ACOMPANHAMENTO MENSAL DA GERAÇÃO DE ENERGIA DAS USINAS EOLIELÉTRICAS COM PROGRAMAÇÃO E DESPACHO CENTRALIZADOS PELO ONS SETEMBRO / 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ACOMPANHAMENTO MENSAL DA GERAÇÃO DE ENERGIA DAS USINAS EOLIELÉTRICAS COM PROGRAMAÇÃO E DESPACHO CENTRALIZADOS PELO ONS SETEMBRO / 2013"

Transcrição

1 ACOMPANHAMENTO MENSAL DA GERAÇÃO DE ENERGIA DAS USINAS EOLIELÉTRICAS COM PROGRAMAÇÃO E DESPACHO CENTRALIZADOS PELO ONS SETEMBRO / 213 Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Diretoria de Operação DOP Centro Nacional de Operação do Sistema CNOS Gerência Executiva de Pós-Operação, Análise e Estatística da Operação GOA Gerência de Pós-Operação GOA2

2 212/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ACOMPANHAMENTO MENSAL DA GERAÇÃO DE ENERGIA DAS USINAS EOLIELÉTRICAS COM PROGRAMAÇÃO E DESPACHO CENTRALIZADOS PELO ONS SETEMBRO / 213

3 Neste relatório, além da curva de geração verificada, são apresentadas ainda a geração média para o período considerado, o fator de capacidade verificado e informações sobre o fator de capacidade estimado. Gráfico 1: Geração Eólica Verificada Região Sul 35 Geração Verificada de Usinas Eólicas - REGIÃO SUL MW out/12 nov/12 dez/12 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 Período EOL Osório EOL Índios EOL Sangradouro EOL Cidreira I EOL C Chato III EOL C Chato I EOL C Chato II EOL Sang. 3 Tabela 1: Geração Média (MW) no período, Fator de Capacidade Verificado(%), Fator de Capacidade Estimado(%), Potência Nominal (MW), Configuração e Início de Operação Comercial Usinas Região SUL USINAS REGIÃO SUL GERAÇÃO MÉDIA (MW) 212 ÚLTIMOS 12 MESES FATOR CAPACIDADE VERIFICADO (%) ÚLTIMOS 12 MESES 213 FATOR CAPACIDAES ESTIMADO (%) POTENCIA NOMINAL (MW) C ONFIGURAÇÃO INÍCIO DE OPERAÇÃO COMERCIAL EOL INDIOS 12,79 11,74 1,76 25,58% 23,47% 21,52% DE 2. kw 13/12/26 EOL OSORIO 11,9 11,31 1,77 23,8% 22,63% 21,53% DE 2. kw 29/6/26 EOL SANG RAD OURO 13,84 12,85 11,65 27,69% 25,7% 23,31% DE 2. kw 3/9/26 EOL CIDREIRA I 23,58 22,56 2,94 33,69% 32,23% 29,91% 32, DE 2.3 kw, 3 DE 2. kw E 1 AEROGERADOR DE 1.9 kw. 21/5/211 EOL C Chato III 11,34 11,8 1,98 37,81% 36,92% 36,59% DE 2. kw UG1 7/6/211 UG2 28/6/211 UG3 19/7/211 EOL C Chato I 1,94 1,85 1,74 36,47% 36,16% 35,79% DE 2. kw 6/1/212 EOL C Chato II 11,2 11,15 11,11 36,73% 37,16% 37,4% DE 2. kw DEZ/211 JAN/212 EOL SANGRADOURO 3 9,88 12,38 11,46 41,15% 51,58% 47,75% 37, DE 2. kw 22/5/212 SETEMBRO 213 PÁG. 3

4 Gráfico 2: Geração Eólica Verificada Região Nordeste Estado do Ceará 8, Geração Verificada de Usinas Eólicas - REGIÃO NORDESTE - Ceara 7, 6, 5, MW 4, 3, 2, EOL P. Formosa EOL Icaraizinho EOL Canoa Quebrada EOL Bons Ventos EOL ENACEL EOL P MORGADO EOL Volta do Rio 1,, out/12 nov/12 dez/12 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 Período Gráfico 3: Geração Eólica Verificada Região Nordeste Estado do Rio Grande do Norte Geração Verificada de Usinas Eólicas -REGIÃO NORDESTE -Rio Grande do Norte 5, 45, MW 4, 35, 3, 25, 2, 15, 1, 5, EOL Rio do Fogo EOL Alegria I EOL M Seco 3 EOL M Seco 2 EOL M Seco 1 EOL M Seco 5 EOL Alegria II, out/12 nov/12 dez/12 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 Período SETEMBRO 213 PÁG. 4

