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1 Via Directa - Companhia de Seguros, S.A. Relatório e Contas 2006 Grupo Caixa Geral de Depósitos

2 Relatório e Contas Via Directa 2006 Índice 2 Índice Relatório do Conselho de Administração Balanço e Conta de Ganhos e Perdas (inclui Demonstrações de Fluxos de Caixa - Método Directo) Anexo às Demonstrações Financeiras em 31 de Dezembro de 2006 Relatório e Parecer do Fiscal Único

3 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 3 1. Relatório do Conselho de Administração em 31 de Dezembro 2006

4 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 4 Nos termos das disposições legais e estatutárias, o Conselho de Administração da Via Directa Companhia de Seguros, S. A. apresenta, o Relatório e Contas relativo ao exercício de Enquadramento macro-económico O ano de 2006 caracterizou-se a nível mundial pelo dinamismo da economia americana, assente essencialmente no consumo das famílias, enquanto que a economia japonesa manteve o forte crescimento da produção industrial. Ambas as economias registaram igualmente evolução positiva na taxa de desemprego que se situava em Dezembro nos 4,5% e 4,0%, respectivamente. Na Zona Euro a actividade económica manteve uma evolução favorável, o que permitiu uma recuperação significativa dos diversos indicadores de confiança em todas as economias, excepto na italiana. Indicadores de Confiança da UE-25 (SRE-VCS,MM3) I II III IV 2005 I II III IV 2006 I II III IV Consumidores (escala esquerda) Indústria (escala esquerda) Serviços (escala direita) Fonte: Comissão Europeia Em Portugal, assistiu-se a um crescimento do PIB de cerca de 1,4% o que evidencia uma ligeira recuperação face ao ano anterior (0,4%), apesar de se continuar a afastar da média da UE. Taxa de crescimento do PIB 3,0 2,0 1,0 0,0 0,8% 1,2% 1,2% 1,2% 2,4% 0,4% 1,6% 1,4% 2,3% 1,8% 2,2% -1,0-1,2% -2, a 2007b Fontes: Portugal - Ministério das Finanças; União Europeia 25 - Comissão Europeia Notas: (a) Estimativa (b) Previsões PIB - Produto Interno Bruto Portugal UE 25

5 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 5 A componente mais dinâmica da procura global continuou a ser as Exportações, sobretudo para países fora da UE onde se conseguiram ganhos significativos de quota de mercado. Ao contrário, a procura interna contribuiu negativamente para o crescimento do PIB, conduzindo assim à redução gradual dos défices orçamental e externo. Com efeito, a inversão da tendência descendente das taxas de juro, num contexto de grande endividamento por parte das famílias, constituiu um forte entrave ao crescimento do consumo privado. A recuperação da actividade económica em 2006 traduziu-se na melhoria da situação do mercado de trabalho: crescimento ainda que modesto do emprego (0,8%) e diminuição da taxa de desemprego de 7,6% para 7,5%. Taxa de desemprego 10,0 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 8,8% 9,0% 9,1% 8,7% 8,5% 7,6% 7,6% 7,6% 8,2% 6,3% 6,7% 5,0% a 2007b Fontes: Portugal /05 INE - Instituto Nacional de Estatística; 2006 Ministério das Finanças; 2007 EIU União Europeia 25 - Comissão Europeia Notas: (a) Estimativa (b) Previsões Portugal UE O Sector Segurador em Portugal O sector segurador português registou em 2006 uma retracção significativa, traduzida pela taxa de crescimento negativa de 2,4%. Para este decréscimo contribuiu de forma decisiva o Ramo Vida, que depois de um crescimento de 46% em 2005, viu a sua produção baixar em 2006 para um patamar inferior ao do exercício anterior.

6 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 6 Taxas de Crescimento Vida Não Vida Automóvel Total A contribuição do sector para o PIB evoluiu de forma muito positiva nos últimos 6 anos, muito por força do Ramo Vida, que praticamente duplicou o seu peso. Já ao nível dos Ramos Reais verificou-se uma certa estagnação em torno dos 2,8%, fruto não só dos fracos desempenhos da economia, como da intensificação da concorrência e consequente diminuição dos preços. Prémios s/ PIB 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0, Vida Não Vida Total Fonte: APS Em 2006, o mercado automóvel onde a Via Directa desenvolve a sua actividade, registou um crescimento de 0,3%, ou seja, praticamente nulo, o que torna mais significativo o crescimento de 19,3% conseguido pela Via Directa. Outra nota dominante na evolução recente do mercado português foi a crescente concentração, fruto de fusões e aquisições, com as 6 maiores seguradoras do mercado a representarem em 2006, 63% do total. Um dos maiores desafios que o sector deverá enfrentar prende-se com os novos requisitos de capital que o Projecto Solvência II irá introduzir para fazer face a todos os riscos materiais a que as seguradoras estão expostas.

