COMPÓSITOS PARA RESTAURAÇÃO DENTARIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPÓSITOS PARA RESTAURAÇÃO DENTARIA"

Transcrição

1 COMPÓSITOS PARA RESTAURAÇÃO DENTARIA Filiberto González Garcia, Maria E Leyva, Alvaro A.A. de Queiroz Laboratorio de Biomateriais, Instituto de Ciências Exatas, Universidade Federal de Itajubá, Av. BPS, 1303,Pinheirinho, CEP: , Itajubá-MG, Brasil. O objetivo deste trabalho foi desenvolver materiais compósitos baseados em polímeros epoxídicos, relativamente simples, com boas características mecânicas para uso em próteses fixas. Os compósitos foram formulados a base da resina líquida do tipo éter diglicidílico do bisfenol-a (DGEBA), com trietilenotetramina (TETA), isoforonodiamina (IPD), 1-(2-Aminoetil)piperazina (AEP), como co-monômeros independentes contendo micro-partículas de quartzo. A formulação foi obtida através da otimização dos sistemas epoxídicos, bem como a incorporação de diferentes quantidades de material inorgânico. Foram analisadas as propriedades mecânicas em compressão uniaxial e dureza Vicker. O trabalho resultou no desenvolvimento de materiais com boas propriedades mecânicas para sua utilização em próteses odontológicas de fácil manufatura. Palavras-chave: restauração dentaria; polímeros epoxídicos; compósitos. Composites for Dentaria Restorations The aim of this study was to develop a composite for applications as dental restorative material, relatively simple, with good mechanical characteristics for use in fixed prostheses. This composite was developed by using diglycidyl ether of bisphenol-a (DGEBA) epoxy prepolymer, triethylenetetramine (TETA) as hardener and microparticles of quartz as inorganic material. A formulation was obtained through the optimization of the epoxy system, and the incorporation of different amounts of the inorganic material. We examined the mechanical properties (compression and hardness) showing good results. The work resulted in news materials with good mechanical properties suitable for the manufacture of prostheses orthodontics and it is easy to manufacture. Keywords: dental restorative, epoxy polymers; composite. Introdução A prótese fixa é um procedimento amplamente utilizado em ortodontia e consiste na restauração parcial ou total da coroa dentaria. Quando esta restauração visa a substituição de mais de uma dente perdido é chamada Prótese Parcial Fixa ou Ponte fixa. Ao ser fixado na arcada dentária do paciente possibilita a mastigação, a fala, o sorrir, ou seja, o paciente devolve todas suas habilidades perdidas devido à falta de um ou mais de um dente. As próteses fixas podem ser feitas utilizando diferentes materiais compósitos tais como metal-plástico, metal-cerâmica, cerâmica e com resinas compostas de forma a imitar todas as funções e a cor dos dentes. Um dos procedimentos de maior avanço tecnológico já alcançado na odontologia consiste na utilização da chamada prótese de coroa total em porcelana ou "cerômero" que é confeccionada totalmente em porcelana, indicada tanto para dentes posteriores quanto para anteriores. Entende-se por cerômero, (Ceramic Optimized Polymer), as resinas compostas associadas com cerâmicas a materiais de revestimento estético, com alto teor de cargas inorgânicas, graças ao emprego de

2 micro partículas cerâmicas especiais. Pode ser usado sobre metal e sobre estruturas compostas de fibras reforçadas (FRC- fiber reforced composite) possibilitando a confecção de próteses que combinam a estética das cerâmicas e a simplicidade das resinas. Os inconvenientes quanto da utilização de tais materiais na odontologia são os custos elevados tanto do ponto de vista clínico quanto laboratorial inacessível à população de baixa renda. A utilização de diferentes materiais para o desenvolvimento de compósitos com melhores propriedades, demanda e estimula o desenvolvimento de novas metodologias e tecnologias que estabeleçam a relação estrutura/propriedade, fator importante para a aplicação adequada destes sistemas em projetos específicos, como os solicitados pela área odontológica. Como é conhecido, os polímeros epoxídicos constituem as matrizes poliméricas mais utilizadas em compósitos que requerem resistência mecânica. Polímeros epoxídicos são um dos mais importantes tipos de polímeros termorrígidos, extensivamente usados como adesivos e de materiais estruturais para as mais diversas indústrias. As resinas epoxídicas são convertidas em materiais termofixos através de reações químicas pela adição de agentes de cura ou co-monômeros. Tais reações químicas provocam uma mudança no estado físico do material, partindo de um líquido viscoso para um gel elástico que se transforma finalmente em um material sólido vitrificado. As resinas epoxídicas apresentam excelentes propriedades mecânicas tais como alta tensão de ruptura e módulo de Young, fácil processamento, resistência térmica e química, e boa estabilidade dimensional. Entretanto, as resinas epoxídicas são quebradiças possuindo baixa resistência à propagação de trincas. Para superar estes inconvenientes, muitos tipos de compósitos de polímeros com reforço têm sido desenvolvidos, em que as resinas epoxídicas são reforçadas com agentes modificadores, tais como cargas inorgânicas, oligômeros de baixa massa molecular, silsesquioxanos, dendrímeros, entre outros. Neste trabalho desenvolvemos materiais compósitos a base de resina epoxídica reforçada com carga inorgânica de quartzo, para ser usada na confecção de próteses ortodônticas. Foram avaliadas algumas propriedades mecânicas importantes em materiais destinados à fabricação de próteses tais como dureza e resistência à compressão. Experimental Materiais Resina epoxídica líquida do tipo éter diglicidílico do bisfenol A (DGEBA), produto DER 331, e endurecedor trietilenotetramina (TETA), produto comercial DEH 24, ambos de grau técnico, fabricados e comercializados pela empresa Dow Química do Brasil S.A. Foram utilizados também como agentes de cura isoforonodiamina (IPD) e 1-(2-aminoetil)piperazina

3 (AEP), produtos comercializados pela empresa Sigma-Aldrich do Brasil com 99 % pureza. A resina foi desidratada a 80 C antes de sua utilização e os agentes de cura foram utilizados como recebidos. A estrutura química básica desses compostos é mostrada na Figura I. Como material inorgânico foi utilizado um mineiro denominado Quartzibar 218C comercializado pelas Indústrias Brasileiras de Artigos Refratários, IBAR Ltda. Este material está constituído por um 98 % (nominal) de dióxido de silício, recebido na forma bruta como minério em grãos de dimensões entre 7 e 10 mm. M Estructura química Monômero Fabricante (g mol -1 ) F N H N H Trietilenotetramina (TETA) Dow Química DEH 24 ~ 166 (30,0 g eq -1 ) 6,0 HN N N-(2-Aminoetil)piperazina (AEP) ACROS (99.0 %) 129 (43,0 g eq -1 ) 3,0 Isoforonodiamina (IPD) ACROS (99+%) 170 (42,5 g eq -1 ) 4,0 O O C O O Éter diglicidílico del bisfenol A (DGEBA) Dow Química DER 331 ~ 375 (187,5 g eq -1 ) 2,0 Figura I Estrutura química básica e características dos monômeros Métodos Preparação das amostras e procedimento de cura A fim de obter a melhores propriedades mecânicas os sistemas resina-endurecedor-carga inorgânica foram utilizados em proporções estequiométricas. Os valores do equivalente de hidrogênio ativo do tipo amina dos endurecedores utilizados bem como o valor do equivalente epoxídico da resina foram obtidos mediante processo de titulação química, segundo metodologia apresentada na literatura 1,2. O mineiro quartzito foi submetido a um processo de moagem em um moinho de bolas repetidas vezes. Depois de passar pelo moinho foi peneirado até um tamanho de partículas menor que 125 nm, lavado repetidamente com água destilada quente para a eliminação de possíveis impurezas solúveis e depois centrifugado e seco a 120 C. Os compósitos foram preparados, usando a resina com adição de carga inorgânica usandose diferentes concentrações (0, 20, 40, 60 e 80 phr; gramas de carga por cada 100 gramas de

