1.1. Acessibilidade O Contexto da Oficina. (coordenação e relato)

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1 Acessibilidade 1.1. Acessibilidade Elaborado por: (coordenação e relato) Relato da Oficina de Acessibilidade "O Desenho Universal visa atender a maior gama possível de pessoas, planejando espaços e dimensões apropriados para interação, alcance e uso de produtos em geral, independentemente do tamanho, postura ou mobilidade do usuário; reconhece e respeita a diversidade física e sensorial entre as pessoas e as modificações pelas quais passa o nosso corpo, da infância à velhice". "O meio pode reforçar uma deficiência ou torná-la sem importância. Um piso antiderrapante visando o idoso, um corrimão duplo para a criança, uma rampa para a cadeira de rodas, uma programação visual explícita que atenda ao deficiente auditivo, beneficiam a todos." O Contexto da Oficina O grupo era composto em sua maioria, por profissionais de arquitetura e educação de: Belém, Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro, São Luís, São Paulo e Teresina. Todos assistiram às apresentações durante o evento, de experiências em Educação Inclusiva. Em seguida o grupo se reuniu para debater sobre os casos apresentados e demais questões relativas à acessibilidade em geral. Foram encaminhadas ao grupo as seguintes questões, definidas pela organização, como tema para reflexão: 1. Você considera que o projeto apresentado é de fato um projeto de educação inclusiva, em termos de acessibilidade? 2. Como poderíamos aprimorar essa experiência? 3. Se tivesse o poder de decisão, que medidas tomaria para modificar esse projeto? Algumas questões foram consideradas determinantes no desenvolvimento da acessibilidade em geral, e especialmente como demanda da educação inclusiva. Estamos nomeando estes itens e as questões observadas pelos participantes, e a seguir a cada um, as propostas assinaladas pelo grupo. Educação Inclusiva no Brasil 1

2 Acessibilidade Observância do Conceito de Desenho Universal Diagnóstico Atualmente, em algumas cidades, quando a escola entra em obras de reforma, já se inserem de imediato as adaptações para acessibilidade, mas na maioria das vezes, as obras para adaptação realizadas não são executadas com o conceito de atender a todos. São feitas adaptações limitadas, no máximo rampas e banheiros. É importante também a permanência do acesso com qualidade, sua manutenção. As soluções para transporte acessível são restritivas e localizadas, dirigida apenas para usuários com deficiência, limitando a liberdade de percursos e a inclusão. Os projetos para transporte não são ainda, na maioria das cidades, considerados em termos de acessibilidade coletiva Propostas Buscar um planejamento ou programa de adaptação das escolas, norteado por esse conceito, pensando atender a maior gama de necessidades dos diferentes alunos. Este deve ser considerado pré-requisito, sendo estudadas em seguida as soluções especiais para alguma especificidade, quando necessárias. Adotar os princípios de Desenho Universal em todos os projetos de arquitetura, urbanismo, design e computação gráfica, para garantir abrangência e qualidade nos projetos e reformas Acessibilidade e Capacitação de Técnicos Diagnóstico Em muitos casos, quando se fala em acessibilidade, a rampa é o único quesito observado. Em outros, existe a vontade de acertar, o investimento em obras é realizado e ao fim, temos adaptações que não são utilizáveis, pela baixa qualidade técnica: rampas muito íngremes, pisos deslizantes ou banheiros adaptados inacessíveis. Os Municípios, por exemplo, não costumam buscar assessoria técnica adequada para seus projetos e obras. No caso do transporte coletivo ou escolar, as soluções utilizadas para acessibilidade não costumam atender satisfatoriamente às pessoas que realmente precisam delas. Há controvérsia quanto aos novos ônibus com elevador, recém implantados em diversas cidades e que não resolvem adequadamente a acessibilidade. Na maioria das faculdades de arquitetura no Brasil, a questão de acessibilidade não está inserida no curricullum. Os próprios professores oferecem resistência a essa inserção: não se considera questão relevante e/ou os professores se sentem inseguros por não terem qualquer formação naquele assunto e portanto inaptos a ensiná-lo. 2 Educação Inclusiva no Brasil

3 Acessibilidade Propostas Investir na conscientização, informação e capacitação dos profissionais de arquitetura, engenharia, design e computação gráfica para o desenvolvimento e difusão dos conceitos de Desenho Universal. Garantir o envolvimento de profissionais qualificados que agilizem o processo de instauração do Desenho Universal Garantir aos profissionais, a formação sobre Desenho Universal desde a universidade Políticas Públicas Diagnóstico Entorno e Edificação No caso da área educacional e suas edificações, a acessibilidade está sendo deflagrada a partir da demanda resultante do processo de inclusão, mas cada escola se inclui numa cidade e seus serviços. No entanto, o entorno urbanístico costuma apresentar barreiras e não há transporte público acessível adequado. Assim, mesmo quando a edificação é acessível, há dificuldades em se chegar a ela. A acessibilidade muitas vezes não é incorporada a determinado projeto por falta de comunicação entre as diversas áreas, que se estivessem interligadas, poderiam implementar facilmente as adequações e obter melhor aproveitamento de tempo e de recursos públicos Transportes O transporte público acessível aparece como questão premente e complexa devido aos investimentos necessários e infra-estrutura precária atual. Há forte resistência dos empresários de transporte ao cumprimento das determinações para acessibilidade Tecnologia Digital Em alguns municípios, estão sendo realizados investimentos em programas para implantação de computadores e sistemas na rede municipal completa. No entanto, não observam os princípios de acessibilidade digital. Tecnologias como leitor sonoro, por exemplo ou outras específicas para ajuda da pessoa com deficiência, não costumam estar previstas de forma alguma. Educação Inclusiva no Brasil 3

