opinião análise informação W^UJ reooíução íeyaíde GÁaoez 2 / 4/2CC2 Custo unitário desta edição: R$ 2.50 circulação interna

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "opinião análise informação W^UJ reooíução íeyaíde GÁaoez 2 / 4/2CC2 Custo unitário desta edição: R$ 2.50 circulação interna"

Transcrição

1 opinião análise informação circulação interna 308 ^T OCadia, a coruja, Fafa cio I o cie JlCaio W^sSl auem interessa a fíexionização a as relações cie íra a ot jfjbuias sociais no OSrasif em 2001 * l7l crise imrqeníina W^UJ reooíução íeyaíde GÁaoez 2 / 4/2CC2 Custo unitário desta edição: R$ 2.50

2 QUINZENA 308 Curtas ^ A MISÉRIA NA REGIÃO NORDESTE Estados índice de População Sem acesso a Sem coleta Sem Domicílios com pobres % analfabeta 9! água encanada de lixo saneamento renda de até 3 salários MA PI CE RN PB PE AL SE BA Total «4 SO; otmtoysmoí tâ De 1994 a 2000 o governo mandou para o FMI, bancos e empresas transnacionais 552 bilhões de reais. Veja aqui algumas coisas que o governo poderia fazer pelo povo só com os 233 bilhões e 342 milhões de reais enviados aos credores internacionais de 1994 a Empregos Teria sido possível criar 504 mil empregos diretos em montadoras de automóveis. Ou então criar 10 milhões e 500 mil empregos diretos em indústria têxteis. Ou ainda criar 15 milhões e 750 mil empregos diretos na construção civil. Educação O Brasil poderia duplicar seus gastos em educação. Ainda sobraria dinheiro para construir 6 milhões e 565 mil escolas (a 13 mil reais cada). Gastos em Saúde Teria sido possível aumentar o gasto per capita do Brasil em saúde, de 670 para 1100 reais. Ou então 948 mil postos de saúde a um custo unitário de 90 mil reais cada. Moradias Teria sido possível dar uma casa de três quartos e um automóvel Gol zerado para cada família brasileira. Teria sido possível construir 15 milhões e 556 mil moradias populares, de 35 metros quadrados, em lotes de 200 metros quadrados, ao custo unitário de 15 mil reais. Atenção para o novo do CPV: cp terra.com.br Visite nosso site: c u i N Z E N A w Expediente O boletim Quinzena é uma publicação do: CPV - Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro Rua São Domingos, Térreo - Bela Vista CEP São Paulo - SP Telefone (011) Fax (011) E.Mail: O objetivo do boletim é divulgar uma seleção de material informativo, analítico e opinativo, publicado na grande imprensa, partidária e alternativa e outras fontes importantes existentes nos movimentos. A proposta do boletim é ampliar a circulação dessas informações, facilitando o debate sobre as questões políticas em pauta na conjuntura. Caso você queira divulgar algum texto no Quinzena, basta nos enviar. Pedimos que se atenha a, no máximo, 8 laudas. Textos que ultrapassem este limite estarão sujeitos a cortes, por imposição de espaço Seleção e editoração do Boletim Quinzena: Equipe do CPV e Colaboradores

3 QUINZENA 308 Documento Trabalhadores Nádia, a coruja, fala do I o de Maio Tarde de domingo. A preguiça tenta desesperadamente atrasar o passar das horas que leva a mais uma semana de trabalho. O gostinho de liberdade da sexta-feira começa a ser acorrentado pela perspectiva do reencontro com a rotina de sempre. Em busca de alívio, os olhos correm as folhas do calendário enquanto o coração comemora os dias marcados como feriado. Afinal, toda folga significa lazer, descanso, uma corrida ao shopping e um tempo maior longe do serviço. A minha cabeça viaja nas asas destes pensamentos quando seu vôo é bruscamente interrompido por um grito estranho. - "Eu não acredito! Vocês, humanos, só pensam nisso. Parece que o calendário é feito apenas para marcar os dias de folga e os feriados!", me diz uma voz desconhecida que vem detrás de uma pilha de livros mal-amontoados num canto da estante. - "Por que? Não é assim?", indago enquanto tento descobrir a quem pertence a estranha sombra que procura espaço para sair da escuridão. O breve silêncio deixado pelas minhas palavras é quebrado por um seco "Não mesmo!" que chega a machucar o ouvido. - "E você, quem é?", pergunto sem cerimônias. - "Sou Nádia, a coruja que se aninhou na sua estante para ler os livros que você deixa aqui pegando poeira", me responde com ar de reprovação. - "Era só o que me faltava! Não bastassem as dificuldades do dia-a-dia, agora devo aturar a impertinência de um bicho qualquer que, além de invadir o meu espaço, se dá ao direito de atrapalhar este gostoso fim de tarde!", retruco na tentativa de voltar ao meu sossego. - "Huuum! Além de não saber das coisas fica roncando grosso para me intimidar", murmura Nádia num vôo rápido que a faz pousar na mesa à qual estou sentado. - "Vai me dizer que o calendário esconde coisas que eu não sei?", pergunto em tom de desafio. A coruja recolhe as asas e com um olhar maroto retoma a conversa. - "Por exemplo, você sabe me dizer o que aconteceu no I o de Maio para ele ser feriado?". - "Bom,...eu sei que foi nesse dia que Ayrton Senna morreu... Lembro que foi num acidente, durante uma corrida de...", respondo enquanto tento vasculhar as poucas lembranças guardadas num canto esquecido do cérebro. Sem esperar que eu termine a frase, Nádia deixa escapar uma sonora gargalhada que me cobre de vergonha. Passo a passo, se aproxima, põe a asa esquerda no meu ombro e com uma expressão severa espeta meu ar de superioridade. - "Já vi que sua memória é curta, que seus olhos só enxergam o que todos vêem e que sua boca repete o que é por demais conhecido. Desse jeito, você não vai conseguir entender o porquê das coisas. Quem olha o calendário só Emílio Gennarl. para procurar os feriados não vê que ele é feito de momentos de luta e de resistência que os poderosos procuram apagar. Resgatar estes momentos é uma das ações necessárias para que a vida não seja um eterno conformar-se diante da exploração e nem a busca desesperada de algo que nos ajude a esquecer o sofrimento do dia-a-dia. É com a história nas mãos que a dignidade abre caminhos rumo a um mundo onde há, finalmente, um lugar para todos e não só para um punhado de privilegiados". - "Como assim? Você quer me dizer que o feriado de 1 de Maio esconde coisas que eu não sei?", pergunto como quem não quer se dar por vencido. - "Muitas!", responde a coruja piscando os olhos e encostando a asa na pilha de revistas e papéis que está sobre a mesa. E acrescenta: "É uma história que todos deveriam conhecer para poder refletir sobre o seu presente e não se deixar enganar com as ilusões que os poderosos chacoalham diante de seus olhos". Entre a vergonha e a curiosidade, me armo de papel e caneta para não perder as passagens desta história. Nádia espera pacientemente que eu esteja pronto. Olha para o alto, coca a cabeça, suspira e, com voz pausada, começa o seu relato: "Bem. Vejamos. Não sei se você já percebeu, mas toda a riqueza que existe ao nosso redor é o resultado do trabalho de milhões de trabalhadores e trabalhadoras que se esfolam de segunda a segunda em troca de um salário com o qual mal chegam ao fim do mês. Isso acontece porque a mixaria que recebem representa só uma pequena parte do que produzem ao longo de uma jornada de oito horas. Trata-se de algo que, no máximo, corresponde a uns cinqüenta minutos de trabalho, enquanto o valor das mais de sete horas restantes fica de graça para o patrão". - "Mas, Nádia, o dono da furna onde eu trabalho me paga direitinho e eu recebo por todas as horas trabalhadas. Você tem certeza do que está dizendo?", pergunto cortando o seu relato. - "Veja bem, o que você recebe como pagamento de um dia de trabalho corresponde ao que vai produzir das 6.00 horas da manhã até, no máximo, 50 minutos depois. Você tem a impressão de que todo o seu trabalho é pago porque o valor que saiu do seu suor neste curto espaço de tempo é dividido pelas oito horas passadas na fábrica. Por isso, à primeira vista, parece que todo o seu trabalho foi pago, quando, na verdade, a parte maior da riqueza que nasceu dele ficou com o dono da empresa. Sabendo disso, vai entender logo outra coisa importante: quanto mais horas você fica se esfolando, maior é o lucro que o seu patrão vai ter. Certo?" - "Eu entendi isso, só não consigo perceber o que é que esta questão tem a ver com o 1 de Maio", insisto com uma certa dose de impaciência. - "É só você ouvir atentamente que eu vou contar tudo

