Instituto Politécnico de Viana do Castelo Escola Superior Agrária

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1 Instituto Politécnico de Viana do Castelo Escola Superior Agrária RELATÓRIO ANUAL DE CURSO CURSO DE LICENCIATURA EM ENFERMAGEM VETERINÁRIA Ponte de Lima, Dezembro 2012

2 ÍNDICE Preâmbulo Introdução Ciclo de Estudos Caracterização do Ciclo de Estudos Designação do Ciclo de Estudos: Enfermagem Veterinária Publicação do plano de Estudos em DR (indicar o despacho/portaria de publicação): Área científica predominante do ciclo de estudos: Classificação da área principal do ciclo de estudos de acordo com a Portaria nº 256/2005 de 16 de Março: Classificação da área secundária (se aplicável) do ciclo de estudos de acordo com a Portaria nº 256/2005 de 16 de Março: Número de créditos ECTS necessário à obtenção do grau: Duração do ciclo de estudos (art.º 3 DL-74/2006): Número de vagas aprovado no último ano letivo: Condições de acesso e ingresso: Regime de funcionamento: Docente Responsável pela Coordenação do Ciclo de Estudos: Objetivos definidos para o ciclo de estudos: Coerência dos objetivos definidos com a missão e estratégia da instituição Meios de divulgação dos objetivos aos docentes e aos estudantes envolvidos no ciclo de estudos: Estrutura Curricular Ramos, opções, perfis, maior/menor ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o ciclo de estudos se estrutura (se aplicável): Áreas Científicas e Créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau Plano de Estudos Estágios e Períodos de Formação em Serviço Organização Interna e Mecanismos da Qualidade Estrutura organizacional responsável pelo ciclo de estudo Participação ativa de docentes e estudantes nos processos de tomada de decisão Estruturas e Mecanismos de garantia da qualidade para o ciclo de estudos Recolha de informação, acompanhamento e avaliação periódica do ciclo de estudos. 16 1

3 3.5. Avaliação do desempenho dos docentes e medidas para a sua permanente atualização Utilização dos resultados das avaliações do ciclo de estudos Outras vias de avaliação/acreditação: Recursos Materiais Recursos Materiais Áreas disponíveis Recursos Materiais Equipamentos Recursos financeiros Parcerias Parcerias internacionais e nacionais no Ciclo de Estudos Promoção da cooperação interinstitucional Relacionamento do ciclo de estudos com as entidades externas Pessoal Docente e Não Docente Pessoal Docente Distribuição de Serviço Docente Número de docentes do CE a tempo integral: % de docentes do CE a tempo integral: Número de docentes do CE a tempo integral, com ligação a instituição há mais de 3 anos: Percentagem dos docentes em tempo integral com uma ligação à instituição por um período superior a três anos: Número de docentes em tempo integral com grau de doutor: Percentagem de docentes em tempo integral com grau de doutor: Número de docentes em tempo integral com o título de especialista: Percentagem de docentes em tempo integral com o título de especialista: Número (ETI) de docentes do ciclo de estudos inscritos em programas de doutoramento há mais de um ano: Percentagem dos docentes do ciclo de estudos inscritos em programas de doutoramento há mais de um ano: Número (ETI) de docentes do ciclo de estudos não doutorados com grau de mestre (pré-bolonha): Percentagem dos docentes do ciclo de estudos não doutorados com grau de mestre (pré-bolonha): Pessoal Não Docente de apoio ao Ciclo de Estudos Número e regime de dedicação do pessoal não docente afeto à lecionação do ciclo de estudos

4 Qualificação do pessoal não docente de apoio à lecionação do ciclo de estudos Avaliação do desempenho Estudantes Caracterização dos Estudantes Procura do ciclo de estudos Ambiente de Ensino/Aprendizagem Estruturas e medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento sobre o percurso académico dos estudantes Medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade académica Estruturas e medidas de aconselhamento sobre as possibilidades de financiamento e emprego Utilização dos resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes na melhoria do processo ensino/aprendizagem Estruturas e medidas para promover a mobilidade, incluindo o reconhecimento mútuo de créditos Processos (Formação) Objetivos de aprendizagem Verificação de que a carga média de trabalho necessária aos estudantes corresponde ao estimado em ECTS Periodicidade da Revisão curricular Resultados Académicos Sucesso Escolar Empregabilidade Internacionalização Análise SWOT do Ciclo de Estudos Missão e Objetivos; Organização interna e mecanismos de garantia da qualidade; Recursos materiais e parcerias; Pessoal docente e não docente; Estudantes; Processos Resultados Académicos Proposta de ações de melhoria Missão e Objetivos;

5 11.2. Organização interna e mecanismos de garantia da qualidade; Recursos materiais e parcerias; Pessoal docente e não docente; Estudantes; Processos; Resultados Académicos Considerações finais

6 Preâmbulo De acordo com o disposto no Artigo 66º-A do DL nº 76/2006, os estabelecimentos de ensino superior devem elaborar, anualmente, um relatório acerca da concretização dos objetivos do Processo de Bolonha para os anos letivos de a , inclusive, e publica-lo na página do sítio da Internet do estabelecimento de ensino até 31 de dezembro seguinte ao término do ano letivo a que se reporta. Este relatório deve incluir informação sobre as mudanças operadas, designadamente em matéria pedagógica, no sentido de uma formação orientada para o desenvolvimento das competências dos estudantes, organizada com base no sistema europeu de transferência e acumulação de créditos (ECTS) e onde as componentes de trabalho experimental ou de projeto, entre outras, e a aquisição de competências transversais devem desempenhar um papel decisivo. Deve ainda incluir informação e indicadores que evidenciem o progresso das mudanças realizadas na instituição e em cada curso e que o permita comparar com a evolução realizada em outras instituições que se constituam como referência bem como: as medidas de apoio à promoção do sucesso escolar; as ações de apoio ao desenvolvimento de competências extracurriculares e, as medidas de estímulo à inserção na vida ativa. Desta forma, a partir do contributo dos estudantes e docentes através de inquéritos, relatórios das diferentes UC s ou outras formas de participação acerca da concretização dos objetivos visados a Comissão do Curso de Enfermagem Veterinária apresenta o presente relatório de concretização. 5

7 1. Introdução O IPVC é uma instituição de Ensino Superior Público, criado pelo Decreto-Lei nº 380/80, de 16 de agosto. É uma pessoa coletiva de direito público, dotada de autonomia estatutária, administrativa, financeira e patrimonial tendo os seus estatutos sido homologados pelo Despacho Normativo nº 23/95, de 9 de maio. Integra 6 unidades orgânicas orientadas para projetos de ensino as Escolas Superiores de Educação (ESE), Escola Superior Agrária (ESA), Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE) e Escola Superior Saúde (ESS) e os Serviços de Ação Social, vocacionado para a prestação de serviços sociais aos estudantes, cabendo ao Instituto assegurar a coordenação institucional das atividades de gestão de pessoal, patrimonial, administrativa, financeira, planeamento global e apoio técnico. Tem o Instituto como missão criar e gerir conhecimento e cultura, através de processos de formação e de investigação e de transferência de tecnologia, de qualidade, acreditados, em interação com o tecido social. Para tal vem a construir um novo modelo organizacional centrado no estudante e assente na otimização de recursos e no desenvolvimento humano. Como valores elege prioritariamente, a qualidade, a inovação, o espírito de pertença, o sentido crítico, a cidadania, a solidariedade e a multiculturalidade. O IPVC promove uma formação integral dos estudantes, em conhecimentos, valores e competências incentivadora da autoaprendizagem e do empreendedorismo. Dispõe de uma oferta formativa e processos de I+D+i diversificados, inovadores e proactivos, que respondem aos desafios contemporâneos. O estudante é a referência central do seu modelo organizacional e dispõe, ainda, de um Sistema de Gestão de Desenvolvimento Humano o qual, promovendo as pessoas, integra-as na sua missão. Dispõe de uma estrutura que configura um todo-único, coeso, construído de recursos e competências, organizado por áreas de atividade, e dispõe de um sistema de direção estratégica e de qualidade ágeis, que distribuem recursos de modo orientado e eficiente face aos seus objetivos estratégicos e à sua missão. O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) tem implementado, desde 2008, um Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade (SGGQ) organizado por processos, atividades e respetivos procedimentos utilizados pela instituição para a manutenção e melhoria da qualidade do ensino e demais atividades de gestão e de suporte ao ensino. O SGGQ-IPVC gera informação que a Instituição utiliza para definir e implementar medidas efetivas para a melhoria contínua da qualidade das atividades desenvolvidas e respetivos resultados. A Presidência do IPVC determinou, conforme definido nos Estatutos, publicados em 06 de fevereiro de 2009, a criação de uma estrutura para conduzir os trabalhos inerentes ao desenho e implementação do Sistema Interno para a Garantia da Qualidade dos Ciclos de Estudo-O 6

