PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE DIREITO - ITABIRITO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE DIREITO - ITABIRITO"

Transcrição

1 PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE DIREITO - ITABIRITO N D A Ç Ã O U F U P A C F

2 Sumário 1 - A Instituição Identificação Mantenedora: Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC CNPJ: / Rua Piauí, nº 69 sala a 1104 Bairro Santa Efigênia. CEP: Belo Horizonte/MG Natureza Jurídica: privada, sem fins lucrativos Mantida: Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito Endereço: Rua Matozinhos, n. 293, Bairro Matozinhos, Itabirito - MG Telefone: (31) Fax: (31) Atos Legais Registrada sob o n.º , livro A, no registro 09,do Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas de Belo Horizonte/MG. Direção da Mantenedora Presidente: Prof. Bonifácio José Tamm de Andrada - Presidente Prof. Lauro Lopes Pinheiro - Vice-Presidente Prof. Lafayette Luiz Doorgal de Andrada - Diretor Coordenador Estrutura Administrativa e Acadêmica da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito Diretor Acadêmico Pedagógico: Henrique Guimarães Malheiros Coordenador do Curso: José Carlos Henriques Secretária Geral: Patrícia Almeida Rodrigues Baião Bibliotecária: Dirlhê Maria Lima Histórico da Instituição - 2 -

3 Breve história da FUPAC o início em Barbacena As tradições culturais de Barbacena surgiram no século XIX, quando foi criado na cidade, em 1881, o célebre Colégio Abílio, do Barão de Macaúbas, cujas instituições educacionais, existentes no Rio de Janeiro e em Salvador (BA), eram as mais afamadas do Império. Na década de 1910, o Ginásio Mineiro de Barbacena era uma das mais importantes entidades escolares do Brasil. Poucos anos depois foi criado, na cidade, o Colégio Militar, um dos três únicos do País. Também é dessa época o Aprendizado Agrícola (hoje Escola Agrotécnica Federal), um dos primeiros implantados no território brasileiro. O presidente Antônio Carlos, barbacenense ilustre, que criou a Universidade de Minas Gerais, em 1928 a primeira do Brasil, foi o reformador do ensino no seu Estado, com evidentes repercussões em todo o País, quando governava os mineiros. Essa tradição despertou nos meios educacionais da cidade de Barbacena a esperança da criação de escolas superiores. Em 1963, o Deputado Bonifácio de Andrada, por meio de um projeto de lei, criou a Fundação Universitária da Mantiqueira na sua terra natal, a qual, por iniciativa do Deputado Hilo Andrade passou a denominar-se Fundação "Presidente Antônio Carlos". Em 1965, quando o Deputado Bonifácio de Andrada assumiu a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, transformou em realidade o seu projeto de lei. Surgiu assim a FUPAC que se dedicaria à criação de instituições do ensino superior, inclusive em outros municípios, além de Barbacena. Em 1966, data do início das atividades da FUPAC, foram criadas as Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras e a Faculdade de Ciências Econômicas. Em seguida, surgiram as Faculdades de Direito e Medicina, esta última, passou a partir de 1970 a pertencer à Fundação José Bonifácio Lafayette de Andrada FUNJOB. Posteriormente, as Faculdades existentes foram reunidas, dando origem a Universidade Presidente Antônio Carlos UNIPAC, autorizada pelo MEC como Universidade pela Portaria nº 366, de 12 de março de 1997, e credenciada pelo Decreto do Governo do Estado nº 40320, de 29/12/1998, com sede em Barbacena e estabelecimentos em 6 campi: Barbacena, Ubá, Ipatinga, Visconde do Rio Branco, Leopoldina e Juiz de Fora. Criaram-se, a partir de 2001, os campi de Bom Despacho, Conselheiro Lafaiete e Araguari. Hoje a FUPAC mantém a Universidade Presidente Antônio Carlos e um conjunto de 50 Faculdades que formam a União de Instituições Presidente Antônio Carlos - UNIPAC, nas quais - 3 -

4 funcionam diversos cursos superiores, a saber: Administração, Biblioteconomia, Biotecnologia, Ciências Biológicas, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Computação/ Licenciatura, Comunicação Social, Direito, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Geografia, História, Letras, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Pedagogia, Serviço Social, Sistemas de Informação, Tecnologia em Processamento de Dados, Turismo, entre outros Breve história da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito A Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito é mantida pela Fundação Presidente Antônio Carlos (FUPAC), entidade sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade de Belo Horizonte MG. A Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito é resultado da unificação da Faculdade de Ciências Jurídicas de Itabirito e da Faculdade de Ciências da Saúde de Itabirito. No primeiro semestre de 2008, através do Decreto de 13 de fevereiro de 2008, do Governo do Estado de Minas Gerais, credenciou-se a Faculdade de Ciências Jurídicas de Itabirito e autorizouse o funcionamento do Curso de Direito. Encontram-se em funcionamento seis turmas de bacharelado em Direito, a saber: cinco no turno da noite, 1 o, 2 o, 3 o, 4 o, e 5 o períodos; e uma no turno da manhã, 5 o período. Em fevereiro de 2.006, autorizada com base nas Leis Estaduais n os /02 e /04, e por meio de convênio com o Município de Itabirito, foi criada a Faculdade de Ciências da Saúde de Itabirito. Inicialmente instalou-se o curso superior de Farmácia, e no segundo semestre daquele mesmo ano, o curso de Enfermagem. Hoje os cursos citados nos dois parágrafos anteriores acham-se reunidos na Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito. A Faculdade Presidente Antônio Carlos vem desenvolvendo um trabalho junto à comunidade, em parceria com a Faculdade de Administração de Itabirito, esta mantida pela Fundação José Bonifácio Lafayette de Andrada, e a Faculdade de Ciências Contábeis de Itabirito, mantida pela Associação de Ensino Superior dos Inconfidentes, todas vinculadas ao Sistema Federal de Ensino com o objetivo de formar profissionais éticos e competentes para atuar na comunidade e de garantir o ensino, a cultura e o saber universitário em seus cursos. Nesses últimos anos, essas três instituições uniram esforços para desenvolver um programa de intervenção junto à Casa de Repouso Santa Luiza de Marillac de Itabirito, conforme descrito abaixo: - 4 -