4 Acessibilidade Propostas Implantar de uma política integrada para acessibilidade, promovendo interface entre os setores do Governo Federal, Estadual e Municipal e seus departamentos, permeando as diversas áreas como urbanismo, edificações, transportes e tecnologia, buscando realizar ações complementares. Estruturar intercâmbio direto entre as secretarias de cada município e governo do Estado. È indispensável que os projetos das diversas áreas se conheçam e compatibilizem Programas de Apoio ao Registro e Sistematização Diagnóstico Percebe-se pouca tradição no registro de dados das experiências em acessibilidade, bem como de educação inclusiva, e fragilidade na sistematização dos dados existentes. Há dados disponíveis, nem sempre acessíveis e muitas vezes organizados inadequadamente Proposta Incentivar programas para acompanhamento e sistematização de informações sobre as experiências desenvolvidas. Como muitas das ações são pontuais ou apoiadas em iniciativas pessoais, com o registro destes casos facilita-se a sua continuidade Importância de Criar Linha de Subsistência das Acções Pró-acessibilidade Diagnóstico De modo geral, a "produção da acessibilidade", seja em equipamentos, edifícios e adaptações, é muito artesanal, em termos de produtos ou projetos. Os resultados são limitados em sua abrangência e custo. Muitas reformas são executadas empiricamente e de forma improvisada Proposta Pensar na grande produção de benfeitorias, adaptações e tecnologia, compatível com os números expressos nas grandes cidades. A produção deve ser menos artesanal e mais sistematizada. Deve ser estruturada e mais facilitada, de forma a agilizar sua implantação. 4 Educação Inclusiva no Brasil

5 Acessibilidade Divulgação Diagnóstico Em muitas cidades, a população desconhece as ações desenvolvidas e implantadas pró-acessibilidade, desde as adaptações em vias urbanas, como a existência de transporte especial nas escolas de educação especial. Também não se sabe por que são necessárias e isso enfraquece os resultados. Por exemplo, as vagas especiais alocadas nos estacionamentos, não são respeitadas Propostas Promover campanhas na mídia e com a mídia: para divulgação do que está sendo feito e também de conscientização da própria mídia. Campanhas informativas na mídia e junto à mídia Intercâmbio das Ações e Experiências Diagnóstico Não há troca. Falta comunicação das experiências de inclusão e de acessibilidade. Há depoimentos de professores de todo o Brasil, dizendo que buscam a inclusão mas não têm informação e não se sentem capacitados Propostas Promover a divulgação em diversos níveis: publicação de experiências, através de publicações e sites na Internet; intercâmbio e seminários entre profissionais de educação e de acessibilidade; interligar todas as Secretarias Municipais; garantir que o material específico sobre necessidades especiais chegue à todas as escolas Incentivo às Parcerias Diagnóstico Há iniciativas movidas apenas pela motivação particular, que poderiam ser mais bem resolvidas se articuladas ao conhecimento técnico e aos serviços públicos. Educação Inclusiva no Brasil 5

6 Acessibilidade Propostas Trabalho conjunto entre ONG s / Governo / Comunidade, e construção de indicadores a partir destas experiências, com a finalidade de multiplicação. Enfatizar a função social da universidade e incentivar seu posicionamento diante das questões concretas Considerações As adaptações físicas nas escolas costumam ser provocadas pelas necessidades específicas de determinado aluno, e as instalações passam a ter características que atendam especialmente a ele. Com a prática da educação inclusiva, à medida que a presença das crianças com diferenças aumentar, a demanda por acessibilidade será deflagrada até se tornar inquestionável. Em diversos casos, quando realizadas, as obras de adaptação não atendem às normas técnicas ou padrões mínimos necessários para que as intervenções feitas sejam eficientes, tornando-se por vezes inadequadas ou ociosas, apesar do gasto realizado com as melhorias. É especialmente importante que os futuros profissionais recebam estes conceitos regularmente ao longo de sua formação universitária. Para tal, é indispensável a capacitação dos professores universitários na questão, que em sua maioria, se sentem desestimulados por não dominarem o assunto. Observam-se iniciativas desarticuladas e falta de comunicação entre as Secretarias de governo, que se refletem em perda de tempo, verba e qualidade referentes à implantação da acessibilidade. Não podemos considerar o projeto de determinada escola, como inclusivo, se considerarmos que o entorno, a forma de se chegar a essa escola, não acontece de forma adequada. O intercâmbio de experiências entre os diversos setores foi considerado primordial. Foi ressaltada a carência de informação da população sobre os conceitos de inclusão, acessibilidade e deficiência, bem como sobre o que está sendo realizado visando estas questões. A divulgação, através da mídia e o intercâmbio. A percepção consensual do grupo da Oficina, reunido em meio aos temas de inclusão, arquitetura e acessibilidade, diagnosticou uma significativa similaridade conceitual. Assim como se pressupõe uma boa escola como sendo para todos, sem restrições, boa arquitetura inclui necessariamente, acessibilidade. 6 Educação Inclusiva no Brasil

