que apostar na diversificação industrial, na obrigatoriedade da formação, na promoção da inovação de produtos, no combate ao monopólio e à monoindústria. A Câmara tem sido inútil neste aspecto

7 também. Investir no desenvolvimento e criar um observatório que estude a evolução do mercado de trabalho, as oportunidades e os riscos, as áreas a apostar e as oportunidades de investimento tem que ser uma aposta da Câmara para o futuro imediato. Queremos também a criação de um Centro de Emprego no concelho que permita uma maior proximidade com os desempregados e uma maior relação entre estes e o mercado de emprego e de formação. É preciso apostar no investimento público reprodutivo e não em elefantes brancos! É preciso criar emprego e não negócios para especuladores! Queremos uma Câmara Municipal que defenda os trabalhadores, no emprego e no desemprego. Estar ao lado da população é uma obrigação da Câmara. Mas esta não o faz. O PSD não o faz. A Direita não o faz. Mas tem que fazer. O Bloco fa-lo-á! E estar ao lado da população é estar com ela nos seus momentos mais complicados e lutar com ela contra as injustiças. O Bloco quer a Câmara ao lado dos trabalhadores. Sempre que um patrão roube o salário aos seus trabalhadores, a Câmara tem que estar lá; sempre que há uma falência, a Câmara tem que estar lá; sempre que há um lay-off, a Câmara tem que estar lá. Tem que estar lá apoiando os trabalhadores e tem que estar lá lutando com eles contra as injustiças. Assim será com o Bloco de Esquerda. Da mesma maneira que a Câmara tem que estar lá com as suas medidas de Acção Social. O momento é de recessão, o momento é de grande dificuldade para muitas famílias. A Câmara tem que apostar na Acção Social. Ter programas de habitação, saúde, educação. Tem que saber das reais dificuldades da sua população e ter respostas ajustadas aos casos. Assim será com o Bloco de Esquerda! Exigimos uma Câmara que não esteja refém dos especuladores. Tem que chegar ao fim o tempo em que os especuladores vivem apoiados na Câmara para fazer os seus negócios e destruir tudo e todos! O concelho tem conhecido o que é a predação do ambiente por parte de empresas, por parte de especuladores imobiliários... Agora tem que saber o que é a política da defesa do ambiente, da água e da qualidade de vida. Este não pode ser, por isso, o tempo dos que se apropriam dos bens essenciais e públicos. Este não pode ser, por isso, o tempo da Indáqua e o tempo da privatização da água, ruinosa para a população. Este deve ser o tempo da preservação do ambiente e da natureza, da apropriação pública dos bens que são públicos, da apropriação por parte de todas as pessoas daquilo que é de todas as pessoas. Queremos uma Câmara que defenda a qualidade de vida e o ordenamento do território. É preciso criar espaços de fruição pública, espaços de qualidade de vida para as pessoas. É preciso a limpeza de linhas de água que atravessam o concelho, a criação de espaços verdes ao longo dessas linhas de água, a criação de espaços diversos de desporto, de lazer e para crianças nestes espaços verdes e espaços a renaturalizar. É preciso uma visão de ordenamento do território que acabe com o marasmo e com a pobreza de espaço público no concelho. É preciso ordenamento do território e pensamento estratégico sobre o mesmo. E é preciso que o pensamento sobre o concelho vá para além do centro da freguesia-sede! Exigimos uma Câmara que conheça e reconheça o património do concelho. Que conheça o seu património arquitectónico, museológico e natural. É essencial uma Câmara Municipal que desenvolva uma

8 rota turística patrimonial e que valorize nacional e internacionalmente o que tem de melhor. O Bloco de Esquerda quer um programa de reabilitação do património e do edificado no concelho. Por um lado, este é um programa de investimento público capaz de criar emprego e alavancar a economia local; por outro lado, permite melhorar a qualidade de vida das pessoas, requalificando os equipamento públicos e intervencionando alojamentos como os dos bairros sociais. A política de investimento público, que é criadora de emprego e de crescimento económico, deveria também incidir sobre equipamentos necessários ao concelho, como o crematório, e sobre a intervenção em mobilidade no espaço público. Queremos uma Câmara que defenda a democracia, os órgãos autárquicos e as opiniões dos munícipes. Não aceitamos que este governo de direita pretenda acabar com a oposição na Câmara, pretenda reduzir deputados, de forma a excluir partidos dos órgãos de discussão política. Não aceitamos que se fale em extiinção de freguesias sem se ouvir a população. Não aceitamos um poder político cada vez menos democrático e que ignore a vontade e a expressão popular. Por isso, defendemos que se ouçam as populações sobre as alterações territoriais que se pretendem implementar e exigimos uma oposição forte do actual Executivo à pretensão de expulsão da oposição dos órgãos autárquicos! Na defesa da democracia, defendemos também mais atenção às freguesias e às juntas de freguesia. A Câmara Municipal que não transfere as verbas que devia está a asfixiar as freguesias e está a reduzir os seus órgãos a pó. Esta é uma posição autoritária que combatemos! Exigimos uma nova relação entre a Câmara e as Associações, que faça incidir a base da sua relação em contratos-programa e não em acordos verbais. É preciso que a Câmara cumpra com o apoio ao movimento associativo; é necessário que este seja respeitado, e é preciso estabelecer regras claras sobre as quais se define o financiamento. Esta Câmara Municipal que queremos, este novo projecto, este novo ciclo político não é possível com os velhos partidos que nos têm condenado à miséria e à crise. Esta nova política virada para as pessoas, para as suas necessidades, para os seus interesses e para a qualidade de vida só é possível com o Bloco de Esquerda. E é por este projecto e pelas pessoas que foram abandonadas pelas políticas que se têm seguido que iremos à luta! Lista afecta à moção Um Bloco de Proximidade Efectivos: 10. Eduardo Pampim 20. Joaquim Dias 1. Moisés Ferreira 11. Ricardo Fonseca 21. Carla Pinho 2. Paulo Mendes 12. Manuela Pinho 22. Nuno Soares 3. Ana Maria Pereira 13. Jacinto Sousa 23. Ivo Cosme 4. Carlos Pais 14. Patric Figueiredo 24. Paula Oliveira

9 5. Nuno Serrano 15. Patricia Moreira 25. Carlos Liberal 6. Raquel Maia 16. Hugo Silva 26. Ricardo Duarte 7. Luís Sá 17. Manuel Rocha 8. Sérgio Cunha 18. Fátima Alves 9. Vanessa Martins 19. Pedro Filipe Soares Subscritores da Lista: Nuno Serrano Joaquim Dias Carlos Liberal Ana Maria Pereira Fátima Alves Hugo Silva Pedro Filipe Soares Ricardo Fonseca Patric Figueiredo Raquel Maia Paula Oliveira Patricia Moreira Sérgio Cunha Manuel Rocha Paulo Mendes Vanessa Martins Luís Sá Moisés Ferreira Carlos Pais Carla Pinho Manuela Pinho Ivo Cosme Jacinto Sousa Ricardo Duarte Eduardo Pampim Nuno Soares Representante da Lista: Joaquim Dias

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