5 Gráfico 4: Geração Eólica Verificada Região Nordeste Estado da Bahia Geração Verificada de Usinas Eólicas -REGIÃO NORDESTE Bahia 35, 3, 25, MW 2, 15, 1, 5, EOL Macaubas EOL Seabra EOL N. Horizonte EOL Pedra Branca EOL S. P. do Lago EOL Sete Gameleiras, out/12 nov/12 dez/12 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 Período Tabela 2: Geração Média (MW) no período, Fator de Capacidade Verificado(%), Fator de Capacidade Estimado(%), Potência Nominal (MW), Configuração e Início de Operação Comercial Usinas Região NORDESTE USINAS REGIÃO NORDESTE GERAÇÃO MÉDIA (MW) 212 ÚLTIMOS 12 MESES FATOR CAPACIDADE VERIFICADO (%) FATOR CAPACIDAES ÚLTIMOS ESTIMADO (%) MESES POTENCIA NOMINAL (MW) C ONFIGU RAÇÃO INÍCIO DE OPERAÇÃO COMERCIAL EOL P FORMOSA 4,12 36,49 29,8 38,43% 34,95% 27,85% EOL ICARAIZINHO 31,5 27,67 23,85 56,87% 5,68% 43,68% 43 54,6 EOL C QUEBRADA 27,87 24,85 22,96 48,89% 43,59% 4,27% 43, DE 2.1 kw 26 DE 2.1 kw 28 (22 DE 2.1 kw E 6 DE 1.8 kw) 26/9/29 14/1/29 26/1/21 EOL B VENTOS 23,88 2,82 19,9 47,75% 41,64% 38,19% 43,84 5 EOL ENACEL 14,47 13,4 11,83 45,94% 41,39% 37,56% 43,54 31,5 EOL V DO RIO 12,48 15,39 15,84 29,7% 36,63% 37,71% EOL P MORGADO 1,71 12,37 1,81 37,2% 42,95% 37,52% 5 28,8 EOL R FOGO 17 13,64 13,9 34,49% 27,67% 26,56% 32 49,3 EOL ALEGRIA I 17,28 15,83 15,8 33,88% 31,4% 29,58% (22 DE 2.1 kw E 2 DE 1.8 kw) 15 DE 2.1 kw 28 DE 1.5 kw 19 DE 1516 kw 61 DE 8 kw E 1 AEROGERADOR DE 5 kw 31 DE 1.65kW 11/2/21 18/3/21 3/9/21 26/5/21 15/7/26 3/12/21 SETEMBRO 213 PÁG. 5

6 USINAS REGIÃO NORDESTE GERAÇÃO MÉDIA (MW ) 212 ÚLTIMOS 12 MESES FATOR CAPACIDADE VERIFICADO (% ) FATOR CAPACIDAES ÚLTIMOS ESTIMADO (% ) MESES POTENCIA NOMINAL (MW ) CONFIGURAÇÃO INÍCIO DE OPERAÇÃO COMERCIAL EOL M SECO 3 1,35 9,94 9,25 39,81% 38,22% 35,56% 48,8 26 EOL M SECO 2 1,85 1,6 9,23 41,74% 38,71% 35,51% 46,2 26 EOL M SECO 1 1,7 9,74 9,9 41,13% 37,45% 34,96% 47,3 26 EOL M SECO 5 1,3 9,95 9,34 39,61% 38,26% 35,93% 5 26 EOL ALEGRIA II 9,11 25,77 28,91 16,27% 25,6% 28,73% 31 1,65 EOL MACAUBAS 4,9 11,49 12,9 11,67% 32,76% 36,78% 38 35,7 EOL SEABRA 4,42 12,47 14,66 14,7% 41,49% 48,76% 37,7 3,6 EOL N. HORIZONTE 4,92 12,25 13,96 16,35% 4,75% 46,44% 36,3 3,6 EOL P. BRANCA , ,46% 42,3 3, EOL S. P. do LAGO , ,5% 46,8 3, EOL SETE GAMELEIRAS , ,56% 43,7 3, 13 DE 2.kW 13 DE 2.kW 13 DE 2.kW 13 2.kW kW kW kW kW 6 2.kW e 6 DE 3. kw 9 2.kW e 4 DE 3. kw 15 2.kW 26/8/211 24/9/211 3/9/211 1/11/211 15/11/212 6/7/212 6/7/212 6/7/212 2/3/213 26/3/213 2/3/213 26/3/213 26/3/213 Obs: O EPRI Eletric Power Research Institute considera como referência para fator de capacidade o valor de 32,5%. Gráfico 5: Potência instalada e geração verificada das usinas eólicas com programa e despacho centralizado pelo ONS para este mês, por Estado (UF) 4 Geração Eólica por Estado MW Potência Instalada (MW) Geração Verificada (MW médio) BA CE RN RS SETEMBRO 213 PÁG. 6

7 Gráfico 6: Potência instalada das usinas eólicas não despachadas pelo ONS, por Estado (UF) MW Potência Instalada ,4 223,83 9, ,5 28,5 26, ,5,156,26,25 RS SC CE RN PB BA SE RJ PE PI PR MG MA SP FONTE DE REFERÊNCIA : BIG - Banco de Informações de Geração - ANEEL Gráfico 6: Curva de geração média horária para o mês Estado do Ceará Curva de geração média horária para o mês - Ceará SETEMBRO 213 PÁG. 7

8 Gráfico 7: Curva de geração média horária para o mês Estado do Rio Grande do Norte Curva de geraçãomédia horária para o mês -R G Norte Gráfico 8: Curva de geração média horária para o mês Estado da Bahia Curva de geração média horária para o mês -Bahia SETEMBRO 213 PÁG. 8

9 Gráfico 9: Curva de geração média horária para o mês Estado do Rio Grande do Sul Curva de geração média horária para o mês -R G SUL Gráfico 1: Curva de geração média diária para o mês Estado do Ceará Curva de geração média diária para o mês Ceará SETEMBRO 213 PÁG. 9

10 Gráfico 11: Curva de geração média diária para o mês Estado do Rio Grande do Norte 25 Curva de geração média diária para o mês R G do Norte Gráfico 12: Curva de geração média diária para o mês Estado da Bahia Curva de geração média diária para o mês Bahia SETEMBRO 213 PÁG. 1