4 resina). Tanto a resina sem carga como os compósitos foi adicionado o agente de cura e posteriormente cada formulação foi submetida a um processo de cura de duas etapas; a primeira à temperatura ambiente durante 24 h, e a segunda a 130 C durante 2 horas para os sistemas AEP e TETA, e para o sistema IPD a segunda etapa foi a 160 C. O processo foi realizado utilizando-se os endurecedores AEP, IPD e TETA, como sistemas independentes. Ensaios mecânicos A propriedade de microdureza é uma das mais importantes características dos materiais restauradores. Os ensaios de dureza vickers foram realizados em um durômetro HMV 2000, da marca Shimadzu, equipado com um indentador para teste de dureza Vickers, utilizando-se carga de 100 g. Um total de 10 indentações foram realizadas em cada corpo de prova. Cada impressão foi observada em microscópio óptico e o valor de dureza do material foi calculado. Os corpos de prova para este teste foram devidamente lixados e polidos, tomando-se o cuidado de manter a face a ser indentada totalmente plana. Não menos importante que a propriedade de microdureza é a propriedade de resistência à compressão. Para a avaliação desta propriedade foi utilizada uma Máquina de Ensaios Universal EMIC DL 2000, com célula de carga de 20 kn. Esta foi regulada para trabalhar a uma velocidade de compressão de 1 mm min -1, incidindo sobre os corpos de prova. O ensaio de compressão uniaxial foi realizado seguindo a norma ASTM D No ensaio foi utilizado um deflectômetro para detecção da deformação verdadeira do corpo de prova. Foram utilizados corpos de prova cilíndricos de 10 mm de diâmetro e 20 mm de comprimento, os corpos de prova foram usinados e lixados para assegurar superfícies paralelas e uniformes. Resultados e Discussão A Tabela I apresenta comparativamente os valores do modulo elástico (E) e tensão limite de escoamento (σ y ) para as diferentes formulações e suas respectivas composições com o minério quartzito. Pode ser observado que o sistema DGEBA/AEP apresentou os menores valores do módulo de elasticidade e de tensão de escoamento. Isto está de acordo com resultados de trabalhos anteriores da relativa maior flexibilidade desta rede quando comparada às outras 3. As Figuras II e III mostram o comportamento do módulo elástico e da tensão de escoamento em relação à concentração de quartzo, respectivamente. Nota-se que o módulo elástico aumenta de forma linear com o aumento da concentração de quartzo nas formulações. Isto parece estar relacionado à presença da carga inorgânica que aumenta o modulo das formulações com o aumento da carga.

5 Tabela I Comportamento de E (MPa) e σ y (MPa) para os sistemas DGEBA/AEP, DGEBA/IPD, DGEBA/TETA e suas composições (em phr) com quartzo. Quartzo (phr) AEP E (MPa) 2900,6 ± 596,3 3784,6 ± 18,3 4208,5 ± 53,6 4360,4 ± 60,4 4571,6 ± 170,1 σ y (MPa) 47,3 ± 0,5 52,7 ± 0,5 56,1 ± 0,5 57,6 ± 0,5 56,3 ± 0,5 IPD Quartzo (phr) E (MPa) 3768,7 ± 96,8 3847,4 ± 94,7 4161,7 ± 106,3 4351,1 ± 69,9 4270,2 ± 45,3 σ y (MPa) 60,2 ± 0,5 58,0 ± 0,5 57,6 ± 0,5 56,9 ± 0,5 54,3 ± 0,5 TETA Quartzo (phr) E (MPa) 2765,7 ± 171,3 3773,8 ± 120,7 4240,6 ± 14,9 4837,3 ± 75,3 5014,1 ± 92,5 σ y (MPa) 46,3 ± 0,5 47,2 ± 0,5 51,4 ± 0,5 54,9 ± 0,5 60,9 ± 0,5 E; Modulo de elasticidade, σ y Tensão limite de escoamento. A tensão de escoamento das redes AEP e TETA aumentaram com o aumento da concentração de quartzo, sendo que na rede AEP após a concentração alcançar o valor de 60 phr ocorreu uma diminuição da mesma. Esse fato pode ser explicado pelo aumento da rigidez da rede devido ao aumento da concentração de carga. Para a formulação com IPD a tensão de escoamento diminui com a concentração de quartzo. Isto pode estar relacionado com que esta rede é a de maior rigidez e a carga inorgânica leva a um decréscimo na tensão de escoamento pelo aumento da rigidez. O comportamento da resistência à compressão, considerado como o valor máximo de tensão suportado pelo material no momento da ruptura, confirma esse argumento, ou seja, a rigidez do material de início se mantém fixa, mas tende a aumentar, o que diminui a resistência à compressão para o sistema com IPD. (Figura IV). Na Figura V é mostrado o comportamento da microdureza Vickers dos materiais estudados em função da quantidade de material inorgânico, quartzo, adicionado à formulação. Nota-se, um aumento linear no nível de dureza a medida que aumenta a quantidade de partículas inorgânicas. Isto está refletindo que o aumento da carga inorgânica aumenta esta propriedade mecânica.

6 Módulo Elástico (MPa) DGEBA/AEP DGEBA/IPD DGEBA/TETA Concentração de quartzo (phr) Figura II Módulo elástico dos três sistemas em função das diferentes concentrações de quartzo no ensaio de compressão. 62 Tensão de escoamento (MPa) DGEBA/AEP DGEBA/IPD DGEBA/TETA Concentração de quartzo (phr) Figura III Tensão de escoamento dos três sistemas em função das diferentes concentrações de quartzo no ensaio de compressão.

7 De modo geral a adição do mineiro quartzito levou ao aumento tanto do modulo de elasticidade quanto da tensão limite de escoamento para as formulações com AEP e TETA. Por tanto, está carga está melhorando o comportamento mecânico em compressão uniaxial para estas redes epoxídicas. 240 Resistência a compressão (MPa) DGEBA/AEP DGEBA/IPD DGEBA/TETA Concentração de quartzo (phr) Figura IV Resistência à compressão em função da concentração de quartzo. Uma comparação entre os compósitos e alguns materiais já utilizados em próteses fixas pode ser visto na Tabela II. Nota-se que as redes IPD e TETA apresentam dureza maior do que um produto já disponível no mercado. Dado que não se chegou ao limite de dureza dos compósitos podemos afirmar que é possível obtermos um material à base de DGEBA/TETA com carga de quartzo capaz de alcançar ou superar a dureza de mais alguns produtos já utilizados em próteses fixas.

8 Dureza vickers (N/mm2) DGEBA/AEP DGEBAIPD DGEBA/TETA Concentração de quartzo (phr) Figura V Microdureza vickers em função da concentração de quartzo. Tabela II Comparação entre materiais já utilizados em próteses (sistemas de resina acrílica composta com carga cerâmica) e os desenvolvidos nesse trabalho. Em ordem decrescente de dureza, da esquerda para a direita. Art Glass* Solidex* Vita Zeta IPD TETA Sinfony* AEP (Kulzer) (Shofu) LC* 80 phr 80 phr (Espe) 80 phr (Vita) Dureza Vickers (MPa) Resistência a Compressão (MPa) ,5 228, , ,3 227, ,5 *FONTE: Folheto de divulgação do produto Solidex (Shofu Dental Corporation Kyoto Japão. Disponível em acesso em 27/10/08).