7 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 7 3. A Actividade da Via Directa a) Aspectos Gerais O ano de 2006 foi um ano muito positivo para a Via Directa. A forte expansão da actividade com reflexo evidente no reforço da quota de mercado e a reorganização interna das equipas, com resultados nítidos ao nível da melhoria da prestação do serviço, traduziram-se no aumento significativo da rentabilidade global. Com efeito, a racionalização estrutural introduzida, acompanhada pela definição clara de políticas tendentes a controlar de forma cada vez mais eficiente todos os custos, não só os de sinistros como todos os gastos gerais, permitiram terminar o exercício de 2006 com um resultado antes de impostos superior em cerca de 74% ao registado no ano anterior. A mudança de imagem e o lançamento de um produto automóvel para mulheres, são o reflexo do espírito inovador e criativo que caracteriza a organização. b) Produção Em 2006 a produção de seguro directo atingiu os 34,3 milhões de euros, o que traduz um crescimento de 19,3%, muito acima da média do mercado automóvel português. Este crescimento foi conseguido à custa da captação de novo negócio e da manutenção da taxa de anulações num patamar idêntico ao do exercício de 2005, o que pode ser considerado muito positivo face às dificuldades sentidas pelo sector decorrentes da introdução da nova legislação sobre pagamento de prémios. Esta evolução permitiu à Via Directa reforçar a liderança nos canais de venda directa (Telefone e Internet). O canal Internet continua a evidenciar um dinamismo crescente, representando já cerca de 20% das apólices novas. c) Sinistralidade A manutenção da política de rigor na aceitação de riscos, continuou a traduzir-se na diminuição da frequência de sinistros, com reflexo evidente na melhoria da taxa de sinistralidade.

8 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 8 O ano de 2006 permitiu consolidar os ganhos resultantes das melhorias operacionais introduzidas no exercício anterior, de que se destaca a especialização das equipas para a gestão de sinistros materiais e corporais. Os prazos médios de encerramento melhoraram de forma significativa, vindo assim de encontro não só às expectativas do mercado, como às novas exigências legais. Em paralelo, manteve-se o eficaz controlo dos custos com sinistros, com ganhos evidentes ao nível do custo médio dos sinistros materiais, que registou uma diminuição de 6% face ao ano anterior. A taxa de sinistralidade manteve a tendência decrescente de anos anteriores. d) Despesas Gerais Esta tem sido uma área em que a Via Directa tem evidenciado uma significativa redução. A publicidade continua a ser o principal custo de funcionamento, tendo atingido em 2006 o valor de 2,6 milhões de euros. Os custos por natureza a imputar continuam a crescer menos do que os prémios, pelo que o respectivo rácio continua a decrescer. Custos por Natureza a Imputar/Prémios 35,5% 29,4% 26,2% Como corolário das melhorias conseguidas ao nível do rácio de despesas e da taxa de sinistralidade, verifica-se que o rácio combinado continua a apresentar uma evolução muito positiva, tendo passado de 94,6% em 2005 para 85,5% em 2006.

9 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 9 e) Principais Indicadores Prémios Adquiridos* 100,0 100,0 Sinistros* 56,8 62,7 Custos de Aquisição 20,4 18,5 Custos de Exploração 6,0 7,4 Custos com Sinistros 2,3 5,9 Total custos** 28,7 31,8 Rácio Combinado 85,5 94,6 Resultado Técnico 20,6 10,2 Resultado Financeiro 6,0 8,5 Resultado antes de Impostos 20,0 13,9 Resultado Líquido 13,9 13,9 * Líquidos de Resseguro Cedido ** Incluindo Custos Imputados f) Garantias Financeiras Provisões Técnicas Activos Afectos às PT Excesso (valor absoluto) , ,0 % 150,7 142,0 Margem Solvência % 501,0 A Solvabilidade da Via Directa continua a aumentar, situando-se claramente acima das exigências legais. 4. Resultados e Capital Próprio a. Resultados e Capital Próprio O Resultado Antes de Impostos foi de 5,9 milhões de euros, o que representa uma variação de 74,4% face ao ano anterior.

