Célula Neural 1 Introdução

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Célula Neural 1 Introdução"

Transcrição

1 Célula Neural 1 Introdução todos os seres vivos, mesmo os mais elementares, precisam manter o ambiente fisiológico interno mais ou menos constante. Esta característica fundamental para a manutenção da vida é controlada por mecanismos reguladores que são de importância capital para que os organismos continuem a se ajustar com o ambiente. No plano celular, a homeostase (constância do meio interno) é muito importante, pois a célula está sempre executando milhares de reações químicas; condição necessária para que ocorra deslocamento de substâncias de fora para dentro da célula e vice versa. Para isso, são necessários verdadeiros mecanismos automáticos que controlam a entrada e a saída de substâncias na mesma. Assim, a membrana plasmática controla a saída e a entrada de substâncias na célula, através de sua mais importante propriedade que é a permeabilidade seletiva. As demais reações metabólicas que visam o equilíbrio celular são controladas pela temperatura, lei de massas, íons, colóides, enzimas (uma quantidade incalculável) e certas substâncias denominadas reguladoras: hormônios e vitaminas. Para se ajustarem ao ambiente, os organismos viventes desenvolveram mecanismos capazes de responderem aos estímulos provocados pelo mesmo, através de três propriedades importantes que possui a matéria viva: irritabilidade, condutibilidade e contratilidade. A irritabilidade consiste na capacidade que possui todos os seres viventes de reagirem aos estímulos produzidos pelo ambiente. Chama se estímulo qualquer alteração produzida pelo meio e que determinam respostas do organismo como mecanismo de defesa. A irritabilidade é uma reação bastante elementar e por isso o ser reage de maneira indiferenciada, ou seja, não existe órgãos especializados na diferenciação dos estímulos e transmitirem sob forma de resposta as diferentes excitações do meio. A capacidade que possui a matéria viva de conduzir um estímulo chama se condutibilidade. Ao receber o estímulo, uma célula pode respondê lo graças a uma diminuição do volume da mesma. Este fenômeno é conhecido como contratilidade. Nos organismos inferiores como a ameba, não houve especialização de nenhuma propriedade protoplasmática. Assim, a ameba e os demais seres inferiores, reagem de maneira indiferenciada a qualquer tipo de estímulo do ambiente

2 2 (mecânico, luminoso, químico, elétrico, etc.). Qualquer que seja o tipo de estímulo, a resposta da ameba é uma só: retração de um dos seus lados e emissão de pseudópodes. Assim, a ameba não se especializou em nenhuma das três propriedades protoplasmáticas e por isso a irritabilidade é um mecanismo difuso, geral e que determina apenas uma forma de resposta. Este tipo de reação ocorre também nos vegetais, uma vez que estes também não desenvolveram um sistema especializado em diferenciar os diferentes estímulos. Quando se sobe na escala zoológica, nota se um certo grau de desenvolvimento com relação às respostas dos organismos aos estímulos. Assim, cada grupo celular, especializa se em determinadas formas de respostas, chegando à formação de estruturas conhecidas como nervos. A especialização atingiu o ápice nos animais superiores, onde estes possuem estruturas altamente especializadas em captar, reconhecer e transmitir estímulos. Nos vertebrados superiores e principalmente no homem, a célula responsável por todas as funções superiores, tais como memória, raciocínio, vontade e emoções, é o neurônio que é a unidade estrutural e funcional do tecido neural. 2 Classificação Celular: 2.1 Quanto a Especialização: Células Sem Especialização nos organismos inferiores, as células possuem um potencial surpreendente e por isso, executam todas as funções necessárias para a manutenção da vida tais como: respiração, locomoção, metabolização, excreção, ingestão, digestão, reprodução, entre outras Células Com Especialização nos organismo superiores, cada grupo celular especializou se em executar uma determinada função vital, chegando ao máximo grau de especialização na célula neural. 2.2 Quanto ao Ciclo Vital: Células Lábeis estas se originam de células indiferenciadas, possuem ciclo vital curto e não se reproduzem. São formadas durante toda a vida do organismo. Exemplo típico são os glóbulos sangüíneos, que durante toda a existência do indivíduo são substituídos por novas células (novos glóbulos) que vêm da medula óssea, onde são fabricados.

3 Células Estáveis multiplicam se durante a fase de crescimento do indivíduo. Após esta fase, param também de se multiplicar, a não ser em caso especiais de regeneração. Ex.: células do fígado Células Permanentes o indivíduo já nasce com essas células diferenciadas, que mão se multiplicam, apenas aumentam o volume. Exs.: células da musculatura estriada e neurônios (células neurais). 3 Tipos de Células Neurais: 3.1 Neurônio: Definição são as células mais alongadas e diferenciadas do organismo, possuindo uma forma estrelada ou ramificada e constituída basicamente pelo corpo celular, um axônio e numerosos dendritos. Na realidade, o neurônio constitui a unidade estrutural e funcional do sistema neural de todos os animais pluricelulares, sendo os elementos responsáveis pela recepção, coordenação e transmissão dos estímulos Estrutura basicamente o neurônio é constituído pelo corpo celular, axônio e dendritos Corpo Celular ou Pericário: Definição representa o comando de todo o metabolismo neuronal, do qual depende a sobrevivência de todos os prolongamentos celulares Componentes Estruturais: A Membrana Celular de composição química lipoprotéica, semelhante a da membrana plasmática das demais células. B Neuroplasma representa o citoplasma do neurônio, sendo constituído por todos os elementos celulares encontrados nas demais células, porém com suas características próprias, verificando se as seguintes estruturas: I R. E. Granular e Ribossomos Livres relacionados com a síntese de proteínas. II Regiões Basófilas Conhecidas como Corpúsculos ou Substância de Nissl esses corpúsculos são corados pelos corantes básicos (daí o nome) e corresponde regiões onde ocorre uma maior concentração de ergastoplasma (retículo endoplasmático rugoso) e ribossomos livres.

4 4 Vale salientar que estímulos moderados provocam um aumento dos corpúsculos de Nissl, porém estímulos excessivos ou lesões, provocam uma diminuição do número daqueles corpúsculos, fenômeno bastante conhecido como cromatólise. III Complexo de Golgi bastante desenvolvido, sugerindo que o neurônio síntese proteínas ou um outro produto de exportação celular. IV Lisossomos Abundantes provavelmente relacionados com a intensa renovação do sistema membranar do neurônio. Disperso pelo neuroplasma é bastante comum aparecerem inclusões e no interior da célula neural, envelhecida, existem muitos corpúsculos residuais, onde se acumula um pigmento de coloração marrom, bastante conhecido como lipofucsina que caracteriza um desgaste celular. V Neurofibrilas existem neurofibrilas evidenciadas pela coloração argêntica (da prata). Essas neurofibrilas correspondem aos microtúbulos e microfilamentos que se observa na microscopia eletrônica. Suas funções ainda não são bem conhecidas, entretanto, é possível que estejam relacionadas com a morfologia neuronal, como também pode orientar a cinética molecular do pericário para os prolongamentos e vice versa. VI Mitocôndrias existem moderado número de mitocôndrias no pericário e pequena quantidade nos dendritos e axônio, entretanto, existe em maior quantidade no telodendro. Isto decorre do fato que nesta região ocorre à transmissão do impulso neural e como se sabe, este é um processo ativo. C Núcleo cada núcleo possui em geral um nucléolo, observando se bem próxima da carioteca, a cromatina sexual, correspondendo a cromossoma X inativado nos indivíduos do sexo feminino Função basicamente a função do corpo ou pericário é de funcionar como um centro trófico do neurônio, ou seja, realiza praticamente todo o metabolismo neuronal. Além dessa função, funciona também como área receptora de estímulos e pode regenerar partes lesadas do axônio Axônio: Definição é um prolongamento único do corpo celular com comprimento que pode variar desde frações de milímetros até mais de 1 metro. O diâmetro do axônio varia bastante de