7 Acessibilidade Relato do Fórum Digital de Acessibilidade Realizado de 28 de Abril a 4 de Maio de O Contexto da Oficina Com o objetivo de estender a discussão além dos limites do evento realizado no Rio de Janeiro, a oficina "Educação Inclusiva no Brasil Diagnóstico Atual e Desafios para o Futuro", entre os dias 24, 25 e 26 de Março de 2003, o Banco Mundial em parceria com a Cnotinfor, de Portugal, estabeleceu uma lista aberta a todos aqueles que quizessem contribuir com o desenvolvimento do tema. A Oficina Digital de Acessibilidade, reuniu especialistas nas áreas de acessibilidade, informática, comunicação, educação, desenvolvimento de material pedagógico, tecnologia de assistência, entre profissionais, governo e representantes da sociedade civil. A acessibilidade digital foi um dos temas mais discutidos e isto se deve parcialmente ao próprio meio utilizado como Fórum e à facilidade que propicia aos participantes, já que a maior parte dos que interagiram nessa discussão foi composta por profissionais especialistas nessa área e/ou pessoas com deficiência visual, usuárias assíduas da informática e Web., além do interesse que o tema desperta nesse meio. Alem disso, com a finalidade de enriquecer a discussão, foram especialmente convidados a participar desse tema, especialistas na questão, inclusive de outros países. Também o tema da divulgação do conceito de acessibilidade entre profissionais e comunidade em geral, foi muito concorrido, catalisador de inúmeras argumentações sobre estratégias e possibilidades de incremento à inclusão. Segue o relato que buscou abranger a diversidade dos assuntos discutidos pelos participantes da Lista e os variados enfoques. Dispusemos em tópicos as questões apresentadas, e seguida a cada um, a compilação das diversas proposições assinaladas Introdução Quando um aluno com deficiência é recebido no ambiente de aprendizagem, com barreiras físicas e sensoriais, que impedem o simples acesso à sala, ou a leitura de um texto com autonomia, está instaurado um poderoso fator de exclusão social e não haverá inclusão de fato, baseada unicamente na dedicação e boa vontade dos professores e funcionários, ainda que se desdobrem para que ela aconteça. É preciso que a infra-estrutura dos ambientes de ensino seja coerente com os princípios de inclusão, e espelhe o respeito a estes alunos, através do cuidado com instalações, tecnologia e equipamentos aptos a recebê-los sem restrições, num meio ambiente atento às diferenças. Quando analisamos a Educação Inclusiva pelo enfoque da acessibilidade, estudamos prioritariamente as seguintes questões: O entorno: o percurso do aluno à escola, as ruas, o meio de transporte O edifício da escola A sala de aula e seu mobiliário O material didático O equipamento de informática As ajudas técnicas necessárias Educação Inclusiva no Brasil 7

8 Acessibilidade No decorrer desta Oficina Digital, alguns aspectos foram mais debatidos, a partir do interesse espontâneo dos participantes, e por isso, disporemos de um registro mais extenso em determinados temas, que expomos a seguir O Meio Físico: Entorno e Edificação Diagnóstico Apesar de muitos avanços pontuais, o espaço físico de nossas cidades segue sendo um determinante fator de exclusão social. De nada adianta a escola acessível se não há como o aluno com deficiência chegar a ela. Devido à inadequação das vias urbanas, calçadas e transportes coletivos, o aluno com mobilidade reduzida, fica muitas vezes impedido do acesso à educação. Percebe-se o progresso da atenção governamental quanto à situação da acessibilidade física nas escolas e nas vias urbanas, especialmente nas grandes cidades. Já estão em uso, em diversos países desenvolvidos, sistemas digitais que facilitam a localização e orientação das pessoas cegas nas ruas Propostas Reivindicar o cumprimento da Constituição Brasileira, das leis federais /00 e /00, e de todas as normas da Associação Brasileira das Normas Técnicas, especialmente da NBR 9050/94, que garantem aos arquitetos o respaldo legal para trabalharem na direção de um ambiente inclusivo. Incentivar a adequação das legislações municipais urbanísticas e dos códigos municipais de edificações às exigências da acessibilidade. Criar organismo composto por arquitetos, pedagogos, comunicadores, informáticos, etc.; para avaliar, assessorar e formar, a respeito de tudo que se relacione à acessibilidade na educação. Incluir progressivamente a preparação científica sobre acessibilidade às tecnologias de informação e comunicação nos currículos dos cursos tecnológicos, nomeadamente nos de engenharia. Incentivar a investigação aplicada e a formação avançada nas áreas da acessibilidade e das tecnologias de reabilitação. Promover o aproveitamento da tecnologia de vanguarda para soluções mais inclusivas e mais baratas que as tradicionalmente aplicadas, inclusive para a utilização dos sistemas de sinalização para orientação de pessoas cegas. 8 Educação Inclusiva no Brasil

