Fronteiras Culturais e Cultura Fronteiriça em Livramento (Br) e Rivera( Uy): Considerações Provisórias 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fronteiras Culturais e Cultura Fronteiriça em Livramento (Br) e Rivera( Uy): Considerações Provisórias 1"

Transcrição

1 Fronteiras Culturais e Cultura Fronteiriça em Livramento (Br) e Rivera( Uy): Considerações Provisórias 1 Maria Helena Martins 2 Centro de estudos de Literatura e Psicanálise Cyro Martins Diretora-Presidente Resumo Apresentam-se considerações (com recurso audiovisual, no Congresso) sobre o projeto Fronteiras Culturais (Brasil Uruguai Argentina), No caso, trata-se de pesquisa e atuação cultural, em Livramento (Br) e Rivera (Uy), desenvolvidas desde 2001, desencadeando um processo que evidencia peculiaridades e similitudes, assinala fronteiras culturais e indica a existência de uma cultura fronteiriça. Palavras-chave fronteiras culturais; cultura fronteiriça; práticas culturais. Corpo do trabalho A cultura ibero-americana delineou um perfil sócio-cultural e político na América Latina e as circunstâncias locais e temporais se encarregaram de redesenhar novas configurações: seja, de pertencimento, isto é, quanto à constituição do senso de identidade nacional, seja de extraterritoriedade, quanto ao senso de cultura fronteiriça, de diversidade e complementaridade cultural. Propõem-se aqui considerações sobre experiência em andamento, nas cidades de Livramento(RS-BR) e de Rivera (RV- UY), na qual se pesquisa a fronteira como um espaço e suas possibilidades de ampliação de horizontes e as práticas culturais fronteiriças se constituindo pelo concurso de várias áreas do conhecimento, das artes em geral e seus entrecruzamentos. A região do Pampa ou da Campanha compõe-se de partes do sudoeste do estado brasileiro do Rio Grande do Sul, partes do território do Uruguai e da Argentina. Possui rica agropecuária e importância histórica significativa para os três países. Mas, 1 Trabalho para a Mesa Temática 06 - Comunicação, cultura e fronteiras 2 Doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada(USP). Lecionou na UFRGS e USP. Diretora do Centro de Estudos de Literatura e Psicanálise 'Cyro Martins', onde coordena o projeto Fronteiras Culturais (Brasil - Uruguai - Argentina). Principais publicações: Agonia do heroísmo: contexto e trajetória de 'Antônio Chimango',Porto Alegre, URGS/L&PM,1980; O que é leitura. São Paulo,Brasiliense, 1982; Questões de linguagem.org. e co-autoria. São Paulo, Contexto,1997; Fronteiras Culturais(Brasil - Uruguai - Argentina). Org. e co-autor. São Paulo, Ateliê Ed/CELPCYRO/SMCPOA, Pampa e Cultura: de Fierro a Netto. Porto Alegre, EDURGS/CELPCYRO/LAI- FU_Berlin,

2 contrariando isso, suas pequenas cidades pouco têm prosperado social, econômica e culturalmente. O desenvolvimento precário dessas cidades possivelmente ocorra devido a se situarem na periferia dos respectivos países. Apesar disso, ou até em decorrência, os laços entre brasileiros, uruguaios e argentinos fronteiriços vêm de longe e, mesmo com inevitáveis percalços, subsistem, amadurecem, estabelecem-se intercâmbios que vão do comércio às relações familiares, da culinária à linguagem. Tal integração deriva da necessidade de sobrevivência há mais de dois séculos, entre portugueses e espanhóis e seus descendentes. E parece perdurar mais devido ao convívio natural do que pela consciência de ser essa uma condição propícia para revigorar a região. 3 Configura-se, assim, espécie de Mercosul avant la lettre, vivencial. Se esse processo se desenvolve melhor que o do Mercosul dos gabinetes e suas demandas econômicas e políticas, urge investigá-lo, valorizá-lo e incrementá-lo. 4 Ademais, ironicamente, talvez a própria inexorabilidade da globalização venha a intensificar esses laços fronteiriços: num esforço para superar a pressão homogeneizante de forças sócio-econômicas e culturais mais ou menos impostas, as comunidades da fronteira, pelo convívio de diferenças, fortalecem suas identidades nacionais e regionais. Surgem assim condições de expansão que delimitações geopolíticas e tratados não permitem. Diante desse quadro, torna-se significativo um trabalho que simultaneamente - investigue essa realidade e contribua para a sua transformação. Com esse espírito, elaboramos e desenvolvemos o projeto Fronteiras Culturais (Brasil Uruguai Argentina), no qual se insere a experiência em Livramento (BR) e Rivera (UY). Riqueza cultural e territorial + precariedade sócio-econômica podem significar potencial de desenvolvimento? 3 Em Pagos, passagens, incertezas... o drama da fronteira são apresentados panorama sócio-histórico da região e bases teórico-metodológicas do projeto Fronteiras Culturais. In: MARTINS, Maria Helena (org. e co-autor). Fronteiras Culturais (Brasil Uruguai Argentina). São Paulo, Atelier Editorial- CELP Cyro Martins-SMC-POA, Em Pampa e Cultura: de Fierro a Netto.Chiappini, L. Martins, M. H. e Pesavento, S. (orgs) Porto Alegre, EDURGS/CELPCYRO/LAI-FU-Berlin/2004 desenvolvem-se essas questões. 4 Partir de los espacios, a los que llamaría intersticiales, para entendernos mejor en este mundo global, me parece un principio que está instalado, que siempre estuvo y al que sólo falta completar con un proyecto, una teoría y una práctica de trabajo consecuentes. El "Projeto Fronteiras Culturais (Brasil- Uruguai-Argentina)", del "Centro de Estudos de Literatura e Psicanálise Cyro Martins", abre una posibilidad para ese diálogo. ROCCA, Pablo. In Fronteras Abiertas. 2