11 Gráfico 13: Curva de geração média diária para o mês Estado do Rio Grande do Sul 45 Curva de geração média diária para o mês R G do Sul Na tabela adiante, são apresentados os maiores valores verificados de geração (integralização horária), a partir dos quais se evidencia que, nas usinas da região Nordeste, os melhores resultados ocorrem, com mais freqüência, nos meses de setembro a novembro (primavera). Na região Sul evidencia-se melhores resultados nos meses de maio a agosto (outono/inverno). COSR- S COSR-NE GERAÇÃO EÓLICA M ÁXIM A HORÁRIA INTEGRALIZADA (M W ) USINAS EÓLICAS POT. NOMINAL (MW ) DATA E HORÁRIO GERAÇÃO MÁXIMA RIO DO FOGO 49,3 17/9/ PRAIA FORMOSA 14,4 11/12/ ICARAIZINHO 54,6 16/9/ BONS VENTOS 5 16/9/ PRAIA DO MORGADO 28,8 24/9/ CANOA QUEBRADA 57 3 / 9 / VOLTA DO RIO 42 24/7/ ENACEL 31,5 8 / 9 / ALEGRIA I / 9 / ALEGRIA I I 1, / 3 / M SECO / 6 / M SECO / 2 / M SECO /6/ M SECO /9/ MACAUBAS 35,6 2 5 / 8 / SEABRA 3,6 2 /1 2 / N. HORIZONTE 3,6 9 / 6 / PEDRA BRANCA / 8 / S. P. DO LAGO / 8 / SETE GEMALEIRAS / 8 / OSÓSIO / 5 / ÍNDIOS / 5 / SANGRADOURO 5 9 / 6 / SANGRADOURO / 8 / CIDREIRA I 7 7 / 8 / C CHATO I 3 1 / 4 / C CHATO II / 8 / C CHATO III / 8 / SETEMBRO 213 PÁG. 11

12 Para este mês, os maiores valores de geração verificada foram os apresentados na tabela a seguir: COSR-NE COSR- S GERAÇÃO EÓLICA M ÁXIM A HORÁRIA INTEGRALIZADA (M W ) M ÊS SETEM BRO/213 USINAS EÓLICAS POT. NOMINAL (MW ) DIA E HORÁRIO GERAÇÃO MÁXIMA RIO DO FOGO 49, PRAIA FORMOSA 14, ICARAIZINHO 54, BONS VENTOS PRAIA DO MORGADO 28, CANOA QUEBRADA VOLTA DO RIO ENACEL 31, ALEGRIA I ALEGRIA II 1, M SECO M SECO M SECO M SECO MACAUBAS 35, SEABRA 3, N. HORIZONTE 3, PEDRA BRANCA S. P. DO LAGO SETE GEMALEIRAS OSÓSIO ÍNDIOS SANGRADOURO SANGRADOURO CIDREIRA I C CHATO I C CHATO II C CHATO III SETEMBRO 213 PÁG. 12

Boletim Mensal de Geração Eólica Dezembro/2014

Boletim Mensal de Geração Eólica Dezembro/2014 Dezembro/214 Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Diretoria de Operação DOP Centro Nacional de Operação do Sistema CNOS Gerência Executiva de Pós-Operação, Análise e Estatística da Operação GOA

Leia mais

Boletim Mensal de Geração Eólica Julho/2015

Boletim Mensal de Geração Eólica Julho/2015 Julho/215 Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Diretoria de Operação DOP Centro Nacional de Operação do Sistema CNOS Gerência Executiva de Pós-Operação, Análise e Estatística da Operação GOA Gerência

Leia mais

Boletim Mensal de Geração Eólica Julho/2016

Boletim Mensal de Geração Eólica Julho/2016 Julho/216 Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Diretoria de Operação DOP Centro Nacional de Operação do Sistema CNOS Gerência Executiva de Pós-Operação, Análise e Estatística da Operação GOA Gerência

Leia mais

CONTRATOS - 1ª CHAMADA PÚBLICA BIOMASSA Nº CCVE Usina Qualif. Estado Pot. Contratada Data de Publicação

CONTRATOS - 1ª CHAMADA PÚBLICA BIOMASSA Nº CCVE Usina Qualif. Estado Pot. Contratada Data de Publicação BIOMASSA 1 001/2004 Iolando Leite PIA SE 5,00 28/3/2005 2 002/2004 Mandu PIA SP 20,20 28/3/2005 3 003/2004 Goiasa PIA GO 42,52 28/3/2005 4 004/2004 Santa Terezinha PIA PR 27,54 28/3/2005 5 005/2004 Nova

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

Principais desafios e melhores práticas voltadas á operação na visão do ONS

Principais desafios e melhores práticas voltadas á operação na visão do ONS Principais desafios e melhores práticas voltadas á operação na visão do ONS Flávio Guimarães Lins Gerente de Pré-operação e Tempo Real do ONS/COSR-NE Natal-RN, 27 de junho de 2017 Sumário Os Centros de

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

Boletim das Usinas Eólicas

Boletim das Usinas Eólicas www.ccee.org.br Nº Abril/ O Boletim das Usinas Eólicas é uma publicação mensal que apresenta os resultados consolidados de geração, garantia física e capacidade instalada das usinas eólicas cadastradas

Leia mais

BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2017 ( t ) ( US$ / t )

BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2017 ( t ) ( US$ / t ) BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2017 (POR PAÍS) PAÍSES JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 399.473,26 422.403,60 501.033,08 371.050,32 437.918,87 2.131.879,13 Valor

Leia mais

NT 066/2006. C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc

NT 066/2006. C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc 2006/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 066/2006 C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc !" #$ "%&'" ( "#)*+,-+. -!++/+-0-$"%"*"1!/