8 Gabinete de Avaliação e Qualidade (GAQ)-que integra os Gestores da Qualidade das Escolas (ESA, ESCE, ESE, ESDL, ESS, ESTG) e Serviços Centrais e Serviços de Ação Social, que são nomeados pelas Direções. O GAQ, apoia as Coordenações de Curso no processo de Gestão e Garantia da Qualidade dos Ciclos de Estudo, em estreita colaboração com as Direções da Escolas e dos Serviços, os Conselhos Pedagógicos, o Conselho Técnico-científico, Conselho Académico e outros órgãos e serviços do IPVC que intervém na garantia da qualidade das atividades administrativas de suporte e nas atividades científicas e pedagógicas dos ciclos de estudo. O SGGQ-IPVC procura garantir a abrangência e eficácia dos procedimentos e estruturas de garantia da qualidade relacionadas com cada uma das vertentes nucleares da sua missão como Instituição de Ensino Superior Publico: O ensino e aprendizagem, através do processos: ACADÉMICOS (ACA), Criação e Restruturação de Cursos (CRC) FORMAÇÃO (FOR), Cooperação Internacional (CIN) e Observatório (OBS) A investigação e desenvolvimento, através do processo Gestão e Projetos (GPR), com apoio da Oficina de Transferência de Tecnologia e do Conhecimento (OTIC) e unidades de Investigação A colaboração interinstitucional e com a comunidade, através do processos: Cooperação Internacional (CIN), Planeamento e Gestão Estratégica (PGE), Promoção e Imagem (PMI) As políticas de gestão do pessoal, através do processo Recursos Humanos (RHU) Os serviços de apoio, através do processos: Gestão de Espaços Educativos (GEE), Gestão Económico-Financeira (GEF), Gestão de Sistemas de Informação (GSI), Expediente e Arquivo (EAR), Gestão Documental (GDO), Ambiente Higiene e Segurança (AHS), Gestão de Empreitas e de Infraestruturas (GEI), Biblioteca (BIB), Serviços de Ação Social (SAS) A internacionalização, através dos Processos: Cooperação Internacional (CIN), Planeamento e Gestão Estratégica (PGE), Promoção e Imagem (PMI). Uma nova realidade emerge no Ensino Superior, fruto de diferentes fatores como a massificação, a globalização e a internacionalização, o advento das novas tecnologias e, particularmente, de estratégias comuns como as observadas na Declaração de Bolonha (1999), reforçada por políticas de gestão de qualidade (Declaração de Dubrovnick, 2002) e consubstanciada em diferentes resoluções emanadas da União Europeia, bem vincadas na Estratégia de Lisboa (2000). 7

9 O enquadramento legislativo desta mudança de paradigma (DL nº 42/2005 de 22 de fevereiro; DL nº 74/2006 de 24 de março; DL nº 107/2008 de 25 de junho), incorpora o compromisso nacional da adequação ao novo modelo de Bolonha de todos os ciclos de estudo (até 2009/2010) e implica, segundo o art.º 66º-A do DL nº 76/2006, evidenciar políticas e estratégias, bem como resultados, tendo em vista a concretização dos objetivos inerentes ao referido Processo de Bolonha. É, neste pressuposto, que se apresenta o relatório do curso de Enfermagem Veterinária da Escola Superior de Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. 2. Ciclo de Estudos 2.2. Caracterização do Ciclo de Estudos Designação do Ciclo de Estudos: Enfermagem Veterinária Publicação do plano de Estudos em DR (indicar o despacho/portaria de publicação): Portaria n.º 989/2007 de 27 de Agosto Área científica predominante do ciclo de estudos: Ciências Veterinárias Classificação da área principal do ciclo de estudos de acordo com a Portaria nº 256/2005 de 16 de Março: Ciências Veterinárias (640) Classificação da área secundária (se aplicável) do ciclo de estudos de acordo com a Não aplicável Portaria nº 256/2005 de 16 de Março: Número de créditos ECTS necessário à obtenção do grau: Duração do ciclo de estudos (art.º 3 DL-74/2006): 6 semestres 8

10 Número de vagas aprovado no último ano letivo: Condições de acesso e ingresso: Um dos seguintes conjuntos de provas de ingresso: [02] Biologia e Geologia ou [02] Biologia e Geologia e [07] Física e Química. Existe uma preferência regional com 30% das vagas para candidatos residentes nos distritos de Braga e Viana do Castelo. Diurno Regime de funcionamento: Docente Responsável pela Coordenação do Ciclo de Estudos: Luís André de Oliveira Pinho Objetivos definidos para o ciclo de estudos: O Curso de Enfermagem Veterinária da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo teve início no ano letivo de 2006/2007, sendo a sua proposta de criação fundamentada na necessidade de uma formação terminal na área da Enfermagem Veterinária, eminentemente politécnica e profissionalizante, que confira as competências mínimas exigíveis de qualificação e treino para o exercício de tarefas no âmbito das ciências e técnicas de saúde veterinária nas suas múltiplas valências (nomeadamente as de índole clínica e cirúrgica, sanidade e medicina preventiva de populações animais, higiene dos alimentos e saúde pública), que revistam um caráter de complementaridade e que estejam de acordo com os critérios, as metodologias e as técnicas próprias de uma atividade profissional paramédica. Os conhecimentos teóricos e práticos sobre a anatomia e fisiologia dos diferentes animais domésticos, assim como sobre os quadros patológicos de naturezas diversas (infeciosas, parasitárias, etc.) permitem que este profissional esteja apto a assistir o médico veterinário nas mais variadas situações clínicas. A sua formação prática permitir-lhe-á, em particular, realizar distintas análises e provas laboratoriais e utilizar os principais equipamentos auxiliares de diagnóstico. Conhecimentos sobre anestesiologia e técnica operatória permitem-lhe assistir a intervenções cirúrgicas. 9

11 Estará ainda apto a fazer a administração de medicamentos prescritos pelo veterinário e a efetuar todo o tipo de cuidados clínicos e profiláticos em animais de companhia e espécies pecuárias. Por outro lado, os conhecimentos práticos na área da inspeção sanitária, classificação das carnes e das carcaças, e da tecnologia de transformação dos produtos animais conferem uma maior polivalência a este licenciado, permitindo-lhe executar funções na área do controlo da qualidade alimentar, em particular nomeadamente na área da Inspeção Sanitária. A relação entre o enfermeiro veterinário, o paciente e o cliente, numa abordagem psicológica e social, será particularmente estudada, juntamente com conhecimentos no domínio das novas tecnologias da informação, da legislação e fiscalidade e da contabilidade, indispensáveis para o desempenho da atividade profissional no setor privado. Dessa forma, o curso pretende que os seus licenciados venham a desenvolver sua atividade profissional, numa perspetiva dirigida para a prestação de cuidados clínicos, em: o Centros de Atendimento Veterinário (consultórios, clínicas e hospitais); o Explorações agrícolas com atividade na produção pecuária; Agrupamentos de Defesa Sanitária / Organizações de Produtores Pecuários e Associações de Proteção e Defesa de Animais; o Organismos do estado responsáveis pela inspeção sanitária (em matadouros e lotas, salas de desmancha) e controlo da qualidade alimentar (Agência para a Qualidade e Segurança Alimentar, Inspeção Geral das Atividades Económicas, controlo aduaneiro, etc.); o Empresas do ramo agroalimentar (indústrias de salsicharia, queijarias, centrais leiteiras, etc.); o Empresas de distribuição alimentar; organismos públicos nacionais como o Ministério da Agricultura (Direção Geral de Veterinária, Direções Regionais da Agricultura, Zonas Agrárias, etc.) ou locais (Câmaras Municipais) e nas Organizações e Associações de Produtores e de Criadores. A estrutura curricular do curso de Enfermagem Veterinária foi desenvolvida de forma a promover um percurso centrado na aprendizagem e no espírito crítico do aluno, valorizando inovação, investigação, espírito de equipa e empreendedorismo, estimulando a curiosidade, a capacidade de análise e de síntese, as perspetivas interdisciplinares, a independência de julgamento, os valores éticos e sociais muito mais do que a mera aquisição de informação e fornecimento de factos. A conceitualização de leitor ao longo da vida, numa abordagem de 10