5 De forma interdisciplinar, com a participação determinante dos alunos e professores, são promovidas ações de intervenção direta nas áreas administrativas, jurídicas e contábeis; passando também por atividades de lazer e socialização dos acolhidos; atendimento especializado nas áreas de enfermagem e farmácia, prestando apoio, treinamentos e consultorias, supervisionadas pelos docentes, junto à equipe de saúde da Casa de Repouso. Em paralelo a estas medidas, de forma integrada, desenvolvem-se projetos que visam à sustentabilidade e autonomia da referida instituição. Uma nova fase que se vislumbra para a Faculdade, com o progresso dos alunos do curso de Direito, é o atendimento, a partir dos próximos anos, das demandas sócio-legais da comunidade, através do Núcleo de Práticas Jurídicas. O curso conta, no primeiro semestre do ano de 2010, com sete professores mestres e cinco professores especialistas. No gráfico abaixo, demonstramos o quadro docente, por titulação Características sócio-econômicas regionais A FUPAC se situa em uma das mais vigorosas regiões brasileiras região Sudeste. O Estado de Minas Gerais, um dos maiores e mais importantes Estados brasileiros, tem características singulares, pelo seu potencial econômico, pelas suas tradições, pela cultura regional, por sua importância política, pela sua estrutura educacional e, sobretudo, por sua gente. A inserção de Minas Gerais na região Sudeste do País, com extensas linhas fronteiriças com outros Estados líderes que têm alavancado o processo de desenvolvimento nacional, confere ao - 5 -

6 Estado a responsabilidade de buscar seu crescimento e afirmar seus valores, preparando seus quadros e instituições para as novas matrizes do desenvolvimento mundial. A FUPAC procurou distribuir geograficamente suas instituições de ensino superior de forma estratégica, para contribuir com o desenvolvimento do Estado. O Estado de Minas Gerais tem um número expressivo de municípios (853), com os quais distribui as responsabilidades sócio-econômico-político-administrativas. Seu Produto Interno Bruto corresponde a 10% do PIB nacional. Per capita, o PIB mineiro equivale à média nacional. O Estado é responsável, atualmente, por mais de 12 % das exportações do Brasil. Divide-se entre os setores agropecuário (24%), comércio de mercadorias (13%), indústria de transformação (12%), prestação de serviços (19%), atividades sociais (10%), construção civil (7%), entre os mais significativos. A população economicamente ativa de Minas Gerais corresponde a 10% do total do País, com expectativa de vida ao nascer de 74 anos para as mulheres, 67 anos para os homens e taxa de mortalidade infantil de 26 para mil nascidos vivos. Cerca de 30% da população mineira tem menos de 24 anos de idade, o que evidencia o potencial de demanda por Educação nos próximos anos, sobretudo se se considerar que a região Sudeste tem grau de urbanização de mais de 90% (em Minas Gerais é de cerca de 82%, crescendo na região metropolitana para mais de 92%). A região de inserção da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito Nos últimos anos do séc. XVII, o bandeirante Manoel Garcia descobriu ouro nas vertentes dos córregos Tripuí e Passa Dez, nos sopés do pico do Itacolomi. Logo a notícia se espalhou e surgiram outras expedições em busca de novas lavras. Assim surgiram as minas de Santa Bárbara e de Cata Branca dos Arêdes, originando-se, desta última, a Itabirito de hoje, no sopé do grande pico de minério de ferro de mesmo nome. Ao redor da mina de Cata Branca dos Arêdes se desenvolveu um povoado onde foi construída uma capela em honra de São Sebastião. Em 1745, é criada a freguesia, com o nome de Itabira do Campo, que, em 1752 é elevada a distrito. Aos poucos, o ouro torna-se escasso e, em 1884, engenheiros da estrada de ferro Dom Pedro II, juntamente com metalurgistas estrangeiros que pretendiam se fixar naquelas paragens, formam a Usina Esperança (empresa pioneira da siderurgia brasileira, cuja história se confunde com a vida e o desenvolvimento de Itabirito). O novo município é formado em 07 de setembro de 1923, com o território desmembrado de Ouro Preto, recebendo o nome de Itabirito - denominação dada por Von Eschewege a um minério de ferro típico da região

7 Distante de Belo Horizonte 55 Km, Itabirito dispõe de excelente infra-estrutura urbana. A siderurgia e a metalurgia, além da extração de minério de ferro, quartzito e caulim, são as principais atividades econômicas locais. Atualmente o Município desenvolve-se buscando a melhoria da educação de seu povo e o equilíbrio entre as necessidades do presente e a valorização do seu patrimônio cultural. O município conta com habitantes. Com 1852 metros de altitude, o Pico Itabirito constitui-se em lugar atrativo para os turistas. A Mina Cata Branca, soterrada em 1884, é considerada uma das grandes reservas auríferas do País; o Balneário Água Limpa, com praias e cascatas artificiais, e a Água Quente, com suas águas termais alcalinas e magnesianas são outros importantes pontos turísticos. Economia Indústria Destaca-se em Itabirito a presença da Vale (antiga Companhia Vale do Rio Doce), através da aquisição da MBR Minerações Brasileiras Reunidas, a qual atua no município desde a década de 1940, e a Herculano Mineração, que recentemente firmou parceria com a Gerdau para exploração e comercialização do minério de ferro. Além desse mineral, outros minerais são extraídos no município em menor escala, como o ouro, manganês, caulim, areia industrial, entre outros. A água mineral também é explorada comercialmente por três empresas. A indústria de transformação apresenta certa diversificação econômica, com empresas de beneficiamento do minério de ferro, siderurgia, de autopeças e dos ramos têxtil e alimentício. A indústria têxtil é tradicional em Itabirito. Passou por períodos de expansão e grande crescimento e também por períodos de grande dificuldade. Atualmente, está em fase de reestruturação e de fortalecimento. Existem quatro empresas do setor em operação. Comércios e Serviços O setor de serviços é o mais dinâmico da economia de Itabirito. O desenvolvimento do setor terciário de Itabirito é marcado pela mineração, pela proximidade de Belo Horizonte e, em menor escala, pela proximidade das tradicionais cidades turísticas