Leia mais

PEA 3100 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade. Aula 9 Fontes Renováveis de Energia. Energia Eólica

PEA 3100 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade. Aula 9 Fontes Renováveis de Energia. Energia Eólica PEA 3100 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula 9 Fontes Renováveis de Energia Energia Eólica slide 1 / 27 Produção de Energia Elétrica Geração Eólica Parque Eólico Osório Osório/RS Foto: Carlos

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

PROGRAMA DE INCENTIVO ÀS FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA ELÉTRICA

PROGRAMA DE INCENTIVO ÀS FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA ELÉTRICA PROINFA PROGRAMA DE INCENTIVO ÀS FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA ELÉTRICA Coordenação-Geral de Fontes Alternativas Departamento de Desenvolvimento Energético Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento

Leia mais

Operação de Parques Eólicos A experiência da CPFL Renováveis. Bruno Monte Gerente de Planejamento da Operação CPFL Renováveis

Operação de Parques Eólicos A experiência da CPFL Renováveis. Bruno Monte Gerente de Planejamento da Operação CPFL Renováveis Operação de Parques Eólicos A experiência da CPFL Renováveis Bruno Monte Gerente de Planejamento da Operação CPFL Renováveis Junho 2016 Agenda 1. CPFL Renováveis 2 Energia renovável Potencial a ser explorado

Leia mais

Desafios para a Operação em Tempo Real das Usinas Eólicas Existentes. Flávio Lins Ricardo Vieira ONS

Desafios para a Operação em Tempo Real das Usinas Eólicas Existentes. Flávio Lins Ricardo Vieira ONS Desafios para a Operação em Tempo Real das Usinas Eólicas Existentes Flávio Lins Ricardo Vieira ONS Sumário Panorama Mundial da Geração Eólica Dados Gerais da Geração Eólica no Brasil Características da

Leia mais

Boletim das Usinas Eólicas

Boletim das Usinas Eólicas www.ccee.org.br Nº 2 Março/2 O Boletim das Usinas Eólicas é uma publicação mensal que apresenta os resultados consolidados de geração, garantia física e capacidade instalada das usinas eólicas cadastradas

Leia mais

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12 JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562

Leia mais

REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010

REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010 REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010 2008/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT 038/2009 REVISÃO DA CURVA BIANUAL

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Sigla CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Ind Nº 9/215 Técnicos Resp Equipe CGPM

Leia mais

IMÓVEIS DO FUNDO DO REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

IMÓVEIS DO FUNDO DO REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL IMÓVEIS DO FUNDO DO REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL 2016 DIRETORIA DE ORÇAMENTO, FINANÇAS E LOGÍSTICA/INSS Junho de 2016 SITUAÇÃO ATUAL INVENTÁRIO 2015 UNIDADE INSS FRGPS SUBTOTAL SUDESTE I - SP 212

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Siglas do Pa CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Indicador Nº 2/215 Técnicos Responsáv

Leia mais

Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009

Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009 Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009 Estrutura e Distribuição Geográfica Estrutura Estatutária A GEAP GEAP é administrada por por um um Conselho Deliberativo responsável pela pela definição da da

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

MERCADO FOTOVOLTAICO. Análise de Viabilidade. Onde estão as melhores oportunidades do setor fotovoltaico?

MERCADO FOTOVOLTAICO. Análise de Viabilidade. Onde estão as melhores oportunidades do setor fotovoltaico? MERCADO FOTOVOLTAICO Análise de Viabilidade. Onde estão as melhores oportunidades do setor fotovoltaico? Palestrantes Márcio Takata - Engenheiro Eletricista pela Escola Politécnica da USP, MBA INSPER,

Leia mais

A Experiência da Espanha na Operação de Parques Eólicos

A Experiência da Espanha na Operação de Parques Eólicos A Experiência da Espanha na Operação de Parques Eólicos Pablo Motta Ribeiro Neoenergia Plácido Nieto Ostos Iberdrola Hugo Nunes Neoenergia José Eduardo Tanure Neoenergia 1 2 Mudança de Paradigma no Brasil

Leia mais

A ENERGIA EÓLICA NO BRASIL 1º. Congresso Brasileiro de Geração Distribuída e Energias Renováveis Agosto de 2009

A ENERGIA EÓLICA NO BRASIL 1º. Congresso Brasileiro de Geração Distribuída e Energias Renováveis Agosto de 2009 A ENERGIA EÓLICA NO BRASIL 1º. Congresso Brasileiro de Geração Distribuída e Energias Renováveis Agosto de 2009 Regina Araújo Desenvolvimento de Negócios Energia Eólica no Mundo 2 PRINCIPAIS MERCADOS DA

Leia mais

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS

Leia mais

LSPA. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Dezembro de Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil

LSPA. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Dezembro de Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA Dezembro de 2013 Levantamento Sistemático da Produção Agrícola Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas

Leia mais

Perspectivas da Energia Eólica no Brasil

Perspectivas da Energia Eólica no Brasil Perspectivas da Energia Eólica no Brasil Belo Horizonte, MG 20 de agosto de 2008 Fábio Medeiros Sumário Situação atual da energia eólica no mundo. Situação e perspectivas da energia eólica no Brasil. Primeiras

Leia mais

Potência Nominal UF Tipo da Usina Nome da Usina (MW) CE CGE Bons ventos 50 CE CGE Formosa 104,4 CE CGE Volta do Rio 42 CE CGE Praia do Morgado 28,8