4 QUINZENA 308 direitinho!", retruca a coruja batendo repetidamente a pata direita na mesa e colocando a ponta das asas na cintura. E continua: "Você precisa saber que, nas primeiras indústrias, a jornada de trabalho dos operários varia entre 14 e 16 horas diárias. Se isso não bastasse, as fábricas são abafadas, mal-iluminadas e sem nenhuma higiene. Os baixos salários obrigam famílias inteiras a vender sua força de trabalho e nem as crianças de 7 anos são poupadas deste sacrifício. A fome tem um lugar privilegiado em seus lares acompanhada de perto pelas doenças contagiosas que se espalham rapidamente graças às péssimas condições de vida. A morte ronda as famílias operárias e ser levado por ela após os 40 anos é um privilégio para poucos. É nesta realidade que trabalhadores e trabalhadoras descobrem na solidariedade a primeira forma de diminuir seus sofrimentos e de reagir. É assim que, pouco a pouco, nascem outras idéias e valores que ajudam a entender a situação em que vivem e a dar vida às primeiras ações de resistência. Entre os enfrentamentos mais duros e difíceis está, sem dúvida, a luta pela redução da jornada de trabalho. Em 1819, por exemplo, os operários da cidade de Manchester, na Inglaterra, realizam uma manifestação contra as injustiças a que estavam submetidos. O chefe do governo não titubeia: manda apontar os canhões contra eles e atira provocando um massacre. Apesar deste desfecho terrível, o movimento consegue a aprovação de uma lei que limita a 10 horas diárias o trabalho das crianças entre 9 e 16 anos. Algum tempo depois, em 1824, os primeiros sindicatos da Inglaterra organizam greves em várias cidades exigindo a jornada de 8 horas e, após vários enfrentamentos, conseguem fazer com que as crianças trabalhem apenas nove horas. Diante desta conquista, os patrões fecham as fábricas e ameaçam não reabri-las caso a jornada não venha a ser fixada em, pelo menos, dez horas. O governo atende à reivindicação dos empresários, mas não consegue deter as greves e os protestos que, em 1847, levarão à conquista da jornada de dez horas para todos os adultos. Coincidência ou não, a nova lei passa a vigorar na Inglaterra a partir de 1 de maio de Na França, o início das lutas é um pouco diferente, apesar das condições de vida e de trabalho serem muito parecidas com as da classe trabalhadora inglesa. Em junho de 1830, várias categorias manifestam o desejo de reduzir a jornada para onze horas diárias. Longe de ocupar as ruas e as praças com seus protestos, os trabalhadores e as trabalhadoras optam por apresentar suas reivindicações através de um abaixo-assinado no qual apelam aos representantes da nação para que compreendam que suas necessidades são quotidianas, assim como o é o seu trabalho. A resposta do governo a este movimento pacífico é dada por um decreto que trata as reuniões operárias como uma incitação à desordem e apresenta uma longa lista de punições para quem insistir em realizá-las. Cortado o caminho do diálogo e destruída toda ilusão na boa vontade dos patrões, a luta se torna mais dura. No dia 1 0 de maio de 1831, na cidade de Bordeaux, os serradores destroem as novas serras mecânicas e em diversos municípios os protestos terminam em quebra-quebra. Mas a classe trabalhadora francesa terá que lutar por mais de uma década para reduzir a jornada para 10 horas diárias. Esta conquista será novamente derrotada em fevereiro de 1848 quando o governo de Paris põe fim aos protestos operários fuzilando 3 mil manifestantes e deportando outros 4 mil. Retomado o controle da situação, a elite aumenta a jornada de trabalho para 11 horas na capital e para 12 nas demais províncias. Serão necessários longos enfrentamentos para que as oito horas se tomem realidade também na França. - "Mas, Nádia, uma vez ouvi dizer que o 1 de Maio começou a ser comemorado a partir do que aconteceu nos Estados Unidos?", pergunto com um ar de indagação. A coruja me lança o olhar típico de quem não gostou da interrupção. Depois respira fundo, cruza as pernas e limpa a garganta com um sonoro "Hem! Hem!" que sinaliza a retomada do relato. "Passando agora aos Estados Unidos, não vou perder tempo descrevendo a situação de seus trabalhadores, pois ela não é muito diferente daquela que encontramos na Inglaterra e na França. Sob o peso da miséria e da exploração, em 1827, começam a aparecer vários movimentos pela redução da jornada de trabalho. As lutas prosseguem nos anos seguintes e, em agosto de 1866, o Congresso Operário de Baltimore define a conquista das oito horas como a primeira grande necessidade do presente para libertar o trabalho da escravidão capitalista. No dia 25 de junho de 1868, diante dos protestos que surgem em várias regiões, o parlamento estadunidense aprova a Lei Ingersoll que fixa a jornada de trabalho em oito horas. Mas ao mesmo tempo em que dita a regra, esta norma abre brechas para as necessidades particulares dos empresários em nome das quais a duração dos turnos acaba sendo invariavelmente superior ao que é por ela estabelecido. Para as organizações operárias este é um sinal claro de que a simples existência da lei não garante a aplicação dos seus direitos. Para isso, se faz necessária uma ampla e constante mobilização que, em nome da Defesa da Ordem, será duramente reprimida nos anos seguintes. Em abril de 1886, os enfrentamentos explodem em diversas cidades. Vários empresários cedem e aceitam assinar contratos que reduzem a jornada de trabalho para oito horas diárias. Os protestos se alastram pelo país e em Chicago, sede da vanguarda do empresariado americano da época, os patrões preparam o terreno para reprimir as passeatas marcadas para o início de maio. O Chicago Times, um dos jornais que não usa meias palavras para expressar o desejo da elite, escreve: o único jeito de curar os trabalhadores do orgulho é reduzi-los a máquinas humanas, e o melhor alimento que os grevistas podem ter é o chumbo! Mais claro do que isso, impossível. No dia 1 0 de maio, a cidade amanhece completamente parada. Milhares de pessoas aderem ao chamado das organizações sindicais cujo lema é: A partir de hoje, nenhum operário deve trabalhar mais de oito horas por dia. Oito horas de Trabalho! Oito horas de repouso! Oito horas de educação! Como você pode ver, os operários e operárias da época não querem trabalhar menos só para reduzir seus sofrimentos e ter mais tempo para o lazer, mas apresentam a necessidade de estudar como um dos caminhos para aprender a dirigir os passos da vida em sociedade. De fato, para