10 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 10 Indo de encontro à política seguida pela Caixa Seguros, a Via Directa registou pela primeira vez Impostos Diferidos Activos, originados em grande medida pelo reporte de prejuízos fiscais de anos anteriores. A rubrica Resultados Transitados foi movimentada por 3,8 milhões de euros, enquanto que no resultado do exercício de 2006 se registou um consumo de impostos de 1,8 milhões de euros, tendo o Resultado Líquido atingido os 4,1 milhões de euros. Ainda durante o exercício de 2006, foram utilizados os 9 milhões de euros existentes na rubrica Prémio de Emissão, por contrapartida de Resultados Transitados, pelo que a Situação Líquida registou a seguinte evolução: Capital Prémio de Emissão Reavaliação regulamentar Outras Reservas Resultados Transitados Resultado do exercício Total da Situação Líquida Variação face a ,2% b. Aplicação de Resultados De acordo com o disposto no Código das Sociedades, o Conselho de Administração vem propor a seguinte aplicação para o resultado líquido apurado no exercício, no valor de ,72 Euros: Valores em Euros Reserva Legal ,57 Remanescente à disposição da Assembleia Geral ,15 5. Perspectivas de Evolução No exercício de 2007, a Via Directa pretende continuar a crescer acima da média do mercado, de modo a continuar a reforçar a sua posição no ranking das Seguradoras de Ramos Reais.

11 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 11 Tal como até aqui, o crescimento da carteira deve assentar na rigorosa política de aceitação de riscos, com vista à manutenção de elevados níveis de rentabilidade, para o que contribuirá uma criteriosa política de controlo de custos. Valores como a inovação, qualidade e criatividade continuarão a estar presentes na forma de abordar o mercado, seja ao nível dos produtos, do serviço ou da comunicação. 6. Considerações Finais Para finalizar, o Conselho de Administração quer deixar expressos os seus agradecimentos: - Aos Clientes, que nos distinguem com a sua preferência e confiança; - Ao Accionista, por todo o apoio recebido; - Aos Elementos da Mesa da Assembleia Geral e Fiscal Único, pela disponibilidade demonstrada no acompanhamento da actividade da Companhia; - Aos Colaboradores, que com a sua dedicação e profissionalismo contribuíram para o crescimento da actividade da Companhia. Lisboa, 19 de Fevereiro de 2007 O Conselho de Administração

12 Relatório e Contas Via Directa 2006 Relatório do Conselho de Administração 12 Anexo ao Relatório do Conselho de Administração Informação a que se refere a Resolução do Conselho de Ministros nº 155/2005 de 06 de Outubro: Conselho de Administração Presidente Vogais Número de membros 1 2 Remunerações principais 0,0 123,5 Remunerações acessórias 0,0 2,9 Encargos com previdência 0,0 24,9 Encargos com plano complementar de reforma 0,0 0,0 0,0 151,3 O Conselho de Administração

13 Relatório e Contas Via Directa 2006 Balanço e Conta de Ganhos e Perdas Balanço e Conta de Ganhos e Perdas em 31 de Dezembro 2006 Nota: Inclui Demonstração de Fluxos de Caixa - Método Directo