Potência Nominal UF Tipo da Usina Nome da Usina (MW) CE CGE Bons ventos 50 CE CGE Formosa 104,4 CE CGE Volta do Rio 42 CE CGE Praia do Morgado 28,8 Geração existente e com previsão de entrada em operação até dezembro de 2015, com ato de autorização anterior à publicação do Edital do LER 2013, considerada nos estudos da Margem de Transmissão. Potência

Leia mais

Integração e Segurança Energética na América Latina. Novas tecnologias e seu impacto sobre a integração elétrica

Integração e Segurança Energética na América Latina. Novas tecnologias e seu impacto sobre a integração elétrica SEMINÁRIO INTERNACIONAL Integração e Segurança Energética na América Latina PAINEL 6 Novas tecnologias e seu impacto sobre a integração elétrica Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos de Energia Elétrica

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Siglas d CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Indica Nº 1/215 Técnicos Respon Equipe

Leia mais

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016 Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868

Leia mais

Programa de Requalificação de UBS. Março/2015

Programa de Requalificação de UBS. Março/2015 Programa de Requalificação de UBS Março/2015 PROGRAMA DE REQUALIFICAÇÃO DE UBS Instituído no ano de 2011 OBJETIVOS: Criar incentivo financeiro para as UBS Contribuir para estruturação e o fortalecimento

Leia mais

PÓLO COSTA DAS PISCINAS/PARAÍBA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO TURISMO SUSTENTÁVEL ANEXO V GASTOS TURÍSTICOS TABELAS

PÓLO COSTA DAS PISCINAS/PARAÍBA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO TURISMO SUSTENTÁVEL ANEXO V GASTOS TURÍSTICOS TABELAS PÓLO COSTA DAS PISCINAS/PARAÍBA PLANO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO TURISMO SUSTENTÁVEL ANEXO V GASTOS TURÍSTICOS TABELAS JOÃO PESSOA-PB, JUNHO 2004 TABELA Nº01 GASTO MÉDIO INDIVIDUAL DIÁRIO em R$ 1.00,

Leia mais

Indicadores 5 e 6 do contrato de gestão Relatório de Abril de 2010

Indicadores 5 e 6 do contrato de gestão Relatório de Abril de 2010 Indicadores 5 e 6 do contrato de gestão Relatório de Abril de 2010 Leonardo Ferreira Carneiro Junho de 2010 Indicadores 5 e 6 do contrato de gestão Abril de 2010 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. Metodologia

Leia mais

SUBSÍDIOS PARA A AÇÃO SINDICAL COMPORTAMENTO DO EMPREGO METALÚRGICO MARÇO DE 2011

SUBSÍDIOS PARA A AÇÃO SINDICAL COMPORTAMENTO DO EMPREGO METALÚRGICO MARÇO DE 2011 SUBSÍDIOS PARA A AÇÃO SINDICAL COMPORTAMENTO DO EMPREGO METALÚRGICO MARÇO DE 2011 ANÁLISE DOS RESULTADOS De acordo com os dados do Ministério do Trabalho e Emprego, de janeiro a dezembro de 2012 foram

Leia mais

Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade

Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade Energia Limpa: Viabilidade e Desafios A Bioeletricidade Zilmar José de Souza XIV CONGRESSO BRASILEIRO DE ENERGIA Rio de Janeiro 23 de outubro de 2012 A UNICA A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA)

Leia mais

EEE934 Impactode GD àsredes Elétricas (http://www.cpdee.ufmg.br/~selenios)

EEE934 Impactode GD àsredes Elétricas (http://www.cpdee.ufmg.br/~selenios) Universidade Federal de Minas Gerais Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Área de Concentração: Engenharia de Potência EEE934 Impactode GD àsredes Elétricas (http://www.cpdee.ufmg.br/~selenios)

Leia mais

Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento

Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento Janeiro de 2008 Apresentado por Fernando Chacon Diretor de Marketing de Cartões do Banco Itaú 1 Mercado de Cartões Faturamento anual: R$ bilhões

Leia mais

De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012.

De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. Os casos de Invalidez Permanente representaram a maioria das indenizações pagas

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA FEV/015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL APRESENTA RETRAÇÃO NAS VENDAS EM FEVEREIRO A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro

Leia mais

Mortos e Acidentes por Unidade Federativa

Mortos e Acidentes por Unidade Federativa e Acidentes por Unidade Federativa - 2016 Data: 23/05/2017 FILTROS: Veículos: Todos, Caminhões, Ônibus Valores: Absolutos Estado: Todos BR: Todas Estados com maior número de mortes e acidentes - 2016 Este

Leia mais

A GERAÇÃO EÓLICA E OS DESAFIOS PARA A OPERAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO

A GERAÇÃO EÓLICA E OS DESAFIOS PARA A OPERAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO 1 A GERAÇÃO EÓLICA E OS DESAFIOS PARA A OPERAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO Angela C. S. L. Guimarães Pedro Bezerra Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf 2 PROPOSTA DO TRABALHO MOTIVAÇÃO

Leia mais

SINTESE DA APURAÇÃO MENSAL - OUTUBRO/2016

SINTESE DA APURAÇÃO MENSAL - OUTUBRO/2016 SINTESE DA APURAÇÃO MENSAL - OUTUBRO/2016 Escritório Central Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova CEP 20211-160 Centro Rio de Janeiro RJ Tel.: 21 3444 9000 Fax: 21.3444 9444 2016 /ONS Todos os direitos

Leia mais

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Safra 2015/2016 Mensal Acumulado Cana Campo (1) Cana Esteira (2) R$/Kg ATR R$/Kg ATR R$/Ton. R$/Ton. Abr/15 0,4909