5 QUINZENA 308 acabar com a exploração não basta trabalhar menos. Para isso devem ser destruídos os mecanismos que fazem girar suas engrenagens ao redor do lucro e, em seu lugar, é preciso construir novas relações que coloquem o ser humano no centro das preocupações de toda a sociedade", me diz Nádia enquanto usa a ponta da asa para cutucar o meu ombro esquerdo. Sem esperar as minhas reações, a coruja se recompõe e retoma o seu relato: "Bom. Vejamos. Estava dizendo que, no dia I o de maio, em Chicago está tudo parado e que a única coisa que se mexe mesmo é uma passeata de milhares de trabalhadores que se dissolve pacificamente após um comício. Contrariada pelo grau de adesão ao movimento e pelo tranqüilo desenrolar dos protestos, a elite planeja uma série de provocações e agressões às manifestações previstas para a segunda-feira, dia 3 de maio. A polícia se encarrega de viabilizar a estratégia traçada pelos patrões. No início da manhã atira num grupo de operários que protestam diante da fábrica Mc Comick Harvester. Resultado: dois mortos, cinqüenta feridos e centenas de presos. Diante desses fatos, os líderes do movimento conclamam os manifestantes à calma e convocam um novo ato para o dia seguinte. Os trabalhadores e suas famílias atendem ao chamado. Quando a manifestação começa a se dispersar, cerca de 180 policiais agridem e espancam quantos encontram pelo caminho. Neste instante, uma bomba vinda não se sabe de onde explode no meio dos guardas. É o sinal da carnificina. Em poucos minutos, reforços policiais chegam de toda parte atirando e matando inúmeros manifestantes. As autoridades decretam o estado de sítio. Milhares de trabalhadores e trabalhadoras lotam as prisões. A imprensa concentra seus ataques nos líderes do movimento. A justiça age rapidamente e leva diante dos tribunais August Spies, Sam Fielden, Oscar Neeb, Adolph Ficher, Michel Schwab, Louis Lingg e Georg Engel. O julgamento começa no dia 21 de junho de Logo na abertura, Albert Parsons, que havia conseguido escapar da prisão, entra no tribunal e declara: Excelência, vim para ser processado com os meus companheiros inocentes. O processo corre rápido com provas e testemunhas inventadas. As palavras de um jurado revelam o sentido desta farsa: Que sejam enforcados. São homens desenvolvidos demais, inteligentes demais, perigosos demais para os nossos privilégios. A sentença condena a morte Parsons, Engel, Fischer, Lingg e Spies; Field e Schwabb à prisão perpétua e Neeb a quinze anos de cárcere. Na sala lotada e silenciosa, Spies é um dos que comentam o desfecho do julgamento: Se com o nosso enforcamento vocês pensam em destruir o movimento operário - este movimento do qual milhões de seres humanos humilhados, que sofrem na pobreza e na miséria, esperam a redenção se esta é sua opinião enforquem-nos. Aqui terão apagado uma faísca, mas lã e acolá, atrás e na frente de vocês, por toda parte, as chamas crescerão. É um fogo subterrâneo e vocês não podem apagá-lo. No dia 11 de novembro, os condenados à morte são executados. Em Chicago, os patrões respiram aliviados. Apesar do impressionante aparato policial, seis mil trabalhadores carregam com carinho os restos mortais de seus líderes. Em 1892, pressionado pela persistente onda de protestos contra a iniqüidade do processo, o governador do estado anula a sentença, liberta os presos e acusa de infâmia o juiz, os jurados e as falsas testemunhas. A semente plantada no sangue daqueles dias se toma símbolo de luta no mundo inteiro. Em dezembro de 1888, a Federação Americana do Trabalho aprova a proposta de realizar uma nova greve geral no dia 1 de maio de 1890 para estender a jornada de oito horas a todo o território dos Estados Unidos. Esta decisão acaba tendo repercussão no Congresso Socialista que em julho do ano seguinte reúne em Paris 391 delegados de 20 países. Entre suas decisões, o I o de maio de 1890 é escolhido como o dia de uma grande manifestação internacional para impor aos poderes públicos a redução legal da jornada de trabalho para oito horas diárias. As dúvidas sobre as possibilidades reais de um enfrentamento destas proporções se somam às divisões do movimento, à repressão das forças policiais e às dificuldades criadas pelas diferentes situações das organizações operárias em cada país. O que os delegados não esperavam é que aquela deliberação para o ano de 1890 acabaria se tornando um marco nas lutas operárias que estavam por vir". Nádia pára de falar. Pede uma água para refrescar a garganta. Eu aproveito para dar dois minutos de descanso à mão direita que está escrevendo garranchos piores dos que costumam sair dela. Depois de alguns goles, a coruja dá uma longa espreguiçada e fica me olhando de rabo de olho como quem espera uma pergunta óbvia. Estimulado por este convite silencioso, me aventuro na esperança de acertar o alvo. - "Olha, Nádia, você falou da Inglaterra, da França e dos Estados Unidos, mas como é que o I o de Maio foi se desenvolvendo aqui no Brasil?" Com um sorriso doce e malicioso ao mesmo tempo, a coruja abre as asas como quem se alegra em ver que o meu interesse em conhecer a história desta data ainda não acabou. - "Eu sabia que você iria me perguntar isso! O sexto sentido de uma coruja não falha! Pois bem, preste muita atenção ao que vou dizer. Em primeiro lugar, vale a pena lembrar que enquanto o Congresso Socialista de Paris delibera sobre o 1 de maio de 1890, o Brasil acaba de aprovar a Lei Áurea com a qual pretende abolir oficialmente a escravidão. A economia da época se baseia, sobretudo, ha agricultura e o processo de industrialização é muito lento. A classe operária é ainda pequena e, em 1900, não reúne mais de 55 mil pessoas. As condições de vida e de trabalho são tão duras quanto as que encontramos nos demais países. O jornal operário O Combate relata alguns abusos dos patrões que nos ajudam a visualizar melhor esta realidade: Entre eles podemos citar nominalmente o Sr. Crespi porque assistimos ontem à entrada de cerca de 60 pequenos, às 7 horas da noite em sua fábrica da Mooca. Essas crianças, entrando naquela hora, saem às 6 horas da manhã. Trabalham, pois, 11 horas a fio em serviço noturno, apenas com um descanso de 20 minutos, à meia noite! O pior é que elas se queixam de que são espancadas pelo mestre de fiação Silvio dos Remos. Muitas mostram-nos equimoses nos braços e nas costas. Algumas apresentam mesmo ferimentos produzidos com uma manivela. Há uma com as orelhas feridas por continuados e violentos puxões. (...) Trata-se de crianças de 12,13 e 14 anos. Apesar desses complicadores, entre 1887 e 1900, en-