5 5 um neurônio para outro, porém é constante para um mesmo neurônio, isto é, seu diâmetro é constante em toda sua extensão. A maioria dos axônios é maior que os dendritos, porém estes últimos possuem um maior volume total, devido a sua maior quantidade. Quando um axônio é cortado, a parte que está ligada ao corpo celular se regenera, porém a parte restante morre por não receber mais alimentação. Este fenômeno é conhecido como degeneração Walleriana Características: A Não possui Complexo de Golgi nem R. E. Granular. B Possui um citoplasma muito pobre e apresenta poucos ribossomos. C É um filamento único, com diâmetro constante em toda sua extensão para um mesmo neurônio. D Pode dar origem a ramificações em forma de ângulo reto colaterais. E São envolvidos por uma bainha formado por células de Schwann. Essas células podem produzir em algumas fibras neurais, um complexo lipoprotéico chamado mielina. Esta membrana dá várias voltas em torno de si mesma, produzindo uma bainha conhecida como bainha de mielina. Esta bainha possui a função de proteger o axônio e também sendo muito importante na condução dos estímulos, evitando que os mesmos se propaguem pelas laterais e, portanto, chegando no ponto desejado com a mesma intensidade. A bainha de mielina existe nos axônios que sobem e descem pela substância branca da medula espinhal e do encéfalo. Daí temos: fibras mielínicas e amielínicas. Fibras mielínicas possuem bainha de mielina e as fibras amielínicas possuem apenas a neurilema (bainha de Schwann ), de natureza celular conjuntiva. F Estrangulamento ou Nódulos de Ranvier são estrangulamentos que ocorre no axônio, provocado por uma descontinuidade ou constrição da bainha de mielina. G Internódulos é o espaço localizado entre dois nódulos. Cada internódulo é fabricado por uma célula de Schwann. Cada internódulo possui um comprimento de 0,08 a 1 milímetro. H Incisuras de Schmidt Lantermann são fendas de forma cônica existente na bainha de mielina Função o axônio é na verdade um prolongamento responsável pela transmissão dos estímulos (impulsos) do corpo celular para os órgãos efetores (músculo, glândulas, etc.).

6 6 Observações os axônios existentes nos nervos periféricos não possuem bainha de mielina, portanto a bainha que os envolve é a de neurilema. Quanto mais grosso for o axônio mais rápido será a propagação do estímulo. A porção citoplasmática existente no axônio denomina se axoplasma Origem o axônio origina se de uma saliência em forma de pirâmide do pericário, chamado cone de implantação Partes do Axônio: A Segmento Inicial parte do axônio que se encontra localizada perto do cone de implantação. Esta porção apresenta microtúbulos dispostos em feixes, o que não ocorre em outras porções da célula neural. B Colo do Axônio é uma constrição do segmento inicial do axônio. C Telodendro é a porção final do axônio Envoltórios do Axônio: A Endoneuro já foi visto anteriormente que entre as células de Schwann existe um estreitamento da camada de mielina, que a deixa descontínua, formando desse modo os Nódulos de Ranvier. Neste local o axônio é envolvido apenas pelo Endoneuro, que é um envoltório de tecido conjuntivo que reveste a fibra. Obs quando o envoltório de tecido conjuntivo envolve um feixe de fibras denomina se Perineuro. Denomina se Epineuro, quando o envoltório de tecido conjuntivo envolve todo o nervo (conjunto de fibra) Dendritos: Definição do grego dendron, galho; são prolongamentos bastante numerosos em forma de galhos, dando a célula uma forma ramificada ou estrelada. São muito numerosos e se ramificam bastante, tornando se cada vez mais finos, ao contrário do axônio que é um prolongamento único e possui o mesmo calibre em toda a sua extensão Características: A Possuem estrutura idêntica a do pericário, porém não possui Complexo de Golgi.

7 7 B Só os dendritos mais calibrosos possuem corpúsculo de Nissl Função a função dos dendritos é captar os estímulos de certas áreas receptoras ou mesmo de outros neurônios, trazendo os para o corpo celular e, portanto, são áreas especializadas em captação dos estímulos. Observação os dendritos aumentam consideravelmente a superfície celular, o que possibilita o contato com numerosos telodendros de outras células neurais Telodendro: Definição é a porção terminal e ramificada do axônio Função transmissão do impulso neural para outros neurônios ou para células efetoras (células musculares e glandulares) Tipos dos Neurônios: Quanto ao Número de Ramificações: Pseudo Unipolares são também conhecidos como células em T, saindo do corpo celular apenas uma ramificação que se bifurca, dando origem a um dendrito e um axônio. São encontrados nos gânglios espinhais Bipolares são aquelas que possuem apenas um axônio e um dendrito saindo do corpo celular. Estes tipos ocorrem na retina Multipolares são aqueles possuidores de muitos dendritos e um axônio. Estes tipos de neurônios são os mais comuns, encontrando se na hipófise, medula espinhal, sistema neural autônomo, córtex cerebral, entre outros Com Relação aos Estímulos: Neurônios Sensitivos são aqueles responsáveis pela captação dos estímulos nas áreas sensoriais e transmiti los para o sistema neural central. Este tipo de neurônio possui a função de levar ao sistema neural central as modificações que ocorrem no meio externo Neurônios Motores são aqueles responsáveis pela condução dos estímulos do sistema neural central para os órgãos periféricos. Este tipo de neurônio conduz o estímulo do sistema neural central para um órgão efetor que, nos mamíferos é uma glândula ou músculo.