14 Relatório e Contas Via Directa 2006 Balanço e Conta de Ganhos e Perdas 14 Balanço em 31 de Dezembro de 2006 (Valores em Euros) EXERCÍCIO Exercício Activo Amortizações Activo anterior C E E ACTIVO Bruto e Líquido Activo Provisões Líquido B Imobilizações incorpóreas C Investimentos I Terrenos e edifícios xx De serviço próprio xx De rendimento Imobilizações em curso e adiantamentos por conta II Investimentos em empresas do grupo e associadas xx Partes de capital em empresas do grupo xx Obrigações e outros empréstimos a emp. do grupo xx Partes de capital em empresas associadas xx Obrigações e outros empréstimos a emp. associadas III Outros investimentos financeiros 56,156,841 56,156,841 48,625, xx Acções. outros títulos de rendim. variável e unidades de participação em fundos de investimento 21,376,895 21,376,895 18,961, xx Obrigações e outros títulos de rendimento fixo 30,279,946 30,279,946 29,664, xx Empréstimos hipotecários xx Outros empréstimos xx Depósitos em instituições de crédito 4,500,000 4,500, xx25/ / / /6 Outros IV 24 Depósitos junto de empresas cedentes D 21 Investimentos relativos a seguros de vida em que o risco de investimento é suportado pelo tomador de seguro D-A Provisões técnicas de resseguro cedido 3,317,046 3,317,046 2,519, Provisão para prémios não adquiridos 1,204,728 1,204, , Provisão matemática do ramo vida Provisão para sinistros 2,112,318 2,112,318 1,649, Provisão para participação nos resultados Outras provisões técnicas Provisões técnicas relativas a seguros de vida em que o risco de investimento é suportado pelo tomador de seguro E Devedores 9,572, ,907 8,694,507 9,488,597 I Por operações de seguro directo Empresas do grupo /2+411/2+421/2+4701/2 Empresas participadas e participantes Outros devedores 7,192,030 17,390 7,174,639 6,395,573 II Por operações de resseguro Empresas do grupo Empresas participadas e participantes Outros devedores III Por outras operações 4730 Empresas do grupo 58,462 58, Empresas participadas e participantes Outros devedores 2,321, ,517 1,461,406 3,093,024 IV 472 Subscritores de capital 0 0 F Outros elementos do activo 13,046,815 2,109,448 10,937,367 10,396,963 I Imobilizações corpóreas e existências 3,578,374 2,109,448 1,468, ,133 II Depósitos bancários e caixa 9,468,441 9,468,441 10,296,830 IV 28 Outros G Acréscimos e diferimentos 2,651,896 2,651, ,767 I 4800 Juros a receber 458, , ,183 II-III Outros acréscimos e diferimentos 2,193,641 2,193,641 58,585 Total do Activo 88,864,182 7,106,526 81,757,657 71,396,071

15 Relatório e Contas Via Directa 2006 Balanço e Conta de Ganhos e Perdas 15 Balanço em 31 de Dezembro de 2006 (Valores em Euros) Exercício Exercício C E E PASSIVO anterior A Capital próprio 29,085,488 20,899,829 I 10 Capital 23,000,000 23,000,000 II 11 Prémios de emissão 0 9,000,000 III Reservas de reavaliação Reavaliação regulamentar 374,870 5, Reavaliação legal 0 0 IV Reservas 121 Reserva legal Reserva estatutária Outras reservas -99,340 0 V 19 Resultados transitados 1,716,093-14,467,854 VI 88 Resultado do exercício 4,093,866 3,361,684 B 14 Passivos subordinados 0 0 B-A 16 Fundo para dotações futuras 0 0 C Provisões técnicas 32,266,834 27,195, Provisão para prémios não adquiridos 14,713,812 12,049, Provisão matemática do ramo vida Provisão para sinistros De vida De acidentes de trabalho De outros ramos 17,553,023 15,145, Provisão para participação nos resultados Provisão para desvios de sinistralidade Outras provisões técnicas 0 0 D Provisões técnicas relativas a seguros de vida em que o risco de investimento é suportado pelo tomador de seguro 0 0 E Provisões para outros riscos e encargos 15,579 51, Provisões para pensões Provisões para impostos Outras provisões 15,579 51,723 F 45 Depósitos recebidos de resseguradores 0 0 G Credores 19,727,888 22,838,478 I Por operações de seguro directo Empresas do grupo Empresas participadas e participantes Outros credores 882, ,678 II Por operações de resseguro Empresas do grupo 577, , Empresas participadas e participantes Outros credores 0 0 IV Empréstimos bancários 4710 De empresas do grupo De empresas participadas e participantes Outros credores 0 0 V 46 Estado e outros entes públicos 1,605,169 1,385,653 V Credores diversos 4730 Empresas do grupo 15,020,878 15,063, Empresas participadas e participantes Outros credores 1,641,704 5,425,455 H Acréscimos e diferimentos 661, ,666 Total do Passivo 81,757,657 71,396,071