6 6 QUINZENA 308 contramos grapos de trabalhadoras e trabalhadores obrigados pela repressão a comemorar o I o de maio em lugar fechado através de palestras e reuniões. Há também associações sindicais que publicam seus primeiros informativos resgatando os acontecimentos que deram origem a esta data. Outras encenam peças de teatro que retratam a vida operária e a necessidade de somar forças pela redução da jornada de trabalho. Sentindo o cheiro do perigo, parte da elite brasileira começa a tomar medidas que vão além da simples repressão. Alguns empresários dão início a uma política de esvaziamento do sentido das comemorações do I o de maio ao torná-las um momento de confraternização com seus funcionários. Para ter uma idéia deste processo, basta ler um pequeno trecho do jornal O Amigo do Povo que fala das celebrações de 1904: os operários da fábrica Globo fizeram manifestações de apreço aos patrões, por estes não terem aderido ao Centro Industrial dos Fabricantes de Calçados, oferecendo-lhes uma cesta de flores, retribuída com um almoço de confraternização. Sem esperar que esta data se fixe entre os trabalhadores como um momento de luta, os empresários começam a deitar raízes que se fortalecerão nas décadas seguintes. Dois anos mais tarde, se reúne no Rio de Janeiro o I o Congresso Operário Brasileiro que sublinha a importância de conquistar a jornada de oito horas. Em suas conclusões, os delegados condenam as festas promovidas pelos empresários, incitam os operários a protestar contra a repressão e a fazer do 1 de maio de 1907 o momento em que o operariado do Brasil impõe a redução da jornada de trabalho. Marcada a data, as forças vivas do movimento preparam seus protestos e manifestações nas principais cidades do país. No estado de São Paulo, o 1 de maio de 1907 transcorre num clima de tensão e enfrentamentos. Diante dos passos das organizações dos trabalhadores, as autoridades proíbem a concentração marcada pelos sindicatos na Praça da Sé, enquanto soldados e policiais ocupam as ruas do centro. A Federação Operária de São Paulo convoca, então, uma reunião na sua sede para discutir os rumos a serem tomados. Três dias depois, os metalúrgicos da capital entram em greve e várias outras categorias seguem o seu exemplo. A paralisação do trabalho atinge Campinas, Itu, São Bernardo e Santos. O poder reage com a repressão. Muitos manifestantes são presos e espancados e mais de cem emigrantes estrangeiros são expulsos do país. A amplitude da greve assusta os patrões e não são poucas as empresas que começam a adotar a jornada de oito horas. Mas, no ano seguinte, a crise econômica e o desemprego ameaçam as conquistas já alcançadas e enfraquecem o sindicalismo combativo. Em agosto de 1914, o início da Primeira Guerra Mundial marca o aumento dos sofrimentos da classe trabalhadora. O conflito transforma nossas exportações aos países europeus num verdadeiro negócio da China para os patrões. Para você ter uma idéia, soem 1917, o Brasil vende à Europa 22 mil toneladas de arroz, 50 mil toneladas de feijão e 30 mil toneladas de carne congelada. No país, os poucos artigos de primeira necessidade que se encontram nos mercados são vendidos a um preço até dez vezes maior. Some esta realidade ao arrocho salarial e às extenuantes jornadas de trabalho e não terá nenhuma dificuldade em perceber que enquanto a guerra enche os bolsos dos capitalistas a fome toma conta dos estômagos das famílias operárias. Com o passar dos meses a situação se toma cada vez mais explosiva e o governo prepara a polícia e o exército para reprimir qualquer revolta popular. Nos primeiros meses de 1917, várias greves estouram em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os operários têxteis do Rio que faltam ao trabalho para participar das comemorações do I o de maio são punidos e decidem paralisar a produção. Pouco a pouco, o movimento atinge Petrópolis, Juiz de Fora e se espalha até o Rio Grande do Sul. O seu ponto mais alto é na cidade de São Paulo, em julho do mesmo ano quando, apesar da repressão, o comando de greve chega a controlar a distribuição dos gêneros de primeira necessidade. Os patrões se vêem forçados a atender várias reivindicações, mas se opõem com todas as forças à redução da jornada de trabalho. A luta vai prosseguir nos anos seguintes com altos e baixos que dependem do grau de organização dos sindicatos e do peso da repressão policial. No vaivém dos enfrentamentos, a elite procura fazer do I o de maio um momento que reafirma sua visão da relação entre patrões e trabalhadores. Em 26 de setembro de 1924, um decreto do Presidente da República, Artur Bemardes, transforma esta data em feriado nacional. Ao falar do decreto, a mensagem presidencial enviada ao parlamento no ano seguinte diz: A significação que esta data passou a ter, nos últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o nosso voto. Não sei se você percebe o que isso significa - me diz Nádia balançando a cabeça -, mas os poderosos criam o feriado de I o de maio quando ainda não há uma lei que determina a jornada de trabalho de oito horas, motivo das manifestações que deram origem a esta data. Na verdade, a elite brasileira procura se apropriar dela justamente para esvaziá-la do espírito de luta depositado pela classe trabalhadora. Ao tentar substituir os protestos subversivos pela glorificação do trabalho ordeiro e útil, os patrões tratam de alimentar o clima de paz social capaz de garantir a continuidade da exploração. O I o de maio como feriado nacional é apenas mais um passo rumo às transformações que são implementadas por Getúlio Vargas entre 1930 e Alternando boas doses de repressão a algumas migalhas, Vargas consegue derrotar as organizações operárias que criticam o sistema e implementar um sindicalismo dócil aos interesses do estado e dos patrões. É neste cenário que, durante o seu governo, o 1 de maio começa a ser celebrado no estádio do Vasco da Gama, no Rio de Janeiro, onde os operários desfilam homenageando as autoridades presentes". - "Mas, Nádia, desse jeito as lutas dos trabalhadores devem ter acabado de vez!", pergunto cocando a cabeça à procura de respostas para as inquietações que começam a povoar os meus pensamentos. - "Não", responde a coruja, "não só elas não acabaram, como se mantêm vivas nas ações de todos aqueles que fazem ecoar novamente o grito de revolta dos primeiros. A rebeldia, a dignidade e a solidariedade são o combustível