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Em 2014, de acordo com a International Renewable Energy Agency (IRENA), a fonte biomassa apresentou 80.227

Leia mais

A CO-GERAÇÃO E O PROGRAMA PRIORITÁRIO DE TERMELETRICIDADE

A CO-GERAÇÃO E O PROGRAMA PRIORITÁRIO DE TERMELETRICIDADE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA EXPOSIÇÃO E SEMINÁRIO INTERNACIONAIS A CO-GERAÇÃO E O PROGRAMA PRIORITÁRIO DE TERMELETRICIDADE Junho / 2002 GILSON FRANÇA 1 SUMÁRIO 1. LEGISLAÇÃO - LEIS - DECRETOS - PORTARIAS - RESOLUÇÕES

Leia mais

BIOELETRICIDADE: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS. Zilmar José de Souza

BIOELETRICIDADE: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS. Zilmar José de Souza BIOELETRICIDADE: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS Zilmar José de Souza Câmara Consultiva do Açúcar e Etanol na BM&F-Bovespa São Paulo - 9 de setembro de 2014 Bioeletricidade: capacidade instalada (em MW)

Leia mais

BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL

BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL Superintendência de Refino, Processamento de Gás Natural e Produção de Biocombustíveis APRESENTAÇÃO JUNHO DE 2015 www.anp.gov.br Boletins ANP BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL Agência Nacional do Petróleo, Gás

Leia mais

Relatório de Dados do Programa de Microcrédito 2º. Trimestre de 2012

Relatório de Dados do Programa de Microcrédito 2º. Trimestre de 2012 Ministério do Trabalho e Emprego Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado Relatório de Dados do Programa de Microcrédito 2º. de 2012 1. Resultados do Programa de Microcrédito no 2 de 2012.

Leia mais

O PAPEL DOS CARTÕES NA BANCARIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL

O PAPEL DOS CARTÕES NA BANCARIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL O PAPEL DOS CARTÕES NA BANCARIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL MILTON PAULO KRÜGER JÚNIOR Diretor de Administração de Cartões Agenda Bancarização conceitos e dados de mercado O diferencial do Cartão Plástico aplicações

Leia mais

Energia Eólica. Estado da Arte e Princípios Físicos. Sumário

Energia Eólica. Estado da Arte e Princípios Físicos. Sumário Centro de Pesquisas de Energia Elétrica Energia Eólica Estado da Arte e Princípios Físicos Ricardo Marques Dutra Departamento de Tecnologias Especiais - DTE Sumário Estado da Arte Tecnologia Eólica Viabilidade

Leia mais

Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável. Tecnologia => disponível com eficiência crescente

Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável. Tecnologia => disponível com eficiência crescente Cana de Açúcar => oferta crescente matéria prima energética Bagaço + Palha => disponibilidade existente e assegurada Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável Tecnologia =>

Leia mais

Energia Eólica Potencial e Oportunidades no Brasil. Lauro Fiuza Junior

Energia Eólica Potencial e Oportunidades no Brasil. Lauro Fiuza Junior Energia Eólica Potencial e Oportunidades no. Lauro Fiuza Junior Presidente da ABEEólica - Associação eira de Energia Eólica 3 de Junho de 2008. ABEEólica Desenvolver a geração eólica no Ela é parte essencial

Leia mais

Rio de Janeiro, 18/05/2017. Mercado de Trabalho Brasileiro 1º trimestre de 2017

Rio de Janeiro, 18/05/2017. Mercado de Trabalho Brasileiro 1º trimestre de 2017 1 Rio de Janeiro, 18/05/2017 Mercado de Trabalho Brasileiro estre de 2017 O B J P R I N C I P A L Produzir informações contínuas PNAD Contínua Produzir informações anuais E T I sobre a inserção da população

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NOVEMBRO DE 2016

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NOVEMBRO DE 2016 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas

Leia mais

OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO

OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO 01 de Abril de 2011 Mesa Redonda sobre Energia no Brasil: Energia e o Novo Governo Rio de Janeiro Empresa de Pesquisa Energética Uma Empresa do Ministério de

Leia mais

Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais. Flávio Bitter

Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais. Flávio Bitter Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais Flávio Bitter outubro 2015 Destaques Presença Nacional Beneficiários (Mil) Operadora líder no mercado brasileiro de Saúde suplementar,

Leia mais

Expansão e Oportunidade de Investimentos em PCHs

Expansão e Oportunidade de Investimentos em PCHs Expansão e Oportunidade de Investimentos em PCHs Fábio Dias Diretor Executivo Belo Horizonte,, 22 de abril de 2008 Resumo Cenário Atual PCH Potencial Alternativas de Comercialização Dificuldades e Desafios

Leia mais

Sobre o CAIS Estatísticas Relatório de Incidentes de Segurança Visão Geral Incidentes envolvendo clientes do PoP-SC

Sobre o CAIS Estatísticas Relatório de Incidentes de Segurança Visão Geral Incidentes envolvendo clientes do PoP-SC Relatório Mensal de Incidentes de Segurança como instrumento de melhoria contínua Rildo Souza Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS) Agenda Sobre o CAIS Estatísticas Relatório de Incidentes

Leia mais

Casos de FHD Óbitos e Taxa de letalidade

Casos de FHD Óbitos e Taxa de letalidade Casos de dengue Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total 2003 20.471 23.612 - - - - - - - - - - 44.083 2002 94.447 188.522 237.906 128.667 60.646 23.350 12.769 10.149 6.682 7.138 9.246 9.052

Leia mais

MARÇO Tabela 01 - Geração média mensal por estado variação % relativo ao mês anterior.