8 Neurônios de Associação ou Internunciais são neurônios que funcionam mantendo conexão dos neurônios sensitivos com os motores. Portanto, os neurônios de associação estão sempre dentro do sistema neural central e seu número aumentou muito com a evolução. Assim, quanto mais evoluído for um ser maior quantidade terá de neurônios internunciais Vias de Transmissão dos Estímulos: Via Aferente é a via correspondente da transmissão dos estímulos periféricos para o sistema neural central. Portanto, os neurônios sensitivos fazem parte da via aferente Via Eferente é a via que corresponde à transmissão dos estímulos do sistema neural central para a periferia do corpo. Portanto, os neurônios motores, fazem parte da via eferente Sinapse: Definição são locais de conexão, onde ocorre a transmissão dos estímulos neurais. Antigamente pensava se que só ocorria sinapse entre dois neurônios, entretanto, hoje se sabe que as sinapses podem ser de vários tipos Tipos de Sinapses: Interneurais são sinapses que ocorrem entre dois neurônios, ou seja, é o ponto de conexão entre o teledendro de um neurônio com os dendritos ou pericário de outro neurônio Mioneurais são sinapses que ocorre entre o telodendro de um neurônio e um músculo Neuroglandulares são sinapses que ocorrem entre o telodendro de um neurônio e uma glândula. Observações chama se células efetoras aquelas que executam ordens de sistema neural central. Neste caso tem se como exemplo as fibras musculares que se contraem ao receber uma ordem do S.N.C. ou as células glandulares que secretam determinada substância após uma ordem dos centros superiores Fenda Sináptica ou Intervalo Sináptico é um espaço de aproximadamente 20 nm situado entre a membrana pré sináptica (do telodendro) e a membrana pós sináptica (do dendrito, do pericário, do axônio ou de uma glândula).

9 Membrana Pré Sináptica é membrana existente no telodendro e, portanto, antecede a fenda sináptica Membrana Pós Sináptica é membrana existente nos dendritos, pericário ou células efetoras e, portanto, sucede a fenda sináptica Vesículas Sinápticas: Definição são estruturas existentes no telodendro, possuindo substâncias responsáveis pela transmissão dos impulsos neurais através de pontos de conexão que são as sinapses Composição Química dentro das vesículas sinápticas encontram se alguns mediadores químicos responsáveis pelo fechamento do circuito (sinapse), condição necessária para que o impulso neural seja propagado de célula para célula. Essas substâncias são: Acetil colina (principal mediador químico parassimpático), noradrenalina (principal mediador químico simpático), GABA (ácido gama amino butírico), glutamato, e outros Impulso Neural: Conceito são modificações elétricas e químicas que se verificam ao longo de uma fibra neural. Esta alteração consiste basicamente na despolarização da membrana, aumento de temperatura e maior consumo de O Sentido do Impulso Neural é sempre um só, ou seja, começa nos dendritos, atingindo o corpo celular e finalmente atinge o axônio, assim: Dendritos Corpo Celular Axônio Arco Reflexo é o trajeto percorrido pelo impulso neural, desde a percepção do estímulo até a sua resposta. 3.2 Neuróglia: Definição é um conjunto de células existentes no Sistema Neural Central (SNC), apresentando diversidades morfológicas, embriológicas e funcionais. Também conhecidas como células da Glia.

10 Funções estas células estão relacionadas com a sustentação dos neurônios e do tecido neural, produção de mielina, relacionam se com o metabolismo dos neurônios (nutrição) e defesa do S.N.C Tipos entre vários tipos destacam se as seguintes: Astrócitos são as maiores células da Glia, se caracterizando por inúmeros prolongamentos, terminado sob a forma de placas que se assentam nas paredes dos vasos sangüíneos. 3.3 Oligodendrócitos são células que se encontram associadas com os neurônios, formando uma verdadeira simbiose, sendo as responsáveis pela síntese de mielina. 3.4 Micróglia são células macrofágicas, responsáveis pela defesa do S.N.C e correspondem aos histiócitos existentes no tecido conjuntivo. É na verdade um componente do S.M.F. (sistema mononuclear fagocitário) que se encontra espalhado por todo o organismo. Nota este texto é, na realidade, uma breve introdução, por isso queremos esclarecer aos interessados no assunto, que para obter o texto na íntegra (total), basta solicitá-lo, que atenderemos todos os pedidos e enviaremos os mesmos pelos Correios e Telégrafos; portanto, entre em contato conosco através dos nossos telefones ou . À Direção. Maceió, Janeiro de Autor: Mário Jorge Martins. Prof. Adjunto de Saúde Coletiva da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL). Mestre em Parasitologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Médico da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).

Tecido Nervoso. Sistema nervoso central (SNC): Vesículas Primordiais 04/11/2014

Tecido Nervoso. Sistema nervoso central (SNC): Vesículas Primordiais 04/11/2014 Tecido Nervoso Sistema nervoso central (SNC): Vesículas Primordiais Prosencéfalo (telencéfalo e diencéfalo); Mesenséfalo; Rombencéfalo (metencéfalo e mielencéfalo). 1 Sistema nervoso central Telencéfalo/Diencéfalo:

Leia mais

TECIDO NERVOSO. Profa. Daniela Carrogi Vianna

TECIDO NERVOSO. Profa. Daniela Carrogi Vianna TECIDO NERVOSO Profa. Daniela Carrogi Vianna TECIDO NERVOSO Neurônio: unidade fundamental do tecido nervoso. Função: Dendrito = receber informações/impulso nervoso Corpo Celular/Núcleo = processar informações

Leia mais

Professor: Paulo Disciplina: Biologia Campus Aquidauana CITOLOGIA

Professor: Paulo Disciplina: Biologia Campus Aquidauana CITOLOGIA Professor: Paulo Disciplina: Biologia Campus Aquidauana CITOLOGIA CITOLOGIA A área da Biologia que estuda a célula, no que diz respeito à sua estrutura e funcionamento. Kytos (célula) + Logos (estudo)

Leia mais

Histologia do Tecido Nervoso

Histologia do Tecido Nervoso Histologia do Tecido Nervoso Vera Regina Andrade, 2014 Tecido Nervoso Divisão Anatômica Epitelial Conjuntivo Muscular Células Epiteliais Matriz estracelular Fibra Muscular Central (SNC) Periférico (SNP)

Leia mais

Organização e Estrutura do Sistema Nervoso. Dr. Flávio Aimbire

Organização e Estrutura do Sistema Nervoso. Dr. Flávio Aimbire Organização e Estrutura do Sistema Nervoso Dr. Flávio Aimbire Introdução O sistema nervoso é o mais complexo Tem função de receber informações sobre variações internas e externas e produzir respostas a

Leia mais

Sistema nervoso: estrutura e função

Sistema nervoso: estrutura e função Sistema nervoso: estrutura e função Prof. Gabriel Dias Rodrigues Doutorando em Fisiologia UFF Laboratório de Fisiologia do Exercício Experimental e Aplicada Objetivos da aula 1. Discutir a organização

Leia mais

Potencial de Membrana e Potencial de Ação. Células Neurais e Morfologia do Neurônio. Sinapse Excitatória e Inibitória

Potencial de Membrana e Potencial de Ação. Células Neurais e Morfologia do Neurônio. Sinapse Excitatória e Inibitória Potencial de Ação, Sinapse, Transmissão Neuromuscular Potencial de Membrana e Potencial de Ação Células Neurais e Morfologia do Neurônio Impulso Nervoso Sinapse Química e Elétrica Sinapse Excitatória e