7 QUINZENA 308 que alimenta o fogo subterrâneo do qual falava Spies após ouvir a sentença. Os patrões fazem de tudo para apagar as faíscas, mas o fogo faz brotar outras onde eles menos esperam. Veja só esta manchete de primeira página do jornal A Plebe de 1948: Primeiro de Maio é um dia de protesto. Não é a "festa " do trabalho, como afirmam os mistificadores. O trabalho vive escravizado e os escravos não costumam festejar a sua escravidão. E tem mais. Se você lembrar de alguns passos da história recente, vai perceber que nem a ditadura militar que se instala no Brasil em 1964 consegue apagar este fogo. Você lembra, por exemplo, do Pdemaiode 1980?", pergunta Nádia sem conseguir esconder o sorriso que invade o seu rosto. - "Bom... para ser sincero... não. A memória não é o meu forte". - "Pois saiba que já no final de março daquele ano os metalúrgicos do ABC paulista dão início a uma longa greve. Em resposta aos protestos, em 17 de abril, o Ministério do Trabalho fecha os sindicatos e cassa suas diretorias. Dois dias depois, a polícia prende arbitrariamente os líderes do movimento, mas nem isso amedronta os trabalhadores e as trabalhadoras que resistem nas fábricas. Diante dos acontecimentos, uma multidão de homens e mulheres responde às medidas repressivas do governo alimentando a solidariedade com os grevistas. Integrantes dos movimentos populares, das comunidades de base, dos sindicatos, das mais variadas associações e correntes políticas se organizam em todo o país para angariar os fundos que ajudarão a sustentar as famílias dos grevistas. No dia 1 de maio daquele ano, oito mil policiais armados até os dentes cercam São Bernardo do Campo. O governo ameaça punir as manifestações e interdita o estádio de Vila Euclides, o Paço Municipal e a Praça da Matriz. Mas a participação no ato convocado pelas forças vivas do movimento supera todas as expectativas. Mais de 120 mil pessoas furam o bloqueio da polícia e ocupam os espaços que haviam sido proibidos fazendo tremer as bases da ditadura militar". - "Tudo bem, Nádia, mas as coisas não são mais assim. Parece que ninguém se importa com nada. Aliás, a moda agora é o tal do showmício, com direito a bingo e festas organizados até mesmo pelos sindicatos que eram referências de luta...", digo sacudindo a cabeça como quem acha impossível voltar a ver algo que se pareça com as manifestações do passado. A coruja me ouve calada. Depois põe as asas atrás das costas e andando de um lado a outro da mesa, me devolve em resposta uma chuva de perguntas. "Por acaso, a exploração acabou? Os trabalhadores e as trabalhadoras estão tão bem assim que hoje já não precisam reagir aos desmandos dos patrões? Você já percebeu que os tapinhas nas costas e os sorrisos que os empresários distribuem nas melhores empresas são retribuídos com o aumento do ritmo de trabalho, da produção e com uma progressiva diminuição do número de funcionários? A classe trabalhadora não reage porque todos os seus membros viraram cordeiros que vão alegres para o matadouro? Ou é porque ainda não conseguiram transformar sua revolta em ação? Até quando vão agüentar calados a retirada dos poucos direitos que lhe restam? Pois, saiba que a dignidade e a rebeldia continuam vivas mesmo quando não conseguem vir à luz em manifestações que sacodem a história. Não são poucas as pessoas que debaixo da terra guardam, protegem e alimentam o fogo do qual falava Spies. O fato dos patrões estarem ganhando não significa que estamos perdidos. O jogo apenas começou, e eles sabem disso. O que precisamos mesmo é dar forma e cor à esperança, devemos torná-la concreta e coletiva para contagiar mais pessoas e fazer com que não se conformem com o sofrimento. Só assim vão começar a perceber que um novo amanhã depende da nossa capacidade de mudar os rumos da história e não da boa vontade deste ou daquele sujeito. Por isso, comemorar o I o de maio não é apenas lembrar do passado. É, sobretudo, renovar o compromisso de lutarmos contra toda forma de injustiça e exploração que condenam à fome e ao esquecimento milhões de seres humanos no mundo inteiro". Em silêncio, vou escrevendo as últimas linhas desta longa conversa. A cabeça ainda mistura perguntas, relatos, angústias, anseios e não poucas razões de sofrimento. Os olhos não saem do papel ainda que a mão tenha parado de escrever. Por cima dos óculos vejo Nádia pegar a régua que sai do meio de uma revista. Disfarçando seus gestos encosta uma de suas extremidades na mesa como quem segura um cajado antes de uma longa caminhada. Alguns instantes depois, ela se aproxima e pede para dar uma olhada com um "Anotou tudo direitinho?", ao qual respondo entregando silenciosamente as folhas. Não sei se ela consegue ler meus garranchos, mas vejo seus olhos correrem rapidamente as linhas do texto. - "Nada mal. Até que você merece", murmura com ar satisfeito. - "Mereço... o que?", pergunto perplexo enquanto ajeito ao papeis que estão sobre a mesa. Mal consigo acabar de falar que, num gesto rápido, Nádia pega a régua e a bate três vezes na minha cabeça e nos meus ombros dizendo solenemente: "Eu Nádia, nomeio você secretário da ordem das corujas". - "E se eu não quiser?", indago para ter uma noção do futuro que me espera. - "Tarde demais! Já está feito!", responde Nádia empinando o bico e olhando disfarçadamente para o alto. "De hoje em diante vai escrever para ajudar grandes e pequenos a refletirem sobre a realidade que os cerca. Mas, agora, vamos fechar logo este texto antes que nossos leitores e leitoras se cansem. Ah! Não esqueça de enviar um abraço e de dizer a todos e a todas que não se assustem com os modernos extintores e os canhões de água dos poderosos. Por muito que tentem, não vão conseguir apagar o fogo que a dignidade, a solidariedade e a rebeldia alimentam. Assinado: Nádia. A coruja". P.S. Passados alguns minutos, consegui convencer a "hospede" da minha estante a me dizer quais foram os livros que andou lendo para contar esta história que eu não conhecia. Aí vão eles: ACO, História da classe operária no Brasil, Vol. 1 a 5, Edição da Ação Católica Operária, Rio de Janeiro. Edgard Carone, Movimento Operário no Brasil - ( ), Ed. Difel, São Paulo, John W. Dulles, Anarquistas e Comunistas no Brasil - ( ), Ed. Nova Fronteira, 2' Edição, Rio de Janeiro José Luiz Del Roio, 1" de Maio - Cem anos de luta ( ), Ed. Global/Oboré, São Paulo Pelo ieito. vêm mais coisas.até breve. Emílio Gennari. Brasil, abril de 2002.

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher Palácio do Planalto, 12 de março de 2003 Minha cara ministra Emília Fernandes, Minha cara companheira Benedita da

Leia mais

Jornalista: O senhor se arrepende de ter dito que crise chegaria ao Brasil como uma marolinha?

Jornalista: O senhor se arrepende de ter dito que crise chegaria ao Brasil como uma marolinha? Entrevista exclusiva concedida por escrito pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao jornal Gazeta do Povo, do Paraná Publicada em 08 de fevereiro de 2009 Jornalista: O Brasil ainda tem

Leia mais

Dicas. para Sair. das Dívidas DEFINITIVAMENTE. Elton Parente. Com Estratégias de Kim e Robert Kyosaki

Dicas. para Sair. das Dívidas DEFINITIVAMENTE. Elton Parente. Com Estratégias de Kim e Robert Kyosaki 10 Dicas para Sair DEFINITIVAMENTE das Dívidas Com Estratégias de Kim e Robert Kyosaki Elton Parente Lições de Kim e Robert Kyosaki sobre Como Sair das Dívidas A seguir estão os 10 passos que Kim e Robert

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 68 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 49 Discurso no encontro com grupo

Leia mais

INTRODUÇÃO. Fui o organizador desse livro, que contém 9 capítulos além de uma introdução que foi escrita por mim.

INTRODUÇÃO. Fui o organizador desse livro, que contém 9 capítulos além de uma introdução que foi escrita por mim. INTRODUÇÃO LIVRO: ECONOMIA E SOCIEDADE DIEGO FIGUEIREDO DIAS Olá, meu caro acadêmico! Bem- vindo ao livro de Economia e Sociedade. Esse livro foi organizado especialmente para você e é por isso que eu

Leia mais

A CAMINHADA DO POVO DE DEUS. Ir. KatiaRejaneSassi

A CAMINHADA DO POVO DE DEUS. Ir. KatiaRejaneSassi A CAMINHADA DO POVO DE DEUS Ir. KatiaRejaneSassi Os desafios da travessia Aqueles que viveram a maravilhosa experiência de conseguir libertar-se da dominação egípcia sentem no deserto o desamparo total.

Leia mais

3. Autonomia frente aos partidos e parlamentares e Independência em relação aos patrões e governos

3. Autonomia frente aos partidos e parlamentares e Independência em relação aos patrões e governos Eixo III: Programa de trabalho para a direção do SISMMAC Continuar avançando na reorganização do magistério municipal com trabalho de base, organização por local de trabalho, formação política e independência

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 65 Discurso na solenidade do Dia

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista.