MARÇO Tabela 01 - Geração média mensal por estado variação % relativo ao mês anterior. MARÇO 2016 Este boletim contém a geração mensal verificada, por estado, em MWmédio. Foram consideradas as usinas nas modalidades de operação tipo I, tipo II-A e os conjuntos de usinas individualizadas

Leia mais

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para 2015 Hermes Chipp Diretor Geral FGV Rio de Janeiro, 02/06/2014 1 Visão de Curto Prazo Avaliação das Condições Meteorológicas

Leia mais

Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste

Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste Sessão IV: A Bacia do rio São Francisco. Origem das Águas. Regime Fluvial. Disponibilidades. Risco de Mudanças CGEE / ANA Brasília Agosto de 2008 Giovanni

Leia mais

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E ENFRENTAMENTO DA DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BRASÍLIA, 26 DE JANEIRO DE 2017

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E ENFRENTAMENTO DA DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BRASÍLIA, 26 DE JANEIRO DE 2017 SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E ENFRENTAMENTO DA DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BRASÍLIA, 26 DE JANEIRO DE 2017 Situação Epidemiológica da Dengue, Brasil, SE 1 a 3/2015 a 2017 2015:

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF UF Tecnologia Velocidade Quantidade de Acessos AC ATM 12 Mbps a 34Mbps 3 AC ATM 34 Mbps

Leia mais

BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL

BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Superintendência de Refino, Processamento de Gás Natural e Produção de Biocombustíveis APRESENTAÇÃO AGOSTO DE 206

Leia mais

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas Nº de usinas www.cceorg.br Nº 008 Agosto/2014 0 10 00 08 Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia

Leia mais

Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais Empresa de Pesquisa Energética - EPE

Amilcar Guerreiro Diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais Empresa de Pesquisa Energética - EPE WORKSHOP Integração de mercados de energia elétrica e formação de preços PAINEL IV Harmonização dos mercados TEMA Impacto da ampliação das fontes renováveis na integração dos mercados Amilcar Guerreiro

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2015

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2015 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2015 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Em 2014, de acordo com a International Renewable Energy Agency (IRENA), a fonte biomassa apresentou 80.227

Leia mais

1 - INTRODUÇÃO 2 - METODOLOGIA

1 - INTRODUÇÃO 2 - METODOLOGIA SUMÁRIO 1. Introdução... 2 2. Metodologia... 2 3. Estimativa da Área Plantada... 3 4. Estimativa da Produção... 3 5. Avaliação das Culturas... 4 5.1 Algodão... 4 5.2 Arroz... 4 5.3 Feijão... 5 5.4 Milho...

Leia mais

BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL

BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL Superintendência de Refino, Processamento de Gás Natural e Produção de Biocombustíveis APRESENTAÇÃO MAIO DE 2014 www.anp.gov.br Boletins ANP BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL Agência Nacional do Petróleo, Gás

Leia mais

BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL

BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL Superintendência de Refino, Processamento de Gás Natural e Produção de Biocombustíveis APRESENTAÇÃO JANEIRO DE 2015 www.anp.gov.br Boletins ANP BOLETIM MENSAL DO BIODIESEL Agência Nacional do Petróleo,

Leia mais

III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL

III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL III SEMINÁRIO MERCADOS DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL Tema central Investimento, risco e regulação Seção B. A Indústria Investimento em energias renováveis no Brasil. A oportunidade da energia eólica Amilcar

Leia mais

A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital

A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital William Figueiredo Divisão de Estudo Econômicos do Rio de Janeiro (DIERJ) Gerência de Estudos Econômicos (GEE) Rio de Janeiro, 27 de junho de 2017 Estado do

Leia mais

RESOLUÇÃO ANEEL N O 451, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998

RESOLUÇÃO ANEEL N O 451, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 RESOLUÇÃO ANEEL N O 451, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 Homologa os Montantes de Energia e Demanda de Potência para os Contratos Iniciais de compra e venda de energia para as empresas das regiões Norte e Nordeste

Leia mais

LSPA. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Setembro de 2013. Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil

LSPA. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Setembro de 2013. Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA Setembro de 213 Levantamento Sistemático da Agrícola Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no

Leia mais

Promoção da competitividade e desenvolvimento da economia brasileira

Promoção da competitividade e desenvolvimento da economia brasileira Objetivo Promoção da competitividade e desenvolvimento da economia brasileira Fim das barreiras à entrada Estímulo à expansão dos investimentos do setor privado Modernização da infraestrutura e da gestão

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA CONTRATO 07/2013 EXERCÍCIO 2013 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 dez/13 Número da Nota Fiscal emitida - - - - - - 92 99 110 121/133-157 - - Depósitos realizados

Leia mais

O BNB como agente financiador de energias limpas

O BNB como agente financiador de energias limpas Seminário de Propostas de Políticas Públicas para Energias Renováveis no Brasil O BNB como agente financiador de energias limpas Roberto Smith, Presidente do Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB) Fortaleza-CE

Leia mais

RESULTADOS DOS LEILÕES REGULARES DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA (A-3, A-5 E ENERGIA DE RESERVA)

RESULTADOS DOS LEILÕES REGULARES DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA (A-3, A-5 E ENERGIA DE RESERVA) RESULTADOS DOS LEILÕES REGULARES DE COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA Introdução (A-3, A-5 E ENERGIA DE RESERVA) O presente relatório tem por objetivo representar os resultados dos leilões de compra de energia