12 ensino contínuo ao longo da vida, deverá estar presente, em grande relevância, na formação deste profissional Coerência dos objetivos definidos com a missão e estratégia da instituição O IPVC é uma instituição pública de ensino superior (ES) que produz, difunde e transfere conhecimento e cultura, promove a formação integral dos cidadãos e a aprendizagem ao longo da vida, numa atitude de permanente inovação, qualidade e espírito empreendedor, centrado no desenvolvimento regional, do país e na internacionalização, em convergência com o espaço europeu do ES. Valoriza e promove a liberdade, a responsabilidade e a cidadania, o espírito crítico e de pertença, a solidariedade, a inclusão, a cooperação e a multiculturalidade. Identifica, em cada momento, as partes interessadas agentes científicos, culturais, sociais e económicos, da região, do país ou estrangeiros e com elas promove as parcerias consideradas necessárias para uma ação eficaz e de sucesso. A criação de sinergias pela ação concertada das comunidades interna (alunos, funcionários e professores) e externa, em particular, autarquias, serviços e empresas, constituirão a atitude-marca da instituição. Dispõe de um modelo organizacional convergente para um projeto único e plural, servido por um sistema de direção estratégica ágil, capaz de distribuir eficientemente os recursos e orientado para os seus objetivos estratégicos. Dispõe, ainda, de serviços organizados que servem, transversalmente, toda a instituição. Dispõe de uma oferta formativa diversificada, transversal às suas Escolas e que assegura a formação integral das pessoas, fomentadora do sucesso, da autoaprendizagem e da capacidade de empreender. Usa métodos e processos de ensino/aprendizagem inovadores, atrativos, suportados em novas tecnologias e um ambiente académico estimulante. Desenvolve os seus processos formativos com grande proximidade ao tecido social e económico visando a aproximação dos estudantes ao seu papel social futuro e à realidade do mundo empresarial e do trabalho Meios de divulgação dos objetivos aos docentes e aos estudantes envolvidos no ciclo de estudos: A apresentação do Ciclo de Estudos, seus objetivos, duração, perfil e saídas profissionais, assim como plano curricular e condições de acesso estão explicitamente descritos no portal do IPVC (www.ipvc.pt), na ligação associada ao mesmo. No início de cada ano letivo são dinamizadas reuniões com os docentes e estudantes envolvidos no ciclo de estudos para a divulgação dos objetivos gerais e funcionamento. Na primeira aula de cada UC é efetuada a 11

13 apresentação dos objetivos específicos dessa UC, programa e metodologias de avaliação. Esta informação também é disponibilizada através da plataforma de e-learning do IPVC (http://elearning.ipvc.pt) Estrutura Curricular Ramos, opções, perfis, maior/menor ou outras formas de organização de percursos alternativos em que o ciclo de estudos se estrutura (se aplicável): Não aplicável Áreas Científicas e Créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau Área Científica Sigla ECTS Obrigatórios ECTS Opcionais Ciências Exactas CE 6 Ciências Naturais CN 38 Ciências Agrárias CA 12 Ciências Alimentares ALI 6 Ciências Económicas e Empresariais CEE 6 Ciências Veterinárias VET Plano de Estudos UC Ano/Sem Área Científica Horas Trabalho Horas de Contacto ECTS OBS Matemática e Estatística Biologia Celular e Molecular 1.º ano/ 1.º Sem 1.º ano/ 1.º Sem CE 162 TP: 32; PL: 32; OT: 16 6 CN 162 T: 32; PL:32; OT: 16 6 Anatomia e Morfologia 1.º ano/ 1.º Sem CN 189 T: 32; TP: 32: TC: 16; OT: 16; O: 8; S: 8 7 Bioquímica 1.º ano/ 1.º Sem CN 162 T: 32 PL: 32 OT: 16 6 Etologia e Bem Estar Animal 1.º ano/ 1.º Sem VET 135 T: 16; PL: 16; TC: 16; O: 8 OT: 16 5 Genética Clássica e Molecular 1.º ano/ 2.º Sem CN 162 T: 32; PL: 38; OT: 16; S: 10 6 Zootecnia Fisiologia Animal Microbiologia 1.º ano/ 2.º Sem 1.º ano/ 2.º Sem 1.º ano/ 2.º Sem AGR 162 CN 189 T: 32; PL: 26 O: 6; OT: 16 T: 32; TP: 16: PL: 32; OT: 16; O: 6 CN 162 T: 32; PL: 32; OT:

14 Ensino e Estética de Animais de Companhia 1.º ano/ 2.º Sem VET 135 TP: 32; TC: 22; OT: 16; S: 10 5 Reprodução e Obstetrícia 2.º ano/ 1.º Sem VET 162 T: 32; PL: 38; OT: 16; O: 4; S:6 6 Farmacologia e Anestesiologia 2.º ano/ 1.º Sem VET 162 T: 32; PL: 32; PC: 16 OT: 16; 6 Higiene, Saúde e Segurança 2.º ano/ 1.º Sem VET 162 T: 32; PL: 26; OT: 16; S: 6 6 Economia e Gestão 2.º ano/ 1.º Sem CEE 162 T: 16; TP: 42; OT: 16; O: 4 S: 6 6 Epidemiologia e Imunologia Segurança Alimentar Nutrição e Alimentação Animal Semiologia e Patologia Médica Patologia e clínica das doenças parasitárias Patologia e clínica das doenças infecciosas Enfermagem Veterinária em Animais de Companhia Urgências e Cuidados em Enfermagem Veterinária Enfermagem Veterinária em Animais de Produção Inspecção Sanitária Projecto Individual 2.º ano/ 1.º Sem 2.º ano/ 2.º Sem 2.º ano/ 2.º Sem 2.º ano/ 2.º Sem 2.º ano/ 2.º Sem 2.º ano/ 2.º Sem 3.º ano / 1.º Sem 3.º ano / 1.º Sem 3.º ano / 1.º Sem 3.º ano / 1.º Sem 3.º ano / 2.º Sem VET 162 ALI 162 AGR 162 VET 162 VET 162 VET 162 VET 270 VET 135 VET 270 VET 135 T: 32; PL: 22; OT: 16; O: 4; S: 6 T: 32; PL: 32; OT: 26; S: 8 T: 32; PL: 32; OT: 16; S: 16 T: 32; PL: 32; TC: 16; OT: 16 T: 32; PL: 32; TC: 16; OT: 16 T: 32; PL: 32; TC: 16; OT: 16 T: 30; PL: 30; TC: 76; OT: 10 T: 30; PL: 30; OT: 10; S: 5 T: 30; PL: 30; TC: 82; OT: 10 T: 30; PL: 30; OT: 10; S: 5 VET Estágios e Períodos de Formação em Serviço Indicação dos locais de estágio e/ou formação em serviço Instituição acolhedora Número de estágios 13

15 Real Hospital Veterinário 3 Minhovet, Serviços Veterinários, Lda. 1 Clínica Veterinária de Monserrate 1 Hospital Veterinário Montenegro 1 Clínica Veterinária de Amares 1 Jardim Zoológico da Maia 2 Clínica Veterinária do Ferrel 1 IBMC - Instituto de Biologia Celular e Molecular 1 Clínica Veterinária Vet Século XXI 1 Clínica Veterinária de Animais Exóticos de Braga 2 Clínica Veterinária da Areosa 1 Clínica Veterinária Atlântida 1 Arenas Vet 1 Clínica Veterinária de Crasto - Cães e Gatos 1 Clínica Veterinária de Amares 1 Centro Veterinário do Olival 1 Clínica Veterinária StªLuzia 2 Centro Veterinário LIMIAVET 4 Centro Veterinário de Exóticos Porto 2 Hospital Veterinário das Travessas 1 Clínica Veterinária Bracara Augusta 1 Clínica Veterinária do Alto Minho 1 Hospital Veterinário de Gaia 2 Clínica Veterinária das Oliveiras, Lda 1 Clínica Veterinária da Póvoa 1 Hospital Veterinário de Braga 1 Cooperativa Agrícola de Viana do Castelo e Caminha 2 Casa Agrícola Outeiro do Moinho 1 Cooperativa Agrícola de Barcelos 1 Soares, Joaquim Sepúlveda 1 Carnes Landeiro, SA 1 Cooperativa Agrícola de Esposende 1 Quinta de São Roque Coudelaria Távara Correia 2 Coopalima 3 OPP Santo Tirso e Trofa 1 Cooperativa Agrícola de Vila do Conde 2 Cooperativa Agrícola de Guimarães 1 Quinta Pedagógica de Pentieiros 2 SAPECAL 1 14