Leia mais

Aula 7: Sistema nervoso

Aula 7: Sistema nervoso Aula 7: Sistema nervoso Sistema nervoso As funções orgânicas, bem como a integração do animal no meio ambiente dependem de um sistema especial denominado sistema nervoso. Sistema nervoso O sistema nervoso

Leia mais

Divisões do Sistema Nervoso

Divisões do Sistema Nervoso SISTEMA NERVOSO Divisões do Sistema Nervoso A divisão motora do sistema nervoso divide-se em sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo (SNA). Sistema Nervoso Somático: Transmite os potenciais

Leia mais

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 16 HISTOLOGIA ANIMAL: TECIDO NERVOSO

BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 16 HISTOLOGIA ANIMAL: TECIDO NERVOSO BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 16 HISTOLOGIA ANIMAL: TECIDO NERVOSO Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Encéfalo Medula espinhal Nervoso Gânglios nervoso (Pequenos

Leia mais

A CÉLULA. Natércia Charruadas 2011. Biologia e Geologia 10º ano

A CÉLULA. Natércia Charruadas 2011. Biologia e Geologia 10º ano A CÉLULA Natércia Charruadas 2011 Biologia e Geologia 10º ano O entendimento dos processos biológicos depende do conhecimento da célula enquanto unidade fundamental da Vida. As dimensões das células, geralmente

Leia mais

Características gerais

Características gerais Citoplasma Citoplasma Características gerais Um vertebrado é formado por dezenas de tipos de células. Citoplasma Características gerais Um vertebrado é formado por dezenas de tipos de células. Neurônio

Leia mais

Generalidades e Classificação do Sistema Nervoso

Generalidades e Classificação do Sistema Nervoso FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Generalidades e Classificação do Sistema Nervoso Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos

Leia mais

3. Fisiologia do Sistema Nervoso: sinapse e transmissão sináptica

3. Fisiologia do Sistema Nervoso: sinapse e transmissão sináptica 3. Fisiologia do Sistema Nervoso: sinapse e transmissão sináptica Organização anatômica do Sistema Nervoso Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Encéfalo Medula

Leia mais

7ª série Ciências Naturais

7ª série Ciências Naturais 7ª série Ciências Naturais Lista de exercícios O homem vive em sociedade e dependem do ambiente para supri todas as suas necessidades. As grandes funções vitais são desempenhadas por sistemas orgânicos,

Leia mais

Tecido Nervoso Considerações Gerais:

Tecido Nervoso Considerações Gerais: Sistema Nervoso Tecido Nervoso Considerações Gerais: - Tipos celulares: Neurônio Células da Glia ou Neuroglia - Classificação macroscópica: Substância Branca Substância Cinzenta Neurônios 1. Dendritos

Leia mais

02)(FATEC) O gráfico a seguir mostra a variação do potencial da membrana do neurônio quando estimulado.

02)(FATEC) O gráfico a seguir mostra a variação do potencial da membrana do neurônio quando estimulado. 01)(UFRR/2008) O ecstasy é uma das drogas ilegais mais utilizadas atualmente, conhecida como a píula-do-amor, possui uma substância chamada MDMA - metilenodioximetanfetamina- que atua sobre três neurotransmissores:

Leia mais

A CÉLULA EUCARIÓTICA

A CÉLULA EUCARIÓTICA A CÉLULA EUCARIÓTICA ... A célula é a unidade básica, estrutural e funcional de todos os seres vivos... A maioria das células têm um tamanho de 10 a 100 micrômetros e formas variadas QUAIS AS DIFERENÇAS

Leia mais

BA.19 e 20: Sistema nervoso BIOLOGIA

BA.19 e 20: Sistema nervoso BIOLOGIA ATIVIDADES O exercício 01 refere-se ao desenho esquemático de uma célula nervosa. "É formado por células dotadas de extensos prolongamentos, os quais liberam substâncias químicas que permitem a comunicação

Leia mais

Regulação nervosa. Todos os seres vivos são sistemas abertos que estabelecem constantes interações com o seu ambiente.

Regulação nervosa. Todos os seres vivos são sistemas abertos que estabelecem constantes interações com o seu ambiente. Regulação nervosa Plantas e animais respondem a variações externas, permitindo manter favoráveis as condições essenciais ao equilíbrio do seu meio interno. Todos os seres vivos são sistemas abertos que

Leia mais

4. Sistema Nervoso Autonômico

4. Sistema Nervoso Autonômico 4. Sistema Nervoso Autonômico Organização anatômica do Sistema Nervoso Autonômico Responsável pelo controle e regulação das funções dos órgãos internos Regulação da musculatura lisa de diversos órgãos,

Leia mais

Ciências E Programa de Saúde

Ciências E Programa de Saúde Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado da Educação Ciências E Programa de Saúde 10 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP 0 A Educação sozinha não faz grandes mudanças, mas nenhuma grande

Leia mais

Estrutura Celular. Célula Animal

Estrutura Celular. Célula Animal Estrutura Celular Membrana Plasmática Hialoplasma(Citoplasma )& Citoesqueleto Parede Celular (exclusivo célula Vegetal) Núcleo Organelas celulares Célula Animal Hialoplasma Composição: 70 a 80% de água

Leia mais

A Célula. Depois do aprimoramento desse instrumento tornou- se possível o estudo da célula. É a área da Biologia responsável pelo estudo da célula.

A Célula. Depois do aprimoramento desse instrumento tornou- se possível o estudo da célula. É a área da Biologia responsável pelo estudo da célula. A Célula Citologia É a área da Biologia responsável pelo estudo da célula. Microscópio Depois do aprimoramento desse instrumento tornou- se possível o estudo da célula. Elab.: Prof. Gilmar 2 Elab.: Prof.

Leia mais

FICHA (IN)FORMATIVA Nº 3 Biologia e Geologia Módulo 2. Célula

FICHA (IN)FORMATIVA Nº 3 Biologia e Geologia Módulo 2. Célula FICHA (IN)FORMATIVA Nº 3 Biologia e Geologia Módulo 2 A célula e o transporte transmembranar Célula Teoria celular a célula é a unidade estrutural e funcional de todos os organismos; as novas células formam-se

Leia mais

1. O que é citoplasma e quais são suas subdivisões? 3. O que é citoesqueleto, do que ele é composto e qual sua função?

1. O que é citoplasma e quais são suas subdivisões? 3. O que é citoesqueleto, do que ele é composto e qual sua função? Estudo Dirigido: Citoplasma, Citoesqueleto, Citosol, Retículo Endoplasmático, Aparelho de Golgi, Lisossomos e Peroxissomos Disciplina: Biologia Celular e Molecular Docente: Profa. Dra. Marilanda Ferreira

Leia mais

Tecido Nervoso. Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur

Tecido Nervoso. Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur Tecido Nervoso Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur FUNÇÃO DO SISTEMA NERVOSO O Sistema Nervoso tem a capacidade de receber, transmitir, elaborar e armazenar informações. Os neurônios