3 O projeto apresentado aqui é uma realização do Centro de Estudos de Literatura e Psicanálise Cyro Martins (Porto Alegre), sob minha coordenação, e registrado, passo a passo, em nosso site Sua premissa está em que a riqueza cultural do Pampa, internacionalmente reconhecida, deveria motivar investimentos para revigorar a região em geral, possibilitando seus habitantes a construir o próprio desenvolvimento. Mesmo que isso pareça algo de retorno incerto, porque implica um processo de transformação e não, meras mudanças. Tal proposição se funda na autoestima: (re)conhecendo-se, as comunidades podem aprender a se valorizar e a buscar alternativas de sobrevivência cultural, sustentabilidade econômica, conquista efetiva da cidadania. Nesse processo, as identidades nacionais, antes de se diluírem, são acrescidas pela consciência do vigor da cultura fronteiriça compartilhada. Decorre dessa perspectiva a noção de fronteira que norteia o trabalho: refere-se a um espaço e suas possibilidades; é vista como ampliação de horizontes e não como identificadora de um local e seus limites. Ademais, ao se investigar a cultura fronteiriça, preconizamos uma abordagem ampla, multidisciplinar e interagente. Trata-se de valorizar a diversidade cultural, pondo em evidência peculiaridades e similitudes, talvez até auxiliando o enriquecimento mútuo, pelo concurso de diversas áreas do conhecimento e diferentes formas de expressão, conforme os estudos de fronteiras culturais estão a exigir. Observe-se ainda que antecede nossa experiência de campo em Livramento e Rivera a hipótese de que talvez seja mais fácil forasteiros desencadearem um processo de conscientização da realidade fronteiriça do que seus próprios habitantes, pois a vivência cotidiana da situação pode prejudicar o distanciamento que propiciaria avaliação crítica. Ou seja: o olhar forasteiro talvez enxergue aquilo que os da terra não percebem, pelo tanto que convivem com isso. Incentivar o auto-conhecimento e o intercâmbio cultural levariam à autosustentabilidade da região? O projeto Fronteiras Culturais (Brasil Uruguai Argentina) parte dessas premissas para identificar, fomentar e difundir práticas culturais locais, através de pesquisa bibliográfica e de campo, com ações participativas abrangendo habitantes da região, dos dois lados da fronteira. O público-alvo é diversificado: desde crianças a adultos, de iletrados a intelectuais. Trata-se de investigação que, simultaneamente, busca colher e divulgar dados sobre especificidades e semelhanças no modo de vida e 3

4 na visão de mundo de fronteiriços, contribuindo para seu auto-conhecimento e para o intercâmbio de informações, envolvendo educação e demais benesses do bem-estar social, expressos culturalmente no cotidiano, através de aspectos como memória, costumes, imaginário, relações pessoais e de trabalho, tradições, linguagem, artes em geral. Enfatizamos um enfoque humanista, partindo da literatura, na qual se encontram elementos históricos, geográficos, lingüísticos, etnográficos integrando os aspectos acima referidos. Para tanto, na primeira etapa da pesquisa de campo propuseram-se leituras de contos de Campo fora, de Cyro Martins, em edição bilíngüe portuguêsespanhol especialmente feita para esse projeto. 5 Tais leituras, realizadas por membros das comunidades e verificadas por meio de entrevistas, oficinas, enquetes, foram recriadas pelos participantes em várias formas de expressão. A investigação se caracteriza, pois, como qualitativa, com fundo etnográfico e caráter pragmáticoparticipativo, baseada em evidências, em que o objeto inicial de estudo a cultura fronteiriça e seus atores - passa gradativamente a ser seu sujeito. Além de assim se incentivar o fortalecimento do interesse geral e a valorização cultural da região, se está também querendo contribuir para um mapeamento de pesquisas a esse respeito, e lançando pontes para ampliá-las a outras fronteiras, diminuindo o isolamento dos países da América Latina em geral e do Brasil. Principalmente considerando que nosso país é lindeiro com nada menos do 9 países sul-americanos e a Guiana Francesa, Departamento Ultramar da França sem dúvida uma situação em que as múltiplas vivências fronteiriças impõem a necessidade de seu conhecimento. 5 MARTINS, Cyro.Campo fora/campo afuera. IEL-CELP Cyro Martins, Originalmente publicado em 1934, em português, é composto por 14 contos. Na linguagem e nos relatos,o autor recupera episódios de sua infância e juventude, a paisagem, as vivências da Campanha/Pampa e prenuncia as agruras do gaúcho a pé, expressão que cunharia posteriormente, para designar o homem do campo que perdeu seu cavalo, a terra e se viu marginalizado na periferia da cidade. A hipótese que norteia essa escolha é de que, se as raízes culturais permanecem fortes, o livro tem significados especiais para os habitantes da região, mesmo aos nascidos muito depois de sua primeira edição.cf. Anexo 2 4