16 Zoo de Santo Inácio 3 Clínica veterinária de Catassol 1 Clínica Veterinária de Santa Iria 1 CERVAS/ Associação ALDEIA 2 Águas e Parque Biológico de Gaia 1 3. Organização Interna e Mecanismos da Qualidade 3.1. Estrutura organizacional responsável pelo ciclo de estudo A aprovação da criação dos Ciclos de Estudo (CE) é da competência do Presidente, com parecer da Direção da UO, Conselho Pedagógico (CP),do Conselho Académico e do Conselho Técnico-Científico (CTC).O Coordenador de Curso (CC),em colaboração com a Comissão de Curso, elabora o relatório anual do CE, que é apreciado pela Direção e pelo CP da Escola. Este relatório pode conter propostas de alteração ou ações de melhoria do CE, sujeitas a aprovação pelos órgãos competentes. As propostas de revisão ao plano de estudos são apresentadas pelo CC e submetidas ao CTC, com parecer da Direção e do CP e validação final do Presidente do IPVC. O CC articula com os responsáveis das UCs a atualização dos programas, que são aprovados pelo CTC, e garante o seu bom funcionamento. Anualmente, os coordenadores de curso identificam as necessidades de serviço docente do curso. Com base nessa informação, as áreas científicas, através dos seus grupos disciplinares, propõem contratação, renovação de contratos e distribuição de serviço docente aos diretores das UO s que enviam à respetiva comissão técnico-científica para aprovação em CTC e homologação pela Presidência Participação ativa de docentes e estudantes nos processos de tomada de decisão A participação dos docentes é assegurada pela sua intervenção no Conselho Geral, Conselho Técnico-Científico, Conselho Académico, Conselho Pedagógico, Coordenações de Curso, interação nas Áreas Científicas e Grupos Disciplinares. Além disso, essa participação é ainda promovida em reuniões periódicas de docentes, participação em inquéritos de avaliação do funcionamento do IPVC, intervenção em processos pedagógicos e académicos chave como a preparação de materiais pedagógicos, análise de pedidos de creditação de competências, júris de provas, etc. A participação dos estudantes é assegurada através da sua representação no Conselho Geral, Conselho Académico, Conselho Pedagógico, intervenção das Associações e Federação de Estudantes, Inquéritos de avaliação da Qualidade de Ensino, das Bibliotecas e dos Serviços de Acão Social. 15

17 3.3. Estruturas e Mecanismos de garantia da qualidade para o ciclo de estudos O IPVC tem implementado um Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade (SGGQ), certificado desde 2008, organizado em processos e orientado para a melhoria da qualidade do ensino e demais atividades de gestão e de suporte. O SGGQ, coordenado pelo Gabinete de Avaliação e Qualidade (GAQ), gera informação para definir medidas de melhoria contínua dos ciclos de estudos e procura o comprometimento de todos os atores neste processo. O GAQ apoia as Coordenações de Curso nos mecanismos de Garantia da Qualidade, em cooperação com órgãos e serviços que intervém nas atividades administrativas, científicas e pedagógicas. Anualmente, é implementado um Programa de Auditorias, permitindo definir causas de ocorrências e ações corretivas. São elaborados Relatórios Anuais das UC s e de Curso que permitem, juntamente com os Relatórios das auditorias, Relatórios de Auscultação às partes interessadas e com os resultados dos indicadores de desempenho dos processos relacionados com o ensino e aprendizagem, efetuar uma análise do grau de cumprimento dos objetivos e definir ações de melhoria para o ciclo de estudo Recolha de informação, acompanhamento e avaliação periódica do ciclo de estudos. O GAQ tem implementado procedimentos de auscultação para avaliar o grau de satisfação das partes interessadas incluindo a realização de inquéritos e monitorização de sugestões e reclamações e estudos de follow-up, feitos a antigos estudantes, parceiros e instituições empregadoras. Destaca-se o inquérito de avaliação da satisfação da qualidade de Ensino elaborado semestralmente aos estudantes, que inclui uma componente de avaliação da escola, dos docente e das UC s e do ciclo de estudos no seu todo. É continuamente monitorizada informação relativa a candidaturas e colocações, caracterização dos estudantes, sucesso, abandono e empregabilidade para o ciclo de estudos, que juntamente com os relatórios resultantes das auditorias internas e dos processos de auscultação e avaliação da satisfação, são usados para a avaliação periódica do ciclo de estudos e reportados no Relatório anual de Curso. Com base nos resultados, são definidas ações de melhoria. Os conteúdos programáticos das UC s foram disponibilizados numa taxa de 100%. De igual modo, a taxa de cumprimentos de lançamento de sumários e avaliações atingiu os 100%. A distribuição de alunos por UC, a classificação obtida e os indicadores de avaliação para cada UC são descritos nas figuras e gráficos seguintes, estando agrupados de acordo com o ano e semestre do programa curricular. 16

18 Classificação curricular 1º ano 1º Semestre Bioquímica Anatomia e Morfologia 4 4 Matemática e Estatística Biologia Celular e Molecular Etologia e Bem Estar Animal Classificação Curricular Média Máximo Mínimo Distribuição dos Alunos por UC 1º Ano 1º Semestre Etologia e Bem Estar Animal Biologia Celular e Molecular Matemática e Estatística Anatomia e Morfologia Bioquímica Anatomia e Matemática e Biologia Celular Etologia e Bem Bioquímica Morfologia Estatística e Molecular Estar Animal Aprovados Total Alunos Avaliados Alunos Inscritos

19 Indicadores de Avaliação 1º Ano 1º Semestre Etologia e Bem Estar Animal Biologia Celular e Molecular Matemática e Estatística Anatomia e Morfologia Bioquímica Bioquímica Anatomia e Morfologia Matemática e Estatística Biologia Celular e Molecular Etologia e Bem Estar Animal Taxas (%) de Reprovação Taxas (%) de Aproveitamento Efectiva Taxas (%) de Aproveitamento Relativa Taxas (%) de Avaliação Classificação curricular 1º Ano 2º Semestre Genética Clássica e Molecular 3 Microbiologia Zootecnia Fisiologia Animal Ensino e Estética de Animais de Companhia Classificação Curricular Média Máximo Mínimo 18

20 Distribuição dos Alunos por UC 1º Ano 2º Semestre Ens. e Estética de Ani. de Companhia Fisiologia Animal Zootecnia Microbiologia Genética Clássica e Molecular Genética Clássica e Molecular Microbiologia Zootecnia Fisiologia Animal Ens. e Estética de Ani. de Companhia Aprovados Total Alunos Avaliados Alunos Inscritos Indicadores de Avaliação 1º Ano 2º Semestre Ens. e Est. de Ani. de Comp. Fisiologia Animal Zootecnia Microbiologia Gen. Clássica e Molecular Gen. Clássica e Molecular Microbiologi a Zootecnia Fisiologia Animal Ens. e Est. de Ani. de Comp. Taxas (%) de Reprovação Taxas (%) de Aproveitamento Efectiva Taxas (%) de Aproveitamento Relativa Taxas (%) de Avaliação

21 Classificação curricular 2º Ano 1º Semestre Reprodução e Obstetrícia Farmacologia e Anestesiologia Higiene Saúde e Segurança Economia e Gestão Epidemiologia e Imunologia Classificação Curricular Média Máximo Mínimo Distribuição dos Alunos por UC 2º Ano 1º Semestre Epidemiologia e Imunologia Economia e Gestão Higiene Saúde e Segurança Farmacologia e Anestesiologia Reprodução e Obstetrícia Reprodução e Farmacologia e Higiene Saúde Economia e Epidemiologia Obstetrícia Anestesiologia e Segurança Gestão e Imunologia Aprovados Total Alunos Avaliados Alunos Inscritos