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei

Leia mais

27/11/2009. Entrevista do Presidente da República

27/11/2009. Entrevista do Presidente da República Entrevista exclusiva concedida por escrito pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para o jornal Metro, edição São Paulo e edição ABC Publicada em 27 de novembro de 2009 Jornalista: Muitos

Leia mais

Danilo Nascimento Fundador do Segredos de Concurso www.segredosdeconcurso.com.br

Danilo Nascimento Fundador do Segredos de Concurso www.segredosdeconcurso.com.br Olá, concurseiro! É um grande prazer poder lhe dar algumas dicas básicas a respeito da sua preparação para um Concurso Público. Sei que esse é um grande sonho, e ter a oportunidade de colaborar com a construção

Leia mais

Não deixem nenhuma criança Em suas terras trabalhar Lhes digo com segurança Melhor pra elas é estudar

Não deixem nenhuma criança Em suas terras trabalhar Lhes digo com segurança Melhor pra elas é estudar EMPREGADO VERSOS EMPREGADOR Você empregador Cumpra o seu dever Registre o trabalhador E aperreio não vai ter Ele será seu defensor E vai fazer você crescer A carteira eu entrego Pra ter tudo anotado Ninguém

Leia mais

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO A CUT e as centrais sindicais negociaram com o governo

Leia mais

OBJEÇÕES INSTRUMENTO DE SUCESSO O LADO POSITIVIO DAS OBJEÇÕES PARA APRIMORAR O PROFISSIONAL DE VENDAS. Vista a camisa do 0800 E SEJA UM VENCEDOR!!!

OBJEÇÕES INSTRUMENTO DE SUCESSO O LADO POSITIVIO DAS OBJEÇÕES PARA APRIMORAR O PROFISSIONAL DE VENDAS. Vista a camisa do 0800 E SEJA UM VENCEDOR!!! OBJEÇÕES INSTRUMENTO DE SUCESSO O LADO POSITIVIO DAS OBJEÇÕES PARA APRIMORAR O PROFISSIONAL DE VENDAS. OBJEÇÕES VILÃS OU OPORTUNIDADES? A VISÃO ORIENTAL SOBRE Um para CRISE PERIGO (JI) A VISÃO ORIENTAL

Leia mais

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça?

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Caro amigo (a) Se sua empresa está sofrendo com a falta de clientes dispostos a comprar os

Leia mais

Jornalista: Eu queria que o senhor comentasse (incompreensível)?

Jornalista: Eu queria que o senhor comentasse (incompreensível)? Entrevista concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após cerimônia de apresentação dos resultados das ações governamentais para o setor sucroenergético no período 2003-2010 Ribeirão

Leia mais

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Estou muito honrado com o convite para participar deste encontro, que conta

Leia mais

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo II

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo II Capítulo II Mark Ford 11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo Dois Como uma nota de $10 me deixou mais rico do que todos os meus amigos Das centenas de estratégias de construção de riqueza que

Leia mais

Os direitos dos trabalhadores no Brasil não caíram do céu, não

Os direitos dos trabalhadores no Brasil não caíram do céu, não Por que esta cartilha? Os direitos dos trabalhadores no Brasil não caíram do céu, não foram concessões patronais ou de governos, como os patrões tentam nos fazer parecer. A história da classe trabalhadora

Leia mais

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no hotel Skt. Petri

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no hotel Skt. Petri Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no hotel Skt. Petri Copenhague-Dinamarca, 01 de outubro de 2009 Bem, primeiro dizer a vocês da alegria de poder estar

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social O tempo e a espera Ministro fala de projetos em andamento e ações do governo para a área educacional Entrevista do ministro publicada na Revista Educação no dia 26 de maio de 2004. Tarso Genro é considerado

Leia mais

Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007

Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007 Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007 Meus queridos brasileiros e brasileiras, É com muita emoção

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS

SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS SEGURANÇA PÚBLICA ASSUNTO DE TODOS Minhas áreas de atuação são, pela ordem de número de eventos: Gestão de Projetos; Gestão de Ativos; Gestão de Segurança Industrial e Gestão Estratégica de empresas. Considero-me,

Leia mais

Oficina sobre Revolução, Contestação o maio de 1968 francês

Oficina sobre Revolução, Contestação o maio de 1968 francês Oficina sobre Revolução, Contestação o maio de 1968 francês Roteiro 1. Essa atividade foi pensada para alunos do ensino médio e envolve a discussão de temas relacionados a juventude, meio estudantil, trabalhadores,

Leia mais

TIMOR LESTE. O PESO DA ORAÇÃO DOS JUSTOS! Tema. Peso e balança justos pertencem ao Senhor Provérbios 16:11a Versículo Chave

TIMOR LESTE. O PESO DA ORAÇÃO DOS JUSTOS! Tema. Peso e balança justos pertencem ao Senhor Provérbios 16:11a Versículo Chave 70 TIMOR LESTE O PESO DA ORAÇÃO DOS JUSTOS! Tema Peso e balança justos pertencem ao Senhor Provérbios 16:11a Versículo Chave PÁIS ALVO No Timor Leste as pessoas são muito acolhedoras, sempre com um sorriso,

Leia mais

22/05/2006. Discurso do Presidente da República

22/05/2006. Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de assinatura de protocolos de intenções no âmbito do Programa Saneamento para Todos Palácio do Planalto, 22 de maio de 2006 Primeiro, os números que estão no

Leia mais

UNIVERSIDADE JÁ GASTA MAIS DO QUE O MEC QUER DAR

UNIVERSIDADE JÁ GASTA MAIS DO QUE O MEC QUER DAR UNIVERSIDADE JÁ GASTA MAIS DO QUE O MEC QUER DAR Nas contas do ex-reitor da USP, anteprojeto da reforma não atende ao acordo com os reitores REFORMA UNIVERSITÁRIA Gabriel Manzano Filho O aumento de recursos

Leia mais

Então, é difícil para a gente afirmar um número ainda, mas vai estar nesse intervalo entre estabilidade e alguma coisa perto de 2% ou 3%.

Então, é difícil para a gente afirmar um número ainda, mas vai estar nesse intervalo entre estabilidade e alguma coisa perto de 2% ou 3%. Q&A de Teleconferência Resultado 3T08 ALL América Latina Logística 13 de novembro de 2008 Na redução de guidance de vocês, essa expressão interessante, um crescimento marginal de yield. Em um crescimento

Leia mais

12 Dicas Para Montar Um Negócio De Sucesso

12 Dicas Para Montar Um Negócio De Sucesso Novo Negócio 12 Dicas Para Montar Um Negócio De Sucesso Vinícius Gonçalves Equipe Novo Negócio Espero sinceramente que você leia este PDF até o final, pois aqui tem informações muito importantes e que

Leia mais

MENSAGEM DOS PRESIDENTES MASTER 2015

MENSAGEM DOS PRESIDENTES MASTER 2015 MENSAGEM DOS PRESIDENTES MASTER 2015 RL: Rodrigo Luna CB: Claudio Bernardes CB Senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à solenidade de entrega do Master Imobiliário. É uma honra poder saudar nossos convidados

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 81 O Ajuste Fiscal e as ONGs 08 de maio de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

Perdão. Fase 7 - Pintura

Perdão. Fase 7 - Pintura SERM7.QXD 3/15/2006 11:18 PM Page 1 Fase 7 - Pintura Sexta 19/05 Perdão Porque, se vocês perdoarem as pessoas que ofenderem vocês, o Pai de vocês, que está no Céu também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem

Leia mais

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com perguntas respondidas pelo presidente Lula Manaus-AM,