5 Há desvãos na harmonia da Fronteira da Paz? A fim de ponderar sobre a situação hoje configurada como emblemática de perfeita harmonia, valendo-lhes o epíteto de Fronteira da Paz, há que considerar o processo de formação das cidades de Livramento e Rivera, suas relações através do tempo. Livramento nasce como minúsculo vilarejo constituído pelo que restou de um acampamento militar, em Passa a ser chamada de cidade em 1876, hoje tem km2 de área e cerca de habitantes. Rivera, atualmente com 9.370km2 e cerca de habitantes, surge 40 anos depois de Sant Ana do Livramento. Durante esse período, a região sofre sangrentas guerras e revoluções, envolvendo portugueses e espanhóis, em luta por poder e por esse território. Tudo indica estivesse aí um motivador para problemas de identidade nacional nas duas comunidades e rixas intermináveis entre seus habitantes. Mas, curiosamente, ao ser fundada a cidade de Rivera, os vizinhos santanenses fizeram uma petição ao governo uruguaio para que a planta da nova cidade de fosse estabelecida em continuidade de Sant Ana, como a selar as boas relações entre ambas. 6 E assim parece ser até hoje. Mas será tudo harmonia nesse cenário cujas personagens e suas contingências habitam e inevitavelmente também se desentendem? Como se dão as relações familiares, sócio-culturais, institucionais numa fronteira da paz? Em que pese a dupla 6. Cf. ALBORNOZ, V. Vera Maria L. Armour- uma aposta no Pampa. Livramento, Pallotti, p

6 nacionalidade hoje concedida pelo Brasil e pelo Uruguai aos habitantes das duas cidades (os doble-chapa ), isso significa inexistirem conflitos aduaneiros, por exemplo? Fato é que paira nessas cidades algo que atrai os forasteiros, provocando desejos de desvendá-las e de ceder a seu embrujo. 7 A começar porque têm uma característica única: a configuração urbana torna a linha divisória das cidades quase invisível, até por seu traçado irregular, confundindo os incautos. No centro do Parque Internacional, comum aos dois países, um obelisco ladeado pelas duas bandeiras nacionais é um monumento à união, longe de marco delimitador. Já aí se entende porque essa é chamada Fronteira da Paz, o que ratifica a convivência fraterna e corrobora a fácil aceitação do projeto proposto por nós. 8 Apesar de pequenas, envolve as cidades uma atmosfera cosmopolita, pois nelas habitam e por elas transitam muitos italianos, franceses, espanhóis, árabes, alemães e seus descendentes, havendo, principalmente em Rivera, acesso a jornais e livros de Montevidéu, Buenos Aires, Porto Alegre, assim como europeus, via capitais platinas. Aliás, também não se demora a constatar que nessas comunidades há especial atração pelas Letras e Artes. Encontram-se muitos homens e mulheres poetas, romancistas, artistas plásticos. E há várias gerações de jornalistas que constantemente aparecem na mídia nacional e internacional oriundos dessa fronteira. Os habitantes são bons de batepapo e, dando informações sobre sua terra, vão também revelando o falar fronteiriço, que logo se descobre ser diferente do chamado portunhol (corrente entre nativos do Brasil, Uruguai, Argentina, quando pretendem se comunicar informalmente no idioma dos vizinhos). 7 :...seducción que nace de una historia distinta - de pasado ambiguo y brumoso origen geopolíticointentando trasmitir una compleja realidad (...)desde su genética aparición, desde los siglos en que los imperios español y portugués se apoderaran de estas tierras, el enigma socio-cultural existe. Enigma no dilucidado - aunque decisivo- que determinó para siempre un tipo especial de organización humana. Al fin, la cultura y la sociedad son los pilares en que se asienta el devenir de los pueblos. Querer penetrar entonces la raíz original, complejo de situaciones concretas e influencias abstractas que se han dado en el breve lapso de algo más de un siglo, no parece posible. Pugna de intereses extranjeros, y migraciones portuguesas de espíritu ortodoxo, frenaron al comienzo los impulsos progresistas que desde el puerto de Montevideo se expandían hacia todo el espectro de la Banda Oriental. Fuerza compulsiva de cuño europeo que llegó menoscabada a la región fronteriza; y encontrando algunas resistencias lugareñas, se filtró sin embargo en haces de cultura que lentos y persistentes se fueron decantando.. MARÍN, Mirtha Garat e ALVEZ, Délia Cazarré. La mirada del tiempo.montevideo,alfh, Prefácio. Registre-se que Délia Casarré é também uma das participantes do projeto, no grupo do Club de Lectoras, que realiza belo trabalho a ser detalhado adiante. 8 A linha de fronteira, tantas vezes modificada, criou nos habitantes da região a indiferença por ela e pelos poderes nacionais que a estabeleceram. A distância 500 kms. de Porto Alegre e Montevidéu, bem como a indiferença desses centros de decisão, aproximou a população das duas cidades. O intercâmbio comercial, a acolhida dos perseguidos, o apoio aos perdedores nas lutas políticas eram aceitos como naturais, mesmo que os centros de poder chamassem essas práticas de contrabando ou acoitamento de criminosos.. ALBORNOZ, V. Id. Ibid. 6