16 Relatório e Contas Via Directa 2006 Balanço e Conta de Ganhos e Perdas 16 Contas de Ganhos e Perdas para os Exercícios Findos em 2006 e 2005 (Valores em Euros) C E E CONTA DE GANHOS E PERDAS EXERCÍCIO EXERCÍCIO ANTERIOR I Conta técnica do seguro não vida 1 Prémios adquiridos líquidos de resseguro a) Prémios brutos emitidos 34,279,308 28,730,852 b) Prémios de resseguro cedido -2,282,123 31,997,185-1,833,140 26,897,713 c) Provisão para prémios não adquiridos (variação) -2,952,832-2,969,388 d) Provisão para prémios não adquiridos, parte dos resseguradores (variação) 333,999-2,618,833 29,378, ,544-2,784,843 24,112,869 Proveitos dos investimentos Rendimentos de partes de capital Relativos a empresas do grupo Outros 81,253 81, Rendimentos de outros investimentos / /2 Relativos a empresas do grupo / Outros 1,145,961 1,145, , , / Ganhos realizados em investimentos 204,329 1,431, ,765 1,418, Mais-valias não realizadas de investimentos 372,356 1, Outros proveitos técnicos, líquidos de resseguro Proveitos técnicos 31,182,251 25,533,055 4 Custos com sinistros, líquidos de resseguro a) Montantes pagos aa) Montantes brutos 15,429,783 12,157,448 bb) Parte dos resseguradores -190,803 15,238,981 1,531 12,158,979 b) Provisão para sinistros (variação) aa) Montante bruto 2,600,746 5,287,683 bb) Parte dos resseguradores -463,183 2,137,563 17,376, ,051 4,398,631 16,557, /3+6132/ Outras provisões técnicas. líquidas de resseguro (variação) Participação nos resultados, líquida de resseguro 7 Custos de exploração líquidos a) Custos de aquisição 6,281,994 5,052,121 b) Custos de aquisição diferidos (variação) -288, ,878 c) Custos administrativos 1,761,894 1,787,737 d) Comissões e participação nos resultados de resseguro 7,754,914 6,245,981 Custos com investimentos 641 Custos de gestão dos investimentos 264, , Perdas realizadas em investimentos 261, ,512 73, , Menos-valias não realizadas de investimentos 17,727 13, Outros custos técnicos, líquidos de resseguro Provisão para desvios de sinistralidade (variação) Custos técnicos 25,674,696 22,880, Resultado da conta técnica do seguro não vida 5,507,555 2,652,878

17 Relatório e Contas Via Directa 2006 Balanço e Conta de Ganhos e Perdas 17 Contas de Ganhos e Perdas para os Exercícios Findos em 2006 e 2005 (Valores em Euros) C E E CONTA DE GANHOS E PERDAS EXERCÍCIO EXERCÍCIO ANTERIOR III Conta não técnica Resultado da conta técnica do seguro não vida 5,507,555 2,652, Resultado da conta técnica do seguro de vida Resultado da conta técnica 5,507,555 2,652,878 3 Proveitos dos investimentos a) Rendimentos de partes de capital Relativos a empresas do grupo Outros 63,075 63,075 9,609 9,609 b) Rendimentos de outros investimentos 74311/2 Relativos a empresas do grupo / Outros 138, , , ,300 d) Ganhos realizados em investimentos 2,763,923 2,965, ,851 1,130,760 3A 763 Mais-valias não realizadas de investimentos 23,904 18, Outros proveitos 133, ,901 Proveitos não técnicos 3,122,771 1,459,368 5 Custos com investimentos a) 642 Custos de gestão de investimentos c) Perdas realizadas em investimentos 2,374,201 2,374, , ,842 5A 663 Menos-valias não realizadas de investimentos 0 5, Outros custos. incluindo provisões 6, ,334 Custos não técnicos 2,380, , Resultado da actividade corrente 6,249,630 3,171, Proveitos e ganhos extraordinários 8,659 8, Custos e perdas extraordinários 24,973 66, Resultado extraordinário -16,314-57, Dotação ou utilização da Reserva de Reavaliação Regulamentar -378,533-1, Recuperação de mais e menos-valias realizadas de investimentos 9, , Resultado antes de impostos 5,864,445 3,362, Imposto sobre o rendimento do exercício 1, Imposto Diferidos 1,768, Resultado líquido do exercício 4,093,866 3,361,684