Leia mais

TECIDO NERVOSO - Neurônios

TECIDO NERVOSO - Neurônios TECIDO NERVOSO - Neurônios São células que se comunicam entre si ou com células musculares e secretoras através de linguagem elétrica (impulsos nervosos). A maioria dos neurônios possui três regiões: corpo

Leia mais

MORFOLOGIA CELULAR. Dra. MARIA RAQUEL MARÇAL NATALI HISTOLOGIA/DCM 2009

MORFOLOGIA CELULAR. Dra. MARIA RAQUEL MARÇAL NATALI HISTOLOGIA/DCM 2009 MORFOLOGIA CELULAR Dra. MARIA RAQUEL MARÇAL NATALI HISTOLOGIA/DCM 2009 A MORFOLOGIA CELULAR DENOTA SUA FISIOLOGIA. ISSO SIGNIFICA QUE OBSERVANDO O TIPO, TAMANHO, QUANTIDADE E DISPOSIÇÃO DAS ORGANELAS E

Leia mais

Prof. Giovani - Biologia

Prof. Giovani - Biologia Prof. Giovani - Biologia 1.(UFRS) Tanto em uma célula eucarionte quanto em uma procarionte podemos encontrar: a) membrana plasmática e retículo endoplasmático. b) ribossomos e aparelho de Golgi. c) mitocôndrias

Leia mais

SISTEMA NERVOSO INTRODUCÃO. dela recebem as diversas sensações que, com percurso inverso, são conduzidas ao sistema nervoso central.

SISTEMA NERVOSO INTRODUCÃO. dela recebem as diversas sensações que, com percurso inverso, são conduzidas ao sistema nervoso central. INTRODUCÃO O Sistema Nervoso tem a capacidade de receber, transmitir, elaborar e armazenar informações. Recebe informações sobre mudanças que ocorrem no meio externo, isto é, relaciona o indivíduo com

Leia mais

HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO

HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO https://www.youtube.com/watch?v=nvd1xbnamou Classificação SNC corpos celulares dos neurônios (substância cinzenta) prolongamentos (substância branca) SNP Nervos sensitivos (aferentes)

Leia mais

DIVISÕES DA FISIOLOGIA

DIVISÕES DA FISIOLOGIA INTRODUÇÃO À FISIOLOGIA HUMANA CMF-1 Professores: Clarissa, Lillian, Lucinda e Ricardo O QUE É FISIOLOGIA HUMANA? Estudo do funcionamento dos órgãos e sistemas que constituem o organismo humano. ANATOMIA

Leia mais

HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO

HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO Classificação SNC corpos celulares dos neurônios (substância cinzenta) prolongamentos (substância branca) SNP Nervos sensitivos (aferentes) Entrada Saída Nervos cranianos e nervos

Leia mais

A disposição da vida na Terra

A disposição da vida na Terra Aula 01 A disposição da vida na Terra O que é a vida? Existe vida em outros planetas? Podemos viver sem o Sol? O nosso sistema solar possui os seguintes planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte Júpiter,

Leia mais

SISTEMA NERVOSO MOTOR

SISTEMA NERVOSO MOTOR SISTEMA NERVOSO MOTOR REFLEXOS MEDULARES A medula possui autonomia para controlar respostas simples a estímulos específicos. 1 REFLEXOS MEDULARES ARCO REFLEXO Arco monossináptico Arco polissináptico REFLEXOS

Leia mais

Ribossomos e síntese protéica

Ribossomos e síntese protéica Ribossomos e síntese protéica SÍNTESE PROTÉICA DNA Transcrição RNA Tradução T A U T A U C G C G C G C G C C G C T A U G C G G C G O código genético é DEGENERADO PROTEÍNA Phe Ala Trp MAQUINARIA GENÉTICA

Leia mais

TECIDO NERVOSO (parte 2)

TECIDO NERVOSO (parte 2) TECIDO NERVOSO (parte 2) Profª Patrícia Mendes Disciplina: Histologia Geral e Embriologia Curso: Medicina Veterinária www.faculdadevertice.com.br Propagação do impulso nervoso A membrana do axônio permite

Leia mais

TECIDO NERVOSO HISTOLOGIA NUTRIÇÃO UNIPAMPA

TECIDO NERVOSO HISTOLOGIA NUTRIÇÃO UNIPAMPA TECIDO NERVOSO HISTOLOGIA NUTRIÇÃO UNIPAMPA TECIDO NERVOSO: DISTRIBUIÇÃO SNP Gânglios e Nervos SNC SNP Gânglios e Nervos DIVISÕES ESQUEMÁTICAS DO SISTEMA NERVOSO TECIDO NERVOSO Nervos: constituídos por

Leia mais

Estrutura dos músculos e tecidos anexos. Prof. Sandra R. S. T. de Carvalho Departamento de Zootecnia - UFSC

Estrutura dos músculos e tecidos anexos. Prof. Sandra R. S. T. de Carvalho Departamento de Zootecnia - UFSC Estrutura dos músculos e tecidos anexos Prof. Sandra R. S. T. de Carvalho Departamento de Zootecnia - UFSC CARNE tecido muscular tecido conjuntivo tecido epitelial tecido nervoso Tecido muscular células

Leia mais

Neurofisiologia Básica. Dr. Fábio Agertt

Neurofisiologia Básica. Dr. Fábio Agertt Neurofisiologia Básica Dr. Fábio Agertt Membrana celular Líquido extracelular rico em sódio Líquido intracelular rico em potássio Líquido intracelular rico em fosfatos e proteínas Barreira lipídica e proteínas

Leia mais

Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Origem de alguns reflexos Os seres vivos devem se ajustar ao meio; Existem três propriedades fundamentais para esta adaptação: Irritabilidade Condutibilidade

Leia mais

24/02/2014. É o limite externo da célula. Vera Andrade http://histologiavvargas.wordpress.com/

24/02/2014. É o limite externo da célula. Vera Andrade http://histologiavvargas.wordpress.com/ Vera Andrade http://histologiavvargas.wordpress.com/ Membrana plasmática Mitocôndrias Retículo Endoplasmático Aparelho de Golgi Lisossomos e peroxissomos Centríolos Ribossomos Inclusões Citoplasmáticas

Leia mais

IV - SISTEMA NERVOSO

IV - SISTEMA NERVOSO Capítulo 3: Parte 1 1 IV - SISTEMA NERVOSO HISTOFISIOLOGIA DAS CÉLULAS NERVOSAS INTRODUÇÃO A capacidade de um organismo sobreviver e se manter em equilíbrio depende de sua habilidade em responder à variações

Leia mais

A Química da Vida. Anderson Dias Felipe Knak

A Química da Vida. Anderson Dias Felipe Knak A Química da Vida Anderson Dias Felipe Knak A ÁGUA NAS CÉLULAS A água é imprescindível à vida dos indivíduos, independendo da espécie, idade, metabolismo e/ou grupo celular. A água exerce função de transporte

Leia mais

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO Controle do funcionamento do ser humano através de impulsos elétricos Prof. César Lima 1 Sistema Nervoso Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e