7 Esse foi o panorama que se encontrou ao apresentar o projeto às duas comunidades, propondo-se, simultaneamente, desenvolver um trabalho conjunto para colher e divulgar dados sobre especificidades e semelhanças no modo de vida e na visão de mundo fronteiriços, contribuindo talvez para seu auto-conhecimento e para o intercâmbio de informações. E os dados colhidos, principalmente as realizações dos participantes a partir de nossas proposições, superaram em muito as expectativas. Seja pelo grau de adesão em todas as faixas etárias e em diferentes níveis sócio-econômicos e culturais, seja consistência e criatividade do material produzido por eles. Ademais, encerrada a etapa de nosso acompanhamento direto dos trabalhos, voluntariamente continuaram as realizações, envolvendo-se então a rede escolar das duas cidades. Esse quadro indica quanto se pode auxiliar os fronteiriços dessa região a abrirem frentes de crescimento efetivo, ao mesmo tempo em que se amplia e aprofunda a reflexão teórica sobre seu/nosso patrimônio cultural. Por isso importa-nos reafirmar que orientação e seriedade de propósitos, disponibilidade, motivação, no lugar e tempo propícios e sem arrogância, podem transformar uma experiência em processo integrado ao contexto em que se instaure. Acompanhando esse processo, já como observadores, percebe-se a importância de que seu curso não se burocratize. E, principalmente, que haja forasteiros por perto, pois estes têm naturalmente um distanciamento que pode provocar estranhamento e curiosidade, apontando inclusive desvãos na harmonia. Repensando nossas premissas e a hipótese de que o forasteiro teria possibilidades de desencadear um processo de conscientização da importância do patrimônio cultural na região, evidencia-se a existência, já entranhada há gerações, de um sentimento de orgulho por sua terra, suas origens, sua história. Porém um orgulho esmaecido pela situação precária que boa parte da população dessas cidades vive. Percebe-se, então, a função maior do forasteiro pesquisador: provocar o resgate de valores desmerecidos pelas circunstâncias; sem apelos saudosistas, mas metabolizados pelo cotidiano fronteiriço e pelas exigências e conflitos do mundo em que vivemos. Maria Helena Martins - junho de

8 Referências bibliográficas ALBORNOZ, V. Vera Maria L. Armour- uma aposta no Pampa. Livramento, Pallotti, p. 23. CHIAPPINI, L. Martins, M. H. e Pesavento, S. (orgs). Pampa e Cultura: de Fierro a Netto. Porto Alegre, EDURGS/CELPCYRO/LAI-FU-Berlin, MARÍN, Mirtha Garat e ALVEZ, Délia Cazarré. La mirada del tiempo.montevideo,alfh, Prefácio. MARTINS, Cyro. Campo fora/campo afuera. IEL-CELP Cyro Martins, MARTINS, Maria Helena (org. e co-autor). Fronteiras Culturais (Brasil Uruguai Argentina). São Paulo, Atelier Editorial- CELP Cyro Martins-SMC-POA, 2002 ROCCA, Pablo. In Fronteras Abiertas. 8

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Brasília, 25 de novembro de 2009 1 POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO,

Leia mais

Patrocínios: Governos Nacionais e Locais, empresas, organismos de cooperação internacional, universidades, doações.

Patrocínios: Governos Nacionais e Locais, empresas, organismos de cooperação internacional, universidades, doações. Criando ferramentas para a garantia ao direito à convivência familiar e comunitária. Documento Preparatório do Seminário Relaf 2013 Fortalecendo os Avanços. Criando ferramentas para a Garantia do Direito

Leia mais

Projetos compartilhados

Projetos compartilhados espaço ibero-americano espacio iberoamericano Projetos compartilhados OEI inicia o Programa Arte-educação, Cultura e Cidadania e o Projeto Ibero-americano de Teatro Infantojuvenil A aprendizagem da arte

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Comunicado Conjunto. Reunião dos Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e José Alberto Mujica Cordano

Comunicado Conjunto. Reunião dos Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e José Alberto Mujica Cordano Comunicado Conjunto Reunião dos Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e José Alberto Mujica Cordano (Santana do Livramento/Rivera, 30 de julho de 2010) Os Presidentes da República Federativa do Brasil,

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org 3º Acampamento Intercontinental da Juventude Cidade Laboratório de Um Outro Mundo Possível Porto

Leia mais

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Nome Desarrollo de Sistemas de Gobierno y Gestión en Empresas de Propiedad Familiar en el Perú Objetivo Contribuir

Leia mais

PLANO DE AÇÃO PARA O DIÁLOGO E A COOPERAÇÃO EM CULTURA ENTRE BRASIL E URUGUAI

PLANO DE AÇÃO PARA O DIÁLOGO E A COOPERAÇÃO EM CULTURA ENTRE BRASIL E URUGUAI PLANO DE AÇÃO PARA O DIÁLOGO E A COOPERAÇÃO EM CULTURA ENTRE BRASIL E URUGUAI Aos 26 dias do mês de julho de 2011, as autoridades de Cultura da República Federativa do Brasil e da República Oriental do

Leia mais

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão.