22 Indicadores de Avaliação 2º Ano 1º Semestre Epid. e Imunologia Economia e Gestão Hig. Saúde e Segurança Farm. e Anestesiologia Rep. e Obstetrícia Rep. e Obstetrícia Farm. e Anestesiolog ia Hig. Saúde e Segurança Economia e Gestão Epid. e Imunologia Taxas (%) de Reprovação Taxas (%) de Aproveitamento Efectiva Taxas (%) de Aproveitamento Relativa Taxas (%) de Avaliação Classificação curricular 2º Ano 2º Semestre Segurança Alimentar Nutrição e Alimentação Animal Semiologia e Patologia Médica Pat. Clín. Doenças Parasitárias 4 Pat. Clín. Doenças Infecciosas Classificação Curricular Média Máximo Mínimo 21

23 Distribuição dos Alunos por UC 2º Ano 2º Semestre Pat. Clín. Doenças Infecciosas Pat. Clín. Doenças Parasitárias Semiologia e Patologia Médica Nutrição e Alimentação Animal Segurança Alimentar Segurança Alimentar Nutrição e Alimentação Animal Semiologia e Patologia Médica Pat. Clín. Doenças Parasitárias Pat. Clín. Doenças Infecciosas Aprovados Total Alunos Avaliados Alunos Inscritos Indicadores de Avaliação 2º Ano 2º Semestre Pat. Clín. Doen. Infec. Pat. Clín. Doen. Paras. Sem. e Pat. Médica Nut. e Alim. Animal Segurança Alimentar Segurança Nut. e Alim. Sem. e Pat. Pat. Clín. Pat. Clín. Alimentar Animal Médica Doen. Paras. Doen. Infec. Taxas (%) de Reprovação Taxas (%) de Aproveitamento Efectiva Taxas (%) de Aproveitamento Relativa Taxas (%) de Avaliação

24 20.00 Classificação curricular 3º Ano 1º Semestre Enf. Vet. em Ani. de Companhia Urg. e Cuidados em Enf. Veterinária Enf. Vet. em Ani. de Produção 6 Inspecção Sanitária Classificação Curricular Média Máximo Mínimo Distribuição dos Alunos por UC 3º Ano 1º Semestre Inspecção Sanitária Enf. Vet. em Ani. de Produção Urg. e Cuidados em Enf. Veterinária Enf. Vet. em Ani. de Companhia Enf. Vet. em Ani. Urg. e Cuidados em Enf. Vet. em Ani. de Companhia Enf. Veterinária de Produção Inspecção Sanitária Aprovados Total Alunos Avaliados Alunos Inscritos Aprovados Total Alunos Avaliados Alunos Inscritos 23

25 Indicadores de Avaliação 3º Ano 1º Semestre Inspecção Sanitária Enf. Vet. em Ani. de Prod. Urg. e Cuid. em Enf. Vet. Enf. Vet. em Ani. de Comp Enf. Vet. em Urg. e Cuid. em Enf. Vet. em Inspecção Ani. de Comp. Enf. Vet. Ani. de Prod. Sanitária Taxas (%) de Reprovação Taxas (%) de Aproveitamento Efectiva Taxas (%) de Aproveitamento Relativa Taxas (%) de Avaliação Indicadores de Avaliação 3º Ano 2º Semestre Projecto Individual Projecto Individual Taxas (%) de Reprovação 0 Taxas (%) de Aproveitamento Efectiva Taxas (%) de Aproveitamento Relativa Taxas (%) de Avaliação

26 3.5. Avaliação do desempenho dos docentes e medidas para a sua permanente atualização O IPVC considera que o potencial das pessoas pode ser melhor usado através da partilha de valores e de uma cultura de confiança e de responsabilização, que encoraje o envolvimento de todos. Baseado numa gestão e partilha de conhecimentos, dentro de uma cultura de aprendizagem contínua, inovação e melhoria, procura-se: transmitir a importância da contribuição de cada um; identificar fatores que constituem obstáculo ao trabalho; aceitação das responsabilidades; avaliar o seu desempenho, em função de objetivos e metas; estimular o reforço das suas competências, conhecimentos e experiência e sua partilha; a discussão aberta de problemas e questões relevantes. O Regulamento do Sistema de Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente do IPVC (Despacho 14652/2012 de 13 de novembro), define os mecanismos para a identificação dos objetivos do desempenho docente para cada período de avaliação, explicitando a visão da instituição, nos seus diversos níveis, ao mesmo tempo que traça um quadro de referência claro para a valorização das atividades dos docentes e estabelece, ainda, as regras para alteração do posicionamento remuneratório de acordo com os artigos 35º-A e 35º-C do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico (ECPDESP). As medidas para a atualização do corpo docente não poderão ser vistas, no momento atual, afastadas da obrigação legal das instituições de ensino superior criarem condições aos seus docentes para fazerem ou concluírem a sua formação avançada, como condição básica da sustentabilidade do próprio subsistema, da própria instituição e do acesso à carreira por parte dos docentes. Até ao final de 2011, o programa PROTEC, organizado pela ADISPOR, permitiu um impulso na formação avançada dos docentes do ensino superior politécnico, contratualizando essa formação com universidades europeias. Além da formação avançada o IPVC têm mantido uma atitude de incentivo e ajuda à atualização permanente do corpo docente, quer através de formação organizada internamente, quer por apoio à participação em formação externa quer, ainda, pela concessão do estatuto de bolseiro. A própria existência do Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade, em que, no âmbito do Processo de gestão dos Recursos Humanos, se diagnosticam as necessidades formativas e se elaboram Planos anuais de Formação, apoia a política de formação da instituição. A instituição assume que a qualidade do ensino & aprendizagem, de investigação e de prestação de serviços se baseia nas qualificações e competências dos seus docentes e funcionários. De referir ainda, nesta política de Melhoria da Qualidade, a realização periódica dos inquéritos de satisfação dos colaboradores do IPVC. Através do RJIES e dos Estatutos, todas estas informações são 25

27 debatidas a nível das direções das UO s, das áreas científicas, do Conselho de Gestão alargado, dos Conselhos Técnico-Científico, Académico e Pedagógico e das Comissões de Curso Utilização dos resultados das avaliações do ciclo de estudos Os relatórios de Curso são analisados em Conselho Pedagógico e são divulgados à comunidade através do portal do IPVC. Poderão também ser analisados em reuniões de docentes e de estudantes do CE. As ações de melhoria propostas são submetidas à Direção da Escola e no caso de envolverem modificações ao plano de estudos, também ao CTC. As ações são planeadas entre a Coordenação de Curso e a Direção, definidos responsáveis e prazos de implementação. O acompanhamento e a análise da eficácia das ações implementadas para a melhoria do CE é da responsabilidade do CC que reporta à Direção e regista no relatório de Curso seguinte. O seguimento das ocorrências detetadas em auditorias, acompanhamento de sugestões e reclamações e avaliação da eficácia das ações corretivas é da responsabilidade do GAQ, que também monitoriza os indicadores desempenho dos processos e dos objetivos gerais da Qualidade do SGGQ, definidos anualmente, e reporta nos Balanços da Qualidade para Revisão do Sistema Outras vias de avaliação/acreditação: O SGGQ do IPVC está certificado pela Norma Internacional ISO 9001, desde Janeiro de 2009, tendo sido sujeito a uma auditoria pela A3ES em Maio de O SGGQ do IPVC está certificado pela Norma Internacional ISO 9001, desde Janeiro de 2009, estando sujeito auditorias anuais pela entidade certificadora SGS. O âmbito desta certificação é a formação superior ministrada nas escolas do IPVC (licenciaturas e mestrados). As escolas desenvolvem ainda auditorias internas para assegura a manutenção dos processos e a melhoria da qualidade. O IPVC foi ainda sujeito a uma auditoria pela A3ES em Maio de 2012, para implementação de um sistema interno de garantia da qualidade, tendo o relatório desta auditoria sido emitido a 14 de Dezembro de 2012, no qual é referido que o IPVC cumpre os requisitos para que o sistema interno de garantia da qualidade seja certificado. O IPVC é ainda membro da associação internacional Veterinary European Transnational Network for Nursing Education and Training, pois o curso de Enfermagem Veterinária foi reconhecido como cumprindo os requisitos para pertencer a esta associação. O Ciclo de estudos já foi objeto de Acreditação Preliminar por parte da A3ES tendo sido aprovado para funcionamento e será putativamente acreditado no ano de 2013 a