9 Conclusões De maneira resumida a compressão uniaxial das formulações sem carga com os endurecedores IPD, AEP e TETA mostram uma significante deformação após a tensão limite de escoamento. Sendo a resina curada com AEP a que manifestou uma maior deformação. A formulação DGEBA/AEP, que apresentou maior deformação, correspondeu o sistema com um menor valor no módulo de elasticidade. Em todas as formulações a adição do minério quartzito levou ao aumento linear tanto do módulo de elasticidade quanto da microdureza Vickers. Por tanto, a carga está melhorando o comportamento mecânico em compressão uniaxial das diferentes redes epoxídicas. Por outro lado a tensão de escoamento e a resistência à compressão das redes AEP e TETA aumentaram com o aumento da concentração de quartzo. Agradecimentos Os autores agradecem o apoio financiero do Plano Nacional de Ciência e Tecnología do Sector Petróleo e Gás Natural - CT-PETRO, por medio de CNPq (CT-PETRO/CNPq) Proceso No /02-8, e ao processo FAPEMIG ref. TEC 00242/07. Referências Bibliográficas 1. F. González Garcia; P.M. da SILVA; B.G.; J.Rieumont Polymer Testing 2007, 26, ASTM, especificação D1652. Método para determinação do conteúdo de epóxi em resinas epoxídicas, F. González Garcia; B.G. Soares; V.J.R.R. PITA; R. Sánchez; J. Rieumont Journal of Applied Polymer Science 2007, 106, 2047.

MATERIAL COMPÓSITO EPÓXI-AMINA PARA RESTAURAÇÃO DENTARIA. Av. BPS, 1303, Pinheirinho, CEP: , Itajubá-MG, Brasil

MATERIAL COMPÓSITO EPÓXI-AMINA PARA RESTAURAÇÃO DENTARIA. Av. BPS, 1303, Pinheirinho, CEP: , Itajubá-MG, Brasil MATERIAL COMPÓSITO EPÓXI-AMINA PARA RESTAURAÇÃO DENTARIA Filiberto González Garcia 1, Filipe Matusalém 1, Maria E Leyva 1, Alvaro A.A. de Queiroz 1, Olga Z. Higa 2 1 Instituto de Ciências Exatas, Universidade

Leia mais

Material compósito epóxi-amina para restauração dentária

Material compósito epóxi-amina para restauração dentária ISSN 1517-776 Revista Matéria, v. 14, n. 4, pp. 1154 1161, 29 http://www.materia.coppe.ufrj.br/sarra/artigos/artigo1171 Material compósito epóxi-amina para restauração dentária GARCIA I, F.G.; MATUSALÉM

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DA ADERÊNCIA DE DIFERENTES ADESIVOS EPOXÍDICOS. INFLUÊNCIA DO TRATAMENTO COM ÁGUA DESTILADA.

ESTUDO COMPARATIVO DA ADERÊNCIA DE DIFERENTES ADESIVOS EPOXÍDICOS. INFLUÊNCIA DO TRATAMENTO COM ÁGUA DESTILADA. ESTUDO COMPARATIVO DA ADERÊNCIA DE DIFERENTES ADESIVOS EPOXÍDICOS. INFLUÊNCIA DO TRATAMENTO COM ÁGUA DESTILADA. Filiberto González Garcia 1,2*, Maik A. Pires Lopes 2, Francisco C. Rodrigues Junior 2, Eduardo

Leia mais

REPARO DE DUTOS DANIFICADOS UTILIZANDO MATERIAIS COMPÓSITOS

REPARO DE DUTOS DANIFICADOS UTILIZANDO MATERIAIS COMPÓSITOS REPARO DE DUTOS DANIFICADOS UTILIZANDO MATERIAIS COMPÓSITOS Lizabeth Grace Castellares CENPES/PETROBRÁS Trabalho apresentado na 6 Conferência Sobre Tecnologia de Equipamentos, Salvador, agosto, 2002 As

Leia mais

INFLUÊNCIA DA ESTRUTURA QUÍMICA DO ENDURECEDOR NAS PROPRIEDADES MECÂNICAS E ADESIVAS DE REDES EPOXIDICAS

INFLUÊNCIA DA ESTRUTURA QUÍMICA DO ENDURECEDOR NAS PROPRIEDADES MECÂNICAS E ADESIVAS DE REDES EPOXIDICAS IFLUÊCIA DA ESTRUTURA QUÍMICA D EDURECEDR AS PRPRIEDADES MECÂICAS E ADESIVAS DE REDES EPXIDICAS Filiberto González Garcia, Maria E Leyva, Alvaro A.A. de Queiroz Laboratorio de Biomateriais, Instituto de

Leia mais

Foram realizados nos corpos de prova prismáticos com base no método A da norma ASTM

Foram realizados nos corpos de prova prismáticos com base no método A da norma ASTM 54 4.4.2 Ensaio de impacto Foram realizados nos corpos de prova prismáticos com base no método A da norma ASTM D 256-03 (método Izod), na temperatura de 28 C, em um equipamento de impacto por pêndulo conforme

Leia mais

Influence of Chemical Structure of Co-monomer on Thermomechanical and Durability of Adhesive Joints to the Action of the Water.

Influence of Chemical Structure of Co-monomer on Thermomechanical and Durability of Adhesive Joints to the Action of the Water. RTIGOTÉCNICOCIENTÍFICOInfluência da Estrutura Química do Co-Monômero nas Propriedades Termomecânicas e Durabilidade de Uniões Adesivas Submetidas à Ação da Água AFiliberto González Garcia, Maria E. Leyva,

Leia mais

Polímeros: Ciência e Tecnologia ISSN: Associação Brasileira de Polímeros Brasil

Polímeros: Ciência e Tecnologia ISSN: Associação Brasileira de Polímeros Brasil Polímeros: Ciência e Tecnologia ISSN: 0104-1428 abpol@abpol.org.br Associação Brasileira de Polímeros Brasil González Garcia, Filiberto; Leyva, Maria E.; de Queiroz, Alvaro A. A. Influência da Estrutura

Leia mais

2 Técnicas de Reforço com Materiais Compósitos em Estruturas de Concreto

2 Técnicas de Reforço com Materiais Compósitos em Estruturas de Concreto 2 Técnicas de Reforço com Materiais Compósitos em Estruturas de Concreto 2.1. Notas Iniciais Este capítulo trata de algumas propriedades dos materiais compósitos, as características físico-químicas da

Leia mais

CORRECÇÃO do 1º Teste de Ciência de Materiais COTAÇÕES. Cotaçãoo

CORRECÇÃO do 1º Teste de Ciência de Materiais COTAÇÕES. Cotaçãoo CORRECÇÃO do 1º Teste de Ciência de Materiais COTAÇÕES Pergunta Cotaçãoo 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 2. (a) 0,50 2. (b) 0,50 2. (c) 0,50 2. (d) 0,50 3. (a) 0,50 3. (b) 0,50 3. (c) 0,50 3. (d) 0,50 3. (e) 0,50

Leia mais

APLICAÇÃO DOS POLÍMEROS EM ODONTOLOGIA CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍMEROS REQUISITOS PARA UMA RESINA ODONTOLÓGICA. 1. Compatibilidade Biológicos:

APLICAÇÃO DOS POLÍMEROS EM ODONTOLOGIA CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍMEROS REQUISITOS PARA UMA RESINA ODONTOLÓGICA. 1. Compatibilidade Biológicos: APLICAÇÃO DOS POLÍMEROS EM ODONTOLOGIA Próteses totais Base, reembasadores, dentes artificiais. Materiais restauradores de cavidades Resinas compostas 2016-1 - Anusavice, Cap. 7 p. 136 Selantes Materiais

Leia mais

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À FADIGA DE COMPÓSITOS DE FIBRAS DE VIDRO/PPS.