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Uma cultura de fronteira sob o olhar da fotoetnografia.

Uma cultura de fronteira sob o olhar da fotoetnografia. XXVII Congreso de la Asociación Latinoamericana de Sociología. VIII Jornadas de Sociología de la Universidad de Buenos Aires. Asociación Latinoamericana de Sociología, Buenos Aires, 2009. Uma cultura de

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca VISITA À ARGENTINA Centro Cultural

Leia mais

A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA A INCLUSÃO DA LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Tassiana Quintanilha de Souza (G CLCA UENP/CJ) Denise da Silva de Oliveira (Orientadora CLCA UENP/CJ) RESUMO: Este artigo visa discorrer sobre a formatação

Leia mais

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais.

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais. 4CCHLADAVPEX01 O ENSINO DE ARTES VISUAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ALHANDRA: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL Cláudia Oliveira de Jesus (1); Adeílson França (1);

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Conhecendo a Fundação Vale

Conhecendo a Fundação Vale Conhecendo a Fundação Vale 1 Conhecendo a Fundação Vale 2 1 Apresentação Missão Contribuir para o desenvolvimento integrado econômico, ambiental e social dos territórios onde a Vale atua, articulando e

Leia mais

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes Manual do Voluntário O Projeto Correspondentes A ação proposta pelo projeto Correspondentes é a troca regular de correspondências entre voluntários e crianças ou adolescentes que residem em abrigos ou

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Faça amizades no trabalho

Faça amizades no trabalho 1 Faça amizades no trabalho Amigos verdadeiros ajudam a melhorar a saúde, tornam a vida melhor e aumentam a satisfação profissional. Você tem um grande amigo no local em que trabalha? A resposta para essa

Leia mais

SERRANO, Carlos, WALDMAN, Maurício. Memória d África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007. 327 p.

SERRANO, Carlos, WALDMAN, Maurício. Memória d África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007. 327 p. SERRANO, Carlos, WALDMAN, Maurício. Memória d África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007. 327 p. Ana Cláudia da SILVA A publicação da Lei Nº. 10.639, de 9 de janeiro de 2003,

Leia mais

O PROBLEMA DO ALUNO IMIGRANTE: ESCOLA, CULTURA, INCLUSÃO

O PROBLEMA DO ALUNO IMIGRANTE: ESCOLA, CULTURA, INCLUSÃO O PROBLEMA DO ALUNO IMIGRANTE: ESCOLA, CULTURA, INCLUSÃO Marinaldo de Almeida Cunha 1 - PUCSP Grupo de Trabalho - Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo O presente

Leia mais

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Anexo II Termo de Referência CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Projeto: a consultoria será realizada no âmbito do projeto BRA/15/003 Organização

Leia mais

Experiencia aprobada especialmente por el Comité de Selección de OMEP para su publicación electrónica:

Experiencia aprobada especialmente por el Comité de Selección de OMEP para su publicación electrónica: Experiencia aprobada especialmente por el Comité de Selección de OMEP para su publicación electrónica: Construcción de un proyecto educativo en el Museo de Arte: pensando la mediación cultural para la

Leia mais

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL Bruna Maria de Oliveira (¹) ; Elcione Trojan de Aguiar (2) ;Beleni Salete Grando (3) 1.Acadêmica

Leia mais

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio Cláudio Roberto Ribeiro Martins claudiorrmartins@gmail.com FCT/UNESP - Presidente Prudente Palavras-chave:

Leia mais

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende *

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado é a expressão da participação da sociedade na vida pública mais significativa da atualidade. Os movimentos de participação

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

Introdução: Português e Espanhol na Tríplice Fronteira

Introdução: Português e Espanhol na Tríplice Fronteira Área temática: Comunicação; VALORES LINGUÍSTICOS NA TRÍPLICE FRONTEIRA Thiago Bolivar 1 Daniela Martello 2 Keren Victoria Oviedo Wright 3 Palavras chave: sociolinguística, acomodação comunicativa, tríplice

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA

O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA NA REGIÃO DE LONDRINA Catya Marques Agostinho de Araujo Amanda Pérez Montanéz (Orientadora) RESUMO Esta investigação tem por objetivos pesquisar, estudar e

Leia mais

Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO. Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul

Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO. Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul Relato de Experiência: Iniciativas Acadêmicas PRIMEIRO PASSO Elaboração de um jornal de bairro em comunidade do interior do Rio Grande do Sul PARZIANELLO, Geder Universidade Federal do Pampa RESUMO Projeto

Leia mais

Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta Resenha da Experiência ALAGOAS Trabalho: Projeto Dentes Resenha da Experiência

Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta Resenha da Experiência ALAGOAS Trabalho: Projeto Dentes Resenha da Experiência Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta - Faixa etária das crianças: 6 anos - Grau de escolaridade de professor: Nível Médio Magistério - Contexto sócio-cultural em que foi

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana

Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana O IDIE - Instituto para o Desenvolvimento e Inovação Educativa, especializado em

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

A PERMANÊNCIA DO REGIONALISMO NO ROMANCE BRASILEIRO: O CERRADO DE CARMO BERNARDES. Palavras-chave: Regionalismo Evolução Estética - Permanência