Leia mais

DISCIPLINA DE ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL SISTEMA URINÁRIO. Prof. Dra. Camila da Silva Frade

DISCIPLINA DE ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL SISTEMA URINÁRIO. Prof. Dra. Camila da Silva Frade DISCIPLINA DE ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL SISTEMA URINÁRIO Prof. Dra. Camila da Silva Frade Qual é a função do sistema urinário? Excreção de produtos e dejetos metabólicos Regulação do volume e composição

Leia mais

TECIDO NERVOSO. Detectar, transmitir e processar as informações geradas por estímulos sensoriais do ambiente interno e externo

TECIDO NERVOSO. Detectar, transmitir e processar as informações geradas por estímulos sensoriais do ambiente interno e externo TECIDO NERVOSO TECIDO NERVOSO Detectar, transmitir e processar as informações geradas por estímulos sensoriais do ambiente interno e externo Coordenação das funções dos órgãos especializados SN somático

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA HORMÔNIOS E REGULAÇÃO METABÓLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA HORMÔNIOS E REGULAÇÃO METABÓLICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA HORMÔNIOS E REGULAÇÃO METABÓLICA Prof a. Dr a. Nereide Magalhães Recife, fevereiro de 2005 HORMÔNIOS Sinais hormonais

Leia mais

Lisossomos. Os lisossomos são organelas citoplasmáticas possuem cerca de 40 enzimas hidrolíticas.

Lisossomos. Os lisossomos são organelas citoplasmáticas possuem cerca de 40 enzimas hidrolíticas. Lisossomos Os lisossomos são organelas citoplasmáticas possuem cerca de 40 enzimas hidrolíticas. Essas enzimas atuam em um em grande número de substratos. A principal função destas organelas é a digestão

Leia mais

Célula Procarionte X Célula Eucarionte

Célula Procarionte X Célula Eucarionte Célula Procarionte X Célula Eucarionte Células procarióticas (grego protos, primitivo, e Karyon, núcleo) Núcleo antigo Surgimento a bilhões de anos atrás Bactérias e Cianobactérias (algas) Não apresenta

Leia mais

ESCOLA ADVENTISTA SANTA EFIGÊNIA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

ESCOLA ADVENTISTA SANTA EFIGÊNIA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL ESCOLA ADVENTISTA SANTA EFIGÊNIA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Rua Prof Guilherme Butler, 792 - Barreirinha - CEP 82.700-000 - Curitiba/PR Fone: (41) 3053-8636 - e-mail: ease.acp@adventistas.org.br

Leia mais

SISTEMA CIRCULATÓRIO. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira

SISTEMA CIRCULATÓRIO. Renata Loretti Ribeiro - Enfermeira SISTEMA CIRCULATÓRIO 2 A função básica do sistema cardiovascular é a de levar material nutritivo e oxigênio às células. O sistema circulatório é um sistema fechado, sem comunicação com o exterior, constituído

Leia mais

Texto de apoio ao professor

Texto de apoio ao professor Texto de apoio ao professor T1 Introdução: O sistema cárdio-respiratório, é composto pelos sistemas circulatório e respiratório. Este permite que todas as células do corpo recebam os elementos necessários

Leia mais

BIOLOGIA CITOLOGIA E DIVISÃOCELULAR PROF ESTEVAM

BIOLOGIA CITOLOGIA E DIVISÃOCELULAR PROF ESTEVAM BIOLOGIA CITOLOGIA E DIVISÃOCELULAR PROF ESTEVAM PADRÕES CELULARES 1) (VUNESP) Os procariontes diferenciam-se dos eucariontes porque os primeiros, entre outras características, a) não possuem material

Leia mais

DIVISÃO CELULAR: MITOSE E MEIOSE

DIVISÃO CELULAR: MITOSE E MEIOSE DIVISÃO CELULAR: MITOSE E MEIOSE PROFª. ROSE LOPES /1º ANO - 2016 DIVISÃO CELULAR A capacidade de duplicar-se é a característica mais extraordinária dos organismos vivos. Para fazê-lo, multiplicamos o

Leia mais

Tecido Nervoso. Neurônios

Tecido Nervoso. Neurônios Tecido Nervoso O tecido nervoso forma os órgãos dos sistemas nervosos central, periférico e autônomo. Organizar e coordenar o funcionamento do organismo Neurônios É constituído por: Células células nervosas

Leia mais

SENSIBILIDADE SOMÁTICA

SENSIBILIDADE SOMÁTICA SENSIBILIDADE SOMÁTICA Sensibilidade é a capacidade de detectar e processar a informação sensorial que é gerada por um estímulo proveniente do ambiente interno ou externo ao corpo. Profa. Cláudia Herrera

Leia mais

Material de estudo. Série/Ano Turma(s) Turno Nota 7º A Vespertino. Disciplina: Ciências Professor(a): ALINY INOCÊNCIO Data Aluno (a): Nº

Material de estudo. Série/Ano Turma(s) Turno Nota 7º A Vespertino. Disciplina: Ciências Professor(a): ALINY INOCÊNCIO Data Aluno (a): Nº Polícia Militar do Estado de Goiás CPMG Nader Alves dos Santos Ano Letivo - 2016 Material de estudo Série/Ano Turma(s) Turno Nota 7º A Vespertino A CÉLULA A célula é a menor unidade estrutural básica do

Leia mais

Sistema Circulatório: O Sangue

Sistema Circulatório: O Sangue Sistema Circulatório: O Sangue A composição do sangue Embora o sangue tenha uma aparência homogênea, se observado ao microscópio, logo se notará sua composição heterogênea. Isto significa que o sangue

Leia mais

Aula 3 Organelas. Níveis de organização dos seres vivos: Observe, abaixo, a célula animal com as principais organelas. Citoplasma Membrana plasmática

Aula 3 Organelas. Níveis de organização dos seres vivos: Observe, abaixo, a célula animal com as principais organelas. Citoplasma Membrana plasmática Aula 3 Organelas Organelas ou organóides são estruturas encontradas no citoplasma celular com função específica, que auxiliam no seu funcionamento, como iremos descrever. Níveis de organização dos seres

Leia mais

TECIDO NERVOSO. Substância cinzenta

TECIDO NERVOSO. Substância cinzenta TECIDO NERVOSO 1. Observação de neurônios e de células da glia Material: cérebro Técnica: Impregnação argêntica Substância cinzenta Observação com aumento total de 100x: Com este aumento é possível observar

Leia mais

CITOLOGIA CONHECENDO AS CÉLULAS. MSc Monyke Lucena

CITOLOGIA CONHECENDO AS CÉLULAS. MSc Monyke Lucena CITOLOGIA CONHECENDO AS CÉLULAS MSc Monyke Lucena CITOLOGIA A área da Biologia que estuda a célula ao nível de sua constituição, estrutura e função. Kytos (célula) + Logos (estudo) As células são as unidades

Leia mais

FISIOLOGIA NERVOSA. 03. Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta após realizar as associações entre as colunas:

FISIOLOGIA NERVOSA. 03. Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta após realizar as associações entre as colunas: EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA NERVOSA 01. Qual das seguintes atividades envolve maior número de órgãos do sistema nervoso? a) Salivar ao sentir o aroma da comida gostosa b) Levantar a perna quando

Leia mais

Coordenação do organismo

Coordenação do organismo Coordenação do organismo Sistema Nervoso Sistema hormonal Sistema responsável pela transmissão de estímulos de uma zona do corpo para outra. Sistema responsável responsável pela síntese de substâncias

Leia mais

Encéfalo. Cerebelo Tronco encefálico Istmo. Medula Espinhal TECIDO E SISTEMA NERVOSO. Telencéfalo

Encéfalo. Cerebelo Tronco encefálico Istmo. Medula Espinhal TECIDO E SISTEMA NERVOSO. Telencéfalo TECIDO E SISTEMA NERVOSO 1 Divisão Anatômica e Funcional do Sistema Nervoso O sistema nervoso do ser humano é muito complexo a fim de realizar todas as funções de integração corporal e resposta ao ambiente.