Leia mais

O que fazer em meio às turbulências

O que fazer em meio às turbulências O que fazer em meio às turbulências VERSÍCULO BÍBLICO Façam todo o possível para viver em paz com todos. Romanos 12:18 OBJETIVOS O QUÊ? (GG): As crianças assistirão a um programa de auditório chamado Geração

Leia mais

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES:

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES: Atividades gerais: Verbos irregulares no - ver na página 33 as conjugações dos verbos e completar os quadros com os verbos - fazer o exercício 1 Entrega via e-mail: quarta-feira 8 de julho Verbos irregulares

Leia mais

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende *

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado é a expressão da participação da sociedade na vida pública mais significativa da atualidade. Os movimentos de participação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 DE ABRIL PALÁCIO DO PLANALTO BRASÍLIA-DF

Leia mais

A Lição de Lynch. O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros

A Lição de Lynch. O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros A Lição de Lynch O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros Por Laura Somoggi, de Marblehead (EUA) É muito provável que o nome Peter Lynch não lhe seja familiar. Ele

Leia mais

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque Fantasmas da noite Uma peça de Hayaldo Copque Peça encenada dentro de um automóvel na Praça Roosevelt, em São Paulo-SP, nos dias 11 e 12 de novembro de 2011, no projeto AutoPeças, das Satyrianas. Direção:

Leia mais

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt São Paulo-SP, 05 de dezembro de 2008 Presidente: A minha presença aqui

Leia mais

Atividades Lição 5 ESCOLA É LUGAR DE APRENDER

Atividades Lição 5 ESCOLA É LUGAR DE APRENDER Atividades Lição 5 NOME: N º : CLASSE: ESCOLA É LUGAR DE APRENDER 1. CANTE A MÚSICA, IDENTIFICANDO AS PALAVRAS. A PALAVRA PIRULITO APARECE DUAS VEZES. ONDE ESTÃO? PINTE-AS.. PIRULITO QUE BATE BATE PIRULITO

Leia mais

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE Mesmo não acreditando na Educação Criativa, o professor pode fazer uma experiência para ver o resultado. É o caso da professora deste relato. Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar Data: 16/11/2009 Roma, 16/11/2009 Bem... Lugo, tudo bem? Cumprimentar a

Leia mais

Gestão de iniciativas sociais

Gestão de iniciativas sociais Gestão de iniciativas sociais Leia o texto a seguir e entenda o conceito do Trevo e as suas relações com a gestão organizacional. Caso queira ir direto para os textos, clique aqui. http://www.promenino.org.br/ferramentas/trevo/tabid/115/default.aspx

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Recupere a saúde financeira e. garanta um futuro tranquilo Reitoria da UNESP, 13/05/2015

Recupere a saúde financeira e. garanta um futuro tranquilo Reitoria da UNESP, 13/05/2015 Recupere a saúde financeira e garanta um futuro tranquilo Reitoria da UNESP, 13/05/2015 Objetivo geral Disseminar conhecimento financeiro e previdenciário dentro e fora da SP-PREVCOM buscando contribuir

Leia mais

CAMINHO DAS PEDRAS Renata Neves

CAMINHO DAS PEDRAS Renata Neves CAMINHO DAS PEDRAS Renata Neves Estado de Minas Março de 2001 O método criado pelo professor Fernando Dolabela ensina empreendedorismo a 40 mil alunos por ano. Fernando Dolabela da aula de como abrir um

Leia mais

11 dúvidas para adquirir esse livro

11 dúvidas para adquirir esse livro 11 dúvidas para adquirir esse livro Pa gina 1 Corretor de Sementes e Grãos O Livro O autor ISAEL CARLOS MORAIS, nascido na cidade de União da Vitória Estado do Paraná vem de uma família simples e humilde.

Leia mais

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA GUIA PARA A ESCOLHA DO PERFIL DE INVESTIMENTO DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA Caro Participante: Preparamos para você um guia contendo conceitos básicos sobre investimentos, feito para ajudá-lo a escolher

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 62 Discurso na cerimónia de apresentação

Leia mais

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática 1 Sumário Introdução...04 O segredo Revelado...04 Outra maneira de estudar Inglês...05 Parte 1...06 Parte 2...07 Parte 3...08 Por que NÃO estudar Gramática...09 Aprender Gramática Aprender Inglês...09

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA --- EMBARGO DE DIVULGAÇÃO ATÉ ÀS 21:00 HORAS DE 01.01.13 --- Palácio de Belém, 1 de janeiro de 2013 --- EMBARGO DE DIVULGAÇÃO ATÉ ÀS 21:00

Leia mais

Como criar. um artigo. em 1h ou menos. Por Natanael Oliveira

Como criar. um artigo. em 1h ou menos. Por Natanael Oliveira Como criar um artigo em 1h ou menos Por Natanael Oliveira 1 Como escrever um artigo em 1h ou menos Primeira parte do Texto: Gancho Inicie o texto com perguntas ou promessas, algo que prenda atenção do

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso no encerramento do Fórum

Leia mais

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R 8 PASSOS PARA INVESTIR EM AÇÕES SEM SER UM ESPECIALISTA W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R Aviso Importante O autor não tem nenhum vínculo com as pessoas, instituições financeiras e produtos, citados,

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

PACTO SOCIAL AMEAÇADO

PACTO SOCIAL AMEAÇADO PACTO SOCIAL AMEAÇADO Luiz Carlos Bresser-Pereira Folha de S. Paulo, 26.03.1981 A elevação decisiva das taxas de inflação e a configuração clara de uma recessão econômica nos dois primeiros meses de 1981

Leia mais

"É possível levar energia renovável para todos"

É possível levar energia renovável para todos "É possível levar energia renovável para todos" Por Daniela Chiaretti De Nairóbi, Quênia Connie Hedegaard: "Acho que quando temos uma crise global como a que estamos vivendo, é uma oportunidade excelente

Leia mais

LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1

LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1 LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1 TESOUREIRO 41 ANOS DE TRABALHO Empresa Horizonte Nascido em Itapipoca, Ceará Idade: 76 anos Esposa: Maria Pinto de Oliveira Praciano Filhos: Lucineide Eu entrei na Empresa

Leia mais

Novos cenários para o Brasil e o Nordeste 245 TANIA BACELAR

Novos cenários para o Brasil e o Nordeste 245 TANIA BACELAR Novos cenários para o Brasil e o Nordeste 245 TANIA BACELAR Em nome da comissão que organizou este evento agradeço a todos aqueles que convidamos para compor as diversas mesas e a todos vocês que acompanharam

Leia mais

TOTAL DE RESPONDENTES: 698 entrevistados. DATA DE REALIZAÇÃO: 30 de maio e 01 de junho, nas ruas do centro do Rio de Janeiro.

TOTAL DE RESPONDENTES: 698 entrevistados. DATA DE REALIZAÇÃO: 30 de maio e 01 de junho, nas ruas do centro do Rio de Janeiro. Enquete Um estudo feito por matemáticos da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, mostrou que o dia preferido pelas pessoas é o domingo. Os pesquisadores analisaram 2,4 milhões de mensagens pela

Leia mais

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senhor presidente, Senhoras senadoras, senhores senadores Amigos das redes sociais que também estão nas ruas Estamos em época de competição de futebol. Nosso

Leia mais

Como fazer seu blog se destacar dos outros

Como fazer seu blog se destacar dos outros Como fazer seu blog se destacar dos outros Fama. Tráfego. Reconhecimento. Muito dinheiro no bolso. Esses itens certamente estão presentes na lista de desejos de quase todos os blogueiros. Afinal, ninguém

Leia mais

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo IV

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo IV Mark Ford 11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo IV Capítulo Quatro O Guia Definitivo para enfrentar suas Dívidas Em algum nível, mesmo que rudimentar, todos sabemos que o endividamento é perigoso.