A PERMANÊNCIA DO REGIONALISMO NO ROMANCE BRASILEIRO: O CERRADO DE CARMO BERNARDES. Palavras-chave: Regionalismo Evolução Estética - Permanência A PERMANÊNCIA DO REGIONALISMO NO ROMANCE BRASILEIRO: O CERRADO DE CARMO BERNARDES Vanilde Gonçalves dos Santos LEITE; Rogério SANTANA F L - UFG vanildegsl@hotmail.com Palavras-chave: Regionalismo Evolução

Leia mais

O DIREITO DE ACESSO À EDUCAÇÃO. Profa. Dra. Luci Bonini

O DIREITO DE ACESSO À EDUCAÇÃO. Profa. Dra. Luci Bonini O DIREITO DE ACESSO À EDUCAÇÃO Profa. Dra. Luci Bonini Desde a assinatura da Declaração Universal dos Direitos Humanos, alguns órgãos da sociedade têm se manifestado no sentido de promover as garantias

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

A DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E A DE EDUCAÇÃO INFANTIL

A DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E A DE EDUCAÇÃO INFANTIL 1 A DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E A DE EDUCAÇÃO INFANTIL PACÍFICO, Juracy Machado/UNIR 1 RESUMO: O texto aborda a temática das diferenças étnico-raciais e socioculturais presentes também nas escolas de educação

Leia mais

Instituto Roerich da Paz e Cultura do Brasil

Instituto Roerich da Paz e Cultura do Brasil COMITÊS DA BANDEIRA DA PAZ E DO PACTO ROERICH CARTA DE PRINCÍPIOS SALVADOR/BA BRASIL 2012 CARTA DE PRINCÍPIOS PARA INSTALAÇÃO DE COMITÊS DA BANDEIRA DA PAZ E DO PACTO ROERICH NO BRASIL E NOS PAÍSES DA

Leia mais

Cumbre Judicial Iberoamericana XVII Edición: Un Justicia de Futuro

Cumbre Judicial Iberoamericana XVII Edición: Un Justicia de Futuro Cumbre Judicial Iberoamericana Documento de presentación de proyectos Información del proyecto Nombre del Proyecto: País: Curso à Distância de Direito Ambiental para Juízes Ibero-americanos: Discutindo

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

XX REUNIÃO ESPECIALIZADA DA MULHER DO MERCOSUL ANEXO III. Memória da Reunião

XX REUNIÃO ESPECIALIZADA DA MULHER DO MERCOSUL ANEXO III. Memória da Reunião XX REUNIÃO ESPECIALIZADA DA MULHER DO MERCOSUL ANEXO III Memória da Reunião Realizou-se na cidade de Brasília, República Federativa do Brasil, dias 29 e 30 de outubro de 2008, a XX Reunião Especializada

Leia mais

Palavras-chave: relação pais-escola-educadores, qualidade na educação, atuação educacional.

Palavras-chave: relação pais-escola-educadores, qualidade na educação, atuação educacional. 1 PAIS E EDUCADORES: IDENTIFICANDO SIGNIFICADOS A RESPEITO DA RELAÇÃO FAMÍLIA-ESCOLA Josiane da Costa Mafra josimafra@hotmail.com Lúcia Helena Ferreira Mendonça Costa luciacost@hotmail.com Camila Turati

Leia mais

PROJETO CLUBE EUROPEU

PROJETO CLUBE EUROPEU ESCOLAS BÁSICA DE EIXO PROJETO CLUBE EUROPEU Título: CLUBE EUROPEU Responsáveis: Maria de Lurdes Silva Maria Isaura Teixeira Páginas: 5 Ano letivo: 2014-2015 Escola Básica de Eixo Impresso a 12.11.14 Conteúdo

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Este Tratado, assim como a educação, é um processo dinâmico em permanente construção. Deve portanto propiciar a reflexão,

Leia mais

Conteúdo: Aula: 1.1. - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano.

Conteúdo: Aula: 1.1. - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano. Aula: 1.1 Conteúdo: - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano. Habilidades: - Conhecer a origem e história da língua

Leia mais

POLÍTICAS SOCIAIS E PARTICIPAÇÃO SOCIAL: A CONSTITUIÇÃO DE UMA ESFERA PÚBLICA REGIONAL NO MERCOSUL

POLÍTICAS SOCIAIS E PARTICIPAÇÃO SOCIAL: A CONSTITUIÇÃO DE UMA ESFERA PÚBLICA REGIONAL NO MERCOSUL POLÍTICAS SOCIAIS E PARTICIPAÇÃO SOCIAL: A CONSTITUIÇÃO DE UMA ESFERA PÚBLICA REGIONAL NO MERCOSUL José Renato Vieira Martins * Carolina Albuquerque Silva ** 1 INTRODUÇÃO Os espaços de participação social

Leia mais

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES

O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES O ENSINO DE ESPANHOL NO MUNICÍPIO DO RJ: RELATOS DE PROFESSORES RAABE COSTA ALVES Atualmente pode-se afirmar que a Língua Espanhola é a segunda língua mais importante do território nacional se considerarmos

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES

OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES Luciana Borges Junqueira Mestranda Educação - UFSJ Écio Portes - Orientador RESUMO

Leia mais

DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE

DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE UFMG, BELO HORIZONTE, BRASIL 16 a 19 de setembro de 2007.