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À FADIGA DE COMPÓSITOS DE FIBRAS DE VIDRO/PPS. AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À FADIGA DE COMPÓSITOS DE FIBRAS DE VIDRO/PPS. Maria C. M. Faria 1*, Edson C. Botelho 1, Maria O. Cioffi 1, Mirabel C. Rezende 2 1 Departamento de Materiais e Tecnologia, UNESP,

Leia mais

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE UM COMPÓSITO NATURAL DESENVOLVIDO COM FIBRA DE CARNAÚBA

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE UM COMPÓSITO NATURAL DESENVOLVIDO COM FIBRA DE CARNAÚBA ANÁLISE DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE UM COMPÓSITO NATURAL DESENVOLVIDO COM FIBRA DE CARNAÚBA M. H. de F. Fonseca, U. P. de Lucena Junior, R. O. C. Lima Universidade Federal Rural do Semi-Árido Rua José

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE ENGENHARIA, MODELAGEM E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE ENGENHARIA, MODELAGEM E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE ENGENHARIA, MODELAGEM E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS PARTE A ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO 2 1. INTRODUÇÃO Algumas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE ENGENHARIA, MODELAGEM E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO 2 1. INTRODUÇÃO Algumas das

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Aços para concreto armado

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Aços para concreto armado Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas Aços para concreto armado Notas de aula da disciplina AU414 - Estruturas IV Concreto armado Prof. Msc. Luiz Carlos

Leia mais

Análise das propriedades de compósitos poliméricos reforçados com fibra de vidro

Análise das propriedades de compósitos poliméricos reforçados com fibra de vidro Análise das propriedades de compósitos poliméricos reforçados com fibra de vidro Priscilla Rocha Vieira 1 Janine Vieira 2 Eliane Maria Lopes Carvalho 3 Resumo: A proposta deste artigo é apresentar o estudo

Leia mais

Para a preparação do PVC, original e reciclado, conforme descrito anteriormente, - Granuladora Dupla Rosca Paralela. - Pulverizador Turborotor G-90

Para a preparação do PVC, original e reciclado, conforme descrito anteriormente, - Granuladora Dupla Rosca Paralela. - Pulverizador Turborotor G-90 48 - Preparação dos materiais Para a preparação do PVC, original e reciclado, conforme descrito anteriormente, foram utilizados os seguintes equipamentos: - Granuladora Dupla Rosca Paralela - Pulverizador

Leia mais

RESOLUÇÃO. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior Técnico. Ciência de Materiais 1º Teste (21.Abril.2012)

RESOLUÇÃO. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior Técnico. Ciência de Materiais 1º Teste (21.Abril.2012) Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais 1º Teste (21.Abril.2012) RESOLUÇÃO Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 1. (d) 0,50 1. (e) 0,50 1. (f) 0,50

Leia mais

Os valores obtidos no ensaio de tração (Tabela 9 no Anexo II) para carga máxima,

Os valores obtidos no ensaio de tração (Tabela 9 no Anexo II) para carga máxima, 61 TABELA 8 Propriedades físicas e mecânicas das formulações Materiais Teor fibra (%) Alongamento na ruptura (%) Carga max. (Tração) (N) Tensão na Carga máxima (MPa) Módulo de Elasticidade (GPa) Impacto

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO METAL-MECÂNICO APÓS CONFORMAÇÃO A QUENTE

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO METAL-MECÂNICO APÓS CONFORMAÇÃO A QUENTE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO METAL-MECÂNICO APÓS CONFORMAÇÃO A QUENTE Autores : Lucas FERREIRA, Mario WOLFART Jr., Gianpaulo Alves MEDEIROS. Diego Rodolfo Simões de LIMA. Informações adicionais: (Bolsista

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE NANOCOMPÓSITOS PREPARADOS COM BLENDA DE POLIETILENO.

CARACTERIZAÇÃO DE NANOCOMPÓSITOS PREPARADOS COM BLENDA DE POLIETILENO. CARACTERIZAÇÃO DE NANOCOMPÓSITOS PREPARADOS COM BLENDA DE POLIETILENO. Camila M. O. Wolski 1, Jéssica K. Akishino 1, Mario S. Cabussu 2, Kleber F. Portella 1, Paulo C. Inone 1, Marilda Munaro 1 *. 1* -

Leia mais

Principais propriedades mecânicas

Principais propriedades mecânicas Principais propriedades mecânicas Resistência à tração Elasticidade Ductilidade Fluência Fadiga Dureza Tenacidade,... Cada uma dessas propriedades está associada à habilidade do material de resistir às

Leia mais

LAMINADOS COMPÓSITOS A BASE DE TECIDOS DE MECHAS HÍBRIDAS: INFLUÊNCIA DO TIPO DE RESINA.

LAMINADOS COMPÓSITOS A BASE DE TECIDOS DE MECHAS HÍBRIDAS: INFLUÊNCIA DO TIPO DE RESINA. LAMINADOS COMPÓSITOS A BASE DE TECIDOS DE MECHAS HÍBRIDAS: INFLUÊNCIA DO TIPO DE RESINA. T. G. Targino a ; E. P. C. Ferreira b ; R. S. Fontes a ; E. M. F. de Aquino a. a Programa de Pós-Graduação em Engenharia

Leia mais

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 CARACTERIZAÇÃO DA RESINA TERMOPLÁSTICA DE POLIPROPILENO UTILIZADA NA FABRICAÇÃO DE CADEIRAS PLÁSTICAS Parmentier Carvalho,

Leia mais

Propriedades Mecânicas Fundamentais. Prof. Paulo Marcondes, PhD. DEMEC / UFPR

Propriedades Mecânicas Fundamentais. Prof. Paulo Marcondes, PhD. DEMEC / UFPR Propriedades Mecânicas Fundamentais Prof. Paulo Marcondes, PhD. DEMEC / UFPR Aspectos gerais da conformação Deformação Plástica: Aspectos fenomenológicos Curva x Limite de escoamento; Limite de resistência;

Leia mais

Nome da Disciplina: Carga Horária: Período:

Nome da Disciplina: Carga Horária: Período: 1 FACULDADES INTEGRADAS DA Aprovadas pela Portaria SESu/MEC Nº 368/2008 de 19//2008 (DOU 20//2008) PLANO DE ENSINO CURSO DE ODONTOLOGIA (para alunos ingressantes a partir do 1º semestre letivo de 2006)

Leia mais

SÉRIE: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA

SÉRIE: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA SÉRIE: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA MOZAR MARTINS DE SOUZA MANUAL DE LIGAS FUNDIÇÃO E SOLDAGEM SÉRI E: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGI CA 2 ÍNDICE Manual técnico de ligas dentais O padrão Fabricação da

Leia mais

3 MATERIAIS E MÉTODOS

3 MATERIAIS E MÉTODOS 40 3 MATERIAIS E MÉTODOS 3.1 MATERIAL O material utilizado para realização dos ensaios necessários para suportar este trabalho foi o aço baixa liga 2.1/4Cr 1Mo temperado e revenido, conforme especificação

Leia mais

Histórico. Histórico. Conceito. Conceito. Requisitos. Requisitos. Composição. Composição. Indicação. Indicação. Tipos. Tipos. Histórico.