Leia mais

Nome: Nº: Classificação: 2. Quais dos seguintes tipos celulares são considerados polimórficos e têm um núcleo lobado:

Nome: Nº: Classificação: 2. Quais dos seguintes tipos celulares são considerados polimórficos e têm um núcleo lobado: Histologia e Embriologia Medicina Veterinária Frequência Teórica 14 de Janeiro de 2005 HistoVet 2004/05 Nome: Nº: Classificação: 1. Têm (ou tem) função hematopoiética: a. as glândulas parótidas b. o cérebro

Leia mais

Alimentação Saudável A Nutrição & Os Nutrientes. O que são Nutrientes? Quais as funções dos Nutrientes?

Alimentação Saudável A Nutrição & Os Nutrientes. O que são Nutrientes? Quais as funções dos Nutrientes? Alimentação Saudável A Nutrição & Os Nutrientes O que são Nutrientes? Quais as funções dos Nutrientes? Os Nutrientes Os nutrientes são substâncias indispensáveis ao funcionamento do organismo, e que obtemos

Leia mais

Do grego, hydton, tecido + logos, estudos. Cada grupo de células reunidas para executar uma função específica é chamado de tecido.

Do grego, hydton, tecido + logos, estudos. Cada grupo de células reunidas para executar uma função específica é chamado de tecido. Do grego, hydton, tecido + logos, estudos. Cada grupo de células reunidas para executar uma função específica é chamado de tecido. Além das células, os tecidos contêm material extracelular ou intercelular

Leia mais

SISTEMA NERVOSO TECIDO NERVOSO IMPULSO NERVOSO SINAPSE

SISTEMA NERVOSO TECIDO NERVOSO IMPULSO NERVOSO SINAPSE SISTEMA NERVOSO TECIDO NERVOSO IMPULSO NERVOSO SINAPSE DIVISÕES DO SISTEMA NERVOSO: Processamento e integração de informações O ENCEFALO ESTÁ LIGADO À MEDULA ESPINAL. Condução de informações entre órgãos

Leia mais

Sistema Cardiovascular. Prof. Dr. Valcinir Aloisio Scalla Vulcani Medicina Veterinária Universidade Federal de Goiás Regional Jataí

Sistema Cardiovascular. Prof. Dr. Valcinir Aloisio Scalla Vulcani Medicina Veterinária Universidade Federal de Goiás Regional Jataí Sistema Cardiovascular Prof. Dr. Valcinir Aloisio Scalla Vulcani Medicina Veterinária Universidade Federal de Goiás Regional Jataí SISTEMA CARDIOVASCULAR Introdução Componentes: - sistema vascular sanguíneo,

Leia mais

CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR

CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR Universidade Federal do Pampa Campus de São Gabriel Centro de Ciências Rurais Curso de Ciências Biológicas CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR Monitora: Rosangela Gonçalves Célula Vegetal As células vegetais

Leia mais

Membranas Biológicas. Profª Eleonora Slide de aula

Membranas Biológicas. Profª Eleonora Slide de aula Membranas Biológicas Profª Eleonora Slide de aula Membranas Biológicas Todas as células possuem na sua periferia uma membrana, a qual fornece a barreira necessária que separa o lado interno do lado externo.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS PROGRAMA DE ENSINO DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS PROGRAMA DE ENSINO DE DISCIPLINA Curso: Ciências Biológicas (05) Ano: 2014 Semestre: 1 Período: 1 Disciplina / Unid. Curricular / Módulo: Biologia Celular (Cell Biology) Código: DCB47 Carga Horária Total: 90 Teórica: 60 Atividade Prática:

Leia mais

21/03/2016. NEURÓGLIA (Células da Glia) arredondadas, possuem mitose e fazem suporte nutricional aos neurônios.

21/03/2016. NEURÓGLIA (Células da Glia) arredondadas, possuem mitose e fazem suporte nutricional aos neurônios. NEURÓGLIA (Células da Glia) arredondadas, possuem mitose e fazem suporte nutricional aos neurônios. 1 NEURÔNIO responsável pela condução impulso nervoso, possibilitando a execução de ações e promoção da

Leia mais

Capítulo 2: ESTRUTURA CELULAR. Biologia I Prof. João

Capítulo 2: ESTRUTURA CELULAR. Biologia I Prof. João Capítulo 2: ESTRUTURA CELULAR Biologia I Prof. João Citologia ou Biologia Celular: Ramo da biologia responsável pelo estudo das células. Teoria celular: todos os seres vivos são formados por células, e

Leia mais

Eucarioto: Organelas Celulares

Eucarioto: Organelas Celulares Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de Lorena Departamento de Biotecnologia Curso: Engenharia Ambiental Componentes do Citoplasma Eucarioto Citosol: rico em água e susbstâncias (proteínas, íons,

Leia mais

Glândulas e hormônios. Profª Talita Silva Pereira

Glândulas e hormônios. Profª Talita Silva Pereira Glândulas e hormônios Profª Talita Silva Pereira O sistema endócrino É formado pelo conjunto de glândulas endócrinas, as quais são responsáveis pela secreção de substância denominadas hormônios. As glândulas

Leia mais

SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS

SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS NOTAS DE AULA (QUÍMICA) SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS PROFESSOR: ITALLO CEZAR 1 INTRODUÇÃO A química é a ciência da matéria e suas transformações, isto é, estuda a matéria. O conceito da

Leia mais

Tema 5. Regulação Nervosa e Hormonal nos animais. Hormonas Vegetais. José Carlos Morais

Tema 5. Regulação Nervosa e Hormonal nos animais. Hormonas Vegetais. José Carlos Morais Regulação Nervosa e Hormonal nos animais Hormonas Vegetais José Carlos Morais Sistema Nervoso Sistema Hormonal Homeostasia Capacidade de manter o meio interno em equilíbrio Coordenação Nervosa Nervos Motores

Leia mais

Geralmente é arredondado e único por célula, mas existem núcleos com outras formas e células com mais de um núcleo

Geralmente é arredondado e único por célula, mas existem núcleos com outras formas e células com mais de um núcleo Núcleo Celular Geralmente é arredondado e único por célula, mas existem núcleos com outras formas e células com mais de um núcleo Núcleo Celular Algumas células não têm núcleo (são anucleadas), como as

Leia mais

Tecido Nervoso. 1) Introdução

Tecido Nervoso. 1) Introdução 1) Introdução O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas, bem como as condições reinantes dentro do

Leia mais

Porque nos alimentamos?