8 A terceirização dos serviços por parte das mineradoras faz de atividades como manutenção, calderaria, serralheria, transporte de cargas, entre outros, um mercado a ser explorado no município. A oferta ainda é pequena em relação à demanda. Já o comércio é desenvolvido e atrai compradores da região, incluindo Ouro Preto e Mariana. Itabirito tem a tradição de oferecer um comércio melhor e preços mais baixos que as cidades históricas vizinhas. A exploração da atividade turística em Itabirito também está se desenvolvendo. Existe significativo investimento no turismo de aventura e ecológico. Produto Interno Bruto Produto Interno Bruto (PIB) a preços correntes Unidade R$ Ano Agropecuária Indústria Serviço Total Fonte: Fundação João Pinheiro Centro de Estatísticas e Informações Produto Interno Bruto a preços correntes Município Ranking R$ 1.000,00 % Minas Gerais Itabirito 41º ,40 Fonte: Fundação João Pinheiro Centro de Estatísticas e Informações Produto Interno Bruto e população Município Ranking Habitantes % Minas Gerais Itabirito 41º ,21 Fonte: Fundação João Pinheiro Centro de Estatísticas e Informações Produto Interno Bruto por habitante Município Ranking (R$ 1,00) Minas Gerais ,72 Itabirito 41º ,18 Fonte: Fundação João Pinheiro Centro de Estatísticas e Informações População Economicamente Ativa A população economicamente ativa (PEA) de Itabirito é predominantemente masculina. Dos habitantes que compõem a PEA (45,22% da população residente), 62% são homens e 38% são mulheres. Do ponto de vista da ocupação, apenas 35% da população feminina - 8 -

9 encontrava-se ocupada em 2000, estatística que tende a mudar, devido à recente dinamização das fábricas de tecido na cidade, que empregam mais mão-de-obra feminina. A seguir. Alguns indicadores sócio-econômicos e/ou informações sobre município: Indicadores de Mercado de Trabalho Indicadores Masculino Feminino Total PEA PEA desocupada PEA ocupada De 16 a 24 anos Rend. média (R$) 564,37 295,48 470,76 Fonte: Censo 2000 População ocupada por setor 2000 Setores Nº de pessoas % Agropecuário, extração vegetal, caça e pesca 216 1,51 Indústria ,47 Comércio ,41 Serviços ,61 Total ,0 Fonte: Censo 2000 Instituições Financeiras BANCO SANTANDER S.A., BANCO BRADESCO S.A., BANCO DO BRASIL S.A., BANCO ITAU S.A., CAIXA ECONOMICA FEDERAL, HSBC BANK BRASIL S.A. Energia elétrica Concessionária: CEMIG Cia. Energética de Minas Gerais Fornecimento: 99,10% da zona urbana e 45,35% da zona rural Disponibilidade de energia: 3 subestações de distribuição na região Saneamento básico Concessionária: SAAE Serviço Autônomo de Água e Esgoto Fornecimento de água: 99,10% da cidade Disponibilidade de água: 2 mananciais e 9 poços profundos Esgoto: 81% Coleta de lixo: 93% Comunicação terminais telefônicos - 9 -

10 02 agências dos Correios 03 jornais 05 emissoras de rádio 01 emissora de televisão Transportes Rodoviário Distâncias aproximadas dos principais centros urbanos do Brasil (km): Belo Horizonte: 55 Rio de Janeiro: 435 São Paulo: 630 Brasília: 750 Vitória: 485 Principais rodovias que servem de acesso a Belo Horizonte: BR-040 BR-356 Principais rodovias que servem ao município: BR-040, BR-356, MG-030 Meios de transporte urbano Táxis: 40 veículos em diversos pontos da cidade Transporte coletivo: 12 linhas urbanas e duas rurais, com 30 veículos para atender, por dia, cerca de 7 mil passageiros. Os itinerários apresentam configuração diametral, circular e radial e todas as linhas passam pela área central. Municípios limítrofes de Itabirito RIO ACIMA BRUMADINHO MOEDA OURO PRETO SANTA BARBARA

11 Habitação Domicílios: Residências multifamiliares (apartamentos): menos de 4% dos domicílios Meio Ambiente Itabirito está inserido na Área de Preservação Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte APA-SUL RMBH, instância de gestão ambiental de abrangência microrregional com mais treze municípios. Em 2005, foi criada a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável SEMAM. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Melhoria do Ambiente - Codema, em Itabirito, é bastante ativo, bem como a União Ambientalista de Itabirito UAI. Uso do solo Distribuição das Classes de Uso e Ocupação da Terra Classes Km² % Mata Secundária 125,60 23,41 Campo 218,91 39,86 Campo + Campo cerrado 39,09 7,12 Pasto 96,54 17,58 Pasto + Área cultivada 36,20 6,61 Reflorestamento 4,77 0,87 Afloramento rochoso 4,22 0,77 Outros usos 20,77 3,78 Total 546,10 100,00 Fonte: IGA - Diagnóstico das Condições Físico-Ambientais do Município de Itabirito, 1996 A atividade de uso de solo mais importante, do ponto de vista da geração de recursos financeiros, para o município de Itabirito é o extrativismo mineral. A vegetação natural é representada pela mata secundária (remanescentes da Floresta Estacional Semidecidual), pelo Campo Cerrado (Savana Arborizada) e pelo Campo (Savana Gramíneo- Lenhosa), classe que ocupa a maior área 218,91 km². Os solos são litólicos, alicos, pouco profundos e pobres em matéria orgânica. O relevo é movimentado