Histórico. Histórico. Conceito. Conceito. Requisitos. Requisitos. Composição. Composição. Indicação. Indicação. Tipos. Tipos. Histórico. Disciplina Titulo da aula Expositor Slides 34 Materiais Dentários I Revestimentos odontológicos Prof. Dr. Eclérion Chaves Duração Aproximadamente 1:30 Plano de aula Publicado em: http://usuarios.upf.br/~fo/disciplinas/materiais%20dentarios/materiais1.htm

Leia mais

Introdução ao estudo das Estruturas Metálicas

Introdução ao estudo das Estruturas Metálicas Introdução ao estudo das Estruturas Metálicas Processos de produção Propriedades físicas e mecânicas do aço estrutural FTC-116 Estruturas Metálicas Eng. Wagner Queiroz Silva UFAM Composição do aço O elemento

Leia mais

Resolução do 1º Teste de Ciência de Materiais. Lisboa, 27 de Abril de 2010 COTAÇÕES

Resolução do 1º Teste de Ciência de Materiais. Lisboa, 27 de Abril de 2010 COTAÇÕES Resolução do 1º Teste de Ciência de Materiais Lisboa, 27 de Abril de 2010 COTAÇÕES Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 1. (d) 0,50 2. (a) 0,50 2. (b) 0,50 2. (c) 0,50 2. (d) 0,50 2. (e)

Leia mais

Capítulo 4 MATERIAIS COMPÓSITOS

Capítulo 4 MATERIAIS COMPÓSITOS Capítulo 4 MATERIAIS COMPÓSITOS 1*. Um compósito unidireccional de fibras aramídias (Kevlar 49) numa matriz de policarbonato contém 45% em volume de fibras. A densidade das fibras aramídicas é 1,4 g/cm

Leia mais

Propriedades mecânicas dos materiais

Propriedades mecânicas dos materiais Propriedades mecânicas dos materiais Ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa propriedade é inerente

Leia mais

EFEITO DA RADIAÇÃO POR FEIXE DE ELÉTRONS SOBRE AS PROPRIEDADES MECANICAS DO POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE

EFEITO DA RADIAÇÃO POR FEIXE DE ELÉTRONS SOBRE AS PROPRIEDADES MECANICAS DO POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE 29 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 29 Rio de Janeiro,RJ, Brazil, September27 to October 2, 29 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-3-8 EFEITO DA RADIAÇÃO

Leia mais

A Tabela 2 apresenta a composição química do depósito do eletrodo puro fornecida pelo fabricante CONARCO. ELETRODO P S C Si Ni Cr Mo Mn

A Tabela 2 apresenta a composição química do depósito do eletrodo puro fornecida pelo fabricante CONARCO. ELETRODO P S C Si Ni Cr Mo Mn 3 Materiais e Procedimentos Experimentais 3.1 Materiais Utilizados Com o objetivo de se avaliar o efeito do Mn no comportamento do metal de solda depositado, foram produzidos experimentalmente pela CONARCO

Leia mais

DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE RESISTÊNCIA E RIGIDEZ DE TECIDOS UNIDIRECIONAIS DE FIBRA DE VIDRO E DE FIBRA DE CARBONO

DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE RESISTÊNCIA E RIGIDEZ DE TECIDOS UNIDIRECIONAIS DE FIBRA DE VIDRO E DE FIBRA DE CARBONO DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE RESISTÊNCIA E RIGIDEZ DE TECIDOS UNIDIRECIONAIS DE FIBRA DE VIDRO E DE FIBRA DE CARBONO J. Fiorelli, A.A. Dias Av. Trabalhador Sãocarlense, 400, Centro,São Carlos/SP,

Leia mais

Moagem Fina à Seco e Granulação vs. Moagem à Umido e Atomização na Preparação de Massas de Base Vermelha para Monoqueima Rápida de Pisos Vidrados

Moagem Fina à Seco e Granulação vs. Moagem à Umido e Atomização na Preparação de Massas de Base Vermelha para Monoqueima Rápida de Pisos Vidrados Moagem Fina à Seco e Granulação vs. Moagem à Umido e Atomização na Preparação de Massas de Base Vermelha para Monoqueima Rápida de Pisos Vidrados G. Nassetti e C. Palmonari Centro Cerâmico Italiano, Bologna,

Leia mais

ENSAIO DE TRAÇÃO EM-641

ENSAIO DE TRAÇÃO EM-641 ENSAIO DE TRAÇÃO DEFINIÇÃO: Aplicação de uma carga uniaxial de tração em um CP geralmente cilíndrico e maciço; Mede-se a variação comprimento como função da aplicação da carga ; Fornece dados quantitativos

Leia mais

Estudo da viabilidade de utilização de fibras naturais curtas em matrizes de resina epóxi

Estudo da viabilidade de utilização de fibras naturais curtas em matrizes de resina epóxi ISSN 1517-7076 Revista Matéria, v. 13, n. 4, pp. 605 610, 2008 http://www.materia.coppe.ufrj.br/sarra/artigos/artigo11021 Estudo da viabilidade de utilização de fibras naturais curtas em matrizes de resina

Leia mais

Propriedades Mecânicas de Metais, Cerâmicos e Polímeros

Propriedades Mecânicas de Metais, Cerâmicos e Polímeros Propriedades Mecânicas de Metais, Cerâmicos e Polímeros Ciência de Materiais - investiga a relação existente entre a estrutura e as propriedades dos materiais Engenharia de Materiais - concebe a estrutura

Leia mais

3- Materiais e Métodos

3- Materiais e Métodos 3- Materiais e Métodos 3.1. Caracterização do Material 3.1.1. Material Os materiais utilizados neste trabalho foram retirados de dois tubos de aço produzido pela Confab que atende a especificação API 5L

Leia mais

Ciência e Engenharia dos Materiais. Propriedades Mecânicas. Prof. C. Brunetti

Ciência e Engenharia dos Materiais. Propriedades Mecânicas. Prof. C. Brunetti Ciência e Engenharia dos Materiais Propriedades Mecânicas Prof. C. Brunetti Porque estudar? A determinação e/ou conhecimento das propriedades mecânicas é muito importante para a escolha do material para

Leia mais

Capítulo 3: Propriedades mecânicas dos materiais

Capítulo 3: Propriedades mecânicas dos materiais Capítulo 3: Propriedades mecânicas dos materiais O ensaio de tração e compressão A resistência de um material depende de sua capacidade de suportar uma carga sem deformação excessiva ou ruptura. Essa propriedade

Leia mais

7 RESULTADOS EXPERIMENTAIS

7 RESULTADOS EXPERIMENTAIS 7 RESULTADOS EXPERIMENTAIS No presente capítulo, é apresentada a aplicação efetiva da metodologia desenvolvida para medição de campos de deformações. Imagens coletadas durante ensaios de tração são analisadas,

Leia mais

COMPORTAMENTO MECÂNICO DOS POLÍMEROS 4

COMPORTAMENTO MECÂNICO DOS POLÍMEROS 4 COMPORTAMENTO MECÂNICO DOS POLÍMEROS 4 Propriedades Mecânicas de Materiais Poliméricos Dois tipos principais de interesse para Engenharia. Velocidades de teste de média a baixa Impacto: altas velocidades

Leia mais

1º TESTE DE TECNOLOGIA MECÂNICA I Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial I. INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS DE FABRICO

1º TESTE DE TECNOLOGIA MECÂNICA I Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial I. INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS DE FABRICO 1º TESTE DE TECNOLOGIA MECÂNICA I Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial 9 de Novembro de 2005 I. INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS DE FABRICO 1. A designação fundição em areia verde está associada ao facto

Leia mais

Conteúdo de metal nobre < 25% (ouro, Tabela 2 Classificação das ligas para fundição odontológica em função da nobreza e indicação clínica

Conteúdo de metal nobre < 25% (ouro, Tabela 2 Classificação das ligas para fundição odontológica em função da nobreza e indicação clínica 1. Ligas de ouro tradicionais ou clássicas As ligas de ouro tradicionais já estavam bem estudadas até o início da década de 30. Elas foram classificadas em 4 tipos em função da dureza, que por sua vez