28 4. Recursos Materiais 4.1. Recursos Materiais Áreas disponíveis Recursos Materiais Novas Áreas Disponíveis Tipo de Espaço Área (m2) Sala de Enfermagem Veterinária Recursos Materiais Equipamentos Tipo de Equipamento Recursos Materiais Novos Equipamentos Número agitadores tipo vórtex 6 arca refrigeradora vertical - 80ºC 1 bancadas de dissecção 2 banho de ultra sons com aquecimento 1 banho termo estabilizável com agitador 6 câmara de fluxo laminar 2 câmara de incubação com agitação 1 câmara de PCR-UV 1 câmaras e tinas de coloração 20 centrífuga de microhematócrito 1 centrífuga para microplacas 1 centrífugas para microtubos com e sem refrigeração 2 equipamento de destartarização por ultrasons 1 equipamento de ecografia portátil com sondas para pequenos e grandes animais 1 equipamento de limpeza de material cirúrgico por banho de ultrasons equipamento de raio X portátil 1 espectrofotómetro de absorção atómica 1 espectrofotómetro ELISA UV M espectrofotómetros de UV-VIS 1 estufa universal 8 estufas estufas com agitação para 6 microplacas e para 2 microplacas 1 frigorífico de 3 portas de grade capacidade de 4º C 2 lavador de placas ELISA 1 lupas esterioscópicas 20 máquinas de tosquia 1 material cirúrgico para dissecção e intervenções cirúrgicas 1 vários material para administrações vários mesa de necrópsias para pequenos animais 1 micropipetas diversas mono e multicanal vários microscópio de epifluorescência 1 microscópios ópticos 30 microtomo microtec com acessórios 1 mufla 1 27

29 otorrinolaringoscópio 1 penetrómetro de bancada e manual 1 potenciómetros 5 sequenciador automático de DNA 1 sistema de administração de medicamentos por nebulização 1 sistema de determinação de azoto (kjeldhal) 2 sistema de digestão e extracção de fibra bruta e dietética com rampa de filtração 1 sistema de embalamento individual em manga de esterilização 1 sistema de extracção de gordura 1 sistema de HPLC com detector de refracção e diodearray 1 termocicladores de 24 e 96 poços 2 tinas de electroforese diversas com fontes de alimentação 5 unidade de ar condicionado Recursos financeiros O curso é financiando através das receitas de propinas e de dotação orçamental própria. Tais recursos financeiros permitem o pagamento da carga horária ao corpo docente do IPVC afeto ao curso, ao pagamento de despesas com docentes-convidados, à realização de visitas de estudo e aos materiais e equipamentos necessários às aulas laboratoriais e de campo. 5. Parcerias 5.1. Parcerias internacionais e nacionais no Ciclo de Estudos O IPVC tem estabelecidas parcerias internacionais para este ciclo de estudos específico com as seguintes instituições: Katholieke Hogeschool Kempen Università Degli Studi Di Teramo Wroclaw University of Environmental and Life Sciences Internacionais No capítulo da mobilidade, o IPVC participa nos seguintes programas: Erasmus Erasmus mundus Leonardo da Vinci 28

30 Nacionais Comenius Vasco da Gama O curso de Enfermagem Veterinária da ESA/PL-IPVC é parte integrante de programas de cooperação e associação científica e técnica com instituições da área científica. Uma dessas redes de cooperação científica internacional é a Veterinary European Transnational Network for Nursing Education and Training (Vetnnet) (http://www.vetnnet.com/) Promoção da cooperação interinstitucional O IPVC tem definido os procedimentos, para a cooperação em projectos I&D, com apoio da OTIC, cooperação em mobilidade, com coordenação pelo GMCI e para cooperação em projectos de ensino, coordenado pelas direções da Escola e Presidência. A identificação de oportunidades para estabelecimento de parcerias para Mobilidade, I&D e Cooperação pode ser desencadeado pelos órgãos dirigentes do IPVC e das Escolas, por Coordenadores de Curso, Áreas Científicas, Docentes, Investigadores ou por qualquer colaborador do IPVC. Os contactos iniciais poderão ser realizados pelos preponentes ou pelo GMCI, que dará conhecimento desta intenção à Presidência do IPVC. O estabelecimento de parcerias para mobilidade poderá ser com base em acordos bilaterais entre instituições europeias detentoras da Carta Universitária Erasmus (EUC) ou através de acordos com Consórcios de Países Terceiros e/ou do Espaço Europeu. No que diz respeito em particular ao curso de Enfermagem Veterinária, iniciou-se o curso de mestrado em Enfermagem Veterinária na Escola Superior Agrária de Viseu em que houve a participação de docentes da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima na leccionação de acordo com o projecto inicial do curso de mestrado Relacionamento do ciclo de estudos com as entidades externas O curso de Enfermagem Veterinária tem vindo a desenvolver uma rede de relacionamento com o colaborado com o tecido empresarial e o sector público e outras entidades no sentido de complementar a proposta de ensino dos alunos bem como de aumentar a sua visibilidade. Assim, durante o ano lectivo transacto foram realizadas visitas de estudo ao Centro de Reprodução de S. Torcato (DGAV), visitas a suiniculturas, aviários, pisciculturas, lota de Viana, Jardim Zoológico da Maia e Aquamuseu de Cerveira. O curso de 29

31 Enfermagem Veterinária participou, através de alguns dos seus docentes e alunos, em feiras agrícolas, colóquios e seminários: Agro - Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação Mostra IPVC Feira da Segurança e Saúde, organizada pela Escola de Santa Marta em parceria com a ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho), IPJ (antigo Instituto Português da Juventude) e ULSAM (Unidade de Saúde Local do Alto Minho) Feira do Cavalo de Ponte de Lima 6. Pessoal Docente e Não Docente 6.1. Pessoal Docente Distribuição de Serviço Docente Docente Grau Académico Categoria Área Científica Regime Tempo (%) UC Lecionadas no Curso Álvaro Inácio Teixeira Queiroz Ana Paula Moreira Rodrigues do Vale Mestre Mestre Professor Adjunto Professora Adjunta Ciências Agrárias 100% Biologia Celular e Molecular Genética Clássica e Molecular Ciências Biológicas 100% Segurança Alimentar Eliana Pamela Antunes Barbosa Fernando Jorge Simões Nunes Isabel Maria Afonso Paula Doutor Doutor Mestre Equiparada a Assistente do 1º Triénio Professor Adjunto Assistente do 2º Triénio Ciências Agrárias 100% Reprodução e Obstetrícia Ciências Agrárias - Zootecnia Engenharia Alimentar 100% Economia e Gestão 100% Segurança Alimentar Joana Nogueira Mestre Assistente Ciências Exatas 50% Matemática e Estatística José Carlos Medeira Santos Doutor Professor Adjunto Ciências Agrárias 100% Economia e Gestão José Manuel Gonçalves Pires José Pedro Azevedo José Pedro Pinto Araújo Júlio César Oliveira Lopes Maria Laura Costa Soares Mestre Licenciado Doutor Mestre Mestre Professor Adjunto Equiparado a Assistente do 2º Triénio Professor Adjunto Equiparado a Professor Adjunto Equiparada a Assistente do 2º Triénio Ciências Agrárias - Zootecnia Ciências Veterinárias Ciências Agrárias Ramo de Produção Animal Ciências Agrárias - Zootecnia Ciências Agrárias - Zootecnia 100% Nutrição e Alimentação Animal 50% 100% 100% 100% Reprodução e Obstetrícia Enfermagem Veterinária em Animais de Produção Etologia e Bem Estar Animal Zootecnia Bioquímica Fisiologia Animal Ensino e Estética de Animais de Companhia Higiene, Saúde e Segurança Maria Luisa Marques Moura Maria Manuela Cerqueira da Silva Doutor Licenciada Professora Adjunta Equiparada a Assistente do Ciências Agrárias 100% Microbiologia Ciências Veterinárias 100% Farmacologia e Anestesiologia Enfermagem Veterinária em Animais de Produção 30