9 Acessibilidade Material Didático Diagnóstico À parte o material escrito, há outros elementos didáticos que precisam estar disponíveis em formatos acessíveis a todos. Na educação fundamental dos cegos não deve faltar Braille de boa qualidade e o Sistema de Cálculo Sorobã. O Braille de boa qualidade é motivador, enquanto o Braille de má qualidade é constante desmotivador. É bem mais rápido ouvir o material por meio de síntese de voz que ler em Braille, isto no caso do estudante a partir do 2º grau, além do que, seu custo é menor Propostas Todo o material didático criado pelo Ministério da Educação deve ser acessível. Estruturar entidade que se encarregue de difundir os princípios de Desenho Universal, e que cuide da disponibilidade e elaboração de todos o material didático de forma acessível para todos, e em determinados casos, para necessidades específicas, segundo o tipo de deficiência Livro Didático e Obra Literária Diagnóstico Quando se refere ao material escrito, a acessibilidade demanda um cuidado especial para as pessoas cegas, e pode ser solucionada através da apresentação em formatos especiais como o Braille, as fitas de áudio gravadas e o formato digital. A inacessibilidade ao livro didático é muito prejudicial, já que a pessoa cega passa a depender da disponibilidade de alguém para ler a tarefa a ser realizada naquele momento, deixando de realizar as atividades propostas ao restante da turma. O processo de transcrição dos livros para o Braille é algo bastante custoso e trabalhoso, pois na maioria dos casos o livro precisa de ser scaneado e corrigido, ou até mesmo todo digitado e adaptado para uma posterior impressão em Braille. Na maioria dos casos o livro digitalizado - que é usado para a impressão em Braille já existe pronto na editora, e esta se recusa- a fornecer este material (mesmo para órgãos governamentais). Há atualmente muitos jovens com deficiência visual, a partir do 2o grau, que podem usar com êxito apenas o material digitalizado. No ensino superior, é grande o número de deficientes visuais que desiste do curso devido à inacessibilidade do material didático. A maioria das universidades não apresenta qualquer iniciativa para evitar que isto ocorra. Educação Inclusiva no Brasil 9

10 Acessibilidade Propostas Aumentar progressivamente a acessibilidade dos materiais educativos, recorrendo ao formato digital. Elaborar lei que obrigue as editoras a fornecer seus livros de forma acessível aos deficientes visuais, preferencialmente digitalizados, aos órgãos governamentais e entidades reconhecidas. Criar um canal de distribuição único de material didático e literário em formato digital, que garanta o respeito aos direitos do autor bem como o direito de acesso das pessoas com deficiência aos bens culturais. É necessário para isso, que se instaure um sistema de gestão dos direitos autorais e cessão para reprodução por meios alternativos Acessibilidade Digital Quanto aos Equipamentos Diagnóstico A maioria das escolas tem que lidar com limitações orçamentárias que fazem bem vindos quaisquer equipamentos, deixando a questão da acessibilidade em segundo plano Proposta Exigir que todos os equipamentos utilizados nas escolas e centros de formação atendam às normas técnicas de acessibilidade e que todo usuário que necessite de uma ajuda técnica possa contar com ela Quanto à Internet / WEB Diagnóstico Quase sempre, ao buscar os conteúdos de interesse à sua formação, os alunos com necessidades especiais encontram barreiras intransponíveis de acesso. O Brasil tem investido na política de e-gov, de administração pública acessível à população. A opção de versões duplas especiais de sites para pessoas cegas é questionável, pois geralmente se limitam apenas ao texto, e não são atualizadas com a mesma assiduidade que o restante do site. Criar uma única versão, acessível, para um site, é opção mais rápida e barata que criar duas versões. Devido à formação inadequada de profissionais responsáveis pela elaboração dos sites, a dupla versão é a opção mais oferecida. No caso dos jornais, a versão em apenas texto é bem aceita por pessoas cegas. 10 Educação Inclusiva no Brasil