Porque nos alimentamos? Sistema digestivo Porque nos alimentamos? Todos os seres vivos necessitam de obter matéria e energia permitem realizar as funções vitais Obtemos energia e matéria de que necessitamos através Nutrição Porque

Leia mais

Glossário de Aprendizagem Motora

Glossário de Aprendizagem Motora Glossário de Aprendizagem Motora Prof. Dr. Luciano Basso Lacom_EEFE 1. Ação: a descrição da ação é feita com base na intenção e no objetivo que se pretende alcançar. Ela é identificada pela meta à qual

Leia mais

2. Células do Tecido nervoso

2. Células do Tecido nervoso 2. Células do Tecido nervoso Tecido Nervoso (mais de 1 trilhão de neurônios) Sistema complexo de comunicação neuronal no interior do corpo. 1. Detectar, transmitir, analisar e utilizar informações geradas

Leia mais

NERVITON PLUS É MAIS ENERGIA!!!

NERVITON PLUS É MAIS ENERGIA!!! M.S 6.6969.0027.001-8 FÓRMULA ESPECIAL : GUARANÁ + 21 VITAMINAS E MINERAIS UMA CÁPSULA AO DIA 1200 MG. ALTO PODER DE CONCENTRAÇÃO NÃO ENGORDA! NERVITON PLUS É MAIS ENERGIA!!! É um polivitamínico completo

Leia mais

1. Entre as frases abaixo em relação à divisão celular por mitose, uma é incorreta. Aponte-a:

1. Entre as frases abaixo em relação à divisão celular por mitose, uma é incorreta. Aponte-a: Aula 07 Divisão Celular 1. Entre as frases abaixo em relação à divisão celular por mitose, uma é incorreta. Aponte-a: a) na metáfase, todos os cromossomos, cada um com duas cromátides, encontram-se no

Leia mais

TECIDO NERVOSO NEURÔNIOS. Prof. João M. Bernardes. O tecido nervoso é composto basicamente por dois tipos de células:

TECIDO NERVOSO NEURÔNIOS. Prof. João M. Bernardes. O tecido nervoso é composto basicamente por dois tipos de células: TECIDO NERVOSO Prof. João M. Bernardes O tecido nervoso é composto basicamente por dois tipos de células: Neurônios: recebe, processa e envia informações; Neuróglia: sustentação, revestimento ou isolamento,

Leia mais

Aires Fernandes CONFORTO AMBIENTAL. Exigências Humanas em relação ao conforto

Aires Fernandes CONFORTO AMBIENTAL. Exigências Humanas em relação ao conforto Aires Fernandes CONFORTO AMBIENTAL Exigências Humanas em relação ao conforto Sumário de aula 1 - O organismo humano e a termoregulação 2 - Índices de conforto térmico 1 - O organismo humano e a termoregulação

Leia mais

FUNDAMENTOS DA FISIOLOGIA CARDÍACA. Prof. Ms. Clayton Silva

FUNDAMENTOS DA FISIOLOGIA CARDÍACA. Prof. Ms. Clayton Silva FUNDAMENTOS DA FISIOLOGIA CARDÍACA Prof. Ms. Clayton Silva INTRODUÇÃO O sistema circulatório ou cardiovascular ou formado pelo coração e uma vasta rede de tubos de vários tipos e calibres, que põe em comunicação

Leia mais

Unidade I Energia: Conservação e transformação. Aula 1.1 Conteúdo: Nosso corpo por dentro e por fora.

Unidade I Energia: Conservação e transformação. Aula 1.1 Conteúdo: Nosso corpo por dentro e por fora. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade I Energia: Conservação e transformação. Aula 1.1 Conteúdo: Nosso corpo por dentro e por fora. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES

Leia mais

Membranas Biológicas. Profª Eleonora Slide de aula

Membranas Biológicas. Profª Eleonora Slide de aula Membranas Biológicas Profª Eleonora Slide de aula Membranas biológicas Todas as células possuem na sua periferia uma membrana, a qual fornece a barreira necessária que separa o lado interno do lado externo.

Leia mais

O surgimento do sistema nervoso está associado ao aumento da complexidade e do tamanho dos animais.

O surgimento do sistema nervoso está associado ao aumento da complexidade e do tamanho dos animais. INTRODUÇÃO O surgimento do sistema nervoso está associado ao aumento da complexidade e do tamanho dos animais. Atua na coordenação das múltiplas atividades do organismo, na integração das diversas partes

Leia mais

POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE PLANTAS FORRAGEIRAS. Maria Aparecida Salles Franco Curso de Veterinária Disciplina: Forragicultura e Plantas Tóxicas

POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE PLANTAS FORRAGEIRAS. Maria Aparecida Salles Franco Curso de Veterinária Disciplina: Forragicultura e Plantas Tóxicas POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE PLANTAS FORRAGEIRAS Maria Aparecida Salles Franco Curso de Veterinária Disciplina: Forragicultura e Plantas Tóxicas Um pouco sobre nutrientes nos alimentos Do ano de 1917 para

Leia mais

FÍSICA RADIOLOGICA. Prof. Emerson Siraqui

FÍSICA RADIOLOGICA. Prof. Emerson Siraqui FÍSICA RADIOLOGICA Prof. Emerson Siraqui RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA Para concluirmos o que é radiações de forma bem simples é um transporte de energia que se propaga a partir de uma fonte em todas direções.

Leia mais

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS DISCIPLINA: HISTOLOGIA I CARGA HORÁRIA: 120 HORAS CRÉDITOS: 06 CÓDIGO: SCM0024 PROFESSOR: JOÃO CARLOS DE SOUZA

Leia mais

SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES

SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES SISTEMA NERVOSO SISTEMA NERVOSO Sempre vivo com eletricidade, o SN é a principal rede de comunicação e coordenação do corpo. É tão vasta e complexa que numa estimativa reservada, todos os nervos de um

Leia mais

Sangue Eritrócitos. Fisiologia Molecular BCT 2S/2011. Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP

Sangue Eritrócitos. Fisiologia Molecular BCT 2S/2011. Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP Sangue Eritrócitos Fisiologia Molecular BCT 2S/2011 Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP FUNÇÕES DO SANGUE 1) Respiratória: transporte dos gases O 2 e CO 2 2) Nutritiva: transporte dos diversos

Leia mais

Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos transportes transmembranares

Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos transportes transmembranares Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos transportes transmembranares 1 Processos de transporte A membrana plasmática pode facilitar, dificultar ou impedir a passagem de substâncias, uma propriedade

Leia mais