32 Docente Ricardo Alves Mendanha Sandra Cristina Gonçalves Silva Grau Académico Licenciado Mestre Categoria Área Científica Regime Tempo (%) UC Lecionadas no Curso 2º Triénio Semiologia e Patologia Médica Enfermagem Veterinária em Animais de Companhia Equiparado a Assistente do 2º Triénio Equiparada a Assistente do 2º Triénio Ciências Veterinárias 50% Anatomia e Morfologia Nutrição e Alimentação Animal Urgências e Cuidados Intensivos Ciências Exatas 100% Matemática e Estatística Susana Miguel Mendes Moura Mestre Equiparada a Assistente do 2º Triénio Ciências Agrárias 100% Biologia Celular e Molecular Epidemiologia e Imunologia Teresa Susana Letra Mateus Mestre Equiparada a Assistente do 2º Triénio Ciências Veterinárias 100% Patologia e clínica das doenças parasitárias Patologia e clínica das doenças infecciosas Inspecção Sanitária Número de docentes do CE a tempo integral: % de docentes do CE a tempo integral: 83% Número de docentes do CE a tempo integral, com ligação a instituição há mais de 3 anos: Percentagem dos docentes em tempo integral com uma ligação à instituição por um período superior a três anos: 100% Número de docentes em tempo integral com grau de doutor: Percentagem de docentes em tempo integral com grau de doutor: 33% Número de docentes em tempo integral com o título de especialista: Percentagem de docentes em tempo integral com o título de especialista: 0% Número (ETI) de docentes do ciclo de estudos inscritos em programas de doutoramento há mais de um ano: 31

33 3, Percentagem dos docentes do ciclo de estudos inscritos em programas de doutoramento há mais de um ano: 76,73% Número (ETI) de docentes do ciclo de estudos não doutorados com grau de mestre (pré-bolonha): 2, Percentagem dos docentes do ciclo de estudos não doutorados com grau de mestre (pré-bolonha): 46,86% 6.2. Pessoal Não Docente de apoio ao Ciclo de Estudos Número e regime de dedicação do pessoal não docente afeto à lecionação do ciclo de estudos. A implementação dos novos Estatutos do IPVC, conduziu a uma reestruturação transversal, com a centralização nos Serviços Centrais dos seguintes serviços: Direção de Serviços Administrativos e Financeiros, Direção de Serviços informáticos, Divisão de Serviços Técnicos, Divisão de Serviços Académicos, Divisão de Recursos Humanos, Gab. Comunicação e Imagem, Gab. Mobilidade e Cooperação Internacional, Gab. Avaliação e Qualidade e a OTIC. Nome Categoria Habilitações Académicas Adelino Tito Vieira Barros de Morais Assistente Técnico Licenciado Alberto Gonçalves Mesquita Assistente Técnico Mestre Ana Maria Silva Ferreira Correia Assistente Operacional 12º ano de escolaridade Corina Ferreira Soares Assistente Operacional 6º ano de escolaridade José Fernando Monteiro Durão Técnico Superior Bacharelato Luís Armando Soares Morais Técnico de Informática Curso complementar do ensino secundário Manuel Pereira da Rocha Barros Técnico Superior Licenciado Maria da Conceição Barbosa Reis Velho Assistente Operacional 9º ano de escolaridade Maria da Conceição Ferreira Marinho Assistente Técnica 12º ano de escolaridade Maria da Rocha Gonçalves Técnica Superior Bacharelato Maria de Fátima de Sousa Rodrigues Esteves Técnica Superior Bacharelato Maria Helena Gonçalves Ferreira Carvalhosa Assistente Operacional 9º ano de escolaridade Maria Ofélia Lima de Brito Técnica de Informática 12º ano de escolaridade Maria Pereira Peixoto Assistente Operacional 4º ano de escolaridade Maria Rosalina Peixoto Barbosa Lopes Assistente Operacional 12º ano de escolaridade Rosália Maria Marinho Pinheiro Lacerda Assistente Técnica 12º ano de escolaridade Sara da Costa Brito Assistente Operacional 4º ano de escolaridade Virgílio Miguel Marques Peixoto Técnico Superior Licenciado 32

34 Qualificação do pessoal não docente de apoio à lecionação do ciclo de estudos Vide quadro anterior Avaliação do desempenho A Avaliação do Pessoal Não Docente é feita através do SIADAP. O SIADAP é o modelo de avaliação global que permite implementar uma cultura de gestão pública, baseada na responsabilização dos trabalhadores relativamente à prossecução dos objetivos fixados para o avaliado, por UO e Serviço. Posteriormente, a harmonização das propostas de avaliação é efetuada através da reunião do Conselho Coordenador de Avaliação. A avaliação decorre através de preenchimento de ficha de autoavaliação e posterior ficha de avaliação preenchida em reunião entre o avaliador e o avaliado. Esta avaliação é objeto de parecer por parte da Comissão Paritária para a Avaliação. As avaliações são homologadas pelo Presidente do IPVC, com o conhecimento do Avaliado. 7. Estudantes 7.1. Caracterização dos Estudantes Género % Masculino 30 Feminino 70 Idade % Até 20 anos anos anos 6 28 e mais anos 14 Região % Norte 89 Centro 10 Lisboa 0 Alentejo 0 Algarve 0 Ilhas 1 Escolaridade dos Pais % Superior 13 33

35 Secundário 22 Básico 3 15 Básico 2 27 Básico 1 22 Situação Profissional dos Pais % Empregados 62 Desempregados 5 Outros 33 Número de estudantes por ano curricular Ano Curricular N.º Alunos 1º 38 2º 36 3º Procura do ciclo de estudos Curso 2009/ / /12 N.º de Vagas N.º de Candidatos N.º de Candidatos 1.ªOpção N.º de Colocados N.º de Colocados 1.ª opção Nota Mínima de entrada Nota média de Entrada Ambiente de Ensino/Aprendizagem Estruturas e medidas de apoio pedagógico e de aconselhamento sobre o percurso académico dos estudantes. Os estudantes encontram apoio pedagógico junto da Coordenação de Curso e dos docentes, estando definido um horário de atendimento para o efeito. O Conselho Pedagógico da Escola e o Conselho Académico do IPVC, são estruturas onde os estudantes estão representados e que permitem discutir a orientação pedagógica, apreciar queixas relativas a falhas pedagógicas e propor providências necessárias. O IPVC possui um Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional que presta apoio e aconselhamento aos estudantes ao nível da mobilidade internacional. 34

36 Medidas para promover a integração dos estudantes na comunidade académica O IPVC produz um Guia de Acolhimento ao estudante, possui uma Oficina Cultural, um Gabinete de Saúde e um Centro Desportivo que existem para o fomento da cultura, desporto e saúde e para a integração dos seus estudantes no ambiente académico. Anualmente, são ainda promovidas atividades extracurriculares que estimulam a participação na comunidade académica. As Associações e a Federação Académica, em articulação com o Provedor do Estudante, têm como função a defesa dos interesses dos estudantes e a sugestão de ações de melhoria das condições de ensino e de estímulo da participação na comunidade. O Dia do IPVC, Dia da Escola, Semana de Receção ao Caloiro, Semana Académica e Semanas Culturais são eventos, também, promovidos com essa finalidade. Estas medidas são monitorizadas através dos inquéritos de satisfação da qualidade de ensino, sendo os resultados considerados para avaliação das medidas implementadas e para a definição de ações de melhoria Estruturas e medidas de aconselhamento sobre as possibilidades de financiamento e emprego A UNIVA Unidade de Inserção na Vida Ativa do IPVC, em articulação com a OTIC, presta aconselhamento ao nível do financiamento a projetos de investimento e à criação do autoemprego durante e após a conclusão da formação. O empreendedorismo é efetivamente uma das capacitações que se pretende incutir aos estudantes, nomeadamente através de concursos de ideias (Poliempreende e Star Up Program). O IPVC possui ainda uma bolsa de emprego online onde são publicitadas ofertas de emprego ao público em geral e aos estudantes do IPVC em particular. Através dos Serviços de Ação Social os alunos candidatamse a bolsas de estudo que são concedidas com base nas regras definidas pela tutela para o efeito. Paralelamente, o IPVC criou a Bolsa de Colaboradores Bolseiros, iniciativa que visa reforçar as condições para o desenvolvimento da oferta de atividades profissionais em tempo parcial pela instituição aos estudantes, em condições apropriadas ao desenvolvimento simultâneo da sua atividade académica Utilização dos resultados de inquéritos de satisfação dos estudantes na melhoria do processo ensino/aprendizagem 35