Leia mais

III Reunión, Lima, octubre 2010 A AUTOREFORMA SINDICAL E A HISTÓRIA DOS BANCÁRIOS DA CUT BRASIL. William Mendes,

III Reunión, Lima, octubre 2010 A AUTOREFORMA SINDICAL E A HISTÓRIA DOS BANCÁRIOS DA CUT BRASIL. William Mendes, III Reunión, Lima, octubre 2010 A AUTOREFORMA SINDICAL E A HISTÓRIA DOS BANCÁRIOS DA CUT BRASIL William Mendes, Secretário de Formação da CONTRAFCUT-CUT 1. INTRODUÇÃO No final dos anos setenta e início

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

AUTO DE NATAL OUTRO NATAL

AUTO DE NATAL OUTRO NATAL AUTO DE NATAL OUTRO NATAL Escrito em conjunto com Cristina Papa para montagem pelo curso Técnico Ator 2007/2008 do SENAC Araraquara-SP, sob supervisão do professor Carlos Fonseca. PERSONAGENS: CORO / NARRADORES

Leia mais

Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego

Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego Terça-feira, 10 de dezembro de 2013 Atualizado em 10/12/2013 08h00 Veja 10 fatores a serem avaliados ao receber proposta de emprego Profissional deve pesar salário, plano de carreira, horário, entre outros.

Leia mais

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997.

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. 017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. Acordei hoje como sempre, antes do despertador tocar, já era rotina. Ao levantar pude sentir o peso de meu corpo, parecia uma pedra. Fui andando devagar até o banheiro.

Leia mais

Você sabia que... Alguns fatos sobre o meu país

Você sabia que... Alguns fatos sobre o meu país Brasil Você sabia que... A pobreza e a desigualdade causam a fome e a malnutrição. Os alimentos e outros bens e serviços básicos que afetam a segurança dos alimentos, a saúde e a nutrição água potável,

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING CONSULTOR CARLOS MARTINS CRIA - AÇAO EM MARKETING SUA EMPRESA Copyright Consultor Carlos Martins - Todos os direitos reservados wwwcarlosmartinscombr - consultor@carlosmartinscombr Como conquistar Clientes

Leia mais

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões 8 Passos para o Recrutamento Eficaz Por Tiago Simões Uma das coisas que aprendi na indústria de marketing de rede é que se você não tem um sistema de trabalho que comprovadamente funcione, muito provavelmente

Leia mais

Assim nasce uma empresa.

Assim nasce uma empresa. Assim nasce uma empresa. Uma história para você que tem, ou pensa em, um dia, ter seu próprio negócio. 1 "Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam" (Sl 115,1) 2 Sem o ar Torna-te aquilo

Leia mais

By Dr. Silvia Hartmann

By Dr. Silvia Hartmann The Emo trance Primer Portuguese By Dr. Silvia Hartmann Dra. Silvia Hartmann escreve: À medida em que nós estamos realizando novas e excitantes pesquisas; estudando aplicações especializadas e partindo

Leia mais

TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores.

TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores. TOBY MENDEL (Consultor Internacional da Unesco): [pronunciamento em outro idioma] INTÉRPRETE: Deixa eu começar agradecendo para os apresentadores. Aqui, a gente tem uma apresentação muito importante, e

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca r f Considerei particularmente oportuno

Leia mais

DIANA + 3. Roteiro de Henry Grazinoli

DIANA + 3. Roteiro de Henry Grazinoli DIANA + 3 Roteiro de Henry Grazinoli EXT. CALÇADA DO PORTINHO DIA Sombra de Pablo e Dino caminhando pela calçada do portinho de Cabo Frio. A calçada típica da cidade, com suas ondinhas e peixes desenhados.

Leia mais

Introdução do módulo 7: Faça uma introdução sobre as vantagens e necessidade de se vender Valor e não Preço.

Introdução do módulo 7: Faça uma introdução sobre as vantagens e necessidade de se vender Valor e não Preço. Preparação do Instrutor Trazer para a reunião/encontro de vendas: DVD : Módulo 7 Aparelho de DVD e monitor de TV Flip chart e canetas ( pincel atômico) Canetas/lápis apontados Manuais dos participantes

Leia mais

Seminário Análise e Proposta do Modelo de Negociações Trabalhistas no Brasil ABINEE E ABIMAQ. São Paulo 15/07/2013

Seminário Análise e Proposta do Modelo de Negociações Trabalhistas no Brasil ABINEE E ABIMAQ. São Paulo 15/07/2013 Análise das relações trabalhistas no Brasil e em diferentes países Seminário Análise e Proposta do Modelo de Negociações Trabalhistas no Brasil ABINEE E ABIMAQ São Paulo 15/07/2013 1. Introdução 2. Estados

Leia mais

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Carnaval 2014 A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Nesta noite vamos fazer uma viagem! Vamos voltar a um tempo que nos fez e ainda nos faz feliz, porque afinal como

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 83 Papo Reto com José Junior 12 de junho de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

'Década perdida foi a da alta das commodities', diz economista de Cambridge

'Década perdida foi a da alta das commodities', diz economista de Cambridge 'Década perdida foi a da alta das commodities', diz economista de Cambridge José Gabriel Palma Veja, 16.1.2016, entrevista a Luís Lima Gabriel Palma, professor da universidade britânica, afirma que latino-

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 37 Discurso na cerimónia de retomada

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão , Luiz Inácio Lula da Silva, na visita ao Assentamento Lulão Santa Cruz de Cabrália-BA, 28 de setembro de 2005 Meu caro governador Paulo Souto, governador do estado da Bahia, Meu querido companheiro Miguel

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 50 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

Acredito ter sido escolhido para recebê-lo porque os senhores também queriam homenagear o Brasil e o povo brasileiro.

Acredito ter sido escolhido para recebê-lo porque os senhores também queriam homenagear o Brasil e o povo brasileiro. Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Prêmio Lech Walesa Gdansk, Polônia 29 de setembro de 2011 É uma grande honra, para mim, receber este prêmio da fundação que leva o nome do companheiro Lech Walesa,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 61 Discurso na cerimónia de criação

Leia mais

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT

Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao SBT Brasília-DF, 30 de outubro de 2006 Jornalista Ana Paula Padrão: Então vamos às perguntas, agora ao vivo, com

Leia mais

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial

A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial A grande farsa da evolução do processo de gestão empresarial Começo minha reflexão de hoje pensando um pouco na história da Administração, nos princípios de gestão e formas como as empresas hoje são geridas.

Leia mais

TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO

TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO O QUE PODEMOS APRENDER com a experiência de vida de pessoas resilientes é que, para enfrentar situações difíceis, é

Leia mais

RESUMO DE NOTÍCIAS. Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado de São Paulo www.sintetel.org/ sintetel@sintetel.org.

RESUMO DE NOTÍCIAS. Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado de São Paulo www.sintetel.org/ sintetel@sintetel.org. Mundo Sindical SÃO PAULO (SP): TRABALHADORES DO TELEATENDIMENTO COMPÕEM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES Os trabalhadores do setor de teleatendimento compuseram a Pauta de Reivindicações para a Convenção Coletiva

Leia mais