Leia mais

Indenizações Pagas Quantidades

Indenizações Pagas Quantidades Natureza da Indenização Jan a Dez 2011 % Jan a Dez 2012 % Jan a Dez 2012 x Jan a Dez 2011 Morte 58.134 16% 60.752 12% 5% Invalidez Permanente 239.738 65% 352.495 69% 47% Despesas Médicas (DAMS) 68.484

Leia mais

Características da Expansão Hidroelétrica e a Necessidade de Implementação de Geração Complementar

Características da Expansão Hidroelétrica e a Necessidade de Implementação de Geração Complementar Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados Características da Expansão Hidroelétrica e a Necessidade de Implementação de Geração Complementar Prof. Nivalde J. de Castro Pesquisador

Leia mais

TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS A ESTADOS, DF E MUNICÍPIOS - DEZEMBRO/2014

TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS A ESTADOS, DF E MUNICÍPIOS - DEZEMBRO/2014 SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COINT - Coordenação-Geral de Análise e Informações das Transferências Financeiras Intergovernamentais TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS A ESTADOS, DF E MUNICÍPIOS - DEZEMBRO/2014

Leia mais

O SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

O SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA PORTARIA N o 17, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. O SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO DO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, no uso da competência que lhe confere o art. 1 o da Portaria MME

Leia mais

Evolução das Ocorrências de Sinistros de Morte no Feriado de Corpus Christi por Tipo de Veículo

Evolução das Ocorrências de Sinistros de Morte no Feriado de Corpus Christi por Tipo de Veículo Estatísticas Corpus Christi Nos últimos anos, as ocorrências de acidentes envolvendo veículos automotores, no período do feriado de Corpus Christi, cujas indenizações foram solicitadas à Seguradora Líder

Leia mais

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE DOCUMENTO 2 LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE 100.105.025 644425 10 10 fev/05 fev/10 9660 10/10/2005 13/10/2005

Leia mais

Anuário Estatístico do Turismo de Bonito

Anuário Estatístico do Turismo de Bonito Anuário Estatístico do Turismo de Bonito Ano Base - 2016 Realização: Apoio: ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO TURISMO DE BONITO ANO BASE 2016 O Anuário Estatístico do Turismo é a compilação dos dados coletados pelo

Leia mais

Soluções energéticas para o Brasil: principais desafios

Soluções energéticas para o Brasil: principais desafios Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal Energia: Recursos Energéticos e Desafios Estratégicos Soluções energéticas para o Brasil: principais desafios 24 de agosto de 2009 Nelson Hubner

Leia mais

Vênus Em Aquário 25 Dez 1939. Vênus Em Peixes 18 Jan 1940. Vênus Em Áries 12 Fev 1940. Vênus Em Touro 8 Mar 1940. Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940

Vênus Em Aquário 25 Dez 1939. Vênus Em Peixes 18 Jan 1940. Vênus Em Áries 12 Fev 1940. Vênus Em Touro 8 Mar 1940. Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940 Vênus Em Aquário 25 Dez 1939 Vênus Em Peixes 18 Jan 1940 Vênus Em Áries 12 Fev 1940 Vênus Em Touro 8 Mar 1940 Vênus Em Gêmeos 4 Abr 1940 Vênus Em Câncer 6 Maio 1940 Vênus Em Gêmeos 5 Jul 1940 Vênus Em

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 CALENDÁRIO AGRÍCOLA - FEIJÃO Safra 1ª - Safra das Águas 2ª - Safra da Seca 3ª - Safra de Inverno Principais Regiões Sul, Sudeste,

Leia mais

REVISÃO 1 NT 156/2003. P:\Meus documentos\nota Técnica\NT REVISÃO 1.doc

REVISÃO 1 NT 156/2003. P:\Meus documentos\nota Técnica\NT REVISÃO 1.doc REVISÃO 1 2003/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 156/2003 REVISÃO 1 P:\Meus documentos\nota Técnica\NT 156-2004 REVISÃO 1.doc !"# $%!#&'(# #$)*+,-+-)#-$&.',-+

Leia mais

Ilhéus 240.502 37.555

Ilhéus 240.502 37.555 Serviço: TV a CBO Concorrência 005 /97 - TVC - DOCM/SFO/MC Data de recebimento da Documentação de Habilitação e das 05/01/98 ÁRE DE PRESTÇÃO DO SERVIÇO: nápolis GO PREÇO MÍNIMO (R$): 249.047,44 nápolis

Leia mais

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE ALIMENTOS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO BRASIL 2012 EXPORTAÇÕES US$ 43 Bilhões (23%) 23% Ásia 22% União Europeia FATURAMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO ANEEL N O 453, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998

RESOLUÇÃO ANEEL N O 453, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998 RESOLUÇÃO ANEEL N O 453, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1998 Homologa os Montantes de Energia e Potência asseguradas das usinas hidrelétricas pertencentes às empresas das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

Leia mais

8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014)

8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014) 8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014) Elaboração: Contraf-CUT, CNTV e Federação dos Vigilantes do Paraná Fonte: Notícias da imprensa, SSP e sindicatos Apoio: Sindicato dos Vigilantes de Curitiba

Leia mais

PESQUISA MENSAL DO COMERCIO VAREJISTA DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA (CE) - MARÇO 2016 -

PESQUISA MENSAL DO COMERCIO VAREJISTA DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA (CE) - MARÇO 2016 - PESQUISA MENSAL DO COMERCIO VAREJISTA DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA (CE) - MARÇO 2016 - Elaboração: Francisco Estevam Martins de Oliveira, Estatístico Coordenação de Campo: Roberto Guerra SUMÁRIO

Leia mais