Leia mais

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc nome: Adilson José Gonçalves enviado_por: professor proposta: Ampliar as discuss~eos sobre o redesenho, apontando para a excelencia, agilidade, flexibilidade e aprofundamento da democratização da instituição.

Leia mais

A BIBLIOTECA COMO EMBAIXADA CULTURAL : a cultura espanhola e hispano-americana em Recife

A BIBLIOTECA COMO EMBAIXADA CULTURAL : a cultura espanhola e hispano-americana em Recife A BIBLIOTECA COMO EMBAIXADA CULTURAL : a cultura espanhola e hispano-americana em Recife Autora: ANA PAULA ALMEIDA Introdução Falar línguas abre caminho para novas oportunidades profissionais e um requisito

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria.

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. 1 Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. Quem somos: A Abrasa Associação Brasileiro-Afro-Brasileira para o Desenvolvimento da Dança, Cultura Educação e Arte, é uma Instituição

Leia mais

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA Suellen Lopes 1 Graduação Universidade Estadual de Londrina su.ellen23@hotmail.com Rovilson José da Silva 2 Universidade Estadual de Londrina rovilson@uel.br

Leia mais

Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Profa. Lucy Almeida

Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Profa. Lucy Almeida Unidade II EDUCAÇÃO AMBIENTAL Profa. Lucy Almeida Ecocidadania e movimentos sociais Crise ambiental do mundo globalizado: A crise ambiental do mundo globalizado trouxe a necessidade de se desenvolver a

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Referência: CHAGURI, J. P. A Importância do Ensino da Língua Inglesa nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. In: O

Leia mais

O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA

O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA SANTOS, Suara Macedo dos 1 - UFPE Grupo de Trabalho Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo O trabalho apresentado resulta

Leia mais

PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br.

PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br. PESQUISA AÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA PRÁTICA LEITORA EMANCIPADA BLASZKO,Caroline Elizabel - FAFIUV karolblaszko@yahoo.com.br. Resumo UJIIE, Najela Tavares - FAFIUV najelaujiie@yahoo.com.br. Eixo

Leia mais

INTEGRAÇÃO BINACIONAL DE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM: A EXPERIENCIA ENTRE BRASIL E URUGUAY.

INTEGRAÇÃO BINACIONAL DE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM: A EXPERIENCIA ENTRE BRASIL E URUGUAY. INTEGRAÇÃO BINACIONAL DE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM: A EXPERIENCIA ENTRE BRASIL E URUGUAY. Juliana Bessa Martins - Estudante de graduação da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Pelotas, juliana.bessa@hotmail.com

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

Política de Línguas na América Latina 1

Política de Línguas na América Latina 1 Política de Línguas na América Latina 1 Eduardo Guimarães * Num momento como o atual, em que as relações internacionais vêm mudando rapidamente e que se caracteriza, entre outras coisas, pelo fato político

Leia mais

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB.

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. Tema: Educação Inclusiva. Palestrante: Professor Nivaldo Vieira Santana Inicialmente desejo agradecer aos organizadores

Leia mais

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Anexo II Termo de Referência CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Projeto: a consultoria será realizada no âmbito do projeto BRA/15/003 Organização

Leia mais

FORMAÇÃO ARTÍSTICA E CONSCIÊNCIA AMBIENTAL

FORMAÇÃO ARTÍSTICA E CONSCIÊNCIA AMBIENTAL ARTIGO FORMAÇÃO ARTÍSTICA E CONSCIÊNCIA AMBIENTAL RUSCHMANN, Carla Beatriz Franco Departamento de Arte UFPR carlaruschmann@ufpr.br / Carla@ugr.es A Educação Ambiental, considerada como uma educação em

Leia mais

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL 2002 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando seu compromisso com a plena realização dos direitos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*) Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil O Presidente

Leia mais

1 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

1 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 1 EDUCAÇÃO E PRECONCEITO RACIAL: CONVERGÊNCIAS E DIVERGÊNCIAS NAS PERCEPÇÕES DAS FAMÍLIAS NEGRAS E BRANCAS NO MUNICIPIO DE CUIABÁ MONTEIRO, Edenar Souza UFMT edenar.m@gmail.com GT-21: Afro-Brasileiros

Leia mais

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1 1 O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA Élcio Aloisio FRAGOSO 1 Resumo O novo acordo ortográfico já rendeu uma série de discussões sob pontos de vistas bem distintos. O acordo

Leia mais

TÍTULO: O VÍDEO COMO ELEMENTO COMUNICATIVO NO TRABALHO COMUNITÁRIO:

TÍTULO: O VÍDEO COMO ELEMENTO COMUNICATIVO NO TRABALHO COMUNITÁRIO: TÍTULO: O VÍDEO COMO ELEMENTO COMUNICATIVO NO TRABALHO COMUNITÁRIO: O PROJETO CASARÃO 1 AUTORAS: Roseli Esquerdo Lopes (relopes@power.ufscar.br); Denise Dias Barros (ddbarros@usp.br); Ana Paula Serrata

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 983/DPE/SPEAI/MD, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 983/DPE/SPEAI/MD, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003 PORTARIA DPE/SPEAI/MD 983/2003 MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 983/DPE/SPEAI/MD, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003 Aprova a Diretriz para o relacionamento das Forças Armadas com as comunidades