18 Relatório e Contas Via Directa 2006 Balanço e Conta de Ganhos e Perdas 18 Demonstração dos Fluxos de Caixa em 31 de Dezembro de Método Directo (Valores em Euros) ACTIVIDADES OPERACIONAIS Saldos Movimento Saldos Fluxos de Caixa 1. Prémios de seguro directo 5,232,028-34,279,308 5,246,586 34,264, Recebimento impostos Fundap 0 INEM 0-308, ,236 SNB 0 Imposto do selo Apólice 0-3,028, ,028,457 Outros impostos 0 SUB-TOTAL 1,098,844 3,336, Pagamento de Impostos Fundap 0 Fundap Pensões AT 0 INEM -1, ,236-54, ,576 SNB 0 FGA -534, , , ,977 TAXA ISP -38,377 82,058-41,868-78,567 CERTIFICADOS RESP CIVIL -10, ,255-14, ,229 Imposto do selo Apólice -271,355 3,028, ,014-3,022,797 Outros impostos SUB-TOTAL -4,017, Comissões de Seguro Directo Pagamento de comissões , ,242 Retenções de IRS 0 Pagamento de IRS 0 SUB-TOTAL -14, Pagamento de Indemnizações Pagamento de Sinistros 14,750,088-14,750,088 Retenções de Impostos 0 Pagamento de Impostos 0 SUB-TOTAL -14,750, Resseguro Aceite Prémios 0 Comissões 0 Indemnizações 0 SUB-TOTAL 0 7. Resseguro Cedido Comissões Indemnizações 0-190, ,803 Prémios e juros -426,172 2,282, ,397-2,130,898 SUB-TOTAL -1,940, Paga/receb. Conta Empregados Pagamento de remunerações -187,416 1,718, ,982-1,599,658 Taxa social única -66, ,078-72, ,527 IRS - RETIDO 0-202, ,762 IRS PAGO -13, ,762-13, ,286 Outras despesas com Pessoal 0 82, ,654 SUB-TOTAL -2,005, Outros Pagamente/recebimentos Fornecedores -565,283 5,892,389-1,311,568-5,146,104 Outros impostos (paga) 66,410 2, ,197-56,159 Outros impostos (receb) Outros proveitos/recebimentos -598, , ,719 Outros custos /pagamentos -13,345, ,170, ,142 SUB-TOTAL -6,033,124 Fluxos Gerados antes das Rubricas extraordinárias 8,841, Pagamentos relacionados com rubricas extraordinárias 0 24, , Recebimentos relacionados com as rubricas extraordinárias 0-8, ,659 Total Actividades Operacionais 8,824,750 ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO 12. Rendimentos de Titulos recebidos 306,183-1,428, ,255 1,276, Rendimentos de Imóveis Outros Rendimentos Financeiros Desinvestimentos de títulos 0-31,193, ,193, Desinvestimentos de imóveis Desinvestimento de imob. Corpóreas Outros desinvestimentos 0 0 4,500,000-4,500, Investimentos em titulos 46,536,718 30,482,146 52,137,131-36,082, Investimentos em imóveis Investimentos imob. Corpóreas 2,104, ,578,374-1,473, Outros investi financeiros Investimentos imob. Incorpóreo 4,119, ,119, Juros recebidos Total Actividades de Investimento -9,585,698 ACTIVIDADES DE FINANCIMENTO Aumento de capital -23,000, ,000, Empréstimos Obtidos 26. Juros e ou encargos financeiros pagos 0 67, , Cobertura de Prejuizos Total de Actividades de Financiamento -67,440 Variação de Caixa e seus equivalentes No início do período - Bancos 10,296,407 Idem - Caixa 423 No final do período - Bancos -9,467,576 Idem - Caixa -864 Resultado da variação de Caixa e seus Equivalentes 828,389

19 Relatório e Contas Via Directa 2006 Anexo às Demonstrações Financeiras Anexo às Demonstrações Financeiras em 31 de Dezembro 2006 Nota: Inclui Anexo 1 (Montantes expressos em Euros excepto quando expressamente indicado)