Leia mais

Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013

Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013 Resistência dos Materiais APOSTILA Versão 2013 Prof. Peterson Jaeger Conteúdo 1. Propriedades mecânicas dos materiais 2. Deformação 3. Concentração de tensões de tração 4. Torção 1 A resistência de um

Leia mais

OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE COMPÓSITOS DE RESINA POLIÉSTER INSATURADA E FIBRAS DE BANANEIRA

OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE COMPÓSITOS DE RESINA POLIÉSTER INSATURADA E FIBRAS DE BANANEIRA OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE COMPÓSITOS DE RESINA POLIÉSTER INSATURADA E FIBRAS DE BANANEIRA Katiusca Wessler* 1, Carina Fogagnolo 2, Marli T. Everling 3, João Chagas Sobral 4, Heloisa P. Bernardo 5 Ana

Leia mais

CONCEITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho

CONCEITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho CONCEITOS Materiais e Processos de Produção ESTRUTURA DA MATÉRIA ÁTOMOS PRÓTONS NÊUTRONS ELÉTRONS MOLÉCULAS ESTADOS DA MATÉRIA TIPO DE LIGAÇÃO ESTRUTURA (ARRANJO) IÔNICA COVALENTE METÁLICA CRISTALINO AMORFO

Leia mais

Introdução Conceitos Gerais. Profa. Daniela Becker

Introdução Conceitos Gerais. Profa. Daniela Becker Introdução Conceitos Gerais Profa. Daniela Becker O que são materiais? materiais são substâncias com propriedades que as tornam úteis na construção de máquinas, estruturas, dispositivos e produtos. Em

Leia mais

Avaliação da resistência a flexão de resinas compostas para restaurações indiretas

Avaliação da resistência a flexão de resinas compostas para restaurações indiretas Avaliação da resistência a flexão de resinas compostas para restaurações indiretas GIOVANI DE OLIVEIRA CORRÊA (UNINGÁ) 1 EDWIN FERNANDO RUIZ CONTRERAS (UNINGÁ) 1 RESUMO A flexão máxima de um material pode

Leia mais

BT 0017 BOLETIM TÉCNICO RESINA MC 153 NF BLUE_ ENDURECEDOR W 57.01

BT 0017 BOLETIM TÉCNICO RESINA MC 153 NF BLUE_ ENDURECEDOR W 57.01 BT 0017 BOLETIM TÉCNICO RESINA MC 153 NF BLUE_ ENDURECEDOR W 57.01 Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina MC 153 NF Blue_Endurecedor W 57.01 Resina epóxi

Leia mais

CERÂMICAS ODONTOLÓGICAS

CERÂMICAS ODONTOLÓGICAS CERÂMICAS ODONTOLÓGICAS 1 CERÂMICAS ODONTOLÓGICAS: Introdução Classificação (tipos de cerâmicas) Resumo das propriedades gerais MICROESTRUTURA Tipo de Cerâmica PROCESSAMENTO USO CLÍNICO 2 Definição Cerâmicas:

Leia mais

MÓDULO 2: Propriedades mecânicas dos metais. Deformação elástica, Deformação plástica

MÓDULO 2: Propriedades mecânicas dos metais. Deformação elástica, Deformação plástica MÓDULO 2: Propriedades mecânicas dos metais. Deformação elástica, Deformação plástica Propriedades mecânicas dos metais Muitos materiais, quando em serviço, são submetidos a forças ou cargas. O comportamento

Leia mais

Teste de tração - compressão

Teste de tração - compressão PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS Prof. Renata Machado Soares - REMA I Teste de tração - compressão Resistência capacidade de suportar carga sem deformação excessiva ou ruptura; A partir de um ensaio

Leia mais

COMPORTAMENTO MECÂNICO DOS MATERIAIS

COMPORTAMENTO MECÂNICO DOS MATERIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) BC-1105: MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES COMPORTAMENTO MECÂNICO DOS MATERIAIS Propriedades Mecânicas dos Materiais

Leia mais

Painel Espumas Flexíveis. Novo Sistema para Produção de Espumas Viscoelásticas Moldadas

Painel Espumas Flexíveis. Novo Sistema para Produção de Espumas Viscoelásticas Moldadas Painel Espumas Flexíveis Novo Sistema para Produção de Espumas Viscoelásticas Moldadas Agenda Viscoelasticidade Histórico e Definições Como obter o efeito Viscoelástico Tipos de Espumas Viscoelásticas

Leia mais

ENSAIO DE IMPACTO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE GUARATINGUETÁ DEPARTAMENTO DE MATERIAIS E TECNOLOGIA

ENSAIO DE IMPACTO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE GUARATINGUETÁ DEPARTAMENTO DE MATERIAIS E TECNOLOGIA ENSAIO DE IMPACTO Ana Carolina Rosifini Alves Claro carolina.rosifini@hotmail.com Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, Departamento de Materiais e Tecnologia Turma 341 Resumo: O ensaio de impacto,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALDO DO DISTRITO FEDERAL

CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALDO DO DISTRITO FEDERAL 7. Propriedades Mecânicas dos Materiais As propriedades mecânicas de um material devem ser conhecidas para que os engenheiros possam relacionar a deformação medida no material com a tensão associada a

Leia mais

PROPRIEDADES MECÂNICAS DE

PROPRIEDADES MECÂNICAS DE DE MATERIAIS METÁLICOS CONCEITO DE TENSÃO E DEFORMAÇÃO Formas de aplicação de carga: 2 1 COMPORTAMENTO ELÁSTICO E PLÁSTICO 3 COMPORTAMENTO ELÁSTICO E PLÁSTICO 4 2 COMPORTAMENTO ELÁSTICO 5 COMPORTAMENTO

Leia mais

PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS

PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS Professor: Anael Krelling 1 2 3 ENSAIO DE TRAÇÃO PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS 4 5 σ σ max σ rup σ esc ε 6 Força Área inicial da seção transversal Kgf/mm 2 N/mm

Leia mais

Polímeros: Ciência e Tecnologia ISSN: Associação Brasileira de Polímeros Brasil

Polímeros: Ciência e Tecnologia ISSN: Associação Brasileira de Polímeros Brasil Polímeros: Ciência e Tecnologia ISSN: 0104-1428 abpol@abpol.org.br Associação Brasileira de Polímeros Brasil González-Garcia, Filiberto; Miguez, Eduardo; Soares, Bluma G. Caracterização do sistema éter

Leia mais

Revestimentos Odontológicos

Revestimentos Odontológicos Revestimentos Odontológicos HISTÓRICO: ± 500 AC Roma - Coroas e pontes em ouro. Séc.. 11 Theophilus - Técnica da cera perdida. 1907 - W. H. Taggart - Máquina de fundição utilizando a técnica da cera perdida.

Leia mais

21º CBECIMAT - Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais 09 a 13 de Novembro de 2014, Cuiabá, MT, Brasil

21º CBECIMAT - Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais 09 a 13 de Novembro de 2014, Cuiabá, MT, Brasil SÍNTESE E CARACTERIZAÇÃO DE COMPÓSITOS DE MATRIZ METÁLICA DA LIGA AA2124 COM REFORÇO PARTICULADO DE NITRETO DE SILÍCIO ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE METALURGIA DO PÓ O. O. Araujo Filho - Av. Arquitetura S/N Cidade

Leia mais

Dureza Vickers. Vários pesquisadores tentaram encontrar uma solução para superar essas dificuldades.

Dureza Vickers. Vários pesquisadores tentaram encontrar uma solução para superar essas dificuldades. A UU L AL A Dureza Vickers Na aula anterior, você ficou sabendo que o ensaio de dureza Rockwell representou um avanço em relação ao ensaio Brinell, já que possibilitou avaliar a dureza de vários metais,

Leia mais

COMPORTAMENTO MECÂNICO DO CONCRETO AUTO ADENSÁVEL REFORÇADO COM FIBRAS DE AÇO, POLIPROPILENO E HÍBRIDAS

COMPORTAMENTO MECÂNICO DO CONCRETO AUTO ADENSÁVEL REFORÇADO COM FIBRAS DE AÇO, POLIPROPILENO E HÍBRIDAS COMPORTAMENTO MECÂNICO DO CONCRETO AUTO ADENSÁVEL REFORÇADO COM FIBRAS DE AÇO, POLIPROPILENO E HÍBRIDAS Aluno: Vitor Moreira de Alencar Monteiro Orientador: Flávio de Andrade Silva Introdução O concreto,

Leia mais

Ensaio de compressão

Ensaio de compressão A UU L AL A Ensaio de compressão Podemos observar o esforço de compressão na construção mecânica, principalmente em estruturas e em equipamentos como suportes, bases de máquinas, barramentos etc. Às vezes,

Leia mais

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FIBRAS DE AÇO NA TENACIDADE DO CONCRETO CONVENCIONAL E DO CONCRETO COM AGREGADOS RECICLADOS DE ENTULHO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FIBRAS DE AÇO NA TENACIDADE DO CONCRETO CONVENCIONAL E DO CONCRETO COM AGREGADOS RECICLADOS DE ENTULHO INFLUÊNCIA DO TEOR DE FIBRAS DE AÇO NA TENACIDADE DO CONCRETO CONVENCIONAL E DO CONCRETO COM AGREGADOS RECICLADOS DE ENTULHO Ivie Ferrari Della Pietra (1); Antonio D. de Figueiredo (2); Tulio N. Bittencourt

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DE COMPÓSITOS POLIMÉRICOS BOBINADOS EM DIVERSAS ORIENTAÇÕES DO REFORÇO

CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DE COMPÓSITOS POLIMÉRICOS BOBINADOS EM DIVERSAS ORIENTAÇÕES DO REFORÇO CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DE COMPÓSITOS POLIMÉRICOS BOBINADOS EM DIVERSAS ORIENTAÇÕES DO REFORÇO Eduardo da Silva Leitão 1, Gerson Marinucci 2, Osni de Carvalho 1, Arnaldo H.P. de Andrade 2 1-Centro Tecnológico

Leia mais

Profa. Márcia A. Silva Spinacé

Profa. Márcia A. Silva Spinacé 1º Quadrimestre 2017 Profa. Márcia A. Silva Spinacé AULA 05 Introdução à formulação Componentes de uma formulação Cargas Diferentes tipos de Aditivos e suas características Discussão sobre um tipo específico

Leia mais

MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIO HIDRÁULICA

MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIO HIDRÁULICA Biopdi Equipamentos para ensaio de materiais Descrição MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIO HIDRÁULICA 20kN VERSÃO DIDÁTICA São Carlos 2017 :: MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIO HIDRÁUILICA 20kN - VERSÃO DIDÁTICA Figura

Leia mais

BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH

BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH 2000 Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina HEC 010_Endurecedor HEH 2000 Resina epóxi para laminação

Leia mais

Ensaios e propriedades Mecânicas em Materiais

Ensaios e propriedades Mecânicas em Materiais FACULDADE SUDOESTE PAULISTA Ciência e Tecnologia de Materiais Prof. Ms. Patrícia Corrêa Ensaios e propriedades Mecânicas em Materiais Ensaios Mecânicos Os ensaios mecânicos consistem num conjunto de procedimentos

Leia mais

Estudo teórico-experimental sobre a estabilidade estrutural de painéis de cisalhamento ( Shear Wall ) do sistema construtivo Light Steel Framing

Estudo teórico-experimental sobre a estabilidade estrutural de painéis de cisalhamento ( Shear Wall ) do sistema construtivo Light Steel Framing Estudo teórico-experimental sobre a estabilidade estrutural de painéis de cisalhamento ( Shear Wall ) do sistema construtivo Light Steel Framing Arq. Sabrina Moreira Villela Prof. Dr. Francisco Carlos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA AO IMPACTO DE COMPÓSITOS DE FIBRAS CONTÍNUAS/EPÓXI COM APLICAÇÕES AEROESPACIAIS

AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA AO IMPACTO DE COMPÓSITOS DE FIBRAS CONTÍNUAS/EPÓXI COM APLICAÇÕES AEROESPACIAIS AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA AO IMPACTO DE COMPÓSITOS DE FIBRAS CONTÍNUAS/EPÓXI COM APLICAÇÕES AEROESPACIAIS Rogério Almeida Silva 1,2 ; Edson Cocchieri Botelho 3* ; Mirabel Cerqueira Rezende 4 1 Depto de

Leia mais

3URFHGLPHQWR([SHULPHQWDO

3URFHGLPHQWR([SHULPHQWDO 3URFHGLPHQWR([SHULPHQWDO /LJD(VWXGDGD A liga estudada neste trabalho foi produzida pela firma francesa Pechiney Recherche na forma de placas laminadas de dimensões 270 mm de comprimento por 210 mm de largura

Leia mais

Restaurações Indiretas em Resina Compost

Restaurações Indiretas em Resina Compost Restaurações Indiretas em Resina Compost Resinas compostas» Diretas / Indiretas» Indiretas Cerâmicas Universidade de São Paulo» Aplicada» Injetada Prof. Dr Carlos» CAD/CAM Depto. de Biomateriais e Biologia

Leia mais

Influência da Densidade do Núcleo na Rigidez do Painel Sandwich

Influência da Densidade do Núcleo na Rigidez do Painel Sandwich vitor_dacol@yahoo.com.br http://lattes.cnpq.br/1496884292345007 MBA em Projeto, Execução e Controle de Estruturas e Fundações Instituto de Pós-Graduação - IPOG Florianópolis, SC, 31 de Julho de 2014 Resumo

Leia mais

Compósitos de Poliuretanos para a produção de peças para a Indústria Automobilística. Kleber Bolssonaro Peres

Compósitos de Poliuretanos para a produção de peças para a Indústria Automobilística. Kleber Bolssonaro Peres Compósitos de Poliuretanos para a produção de peças para a Indústria Automobilística Kleber Bolssonaro Peres Feipur 11/10/2010 Índice Sobre a Bayer MaterialScience Compósitos - Baydur -Baypreg - Multitec

Leia mais

2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS

2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS 2 o CONGRESSO BRASILEIRO DE P&D EM PETRÓLEO & GÁS COMPORTAMENTO DE MATERIAIS COMPÓSITOS USADOS NO REPARO DE DUTOS EM AMBIENTES AGRESSIVOS Fabiano Luiz dos Santos Barcellos 1, Fernando Luiz Bastian 2, Roberto

Leia mais

Universidade Estadual de Ponta Grossa PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIVISÃO DE ENSINO

Universidade Estadual de Ponta Grossa PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIVISÃO DE ENSINO Universidade Estadual de Ponta Grossa PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIVISÃO DE ENSINO PROGRAMA DE DISCIPLINA SETOR: Ciências Agrárias e de Tecnologia DEPARTAMENTO: Engenharia de Materiais DISCIPLINA: Ciência

Leia mais

MASTERPOL ADESIVOS. Josué Garcia Quini

MASTERPOL ADESIVOS. Josué Garcia Quini MASTERPOL ADESIVOS Josué Garcia Quini Aplicação de Adesivos Estruturais em Compósitos Polímeros termofixos ou elastoméricos formados pela reação química de dois componentes que apresentam elevadas propriedades

Leia mais

2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato.

2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato. Lista de Exercícios Materiais Cerâmicos 1. Num vidro, a deformação pode ocorrer por meio de um escoamento isotrópico viscoso se a temperatura for suficientemente elevada. Grupos de átomos, como por exemplo

Leia mais

ESTUDO DO PROCESSO DE LAMINAÇÃO DE FIOS DE COBRE: INFLUÊNCIA DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS E DA TEMPERATURA DE PROCESSAMENTO

ESTUDO DO PROCESSO DE LAMINAÇÃO DE FIOS DE COBRE: INFLUÊNCIA DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS E DA TEMPERATURA DE PROCESSAMENTO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS - PGCEM RODRIGO

Leia mais

Resinas Crestapol. Tecnologia de Resinas Uretano Metacrílicas de Alto Desempenho Felipe Rengifo Uribe Coordenador Marketing Técnico

Resinas Crestapol. Tecnologia de Resinas Uretano Metacrílicas de Alto Desempenho Felipe Rengifo Uribe Coordenador Marketing Técnico Resinas Crestapol Tecnologia de Resinas Uretano Metacrílicas de Alto Desempenho Felipe Rengifo Uribe Coordenador Marketing Técnico Scott Bader Company Empresa totalmente independente, sem acionistas externos

Leia mais

Dependendo da habilidade do material em deformar plasticamente antes da fratura, dois tipos de fratura pode ocorrer: Dúctil Frágil.

Dependendo da habilidade do material em deformar plasticamente antes da fratura, dois tipos de fratura pode ocorrer: Dúctil Frágil. Fratura Separação do material devido a tensão aplicada, numa temperatura abaixo do ponto de fusão. Passos da fratura: Formação da trinca Propagação da trinca Dependendo da habilidade do material em deformar

Leia mais

TIPOS DE ATIVAÇÃO: Ativação térmica ( R. A. A. T. ) Ativação química ( R. A. A. Q. ) Ativação por luz visível. Polimetacrilato de metila

TIPOS DE ATIVAÇÃO: Ativação térmica ( R. A. A. T. ) Ativação química ( R. A. A. Q. ) Ativação por luz visível. Polimetacrilato de metila Disciplina Materiais Dentários II Ano-semestre 2016-1 Titulo da aula Expositor Resinas Acrílicas Prof. Dr. Eclérion Chaves Slides 46 Duração Aproximadamente 1:50 Texto base Plano de aula Anusavice Phillips

Leia mais

Roteiro de Aula de Ceras para Restaurações Fundidas

Roteiro de Aula de Ceras para Restaurações Fundidas Roteiro de Aula de Ceras para Restaurações Fundidas DEFINIÇÃO TIPOS DE CERA PARA FUNDIÇÃO COMPOSIÇÃO PROPRIEDADES ESCOAMENTO PROPRIEDADES TÉRMICAS DISTORÇÃO MANIPULAÇÃO OUTRAS CERAS ODONTOLÓGICAS CERAS

Leia mais

STUDY OF THE ENVIRONMENTAL EFFECTS ON THE COMPRESSION STRENGTH OF CARBON, ARAMIDE AND GLASS FIBER WITH EPOXY RESIN

STUDY OF THE ENVIRONMENTAL EFFECTS ON THE COMPRESSION STRENGTH OF CARBON, ARAMIDE AND GLASS FIBER WITH EPOXY RESIN ESTUDO DO EFEITO DO CONDICIONAMENTO AMBIENTAL SOBRE A RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DOS COMPÓSITOS DE FIBRA DE CARBONO, DE ARAMIDA E DE VIDRO IMPREGNADOS COM RESINA EPÓXI José A. P. Cunha 1, Michelle L. Costa

Leia mais

INFLUÊNCIA NAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE COMPÓSITOS DE POLIPROPILENO VIRGEM/RECICLADO COM DIFERENTES TIPOS DE CARGAS REFORÇANTES

INFLUÊNCIA NAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE COMPÓSITOS DE POLIPROPILENO VIRGEM/RECICLADO COM DIFERENTES TIPOS DE CARGAS REFORÇANTES INFLUÊNCIA NAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE COMPÓSITOS DE POLIPROPILENO VIRGEM/RECICLADO COM DIFERENTES TIPOS DE CARGAS REFORÇANTES Lidiane C. Costa 1 *, Alessandra L. Marinelli 1, Rubens E. dos Santos 1,

Leia mais

Universidade de Lisboa

Universidade de Lisboa Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais Repescagem 1º Teste (02. Julho.2014 COTAÇÕES Pergunta Cotação 1. (a 0,50 1. (b 0,50 1. (c 0,50 1. (d 0,50 1. (e 0,50 1. (f 0,50 1.

Leia mais

Ensaios Mecânicos dos Materiais

Ensaios Mecânicos dos Materiais Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de São Carlos Departamento de Engenharia de Materiais Ensaios Mecânicos dos Materiais Engenharia e Ciência dos Materiais I Prof. Dr. Cassius O. F. T. Ruckert

Leia mais

AULA 4 Materiais de Construção II

AULA 4 Materiais de Construção II AULA 4 Materiais de Construção II Introdução Para a construção, as propriedades que interessam considerar aos metais são várias, concretamente, a aparência, densidade, dilatação e condutibilidade térmica,

Leia mais

Laminação manual ( hand-lay-up) Filament Winding RTM Etc.

Laminação manual ( hand-lay-up) Filament Winding RTM Etc. Advanced Materials DCE- Design & Composites Engineering REN LAM Resina epóxi, de baixa viscosidade, de cura a temperatura ambiente e a calor, utilizada para a fabricação de Compósites, seje ele laminado

Leia mais

Diagrama Tensão Deformação 0,0000 0,0005 0,0010 0,0015 0,0020 0,0025

Diagrama Tensão Deformação 0,0000 0,0005 0,0010 0,0015 0,0020 0,0025 . Os dados de um teste tensão-deformação de uma cerâmica são fornecidos na tabela. A curva é linear entre a origem e o primeiro ponto. Construir o diagrama e determinar o módulo de elasticidade e o módulo

Leia mais

Introdução à ciência e engenharia dos materiais e classificação dos materiais. Profa. Daniela Becker

Introdução à ciência e engenharia dos materiais e classificação dos materiais. Profa. Daniela Becker Introdução à ciência e engenharia dos materiais e classificação dos materiais Profa. Daniela Becker Referências Callister Jr., W. D. Ciência e engenharia de materiais: Uma introdução. LTC, cap 1, 5ed.,

Leia mais

MÉTODO NUMÉRICO PARA A DETERMINAÇÃO DO MÓDULO DE TENACIDADE DE MATERIAIS A PARTIR DE ENSAIOS DE TRAÇÃO

MÉTODO NUMÉRICO PARA A DETERMINAÇÃO DO MÓDULO DE TENACIDADE DE MATERIAIS A PARTIR DE ENSAIOS DE TRAÇÃO MÉTODO NUMÉRICO PARA A DETERMINAÇÃO DO MÓDULO DE TENACIDADE DE MATERIAIS A PARTIR DE ENSAIOS DE TRAÇÃO Autores: Pedro Henrique Gwiggner SERIGHELLI 1, Cristiano José TURRA 2, David Roza JOSÉ 3. 1 Graduando

Leia mais

Cerâmicas Odontológicas

Cerâmicas Odontológicas UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ODONTOLOGIA DEPARTAMENTO DE BIOMATERIAIS E BIOLOGIA ORAL Disciplina ODB401 - Materiais para uso indireto Roteiro de estudos (24/04/13) Prof. Paulo Francisco Cesar

Leia mais