11 Acessibilidade É importante que as empresas saibam que ganharão mais se tiverem seus sites acessíveis Aumenta a quantidade de sites que apresentam preocupação com acessibilidade, mas também cresce o número dos que se apresentam selo de qualidade em acessibilidade, sem que de fato, cumpram com as exigências requisitadas. Isto se dá, devido ao equívoco nas interpretações das diretrizes, por parte dos elaboradores dos sites Recomendações Para facilitação de acesso irrestrito aos conteúdos na Internet, devem-se observar as seguintes condições: que os sites sejam acessíveis; que as ferramentas de comunicação adaptadas sejam de qualidade e que seu manuseio seja simples; que a Informação seja de qualidade e de interesse; que o acesso aos computadores seja facilitado (para compra individual, em escolas, Telecentros, locais públicos, etc.); que haja monitores capacitados, preferencialmente também portadores de eficiência Propostas Disponibilizar de forma acessível os conteúdos de Internet que tiverem caráter pedagógico ou que sejam úteis à educação, inclusive os que se relacionarem a centros de pesquisa, museus, bibliotecas, etc. Exigir acessibilidade em todos os sites gerados por instituições educativas ou relacionadas ao Ministério de Educação e Cultura. Encaminhar às instituições educativas ou relacionadas ao Ministério de Educação e Cultura, um guia com diretrizes para elaboração dos sites e estruturar uma forma de fiscalização. Estruturar uma forma de certificação para qualidade e garantia mínima de acessibilidade na Web Quando não for possível tornar um site acessível, construir outro que o seja. Não se deve adotar a opção de duplicar em modo texto. Encaminhar à imprensa, e com atenção especial aos jornais, a recomendação para que seus sítios Web observem o conjunto de diretrizes básicas para implantação da acessibilidade. Elaborar através da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, norma técnica de acessibilidade digital, como base para a legislação e consulta de profissionais. Educação Inclusiva no Brasil 11

12 Acessibilidade Quanto às Plataformas Eletrônicas de Aprendizagem Diagnóstico Em todo mundo cresce o número de plataformas eletrônicas de aprendizagem para realização de cursos à distância, bem como para apoio dos cursos formais, e na sua quase totalidade, apresentam barreiras ao uso de pessoas com determinadas deficiências. Existem diretrizes internacionais para estas plataformas mas muitos dos profissionais elaboradores não estão aptos a aplicá-las Propostas Investir na divulgação e formação em acessibilidade digital. Estruturar organismo para supervisionar a acessibilidade nos sites, inclusive com instrumentalização para estudos sobre acessibilidade e para formação de demais profissionais capacitados para esta supervisão. A administração pública deve exigir que toda instituição educativa que pretenda oferecer cursos on-line, desenvolva seu trabalho em plataformas com garantias mínimas de acessibilidade Quanto à Formação do Professorado Diagnóstico A introdução de novas tecnologias interfere inclusive na metodologia de ensino e, na informática, os alunos costumam ter mais facilidade que os professores. Ocorrem dificuldades na adoção das novas tecnologias pelo corpo docente, o que pode atrasar o processo de inclusão digital. Os professores devem conhecer e poder utilizar adequadamente: as ferramentas (computadores, programas, internet, etc.); as ajudas técnicas que possam ser necessitadas por seus alunos; as plataformas de aprendizagem eletrônica Propostas Incluir progressivamente a preparação científica em tecnologias de acesso para pessoas com deficiência nos currículos de formação de educadores e professores. Dotar as Universidades de recursos tecnológicos de suporte a estas iniciativas. Estruturar um organismo responsável pela promoção da aprendizagem das tecnologias de informação. 12 Educação Inclusiva no Brasil

13 Acessibilidade Comunicação Em espetáculos, eventos, cinema, TV, informativos, cartazes, programas, avisos Diagnóstico Para assistir aos filmes ou espetáculos, as pessoas cegas necessitam de acompanhante para descrever o visual, ler as legendas e narrar as cenas. As pessoas cegas ficam à parte das informações constantes nos ambientes através de comunicação visual. Na maioria das vezes é difícil para a pessoa cega, localizar onde está afixada no ambiente, a informação que está procurando, e desconfortável ler o Braille em longos textos quando afixados nas paredes. A maioria das portarias ministeriais, leis e outros documentos oficiais envolvendo acessibilidade em comunicação, quase sempre não fazem nenhuma menção aos surdos oralizados não-usuários de língua brasileira de sinais (LIBRAS) Propostas Promover a própria pessoa com deficiência como sujeito da comunicação, para que sua participação enquanto objeto sofra menos distorções. Elaborar programas, cardápios e demais informativos em Braille, desde que possam ser distribuídos para manuseio. Incluir as normas C-03 da comissão de acessibilidade em comunicação da ABNT, na mesma condição de oportunidades quanto ao "Uso de Libras", o "Uso da Estenotipia". Esclarecer sobre as reais necessidades educativas dos surdos oralizados frente à tecnologia de informação e comunicação, para oferecer subsídios técnicos para a elaboração de normas técnicas, que possam prover a acessibilidade para a comunicação, conhecimento e informação das pessoas surdas Iluminação Diagnóstico As normas técnicas para iluminação geralmente quantificam os parâmetros de iluminância dos espaços segundo as funções a que se destinam e o mais importante, quanto à acessibilidade, é a qualidade e não a quantidade de luz. A iluminação adequada é um item prioritário para a comunicação de pessoas surdas Proposta Na revisão das normas técnicas de acessibilidade da ABNT, incluir a iluminação como parâmetro de acessibilidade, evitando-se assim as barreiras lumínicas. Educação Inclusiva no Brasil 13