12 Educação Em Itabirito, o ensino fundamental é universalizado para crianças de 7 a 14 anos e a taxa de analfabetismo da população vem caindo consideravelmente nos últimos anos. No período de 1991 a 2000, a taxa de analfabetismo da população adulta com 25 anos ou mais reduziu-se quase pela metade: de 12,5% em 1991, para 6,8% em Observa-se um crescimento na freqüência escolar em todos os grupos de idade, principalmente na faixa dos 15 a 17 anos, que passou de 48,9% em 1991 para 98,2%, conforme o quadro a seguir: Nível educacional da população jovem - Itabirito: Taxa de analfabetismo Faixa etária a 14 17,2 2,3 10 a 14 7,6 1,0 15 a 17 2,8 0,0 18 a 24 4,0 1,1 Fonte: Fonte: IBGE, Censo Demográfico, Nível educacional da população jovem - Itabirito: % com menos de 4 anos de estudo Faixa etária a a 14 56,5 33,1 15 a 17 13,6 2,9 18 a 24 9,8 7,0 Fonte: Fonte: IBGE, Censo Demográfico, Nível educacional da população jovem - Itabirito: % freqüentando a escola Faixa etária a 14 86,9 98,7 10 a 14 84,9 87,2 15 a 17 48,9 98,2 18 a Fonte: Fonte: IBGE, Censo Demográfico, A maior parte do atendimento na educação pré-escolar é feita pela rede municipal de ensino, respondendo por cerca de 60% do total, ficando o restante para a rede particular. São 17 estabelecimentos só na zona urbana. O ensino fundamental é distribuído entre escolas municipais, estaduais e particulares. O ensino técnico é ministrado por meio do Centro de Educação Tecnológica de Itabirito CET/CEFET-MG, que oferece cursos de mecânica, eletrotécnica, informática e turismo, sendo a Prefeitura Municipal co-responsável. A educação profissional é promovida pelo sistema municipal de educação, através do Centro Público de Educação Profissional José Toledo Filho CEPEP

13 A educação especial é oferecida por meio da APAE de Itabirito, que conta com o apoio financeiro das empresas, do poder público e de entidades não governamentais. O ensino privado tem presença significativa no município, sobretudo no que diz respeito ao préescolar, respondendo ainda por uma parcela das vagas do ensino médio e do ensino fundamental. No quadro a seguir tem-se uma visão geral da estrutura educacional do município no ensino fundamental e médio, com o registro do número de estabelecimentos e alunos matriculados em Ensino fundamental e médio: unidades escolares e matrículas na Rede Municipal Fonte: SME/Prefeitura Municipal de Itabirito Nível Escola Alunos 1ª a 4ª ª a 8ª 4* 1952 Ensino Médio - - Ensino técnico 1** 458 Educação especial - - Educ. jovens e adultos 1 78 Total * Incluindo a extensão do CEMI ** CET-Itabirito/CEFET-MG Obs.: A mesma instituição de ensino pode oferecer cursos de diversos níveis. Ensino fundamental e médio: unidades escolares e matrículas na Rede Estadual Fonte: SME/Prefeitura Municipal de Itabirito Nível Escola Alunos 1ª a 4ª ª a 8ª Ensino Médio Ensino técnico - - Educação especial - - Educ. jovens e adultos - - Total 4343 Ensino fundamental e médio: unidades escolares e matrículas na Rede Privada Fonte: SME/Prefeitura Municipal de Itabirito Nível Escola Alunos 1ª a 4ª ª a 8ª Ensino Médio 1 84 Ensino técnico - - Educação especial Educ. jovens e adultos - - Total 688 O ensino na zona rural conta com escolas espalhadas pelas localidades. São 28 turmas distribuídas entre o pré-escolar e o ensino de 1ª a 4ª série, sendo 12 delas multisseriadas

14 A educação de jovens e adultos, de caráter presencial, apresenta hoje um número relativamente baixo de matrículas, num total de 78 alunos. Porém, o projeto Telecurso 2000, através de uma parceria da Prefeitura e do SESI/FIEMG, tem 4 turmas de 1º grau, com 313 alunos, e 4 turmas de 2º grau, com 375 alunos. O ensino superior é oferecido pelas seguintes Instituições: Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito (Fundação Presidente Antônio Carlos), FAI - Faculdade de Administração de Itabirito (Fundação José Bonifácio Lafayette de Andrada), FACCI - Faculdade de Ciências Contábeis de Itabirito (Associação de Ensino Superior dos Inconfidentes) com cursos nas áreas de administração, ciências contábeis, direito, enfermagem e farmácia. Contudo, a oferta de cursos de nível superior ainda é bastante restrita em relação à demanda, com um número expressivo de alunos que estudam em Ouro Preto, Belo Horizonte e outras cidades da região. Saúde O atendimento à saúde em Itabirito é municipalizado e estruturado numa rede hierarquizada e descentralizada, regida pela Secretaria Municipal de Saúde SEMSA e pelo Conselho Municipal de Saúde, estando classificada no Sistema Único de Saúde SUS, como Gestão Plena de Atenção Básica. A rede ambulatorial da cidade tem diversas unidades de atendimento. Além de um hospital privado sem fins lucrativos, o Hospital São Vicente de Paula e algumas clínicas particulares, há uma rede municipal voltada para a atenção básica. As endemias incidentes no município, especialmente aquelas de notificação compulsória, são controladas pelo Departamento de Vigilância em Saúde. Segurança pública Itabirito, apesar da proximidade com Belo Horizonte e do crescente aumento populacional, mantém bons índices de segurança pública, com tendências de redução no número de ocorrências policiais, armas de fogo e armas brancas. O Município conta com a Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito, a Polícia Militar, a Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros Municipal. Efetivo: Polícia Militar: 52 policiais, 6 viaturas de 4 rodas e 4 bicicletas. Guarda Municipal: 26 guardas, 4 viaturas de 4 rodas e 2 bicicletas