Leia mais

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 Fernanda de Assis Oliveira 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Resumo: Este relato descreve

Leia mais

PROJETO solidário nacional em costa canal

PROJETO solidário nacional em costa canal PROJETO solidário nacional em costa canal Nelda Venturín, odn Rede de Coordenação Pastoral Colégios Companhia de Maria Argentina A experiência se desenvolve nos seis Colégios da Companhia de María na Argentina

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria das Graças Oliveira Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, Brasil. Resumo Este texto é parte de uma Tese de Doutorado

Leia mais

A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil

A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil A realidade atual da licenciatura em Letras Espanhol no Brasil Adriana Quadros Matos 1 Soraia C. E. K. Salerno 2 Resumo Esta comunicação visa apresentar nossa pesquisa acadêmica cujo objetivo é conhecer

Leia mais

GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA. Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais. Projeto de Atividades. 1º Edição

GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA. Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais. Projeto de Atividades. 1º Edição GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA Projeto de Atividades 1º Edição Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais 1. INTRODUÇÃO A educação atualmente não pode se restringir apenas ao ambiente escolar, o estudante

Leia mais

Estudos sobre Educação Bilíngue e Escolarização em Cenários de Minorias Linguísticas

Estudos sobre Educação Bilíngue e Escolarização em Cenários de Minorias Linguísticas Estudos sobre Educação Bilíngue e Escolarização em Cenários de Minorias Linguísticas Jefferson Machado BARBOSA 1 CAVALCANTI, M. Estudos sobre Educação Bilíngue e Escolarização em contextos de minorias

Leia mais

Dourados (Mato Grosso do Sul, Brasil), 11 a 13 de Novembro de 2014 Faculdade de Ciências Humanas (FCH)- UFGD

Dourados (Mato Grosso do Sul, Brasil), 11 a 13 de Novembro de 2014 Faculdade de Ciências Humanas (FCH)- UFGD V SEMINÁRIO INTERNACIONAL AMÉRICA PLATINA América Platina: fronteiras de diversidade, resistências e rupturas América Platina: fronteras de diversidad, resistencias y rupturas Dourados (Mato Grosso do

Leia mais

MULHERES DA PESCA E DO CINEMA UM EXPERIMENTO CINEMATOGRÁFICO NO MUNICIPIO DE ITAPISSUMA - PE

MULHERES DA PESCA E DO CINEMA UM EXPERIMENTO CINEMATOGRÁFICO NO MUNICIPIO DE ITAPISSUMA - PE MULHERES DA PESCA E DO CINEMA UM EXPERIMENTO CINEMATOGRÁFICO NO MUNICIPIO DE ITAPISSUMA - PE Silvana Marpoara 1, Maria do Rosário de Fátima de Andrade Leitão 2 1 Silvana Marpoara é jornalista, produtora

Leia mais

Autor (a): Bruna de Lima SILVA 2 Orientador: Professor Dr. Rozinaldo Antonio MIANI 3 Universidade Estadual de Londrina, Londrina, PR

Autor (a): Bruna de Lima SILVA 2 Orientador: Professor Dr. Rozinaldo Antonio MIANI 3 Universidade Estadual de Londrina, Londrina, PR O Uso da Internet na Comunicação Comunitária: Análise do Portal Índios Online 1 Autor (a): Bruna de Lima SILVA 2 Orientador: Professor Dr. Rozinaldo Antonio MIANI 3 Universidade Estadual de Londrina, Londrina,

Leia mais

Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos

Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos EDUCAÇÃO CONTRA O TRABALHO INFANTOJUVENIL: CONSIDERAÇÕES SOBRE MÉTODO E VULNERABILIDADES Felipe Pitaro * Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos de partida. O primeiro diz

Leia mais

Política Nacional de Saúde do Homem

Política Nacional de Saúde do Homem Política Nacional de Saúde do Homem O Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Saúde do Homem. O objetivo é facilitar e ampliar o acesso da população masculina aos serviços de saúde. A iniciativa

Leia mais

INCUBADORA DE COOPERATIVAS POPULARES EM PARQUES TECNOLÓGICOS: ESTUDO DE CASO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU GT:

INCUBADORA DE COOPERATIVAS POPULARES EM PARQUES TECNOLÓGICOS: ESTUDO DE CASO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU GT: INCUBADORA DE COOPERATIVAS POPULARES EM PARQUES TECNOLÓGICOS: ESTUDO DE CASO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU GT: 6 - Territórios, redes e os desafios para o desenvolvimento Tipo de trabalho: Relato de experiência

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Visibilidade estatística da população afro-descendente da América Latina: aspectos conceituais e metodológicos

Visibilidade estatística da população afro-descendente da América Latina: aspectos conceituais e metodológicos Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) Comissão Européia Visibilidade estatística da população afro-descendente da América Latina: aspectos conceituais e metodológicos Versão preliminar

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância Instituto Mundo Melhor 2013 por um MUNDO MELHOR A Educação para a Paz como caminho da infância PROJETO O PROGRAMA INFÂNCIA MUNDO MELHOR O Projeto Infância Mundo Melhor investe na capacitação e na formação

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais