Tema 5. Regulação Nervosa e Hormonal nos animais. Hormonas Vegetais. José Carlos Morais

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1 Regulação Nervosa e Hormonal nos animais Hormonas Vegetais José Carlos Morais

2 Sistema Nervoso Sistema Hormonal Homeostasia Capacidade de manter o meio interno em equilíbrio

3 Coordenação Nervosa Nervos Motores Sistema Nervoso Periférico Sistema Nervoso Periférico Sistema Nervoso Central Nervos sensitivos

4 Nervos

5 Neurónio: a célula nervosa

6 Neurónios

7 Transmissão do impulso nervoso

8 Transmissão do impulso nervoso Potencial de Acção = inversão rápidas das cargas eléctricas de uma porção da membrana do neurónio

9 A Sinapse

10 A Sinapse Neurotransmissor Fenda sináptica Axónio Pré-sináptico Vesículas sinápticas Receptores Pós-sinápticos Axónio Pós-sináptico

11 Coordenação Hormonal Glândulas endócrinas Hormonas Sangue

12 O Sistema Endócrino

13 O Sistema Endócrino

14 O Feedback negativo Exterior Feedback Negativo Célula Alvo Hipotálamo Hormonas estimuladoras Hipófise Hormonas estimuladoras Glânndula Endócrina Hormonas Sangue Feedback Negativo

15 Termorregulação Homeotermia regulação da temperatura interna de um organismo Organismos Homeotérmicos Temperatura do corpo constante Organismos Ectotérmicos Temperatura do corpo variável

16 Termorregulação

17 Termorregulação no Homem

18 Termorregulação no Homem

19 Termorregulação no Homem

20 Tema 4 Osmorregulação Organismos Osmoconformantes Possuem fluidos corporais com concentrações semelhantes às do meio externo. Organismos Osmorreguladores Gastam energia para manterem as concentrações dos fluidos internos em equilíbrio, independentemente das variações do meio externo.

21 Produtos de excreção

22 Osmorregulação nos invertebrados

23 Osmorregulação nos invertebrados A osmorregulação nos insectos é realizada por túbulos de Malpighi

24 Osmorregulação nos vertebrados Peixe de Água Doce Peixe de Água Salgada Nos animais que vivem em meios hipotónicos, a água entra no organismo por osmose. Para manterem o equilíbrio hídrico, estes animais produzem urina muito diluída e realizam reabsorção de sais. Os animais que vivem em meios hipertónicos produzem pouca urina e eliminam sais através das brânquias ou de glândulas especializadas.

25 Osmorregulação nos vertebrados As glândulas de sal excretam o sal ingerido em excesso pelas aves marinhas

26 Osmorregulação no Homem

27 Osmorregulação no Homem O funcionamento do nefrónio

28 Osmorregulação no Homem O funcionamento do nefrónio

29 Osmorregulação no Homem A hormona anti-diurética (ADH) Produzida no Hipotálamo A hormona ADH controla a permeabilidade do tubo contornado distal e do tubo colector para as moléculas de água.

30 Hormonas Vegetais Os tropismos Os movimentos orientados de certas plantas induzidos por um determinado factor ambiental designam-se por tropismos; podem ser considerados positivos, se a resposta ao estímulo for o crescimento em direcção a este (caule em direcção à luz), ou negativos se o crescimento ocorrer em oposição ao estímulo (raiz em oposição à luz). Fototropismo Gravitropismo Existem vários factores ambientais capazes de provocar tropismos.

31 Hormonas Vegetais O fototropismo Lado sombra do coleóptilo Luz Lado iluminado do coleóptilo

32 Hormonas Vegetais O fototropismo O efeito da auxina não é semelhante em todos os órgãos da planta. Caule: +++auxinas maior crescimento das células Raiz: +++auxinas menor crescimento das células

33 Hormonas Vegetais Auxinas LOCAL DE SÍNTESE Zonas meristemáticas e órgãos em crescimento (folhas jovens e sementes). FUNÇÕES NA PLANTA Estimula o crescimento apical de toda a planta. Regula a maturação. Tropismos. Estimula o enraizamento em estacas. UTILIZAÇÃO NA AGRICULTURA Antecipa a floração. Controla a queda precoce dos frutos, a fim de obter maior crescimento. Estimula o enraizamento de estacas. Promove o desenvolvimento de frutos sem semente (desenvolvimento do ovário sem fecundação). Herbicida selectivo. Impede a formação de gemas nas batatas.

34 LOCAL DE SÍNTESE Meristema apical, folhas jovens, raízes e embrião. UTILIZAÇÃO NA AGRICULTURA Interrompe a dormência das sementes. Promove o desenvolvimento do ovário e a formação de frutos sem semente (sem fecundação). Substitui a acção da luz na floração em plantas que necessitam de muitas horas de luz para florir. Hormonas Vegetais Giberlinas São capazes de induzir a divisão celular e o crescimento das células do caule e das folhas. FUNÇÕES NA PLANTA Elimina a dormência em gemas e sementes de muitas espécies vegetais. Provoca o crescimento dos entrenós nos caules. Promove o desenvolvimento da semente e a utilização de substâncias de reserva durante a germinação.

35 Hormonas Vegetais Citocininas LOCAL DE SÍNTESE Raízes. Sementes. UTILIZAÇÃO NA AGRICULTURA Retarda a senescência e o amarelecimento das folhas. FUNÇÕES NA PLANTA Promove a divisão celular. Atrasa o envelhecimento das folhas. Regula a transpiração através da abertura estomática.

36 Hormonas Vegetais Ácido abcísico LOCAL DE SÍNTESE Caule, folhas velhas. FUNÇÕES NA PLANTA Regula a abertura estomática promovendo o fecho dos estomas. Provoca a dormência de gemas e de sementes. UTILIZAÇÃO NA AGRICULTURA Provoca a dormência de algumas sementes que estariam em condições de germinar.

37 Hormonas Vegetais Etileno O etileno é a única hormona vegetal que, em condições normaisde pressão e temperatura, se encontra no estado gasoso, o que facilita a sua propagação. LOCAL DE SÍNTESE Tecidos de frutos e folhas; tecidos velhos. FUNÇÕES NA PLANTA Favorece o envelhecimento e abcisão de folhas e maturação de frutos. Inibe o crescimento de raízes e caules e atrasa o desenvolvimento de gemas laterais. No Outono, devido à diminuição do fotoperíodo, as folhas produzem etileno que bloqueia a formação de auxina (que inibe a queda das folhas) e leva à abcisão. UTILIZAÇÃO NA AGRICULTURA Acelera a queda da folha. Promove o amadurecimento dos frutos.

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