15 Corpo de Bombeiros Municipal: 16 bombeiros, 2 viaturas e duas ambulância para resgate. Cultura Originária do século XVIII, Itabirito possui um rico patrimônio cultural, no qual se destacam suas edificações históricas e suas manifestações culturais, sobretudo, no campo das tradições populares e das expressões artísticas. Além do conjunto histórico urbano, com monumentos importantes e que testemunham a evolução histórica da cidade desde o ciclo inicial da mineração do ouro, Itabirito possui ainda monumentos de grande valor histórico, tombados em nível federal, estadual e municipal. Densidade demográfica A população urbana da sede municipal corresponde a quase 93% da população da cidade, o que indica uma forte concentração demográfica em Itabirito. Veja na tabela: População e Densidade Populacional 2005 População Habitantes % Área mun. km² Densidade (hab/km²) Urbana ,9 220,86 174,73 Rural ,1 328,36 8,98 Total ,0 549,22 75,63 Fonte: IBGE Censos e Estimativas Os bairros de maior densidade demográfica são Saudade (com 9 mil hab/km² aproximadamente), Bela Vista e Vila Gonçalo. Os bairros Santa Rita, Munu e São José são também muito populosos, mas ocupam uma área mais rarefeita, entremeada por áreas rurais. A menor densidade demográfica (com cerca de mil hab/km²) se encontra nos bairros Quinta dos Inconfidentes, São José e o Novo Itabirito/Calçadas. Características da população A população de Itabirito é predominantemente feminina (51%). No Centro Histórico e nos bairros Santa Tereza, Centro, Praia, Vila José Lopes, Bela Vista e Saudade as mulheres chegam a representar mais de 53% da população local. Apenas nos bairros Monte Sinai, Santa Rita, Munu, Novo Itabirito e Calçadas observa-se uma ligeira predominância da população masculina. A tabela a seguir mostra quantos são os homens e mulheres da cidade em cada faixa de idade

16 População residente por faixa etária e sexo 2005 Faixa Etária Masculino Feminino Total % 0 a 11 meses ,67 1 a 4 anos ,98 5 a 9 anos ,87 10 a 14 anos ,80 15 a 19 anos ,12 20 a 29 anos ,76 30 a 39 anos ,83 40 a 49 anos ,63 50 a 59 anos ,59 60 a 69 anos ,97 70 a 79 anos ,94 80 e mais ,92 Total ,0 Fonte: IBGE Censos e Estimativas Índice de desenvolvimento humano IDH O IDH-M de Itabirito é maior que o de Minas Gerais e do Brasil. A cidade ocupa a 895ª posição no ranking nacional e a 88ª posição no estadual. O desempenho de Itabirito é conseqüência do IDH- M Educação, consideravelmente superior ao nacional e ao mineiro, ocupando a 255ª posição no país. Isso se deve à elevada taxa de alfabetização da população itabiritense, da ordem de 93,98%. A tabela abaixo mostra mais detalhes: Índice de Desenvolvimento Humano 2000 Fonte: PNUD IDH Itabirito Minas Gerais Brasil Total 0,786 0,766 0,757 Renda 0,696 0,711 0,720 Longevidade 0,756 0,736 0,710 Educação 0,907 0,850 0,830 Ranking no Brasil 895º 11º - Ranking no Estado 88º - - Índice de GINI O Índice de Gini mede o grau de desigualdade da distribuição de renda domiciliar per capita. Seu valor varia de zero, quando não há desigualdade (a renda de todos os indivíduos tem o mesmo valor), a um, quando a desigualdade é máxima (apenas um indivíduo detém toda a renda da sociedade e a renda de todos os outros indivíduos é nula). A tabela abaixo mostra a posição do município em 1991 e Neste intervalo, Itabirito teve queda de 1,86%. Índice de Gini da renda das pessoas responsáveis pelos domicílios 1991 e 2000 Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Ipeadata Municípios 1991 Posição 2000 Posição Variação (%) Barão de Cocais 0, , ,2 Brumadinho 0, , ,98 Caeté 0, , ,47 Catas Altas 0, , ,67 Ibirité 0, , ,

17 Índice de Gini da renda das pessoas responsáveis pelos domicílios 1991 e 2000 Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Ipeadata Municípios 1991 Posição 2000 Posição Variação (%) Itabirito 0, , ,86 Mário Campos 0, , ,64 Itabirito 0, , ,25 Raposos 0, , ,26 Rio Acima 0, , ,53 Santa Barbara 0, , ,66 Sarzedo 0, , ,23 Belo Horizonte 0, , ,14 Minas Gerais 0,614 0,615 0,16 Brasil 0,634 0,645 1,73 Projeção populacional O crescimento demográfico de Itabirito já se mostra superior ao crescimento demográfico do Brasil e de Minas Gerais, superando o crescimento vegetativo. Itabirito também tem recebido migrantes, o que faz sua população crescer ainda mais. Apesar de esse crescimento ser maior que o de Minas Gerais e do país, não é um crescimento explosivo. Por outro lado, o crescimento econômico do município, sua localização estratégica ao sul do anel metropolitano e eventuais investimentos em infra-estrutura viária poderão, nesta próxima década, traduzir-se numa aceleração dos movimentos migratórios que se destinam a Itabirito, o que configuraria um cenário de crescimento mais acelerado. Considerando as projeções estimativas do IBGE, por volta do ano de 2015, Itabirito terá população residente de quase 55 mil habitantes. A população atual já se aproxima dos 43 mil. Sistema Judiciário Itabirito Entrância: Primeira Instalação: 01/01/1939 Telefone Fórum Edmundo Lins Feriado Municipal (31) R. João Pessoa, /06 Região Grupo Jurisdicional JESP (31) Itabirito - MG 15/08 Belo Horizonte Conselheiro Lafaiete Fax /12 (31) Juizado de Conciliação de Itabirito Juizado R. Rosalino Gonçalves Magalhães, 12 Itabirito - MG Municípios Integrantes Código Município Código Distrito Distância Distância Comarca (km) Capital (km) 0319 Itabirito