14 Acessibilidade O Desconhecimento dos Conceitos de Inclusão, Acessibilidade e sua Influência Diagnóstico Muitas vezes são atendidos os quesitos para acessibilidade física, mas a desinformação acaba por anular seus resultados, como ocorre com os banheiros acessíveis que se tornam depósitos ou estão sempre fechados. Os profissionais de mídia, que por sua atividade estratégica junto aos meios de comunicação, poderiam potencializar o processo pela inclusão, são na maioria, desinformados sobre a questão deficiência e inaptos como agentes de inclusão. A mídia aborda o portador de necessidades especiais sob dois aspectos: aquele que precisa de ajuda, de uma colaboração solidária, ou aquele que é sensacional. A grande maioria das universidades e faculdades do país, não têm muitos professores /pesquisadores trabalhando em Educação Especial, e muito menos com uma perspectiva da inclusão. As poucas pesquisas existentes são divulgadas quase que exclusivamente nos meios científicos. Nas universidades em geral, exceto em comissões do vestibular, não há conhecimento e conseqüente empenho adequado por parte de professores e gestores, para a prática de fato, da inclusão. No caso de iniciativas e núcleos de pesquisa para acessibilidade que se desenvolvem em algumas universidades, observam-se avanços significativos quanto ao envolvimento dos alunos. Na maioria dos eventos, congressos, assembléias e encontros, não são observadas as exigências mínimas de acessibilidade, de forma a garantir a participação adequada de pessoas com deficiência, mesmo quando estes eventos objetivam os interesses desse público. O primeiro grande entrave para termos ambientes acessíveis, é a falta de conhecimento Propostas Divulgar intensamente os conceitos de inclusão e de acessibilidade, para que seja internalizada por toda a comunidade. Conscientizar os professores, mesmo aqueles que ainda não tem alunos com necessidades especiais em suas salas de aula, sobre as necessárias adaptações, de recursos físicos, arquitetônicos, e pedagógicos, para que quando alunos ditos especiais chegarem, encontrem um ambiente mais adequado. Elaborar instrumento ou manual que facilite a cada escola, sala, seminário, etc., checar seu grau de acessibilidade para pessoas com deficiências físicas, visuais, auditivas, etc., distribuído e divulgado como uma campanha de utilidade pública. Acompanhar junto às universidades, sobretudo nos cursos tecnológicos: engenharia, arquitetura, informática, desenho industrial, etc, para que seja consolidada a inclusão de conteúdos e disciplinas a respeito de acessibilidade. Incentivar ao intercâmbio entre as universidades e as organizações governamentais, não governamentais e associações que estejam desenvolvendo trabalhos de ponta que possam ser apropriados por todos. 14 Educação Inclusiva no Brasil

15 Acessibilidade Promover o tema "universidade inclusiva" através de encontros e eventos, dirigidos inclusive para gestores universitários, ou seja, para Reitores, Coordenadores de cursos, Chefes de Departamento e Professores. Realizar campanhas de divulgação amplas, com o setor hoteleiro / organização de eventos, além de universidades (que geralmente organizam seus próprios eventos) com algumas indicações mais básicas do que precisa sempre estar disponível para que as atividades previstas transcorram com a garantia da participação das pessoas com deficiência, em igual nível de conforto e segurança dos demais presentes. Devem-se observar o livre acesso a todo o espaço público utilizado, material em Braille disponível, intérprete de LIBRAS, transporte ao local do evento, etc ação Imediata do Fórum Foi encaminhada ao XVII Congresso Brasileiro de Arquitetos uma moção elaborada por arquitetos participantes deste Fórum para Educação Inclusiva, e que foi aprovada por aclamação e unanimidade, na sessão de encerramento do congresso, no Riocentro, na cidade do Rio de Janeiro, em 3 de Maio de A moção reiterava o compromisso dos arquitetos quanto à observância dos princípios do Desenho Universal e à moção existente "Por Uma Arquitetura Sem Barreiras", aprovada pelo mesmo congresso, em São Paulo, em sua XIII edição Considerações Com a inserção do conceito de Educação Inclusiva, espera-se que as instituições de ensino passem a receber um maior contingente de alunos que apresentam diferentes formas de se comunicar, deslocar, aprender, escrever, brincar; e se espera das instituições, que os professores, o material didático, o espaço e o mobiliário, estejam adequados a recebê-los. No entanto, não é essa a realidade que encontramos em nosso país. Temos extensas modificações por fazer, que no entanto, já foram iniciadas. Uma das causas do desconhecimento por parte dos profissionais do ensino e gestores, quanto aos equipamentos e tecnologias necessárias que podem facilitar a inclusão de alunos com deficiência, se dá por conta destes alunos virem sendo tratados à parte, por instituições especiais. À medida que estes usuários estejam em toda parte, suas necessidades serão reconhecidas e incorporadas às demais demandas. É especialmente importante garantir que os conteúdos disponibilizados na Internet pelas instituições de ensino, sejam acessíveis a pessoas com deficiência. Ao conceber um site acessível, mais do que cumprir determinações para atender a necessidades de pessoas com deficiência, está se beneficiando a todos os usuários. A acessibilidade em todos os níveis é indispensável à inclusão de todas as pessoas na sociedade da informação e do conhecimento. Devemos contar com as formas adequadas de divulgação sobre os conceitos de inclusão, acessibilidade e deficiência como importantes aliadas neste processo. É fundamental o conhecimento da sociedade sobre estas questões para que os avanços sejam conseguidos. Educação Inclusiva no Brasil 15

16 Acessibilidade Endereços e Informações relativos à Acessibilidade Acessibilidade Digital: equipamentos, Internet, web Resumo da Norma Espanhola de Acessibilidade Programas para acessibilidade do Núcleo de Computação Eletrônica NCE da UFRJ, Rio de Janeiro MOTRIX: DOSVOX: Rede SACI, de Informações sobre Deficiência e Inclusão Digital Recomendações para acessibilidade na Internet e Diretrizes de acessibilidade para plataformas de e-learning: Consorcio europeo para certificação de adequação à normas técnicas comuns aos países: Sistema Digital para orientação através de sinais sonoros apresentada na IV Sesión de Enlace sobre Accesibilidad al Medio Físico, organizada por el Real Patronato Disponibilização Digital de obras literárias Nos Estados Unidos, um sistema on-line: para o qual a pessoa com deficiência visual tem que apresentar uma certidão que atesta seu grau de incapacidade, para que possa conseguir a disponibilização do livro digitalizado pela editora Informações Técnicas para adaptação de edifícios residenciais "Manual para Acessibilidade dos Prédios Residenciais da Cidade do Rio de Janeiro", da FUNLAR, CVI-Rio e IBAM. Pode ser solicitado para a FUNLAR: Está em fase de produção para disponibilidade digital pela FUNLAR Comunicação para a mídia "Manual da Mídia Legal", da ONG Escola de Gente, UERJ e Ministério Público. Pode ser conseguido no site (escoladegente.org.br) e também é distribuído gratuitamente. Pode ser solicitado para com Marina Maria. Pode-se também enviar o Manual em Braille. 16 Educação Inclusiva no Brasil

17 Acessibilidade Material Didático Catálogo de ajudas técnicas com materiais para estudo e lazer projetados a partir de necessidades de pessoas com deficiência: produzido pelo Centro Estatal de Autonomía Personal y Ayudas Técnicas (CEAPAT): da Espanha Normas Técnicas de acessibilidade do UNIT Uruguai Normas Técnicas de acessibilidade da ABNT (em desenvolvimento) Dentre as normas em andamento na Comissão de Estudos "Acessibilidade na Comunicação" (CB 40) (textos bases que darão conteúdo às futuras normas técnicas) destacam-se: Norma Geral de Comunicação e Sinalização Uso do Braille Uso de Libras Piso tátil Equipamentos de auto-atendimento bancário Telefone para surdo Acessibilidade na WEB Acessibilidade em softwares Legendas na TV Norma Geral de Comunicação Educação Inclusiva no Brasil 17

18 Acessibilidade Anexos Relato da situação atual e diretrizes para educação inclusiva quanto à acessibilidade no Uruguai Elaborado por: Eduardo Alvarez Legislación y Normalización Técnica Aprobación de la reglamentación de la ley de 1989 con el soporte técnico del Instituto Uruguayo de Normas Técnicas (UNIT), en materia de normalización técnica uniforme sobre Accesibilidad, capacitación y certificación. UNIT ha desarrollado normas técnicas sobre Accesibilidad, puestas a disposición en forma gratuita a través de su sitio web e incorporado la temática a su Programa de Capacitación. Como Secretaría del Comité Técnico de normalización sobre Accesibilidad CT 143 de la Comisión Panamericana de Normas Técnicas (COPANT) ha consensuado normas sobre el tema a nivel regional, entendiendo que la Accesibilidad no debe limitarse al ámbito exclusivo de un recinto o país, sino que deben ser instrumento tendente a dar soporte a la inclusión a nivel regional / internacional. Complementariamente esta Secretaría del CT143 COPANT que a su vez ejerce la Presidencia del Comité ISO/TC59/SC16 sobre Accesibilidad de la Organización Internacional de Normalización en convenio con la Comisión Regional de Tecnología y Accesibilidad de Rehabilitación Internacional para América Latina (ICTA LA), ha desarrollado e implementado un programa de Certificación de Accesibilidad para la región de América Latina y el Caribe, sobre la base de la Guía UNIT 200, consistente con las normas técnicas regionales Formación a Nivel de Grado y Postgrado Propiciar la integración del concepto de Accesibilidad a la temática global de la formación académica, con énfasis en las generaciones de ingreso y actualización para profesionales ya egresados Infraestructura El acondicionamiento de locales escolares accesibles es insuficiente si los alumnos no pueden llegar a utilizarlos, por falta de transporte o de itinerarios peatonales acordes. La localización básica existente en Uruguay con edificios escolares urbanos a distancias máximas de 1 km. facilita su acceso en casos generales. No obstante, se detectan situaciones que requieren atención específica. Se ha recomendado la implementación de un sistema integrador en base a la gradual renovación de la flota de autobuses por unidades de piso bajo en áreas urbanas. Esto no sólo beneficia a niños con discapacidad sino a toda la población. Se están sentando las bases para el desarrollo de un proyecto piloto con participación municipal, aplicable a un eje vial significativo (Av. 8 de Octubre) mediante la integración de una ruta o línea de autobuses de plataforma baja (no existen antecedentes en Uruguay), adaptación gradual de paradas e itinerarios viales a escuelas, centros de salud, recreación y servicio comunitario, difusión, información y seguimiento con medición de resultados y proyecciones. 18 Educação Inclusiva no Brasil

19 Acessibilidade Como objetivo a corto plazo, se prevé la implementación de un sistema complementario especial Edificios Escolares Propiciar la formulación de un "Plan de Accesibilidad" en base a: un diagnóstico de situación y determinación de una estrategia de intervención gradual, considerando la previsión en obras nuevas, intervenciones simultáneas en remodelaciones, reparaciones o consolidaciones prioritarias, necesidades locativas específicas y bandas de inversión posibles. Si bien el objetivo a largo plazo ha de ser que todos los locales escolares sean accesibles, la estrategia de intervención ha de considerar como objetivo a corto plazo la dotación de al menos un local escolar accesible en cada distrito programado. Se recomienda incorporar criterios de "convertibilidad" en los diseños edilicios, de equipamiento y mobiliario. Como parte del plan piloto referido, se realiza un estudio de casos en escuelas que representan el padrón en el país (urbano, suburbano y rural), cubriendo el análisis de situación actual, obras de adecuación necesarias (edilicias y de equipamiento) y estudio de costos y beneficios Evaluación Post Ocupación y Certificación Propiciar el establecimiento de un sistema de evaluación post ocupación y mejora continua con participación de usuarios y especialistas, aplicable no sólo a los locales sino también a la gestión, equipamiento, servicios, infraestructura y su mantenimiento, así como la Certificación UNIT de Accesibilidad Apelo por uma Atitude Inclusiva na Área de Acesso à Tecnologia Elaborado por: Jorge Fernandes Boletim E-Access / Março 2003 (http://www.gesta.org) "Um apelo urgente, para que a ONU estabeleça normas básicas de acessibilidade em seus programas de desenvolvimento, foi lançado em reunião internacional realizada nas Filipinas" "Cynthia Waddell, diretora do Centro Internacional de Recursos da Internet para Pessoas com Deficiência nos Estados Unidos (http://www.icdri.org) e co-facilitadora da conferência disse: " O apelo feito em Manila é para que se atinja um padrão global mínimo de design acessível de todas as tecnologias em geral, e de tecnologias da Web em particular." "Waddell disse que o comitê já existente da ONU, que trata dos direitos das pessoas com deficiência (http://www.un.org/esa/socdev/enable/ poderia ser expandido, para abranger projetos de tecnologias de informação e comunicação acessíveis." Educação Inclusiva no Brasil 19

20 Acessibilidade Vale a pena ler os documentos: Manila Declaration on Accessible Information and Communications Technologies Manila Accessible ICT Design Recommendationshttp://www.worldenable.net/manila2003/DesignRecommendati ons.htm Do documento "Manila Accessible ICT Design Recommendations" sublinho: A acessibilidade às TIC: removes communications and information access barriers that restrict business and social interactions between persons with disabilities and non-disabled persons; removes age-related barriers to participation in society; reduces language and literacy-related barriers to society; reduces risk of information worker injuries and enhances global commerce opportunities. [2] For accessible Web design, two principles are central: [4] Every visual element should be implemented with a textual element that describes it. Alternative text allows for description of graphical images. The structure and layout of the document should be dealt with separately. Structure is defined by HTML (Hypertext Markup Language) elements and attributes; and layout is defined by style sheets. Separation of layout from content aids text browsers to extract easily the logical structure of the document. Destes dois princípios destaco o segundo, que me parece uma estratégia cujo resultado final quase sempre se transforma num sítio Web mais acessível, mais funcional, mais rápido, mais fácil de actualizar e com um design bem mais interessante. Interessante é notar que há dois anos atrás os designers nem sequer podia ouvir falar de folhas de estilo e hoje em dia os designers que tomam contacto com esta técnica não querem o obsoleto código HTML de definição de cores, de tamanhos de letra, de tipo de letra e tantos outros relacionados com formatação. 20 Educação Inclusiva no Brasil

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