20 Relatório e Contas Via Directa 2006 Anexo às Demonstrações Financeiras 20 Nota Introdutória A Via Directa - Companhia de Seguros, S.A. tem como objecto social o exercício da actividade seguradora e resseguradora, em todas as operações e ramos de seguros Não Vida legalmente autorizados, podendo exercer ainda actividades conexas com as de seguros e resseguros. A Sociedade poderá ainda participar em agrupamentos complementares de empresas e em agrupamentos europeus de interesse económico, e, bem assim, adquirir originária ou derivadamente acções ou quotas em sociedades de responsabilidade limitada, qualquer que seja o objecto destas e embora sujeitas a leis especiais. As notas que se seguem respeitam a numeração definida no Plano de Contas para as Empresas de Seguros. As notas cuja numeração não está incluída neste anexo não são aplicáveis à Companhia ou não são relevantes para a leitura das demonstrações financeiras. 1. Bases de Apresentação As demonstrações financeiras anexas foram preparadas com base nos livros e registos contabilísticos da Companhia, mantidos de acordo com os princípios definidos no Plano de Contas para as Empresas de Seguros, publicado no Diário da República nº 127/94, IIº Suplemento, 3ª Série, de 1 de Junho de 1994, e com base na Norma nº 14/95-R e outras normas específicas emanadas pelo Instituto de Seguros de Portugal. 3. Princípios Contabilísticos Os principais princípios contabilísticos utilizados na preparação das demonstrações financeiras foram os seguintes: a) Especialização de exercícios A Companhia regista os seus proveitos e custos de acordo com o princípio da especialização de exercícios, segundo o qual estes são reconhecidos à medida que são gerados, independentemente do momento em que são recebidos ou pagos. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e os correspondentes proveitos e custos gerados são registadas nas rubricas de acréscimos e diferimentos.

21 Relatório e Contas Via Directa 2006 Anexo às Demonstrações Financeiras 21 b) Imobilizações b.1.) Imobilizações Incorpóreas As imobilizações incorpóreas foram registadas ao custo de aquisição, tendo sido amortizadas pelo método das quotas constantes num período de três anos. c) Investimentos financeiros Os Investimentos Financeiros são compostos por: Títulos de Rend. Variável Títulos de Rend. Fixo Depósitos a prazo Os investimentos em títulos de rendimento fixo encontram-se registados ao custo de aquisição, tendo sido os juros corridos contabilizados como proveitos a receber e as diferenças (positivas ou negativas) entre os valores de aquisição e os respectivos valores nominais reconhecidas em resultados de forma escalonada e de modo uniforme até à data do reembolso. Os títulos não cotados são avaliados numa apreciação prudente do seu valor provável de realização, não lhes podendo ser atríbuido valor superior ao valor de aquisição, se emitidos durante o exercício, e valor nominal, se emitidos em exercícios anteriores. Os títulos de rendimento varíavel estão registados ao valor actual à data de 31 de Dezembro, tendo as Mais-valias não realizadas sido transferidas para a conta de Reserva de Reavaliação Regulamentar por contrapartida de Dotação ou Utilização da Reserva de Reavaliação Regulamentar e as Menos-valias não realizadas sido compensadas pela Reserva de Reavaliação Regulamentar até à concorrência do seu saldo sendo o restante registado na referida rúbrica afectando o resultado do exercício. As mais e menos valias resultantes da alienação dos investimentos, adquiridos em anos anteriores ou no próprio ano, são registadas nas rubricas de Ganhos ou Perdas Realizadas em Investimentos. Relativamente aos investimentos adquiridos em anos anteriores e vendidos durante o exercício, a Companhia regista as diferenças positivas ou negativas entre o respectivo custo de aquisição e o valor de balanço no início do ano na rubrica de Recuperação de Mais e Menos-valias Realizadas de Investimentos por contrapartida da conta de capital próprio Reserva de Reavaliação Regulamentar.

22 Relatório e Contas Via Directa 2006 Anexo às Demonstrações Financeiras 22 d) Imobilizações Corpóreas As imobilizações corpóreas são registadas ao custo de aquisição, sendo amortizadas pelo método das quotas constantes, de acordo com as taxas máximas aceites como custo, correspondendo às seguintes vidas úteis estimadas: Rubrica Equipamento Administrativo Máquinas e Ferramentas Equipamento Informático: Hardware Software Material de transporte Vida Útil 8 Anos 4 a 8 Anos 4 Anos 3 Anos 4 Anos e) Provisão para Recibos por cobrar Esta provisão refere-se aos contratos anulados e considera 80% ou 100% do valor em dívida, consoante se trate de contratos anulados há menos ou mais de 30 dias, de acordo com as regras estabelecidas pelo ISP. A provisão é calculada sobre os prémios líquidos de resseguro e das provisões técnicas associadas, de acordo com o estimado na Norma Regulamentar do ISP nº 13/2000R de 13/11. f) Provisão Para Cobrança Duvidosa A provisão para cobrança duvidosa proveniente de recibos por cobrar de contratos de seguro anulados, foi calculada de acordo com a seguinte tabela: Antiguidade % Provisão 6 a 12 meses 25 % 12 a 18 meses 50 % 18 a 24 meses 75 % Mais de 24 meses 100 %

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