18 6063 Acuruí Bação São Gonçalo do Monte Substituição de Comarcas Vagas Substituída por Ordem Distância Pref. Comarca (km) Ouro Preto 1 50 Mariana 2 60 Itabirito 3 47 Substituta para Ordem Distância Pref. Comarca (km) Varas - Ordem de Preferência Mariana Itabirito Ouro Preto Serviço Notarial e de Registro Itabirito (sede) Ofício do Registro Civil das Pessoas Naturais R. Rosalino G. Magalhães, 59, Sl 03, Centro, (31) Ofício do Registro de Imóveis R. Rosalino G. Magalhães, 59, Lj 04, (31) Ofício do Registro de Títulos e Documentos e R. Rosalino Gonçalves Magalhães, 59, loja 59, Civil das Pessoas Jurídicas centro, (31) Ofício do 1º Tabelionato de Notas R. Dr. Guilherme, 333, A, Centro, (31) Ofício do 1º Tabelionato de Protesto de Títulos R. Rosalino G. Magalhães, 59, loja 08, Centro, (31) Ofício do 2º Tabelionato de Notas R. Rosalino G. Magalhães, 59, loja 05, Centro, (31) São Gonçalo do Monte(distrito) Ofício do Registro Civil e Tabelionato de Notas R. Rosalino G. Magalhães, 59, Sl 03, (31) Acuruí (distrito) Oficio do Registro Civil e Tabelionato de Notas R. Rosalino Gonçalves Magalhães, 59, sala 03, Centro, (31) Bação (distrito) Ofício do Registro Civil e Tabelionato de Notas R. do Cruzeiro, s/nº, Vila de São Gonçalo, (31) Dados comparativos referentes aos Municípios de Itabirito, Ouro Preto e Mariana Dados IBGE 2009 Itabirito Ouro Preto Mariana População Áreas (km2) Estabelecimentos de Saúde Matrículas Ensino Fundamental Matrículas Ensino Médio Valor adicionado na agropecuária R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Valor adicionado na Indústria R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Valor adicionado no Serviço R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 PIB a Preço de mercado corrente R$ ,00 R$ ,00 R$ ,

19 PIB per capita R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 Indústrias extrativas Indústrias de transformação Comércio Transporte, armazenagem e comunicações Saúde e Serviços Sociais Educação Fonte: Site do IBGE, Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito Cursos Oferecidos de Graduação: No. Curso Situação legal Número de processo ENADE Conceito IDD Ano 1 Direito autorizado * * * 2 Enfermagem autorizado * * * 3 Farmácia autorizado * * * * Os cursos não realizaram o processo do ENADE de forma completa Identidade corporativa A Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito é uma instituição de Ensino Superior com sede em Itabirito e criada com a finalidade de contribuir para o desenvolvimento da região onde está inserida, formando profissionais de nível superior para o mercado de trabalho. O seu compromisso, entre outros, é com a excelência do ensino, voltando-se para uma científica compreensão política do mundo e dos nossos tempos, para os problemas da multi e interdisciplinaridade, com a procura de novos talentos, a inserção ocupacional de seus alunos e a formação continuada dos seus diplomados Missão Formar profissionais socialmente responsáveis, capazes de estender à comunidade em que vivem os conhecimentos das ciências, contribuindo para o desenvolvimento social e cultural da região, do Estado e do País Visão

20 Ser uma instituição de Ensino Superior de referência na região e no Estado de Minas Gerais, buscando o contínuo aprimoramento e desenvolvimento do ensino, da iniciação científica e da extensão Valores Princípios de Qualidade I. Integridade. II. Competência. III. Aspiração de crescimento profissional, pessoal e institucional. IV. Valorização de desempenho. V. Integração. VI. Comprometimento com a comunidade. VII. Vocação para prestar serviços Objetivos institucionais A Faculdade Presidente Antônio Carlos de Itabirito tem por objetivos: I. Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; II. formar profissionais nas áreas das ciências humanas tornando-os aptos para a inserção em seus setores de atuação e para a ativa participação no desenvolvimento da sociedade brasileira; III. incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica visando ao desenvolvimento da ciência, à criação e à divulgação da cultura e à integração do homem no meio em que vive; IV. promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; V. suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a sua concretização; VI. estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; e VII.promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição

Faculdade Presidente Antônio Carlos de Conselheiro Lafaiete

Faculdade Presidente Antônio Carlos de Conselheiro Lafaiete 4º Processo Seletivo para o 1º Semestre de 2013 FUPAC 1 Faculdade Presidente Antônio Carlos de Conselheiro Lafaiete COMISSÃO ORGANIZADORA Palma Aparecida Viol Paulo José de Moraes Vanessa Mara Tavares

Leia mais

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração Cursos de Administração: qualidade necessária XIV Fórum Internacional de Administração Rio de Janeiro, 18 de maio de 2015 ENSINAR, APRENDER, AVALIAR... TRAJETÓRIA DA AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO SUPERIOR CAPES avaliação

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul.

LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 574/2004. 14-04-2004 CRIA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE MORMAÇO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. JOSÉ ALVORI DA SILVA KUHN PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do Sul. FAÇO

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

PARECER. Justificativa

PARECER. Justificativa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IFG - Campus Anápolis Departamento das Áreas Acadêmicas Parecer: Do:

Leia mais

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO SUPERIOR Metas PNE - Meta 12 Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRA ALGUNS INDICADORES¹ 2.314 IES 245 públicas (10,6%) e 2.069

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014/2018

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014/2018 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014/2018 CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MADEIREIRA 1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA UNIDADE 2014/2018 APRESENTAÇÃO O Curso de Engenharia Industrial Madeireira da UFPR foi criado

Leia mais

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL GLOSSÁRIO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SENAC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RIO DE JANEIRO NOVEMBRO/2009 AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Ações educativas destinadas ao desenvolvimento de competências necessárias

Leia mais

Conhecendo a Fundação Vale

Conhecendo a Fundação Vale Conhecendo a Fundação Vale 1 Conhecendo a Fundação Vale 2 1 Apresentação Missão Contribuir para o desenvolvimento integrado econômico, ambiental e social dos territórios onde a Vale atua, articulando e

Leia mais

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 1. Patrocínios 1.1 Patrocínio a Eventos e Publicações Data limite: 60 dias de antecedência da data de início do evento

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE GABRIEL ISSA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I Das Disposições Preliminares

Leia mais

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017

PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 PLANO DE AÇÃO-DIREÇÃO DO CAMPUS TERESINA ZONA SUL GESTÃO 2013-2017 O ensino, como a justiça, como a administração, prospera e vive muito mais realmente da verdade e da moralidade, com que se pratica do

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DIREÇÃO DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE. UNIOESTE - Campus de Francisco Beltrão. Quadriênio 2016-2019. Candidata

PLANO DE TRABALHO DIREÇÃO DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE. UNIOESTE - Campus de Francisco Beltrão. Quadriênio 2016-2019. Candidata PLANO DE TRABALHO DIREÇÃO DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE UNIOESTE - Campus de Francisco Beltrão Quadriênio 2016-2019 Candidata Franciele Ani Caovilla Follador Slogan: CCS em ação! 1 INTRODUÇÃO Em 1991,

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 9/4/2012, Seção 1, Pág. 13. Portaria n 301, publicada no D.O.U. de 9/4/2012, Seção 1, Pág. 12. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES COMPLEMENTARES A partir das Diretrizes Curriculares, as Atividades Complementares constituem-se, também, em um dos componentes dos Cursos Superiores. As Diretrizes Curriculares objetivam servir

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Educação Superior Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário também

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guaranésia, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 294,28 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 18714 hab. Densidade

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria

Leia mais

Consulta Pública ESTRATÉGIAS

Consulta Pública ESTRATÉGIAS Plano Municipal de Educação PME Secretaria Municipal de Educação São Francisco do Sul Fórum Municipal de Educação Consulta Pública META 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO Este documento regulamenta os estágios obrigatórios e não obrigatórios do Curso de Bacharelado em Biomedicina visando à formação integral do

Leia mais

Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção

Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção Tema: Práticas Inovadoras de formação: caminhos e propostas dos cursos de graduação em Engenharia da Produção XX Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Engenharia da Produção (ABEPRO) Rio de Janeiro,

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO POR UM CEARÁ MELHOR PRA TODOS A COLIGAÇÃO POR UM CEARA MELHOR PRA TODOS, com o objetivo de atender à Legislação Eleitoral e de expressar os compromissos

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DOS ESTUDOS COMPLEMENTARES O Parecer do CNE/CES nº 492/2001, assim define as atividades complementares:

Leia mais

BOLETIM. Produto Interno Bruto paulista continua no patamar de um trilhão de reais

BOLETIM. Produto Interno Bruto paulista continua no patamar de um trilhão de reais patamar de um trilhão Em ano atípico, o PIB do Estado de São apresentou redução real em 2009, mas ampliou sua participação no PIB brasileiro. Em 2009, o PIB, calculado pela Fundação Seade em parceria com

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Educação Física do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo busca preencher

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO SEMANA UEMG

REGULAMENTO SEMANA UEMG REGULAMENTO SEMANA UEMG Belo Horizonte, abril de 2015 0 SUMÁRIO CAPÍTULO I DA SEDE, DATA E DA INSTITUIÇÃO PROMOTORA... 2 CAPÍTULO II DA ABRANGÊNCIA DA SEMANA UEMG... 2 CAPÍTULO III DOS OBJETIVOS... 2 CAPÍTULO

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS Unidade Universitária de Palmeiras de Goiás Rua S-7, s/ nº _ Setor Sul_ Palmeiras de Goiás-GO Fone/ Fax: (64) 3571-1198 (64) 3571-1173 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL UNIVERSIDADES ESTADUAIS PARANAENSES

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL UNIVERSIDADES ESTADUAIS PARANAENSES PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL UNIVERSIDADES ESTADUAIS PARANAENSES - 2012 a 2021 Instituição: ENSINO DE GRADUAÇÃO Programas/Projetos/Ações Ano Natureza Valores Fonte de Recursos Beneficiado Manutenção

Leia mais

Apresentação. Prezado(a) Aluno(a),

Apresentação. Prezado(a) Aluno(a), Sumário 04 05 06 06 07 07 08 09 09 10 10 10 11 12 13 13 14 15 15 16 16 16 17 17 17 18 19 21 Apresentação Histórico da FUPAC Breve História da Faculdade Missão Contatos Institucionais Curso(s) Ofertado(s)

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

DISCIPLINA: ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC)

DISCIPLINA: ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC) Escola de Enfermagem Wenceslau Braz DISCIPLINA: ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC) INTRODUÇÃO O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da Escola de Enfermagem Wenceslau Braz (EEWB) da cidade

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Metas

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Metas EDUCAÇÃO ESPECIAL Metas Meta 4 (compatível com a meta do Plano Nacional de Educação) Meta 4: universalizar, para a população com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e altas habilidades

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

Diretrizes Nacionais em Ligas

Diretrizes Nacionais em Ligas Diretrizes Nacionais em Ligas Acadêmicas de Medicina Introdução As Ligas Acadêmicas são entidades constituídas fundamentalmente por estudantes, em que se busca aprofundar temas em uma determinada área

Leia mais

Respeito ao meio ambiente, colocando o conhecimento científico adquirido a serviço da sociedade e permitindo o desenvolvimento sustentável.