37 Semestralmente é promovido o Inquérito de Avaliação da Satisfação da Qualidade de Ensino (IASQE). Neste instrumento de auscultação, os estudantes são convidados a se pronunciar sobre questões relacionadas com o curso, funcionamento das UC s e desempenho dos docentes. Deste processo resulta um relatório que é comunicado às Escolas, Áreas Científicas, Docentes e Estudantes, analisado ainda no Conselho Pedagógico e onde se podem aferir os resultados com base nos quais são definidas medidas de melhoria do processo de ensino/aprendizagem. São ainda consideradas as reclamações e sugestões apresentadas pelos Estudantes no âmbito do ciclo de estudo. Complementarmente, é realizado um inquérito anual aos utilizadores das bibliotecas. A informação resultante do processo de auscultação dos estudantes é analisada no âmbito do Relatório Anual de Curso. Estes resultados são considerados para o processo de avaliação do desempenho docente. É elaborado ainda um inquérito aos estudantes ERASMUS que é analisado pelos cursos em que há mobilidade Estruturas e medidas para promover a mobilidade, incluindo o reconhecimento mútuo de créditos O Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional e o Gabinete de Estudos e Educação para o Desenvolvimento do IPVC funcionam atualmente com diversos programas (ERASMUS Mobilidade, ERASMUS Mundus, Leonardo da Vinci, Comenius, EILC e projetos de cooperação com os PALOP), a vários níveis e em vários âmbitos, promovendo a dimensão internacional nos estudos e o fomento da mobilidade dos estudantes, docentes e não docentes no ensino superior. Este serviço é transversal a toda a instituição e serve todos os ciclos de estudo. Como instrumento para a equivalência de créditos é celebrado um plano de equivalência (learning agreement) que define o plano de estudos a frequentar em mobilidade para o aluno, nacional ou estrangeiro. Outras competências obtidas pelo estudante em mobilidade, para além do plano de estudos definido, são objeto de reconhecimento de créditos através do Suplemento ao Diploma. A divulgação e promoção da mobilidade dos alunos do IPVC é também assegurada através de uma sessão de esclarecimento realizada antes do período de candidaturas às bolsas de mobilidade Erasmus em todas as Escolas. Na ESA esta sessão é divulgada entre todos os alunos de licenciatura e Mestrado, contando com a participação de representantes do GMCI e o Coordenador Erasmus da ESA. A divulgação e promoção da mobilidade entre os parceiros internos e externos é ainda assegurada pela organização anual de um evento por parte do GMCI. Em 2009, 2010 e 2011 este evento assumiu a forma de Semana Internacional IPVC. Participaram nestes eventos 36

38 membros do Gabinete Internacional, Coordenadores Institucionais e Departamentais dos Programas de mobilidade, e docentes das Instituições parceiras do IPVC. No ano de 2012 foi organizada, em colaboração com a Fórum Estudante, o evento Geração ERASMUS, integrado na Mostra do IPVC que dedicou uma tarde a este tema, com a participação de alunos enviados e recebidos no âmbito de programa de mobilidade Erasmus (estudos e estágio), com a apresentação das respetivas experiências. Decorreu ainda a apresentação do Livro Fair e Store por Arminda Fernandes, uma antiga aluna do IPVC que participou num programa de mobilidade Erasmus na Dinamarca. 8. Processos (Formação) 8.1. Objetivos de aprendizagem Com este ciclo de estudos pretende-se que os alunos adquiram as competências mínimas exigíveis de qualificação e treino para o exercício de tarefas no âmbito das ciências e técnicas de saúde veterinária nas suas múltiplas valências (nomeadamente as de índole clínica e cirúrgica, sanidade e medicina preventiva de populações animais, higiene dos alimentos e saúde pública), que revistam um caráter de complementaridade e que estejam de acordo com os critérios, as metodologias e as técnicas próprias de uma atividade profissional paramédica. Os conhecimentos teóricos e práticos sobre a anatomia e fisiologia dos diferentes animais domésticos, assim como sobre os quadros patológicos de naturezas diversas (infeciosas, parasitárias, etc.) permitem que este profissional esteja apto a assistir o médico veterinário nas mais variadas situações clínicas. A sua formação prática permitir-lhe-á, em particular, realizar distintas análises e provas laboratoriais e utilizar os principais equipamentos auxiliares de diagnóstico. Conhecimentos sobre anestesiologia e técnica operatória permitem-lhe assistir a intervenções cirúrgicas. Estará ainda apto a fazer a administração de medicamentos prescritos pelo veterinário e a efetuar todo o tipo de cuidados clínicos e profiláticos em animais de companhia e espécies pecuárias. Por outro lado, os conhecimentos práticos na área da inspeção sanitária, classificação das carnes e das carcaças, e da tecnologia de transformação dos produtos animais conferem uma maior polivalência a este licenciado, permitindo-lhe executar funções na área do controlo da qualidade alimentar, em particular nomeadamente na área da Inspeção Sanitária. A relação entre o enfermeiro veterinário, o paciente e o cliente, numa abordagem psicológica e social, será particularmente estudada, juntamente com conhecimentos no 37

39 domínio das novas tecnologias da informação, da legislação e fiscalidade e da contabilidade, indispensáveis para o desempenho da atividade profissional no setor privado. A estrutura curricular do curso de Enfermagem Veterinária foi desenvolvida de forma a promover um percurso centrado na aprendizagem e no espírito crítico do aluno, valorizando inovação, investigação, espírito de equipa e empreendedorismo, estimulando a curiosidade, a capacidade de análise e de síntese, as perspetivas interdisciplinares, a independência de julgamento, os valores éticos e sociais muito mais do que a mera aquisição de informação e fornecimento de factos. A conceitualização de leitor ao longo da vida, numa abordagem de ensino contínuo ao longo da vida, deverá estar presente, em grande relevância, na formação deste profissional Verificação de que a carga média de trabalho necessária aos estudantes corresponde ao estimado em ECTS A verificação da adequação da carga média de trabalho necessária ao estimado em ECTS é realizada através da análise dos resultados do Inquérito de Avaliação da Qualidade de Ensino e com os Relatórios das UC s que os docentes preenchem e outra informação qualitativa que a coordenação obtenha por auscultação aos estudantes/docentes. O Relatório de Autoavaliação da Escola Superior Agrária, Ano Letivo 2011/2012, tal como em anos anteriores teve ainda uma relativamente reduzida participação (8.9%). Quanto à avaliação do tempo despendido para os trabalhos/estudo no âmbito das diferentes UC s, existe alguma variação entre os tempos previstos (ECTS), referenciado pelos alunos e estimados pelos docentes, o que deverá ser alvo de apreciação e posterior adequação. De acordo com os resultados obtidos nos Inquéritos à Qualidade do Ensino, o número de horas semanais dedicadas ao estudo para todas as Unidades Curriculares do curso, para além das aulas foi superior a 14 horas. Na figura seguinte descreve-se o número de horas semanais por UC despendidas pelos alunos segundo o inquérito de avaliação. 38

40 Avaliação do tempo de trabalho individual - Ano letivo 2011/2012. (ECTS; Estimativa Docente, Respostas Alunos). Semestre 1 Unidade Curricular ECTS Alunos Docentes Matemática e Estatística 57 46,4 56 Biologia Celular e Molecular 72 33,6 --- Anatomia e Morfologia 91 59,2 --- Bioquímica 72 30,4 56 Etologia e Bem Estar Animal 63 30,4 50,4 Semestre 2 Unidade Curricular ECTS Alunos Docentes Genética Clássica e Molecular 81 28,8 --- Zootecnia 59 14,4 51,2 Fisiologia Animal ,7 Microbiologia 72 19,2 56 Ensino e Estética de Animais de Companhia 44 12,8 40 Semestre 3 Unidade Curricular ECTS Alunos Docentes 39

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