Respeito ao meio ambiente, colocando o conhecimento científico adquirido a serviço da sociedade e permitindo o desenvolvimento sustentável. Coordenação do Curso de Engenharia Química da UFPR (CCEQ) Planejamento Estratégico 2012-2017 Apresentação: O curso de Engenharia Química da UFPR foi criado em 1954 pelo Decreto-Lei nº 6.489, assim completará

Leia mais

CETEC EDUCACIONAL S.A. Mantenedora FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - ETEP. Mantida

CETEC EDUCACIONAL S.A. Mantenedora FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - ETEP. Mantida CETEC EDUCACIONAL S.A Mantenedora FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - ETEP Mantida PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 1 SUMÁRIO

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 100 VAGAS ANUAIS NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 50 ALUNOS TURNOS

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Atração de Investimentos, Promoção Comercial e Projeção Internacional Eduardo Bernis Secretaria Municipal de Desenvolvimento Belo Horizonte

Leia mais

NÚCLEO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES (NAC) REGULAMENTO

NÚCLEO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES (NAC) REGULAMENTO SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA REALENGO SEARA NÚCLEO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES (NAC) REGULAMENTO E-1/12 FACULDADES SÃO JOSÉ NÚCLEO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO I - DA NATUREZA DAS ATIVIDADES

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

Projetos Sociais da Faculdade Campo Real CIDADANIA REAL 1. O que é o projeto? 2. Em que consistem as atividades do projeto?

Projetos Sociais da Faculdade Campo Real CIDADANIA REAL 1. O que é o projeto? 2. Em que consistem as atividades do projeto? Projetos Sociais da Faculdade Campo Real A promoção da cidadania é qualidade de toda instituição de ensino consciente de sua relevância e capacidade de atuação social. Considerando a importância da Faculdade

Leia mais

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental, cria o Programa Estadual de Educação Ambiental e complementa a Lei Federal nº 9.795/99,

Leia mais

FACULDADE MONTES BELOS FISIOTERAPIA

FACULDADE MONTES BELOS FISIOTERAPIA FACULDADE MONTES BELOS FISIOTERAPIA PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DA LIGA ACADÊMICA DE REABILITAÇÃO EM ORTOPEDIA DA FACULDADE MONTES BELOS Francisco Dimitre Rodrigo Pereira Santos Marillia Pereira Cintra Sintia

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação 1. Apresentação As atividades complementares são consideradas parte integrante do Currículo do Curso de Bacharelado em Ciência da

Leia mais

PROJETO DE PROMOÇÃO DE ESTÁGIO PARA ALUNOS CURSANDO TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO E TÉCNICO DO MEIO AMBIENTE PARA SÓCIOS DO INSTITUTO TST MA.

PROJETO DE PROMOÇÃO DE ESTÁGIO PARA ALUNOS CURSANDO TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO E TÉCNICO DO MEIO AMBIENTE PARA SÓCIOS DO INSTITUTO TST MA. PROJETO DE PROMOÇÃO DE ESTÁGIO PARA ALUNOS CURSANDO TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO E TÉCNICO DO MEIO AMBIENTE PARA SÓCIOS DO INSTITUTO TST MA. Foi firmado com a Secretaria de Educação do Estado de Minas

Leia mais

GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA

GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA 2013 ATIVIDADES COMPLEMENTARES O que são? São práticas acadêmicas de múltiplos formatos, obrigatórias, que podem ser realizadas dentro ou fora

Leia mais

Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB.

Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB. Concepções e qualidade da Educação Superior a Distância : a experiência da Universidade Aberta do Brasil- UAB. Profa. Dra. Nara Maria Pimentel Diretora de Ensino de Graduação da UnB Presidente do Fórum

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE ENFERMAGEM CAPÍTULO I DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SUAS FINALIDADES Art. 1º. As atividades complementares, no âmbito do Curso de Enfermagem,

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Medicina

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Medicina MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ME FACULDADE INTEGRADA DE SANTA MARIA PRELIMINARES POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA Santa Maria, RS Junho - 2010 1 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO... 1 2. POLÍTICAS DE ENSINO

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com. ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.br CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ENSINO Av. Professor Mario Werneck, nº 2590,

Leia mais

Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras

Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras 1. Introdução O Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras foi idealizado pelo Conselho Gestor da Escola,

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Fundação de Ensino e Tecnologia de Alfenas (FETA) UF: MG ASSUNTO: Recredenciamento da Universidade José do Rosário

Leia mais

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância)

Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes

Leia mais

O MULTICULTURALISMO E OS DIREITOS DE COTAS NA EDUCAÇÃO.

O MULTICULTURALISMO E OS DIREITOS DE COTAS NA EDUCAÇÃO. O MULTICULTURALISMO E OS DIREITOS DE COTAS NA EDUCAÇÃO. SANTOS, Gustavo Abrahão Dos 1 A diversidade cultural entre os discentes nas escolas brasileiras é repleta de características sócio econômicas, aos

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REDAÇÃO DO PROJETO DE LEI Aprova o Plano Municipal de Educação - PME e dá outras providências. O Prefeito do Município de vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Faço

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais